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Pontal de Tapes, uma roubada, literalmente!

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Neste carnaval decidimos fazer a Trilha do Pontal de Tapes. Como as paisagens são muito repetitivas (areia e pinus) e a distância a percorrer muito grande (70 km ida e volta) e circular, optamos por não fazer a trilha a pé: atravessamos de barco até o lugar conhecido por Ponta do Pinhal, estabelecemos um acampamento base e programamos fazer uma caminhada de dez quilômetros até o extremo do Pontal, e outra mais curta, de cinco a oito quilômetros para explorar o caminho oposto. Levamos bastante equipamento, já que iríamos de barco, e partimos no sábado, dia 10/01/18, marcando com o barqueiro Roger de nos apanhar na terça-feira, dia 13/02, as 16 horas. O lugar é ótimo para acampar, dá para pescar, tem duas praias diferentes com areia limpa, uma em cada lado do Pontal. A Lagoa dos Patos é enorme, na Praia de Fora nem se enxerga o outro lado, e o trajeto de barco até nosso destino, no lado de dentro do Saco de Tapes, que é bem menor, durou mais de uma hora. A Lagoa tem ondas que nem o mar, e o que atrapalha é o vento, que pode ser muito forte, recomendo montar o acampamento abrigado, longe das praias. No domingo, mal começamos a caminhada até o extremo do Pontal e um vento muito forte nos deixou preocupados, voltamos para o acampamento para assegurar a integridade das barracas e lonas, começou a chover muito forte e decidimos não fazer a caminhada neste dia. Fomos dormir e lá pelas 4:30 da manhã de segunda, novamente um vento muito forte me assustou, acordei para ver se estava tudo bem e descobri que havíamos sido furtados durante a noite. Pelas pegadas deixadas na areia deu para ver que eram dois homens, descalços, que levaram duas caixas térmicas onde estava praticamente toda nossa comida, além do kit de primeiros socorros, uma garrafa térmica, uma carga de gás e uma panela. O susto foi grande, porque ficamos com pouco mais de dez barras de cereal e um chocolate para dividir entre sete pessoas durante dois dias, não era possível voltar caminhando por causa da quantidade de equipamento e do meu neto de nove anos, que não conseguiria fazer os 25 quilômetros de retorno. Além disso, o sinal de celular não era confiável para pedir socorro, e fiquei com medo de não poder retornar para a cidade. Felizmente lá pelas nove horas conseguimos contatar o Roger, pedindo para nos buscar de barco ainda de manhã. A primeira mensagem dele era que não conseguiria chegar na praia por causa do vento, imaginei que ele teria que esperar passar o vento para atravessar a lagoa, e que o vento poderia durar vários dias. Até que finalmente chegou outra mensagem, onde ele esclareceu que ficaria em um ponto distante da praia, onde teríamos que levar todo o equipamento. Mais ou menos meio-dia ele chegou, conseguimos embarcar e fomos direto para um restaurante matar a fome antes de retornar para nossa cidade, com muita frustração.

Esta situação é surreal, jamais imaginamos que seríamos furtados naquele local. Chegamos a caminhar alguns quilômetros para cada lado e não encontramos viva alma, nos sentimos sozinhos no meio do deserto. Segundo relatos apenas o seu Wili e sua esposa Noeli  moram ou moravam uns seis a oito quilômetros ao norte de onde estávamos acampados. Imaginamos que os ladrões deviam ser andarilhos que estabeleceram morada ou estavam de passagem no Pontal, que é um beco sem saida, não leva a lugar nenhum. Tentamos seguir os rastros (com facão na mão, prontos para o que desse e viesse), encontramos em certo momento, junto às pegadas, um pacote de suco que certamente era nosso, mas perdemos os rastros quando a maré apagou, acho que foi melhor assim. Fica o alerta para não se sentirem tão seguros quando forem ao Pontal, e tomarem cuidado com suas coisas.

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    • Por fore
      Introdução
      Planejei uma viagem de carro saindo de São Paulo, capital, com destino ao Ushuaia, saindo do Brasil por Foz do Iguaçu, porém, para evitar a Ruta 14 com medo dos policiais corruptos, entraria no Brasil novamente em São Borja/RS para chegar em Uruguaiana/RS e assim descer até Gualeguaychu pelo Uruguai. Em seguida seguir para o lado oeste e descer a Ruta 40, entrar em Torres del Paine no Chile e continuar descendo até o Ushuaia.

      Na bagagem: barraca Quechua Arpenaz 4.1 Fresh & Black, duas cadeiras de praia, um fogareiro Nautika ceramik, uma mesa portátil, colchão inflável de casal, um saco de dormir, um cobertor, tapete em EVA (aqueles de montar) e manta térmica para forrar o chão da barraca. Além de utensílios de cozinha, um cooler, grelha para churrasco e uma caixa de mantimentos básicos como macarrão, miojo e alguns temperos.
      A barraca é grande, espaçosa e bem simples de montar (são apenas 3 varetas assim como qualquer outra). No quarto cabe o colchão de casal e sobra espaço para mais um de solteiro, como não era o caso, era usado para guardar as mochilas.
      O fogareiro acho que foi a melhor aquisição que fiz. Achei muito bom e a lata de gás durou por uns 3 dias com a gente. Fomos com 12 latas pra lá, porque eu não sabia o quanto rendia. Sobrou bastante e de qualquer forma, a gente encontrava facilmente em supermercados por lá.
      Fomos em 2 pessoas, com um Peugeot 208 1.5, suspensão esportiva (mais baixa que a original), rodas aro 17 com pneus 215/45 e insulfilm g20 em todo o carro, inclusive parabrisa. (Só mencionei isso pelo fato de ainda haver dúvidas quanto ao tipo de carro que consegue fazer esse tipo de viagem).
      Comprei o chip da EasySIM4U para conseguir sinal de internet no celular (somente dentro das cidades tinha sinal).
      O caminho todo me guiei pelo Google Maps, meu carro tem a central multimídia com Android, então bastava eu compartilhar a internet do celular e tudo certo (pelo menos quando tinha sinal).
      Para procurar hotéis usei o Booking.com (consegui pegar bons descontos com o Genius) e para campings usei o iOverlander. Apesar de ajudar muito, o iOverlander é um pouco desatualizado, infelizmente a colaboração não é tanta no aplicativo. Existem muitas outras opções de campings no caminho que a gente acaba encontrando só depois de ter dado entrada em algum.
      No total foram 14.730km em 28 dias de estrada, sem nenhum perrengue ou problemas maiores.
      Obs:
      - O tempo de viagem relatado é o total do tempo do momento em que saímos de um hotel/camping até chegarmos no próximo destino. Contando as paradas na estrada.
      - Os gastos coloquei na moeda local, pois fica mais fácil caso alguém precise consultar em outro momento para ter uma noção melhor de custos.
      - A viagem inteira abasteci com gasolina/nafta super.
      Se quiserem me acompanhar no instagram: @fore.jpg
    • Por Roberta Reis
      Mirante com vista para o Vale do Rio das Antas e para a Cascata Bordin. Localizado no Travessão Alfredo Chaves em Flores da Cunha. Para passar o dia, acampar e praticar esportes de aventura, como rapel e passeios de quadriciclo. Local com quiosque.
      Horário da temporada primavera/verão: todos os dias das 7h às 20h, e aos sábados durante o verão o Mirante e o quiosque ficam abertos até às 23h.
      Restante do ano: de terça a domingo das 7h às 18h.
      Informações: (54) 98147-9534.
       







    • Por fernandos
      Passeio na Orla do Guaíba. Guaíba.RS.Jun.2018. Passando por Nova Milano Destino da vez Guaíba, Berço da Revolução Farroupilha. Saímos de Caxias, passadas 11 horas, difícil acordar cedo com esse frio que anda fazendo aqui no Sul. No caminho passamos pela cidade de Farroupilha, e demos uma paradinha rápida na localidade de Nova Milano, que fica bem a beira da estrada do lado direito, quem passa o Centro de Compras de Farroupilha. No local existe um monumento que chama a atenção do viajante, uma grande estatua  de ferro, parecendo um pássaro estilizado ou algo assim. É onde fica oParque da Imigração Italiana, de Nova Milano, um parque bonito, com pracinha para as crianças, várias bandeiras, esse monumento e uma Gôndola Veneziana, presente do governo da Itália, em comemoração aos 100 anos da imigração, feitos em 1975. Ainda demos uma passada no centrinho da localidade, onde há uma bela igreja, e havia uma feirinha de produtores rurais.    Seguindo o baile descemos a RS 122, rumo a GPA (Grande Porto Alegre). Umas 2 horas de viagem e chegamos em torno das 13 horas e 30 min. em Guaíba. E fomos direito a Orla, o lugar que surpreende pela organização e pela beleza. A vista do Lago Guaíba desse local é linda, a aguá reflete o céu azul, e o calçadão convida ao passeio. Demos uma caminhada admirando a bela paisagem, a  vista do Catamarã partindo rumo a Porto Alegre é bem legal. No entorno existem diversos restaurantes para todos os gostos e bolsos, que servem de frutos do mar, a Ala Minutas. Escolhemos um para almoçar, já que já eram quase 2 horas da tarde. E voltamos a apreciar a linda vista, o lugar não da vontade de ir embora, ainda mais um belo dia de sol, numa tarde fria do inverno gaúcho. Um cenário perfeito para quem gosta tomar um chimas, ou tirar fotografias, e decidimos ficar por ali mesmo nos deleitando com a paisagem,  na saída ainda passamos pela Escadaria: de onde se pode ter uma vista mais completa do Lago, mas a quantidade de degraus desanimou a subida. E assim conhecemos mais esse belo recanto do Rio Grande.    Que segundo pesquisas possui como atrativos: O Catamarã: que nada mais é que o barco que faz a travessia Guaíba-Porto Alegre; A Jardineira: ônibus especial modelo Jardineira, o passeio turístico conta com guia local. O ponto de partida e chegada é na Hidroviária de Guaíba (nesse dia que fomos não enxergamos); Casa de Gomes Jardim: Construída em fins do século XVIII, era sede da Estância de Gomes Jardim no período da Revolução Farroupilha. Erma de Gomes Jardim– Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha; Ruínas do Matadouro São Geraldo: Construção de 1927, foi um dos mais importantes do Rio Grande do Sul. Rua São Geraldo, Guaíba; Cipreste  Farroupilha: Árvore símbolo da cidade. Na sua sombra líderes da Revolução Farroupilha planejaram a tomada de Porto Alegre em 1835. Rua Gomes Jardim; Erma de Gomes Jardim: Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha;Vitrine Cultural: A Vitrine Cultural é um espaço desenvolvido através de uma parceria da Prefeitura Municipal de Guaíba e da Fundação Toyota do Brasil que tem por objetivo conservar, divulgar e promover os atrativos culturais e históricos do município e da região; Museu Carlos Nobre: Construção de 1908 – ao longo do tempo foi residência, hotel, biblioteca, prefeitura e hoje encontramos objetos, fotografias, documentos pessoais do comunicador e humorista conhecido internacionalmente. (Terça a Sexta – 8h30min às 12h – 13h30min às 17h30min/ Sábado, Domingo e Feriado – 13h30min às 17h30min)(Fonte:pesquisandocidades.blogspot.com).

      Mais Fotos:
          Rota:

          Postado há 1 hour ago por Sant' Anna  
      Blog:https://rotasetrips.blogspot.com/
    • Por silviomoser
      Trekking realizado dias 21 e 22 de Abril de 2017, 10 amigos. Talvez um dos mais difíceis que fiz, em torno de 40km, no inicio subida de praticamente 1000m no final descida igual, com direito a se perder varias vezes na trilha,mesmo com gps é complicada. Deixo um video no YT com algumas fotos. Nao tem fotos do Josafaz pois ali acabou minha bateria.
       
    • Por Celso Machado
      Sempre acompanho os relatos aqui na Página, imaginando um dia poder fazer alguma dessas viagens e trilhas. Não encontrei nada menos justo do que contribuir compartilhando o relato de uma trilha que fiz com minha namorada e um casal de amigos.
       
      A principio iriamos com um grupo para a Ferrovia do Trigo, porém ficamos sabendo que o local foi fechado para visitações (acho que na verdade sempre foi, porém agora possui fiscalização). Ficamos bem tristes, estávamos bem empolgados, mas fazer o que?!
       
      Então eu e meu amigo Adriano decidimos procurar algum lugar próximo a nossa cidade (Três Coroas - RS) para podermos ir, meio que de última hora. Lembramos do Parque das 8 Cachoeiras (São Chico) e do Canion Fortaleza (Cambara do Sul). Decidimos em ir para São Chico, a cidade fica a uns 40 km de nossa cidade e a uns 120 km de Porto Alegre.
       
      Partimos Eu, Grasi, Adriano e Aline no sábado dia 24/06/2017 as 8 h 30 min da Casa da Grasi que já fica no caminho para a estrada que liga Três Coroas a RS 020 que vai a São Chico. Apesar de boa parte da estrada ser de chão batido, ela é bem tranquila. Por ali passamos pela entrada do Centro Budista de Três Coroas. Para quem quiser visita-lo, vale muito a pena!!! Lugar super bonito, diferente, místico... parece que você não está no Brasil, pra quem quiser conhece-lo basta ir até Três Coroas, o legal é que você pode aproveitar outros pontos turísticos na cidade como: campings, rafting, tirolesa...tem bastante coisa, a cidade é pouco conhecida, mas dá uma pesquisada (fica ao lado de Gramado, famosa cidade da serra e Igrejinha, cidade da Oktoberfest). Depois de sair desta estrada, chegamos a RS 020, estava pouco movimentada, mas é bom ir devagar, pois possui muitas curvas!
       
      Demoramos uns 40 minutos pela RS 020 e logo chegamos a São Chico, passamos pelo Lago São Bernardo, cartão postal da cidade e logo pegamos uma estradinha que nos levou ao Parque das 8 Cachoeiras. É bem perto do lago, tipo uns 3 a 4 km.
       
      A entrada do Parque custou 20 reais por cabeça , o parque tem estrutura para camping, tem algumas cabanas pra alugar, também tem um restaurante com buffet livre (R$ 20,00) fica aberto até as 15 horas. Como só passamos o dia, levamos bastante lanche e água.
       
      No estacionamento ficamos amigos da cadelinha do parque, segundo consta na coleira, seu nome era "Marcha". Foi bem amigável conosco e nos seguiu até uma parte do trajeto, nos serviu como uma especie de guia. Tem foto dela no final do post, alias todas as fotos estão no final.
       
      Logo partimos para nossa primeira trilha, as mais longas e difíceis do parque, Descemos por uma escadaria toda encoberta por folhas secas de pinho ilhote que cercavam a descida. O local é todo estruturado com placas, na entrada eles te dão um mini mapa.
       
      Pegamos a trilha para as Cachoeiras Pilões (30 metros de altura, dificuldade 4) e Ravina (35 metros de altura, dificuldade 5). Logo de cara tínhamos que descer uma escada bem íngreme feita de ferro (25 metros de altura ), o local é bem úmido, então a atenção deve ser redobada! Descemos mais alguns barrancos, que pra nós foram as partes com maiores dificuldades da trilha (e de todo o parque), por ser escorregadio e ficar bem num barranco mesmo.
       
      Logo chegamos a cachoeira Pilões, que na minha opinião é a mais fraquinha, o que valeu mais foi o desafio da descida. Por ali no mesmo caminho se vai na Ravina, porém por ter que cruzar por dentro d'água, ser inverno e, ficarmos o resto do dia com os calçados molhados, decidimos não ir (queremos voltar no verão rsrs), até você pode
      ir pulando pelas pedras, mas achei meio arriscado, por conta de serem escorregadias. Eu fui até um pedaço pra ver o terreno, mas foi bem complicado, então voltei.
       
      Voltamos pela trilha, subimos a escada e logo chegamos a parte que leva para as cachoeiras mais longas do parque, Quatrilho (40 metros de altura, dificuldade 4) e Gêmeas Gigantes (98 metros de altura, dificuldade 5), ali deve se fazer somente se for bem cedo, tipo antes do meio dia. Partimos em direção as duas cachoeiras. A trilha é bem tranquila, tem bastante descida e subida, passamos por uma pinguela (ponte que balança) e com mais alguns minutos de trilha chegamos a uma bifurcação. Para a esquerda Gêmeas (trajeto bem longo) e na placa diz que passa 22 vezes por dentro d'água , não pensamos duas vezes e pegamos a direita e fomos para a Cachoeira do Quatrilho. Na minha opinião, a mais bela das Cachoeiras do parque. Ali comemos nossos sanduíches, tomamos água e tiramos algumas fotos. Depois do descanso, voltamos o trajeto e fomos para nosso ponto de partida (no estacionamento).
       
      Após descansarmos mais um pouco, fomos para as Cachoeiras mais próximas ao Parque, Remanso (75 metros de altura, dificuldade 1) e Escondida (40 metros de altura, dificuldade 2).
       
      A trilha que vai até a Cachoeira do Remanso é a mais fácil de todo o parque, é quase uma rua. A cachoeira é bem bonita, porém no dia que fomos, o local estava um pouco sujo, não sei se era por causa da chuva de alguns dias atrás. O legal dessa cachoeira é que você fica bem de frente ela e, tens uns paredões em volta. Fica praticamente dentro do negocio todo rsrs.
       
      A Cachoeira Escondida é bem fraquinha comparada as outras, vale mais a pena pela trilha, que é em meio a pedras, cruza pontezinhas, até achei que ela é mais difícil de chegar do que a próxima cachoeira que fomos (Neblina), não sei o critério de avaliação do nível dificuldade, mas tudo bem . Nessa trilha foi a primeira vez que vimos outras pessoas (turistas) no parque, acho que por ser mais perto .
       
      Após voltarmos dessas duas Cachoeiras, fomos em direção as últimas do nosso trajeto. Voltamos ao estacionamento e seguimos para a parte de cima do parque onde se encontram a Cachoeira da Neblina (45 metros de altura, dificuldade 3) e a da Ronda (100 metros de altura, dificuldade 3, no site diz 3, mas no parque diz 4 hehe). Optamos por fazer só a da Neblina, pois já estávamos exaustos e a da Ronda segundo a placa era de dificuldade 4, em uma escala até 5. A trilha é bem tranquila, não sei se é porque eu me encantei com a Cachoeira do Quatrilho, que achei essa bem fraca e não tão bonita...rsrs
       
      Chego ao fim meu relato, segue algumas dicas importantes:
       
      Leve tênis e meia reserva;
      Vá no verão se quiser aproveitar e se refrescar, pois a do Quatrilho tem uma piscina natural bem legal;
      Vá cedo e comece pelas mais difíceis.
      Você já pode fazer um roteiro antecipado visitando o site do parque.
       
      Até a próxima!



















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