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  1. 15/03/2020 Logo após a visita ao sítio arqueológico de Mayapán, fui procurar uns cenotes que constavam no Google Maps e acabei parando no pequeno povoado de Telchaquillo... Caminhei pela rodovia até a entrada da cidade, sob um sol escaldante... Cheguei no centro do povoado e percebi muita coisa interessante, principalmente na construção dessa igreja. As pedras principais foram retiradas de construções maias, e ainda se pode observar várias inscrições nelas. Imagine quanta coisa foi destruída, pois sabemos que os espanhóis aproveitavam as pedras dos templos para construir suas fortalezas, igrejas e casas... E a força da conversão religiosa imposta pelos conquistadores, fez com que a população se tornasse majoritariamente católica. O calor estava grande e saí perguntando a respeito do Cenote, que, para a minha surpresa, ficava bem na praça central... Porém, subterrâneo! Paguei incríveis $10 pesos para o acesso e desci na caverna, que tinha apenas uma abertura na parte superior que iluminava o restante do lugar. Havia somente duas famílias com crianças e, apesar de parecer pequeno, aproveitei bastante mais essa experiência. As águas azuis, transparentes e refrescantes deram uma boa revigorada depois de tanto sol nas andanças por Mayapán e a caminhada pela rodovia em busca dos Cenotes. Pode até não ter sido aqueles que eu procurava, mas valeu muito a pena ter conhecido mais este. Depois desse momento relaxante, para voltar fiquei sabendo que o ônibus passava pelo povoado. Voltei até uma mercearia para tomar um refrigerante bem gelado e pouco depois veio o ônibus. Apesar de feio, até que era confortável e, como foi parando em todos os povoados pelo caminho 🙄, aproveitei para conhecer muitos outros lugares interessantes para uma nova visita na região! Ah, o ônibus foi bem mais barato: $27 pesos! Quer conhecer os detalhes e a história do local? Dá uma olhada no link de deixei aqui embaixo: Mochilão pelo México: o Cenote de Telchaquillo Espero que tenha ajudado! 🤠👍
  2. 15/03/2020 Mayapán foi a última grande cidade Maia antes da conquista espanhola. Para se conhecer, a melhor cidade para se hospedar é Mérida, capital do estado de Yucatan. Partindo da região do Terminal Noroeste, existem várias vans que passam pelo local. É só pedir para o motorista parar no acesso do sítio. São apenas 48 km de distância e o valor combinado foi o de $35 pesos. A van parou na entrada a poucos metros já se chega à portaria. A entrada é bem barata, apenas $45, e não tem muitos turistas no local. Junto à portaria, tem banheiros limpos e gratuitos. As placas informativas só estão disponíveis na entrada. Infelizmente, não se tem nada para orientar o passeio no interior do sítio arqueológico. Recomendo que se estude a história do local e das principais construções para poder ter um aproveitamento melhor do passeio, ou assista ao vídeo que deixarei abaixo, onde descrevo o passeio detalhadamente, além do levantamento histórico da cidade. A área é bem pequena, mas as construções muito bem preservadas/restauradas. A maior delas também se chama El Castillo não à toa: trata-se de uma cópia da pirâmide existente em Chichén Itzá, só que em escala menor. Em datas de equinócio também tem o fenômeno das sombras projetadas na escadaria principal, simulando a descida de Kukulcán! Aqui, pelo menos, se pode subir e entrar na maioria das construções!!! A baixa procura por parte dos turistas proporciona oportunidades para muitas fotos e uma exploração mais tranquila. Enfim, para quem procura um passeio muito bom, barato e tranquilo, aqui é o lugar!!! Leve lanche, muita água e proteção solar... O sol aqui também é escaldante!!! Aproveitei para fazer muitos estudos interessantes a respeito das construções e seus alinhamentos. Para se conhecer bem o local, reserve pelo menos 2 horas para fotos e subidas nas construções. Os transportes que levam de volta à Mérida podem ser pegos na rodovia, no sentido contrário ao da chegada. O vídeo detalhado do passeio e mais a história do local, pode ser visto no link da descrição abaixo: Mochilão pelo México: as ruínas de Mayapan Espero ter ajudado... Até a próxima!
  3. Boa noite. Peço desculpa pelo textão se alguém puder ler e tiver algo a contribuir, fico agradecido. É que sou absolutamente novato nesse hobby, aliás, nunca fiz nada parecido. Faz um tempo que to procurando alguma forma de sair da rotina, e por acaso o grupo apareceu na minha TL. Eu tenho 10 dias de ferias para tirar até dezembro, e cogitei fazer um mochilinho (10 dias não da pra nada ne?). Eu tava procurando algo por SC (moro em Chapecó), que fosse um trajeto curto, porém não achei nada que parecesse interessante aqui perto da minha cidade. Então pensei em pegar ônibus até Florianópolis (cerca de 550km daqui), e subir pela praia de Floripa até Balneário Camburiú. O caminho mais curto, pela BR-101, daria 85km, pela praia aumentaria um pouco. As dúvidas iniciais, são: alguém um pouco acima do peso ideal, conseguiria fazer esse trajeto? Pensei em andar no mínimo uns 20km/dia. Quais seriam os itens básicos que eu deveria levar? Eu tenho uma barraca (nunca nem usei, nunca acampei, no máximo fiz trilha curta), pessoas que usam barracas para pernoitar, como fazem com relação a higiene básica? Qual a solução para banhos, roupas...? Um dos maiores medos é com relação a segurança, sobre onde acampar e tal, porque eu não teria grana pra pagar por hospedagens todos os dias. Espero que alguém leia, se tiver alguma dica, conselho, indicação, fico feliz em receber.
  4. Dando uma "zapeada" por alguns vídeos que ainda não foram publicados no canal, me deparei com este, um erro amador da minha parte, ao tentar ir acampar em um local que há tempos não íamos e que praticamente ninguém conhece. Pagamos o pato por confiar em nossos instintos, sequer ligamos ao proprietário para perguntar como estavam as condições do lugar. Confiram como estava... É DE ARREPIAR! Confiram o vídeo NÃO COMETA ESSE MESMO ERRO se você vai acampar! Bem que desconfiamos do valor da diária estar muito abaixo do que imaginávamos! Sempre dê um jeito de descobrir as reais condições do lugar antes de ir beleza galera? Fica a dica!
  5. Confiram o vídeo com técnicas para poda: https://youtu.be/JlASpbrrdxE Motivação Precisava para serviços básicos de marcenaria, podas das árvores frutíferas do quintal e serrar toras para fazer tábuas de churrasco. Preço R$ 40,00. Existem diversos preços para as mais variadas categorias e tamanhos. Por exemplo, só da marca Ramada existem diversos tamanhos para as categorias Diamante e Ouro, onde a Ouro possui uma afiação e resistência maior que a Diamante. Resumo Cumpre o que promete, no entanto para serviços mais pesados como serrar uma tora... o menino miou.
  6. Unboxing, Review e Como Escolher o Travesseiro Certo Como escolher o travesseiro certo? Meça com uma trena ou régua a distância da sua orelha até o final do seu ombro em linha reta. NO meu caso deu 16 cm a distância, ou seja, o travesseiro ideal para mim deve ser com 16 cm de espessura. É batata! Motivação Travesseiros já estavam surrados e minhas noites mal dormidas. E como sempre ouvi falar bem deste látex resolvi arriscar mesmo sendo bem mais caro que o convencional. Preço R$123,90 na Internet, em lojas físicas chegou a R$190,00. Pontos Positivos Confortável e que encaixa bem a cabeça ao dormir. Qualidade do material. Antiácaro. Não afunda. Vida útil maior que os concorrentes. Pontos Negativos Não tem ajuste de altura. Preço salgado, porém justificável, veremos a longo prazo. Para ser lavado requer cuidados maiores, inclusive com exposição a calores intensos por ser de látex. Resumo da Obra Só poderei ser mais claro daqui há pelo menos 6 meses. Um dos melhores que eu já tive foi da NASA com gel, mas depois de alguns meses ficou uma merda. Vamos ver esse. É como dizem, 1 ano dormindo com o travesseiro certo pode apostar que pode valer mais do que R$200,00, só quem tem insônia sabe do que estou falando.
  7. Este post não é um relato de viagem, trata-se um roteiro de trekking fruto das minhas experiências no interior do vale. Como nem todos tem tempo e/ou dinheiro pra passar vários dias no interior do Pati, segue a sugestão de um roteiro "completo" - com todos os principais atrativos - que pode ser feito em 3 noites - um feriadão qualquer! Este trekking pode ser feito com a presença de um guia local ou de forma autônoma. Não há OBRIGATORIEDADE de contratar guia, tampouco não é obrigatório ficar nos pontos de apoio. QUEM PODE FAZER? Qualquer pessoa com um mínimo de condicionamento físico. Embora não seja uma trilha altamente exigente, é necessária alguma condição física para percorrer distâncias razoáveis (+10km) por trilhas em dias consecutivos. QUANDO FAZER? Qualquer época do ano, na Chapada não é comum chover por vários dias seguidos sem parar. Pesquise a previsão do tempo antes. Se puder, faça este trekking após um período de chuvas na região, assim contemplará o Cachoeirão a todo vapor. ONDE INICIAR? Como a ideia é encurtar as distâncias para aproveitar o máximo, a sugestão é começar nas entradas mais próximas ao Vale do Pati, que são: Trilha dos Aleixos e Beco do Guiné. Ambas entradas estão nas proximidades do povoado de Guiné, pertencente ao município de Mucugê. O caminho pela Trilha dos Aleixos é 1km mais curto que o do Beco do Guiné (distância do início até o Mirante do Pati). Se a opção do primeiro dia for o Cachoeirão, a trilha dos Aleixos é cerca de 2.5km mais curta. Para reduzir as distâncias de carro, sugiro da seguinte maneira: quem vem de Lençois ou Palmeiras, comece pelo Beco do Guiné; quem sai de Ibicoara, Andaraí ou Mucugê, comece pela Trilha dos Aleixos. 1º DIA: GUINÉ X IGREJINHA: 8km Dia de entrada no Vale, seja pela Trilha dos Aleixos ou pelo Beco do Guiné. Quem sobe pelos Aleixos tem a opção de banho no Rio3h Preto após 4km de caminhada. Quem vem pelo Beco também passa pelo Rio Preto, mas em um local diferente. Adiante terá o Mirante do Pati, com visual clásssico do Vale. Descida pela Rampa do Pati e chegada à Igrejinha (casa de João Calixto). Tempo de movimento: cerca de 3h, descontando as paradas. Pernoite: Igrejinha como apoio (pensão ou camping) ou seguir a trilha em direção ao Rio Pati (Cachoeira dos Funis) até um descampado próximo ao rio. 2º DIA: IGREJINHA X PREFEITURA: 11km (Funis e Castelo/Morro Branco) Saída da Igrejinha para o Rio Pati, pelo Cemitério. Na chegada ao leito do rio, a trilha segue pelas margens e, em alguns trechos, pelo leito. Neste ponto o Rio Pati possui diversas quedas, formando alguns poços interessantes para banho. A queda principal, que também forma um bom poço para banho, é conhecida como Cachoeira dos Funis, está a cerca de 40 minutos da Igrejinha (1.8km). Depois de aproveitar o rio, seguir descendo até encontrar a trilha de saída para casa de Sr. Wilson, onde finaliza a caminhada pelo leito. Após a casa de Sr. Wilson tomar um atalho à esquerda, para interceptar a trilha do Castelo. Caso esteja com cargueira, pode optar por escondê-la em algum canto, antes de iniciar a subida, ou deixá-la na casa de Sr. Wilson ou de Agnaldo. A subida é bem acentuada e pode ser escorregadia, caso tenha chovido recentemente, possui cerca de 2km. Entre Funis e topo do Castelo são aproximadamente 2h de caminhada. Castelo x Prefeitura também são cerca de 2h. Tempo de movimento: cerca de 5h, descontando as paradas. Pernoite: sugiro na Prefeitura (Casa de Jailson), para adiantar o dia seguinte. Porém são muitas as opções no caminho: Agnaldo, Dona Leia, Dona Raquel, João e André. Para camping natural sugiro uma área do outro lado do Rio Pati, próximo a Prefeitura. 3º PREFEITURA X SR EDUARDO (CASA DO CACHOEIRÃO): 15km (Cachoeira do Calixto e Poço da Árvore) Saída da Prefeitura para a Mata do Calixto, atravessando o Rio Pati. São aproximadamente 4.5km (2h) até a Cachoeira do Calixto. Fazer o trajeto sem as cargueiras, deixando guardada na Prefeitura. Se a pernoite anterior for na casa de Agnaldo, pode seguir pela trilha da margem esquerda do Rio Pati (não passa na Prefeitura), deixando as mochilas escondidas no acesso à mata do Calixto. No retorno da Cachoeira do Calixto, passagem pela Prefeitura. Cerca de 1km após a Prefeitura está o Poço da Árvore, que é um opcional no trajeto. Tempo de movimento: cerca de 6h30, descontando as paradas. Pernoite: sugiro na casa de Sr. Eduardo, onde o filho Domingos toma conta. Para camping natural, sugiro uma área após a Casa de Seu Eduardo, próxima ao ao Rio Cachoeirão. 4º SR EDUARDO X GUINÉ: 20km (Cachoeirão por baixo e por cima) Saída da casa de Sr. Eduardo sentido os poços do Cachoeirão, trilha com duração aproximada de 1h. Se estiver com cargueira, deixe ela no entroncamento com a trilha da fenda do Cachoeirão. O acesso aos poços é bem irregular e será mais difícil transportando uma cargueira. Sol no poço até o início da tarde, porém sugiro a saída do local até, no máximo, 12:00. No retorno do poço, subir pela trilha da fenda, que, apesar do nome, não possui tanta dificuldade técnica. São 2 a 3 horas de subida até o topo do Cachoeirão, onde será possível contemplar a vista da 4ª cachoeira mais alta do Brasil e nadar em um pocinho em meio a mata. Deixando o Cachoeirão, a trilha segue pelos gerais até iniciar a descida da Serra do Esbarrancado. São 10km até o final dos Aleixos e 12km até o fim do Beco do Guiné. Sugiro sair do topo até às 15h, para não trlhar no escuro. Tempo de movimento: aproximadamente 7h, descontando as paradas. Último dia de trekking, caso queira optar por mais uma pernoite, a opção é o topo do Cachoeirão ou em algum ponto viável do gerais. CONSIDERAÇÕES: Desta forma, o trekking proposto tem aproximadamente 55km. Sugiro fazer neste sentido pois, na maior parte do tempo, a caminhada terá o relevo favorável. Dos atrativos conhecidos do Vale do Pati, o único não contemplado neste roteiro é o cânion do Guariba, que fica próximo a Casa de Joia, na saída para Andaraí.Alguns locais possuem mercadinho (Igrejinha e Prefeitura), onde é possível comprar alguns produtos básicos. Preços bem superiores ao de mercado, cabe frisar. Se possível, utilize calçados impermeáveis, de preferência botas. Leve o mínimo de peso possível nas cargueiras.
  8. Olá pessoal.. Tenho acompanhado bastante e vejo que surgem bastante pessoas novas quase que diariamente em busca de informações para sua primeira viagem, que não é bem exatamente um mochilão, mas sim uma viagem de férias. Há o guia para orientação (https://www.mochileiros.com/blog/mochilao#Como_economizar_na_hospedagem), que ajuda bastante mas ele acaba não entrando muito nos detalhes de um dos principais e mais importantes (minha opinião) pontos da viagem: A Hospedagem. Como eu tenho realizado pelo menos uma viagem ao ano, também tenho muitos amigos que se vêem na mesma situação em relação a contratação de Hospedagens e me procuram para ajudar a dar uma economizada. Não sou expert no assunto, então gostaria de deixar a pergunta aqui para compartilharmos as "táticas" usadas para economizar neste ponto que consome uma grande fatia do orçamento da viagem. Sei que muitos vão falar, para economizar fique em Hostel... mas nem todos querem ou podem usar por diversas questões (viajar com família e não querer compartilhar quarto, banheiro, etc.) Vou começar falando o que eu faço para me organizar com hospedagem: 1 - Depois de definir quanto tempo ficar em cada lugar, procuro os Hoteis em sites de buscadores para identificar o melhor preço para o Hotel que atende as minhas necessidades. 2 - Faço a mesma busca no Airbnb. Dou preferência ao aluguel de apartamento, pois geralmente é mais barato e você pode realmente viver a cidade, mas só uso este tipo de reserva em estadias de 3 ou mais dias. Estadias de 1 ou dois dias, prefiro Hotel devido a questão de check in e check out (geralmente por sair cedo ou chegar mais tarde). 3 - Dou uma olhada no site do Hotel de menor preço do buscador para ver se não tem um preço melhor por ali (geralmente não) 4 - Começo a fazer isso uns 6 meses antes da viagem. Escolhido o Hotel, sendo os preços similares no buscador, sempre dou preferência ao Hoteis.com (Muita gente prefere o booking, mas em minhas pesquisas o preço geralmente é igual nas duas plataformas). Mas por que eu uso o Hoteis.com? Pelo fato de sempre haver cashback no Meliuz (mínimo de 2%) e pelo programa de fidelidade onde a cada 10 estadias, você ganhar uma grátis (isso no fim acaba sendo um desconto de 10%, já que com certeza vou usar ela no futuro). Então se o preço estiver igual no buscador ou com diferença menor que 12%, eu não compro em outro site. 5 - Faço reservas sempre com cancelamento grátis e pago parcelado (sou trabalhador brasileiro né, não sobra muita grana no mês). Quando chega próximo a data máxima de cancelamento e tenho certeza que não vou mais alterar meu roteiro, faço uma nova busca no mesmo Hotel. Se a tarifa sem reembolso por cancelamento estiver mais barata, faço nova reserva e cancelo a anterior. 6 - Se meu destino não é as grandes cidades, procuro ficar hospedado nas cidades ao redor que sejam de fácil acesso a elas e mais baratas (Ex.: Para visitar Florença, me hospedei em Pistoia, Para visitar Mônaco, fiquei em San Remo, etc.). Claro que faço isso pois geralmente eu alugo carro para me locomover, então andar uns 50km não é sacrifício para mim.... 7 - Café da manha, só se for grátis ou estiver muito em conta, mas dou preferência a sem café para poder aproveitar as padarias/cafeterias locais.. Enfim, essa é a tática que eu uso e quando comparo com parentes e amigo que também viajam com frequência, vejo que consigo fazer mais por menos... E você, o que faz para economizar na hora de escolher um Hotel?
  9. Bom dia!! No início de fevereiro farei uma viagem a Portugal com duração de 15 dias. Passarei por seis cidades diferentes do centro e norte da terrinha, e gostaria de sugestões de mochilas pra essa viagem. Valeu!!
  10. Me ajudem com uma dúvida. Comprei minha primeira bota de trilha, uma Macboot, e fiquei muito em dúvida quanto ao tamanho. Entre o 39 e 40, o primeiro parecia justo demais e outro dava uma leve folga na parte de trás. Comprei a numeração menor, pois sempre ouço o pessoal falando que deve-se dar uma boa usada na bota antes pra laceá-la antes de usar na trilha. Minha pergunta é, as botas costumam mesmo dar uma boa folgada com o uso ou seria melhor eu trocar pela maior?
  11. Tenho pesquisado sobre estes modelos mas sempre fico na dúvida sobre qualidade dos materiais, resistência a chuva e vento, acabamento de piso e do quarto... Alguém pode me ajudar com opiniões de quem já as usou? Tenho uma Air Seconds Fresh & Black 4.2 XL da Quechua, mas acho ela muito exagerada e pesada para minhas necessidades. Caso já exista o tópico peço desculpas, mas não encontrei...
  12. Boa tarde, sou leitor do site a algum tempo e sempre tive uma certa paixão por moto e lendo alguns posts aqui fiquei louco para viajar de moto, pretendo ir primeiro em pontos turísticos no estado em que moro mesmo, escolhi alguns aqui mais ou menos no rumo da fazenda do meu sogro, porem nunca viajei uma distância dessa de moto, gostaria que os mais experientes me dessem dicas do que levar, equipamentos, o que equipar a moto.. essas coisas! kkk E claro, se tiverem locais que já foram e quiser me indicar para melhorar minha rota, tudo é bem vindo.
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