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Fora da Zona de Conforto

4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar

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Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul!

A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo.

Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas.

E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los.

Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar  The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn

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    • Por TMRocha
      Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas.

      Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado.
      Primeiramente, vamos nos localizar:

      A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes.
      O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX.

      Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente.
      Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana
      E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido:
      *********************************************************************************
      ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO.
      *********************************************************************************

      E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui.








      Isso é tudo! Boa sorte!
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc…
      Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias?
      Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará:
      Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos.

      Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
    • Por Paola Acosta
      Eu e meu namorado estávamos fazendo um mochilão por alguns países na Europa. Dentro do nosso roteiro a última parada seria na África, mais precisamente em Marrakech, no Marrocos. Durante quatro dias estávamos hospedados em um Hostel localizado na Medina, bem próximo aos souks (mercados dos mais diversos utensílios locais). A localização da hospedagem foi uma ótima escolha e o Majorelle Hostel nos recebeu incrivelmente bem. 
      Estávamos viajando há 23 dias de mochila, utilizando de ônibus e vôos low cost para nos locomover até os países, quando chegamos a Marrakech já estávamos bastante cansados. Foi no último dia de estadia no Marrocos que decidimos alugar uma moto. Nunca havíamos dirigido antes, exceto em uma pequena aventura no interior do Brasil por alguns poucos minutos. Por sorte descobrimos que havia um modelo de moto a ser alugado que não exigia carteira de motorista, pois chegava a uma velocidade de apenas 80km/h.
      Deslocamo-nos até a  loja Palmekech, cujo o endereço é Ruy La Recette, nº 53 , próximo a Medina e negociamos o valor de R$ 80,00 ( cerca de 200,00 dihans) das 12h às 21h. Sabíamos que o trânsito na medina era caótico, mas optamos por nos aventurar. Em meio a carros arranhados, milhares de motos, charretes, bicicletas e pedestres nos jogamos. No começo é um pouco aterrorizante, pois os motoristas buzinam o tempo inteiro e pouco seguem regras de trânsito, mas depois de algum tempo é possível se adaptar.
      O transporte possibilitou que conhecêssemos a parte nova de Marrakech e outros pontos turísticos mais distantes da Medina. Mochilamos desde o ano de 2014 e podemos garantir que dirigir uma moto em Marrakech foi uma das vivências mais marcantes das nossas viagens. 
      Obs: Apenas o/a motorista utiliza o capacete, pois o/a passageiro(a) está isento(a) por lei.
       



      20180217_154450.mp4
    • Por Rudá Schneider
      Li no 1000 lugares pra conhecer antes de morrer sobre um trekking no Alto Atlas, alguém já ouviu falar ou tem mais informações? To pensando em fazer isso no final de janeiro de 2013..
    • Por daniela_menti
      Vou compartilhar este relato, pois quando resolvi fazer este roteiro não encontrei muitas informações sobre a parte de Zanzibar. Então, Senta aqui, que agora vou contar o causo de quando meus amigos decidiram ir pra África e me convenceram que seria uma boa ideia.
      Vamos lá. Eu havia voltado de um intercâmbio/ano sabático na Itália em setembro, sofrendo por não ter conseguido bolsa de estudos pra cursar o mestrado que eu queria, sem rumo na vida. Eis que aparece aquela promoção louca na Black Friday: São Paulo — Johanesburgo por 700,00 (mais taxas, claro). Qual o melhor jeito de esquecer uma viagem? é fazendo outra viagem. Entrei nessa com meus dois amigos de escola, o menino Rafael e o menino Matheus.
      Decidindo o Roteiro
      Compramos a promoção que era para 15 dias, saindo de São Paulo com uma conexão em Angola. Moramos próximo a Porto Alegre, e queríamos que o primeiro destino fosse Windhoeck, Namíbia. Só nessa brincadeira seriam 4 vôos e um dia perdido em conexões. Tudo bem até ai, não fosse o pequeno deslize de termos errado na planilha o horário saída do último voo (Johanes- Windhoeck) que nos deixou com uma conexão de 45 minutos em vez de 3 horas. Nunca na história desta indústria vital corremos tanto para pegar um avião! Cruzamos o aeroporto de Johanesburgo em 10 minutos, passamos pela imigração, que estava totalmente vazia, e chegamos 3 minutos antes de encerrar o embarque.

      Namíbia — Sossusvlei, Deadvlei, Sesriem
      Optamos por alugar um carro na capital, e sair cedinho até o deserto para pegar o nascer do sol e ver a coloração das dunas nesse horário. Conseguimos? Não.
      O que você precisa saber sobre Windhoeck, é que mesmo sendo uma cidade grande e bem desenvolvida, suas lojas, restaurantes, shoppings fecham as 17:00. Nós nos atrasamos porque ficamos brincando na wifi do hostel e não conseguimos trocar dinheiro e nem comprar comida para passar o dia no deserto. Por sorte encontramos uma loja de conveniência aberta, onde compramos água, pão e manteiga de amendoim, que foi nossa comida por muitos dias. 
      Saímos as 3:00 da manhã de Windhoeck em direção a Sossusvlei, as estradas são bem asfaltadas e sinalizadas até a metade do caminho, depois começam os trechos de estrada de terra, mas nada muito complicado. Nosso plano era chegar até o parque, e lá você pode pagar por um transfer, uma 4x4 estilo safári com um motora mais louco que o Marco Véio que te leva pro Deadvlei. Até lá, não é preciso alugar um carro 4x4.
      Pelo caminho encontramos, corujas desconfiadas, um moço pedindo carona no meio do nada, zebras, muitas zebras, gnus, oryx (esse bicho é um amor), babuínos, veados e mais zebras.

      Primeira parada: Solitaire
      Uma cidade fantasma que deve ser onde o Eustácio a Muriel e o Coragem devem morar. É o único ponto no caminho até o deserto com posto de gasolina, então é parada obrigatória. Aqui começaram os perrengues, nosso carro deu problema, o porta-malas resolveu que não ia mais fechar. Um senhor muito simpático que trabalhava na oficina ali perto do posto consertou para nós, sem cobrar nada.
       
       
       



      Segunda parada: Deadvlei
      Tão incrível ao vivo quanto as fotos que tínhamos visto na internet. Mas haja caminhada até as bonitas das arvores. O guia nos deixou na estrada e era uma caminhada de 20 minutos em linha reta até o vale, só que no sol do meio dia do mês de fevereiro parecia nunca terminar. 


       

      Ultima Parada; Canyon Sesriem 
      Me senti dentro das filmagens de Mad Max (inclusive acho que algumas cenas foram realmente gravadas aqui). Dormimos em Rietoog, num camping onde não tem nada para visitar por perto, mas tinha o céu mais estrelado que eu já vi na vida! 

       
      Devolvemos o carro no dia seguinte de volta a capital e pegamos um voo para Cape Town. O trajeto até lá já foi maravilhoso pois vimos o contraste das cores do fim do dia e a Table Mountain pela janela do avião. Nosso plano aqui era conhecer Cape Town e novamente de carro, fazermos a Gardens Route, uma das rotas mais bonitas da África do Sul.
      Cape Town me surpreendeu demais! A cidade é bem organizada e as estradas são de dar inveja a qualquer outro país, muito bem cuidadas e sinalizadas. Reservamos dois dias para conhecer o básico da cidade, o que foi pouco tempo em minha opinião, mas quem tem que voltar pro Brasil pra trabalhar as vezes tem que cortar um pouco do roteiro. 

      Visitamos apenas o básico, começando pela Boulders Beach, a famosa prainha dos pinguins simpáticos. Passamos pelo Cabo da Boa esperança  que tem uma vista linda da baía, e aproveitamos uma praia de Água cristalina e geladíssima, a Scaraborough Beach. 

       
      O dia seguinte foi reservado para subir a Table Mountain e conhecer um pouco do centro da cidade. Na manhã seguinte, acordamos cedinho e fomos para a Gardens Route. Neste post do meu blog, tem todas as informações de como fazer este percurso e quais são as principais paradas, mas vou listar aqui algumas delas:


       

       
      Agora é hora da pérola da viagem, pegar um voo em Port Elizabeth até Dar el Salaam, na Tanzânia para seguir até Zanzibar. Infelizmente não deu para conhecer todas as belezas da Tanzânia e nos limitamos apenas a cidade que seria nossa conexão com aquele paraíso de praias quase desconhecidas. O voo é num "teco teco" minusculo e leva apenas 30 minutos até a ilha, só havia eu e meus dois amigos de turistas naquele voo, acredito que a maioria opta por ir de Ferry, para aproveitar a vista. 
      Zanzibar:
      Stone Town - Nungwi - Kendwa e Uroa
      Stone Town é a cidade principal, onde tem o pequeno aeroporto, e muitos mas muitos mercados de temperos! A vibração do local com as cores é demais! As mulheres usam roupas extremamente coloridas, influência do hinduísmo pelo que li. Causamos total espanto ao pegarmos um "dala-dala" o transporte público da ilha, que consiste numa jardineira ATOCHADA de gente, carregando desde baldes leite, cachos de banana a até pilhas de casca de arvore secas. Pouquíssimas pessoas falam inglês, mas um rapaz que consegui conversar me explicou que nenhum turista vai para as praias no transporte público, eles optam por pagar até 50 dolars por um motorista particular. Mal sabem eles que perdem uma experiência por puro preconceito. Gostaram tanto de nós naquele dala-dala que uma senhora simplesmente jogou a filha dela em nossos braços para fazer uma foto. 

      Primeira parada: Nungwi Beach
      Pelas ruas você desfruta da companhia das crianças curiosas e de muitas cabras e galinhas soltas. O motorista do dala-dala ainda chocado com nossa presença, foi chamar o sobrinho que arranhava o inglês para nos guiar até o hostel. O dono do hostel é uma celebridade local, e aquele garoto estava tão contente de praticar o inglês dele que dava gosto até de falar sobre futebol. Nungwi não é uma praia turística, então os resorts ainda não se apoderaram da praia. Fizemos um passeio de barco e snorkel em alto mar por preços muito baixos, algo em torno de 15 dolars, graças aos contatinhos do dono do hostel. 

      Kendwa é linda, mas já é bem turística. 


      Depois de 3 dias neste pequeno paraíso partimos para Uroa Beach. Uroa tem hospedagens muito baratas por não ser uma área propícia para mergulho, devido a quantidade de algas na praia. E quando a maré baixa, você pode caminhar quilômetros a dentro do mar, e ver os locais colhendo as algas para vender. Cuidado com a maré! Ela sobe em questão de minutos, é muito normal ouvir historias de pessoas que ficaram ilhadas. 
       

       
      Fiquei 5 dias na ilha, mas meu conselho é: reserve uns 10 dias, para conhecer a parte sul da ilha, onde ela muito boa para esportes aquáticos. Converse com os locais, eles amam o Brasil e são muito simpáticos. Ah, e não esqueça, você vai ouvir muito a famosa fala do Rei Leão "Hakuna Matata", saudação local que significa "sem problemas". Realmente, quem vai encontrar problemas aqui? 
      Ao todo foram 16 dias
      2 só de ida e volta
      3 dias na Namíbia
      2 dia em Cape Town 
      2 dias na Gardens Route
      1 dia em Dar el Salaam
      4 dias em Zanzibar

      Mais informações sobre as hospedagens que eu fiquei neste roteiro, e mais curiosidades sobre a ilha, você pode ver aqui:  Momentos de Mochila
      Meu Instagram: @momentosdemochila
       
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