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Ayanna Galvao

Bate e volta em Campos - pessoas e lugares

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As vezes, faço umas viagens bate e volta (geralmente por não querer perder oportunidade e ser a forma que consigo conciliar com o tempo que tenho disponível). Pois bem, como de costume, envolveu pessoas diferentes, lugares novos, experiências engraçadas, aprendizados...
Geralmente minhas viagens são sozinha ou com algum amigo(a) para conhecer/rever lugares e/ou amigos virtuais ou não.
Nesse ultimo final de semana, o engraçado foi que não eramos todos amigos de grupo há tempos e que iriamos nos encontrar/nos conhecer seja porque algum integrante ia casar(como já aconteceu 2 vezes esse ano), ou simplesmente por uma oportunidade onde estávamos próximos...
Dessa vez, ninguém se conhecia, o algo em comum que todos tinham era eu, e não era meu casamento haha.
 
SOBRE AS PESSOAS:
 
Conheci a Kellen de Campo Grande - MS em um grupo do whats, onde em uma viagem de packer e encontrinho, acabou tendo a oportunidade e ela se hospedou aqui uns dias, fizemos bate e volta e continuamos a amizade.
O Augusto da Ilhabella - SP o conheci usando o blablacar, foi o primeiro que peguei na vida em uma ida à GRU, e continuamos mantendo contato.
O Júnior, era amigo da minha melhor amiga, quando ela morou um tempo em Americana - SP, e acabei o conhecendo pelo facebook, em uma oportunidade ele veio aqui, fizemos um bate e volta sem destino e acabamos em Trindade-RJ, depois fui conhecer uma turma em Americana e fiz CouchSurfing com ele, amizade continuou também.
Semana passada a Kellen estava por SP e me chamou para ir a Campos do Jordão ( é perto, nunca fui e tinha curiosidade / me faltava oportunidade), como eu sou do "vamos?vamos" me empolguei, fui organizar com ela e vimos que com mais gente seria possível, lancei no insta o convite (vai que cola!), o Augusto se manifestou, fomos organizar para 3, gasolina, hospedagem, alimentação etc... é... mas dava pra completar o carro e economizar mais. Ok, vamos lá! O Jr se manifestou, deu um jeito e topou ( ele sempre faz isso!).
Ficamos acertados assim: Ponto de encontro: Tatuapé. De lá, seguíamos juntos para Santo Antonio do Pinhal, onde nos hospedamos pelo airbnb na Cabana do Voador(qualquer informação a mais a respeito, pode chamar no inbox), de lá Villa Capivari e depois a gente vai decidindo...
No dia o Júnior me falas 12:00 que não sabe como vai pra SP ainda, e eu o chamo de louco, ele fala que a louca sou eu, e eu(como sempre) pergunto o porque, e a resposta dele foi " Vai viajar com gente que nunca viu na vida! " . Foi aí que eu percebi que na verdade, segundo a lógica dele, eu era a única com bom juízo(Viu mãe!), pois eu conhecia todos há algum tempo e pessoalmente, já nenhum deles se conhecia de forma alguma, apenas confiaram em mim #quefofinhos
 
... e no fim das contas, como sempre acontece, nada saiu como planejado, muitos perrengues, frio, calor(sim teve calor em Campos) atraso de sobra,ainda conhecemos a Cris que de ultima hora foi conosco como blablacar, e está no grupo ainda porque é uma linda! Visitamos Santo Antonio do Pinhal, Campos do Jordão, Sao Bento do Sapucaí e Avenida Paulista na madrugada de volta porque eu não tinha ido ainda kkk
 
P.S: Peguei 5º no sábado a noite e 26º no domingo a tarde. E só levei roupa de frio porque TODOS diziam: "você pode não passar frio, mas calor também não passa".(passei mais calor que frio!)  #faltouprevenirnéAyanna  
 
SOBRE LUGARES VISITADOS:
 
- O VillaCapivari é caro, mas é lindo, um clima ótimo, movimentado sempre, muitos restaurantes, quiosques, sorveteria (estava 5º mas ok),a maioria das lojas estava fechada no horário que eu fui (depois das 22:00), mas tinha muita coisa linda na vitrine.
- O pastel do Maluf é lotado 30,00 a média e tem 32cm cada, nós dividimos 2 pasteis para 4 pessoas, mas acredito que 1 por pessoa seja o mais indicado mesmo(para matar a fome rs) (acho que é uma das coisas mais baratas no Villa, se bem que tem porções de picanha em alguns restaurantes saindo ha 40,00, não sei a quantidade, mas de outra vez eu conto, ou se alguém já foi, ajuda aí rs).
Alguns lugares lotam e não permitem mais a entrada como a Fire Up.
Mas, depois das 02:00 diminui o fluxo e muita coisa fecha. Durante o dia, é mais o centrinho mesmo(dia de domingo fechado), conhecer a cidade em si, se tiver de carro indico ir para a redondeza.
No centro, tem almoço por peso 3,99 100g ou 24,90 a vontade na padaria Dona Bella sabor e delicia, gostei de lá.
 
Santo Antonio do Pinhal tem uns restaurantes e barzinhos no mesmo estilo do Villa, próximo ao Pico do Agudo, porém com menor fluxo, +- a mesma média de preço.
Cabana do Voador é próximo ao pico, e os anfitriões indicam alguns lugares para visitar, a maioria é pago, taxas de 5,00 a 40,00).
 
Em campos, tem uma placa :Pedra do baú ( vista da serra da mantiqueira), Horto e Cachoeira alguma coisa, você vê a placa e uma ladeira, e pensa: tudo perto, vou ganhar tempo.
kms depois tem uma placa dizendo que a pedra é a 36km - parece que não chega (já estamos aqui, fomos!) , você passa para o município de São Bento do Sapucaí e anda um pouco mais até chegar no lugar que te informam que é cobrada uma taxa de 10,00 por pessoa, vc tem que estacionar e subir 800m a pé até o bauzinho e 1200 para a pedra do baú. Se estacionar, não devolvem o dinheiro caso alguém desista,apenas é devolvido se todos do carro desistirem ( porque? só Deus sabe, deveria ser cobrado por carro então, como no pico do Agudo, mas ok né). Vale a pena ir cedo para conseguir aproveitar todos os pontos pelo caminho também, como a cachoeira alguma coisa, o não sei o que dos elefantes, o Hosto Florestal, vale encantado etc...
 
Ah, fiquei devendo o bar de gelo que soube que tem em Campos, mas 70,00 por 20 minutos ? Não está dentro do orçamento de um bate e volta que gastei pouco mais que isso. Ficou para a próxima!
 
Bom, é isso! kkk se chegou até aqui, parabéns Guerreiro(a)! Qualquer dúvida puxa pela minha memória ou fotos que estamos aí para ajudar. Beijo.Campos.thumb.jpg.55a5f784fad5d3ead1a603cd5688d839.jpg

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Moro em SP e nunca fui a campos kk,

 

Mas o relato é inspirador, pessoas que não se conheciam, mas é muito bom conhecer pessoas novas e fazer amizades.

Passa seu insta, para nas próximas a gente ver o convite rsrs.

 

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    • Por JulianaFelix
      Em 2009, ainda durante meu período de internato na Escola de Especialistas do Ar, surgiu a oportunidade de viajar para Campos do Jordão. São apenas 80km de distância entre a cidade e Guaratinguetá. Pegamos um ônibus às 05:00AM, chegamos perto das 07:00AM, já que paramos para tomar café. A cidade é incrível, tem muitos restaurantes e lugares para visitar. Andar no bondinho (na verdade é uma cadeira e tu sobe até o pico do morro, da onde se vê toda a cidade) foi o ápice da viagem, além de comer um pastel gigante e depois ter se perdido no meio de um matagal. O clima parece mesmo europeu, frio, pessoas ricas por toda parte, o shopping é legal, nem parece de cidade do interior. Passeando pelos arredores vimos até uma casa que tinha na garagem nada menos que um helicóptero! Além de um lago que parecia cenário de O Senhor dos Anéis. Às 19:00PM pegamos o ônibus de volta, mas sugiro que sozinho ou com acompanhante, passe ao menos um final de semana inteiro nesta cidade super romântica!
       

       

       

       

       

    • Por betapsg
      Meu marido e eu fomos para Campos do Jordão em agosto de 2012. Ficamos hospedados no Campos do Jordão Hostel que, mesmo sendo um albergue, custou R$150,00 a diária do quarto de casal (preço para alberguista). Daí você já imagina o gasto que vai ter na cidade. O albergue é bonzinho. Quarto e café da manhã muito simples. Fica no bairro Vila Abernéssia, então tem que ir de carro ou ônibus para Capivari, que é onde a noite acontece.
       
      Chegamos à cidade no fim da tarde da sexta-feira dia 24/08/12, porque no caminho paramos em Aparecida do Norte para conhecer a catedral. É uma parada que vale a pena, mesmo para quem não é católico. A catedral é enorme e há uma sala dos milagres muito interessante. Há uma praça de alimentação com muitas opções de restaurantes, tem até Mc Donald’s e Bob’s. Ficamos cerca de duas horas por lá, almoçamos e depois seguimos para Campos do Jordão.
       
      Campos do Jordão é realmente linda! Logo no portal de entrada recebemos um mapa e um guia. Fomos direto para o albergue, tomamos um banho e, como já era noite, seguimos para o Capivari, bairro onde se concentram os melhores restaurantes da cidade. Quanto mais cedo você chega, mais fácil é estacionar por lá. O estacionamento na rua é pago com cartela e é bem mais barato do que os particulares, então rapidinho as vagas acabam.
       
      Fomos para o Baden Baden, claro! Meu marido estava doido para conhecer a cerveja e adorou. Comemos uma linguiça recheada com queijo que estava deliciosa. Mas prepare o bolso, porque só a linguiça custou quase R$50. Estava frio, mas a graça é ficar na varanda, para ver o movimento da rua. Quando o bar está lotado, é preciso ir até uma sala de espera que fica perto da loja da Baden Baden, mas geralmente a espera é só para quem quer sentar na varanda.
       
      Mais tarde, demos uma volta e fui provando todos os chocolates de todas as lojas e o que eu mais gostei foi o chocolate belga Bruno Alves. O fondue de chocolate de lá também é muito gostoso!
       
      No sábado de manhã, fomos o conhecer Palácio Boa Vista, que é a residência oficial de inverno do governador do estado de São Paulo. Quando ele não está na cidade, a casa fica aberta para visitação. A entrada é gratuita e ficamos uns 40 minutos na fila. A visita é guiada, mas o lugar é pouco interessante.
       
      De lá, fomos ao Baronesa Café, que fica no caminho entre o Palácio e o Museu Felícia Leirner. O lugar é caro, mas é muito charmoso! Tem que pagar R$15 de entrada, que é convertido em consumação. Há uma lojinha de produtos feitos lá mesmo, como geleias, compotas e pães. Depois você passeia por um jardim até chegar no café, que tem uma vista linda. Eu particularmente adorei o lugar e com certeza voltaria numa próxima visita à cidade.
       
      Depois fomos ao Museu Felícia Leirner, que na verdade é o jardim do Auditório Cláudio Santoro. Você vai passeando pelo jardim e vendo as esculturas da artista. Eu achei meio sem graça, não entendi nada daquelas esculturas. Li na internet que a entrada era cobrada, mas não pagamos nada para entrar.
       
      Já era tarde, então voltamos ao Baden Baden para almoçar, porque na noite anterior meu marido ficou de olho no Chucrute à Garni que a mesa do lado pediu. O prato inclui joelho e bisteca de porco defumados, misto de salsichas alemãs, chucrute e batatas e é uma delícia! Comemos muito e ainda sobrou.
       
      Depois do almoço, fomos de carro ao Morro de Elefante, que fica ali pertinho do Capivari. Lá em cima tem uma feirinha muito sem graça e uma vista bonita da cidade. Não é nada fenomenal, então minha dica é subir de teleférico, ao invés de ir de carro como eu, porque aí pelo menos você acrescenta uma atraçãozinha a mais ao passeio. De lá, demos uma voltinha pelo Alto Capivari para ver as casas, mas não dá pra ver muito não, pois as casas são bem cercadas. Depois voltamos ao albergue para um banho e descansar um pouco.
       
      À noite, voltamos ao Capivari, que, por ser sábado, estava muito mais cheio do que na noite anterior. Ainda estávamos muito satisfeitos com o almoço e não tínhamos condição de jantar, então resolvemos comer um petisco mesmo. Eu queria conhecer outro lugar, mas queria ficar ali na agitação das varandas dos bares e não enfurnada em um restaurante. Rodamos pelos bares, uns tinham música ao vivo e cobravam couvert artístico caríssimo, outros não aceitavam cartão de crédito... adivinha qual foi o único bar que não tinha música e aceitava cartão?? O Baden Baden! E lá fomos nós de novo! Comemos o bolinho de truta, mas foi meio sem graça e acabou num instante. Então pedimos novamente a deliciosa linguiça com queijo. Nessa noite fez muito, muito, muito frio e, mesmo toda agasalhada, não parava de tremer.
       
      No domingo de manhã, fomos conhecer a fábrica da Baden Baden. Há um tour guiado com degustação de chopp e uma tulipinha de brinde. Tem que pagar uma taxa que não me lembro quanto custou. Para conhecer a fábrica é necessário fazer reserva por telefone antes, eu liguei na quarta-feira e não tinha mais vaga, insisti com a menina e consegui para o domingo de manhã, mas quando chegamos lá soube que algumas pessoas não apareceram. Então minha dica é ligar com antecedência, insistir caso não tenha vaga e, se mesmo assim não conseguir, pergunte os horários das visitas e vá lá ver se sobrou alguma vaga. A visita é rapidinha, mas para quem gosta da cerveja, vale a pena! Há uma loja como a da cidade, mas na fábrica os produtos são mais barato, não me lembro se a diferença é de 1 ou 2 reais por produto, mas se você pretende comprar em boa quantidade, é um bom desconto.
       
      Voltamos para o Capivari e almoçamos o famoso Pastel do Maluf, que é enorme e dá para dividir tranquilamente para duas pessoas. Bem gostoso!
       
      De lembrança para a família, compramos Bolo de Pinhão (da Toco Chocolates); pastilhas de chocolate nos sabores laranja e canela (Laranjinha e Canelinha, da Chocolates Araucária – são bem gostosas e as mais baratas que achei. Comprei uma caixa de cada, pedi saquinhos e adesivos da loja, abri as caixas e montei os saquinhos, variando os sabores das pastilhas); conserva de alho (da Baronesa Café) e cervejas da Baden Baden.
       
      Numa visita anterior à cidade, conheci a Ducha de Prata (não perca seu tempo) e o Pico do Itapeva, que tem uma feirinha de roupas de frio muito boa.
       
      A cidade de Campos do Jordão é muito bonita e charmosa, mas não tem atrativos turísticos muito interessantes, não. A graça da cidade é mesmo ficar pelo Capivari “vendo e sendo visto”. É uma cidade cara, as pessoas se vestem bem e dirigem carrões, então é um bom investimento para quem está solteiro hahahahaha!!

    • Por stephanriederer
      Fala pessoal, finalmente consegui acampar em Campos do Jordão!

       
      O pessoal pode falar mal, mas graças ao guarda camping Enoque, o CCB está um brinco! os banheiros, impecáveis, foi um dos melhores campings que já acampei aqui no Brasil!

       
      cheguei bem cedinho no camping e já armei minha barraca

       
      parei lá em cima no ultimo patamar perto dos banheiros

       
      depois de tudo arrumado, reparem no gentleman aguardando o city bus

       
      buzão vazio, rapidinho, barato e confortável

       
      fui direto ao restaurante que um amigo meu me indicou, a mocinha Fräulein

       
      eles tem uma variedade de cervejas importadas incrível, só não tinham cerveja húngara...

       
      cerveja húngara não tinha, mas GULÁS tinha! e o gulás deles é uma delícia!

       
      tomamos umas cervejas alemãs e belgas, tem uma chamada vedett, que tem raspas de laranja dentro, eles servem num copo (este à esquerda da foto) com um pedaço de laranja dentro pra harmonizar... muito bom!

       
      e depois disso um passeio básico por Campos...

       
      pegamos 12 graus a noite! de manhã bem cedinho acordamos para passear no horto-florestal

       
      é bom ver que ainda temos muitas araucárias espalhadas por aí

       
      como havia chovido durante a madrugada, estava tudo um barro só, resolvi mudar o programa, não fui caminhar, então eu não sair do carro, fui fazer um rally até MG hehehehe

       
      no meio da trilha tinham umas casinhas que até agora nao entendi de quem são, estão todas abandonadas parece...

       
      o rally que eu fiz foi pela estrada do bosque vermelho

       
      no fim do passeio, mais um gulás húngaro, desta vez foi nesse restaurante aqui na beira da estrada

       
      olha, recomendo 100% a quem quiser fazer este passeio à campos, o camping está 10!
    • Por Marinaguazzelli
      Olá pessoal, tudo bem com vocês? Sempre leio os fóruns daqui, por isso, resolvi colaborar com as minhas dicas de viagem. Esse é o primeiro relato e vou falar sobre um bate e volta que fiz em Campos de Jordão - São Paulo.
      Sou de Santo André - Sâo Paulo, e no último domingo acordei cedinho e fui a Campos, o dia estava friozinho, ideal para o passei. Chegamos lá em torno das nove e meia da manhã, e fomos diretamente para o Museu Felicia Leirner, vale muito a visita ( principalmente para os amantes de fotografia como nós!), mas não tem muito o que fazer por lá, então, logo em seguida, fomos ao Palacio do Governador.
      No Palacio ( Que é praticamente ao lado do Museu) tomamos café da manhã em uma cafeteria com uma paisagem linda, mas com um atendimento não tão lindo assim, que fica do lado de fora. Para entrar, pegamos uma fila imensa, mas que valeu a pena, lá dentro pudemos apreciar obras de Anita, Tarsila e Di Cavalcanti, além dos moveis antigos ( Se não me engano século XVII),
      Saimos de lá rumo a Pedra do Baú, que é longeeeeee do centro ( Na verdade lá nem é mais Campos do Jordão), no caminho paramos na Gruta dos Criolos, que é legal pela história, por que o lugar propriamente dito, está abandonado e não tem nada o que fazer lá. Chegando a Pedra , pegamos a trilha que leva ao "bauzinho" ( 15 min caminhada ) e não a que leva ao topo do "Baú" ( 3 horas de caminhada) por falta de tempo, e não de vontade, por que o lugar é deslumbrante. Mas, de qualquer maneira, vale muito a visita, mesmo que só até o bauzinho, uma paisagem incrivel e que é possível subir até um pouco mais alto, por isso, meninas, vão de tênis.
      Voltando, por volta das duas e meia da tarde, e morrendo de fome, encontramos um restaurante, meio parque, meio pesqueiro, muito gostoso, chamado ECO PARQUE, comemos bem, em um buffet de 26 reais. Gostoso, deu vontade de ficar mais tempo.
      Passamos na super loja de chocolate da Cacau Show, nada de muito impressionante, e fomos a fábrica da Baden Baden ( Vale pesquisar bem o endereço, ou ir de GPS, pois é bem escondidinho e as placas da cidade não ajudam muito, ou seja, ficamos um bom tempo perdidos). Na fábrica de cervejas artesanais, era necessário o agendamento prévio para o tour e apresentação da fábrica, nós, obviamente, não tinhamos feito. Porém, a minha dica é, se você tentou agendar por telefone e não conseguiu, vá assim mesmo, pois muitas pessoas que agendam não vão, e então eles encaixam as pessoas que estão lá na hora. E foi o que aconteceu com a gente. Entramos no tour das 16hrs, pagamos 15 reais cada para entrar, escutamos toda a história da Baden Baden, aprendemos sobre os processos de fábricaçao e sobre os ingredientes utilizados, bem como o portifólio de bebidas, Depois desse mini-tour ( a fábrica é muito pequinininhaa) levaram a gente para a sala de degustação, tomamos dois copos de cervejas cada ( cristal e a block) e ganhamos um copo de brinde. Achei que compensa. Na saída tem uma lojinha em que você pode adquirir as cervejas por mais ou menos onze reais cada.
      Saímos correndo, e fomos ver o por do sol no morro do Itapeva, passando rapidamente pelo lago de Itapeva. A paisagem é bonita ( não tanto quanto a da Pedra do Báu!) e lá em cima tem umas lojinhas com uns preços bacanas ( Lenços por 10 reais !!!).
      A noite, fomos a Capivari, demos uma voltinha no centro , que estava lotado e frio, e jantamos no badalado restaurante Baden Baden, que tinha uma fila de espera meia grande mas que andou bem rápido, comemos a famosa linguiça recheada com queijo, bolinhos de tilápia, vinho quente e mais cervejas baden baden. Uma delícia o lugar, mas prepare-se para gastar. Aproveitamos por algumas horas e voltamos para Casa. Foi um dia muito bacana, e muito bem aproveitado!!! Espero que tenham gostado !! Até a próxima. Marina
    • Por Harpyja
      Escolhendo aleatoriamente um roteiro dentre os muitos em minha listinha de pendências de visitação, partimos de bumba rumo à Campos do Jordão. Passagens compradas de última hora, embarcamos sábado 09:00hs no Tietê e 12:00hs já tocávamos a campainha do albergue em Campos. Inicialmente iríamos passar todo o final de semana no Horto (Parque Estadual Campos do Jordão), mas a notícia de que a maior trilha (Celestina) estava fechada, e a limitação de horário de funcionamento do parque (17:00hs), nos fizeram optar por passar a tarde restante dando um rolê na cidade, deixando para domingo o esperado sujar das botas.
       
      Sem carro, procuramos opções que fossem possíveis de serem visitadas à pé ou por transporte público. Logo me interessei pelo Palácio da Boa Vista (palácio de inverno do Governo do Estado de SP) e depois de um almoço rápido partimos para lá. Existe um ônibus (Alto da Boa Vista) que para em frente, mas demora demais para passar. Algum tempo depois desembarcamos no palácio, lugar bonito, estilo medieval, no alto de uma montanha, bem cuidado. Do lado de fora tem uma capela moderna (São Pedro) de concreto e vidro, conversa bem com a paisagem, alguns espelhos d´água interessantes. Entrando no palácio (grátis) fomos obrigados a guardar mochilas e máquinas. A visita é monitorada e havia uma exposição sobre móveis antigos, rolê agradável. Destaque para o uniforme do guarda que acompanha o grupo, inspirado na polícia montada do Canadá, tipo aquele guarda do Zé Colmeia, meio ridículo mas é bonito, meio que de gala. Curti muito ver os cômodos, enormes e muito bonitos. Várias obras de artistas modernistas. Do lado de fora começou a chover, mas felizmente parou assim que saímos. Como a maior parte do palácio é fechada para o público, nossa missão já estava cumprida, hora de partir para próximo destino.
       

       

       

       
      O Mosteiro de São João fica na mesma avenida do palácio, eram apenas 3 km de descida, então rumamos para lá. Aqui cometemos um erro básico, juvenil, 100% pré-mirim. Traídos por um mapinha rapidamente consultado na saída do palácio, andamos mais de 2km na direção errada! Que vergonha! Indagando um morador sobre o mosteiro descobrimos que teríamos que voltar tudo e descer pela outra parte do palácio... meu joelho esquerdo começou a chorar. Perdemos muito tempo e muita energia nessa brincadeira. Depois de 1 hora, enfim, chegamos ao nosso destino. Que decepção! Não havia absolutamente nada de especial ali, lugar pequeno, cheio de gente (tinha até ônibus de excursão na porta), típico passeio engana trouxa. Este é o mal de cidade turística, qualquer coisa vira atração, e olha que adoro visitar lugares religiosos. Fiquei meio puto e saímos de lá em 3 minutos. Rapidamente pegamos um bumba em direção ao bairro do Capivari (centrinho turístico). Lá chegando, nada de interessante também. Até o teleférico já estava fechado (até 17:00). Demos um rolê pelas lojinhas e barzinhos. Batemos um sanduba gostoso e caro, mas era merecido. Esperamos anoitecer enquanto víamos apresentações de dança e coral na pracinha. Luzes de natal acesas, fotos tiradas, partimos a pé de volta para o bairro Abernessia, onde fica o hostel. No caminho paramos no mercado para garantir o pic-nic do dia seguinte. Banho quente e cama.
       

       

       

       
      Domingão acordamos cedo e logo uma triste constatação: o café da manhã era PÉSSIMO. Pão, manteiga, café, leite e bolo seco. Somente isso, nem frios, nem suco e nem água! Realmente não condizia com o preço da diária. Antes das 8:30 o bumba (Horto Florestal) passou e fomos rumo ao Parque. Estradinha bonita, mas já constatávamos o rio poluído, triste. O ponto final do bumba é dentro do Horto. Agora o mais interessante: a entrada custa R$ 9,00, mas como fomos de ônibus não paramos na portaria e já descemos lá dentro, logo ninguém nos cobrou o ingresso!!! Vai entender né. Como já fazia mais de década que não pisava por ali tive que procurar um mapinha. Aliás, achei o parque muito mal sinalizado. Iniciamos pela Trilha das 4 Pontes, é para crianças, caminhada ridícula de 1km. O rio estava muito poluído, muito lixo preso nas árvores e acumulado nos remansos, me senti em Santana de Parnaíba. Logo entramos na Trilha dos Campos, legalzinha, agora sim uma caminhada. Alguns mirantes bem bacanas, trilha bem fácil apesar de ter algumas subidinhas, transição de vegetação, campos e floresta. 3 km depois desembocamos na Trilha da Cachoeira. Esta é praticamente uma rua, são menos de 5 km ida e volta e no final tem uma cachoeira (Galharada) bem bonita, convidativa para o tchibum, que desta vez não aconteceu. Preferi a segurança da cueca seca. Exploramos um pouquinho o lugar, algumas picadas "em recuperação", ali era o acesso da Trilha da Celestina, mas ficaria para uma próxima vez. Voltamos para a sede do parque e agora subimos a Trilha do rio Sapucaí. Mais 2,6 km, joelho gritando, uma subidinha safadinha e alguns mirantes bem bonitos. Aqui é trilha mesmo, pedaço com mata mais fechada. Cansei de leve. Araucárias grandes e bonitas, belo conjunto. De repente sinto um cheiro familiar, esgoto, as corredeiras do rio Sapucaí Guaçu, no processo de auto-depuração, exalavam o mesmo cheiro do Tietê, pelo menos não tinha espuma.
       

       

       

       

       

       

       
      Já na sede novamente, hora de papar, ração leve, castanhas e amendoins. Meu cantil estava com gosto horrível. Eram 15:00 hs e cogitamos alcançar o Bosque Vermelho, mas seriam 10km ida e volta, desistimos, melhor voltar no outono para ver o vermelho das folhas. Bumba para o centro da cidade, conseguimos adiantar nosso ônibus para São Paulo, almoçamos um PF e 18:00hs partimos para casa. Bumba com ar condicionado quebrado, foi chato, pelo menos o entardecer com os contornos da Mantiqueira nos alegrou. Rolê básico, valeu pelo final de semana, melhor do que ver televisão. Ticado agradavelmente e voltarei para as travessias da região.
       
      link fotos https://plus.google.com/photos/110654385513335187187/albums/5958875088397783937


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