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cheledrum

Viagem com Criança - Holambra e Rota do Vinho - São Roque

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Tentarei ser breve neste relato de uma pequena viagem. Minha intenção era fazer uma viagem sozinha com minha filha de 3 anos, só que meu primo de 23, seu irmão de 15 e minha avó de 76 decidiram ir junto (o que foi ótimo pq além de irmos de carro - chegar à Holambra de ônibus é MUITO difícil - foi uma rede de apoio muito importante).

Saímos dia 24/08 pela manhã (Jabaquara-SP) por volta de 8:00 

Pelo Rodoanel pegamos um pouco de trânsito, pagamos pouco mais de R$ 35,00 de pedágio (2 + 3,4 + 9,2 + 9,10 +12 - teve um outro de valor pequeno mas eu esqueci ao certo).

Já tínhamos enchido o tanque, deu pra ir e voltar e ainda sobrou cerca de 1/4.

Primeira Parada: Moinho do Povo - Chegamos por volta de 10:40

É bem perto da Expoflora mas é BEM difícil encontrar lugar para estacionar, rodamos umas 4 vezes até encontrarmos um local divino. 

Pagamos R$ 5,00 para subirmos. É uma subida interessante, não recomendo para idosos, pessoas com mobilidade reduzida (sou obesa mórbida mas foi tranquilo) ou que tenham labirintite. 

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Compramos umas lembrancinhas, quase em frente tem uma lojinha que vende algumas lembrancinhas mais baratas mas a diferença é pequena. 

Uma guia nos deu algumas dicas fundamentais:
1 - Almoçar na cidade
(Restaurante Sabor e Arte - comida caseira, saborosa e valores não abusivos. Ah, atendimento muito bom)
https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g2572355-d5396531-Reviews-Sabor_Arte-Holambra_State_of_Sao_Paulo.html

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2 - Levar garrafa de água pois lá dentro seriam uns R$ 5,00 reais uma garrafinha e tem bebedouro que poderia encher.

Realmente, MUITOS bebedouros, muita gente enchendo mas sem bagunça. Valeu MUITO a pena

3 - Deixarmos o carro do lado de fora pq o estacionamento era muito caro, ela disse R$ 25,00, meu primo tinha visto na internet por R$ 40,00 - não sei o real pois seguimos a dica.

Como fomos no primeiro dia a cidade estava movimentada mas tranquila, não sei como seriam nos próximos dias. Meu primo nos deixou na lateral da entrada e foi estacionar o carro (idosa e criança, pensamos na caminhada mínima, ele como é jovem não tem problema rs)

Nesta volta pela cidade vimos Capivaras, passamos pelo Deck do Amor e vimos um pouco mais do encanto da cidade

Encontramos este lugar maravilhoso

4 - Esta dica é minha: Confeitaria Zoet en Zout

Lugar super agradável, à beira do lago, com espaço para criança brincar. Você pode relaxar na esteira, no sofá, nas cadeiras, dentro, fora, debaixo da árvore. O preço é um pouco salgado mas vale a pena.

https://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g2572355-d2705275-Reviews-Zoet_en_Zout-Holambra_State_of_Sao_Paulo.html

EXPLOFORA

Se adquire com antecedência para mais barato. 

Achei que idoso não pagava então fui surpreendida na entrada, felizmente minha filha de 3 anos não precisou pagar. Eu tinha escolhido a opção de imprimir o ingresso, mas tinha esquecido e pude apresentar o PDF na portaria.

Lá dentro é uma delícia, bebedouros, lugares para comer, beber, inclusive vinho. Fora flores rs Belos lugares para tirar foto. Durante o dia tem danças típicas. às 16h10 eu já estava perto do local que seria a chuva de pétalas, e foi bom pq foi enchendo rápido. Deixei minha avó sentada na escada e fui para mais perto com minha filha nos ombros. Se você se deixar levar pelas palavras e música chega a se emocionar. 

Acho que deve ser muito bonito para um pedido de casamento

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Andamos mais um pouco pela feira e pegamos estrada. No dia seguinte passearíamos pela Rota do Vinho em São Roque então fiz uma escolha que achei muito acertada: Dormir no meio do caminho, a cidade escolhida foi Itú.

Também pegamos trânsito.

Jantamos no Shopping, como estava chuviscando e cada um podia escolher o que quisesse. Muito agradável o shopping, fiquei apaixonada pelo jardim.

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Foi minha primeira vez no site Airbnb mas ainda bem que valeu a pena

https://www.airbnb.com.br/rooms/22925060?location=Itu%2C SP&adults=4&children=1&home_collection=1&s=GlSfJkcY

Acordamos cedo, fomos tomar café da manhã. Padaria Dom Antonio - Rua Paulo Eduardo Xavier de Toledo, 261. Comer a vontade por R$ 20,00. Muito caprichado.

Barriga cheia e pé na estrada.

Primeira parada foi no Don Patto, tem 3 restaurantes, adega e empório, espaço kids, pista Off Road. Diversão para a família inteira. Comprei um alho em conserva... delícia (como só um por dia com medo de acabar rs)

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Seguimos para a adega quinta do olivardo. 

Não almoçamos lá mas o clima é muito bom e tem diversão para toda a família, vimos a fazendinha (tá, isso não foi muito empolgante, mas foi a primeira vez que minha filha viu uma vaca), a pequena andou à cavalo pela primeira vez, meu primo fez tirolesa (R$ 15,00 cada um).

Finalizamos em uma das mais famosas: A Góes, experimentamos uns vinhos, vimos peixes no lago.

A ideia era comer alguma coisa pela rota mas não achamos nada que coubesse no nosso bolso e optamos por comer em Embú das artes (já que estávamos a 40 min de lá e seria nosso próximo destino)

Indo para Embú encontramos um restaurante delícia. Esperto a R$ 5,00. Refeição a preços "normais". Atendimento familiar, me senti em casa

 

Devidamente alimentados fomos à Feira de artesanato de Embu das Artes.

Tem coisas bonitas mas acho que falta um pouco de infraestrutura, não tem banheiro, muitos alcoolizados na praça, me senti insegura.

E finalmente voltamos para casa, cansados, falidos mas já planejando a próxima. De qualquer forma é um momento único reunir 4 gerações (pulando uma rs) em uma viagem. 

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Bem, espero ter compartilhado um pouco com este site que sempre me conduz. 

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    • Por marcelo.damasceno.37
      Emancipada das cidades de Jaguariúna, Artur Nogueira, Cosmópolis e Santo Antônio da Posse, a cidade paulista de Holambra foi oficializada em 1991. O seu nome vem de uma junção de Holanda, América e Brasil, em virtude da colônia neerlandesa que se firmou na antiga fazenda Ribeirão.
      Mesmo com toda essa história, a cidade é realmente conhecida pelas suas flores e mais flores.
       
       
      Visitei a cidade em setembro, período da ExpoFlora, para mim o mês ideal, pois a exposição é a possibilidade ideal para comprar flores e plantas. A cidade é pacata e com aspecto de típica cidade do interior, apesar de estar bem próxima da agita São Paulo e da movimentada cidade de Campinas.
       
      Para quem vai visitar a cidade de ônibus, o ideal é sair do Terminal Rodoviário do Tietê, pois tem ônibus a cada 15 minutos para Campinas, isso mesmo Campinas, e a partir da cidade campineira, pegar um ônibus da EMTU ao lado do terminal rodoviário (é bom consultar os horários dos ônibus no site da EMTU)... O percurso da capital para Holambra dura quase duas horas.
       
      O passeio foi arquitetado três semanas antes do dia 19 de setembro. O primeiro passo foi encontrar uma pousada: BOA, BARATA e ACOCHEGANTE (pois era um passeio romântico). A Oca Pousada (http://www.pousadaoca.com.br) foi a escolhida, detalhe, além de ter ótimos quartos, a pousada serve café da manhã e da tarde = ).
      O que fazer na cidade, mesmo sem a ExpoFlora:
       
      Campos de flores
       
       
      Além de apreciar as flores em campos, estufas e viveiros, você aprende a cuidar de cada planta da melhor forma. Se desejar, pode incluir no pacote um tour por Holambra e visitas ao Sítio Estrela do Leste (leia abaixo) e ao Rancho da Cachaça (leia acima). A agência Theos (3802-4675/9168-2199, a partir de R$15) faz os passeios. Você pode ir com o próprio carro, ou optar pelo transporte da agência. A Holambrasil (8199-0072) faz só para quem está de carro (a partir de R$10).
       
      City Tour
       
      O passeio passa pelo Centro, pelo Lago Vitória-Régia e uma produção de flores. Durante o trajeto (1h30), monitores falam sobre a imigração holandesa. Há a opção de complementar o passeio fazendo paradas em mais três campos de flores (gérberas, rosas e crisântemos ou violetas). É preciso agendar. Theos (3802-4675/9168-2199, theosturismo.com.br; R$ 15). Você pode ir com o próprio carro, ou optar pelo transporte da agência. A Holambrasil (8199-0072; R$ 10) faz só para quem está de carro.
       
      Moinho Povos Unidos
       
      Projeto de um holandês, a construção tem 38 m de altura e seis pavimentos que podem ser visitados. A plataforma mais alta fica aberta para visitação apenas aos sábados (14h/17h). Lá, onde os moleiros explicam como funciona a engenhoca, há também mirante.
       
      Schornstein
       
      Filial de uma cervejaria catarinense produz seis tipos de cerveja artesanal: pilsen natural, pilsen cristal, weiss, india pale ale, bock e imperial stout. Um tour pela fábrica (sáb/dom 10h/17h; agendar) mostra os métodos de produção das cervejas e termina com degustação no terraço do bar. R$ 9 por pessoa. (3ª/6ª 16h/23h, sáb 10h/0h, dom 10h/17h)
       
      Um local ideal para comer é a Padaria Martin Holandesa, na Rua Dória Vasconcelos, 144, Centro, Holambra, próximo à pousada. Uma indicação do que comer, não darei, pois não quero cometer um sacrilégio (o cardápio é recheado de coisas boas). Você também pode aproveitar as delícias da Confeitaria do Lago, tem sorvete de rosas e vários doces de origem holandesa... Sem contar que muitos prédios da cidade têm características da arquitetura do país da seleção, popular mente, conhecida como carrossel holandês.
       
      Ops! Apenas para constar: troquei alianças de compromisso na cidade.
       
      Bom passeio para vocês!




    • Por Renaldo Souza
      14 de novembro. Conhecida como "Cidade das Flores", Holambra é um destino turístico que recebe muitas mulheres, casais apaixonados e eu. Afinal de contas, não poderia deixar de experimentar o visual e os bares do local, que recebeu colonização e caracterização holandesa, tendo até hoje muitos naturais do país europeu por lá.
       
      Saímos de madrugada da Rodoviária Novo Rio, no Rio de Janeiro. O bobo que vos escreve, o guia Laésio e a turma, dividida em um carro e uma van. Foram longas 8 horas de viagem até nosso destino final, já na manhã do dia 15. Boa parte do percurso desviando das rotatórias que a cidade possui (umas 17 por cada habitante). Mas vale a pena quando se chega a esse maravilhoso portal:
       

       
      E também quando, nele, olhamos para trás e vemos essa linda fileira de tuyas:
       

       
      Vale destacar, ainda, que lá tivemos a honra de conhecer a inesquecível Derci:
       
      Em seguida, paramos no Pronta Flora. Um local com uma cacetada de espécies de plantas, flores e artesanatos.
       
      Abaixo estão as pimenteiras por quem eu me apaixonei. Pena que elas não quiseram papo comigo e preferiram ficar por lá...
       

       
      Após o lanche, seguimos para o campo de flores, onde fomos recebidos pela guardiã do local:
       
      Agora, sim, as flores. Rosas de todas as cores:
       

       
      Destaque para esse materialzinho abaixo, que eles põem em cada flor para ajudá-la a desabrochar corretamente.
       

       
      O local é tão lindo...
       
      ... que não é só a coruja que passeia por lá...
       
      Dali, fomos observar mais flores em outro lugar. Por mais que me disseram, no entanto, eu não consegui me recordar do nome dessa espécie. Joguei no Google "gerdária" e o mais próximo que achei foi "gardênia". Então, aí vão as gardênias:
       

       
      Em seguida, fomos andar pela cidade. E as primeiras coisas que me fizeram parar para fotografar foram essas placa de trânsito abaixo super estilizadas. Muito bacana! E estão espalhadas por todo lado.
       

       
      Além delas, destaque para os orelhões (sim, ainda existem):
       

       
      E os sapatinhos, típicos dos holandeses para aquecerem os pés no inverno, também encontrados em todos os lugares:
       

       
      Agora, uma foto inédita: o galpão. Aqui está previsto para ser um local de eventos. Me senti muito honrado em ter estado lá com a obra ainda em andamento.
       
      Destaque, também, para outros pontos bacanas da cidade:
       
      Antes de irmos ao museu local, ficamos sabendo de um festival de carros antigos que ocorria em Holambra justamente naquele fim de semana. E tive o privilégio de fotografar um em movimento:
       
      O museu cobra 2 reais para ajuda de manutenção. Mas vale a pena. O lugar é pequeno, mas bem rico em material, tanto em documentos quanto acervos e curiosidades. Aprendi até que a C&A é holandesa, coisa que eu nem imaginava...
       

       
      O museu tem, também, uma exposição de veículos agrários lá da "época antiga":
       
      Na sequência, como não poderia faltar, o festival de carros antigos. Um modelo mais lindo e conservado do que o outro.
       

       
      Tinha até baratinha:
       
      E, claro, Fuscas. Com mala atrás e tudo:
       
      É tanto carro que me cansou a vista e tive que tomar uma para me renovar. Pena que não lembro o nome do chope. Muito bom!
       
      Enfim, fomos ao zoológico. Ou melhor, à nossa Pousada Europa.
       
      Não que fosse ruim. Muito pelo contrário. Tanto os quartos como as áreas de lazer são nota 10. Piscina, campinho de futebol, de vôlei, enfim, tudo o que tem direito. Mas tinha, também, coelho, jabuti, calopsita, etc. Aliás, que saudades deles!!
       
      Depois do almoço, hora do Empório do Rancho. Alambique 100%, com sabores maravilhosos (o melhor é o de caraguatá).
       

       
      Além da bebida, o lugar conta com essa mesinha com uma vista indescritível:
       
      Em seguida, nova perambulação pela cidade, com direito a invasão dos belíssimos chalés abandonados com vista para o rio:
       

       
      Destino final: Schornstein Bar. Hora da hidratação!
       
      Veio o dia seguinte e hora de conhecer o Arurá, sítio que cria jacarés para comercialização da carne. O instrutor, antes de apresentar os animais, dá uma palestra bem legal exibindo algumas partes retiradas do corpo do bicho.
       

       
      Antes da criação dos jacarés, um papo com os outros amiguinhos que habitam por lá e dos quais eu já estou com saudades:
       

       
      Agora, sim, os "arurás" (é, é jacaré em tupi). Em média, eles são abatidos para alimentação aos 2 anos. Mas até lá até que têm uma vida boa, com piscininha particular e tudo:
       

       
      De tanto vê-los, tive que pegar em um filhotinho:
       
      Agora o "momento com a cobra" hahah. Até que era bem geladinha:
       
      http://3.bp.blogspot.com/-5JnG_lzB5Sk/VIonBqXkbXI/AAAAAAAAAng/RqwHXbx6ziQ/s1600/IMG_20141116_104609.jpg
       
      De lá, retornamos ao Moinho dos Ventos:
       

       
      Já havíamos passado por lá no dia anterior, mas encontramos o local fechado, o que se repetiu devido a uma greve dos funcionários por falta de acordo com a Prefeitura. O problema é que só soubemos disso quando já havíamos subido uns 3 andares e encontramos o "deck" fechado. Mas deu para ir fazendo fotos no caminho...
       
      Em seguida, almoço, pausa para a galera comprar flores, artesanatos e eu sapatinhos pra mamãe e Dezinha, retorno ao Pronta Flora e uma paradinha no orquidário ao lado pra ver esse aquário super bacana:
       

       
      Já no longo caminho de volta à Itaboraí, registro para o cansaço do totó, provavelmente depois de correr por tantas rotatórias...
       
      -----
       
      Mais fotos em http://barcadaideia.blogspot.com.br/
    • Por fabio.fabio
      Data: 14/11/2015: Sábado.
       
      Saída de Niterói/RJ 08:30h e chegada em Holambra 15h.
       
      Meio de transportte: motocicleta Big Trail, com garupa e baús laterais.
       
      No caminho encontramos certa dificuldade para comer, pois havia muitos lugares ruins na estrada.
       
      Ficamos no Holambra Garden Hotel, bem localizado, logo na entrada da cidade. Nosso quarto era amplo e tudo bem organizado, além de ter um ótimo café da manhã. Para quem vai de carro o estacionamento é na rua, em frente ao hotel, mas parece bem tranquilo. De moto pedimos para estacionar em um corredor de serviço do hotel, que é fechado. http://www.holambragardenhotel.com/
       
      Na tarde que chegamos fizemos uma visita a pé a rua dos turistas, pequena e bela, com lojinhas de lembranças e alguns restaurantes. Depois o passeio continuou pelo lago, passando por uma loja de mel, onde comemos favos deliciosos. O lago é uma graça! Em seguida prosseguimos para Confeitaria Zoet en Zout, que fica à beira do lago, do outro lado. É chique e um pouco cara, mas com doces bem gostosos. http://zoet-en-zout.com.br/web/ Então aproveitamos que estava havendo uma exposição de carros antigos no pavilhão onde ocorre a festa das flores.
       
      Já a noite bebemos cervejas próprias do local perto do portal da cidade, numa cervejaria que fabrica, chamada Schornstein. http://www.schornstein.com.br/bares-fabricas Depois prosseguimos a pé de volta ao Centro, a cidade é realmente bem pequena, pode esquecer o carro e fazer tudo a pé. Jantamos na Casa Bela, um ótimo restaurante na rua dos turistas, com excelente comida. http://www.casabelarestaurante.com.br/_cafe/
       
      A VERDADE SOBRE HOLAMBRA: No segundo dia fizemos uma visita guiada, passando numa cachaçaria e nos famosos campos de flores. Descobrimos que Holambra é realmente o maior produtor de flores do Brasil, mas encara isso como negócio e não turismo. Os grandes campos de belas flores não são abertos à visitação !! O que ocorre é que cada guia turístico da cidade fez um acordo com algum produtor e mostra dois ou três estufas de flores. Se você pensa em se perder numa plantação de flores de tamanho infinito esqueça ! Visitará apenas as estufas faladas, sem graça, pois não será uma visita com informações sobre o processo de produção, características e etc. O fato é que um prefeito da cidade teve a ideia de promover o turismo com o atrativo de ser a cidade das flores. Mas as visitas aos campos de produção atrapalhariam, pois as plantas são muito sensíveis. Nem mesmo na cidade espere encontrar flores por todos os lados. Na época que fomos o clima estava quente e abafado, dando uma sensação térmica bem ruim.
       
      Após o passeio, bem decepcionante, fomos almoçar no famoso The Old Dutch, http://www.olddutch.com.br/ Restaurante excelente !!! Comida deliciosa e farta, ambiente acolhedor, valeu muito a visita. Esse local é mais distante, precisando ir de carro, ou táxi.
       
      Em seguida fomos ao Museu do Colono, local à beira do lago, onde era a entrada da primeira fazenda que originou o município. Foi bem proveitoso, bastante da história local está ali. http://www.museuholambra.com.br/
       
      Pos último seguido para o moinho, artificial, construído na outra entrada da cidade. Vale a vista do alto e a foto.
       
      Às 16h partimos com destino à Curitiba.
       
      RESUMO: a cidade é muito pequena, não tem grandes coisas a oferecer, já que as visitas aos verdadeiros campos de flores são proibidas. O melhor da cidade são seus restaurantes. Então se você gosta de boa culinária e mora pelos arredores vale uma visita de fim de semana.









    • Por Amilton & Poly
      Áhh a encantadora cidade das flores! Conhece? Holambra fica a 40 min de Campinas e é um destino charmosíssimo para um bate e volta à cidade colonizada pelos holandeses em 1948 após devastação causada pela 2° Guerra Mundial.



      Começamos o passeio pelo Portal da Cidade, construção com característica típica holandesa com tijolo a vista, telhado inclinado. Se quiser informações turísticas ali tem.

       

       
      Seguimos para o Memorial do Imigrante, casal que simboliza o esforço dos pioneiros.

       

       
      Continuamos para o Moinho dos Povos Unidos: cópia fiel dos moinhos holandeses. As pás são movidas pelo vento.. subimos até o último andar onde tem um mirante!

       

       
      Lá embaixo visite as exposições de artesanatos (os souvenires são mais baratos que no centro).



      Ainda no Moinho iniciamos o lindo passeio nos campos de flores de crisântemos e gérberas. Fizemos com a Real Receptivo e foi demais!! E ainda tem um city tour com história e curiosidades da cidade! (Contratamos previamente através do site,mas eles vendem na hora tbm).

       

       
      Hora de comer!!! Fomos para a rua turística do centro e experimentamos o croquete de frango típico e o Kasller (bisteca defumada), comidas holandesas.

       

       


      Passamos um tempo apreciando a charmosa rua.



      Fomos andando para o Museu Holambra: história dos imigrantes e da fundação da cidade, réplicas de casas mobiliadas ao estilo da época, maquinários antigos. Vale muito a pena!!

       

       
      Deixamos o carro e seguimos andando até o recinto da Expoflora, que coisa linda!

       

       
      A pé fomos até o Deck do Amor, cadeados presos no deck na beira do lago são um charme.

       

       
      Andamos mais um pouco entre as ruas e vimos as características das casas, a decoração dos jardins, os sobrenomes das famílias estampados na frente das casas!



      Finalizamos na rua turística com um delicioso café (e pq não mais um “docinho”?). Áhhh tbm não faltaram os souvenires comestíveis kkk: stroopwafel, pitnoten, torta de maçã.





      Informações:



      Moinho dos Povos Unidos: para subir R$ 10 (tem meia). Fds e feriados 9:30h-18h (de qua a sex não abre o mirante)



      Campo de Flores + City tour: Real Receptivo Holambra R$ 40.



      Museu Holambra: Área externa grátis, Foto Hall R$ 3 (estud. e idosos R$ 2). Fds e feriados 10:30-16:30h
    • Por Raisa Rodarte
      Para minha surpresa, Holambra é um amorzinho de cidade. Ainda jovem, no ano de 2017 completou 26 aninhos, comemorados a partir da emancipação do município em 1991 e não da chegada dos primeiros holandeses, que ocorreu em 1948. Está localizada no interior paulista, bem pertinho das cidades de Arthur Nogueira, Jaguariúna e Campinas. É famosa nacionalmente pelo comércio de flores e plantas ornamentais, sendo responsável por 45% da produção nacional. Talvez você não tenha ideia de onde fica essa cidade, do seu tamanho, da sua história... Mas é bem provável que já tenha ouvido falar da Expoflora, a maior Exposição de Flores da América Latina, sediada na "Holanda brasileira" anualmente no período de agosto a setembro. Algumas curiosidades: o nome é formado da junção de partes de três palavras Holambra = Hol: Holanda + Am: América + Bra: Brasil, a cidade se destaca pela alta qualidade de vida da população e também como detentora do melhor índice de segurança do país.


      Bom, como eu disse me apaixonei por Holambra. No intervalo de 1 ano, visitei-a umas quatro vezes e todas elas foram muito agradáveis, cada uma à sua maneira. A primeira visita não poderia ter sido em outra ocasião, Expoflora 2016. Fomos em um sábado de manhã, num grupo de sete pessoas. Chegamos uns 10 minutos antes da abertura dos portões (9hrs), por isso conseguimos estacionar tranquilamente nas vagas do lado de fora do estacionamento e muito, muito perto da entrada principal. Engana-se quem pensa que só havíamos nós lá nesse horário. Já havia umas 100 pessoas ali, em fila, aguardando para entrar, mas tudo estava muito organizado. Por volta das 13hrs, os pavilhões começaram a encher pra valer. Mas nesse tempo já havíamos visto quase todos os ateliers e exposições, almoçado, comprado, ou seja, é possível fugir da hora do rush mesmo aos finais de semana viu gente! Uma dica: a Expoflora, se programada com antecedência, pode sair bem em conta, com os ingressos custando menos de 20 reais (inteira).

      A segunda vez foi uma visitinha em casal, num clima mais romântico, sem programação. A ideia era passear pela cidade, almoçar, comer uma sobremesa, tirar umas fotos, sentar em uma praça pra papear e só. Dessa vez não chegamos tão cedo, por volta de 10h, passeamos por diversos pontos turísticos e paramos no Deck do Amor, demos uma voltinha pelo Moinho e caminhamos por alguns bairros e ruelas na região do Centro de Convenções (onde rola a Expoflora). Almoçamos no Martin Holandesa e lá experimentamos uma sobremesa típica holandesa (que eu não me atrevo a dizer o nome) maravilhosa!!! É uma maçã inteira, cozida no vapor e envolta em uma crosta de massa folheada com sorvete de creme. Bom demaaaais!!

      Na outra visita, o passeio foi em família, com a sister, papai e vovó e o objetivo seria levá-los aos campos de flores, que é uma atração à parte. Estudei um pouquinho sobre as opções e descobri que as visitas aos campos são feitas apenas mediante agendamento, via agências de turismo. Há passeios em praticamente todos os dias da semana e durante todo o ano, porém a cultura visitada pode variar por “n” motivos: estação do ano, condição climática, condição das flores e anuência do proprietário. Por esse motivo, recomendo contactar a agência com pelo menos dois dias de antecedência para verificar a disponibilidade do passeio e qual o tipo de campo está aberto à visitação. Os roseirais, por exemplo, só estão disponíveis nos meses mais frios do ano, crisântemos e gérberas o ano todo, girassóis na primavera e por aí vai. Além disso, um guia acompanha todo o percurso contando a história da cidade e curiosidades sobre as flores. Ah, se você também achava que veria um campo de tulipas (flor símbolo da Holanda) em Holambra (assim como eu achava), isso não será possível. Até existe o cultivo dessa flor por lá, mas os proprietários não permitem o acesso de visitantes. O cultivo e manutenção das tulipas no nosso clima tropical são complicados e todas as condições de umidade, temperatura e doenças são rigorosamente controladas em estufa.


      Entre as principais atrações turísticas, está o Moinho dos Povos Unidos. Ele é considerado o maior moinho da América Latina com 38,5 metros de altura e mais de 90 toneladas e é uma réplica fiel dos moinhos holandeses usados para moer grãos. O monumento foi construído no local mais alto da cidade, dessa forma, com 10 reais, é possível entrar e subir até seu topo tendo uma visão privilegiada. O Deck do Amor em frente ao Lago Vitória Régia, onde os enamorados espalham cadeados com suas iniciais nos alambrados, também merece uma visita. Ao sair da cidade, não deixe de passar pelo Grande Portal Turístico de Holambra, que em certa época do ano (abril, senão me engano) está todo florido. Também vale uma parada no Memorial dos Imigrantes e no Lago do Holandês, um antigo point de recreação que está sendo revitalizado pela prefeitura.

      Bom, não dá para passar em Holambra (que seja um dia) sem provar a culinária holandesa. Cada vez que vou à cidade experimento um restaurante e uma confeitaria diferentes. Algumas são muito tradicionais! Não dá para ignorar! Adianto aqui que as opções de refeição variam muito, dá para optar pelo tradicional à kilo ou self-service coma à vontade, assim como pratos à la carte. Dentro de cada uma dessas possibilidades, os preços também variam. Aí fica a cargo do freguês. Entre os restaurantes, guarde esses nomes: Martin Holandesa, Casa Bela, The Old Dutch e Amsterdan, esse último o mais em conta dos quatro e o point mais badalado da Expoflora. Em relação às confeitarias, experimente as tradições holandesas do Martin Holandesa e da Zoet en Zout. Maravilhosas!!!!
      O diferencial de Holambra é o seguinte: Independente do objetivo da viagem trata-se de um destino agradável, seguro, bonito para os olhos, gastronomicamente delicioso e com atrações turísticas gratuitas ou a preços acessíveis.

      Bom passeio!
       


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