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Boa tarde,

Meu nome é Heitor e eu estou escrevendo um blog sobre lugares para visitar em diversos países do mundo. A ideia do blog é trazer uma foto do local e um pequeno texto sobre o ponto turístico. Sou fã de fotografia e tento sempre colocar uma foto legal e nem sempre aquela foto tradicional que todo mundo espera. Todas as fotos do blog foram tiradas por mim :)

O último post do blog é sobre o Instituto Ricardo Brennand em Recife.

 

Para quem ficou interessado o link do blog é: Para onde ir?

 

Desde já agradeço,

Heitor Spinelli    

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    • Por Eduardo Brancalion
      WORLD NOMAD GAMES - QUIRGUISTÃO 
        Nossa experiencia no pequeno país do Quirguistão, que fica na fronteira dos gigantes Cazaquistão e China fica para um próximo post, esse relato é sobre os Jogos Nômades, uma das experiencias mais increíveis que tivemos a oportunidade de participar em nossas vidas: Imagine jogos brutais, tribais realizados a seculos,  em todos os países que tem o sangue nômade nas veias, todos reunidos em  Cholpon-Ata,  no lago  Issyk- Kul, maior lago do país.    Desde que ficamos sabendo da existência do World Nomad Games, que ocorrem a cada 2 anos desde 2014 no Quirguistão, a ideia de participar de um evento tão único e representativo da cultura nômade não saiu mais da nossa cabeça. Mas ainda estávamos no Cazaquistão e não queríamos passar correndo pelos lugares de natureza, então optamos por chegar apenas para os 2 últimos dias dos jogos. As competições esportivas são a atração central do evento, mas em paralelo, ocorrem diversas apresentações de teatro, música, dança e artes. Representantes de mais de 60 países se enfrentam em dezenas de modalidades, que giram em torno das provas sob o cavalo e de luta livre principalmente.  Chegamos à tardinha e fomos direto para o Hipódromo, onde alguma coisa bem emocionante devia estar ocorrendo, considerando os gritos da plateia. Caímos no meio do jogo de Kok Boru, esporte nacional do país e, de longe, aquele que mais encanta as multidões. Imaginem a nossa expressão ao entender o que acontecia em campo: os jogadores, de cima de seus cavalos, perseguiam uma cabra morta, sem cabeça, e deviam arremeçá-lá nos respectivos buracos no fim de cada lado do campo. Na maioria dos arremessos, eles caiam com a cabra (ex-cabra) e tudo pra dentro do buraco, já que imagino a dificuldade de jogar um corpo de 45 quilos montado em um cavalo a galope e em plena velocidade. No meio do caminho, eles se batem e se espancam, visando dificultar o “gol” do adversário. Ficamos bastante impressionados com a brutalidade do esporte, desde o uso de um animal morto até a violência livre entre os jogadores. Mas quando se trata de tradição e cultura, aprendemos apenas a observar. O Kok Boru é jogado há centenas de anos pelos povos nômades, sendo ainda hoje para o Quirguistão e o Afeganistão o que o futebol é para nós.  Ficamos desolados ao saber que as competições de caça com águia já haviam terminado. Outra tradição milenar dessas bandas, as águias caçadoras eram extremante importantes para o sustento das tribos nômades ao prover alimento e pele no rigoroso inverno da Ásia Central. Nos dias de hoje, existem pouquíssimos Berkutchi, os homens que ainda mantêm viva a tradição e fazem algumas exibições com suas águias douradas (nome dado devido à cor das penas em sua cabeça). O treinamento das águias caçadoras pode levar até 4 anos e requer práticas um tanto cruéis, como deixar a ave vendada durante a maior parte do tempo, pra que ela dependa inteiramente do seu treinador, e assim esqueça seus instintos selvagens. Durante os Nomad Games pudemos vivenciar de perto alguns esportes totalmente diferentes do que estamos acostumados no Ocidente, em que ficaram evidentes a brutalidade e a raiz primitiva ainda presentes nos povos dessa região da Ásia. Foram imagens pra não esquecer tão cedo.
       
      Mais posts e informação no nosso instagram: 
       
      https://www.instagram.com/pandoraontheroad/












    • Por Eduardo Brancalion
      Percebo que a nacionalidade é um mero acaso e minha idade é só um número. Desapego daquilo que não faz mais sentido. Experiências em vez de subserviência. O desconhecido como força motriz. Os prazos e obrigações dão lugar ao compromisso com a estrada que leva cada dia a um novo destino. Coração que pulsa com a verdadeira emoção de viver, e não sobreviver aos dias que se acumulam na redoma cinza da rotina. Aprendi a ressignificar o conceito de casa, que perdeu as paredes e os tijolos, para virar o lugar onde eu estiver. Liberdade em sua plena existência assusta, porque ainda preciso aprender a me comportar sem relógio, roupas sociais e intervalos de 45 minutos. A essência mais pura da curiosidade e do espírito desbravador vem à tona,  antes aprisionada na gaiola da tríplice carreira-status-dinheiro. Ah sim, ainda preciso de dinheiro, mas como meio e não como fim. A barriga passa a doer pela adrenalina e não porque o chefe exigiu o relatório pra amanhã. O padrão, a produção em série e o sentimento de mais um na boiada estendem o tapete pra passar o novo, o inesperado e uma existência com mais significado. E não é pra provar nada pra ninguém, não, é pela urgência em viver essa minha única vida da maneira mais avassaladora e intensa que eu conseguir. Agora vocês me dão licença, porque o mundo está a minha espera. .
      Texto Rafaela Velhinho
      Mais textos e fotos no https://www.instagram.com/pandoraontheroad/
      https://www.facebook.com/pandoraontheroad/
       
      Viagem ao mundo a bordo de uma Land rover Defender adaptada. ´´ Pandora on the road´´

    • Por RViana10
      Fala galera, belezinha? Bom, me chamo Rafael e estou tentando planejar uma viagem para Europa com um amigo, como nosso orçamento é um pouco curto, desistimos de tentar fazer um mochilão e focamos apenas em conhecer um país, que no caso seria a Itália (ou Holanda, porém vou fazer o mesmo post na sessão da Holanda para ficar algo mais organizado). Temos em caixa algo em torno de R$7.000,00 e queríamos ficar pelo menos uns 15~20 dias. Bom, como disse antes, estamos limitados em relação ao dinheiro, então esses R$7.000,00 seriam para a viagem como um todo (passagens, hostel, deslocamentos, alimentação, etc). Planejamos ir em Março de 2020, é uma boa época para ir? Vi que é um mês de "baixa" temporada, então acredito que encontraremos preços mais em conta.
      Montei um roteirinho bem fuleira, só para organizar um pouco as ideias, mas estou aceitando sugestões caso seja necessário tirar, incrementar ou alterar alguma coisa.
      Roma - 4 dias
      Pompeia - 1 dia
      Nápoles - 1 dia
      Roma (Vaticano) - 1 dia
      Siena - 1 dia / Florença - 3 dias / Pisa - 1 dia / Bolonha - 1 dia
      Veneza - 3 dias
      Verona - 1 dia
      Milão - 2 dias
       
      Qualquer opinião é muito bem vinda, até porque não conheço muito a Europa, não sei se a divisão de dias ficou muito boa, se há outras cidades que eu deveria incluir para colocar no lugar de alguma outra aí ou então se eu deveria tirar alguma por ter cidades demais, enfim, sou todo ouvidos.
      Desde já, agradeço imensamente!
    • Por RViana10
      Fala galera, belezinha? Bom, me chamo Rafael e estou tentando planejar uma viagem para Europa com um amigo, como nosso orçamento é um pouco curto, desistimos de tentar fazer um mochilão e focamos apenas em conhecer um país, que no caso seria a Holanda (ou Itália, porém vou fazer o mesmo post na sessão da Itália para ficar algo mais organizado). Temos em caixa algo em torno de R$7.000,00 e queríamos ficar pelo menos uns 15~20 dias. Bom, como disse antes, estamos limitados em relação ao dinheiro, então esses R$7.000,00 seriam para a viagem como um todo (passagens, hostel, deslocamentos, alimentação, etc). Planejamos ir em Março de 2020, é uma boa época para ir? Vi que é um mês de "baixa" temporada, então acredito que encontraremos preços mais em conta.
      Montei um roteirinho bem fuleira, só para organizar um pouco as ideias, mas estou aceitando sugestões caso seja necessário tirar, incrementar ou alterar alguma coisa.
      Amsterdam - 5 dias
      Keukenhof - 2 dias (Com algumas pesquisas, disseram que só vale a pena vir para cá da metade de Abril até meados de Maio, por conta do parque das tulipas, mas como vamos em Março, eu deveria tirar essa cidade do roteiro?)
      Rotterdam - 4 dias
      Kinderdijk - 2 dias
      Delft - 2 dias
      Qualquer opinião é muito bem vinda, até porque não conheço muito a Europa, não sei se a divisão de dias ficou muito boa, se há outras cidades que eu deveria incluir para colocar no lugar de alguma outra aí ou então se eu deveria tirar alguma por ter cidades demais, enfim, sou todo ouvidos.
      Desde já, agradeço imensamente!
    • Por Rita de Luziete
      Boa tarde,
       
      Por gentileza, poderia nos ajudar com informações ou nos indicar forma de obter tais respostas?
       
      Pretendemos cruzar a fronteira da Argentina (El Soberbio) ao Brasil (Porto Soberbo) utilizando a balsa, mas como pedestres (sem veículo).
      Gostaríamos de saber se há opção de transporte público para sair de Porto Soberbo e qual seriam os destinos possíveis. Se souber nome de empresa, horário, qualquer informação nos ajudará. Ou ainda se há alguma opção de hospedagem no local, caso não tenhamos como sair de lá no mesmo dia.
       
      Muito obrigada!


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