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Bom, sempre tentei organizar minhas férias da melhor maneira possível e ao decidir ir para o Monte Roraima não seria diferente. Tudo decidido, passagem comprada, guia ok...na semana seguinte a crise explode na Venezuela...vou fazer o que: vou igual!!! pra começar que me organizei para chegar em Santa Elena do Uairen no dia 10 e minha subida ao Roraima seria dia 12. Teria um dia livre pra fazer algum passeio por lá. Do dia em que decidi ir para o Monte Roraima até antes de embarcar, conversei bastante com o meu guia, ele me deu todas as dicas possíveis e impossíveis. Os pagamentos tinham sido feitos através de depósitos para o Javier (guia) da empresa Waykyky Tours.  No momento em que eu estava pronta para sair de casa e iniciar as minhas férias, o meu guia me manda uma mensagem dizendo que “tivemos” um imprevisto. As outras 3 pessoas que subiriam junto comigo, cancelaram a subida por motivos de saúde. Ele me deu a opção de subir sozinha com ele e um carregador ou tentaria me encaixar em outro grupo que subiria um dia antes do qual eu tinha agendado. Como já tinha me organizado concordei em subir com o outro grupo no dia 11.

Cheguei em Boa Vista 01:50. O aeroporto é pequeno, só tem um Bob´s que fecha as 2/3 da manhã. De madrugada estava eu e o pessoal da limpeza lá, não tinha mais ninguém. Fiquei esperando no aeroporto até as 7h da manhã. Peguei um taxi até a rodoviária, como não estava com paciência de ficar  buscando preço mais barato, eu paguei 50 reais de taxi. Só havia UM taxi na frente do aeroporto.

Cheguei na rodoviária. Gente a rodoviária estava muito suja. Os venezuelanos estavam acampando ali na frente e faziam da rodoviária o lugar de tomar banho/banheiro. Meu guia (Javier da Waykyky Extreme Tours) estava em Boa Vista neste dia, e nos encontramos ali na rodoviária. Fomos “juntos” para Pacaraima, porém ele estava em outros ônibus. Meu ônibus era as 7:30 e atrasou quase 1h, mas pelo o que entendi isso é normal. Eu era a única brasileira dentro do ônibus, os outros eram todos Venezuelanos. O trajeto demora em torno de 3h 30min (220km), no meio do caminho ele para para lanche. Me indicaram comer a tal “Paçoca”, era muito barato, mas quando vi a quantidade de comida...desisti e acabei comendo um pão de queijo recheado com carne seca. Lá pelo meio dia cheguei em Pacaraima, meu guia estava lá me esperando. Ele ligou para virem nos buscar e fomos em direção a Santa Elena do Uairen. Antes disso, parei na Aduana para pegar toda documentação necessária. Para quem vai ir só até o Monte Roraima não precisa carimbar passaporte. Santa Elena fica uns 15 km de Pacaraima, é super rapidinho. Chegando lá, fiquei na pousada Los Pinos (50 reais, quarto individual com ventilador, tem piscina). Almoçamos em um restaurante bem simples que tem próximo a pousada, a comida era muito boa e em conta (em torno de R$12 o prato com arroz, feijão, bife, batata frita e salada). Uma das meninas que subiria junto no grupo estava nessa pousada também. A tarde ficamos aproveitando a piscina e organizando nossa mochila para o dia seguinte. No final do dia fomos até um outro local para pegarmos as instruções do trekking. O local fica em frente ao antigo hostel Backpackers. Meu novo guia seria o Roman e seus carregadores: Arnold, Omar, Jose, Rene e Manuel.  Meu novo grupo era formado por dois australianos (John e Ben), duas brasileiras (Alana e Ana) e eu. Orientação ok, no dia seguinte sairíamos para a nossa indiada. Mass...como estávamos na Venezuela, e nossos parceiros de trekking (guias) nos convidaram para ir em uma festa que estava acontecendo em uma comunidade indígena  perto da cidade, aceitamos e lá fomos nós e os guias... Comemos empanadas com uma pimenta(com formiga) feita somente pelos índios dessa região, tomamos Maltin e outras duas bebidas indígenas (a base de mandioca) extremamente fortes. Voltei para a pousada, organizei as minhas coisas pois no outro dia o combinado era de eles nos buscarem as 9h.  No dia seguinte, acordei e fui tomar café em uma padaria (a única praticamente nesse lado da cidade). Gastei R$ 7 em um sanduiche de presunto e queijo e uma xícara de café preto.

Trekking ao Monte Roraima

11/10/18 -  1º dia : Saímos de Santa Elena as 10:30, são uns 100km até a comunidade de Paratepuy. Boa parte é asfaltada, mas quando entra na estrada de chão fomos literalmente “sacolejando”. Chegamos na comunidade 12:45. Tivemos 1h para o almoço. Serviram 2 sanduiches de presunto e queijo, suco de laranja (artificial) e banana. Ali é o último ponto que tem banheiro, então se quiser aproveitar... Passe bastante protetor solar, use camiseta de manga longa, o que achar melhor para se proteger do sol.... O início da caminhada foi as 14h. No início tem uma subida que eles chamam de “La Prueba” hahaha quem passa dela consegue subir o Monte Roraima, achei que ia ficar por ali mesmo, ela é bem íngreme e naquela hora o sol estava maltratando a gente.  Há água durante o caminho, a cada 1h30 você tem como encher a garrafinha. Fizemos umas duas paradas, uma logo após o final da subida “La Prueba” e a outra foi lá pelas 16h para lanche, um pouco antes de chegarmos no acampamento Rio Tek. Chegamos no Rio Tek as 18:30, já estava escuro. Foram 16km em 4:30min de caminhada. Na hora em que chegamos no acampamento, os carregadores começaram a montar nossas barracas e a fazer nossa janta. Nós fomos nos organizar e tomar banho no Rio. Já estava noite, descemos até o Rio com as lanternas. Foi estranho ter que tomar banho ali no escuro pois não sabíamos como era o rio, a água inicialmente estava gelada, mas depois comparado aos outros banhos durante o trekking, aquela água estava maraaaavilhosa! Eu levei um sabonete biodegradável, lavei os cabelos e o corpo com ele todos os dias.  Dica de ouro: tome banho e lá embaixo na beira do rio já coloque uma calça e uma blusa de manga longa, porque na hora que você subir os puri-puri vão te comer vivo ahahhahahahaha. Eu fiz isso conforme um amigo que já tinha ido pra lá me orientou, e deu beeem certinho. A janta foi macarrão com molho e carne moída. As 20:30 já estávamos dentro da barraca, prontos para dormir. Neste dia não estava frio, eu fiquei tranquila com uma blusa dryfit de manga longa.

12/10/18 -  2º dia: dormi muito mal, quando foi 2h da manhã eu perdi o sono e fiquei entediada até 4:30 da manhã quando decidi levantar. La pelas 5:30 o sol nasceu, lindo em tons de roxo, rosa, laranja e amarelo...7h café da manhã, tinha umas rosquinhas fritas, café preto e omelete. As 7:35 saímos. Sabe o Rio Tek que tomamos banho? Você atravessa ele logo na saída do acampamento, por isso já deixe separado um par de meias para você molhar neste dia. Atravessamos o Rio Tek e logo mais a frente o Rio Kukenam. Neste dia tem muita subida (uns 7km), alias só subida, sol, sol, sol escaldante, vegetação rasteira e o vento que é bom? Naaaaaaaadaaa. O almoço é no meio da subida, em um local onde tem uma árvore. Lá pelas 11:30 serviram  2 fatias de pão; salada de atum, milho, repolho, pepino, cenoura e batata e uma maçã de sobremesa. As 13:30 chegamos no 2º acampamento, na base da montanha. Prepare-se para o banho neste dia. Gente, foi a água mais gelada de todo o trekking. Sério, literalmente dói até os ossos, amortece tudo! Mas fui na cara e na coragem e lavei até o cabelos ahahahha. Depois de dar aquela renovada, ficamos conversando e logo após descansamos um pouco. Choveu bastante neste dia. A chuva parou na hora da janta, serviram arroz, galinha com molho vermelho, cenoura, batata e suco. Neste dia minha lombar sentiu bastante. Tomei Miosan para dormir e até então eu queria subir a La Rampa com a cargueira. Neste dia estava mais frio, fiquei com uma blusa dryfit e um fleece por cima.

13/10/18 -  3º dia: A saída estava marcada para as 7:30. O café foi arepas com queijo ralado e geléia de morango. Como acordei com dor, decidi pegar um carregador para subir a La Rampa. O valor foi R$ 50.  Foram 5km em 5horas de subida. Só subida, subida e subida. Ali você passa pelo tão famoso Paso das Lágrimas, um local um pouco perigoso por conta dos cascalhos e pedras soltas que ficam embaixo de uma cachoeira semipermanente, é bem liso, todo cuidado é pouco. E quando você olha....o topo já está ali, depois de quase 5h chega até dar um ânimo para ir mais rápido. Ao chegar no topo ganhamos bombom e balas..:) As 13:30 chegamos ao Hotel índio e almoçamos hambúrguer (pão, ovo, tomate, queijo, pepino e maionese). Ficamos por lá, tem uma área para tomar banho, bem tranquilo. A janta deste dia foi sopa (banana, abobrinha, cenoura, batata e frango), tinha banana na sopa? Sim..mas sabe que não era ruim não? Essa noite estava bem fria, coloquei “toda a minha roupa”. Estávamos no topo, lá não estava chovendo mas, dava pra enxergar os raios longe dali. Geeeente de madrugada quando precisava ir no “banheiro” era o drama kkkkk, lá em cima é muito escuro! E as vezes eles montam a barraquinha do banheiro em um local meio ruim, então dizem que se precisar fazer o número 1 a noite, vá ali perto mesmo com a lanterna ligada e na hora de fazer desligue para ninguém ver hahahahahah....Aquela escuridão, é muito estranho!

14/10/18 – 4º dia: Quase não consegui dormir, levantei as 7h, tomei café (panquecas com geléia de morango) e as 8:30 saímos em direção ao Hotel Quati. Foram 13km em 5h. É neste dia que você passa pelo Ponto Tríplice (Venezuela, Guina e Brasil). O dia foi bem cansativo, é um sobe e desce nas rochas, e sol o tempo inteiro, não tem vento. O Hotel Quati fica dentro de uma caverna e é deslumbrante! Ao lado, tem um riacho em que você toma banho, e pertinho dali tem um mirante muito bonito onde você consegue ver a “selva” da Guiana e também o Roraiminha. O almoço foi massa com molho de tomate e carne moída. Neste dia jantamos super cedo lá pelas 18h, o cardápio foi arroz com carne e molho. Dormimos em três na barraca, pois até então estávamos dormindo em duas e a outra menina sozinha na barraca porém, ela passou bastante frio lá no Hotel Índio e eu também quase congelei lá. Claro que nesta noite não passamos frio, mas também não conseguíamos nos mexer dentro da barraca hahaha.

15/10/18 – 5º dia: levantei as 6:30, tomei café (empanadas com queijo), caminhamos até o Lago Gladys, ida e volta deve dar uns 10km. Durante o trajeto o tempo fechou diversas vezes. E ao olhar para os lados você pensa: Meu deus! Onde eu tô? Tô perdida! Se me largassem lá e falassem...volta sozinha, eu não sei o que faria! É tudo igual, rocha, pedra, rocha e assim vai! É literalmente outro mundo. Fomos até o abismo....estava bem fechado ficamos uns 30min esperando e nada...fomos no Gladys, andamos mais um pouco e nada do tempo abrir! Na montanha é isso mesmo, faz parte! Na volta tomamos banho no Rio de Ouro, a água tava gelada mas na cara e na coragem foi de boa haahhaahah. Almoçamos por ali mesmo, tinha arroz, calabresa, verduras e melão de sobremesa. Chegamos de volta ao Hotel Quati as 16h. A janta foi massa com carne e vegetais.

16/10/18 – 6º dia: Levantei as 6:00, tomei café (panqueca com queijo). Saímos as 7:30 e chegamos ao Hotel Vasillo as 12:30. Tinha começado a chover, e enquanto nós descansávamos  na barraca os meninos faziam o almoço (arroz, ovo frito, salada de batata, cenoura, milho, ervilha e maionese). Ficamos a tarde inteira literalmente descansando, estava chovendo e bateu uma preguiça gigante de sair de lá. As 18h jantamos, estava bem escuro. 19:30 fui dormir, estava muito frio.

17/10/18 – 7º dia: Acordei as 5:30, o café foi aveia com leite e sucrilhos. No meu caso eles fizeram aveia com água pois sou intolerante a lactose. É importante você informar isso na hora que contrata o trekking ok? Qualquer alergia, problema de saúde...eles precisam saber! Neste dia saímos do acampamento as 7:30, seriam pelo menos 8h de caminhada pois desceríamos a La Rampa, atravessaríamos os dois rios e chegaríamos até o acampamento base.  Chegamos no segundo acampamento (base da montanha as 10h), e as 11h estávamos almoçando (arroz, salada de ervilha, pepino, tomate, cenoura, batata, milho, repolho, atum com maionese). As 11:30 estávamos saindo novamente. Na descida todo cuidado é pouco, foi nesse dia que caí e “ralei” minha perna. No meio do caminho vimos uma cobra. Chegamos ao acampamento base as 15:45. Bom, seria a nossa última noite ali, a última noite dormindo na barraca... A janta demorou um pouco mais para ficar pronta e enquanto isso ficamos conversando e dando muita risada com os meninos da equipe. O tempo estava fechado neste dia, e como estávamos na base da montanha  não poderíamos sair dali sem saber como era a chuva do Roraima. Gente choveu...choveu muito que eu achei que “já eras” tudo que tinha dentro da barraca. Estávamos no local onde se fazia as refeições e não deu tempo nem de pensar, quando começou vento, chuva, raio, não tinha como sair dali, alagou , minha roupa ficou molhada, os pés sujos de barro.  A nossa barraca molhou um pouco, a água entrou pelo “respiro”. A sorte que tinha deixado a capa de chuva da mochila em cima dela, e protegeu bastante. Minhas botas estavam dentro de um saco plástico. O que molhou um pouco mais foi a toalha de banho e o saco de dormir.  Comemos dentro do local onde os guias estavam preparando a comida. Depois fomos dormir e continuou a chuva. Como era a última noite...a roupa ficou molhada. Não tinha o que fazer.

Bom, no café da manhã sempre tem algo do tipo: arepas,empanadas, panquecas, omelete suco, café, chá, leite com nescau, frutas como abacaxi, melão, tangerina. Eles servem um lanche da tarde que pode ser pipoca, uma bolachinha salgada, com chá, leite com nescau enfim...

18/10/18 – 8º dia: Acordei as 5:30, o café seria servido as 6:10 e saímos as 6:50. Como choveu muito na noite anterior o caminhado estava uma lama só. A bota em alguns momentos afundava e ficava bem pesada. No último dia parece que você não chega nunca no povoado de Paratepuy, é cada subida que você pensa: é a última, opa, tem mais uma e depois tem outra e assim vai. Chegamos lá era 11h, nosso motorista querido estava esperando nosso grupo com uma caixa de Polarcita. Foi a melhor cerveja que tomei na minha vida hahahahhaha. Fomos almoçar no povoado de São Franscisco, fizemos umas comprinhas por ali. Tem artesanato e a famosa pimenta com formiga. A tarde chegamos em Santa Elena. A noite fomos comer uma pizza num local ao lado do Mijo (esqueci o nome da pizzaria, mas é grudada nesse bar).

19/10/18: Bom, meu plano era na olta do Monte fazer a Gran Sabana, porém a Venezuela estava em crise. O litro da gasolina chegou a R$15 e todos os passeios foram cancelados. Fiquei ali por Santa Elena mesmo, dei uma volta na cidade pra olhar as lojinhas, porque não tem nada pra fazer ali não. Voltei pra pousada e fiquei vendo TV. Fomos jantar no Mijo´s, comi hambúrguer R$12 e tomei um suco R$7.

20/10/18: Como meu planos não deram certo, eu fui fazer um rapel com o pessoal da Waykyky Tours. A noite fomos na pizzaria ao lado do Mijo´s, comi uma lasanha por R$17 e suco R$ 5

21/10/18: Dia de voltar para casaaaaaaa....Ai vem todo aquele fluxo, taxi até Pacaraima, bus até Boa Vista, Voo até SP – POA, Bus até Passo Fundo.. Missão cumprida!!

Trajeto de Ida:

Ônibus: Passo Fundo – Porto Alegre

Voo: Porto Alegre – Boa Vista

Ônibus: Boa Vista – Pacaraima

Carro: Pacaraima – Santa Elena do Uairen

Pousadas que fiquei em Santa Elena do Uairen:

Los Pinos – R$ 50,00 quarto individual, com chuveiro com água quente e ventilador. Não tem café da manhã

Lucrecia – R$ 50,00 quarto duplo (R$ 25 por pessoa) com chuveiro com água quente e ar condicionado. Tem piscina mas não entrei. Tem filtro de água disponível aos hóspedes. Não tem café da manhã.

Pousada Nativa (ao lado do mercado Nativa) – R$ 40,00 quarto duplo (R$20 por pessoa), com chuveiro com água GELADA e ventilador. Não tem café da manhã.

Pense bem antes de subir o Monte Roraima, eu gosto dessas indiadas e em alguns momentos poderia ter sido melhor. Por exemplo: meu isolante era desses comuns, eu sentia todo o frio da pedra no meu corpo. Peguei um saco de dormir da Waykyky, para temperatura de 10 graus porque o meu era pra frio de -5 e era muito pesado. Talvez se tivesse levado o meu não teria passado tanto frio. Subi com uma cargueira de uns 10/11kg, mas se você me pedir tinha tudo que precisava dentro da mochila. Levei um carregador portátil de 500g que a bateria durou os 8 dias e ainda carregou outro celular e go pro. Leve bobagens para comer, tem hora que dá uma vontade de comer qualquer coisa que não tem lá em cima ahhahahaha, faça um estoquezinho de barrinha, chocolate, amendoim, bolachinha e tal....eu levei uma boa porção de castanha de caju e do pará, nozes, damasco dentro de um saquinho fechado e as formigas  atacaram e eu fiquei quase uma hora limpando pra tirar as bichinhas hahahahahahaha.

Sobre as roupas: leve uma roupa só para dormir, você não pode pensar em molhar esta roupa.

Não economize nas meias, caminhar com meia molhada e fedendo a carniça ninguém merece né? Coitado do coleguinha que depois tem que ficar sentindo o cheiro da tua bota podre de fedida... quando chegar nos acampamentos, lave a tua roupa, não se preocupa pq ela vai secar tá? Tome banho, não seja fresco, tá lá no Roraima e vai fazer mimimi? Toma banho gelado mesmoooo! Sintaaa na pele o que é estar lá! Tome água, bastante água sem Clorin como eu fiz! Deus é Pai e eu não tive nenhum piriri durante os 8 dias. Se liberte, ninguém que está lá tá ligando para o teu cabelo, a tua roupa, a tua unha...a busca é por outra coisa! Aproveite o tempo na montanha para refletir. Fique sozinho, acorde cedo, veja o sol nascer, durma mais tarde, fique lá fora da barraca sentindo o vento, olhando aquele céu maravilhoso. Converse, sorria,  demonstre carinho e agradeça, agradeça muito aos teus guias..pois eles levam tudo o que é necessário pra você durante esses 8 dias, não pense que eles levam 30kg nas costas porque gostam....fazem porque precisam! Valorize teu guia! Valorize teus carregadores! Eles merecem. Fica aqui meu registro destes dias que levarei pra sempre na minha memória. Obrigada ao povo Venezuelano por me receber tão bem!

Contato do pessoal que eu fui:

https://www.facebook.com/Waykyky.Extreme.Tours/

https://www.facebook.com/javiersagitar?fref=search&__tn__=%2Cd%2CP-R&eid=ARAh8isHMXqALQu3oGx6xabmaIoUKf7X-4zzXHEmt-3mz_qtv2he3qyBvXrvz0IBoeUwHMOqy0_sOwC2

https://www.facebook.com/denisson.marin

Se alguém quiser o contato no Whats é só me pedir!

Espero ter ajudadoo!!! Qualquer coisa que precisarem é só gritar..

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Parabens pela viagem, deve ser bem incrível esse lugar. To organizando com a minha namorada para irmos no próximo ano pra lá.Como que foi isso de juntar um grupo para ir, o grupo que tava organizado era amigos? Ou o guia juntou um grupo pra ir? Me cahama no whata 11 999439971, pra eu tirar mais duvidas contigo sobre a viagem.

 

Valeu

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Obrigado pelas informações, já morei em Roraima e nunca rica essa oportunidade mas agora estou indo lá e vou preparado, vc pode me chamar no whatss? 11989344819

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