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Roteiro África do Sul (21 dias)

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INFORMAÇÕES GERAIS (2018)

Visto: dispensa de visto por até 90 dias

Passaporte: deve ter validade de pelo menos 1 mês da data do retorno ao Brasil

Vacinas:  exige vacina de febre amarela

Quando ir: o ano inteiro

Capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capitaladministrativa e Bloemfontein é a capital judiciária

Moeda: Rande (R)

Idioma oficial: 11 línguas oficiais, entre elas o inglês

Cod. telefone: +27

Padrão bivolt: 230V

Tomadas: C, D, M, N

Principais operadoras telefônicas: vodacom (data), MTN, Cell C e Telkom 

Empresas aéreas low cost: Kulula, Mango, Fly Safair (não é boa)

 

VISÃO GERAL DA ÁFRICA DO SUL

Os principais lugares para se conhecer na África do Sul são Cape Town, Rota Jardim, Rota Panorâmica, safáris e Johannesburgo, sendo que a rota panorâmica e safáris estão próximos a Johannesburgo (também chamada de Gauteng).

 

A Rota Jardim é ruma rota cênica que inicia-se em Cape Town até Port Elizabeth ou vice-versa. No caminho, passa-se por varias cidadezinhas, que guardam seus principais pontos turísticos: Stellenbosh e Franschhoeck (vinícolas), Gansbaai (mergulho com tubarão na gaiola), Outdshoorn (fazenda de avestruz e cango caves), Knysna (the heads), Plettenberg  Bay (Storms River National Park e Reserva Robberg), Tsitsikamma Park (face adrenalin: maior bung jumpee de ponte do mundo).

 

A Rota Panorâmica (ou Panorama Route), por sua vez, é um caminho ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo, em Mpumalanga, e que guarda paisagens incríveis. Está a apenas 1h30min do Kruger Park. A ideia é fazer o pernoite na cidadezinha de Graskop e reservar um a dois dias para percorrer a região. 

 

SOBRE OS SAFÁRIS

02 dias inteiros de safári são suficientes. Não conte o dia da chegada e da partida; gasta-se cerca de 7h de carro ou 1h de avião. Então isso geralmente soma 4 dias no total: 1 para ir + 2 no parque + 1 para voltar. Quem tem pouco tempo, pode apertar em 3 dias: sai cedo e já faz um safári noturno no dia da chegada + 1 dia de safári inteiro + safári de manhã e partida.

 
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O Kruger Park é um parque nacional e dentro dele estão vários acampamentos, sendo o Skukuza um dos principais por sua infraestrutura (restaurante, lojas, mercadinho, piscina e museu). Dentro do parque há varias estradas devidamente demarcadas, onde os turistas podem fazer os self drives ou os safáris organizados pelo local. 

 

Também pode-se optar pelos game reserves, que são estabelecimentos privativos, ao redor do Kruger, e em sua maioria lodges de luxo e, obviamente, mais caros. Neles, diz-se que os safáris são mais rústicos, já que não percorrem as estradas já abertas, como ocorre no Kruger.

 

Optamos pelo parque nacional e não nos decepcionamos. Vimos vários animais na beira da pista e quatro dos chamados Big Five, os animais mais difíceis de serem visualizados. 

 

Melhores lugares dentro do parque: Skukuza, Pretoriuskop.

 

Melhores lugares fora do parque: Hazyview, Sabie Sand Game Reserve (Elephants Plains Game Lodge).

 

SUGESTÃO DE ROTEIRO

05 dias: Cape Town

05 dias: rota jardim

02 dias: Johannesburgo

03 dias: Safari

02 dias: rota panorâmica 

 

PONTOS TURÍSTICOS DE CAPE TOWN

 

Cidade do Cabo City Sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia

 

Restaurante La Colombe (necessita reserva) 

 

Degustação de cervejas: Devil’s Peakn, Beer House, Woodstock Brewery

 

St. George catedral (ao lado do Company´s Garden)

Horário: 9-13h

Gratuito

 

Company´s Garden

Horário: todos os dias de 7-19h (inverno) e 7:30-20:30h (verão)

Gratuito

 

Jardim Botânico Kirstenbosch

Horário: todos os dias de 8-19h

Preço: R65 (R$19)

 
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Jardim Botânico Kirstenbosch

Long Street (a noite): Bar Beerhouse

 

Truth Coffee Roasting - indicado como melhor café do mundo pelo The Telegraph

 

V&A Waterfront: complexo de lojas, bares e restaurantes

 

Robben Island  

Horário: 9h, 11h, 13h, e 15h

Preço: R360 (R$102); obs.: onde Mandela ficou preso (passeio dura 4h); o passeio sai do W&A Waterfront

Obs.: procure fazer o passeio nos primeiros dias, pois este depende de condições climáticas.

 

Boates: Boate 31 e Shimmy Beach Club

 

Table Mountain

Horário: todos os dias de 8-13h

Preço: R330 (R$93); obs.: ir de manhã por causa do tempo

Obs.: fora o funicular, a Table Mountain possui várias trilhas, que podem ser percorridas em 1h30min, 3h e até 4h. Percorremos a trilha Índia Venster, que durou 3h, com paisagens imperdíveis. Apesar de ser classificada como difícil, esta trilha pode ser feita por qualquer pessoa, que não tenha medo de altura e algum preparo físico. 

 

 
 
 
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Escalada da Table Mountain

A Renata Sarzi, do A Dream Overland, classifica as trilhas da seguinte forma:

 

Platteklip Gorge

Tempo: Pelo menos 1h30 (subida) e 1h (descida) Grau de dificuldade (fôlego): Pesado (subida) e leve (descida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Chata Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito

 

India Venster

Tempo: 3h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado a pesado (subida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve a moderado Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito

 
Skeleton Gorge

Tempo: 4h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado (trilha bem longa) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Jardim Botânico Kirstenbosch Custo: $$$$$ Entrada no Jardim Botânico (cerca de R60)

 

Signal Hill (ao lado do bairro Bo Kaap): ir no pôr do sol (estação de ônibus mais próxima é Kloof Nek)

 
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Signal Hill

Galileo Open Air Cinema

Horário: os portões abrem de ter-sex as 17h e sab-dom as 16h; o cinema começa entre 19:30-20:30h; cinema ao ar livre

Preço: R105 (R$31)

 

Gold Restaurant

Jantar com danças típicas: R380 (R$110)

 
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Jantar no Gold Restaurant

Castelo da Boa Esperança 

Horário: tour guiado 11:00 | 12:00 | 14:00 | 15:00 | 16:00; troca de guarda seg-sex de 10-12h

Preço: R50 (R$15)

 

District Six Museum

Horário: seg-sab de 9-16h

Preço: R55 (R$16)

 

Cape Point

Horário: 9-17:30h

Preço: R147 (R$43) e funicular  R70 (R$21 ida e volta) ou R55 (R$16 só ida)

 
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Cabo da Boa Esperança

Dia 01: The Old Biscuit Mill Market (só aos sábados), Robben Island, V&A Waterfront; cinema ao ar livre; balada a noite

 

Dia 02: St. George catedral (ao lado do Company’s garden), Company´s Garden, Castelo da Boa Esperança, Jardim Botânico Kirstenbosch, degustação de cerveja na Beerhouse a noite

 

Dia 03: District Six Museum, bairro Ko Baap, Signal Hill (por do sol)

 

Dia 04: table mountain, praia de camps bay (fim de tarde) e clifton beach; jantar no Gold Restaurant

 

Dia 05: vá por Hout Bay; Chapman’s Peak; Cabo da Boa Esperança; Cape Point; Boulders Beach (alugue um carro)

 

VINÍCOLAS

Groot Constantia (mais antiga vinícola)

Horário: todos os dias de 9-17h

Preço: R145 (R$42); obs.: a 15 min de Cape Town

 

Stellenbosh (42 minutos de Cidade do Cabo): principal cidade do circuito de vinícolas da África do Sul, Stellenbosh é uma cidade universitária, com um centrinho bonito, agitado e cheio de bons cafés, bares e restaurantes. Existem dezenas de (ótimas) vinícolas pela região.

 

Franschhoeck (40 minutos de Stellenbosh): uma cidade bem pequenininha, situada no meio de um vale de montanhas. Bem romântica e ideal para descansar e para quem gosta de vinhos e belas paisagens. Os restaurantes também são muito bons.

 

Aqui pode-se encontrar o Wine Tram, um passeio em ônibus e trem, que percorre varias vinícolas da região, dependendo da linha que se escolhe, no momento da compra. São 08 linhas classificadas por diferentes cores e cada uma apresenta diferentes roteiros. Ideal para quem não quer ficar bebendo e dirigindo entre uma vinícola e outra. Esta foi nossa opção e adoramos. 

 
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Vinícola da rota da Wine Tram

ROTA JARDIM - Gansaai, Cabo das Agulhas, Oudtshoorn, Knysna, Tsitsikama/Storms River Plettemberg Bay 

obs.: algumas das informações abaixo foram retiradas do site I Love Trip.

Gansbaai (1h40min de Franschhoeck) – mergulho com tubarões: esse é o melhor lugar para você fazer o incrível mergulho com tubarão branco da África do Sul. Não deixe de incluir esse passeio no seu roteiro de viagem.  Quanto tempo: manhã. 

 

Existem várias empresas que realizam este passeio em Gansbaai, são elas:

Great White Shark Tours

Marine Dynamics

Shark Diving Unlimited

White Shark Ventures (R1750 ou R$488; nossa escolha e super recomendo)

White Shark Projects

White Shark Diving Company

African Shark Eco Charters

 

Obs.: caso não seja possível a visualização de tubarões, já que o local é apenas rota para esses animais, algumas escolas disponibilizam voucher para re-agendamento em outro dia.

 

Cabo das Agulhas (1h20min de Gansbaai) – o Cabo das Agulhas marca o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, estando junto a um Farol, que também pode ser visitado.

 
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Cabo das Agulhas

Outdshoorn (3h45min de Cabo das Agulhas) – muitos fazem um desvio na Garden Route para ir até Outshoorn, a capital mundial do avestruz, com diversas fazendas de avestruzes. Esse desvio só vale a pena se você fizer questão e tiver tempo. A principal atração turística da cidade é a Cango Caves, cavernas com tour para visitação.

 

Fazenda de Avestruz

Preço: R258 com almoço (R$67); tour parte de 8-16 e almoço de 11-14h

 

Cango Caves

Horário: 9-15:30h; o passeio dura 60 minutos (Heritage Tour) ou 90 minutos (Adventure Tour); a temperatura é de 18o

Preço: R120 (R$34) ou R180 (R$51)

 
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Cango Caves

Knysna (1h40min de Outdshoorn) – uma das cidades mais importantes para o turismo na África do Sul, Knysna (a pronúncia é “Naisna”) tem um charme e elegância com seus morros de calcário e a lagoa formada pelas águas do Oceano Índico. Um píer charmoso, além de mirantes, passeios e bons hotéis e restaurantes tornam o lugar bastante agradável. Knysna também é conhecida como a capital mundial das ostras.

 

Plettenberg  Bay (30 min de Knysna) – uma das principais cidades turísticas da África do Sul que não pode ficar fora do seu roteiro. A cidade praiana é super charmosa, com bons restaurantes e hotéis e vistas incríveis do mar para observação de golfinhos; e ainda, com dois parques imperdíveis. Base para visitação das reservas Robberg e Storms River e para o salto de bung jumpee.

 

Reserva Robberg

Horário: 7-20h

Preço: R50 (R$14)

 

Storms River National Park 

Horário: 6-22h

Preço: R290 (R$81), incluídos passeio de caiaque, trilha até a ponte suspensa e trilha ao topo da montanha (1h30min).

Obs.: Você também pode dormir em um dos alojamentos do parque (faça essa escolha como base para visitação da Reserva Robberg, Storms River e bung jumpee).

 

Face Adrenalin (bungee jump) – nessa região fica uma das atrações turísticas mais conhecidas da África do Sul, o mais alto bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros. O visual é incrível com muito verde e o Oceano Índico ao fundo. Quanto tempo: meio dia.

Horário: 9-16h

Preço: R1000 (R$290) + R400 (R$112 foto e vídeo)

 

Port Elizabeth (45min de Tsisikamma) – é uma cidade banhada pelo Oceano Índico, colonizada pelos ingleses e com grande valor histórico. Com praias, comércios e vida própria, a cidade é procurada para o turismo na África do Sul e é ponto de partida para iniciar ou finalizar a Garden Route. Se quiser conhecer mais a cidade fique um dia.

 

Obs.: em Port Elizabeth, na reserva Dorkin, pode-se visitar a Escultura da Fila da Votação, que marcou a primeira eleição democrática do país, gratuitamente.

 

PONTOS TURÍSTICOS DE JOHANNESBURGO

É necessário pegar um avião de Port Elizabeth para Johannesburgo (R$350).

 

Joanesburgo City sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia; Ticket office: Tyrwhitt Avenue pedestrian zone, next to Hamleys; 9-19h

 

Museu do Apartheid

Horário: todos os dias de 9-17h

Preço: R95 (R$28)

Obs.: reserve ao menos 3h para visitação.

 

Soweto (bairro onde morou Mandela – passeio de bike)

Preço: R515 (R$150 por 2h)

 

Nelson Mandela Square e Sandton City: um grande complexo comercial em uma das regiões mais desenvolvidas de Johannesburgo

 

Constitution Hill (prisão onde ficou Mandela)

Horário: todos os dias de 9-17h

Preço: R60 (R$18)

 

Obs.: contratamos o serviço do guia Ruben, de Moçambique e que fala português. Ele cobrou o valor de R500 (R$140) por pessoa para percorrer os principais pontos turísticos da cidade de 9-16h, com parada para o almoço (não incluído no valor). Contato: +27 73 157 2611 / +27 60 507 4039.

 

HOSPEDAGENS DA VIAGEM AVALIADAS POSITIVAMENTE

 

Melhores bairros em Cape Town: Green Point, Waterkant e Beira mar 

 

Hospedagem em Cidade do Cabo - The Greenhouse Boutique Hotel

 

Hospedagem em Ganssai - 28 Kolgans

 

Hospedagem em Outdshoorn - Karoo Retreat

 

Hospedagem em Plettenberg  Bay - Riverclub Villa 4200 (melhor hospedagem da viagem)

 

Hospedagem em Graskop - Blyde Lodge

 

Hospedagem em Johannesburgo (pernoite para retorno ao Brasil) - Europrime Guesthouse (café e transfer gratuito)

 

Obs.: os carros foram alugados pela rentalcar.

 

SAFARI (O QUE LEVAR)

- Repelente: Use na pele exposta e nas roupas também. O mais eficaz é o repelente à base de dietiltoluamida (DEET). É importante reaplicá-lo a cada 3 horas (no caso de concentração de 20%), 6 horas (concentração de 30%) ou 12 horas (50% de DEET). Atenção! O repelente deve ser aplicado DEPOIS do filtro solar.

 

- Use roupas que protejam todas as áreas do corpo, com mangas compridas, calças compridas, roupas soltas, e sempre use meias (sei que às vezes pode estar calor… Mas tente!!!). Pulverize as roupas com permetrina (presente em inseticidas e repelentes) para reduzir o risco de mordida através da roupa. O site Extreme UV vende camisas anti-mosquito e com proteção UV (super frescas no calor).

 

- As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais; não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo.

 

PONTOS TURÍSTICOS DO BLYDE RIVER CANYON

 

1. Lisbon Falls: 8-17h; R10 (R$3) e Berlim Falls 2. Bourke’s Luck Potholes: 7-17h; R63 (R$18) 3. Three Rondavels: 7-17h; R30 (R$9) 4. God’s Window: 7-17h; R17 (R$5) 5. The Pinnacle Rock: 7-17h; R17 (R$5)

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Three Rondavels
 
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Bourke’s Luck Potholes

Uma dica de restaurante na rota é o Kadisi Restaurant, dentro do Forever Blyde Canyon Resort; serve comida africana e tem uma vista espetacular. O restaurante está ao lado da Three Rondavels.

 

MERGULHO EM UNKOMAAS (40min de Durban)

Para quem pratica mergulho, em Unkomaas é possível mergulhar com os tubarões sem gaiola. A experiência é incrível. Esse mergulho é chamado de Baited Dive.

 

Contratamos o serviço da Blue Ocean Dive, que nos fez um pacote com 04 mergulhos (tubarão, naufrágio e dois arrecifes), todo o equipamento, transfer, café da manhã e hospedagem para 02 dias por R$1.500 por pessoa.

 

A estrutura do local é absurda. Trata-se de um prédio onde estão alocados o hotel, restaurante e dive center. 

 

É necessário ser mergulhador avançado com o mínimo de 30 mergulhos. Isso porque é realmente um mergulho bem independente. A DM repassa as informações e você cuida de si e do seu dupla dentro da água. 

 
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    • Por Breno Alves Neves
      Boa tarde, Galera.
      Estarei realizando está trip para Cape Town do dia 19 a 30 de julho agora. 
      Gostaria de saber quantos rands levar por dia para gastos com alimentação e passeios? (Sem considerar hospedagem e café da manhã, pois está incluso na diária do hostel)
      E quem estiver por lá nestas datas aí, é só dar um toque pra fazermos algo.
       
      Desde já, agradeço!
    • Por Karen M.
      Olá galera mochileira,
      Volto aqui para tentar retribuir de alguma forma toda a informação que aqui consegui. Este foi meu 1º mochilão e graças a esta plataforma me senti segura para montar todo o meu roteiro e ir de forma (quase) completamente independente. Vocês fazem parecer tão fácil!!! E foi! E foi uma delícia também!
      *já faz um tempo que comecei a escrever esse relato e tinha abandonado por causa de correrias da vida, mas quero terminar antes que o facebook pare de me lembrar que eu fiz essa viagem foda há 1 ano!
      PARTE 0 - Planejamento e preparativos
      Viajar ao continente africano sempre foi um de meus maiores sonhos e ele começou a se tornar verdade há 4 anos, quando ouvindo uma discussão sobre quanto se gastaria para assistir a 1ª fase da copa do mundo na Rússia eu pensei “com esse dinheiro vou conhecer a África”. E eu tinha a companhia perfeita: minha grande amiga (e na época roommate) Camila estava disposta a encarar a aventura comigo, se eu provasse a ela que viajaríamos por 1 mês com relativo conforto e não gastaríamos mais de R$10mil... E eu provei!
      *imprevisto: a viagem ficou mais cara (não dá pra comparar dólar de 2014 com de 2018!), durou 39 dias e incluiu aventuras que até agora não acreditamos que vivenciamos!
      (Parênteses: certeza que é possível fazer este roteiro gastando menos, mas tínhamos algumas premissas que não queríamos abrir mão. Estas seriam as primeiras férias em algum tempo para nós 2 e já estávamos em ritmo de corta-tudo-e-tira-leite-de-pedra para economizarmos para A viagem, então queríamos ter algum conforto e, muito importante: queríamos tomar cerveja todo final de tarde! :D)
      Logo no início das pesquisas a África do Sul se mostrou o país que melhor se encaixava nos nossos planos, seja pelo custo benefício ou mesmo pela facilidade de encontrar informações. Nem sempre nossa ideia foi de planejar tudo e ir sozinhas, até mesmo pelo fato de que nenhuma de nós 2 dirige, e lendo (milhares de) blogs, cheguei ao site Pangea Trails, de um cara que tem um roteiro de van por todo o país que dura 21 dias. Esse era o plano inicial. Chegada a época que íamos realmente afinar tudo e colocar o plano em prática, os custo deste pacote já estava tomando quase todo o nosso orçamento e começamos a pesquisar a coisa toda independentemente, mas ainda assim com o roteiro dele como base, pois já sonhávamos com muitos locais por onde a Pangea Trails passava.
      Tínhamos então os locais que queríamos passar e mais ou menos definidos quantos dias ficar em cada um, quando a história começou a tomar outro rumo: um perfil de turismo da África do Sul que eu seguia no instagram, publicou por 5 dias seguidos fotos da Otter Trail, uma travessia de 5 dias e 4 noites que acompanha a costa selvagem do Tsitsikamma National Park através de paisagens cênicas e eu fiquei completamente obcecada. Pronto! A paisagem era tão espetacular que eu tinha que presenciar aquilo!
      E eu devo ser muito mais persuasiva do que imagino, pois eu, que de travessia tinha apenas feito a Salcantay para Macchu Picchu, mas que contava com uma equipe que levava a bagagem mais pesada e provia comida e acampamento (foi um esquema meio princesa mesmo), queria levar comigo nesta trilha totalmente independente a minha amiga Camila, que nunca tinha feito trilha na vida. Bom, nem sei bem como, mas a convenci!
      Foi a primeira reserva que fizemos. E quase choramos de emoção quando recebemos a confirmação!
      A questão é que esta é uma trilha bem exclusiva e as reservas se esgotam com cerca de 1 ano de antecedência, pois apenas 12 pessoas por dia podem percorrê-la. Comecei a monitorar o site do parque e checar todas as condições de tempo e maré (o caminho inclui algumas travessias de rio que podem ser bem perigosas a depender da maré do dia) para conseguir a data ideal para as nossas férias.
      Feito isso, o resto da viagem começou a se desenhar melhor em torno da trilha. Alguns destinos que queríamos tiveram que ser cortados, pois a logística para a Otter Trail precisava de 6 dias da nossa viagem. Numa destas decisões, cortamos Drakensberg, pois esta parada era principalmente para fazermos algumas trilhas e este assunto já estaria muito bem garantido!
      Na sequência compramos as passagens, fechamos o overland tour para o trecho que passaria pelo Kruger Park e a Suazilândia e compramos nosso ticket de ônibus Baz Bus.
      A Baz Bus oferece um serviço de vans que funcionam no estilo hop-on hop-off com foco em mochileiros que atravessam o país, recolhendo os passageiros na porta do hostel e deixando no seu próximo destino. A logística é bem bacana e a rota vai desde Joanesburgo até Cape Town, com paradas obrigatórias em Durban e Port Elizabeth, pois as vans só circulam de dia. Eles têm uma lista de hostels que são atendidos pelo roteiro e diversas opções de tickets, a depender da quantidade de dias que se quer viajar, se viaja apenas em uma direção, etc... O valor dos tickets não é muito barato, mas pela comodidade e segurança achamos que valeu a pena. Quando já estávamos lá ficamos sabendo de outra empresa que presta o mesmo tipo de serviço, tem uma rota semelhante e parece ser um pouco mais barata, a Mzansi.
      O roteiro então ficou mais ou menos assim:
      10.03 a 15.03.18 Chegada por Joanesburgo e estadia em Maboneng; 16.03 a 22.03.18 Overland pela região do Kruger Park, Rota Panorâmica, Suazilândia, Greater St Lucia, chegando a Durban; 23.03 a 01.04.18 Seguimos de Baz Buz pela costa passando por Coffee Bay, Chintsa, Port Elizabeth e Jeffreys Bay até Storms River; 02.04 a 06.04.18 Estabelecemos base em Storms River para percorrer a Otter Trail; 07.04 a 10.04.18 Seguimos novamente de Baz Buz pela Garden Route passando por Wilderness e Mossel Bay; 11.04 a 16.04.18 Exploramos Cape Town, de onde voltamos para São Paulo.
      mapinha das nossas andanças....
      MEDICINA DO VIAJANTE
      Já tinha lido algumas vezes sobre este serviço público (e totalmente gratuito) de avaliação e orientação de acordo com o local de destino e áreas de risco para doenças, mas nunca tinha utilizado. Resolvi testar e não me arrependi!
      O atendimento em São Paulo é no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o agendamento é feito por e-mail.
      No dia da consulta é necessário levar documento com foto e carteira de vacinação. Então começa uma entrevista na qual você conta qual o destino e as características da viagem, com a maior quantidade de detalhes possível. Daí eles te dão todas as orientações em relação à sua saúde durante a viagem e atualização de vacinas.
      Aproveite para tirar todas as dúvidas! Saindo da consulta já te encaminham para as vacinas e pronto. Quem precisa do Certificado Internacional de Vacinação da Febre Amarela (CIVP) deverá antecipadamente acessar o site da Anvisa para realizar seu pré-cadastro, necessário para a emissão da CIVP.
      A preocupação principal da maioria das pessoas que viaja à África do Sul, em especial à região do Kruger, é em relação à malária. Não existe vacina e a melhor profilaxia é evitar o contato com o mosquito através de barreiras físicas (roupas protegendo a maior parte do corpo, tela mosquiteira sobre a cama, etc..). Existe também um repelente (exposis) que foi recomendado e também os comprimidos, embora não tenham garantia total.
      A orientação que recebi foi: usar o repelente para a pele e para a roupa (existe um spray específico para passar na roupa e dura algumas lavagens) e tomar os comprimidos (aqui vale uma observação que o médico só indicou os comprimidos pois passaríamos pelas regiões de incidência no início da viagem e depois ainda teríamos um período longo antes de retornar ao Brasil, passando por áreas remotas e o receio era termos qualquer sintoma e não conseguirmos atendimento imediato.. se fossemos apenas ao Kruger e voltássemos em seguida, o médico não indicaria o remédio porque em qualquer emergência conseguiríamos atendimento fácil em SP).
      O que de fato aconteceu: levamos o exposis, mas não comprei o spray para roupa e tomamos os comprimidos que compramos em uma farmácia em Joanesburgo (parece que o melhor é comprar no próprio aeroporto, mas esquecemos e enfrentamos uma pequena burocracia para conseguirmos o remédio, que é controlado e não é barato). No início do overland, o guia fez um terrorismo de que nenhum repelente trazido de países que não tem malária é eficaz e sugeriu comprar outro, o peaceful sleep, que acabamos comprando também. Não sei se foi o remédio ou a mistura disso tudo com sol e suor, mas tive uma alergia forte na pele (rosto, pescoço e costas) que só foi sumir mesmo em Cape Town. Camila ficou enjoada nos primeiros dias do overland, o que logo relacionamos com o remédio também.
      Para mais informações sobre a Medicina do Viajante: http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
      MOCHILA, O DRAMA...
      A principal dificuldade neste tema foi: precisaríamos de uma mochila que aguentasse o tranco e boa o suficiente para utilizar na trilha (tenho problema na cervical e essa era minha maior preocupação) e isso costuma ser bem caro! No final das contas: uma amiga que estava de mudança para a Austrália tinha uma mochila usada Trilhas & Rumos Crampon 72L e deu pra gente. Camila acabou ficando com esta, pois eu não queria uma mochila tão grande. Outra amiga ofereceu a mochila dela emprestada, uma Deuter Futura Vario 45 + 10, que eu me neguei a pegar até quase a véspera da viagem. Mas de tanto ela insistir e de tanto faltar dinheiro, aceitei..
      Resultado: olha, quando estava pesquisando pra comprar uma cargueira pra esta viagem, li muita coisa positiva sobre a T&R, então simplesmente não sei dizer o que aconteceu, mas a mochila praticamente se desfez durante a viagem. Na arrumação ela já rasgou um teco (o que levou Camila ao desespero antes mesmo da gente ir pro aeroporto) e no restante da viagem ela se rasgou inteira! Tentamos remendar com um bocado de fita e nada adiantou... enfim, outro ponto fraco que percebi é que ela ficava visivelmente desestruturada nas costas. Quanto à que eu levei, ela foi perfeita. Nas 1ªs horas da trilha precisei fazer alguns ajustes, mas ela segurou bem!
      O que levei:

      Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      7 calcinhas 2 pares de meia para trilha 3 pares de meia de algodão 2 sutiãs 2 tops 2 biquinis 2 calças legging 1 calça-bermuda 1 calça jeans 2 camisetas dryfit 7 camisetas 1 blusa térmica (fleece) 1 jaqueta impermeável 2 blusinhas manga longa 1 shorts de corrida 2 shorts 1 saia jeans 2 vestidos 1 pijama 1 canga de praia 2 lenços 1 toalha microfibra 1 capa de chuva 1 chinelo 1 sandália kit de higiene / cuidados pessoais maquiagem básica kit primeiros socorros (com umas coisas bem específicas pra trilha, mas que não precisamos usar.. ufa!) saco de dormir lanterna de cabeça + pilhas 2 cantil + tabletes para purificação da água 1 canivete 1 bastão de trilha 1 capa protetora mochilão (comprei uma Arienti www.territorioonline.com.br/bolsa-para-transporte-arienti-m para despachar a cargueira, que até por ser emprestada merecia um cuidado mais especial e também porque precisávamos de uma bolsa pra deixar nossas coisas no hostel durante a trilha) 1 binóculo Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      leite em pó (levei em saquinho zip lock apenas o necessário pra preparar 5 canecas de manhã) *confesso que quando estava separando o leite em pó no saquinho pra levar na mochila me bateu uma sensação mega ruim de que aquilo podia dar muito errado no aeroporto, mas deu em nada não... toddy (2 colheres de sopa / dia - levei em saquinho zip lock) geléia (aquelas individuais de cestas de café da manhã) castanhas semente de girassol cuscuz marroquino (em zip lock) quinoa (em zip lock) arroz + lentilha (em zip lock) temperos: sal (aqueles saquinhos de restaurante), pimenta do reino (não vivo sem!), azeite barras de cereais e proteínas 2 pratos plásticos rígidos, 1 caneca alumínio + kit talher de plástico Esta lista era basicamente para o meu café da manhã (com alguns itens complementares que compraria fresco na véspera da trilha) e jantar para nós 2! A Camila levou com ela o que iria precisar para o café da manhã dela e levaria o kit de panela.
      Além disso levei uma pequena mochila de ataque (aquelas dobráveis da decathlon, que viram uma bolinha compacta) com pasta completa de documentos e comprovantes de reservas impressas, bloco de anotação, travesseiro de viagem (meio dispensável pra mim, mas até que garantiu um conforto quando acampamos), carregador de celular, 2 power banks, câmera (uma véia digital que tenho, levei mais como garantia se a memória do celular faltasse).
      Acho que foi isso. A maioria das coisas que não tiveram utilidade durante a viagem foi levada por alguma indicação específica para a trilha e não acho que deixaríamos de levar (mesmo sabendo agora que não usamos), pois poderiam ter sido necessárias.. mas confesso que daria pra ter cortado umas peças de roupa e a sandália.... No final deu isso aí..

      mochila pronta...
      O relato diário irei postando em partes para não ficar tãããão comprido... Até!
    • Por deiselourenco
      Apresentando...
      Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá.
      Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue.
      Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância!
      Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois).
      Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs).
      Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional.
      Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo.
      Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue.
      Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN.
       
      roteiro.mp4
      Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois.
      Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja:
      07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo
      08/03 São Paulo -- Joanesburgo
      09/03 Joanesburgo
      10/03 Joanesburgo
      11/03 Joanesburgo -- Windhoek
      12/03 Windhoek - Sossusvlei
      13/03 Sossusvlei
      14/03 Sossusvlei -- Windhoek
      15/03 Windhoek -- Cape Town
      16/03 Cape Town
      17/03 Cape Town
      18/03 Cape Town
      19/03 Cape Town
      20/03 Cape Town
      21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls
      22/03 Victoria Falls
      23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo
      24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília
      Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis.
      Relato dia-a-dia
      Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui.
      A seguir...
       
    • Por Denise Barreto da Silva
      Na África do Sul, a natureza sempre nos surpreende! neste país, é possível, através de empresas sérias, ir até o habitat dos tubarões brancos e observá-los. Dá pra aproveitar a ida à Cidade do Cabo para tentar ver estes incríveis animais. O mais importante disso, é saber que neste tour nenhum animal é ferido. Confira o post https://chicaslokas.com.br/2018/09/19/uma-aventura-entre-os-tubaroes-na-africa-do-sul/

    • Por gabeeiro
      Olá, pessoal.
      Estou indo com três amigos para África do Sul mês que vem. Ficaremos 13 dias ao total. 
      Começamos a viagem em Joanesburgo. A ideia seria alugar um carro até o Kruger, depois retornar até Joanesburgo e ir até Port Elizabeth de avião.
      Lá fazer a Garden Route até Cape Town.
      Vocês acham que vale muito a pena ir até o Kruger ou seguindo até Cape Town conseguimos fazer outros safáris legais?
      Como é um tempo pequeno para a viagem, poderíamos seguir direto de Joanesburgo para Port Elizabeth.
      Muito obrigado!
       


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