Um grupo de ciclistas percorreu no dia 16 de julho oitenta quilômetros de estrada rurais dos municípios de Tijucas do Sul - PR e Campo Alegre – SC. O objetivo era atingir a Serra do Quiriri e retornar ao centro da cidade ainda no mesmo dia.
A largada do passeio aconteceu às 08:20hs, no Centro de Tijucas do Sul. Não havia previsão de chuva e a temperatura era convidativa à tal intento.
A rota escolhida para ida passava pelos bairros Centro, Xaxim, Ribeirão do Meio, Ambrósios, Ingá, São João do Piraí e Piraí, até chegar a comunidade do Postinho. Esta última é uma das mais distantes do centro da cidade, localizando-se a cerca de 26 quilômetros da sede municipal.
A estrada passa por plantações, trechos de mata preservada e reflorestamentos de Pinus. A prática deste reflorestamento é marcante em boa parte do trecho e reflete a degradação que vem ocorrendo à flora e fauna nativos. Também é característica do trecho percorrido a quantidade de subidas e descidas, onde a velocidade máxima atingida foi de 62km/h. Desta forma é importante atentar aos equipamentos de segurança como também à manutenção preventiva das bikes. Rios e igarapés são freqüentes e podem ser usados para abastecer as garrafas.
Com a chegada no Postinho por volta de 10:15hs, o grupo repôs as energias com um breve descanso e apetitoso lanche. Durante o descanso os ciclistas puderam conversar com o Prof. José Hamilton Claudino, importante biólogo e estudioso do Caminho dos Ambrósios e que rumava à nascente do Rio Negro (rio que divide os estados de Santa Catarina e Paraná).
Após a travessia do Rio Negro, o grupo formado por Gerson, Marcos, Diego e Paulo, acompanhados pelo motociclista Eduardo Ely, partiu rumo à Serra do Quiriri. Em cinco quilômetros de forte subida, a estrada parte de 860 para 1360 metros de altitude, testando o preparo físico dos atletas.
A beleza da paisagem, o vento e a temperatura retribuem o esforço empregado até o momento . Sendo assim, a equipe volta à comunidade de Postinho para novo ingresso em Santa Catarina pela comunidade de Rodeio Grande. A estrada neste trecho acompanha o Rio Negro. A umidade e o frescor do rio, além de uma estrada bem conservada e com boas descidas são um atrativo para os ciclistas.
A estrada ingressa novamente ao Paraná com uma nova travessia pelo Rio Negro. A comunidade de Papanduva é a primeira em Tijucas do Sul. Na sequência a estrada passa por Cangoera e Salto da Boa Vista, para novamente chegar ao centro da cidade.
O passeio encerrou-se às 17 horas.
Depoimento
Diego Marmentini
Olá pessoal
Meu nome é Diego, e curto muito pedalar aqui em Tijucas do Sul, acho que a cidade oferece estradas ideais para a prática da Mountain Bike, não somente porque são calmas, mas porque oferecem lindas paisagens, desde trechos planos (os quais somos habituados a pedalas semanalmente) desde trechos ingremes, e aqui devo ressaltar as pedaladas até a Serra do Araçatuba e a Serra do Quiriri, distantes respectivamente 25 e 35 quilômetros da cidade. Ainda somos uma turma pequena no pedal, o que na minha opinião é uma pena, pois a prática do ciclismo foi e esta sendo muito boa para a saúde, digo pena, porque ainda a população não tomou consciência do tanto que perde não pedalando pelas estradas do interior da cidade na forma de prática esportiva.
Semana passada foi realizada uma pedalada de mais ou menos 80 quilômetros, o destino seria a Serra do Quiriri, saímos de manhã por volta das 8:30 do centro da cidade (Eu, Gerson Melo, Paulinho, Marcos Wimmer e Eduardo Ely) passamos pelo Postinho. A pedalada foi pessada, tanto é assim que somente um dos ciclistas conseguiu permanecer em cima da bike durante a subida da Serra devido o aclive e a estrada cheia de pedras soltas. Posso dizer que foi uma boa aventura, que contou com preparo físico, mas o mais importante foi a determinação do grupo, palavra que nosso amigo Paulinho fez uso quando foi pego de surpresa por uma dor no tornozelo direito.
A descida da Serra foi uma aventura a parte, a subida que durou quase duas horas seguiu de uma descida de apenas 15 minutos, que exigiu freios bem regulados, prova disso é a temperatura dos discos de ambas as rodas que estava nas alturas devido o atrito e o uso constante.
Na volta passamos novamente pelas localidades de Postinho, mas tomamos o caminho pelo Cangoera e Papanduva passando rapidamente pela cidade de Campo Alegre.
Mais duro foi o trecho final pelo Salto da Boa Vista que contou com uma subida desafiadora dado a exautão física até ali.
Colegas do pedal, obrigado pela aventura e que venham outras mais...grande abraço!!!
Um grupo de ciclistas percorreu no dia 16 de julho oitenta quilômetros de estrada rurais dos municípios de Tijucas do Sul - PR e Campo Alegre – SC. O objetivo era atingir a Serra do Quiriri e retornar ao centro da cidade ainda no mesmo dia.
A largada do passeio aconteceu às 08:20hs, no Centro de Tijucas do Sul. Não havia previsão de chuva e a temperatura era convidativa à tal intento.
A rota escolhida para ida passava pelos bairros Centro, Xaxim, Ribeirão do Meio, Ambrósios, Ingá, São João do Piraí e Piraí, até chegar a comunidade do Postinho. Esta última é uma das mais distantes do centro da cidade, localizando-se a cerca de 26 quilômetros da sede municipal.
A estrada passa por plantações, trechos de mata preservada e reflorestamentos de Pinus. A prática deste reflorestamento é marcante em boa parte do trecho e reflete a degradação que vem ocorrendo à flora e fauna nativos. Também é característica do trecho percorrido a quantidade de subidas e descidas, onde a velocidade máxima atingida foi de 62km/h. Desta forma é importante atentar aos equipamentos de segurança como também à manutenção preventiva das bikes. Rios e igarapés são freqüentes e podem ser usados para abastecer as garrafas.
Com a chegada no Postinho por volta de 10:15hs, o grupo repôs as energias com um breve descanso e apetitoso lanche. Durante o descanso os ciclistas puderam conversar com o Prof. José Hamilton Claudino, importante biólogo e estudioso do Caminho dos Ambrósios e que rumava à nascente do Rio Negro (rio que divide os estados de Santa Catarina e Paraná).
Após a travessia do Rio Negro, o grupo formado por Gerson, Marcos, Diego e Paulo, acompanhados pelo motociclista Eduardo Ely, partiu rumo à Serra do Quiriri. Em cinco quilômetros de forte subida, a estrada parte de 860 para 1360 metros de altitude, testando o preparo físico dos atletas.
A beleza da paisagem, o vento e a temperatura retribuem o esforço empregado até o momento . Sendo assim, a equipe volta à comunidade de Postinho para novo ingresso em Santa Catarina pela comunidade de Rodeio Grande. A estrada neste trecho acompanha o Rio Negro. A umidade e o frescor do rio, além de uma estrada bem conservada e com boas descidas são um atrativo para os ciclistas.
A estrada ingressa novamente ao Paraná com uma nova travessia pelo Rio Negro. A comunidade de Papanduva é a primeira em Tijucas do Sul. Na sequência a estrada passa por Cangoera e Salto da Boa Vista, para novamente chegar ao centro da cidade.
O passeio encerrou-se às 17 horas.
Depoimento
Diego Marmentini
Olá pessoal
Meu nome é Diego, e curto muito pedalar aqui em Tijucas do Sul, acho que a cidade oferece estradas ideais para a prática da Mountain Bike, não somente porque são calmas, mas porque oferecem lindas paisagens, desde trechos planos (os quais somos habituados a pedalas semanalmente) desde trechos ingremes, e aqui devo ressaltar as pedaladas até a Serra do Araçatuba e a Serra do Quiriri, distantes respectivamente 25 e 35 quilômetros da cidade. Ainda somos uma turma pequena no pedal, o que na minha opinião é uma pena, pois a prática do ciclismo foi e esta sendo muito boa para a saúde, digo pena, porque ainda a população não tomou consciência do tanto que perde não pedalando pelas estradas do interior da cidade na forma de prática esportiva.
Semana passada foi realizada uma pedalada de mais ou menos 80 quilômetros, o destino seria a Serra do Quiriri, saímos de manhã por volta das 8:30 do centro da cidade (Eu, Gerson Melo, Paulinho, Marcos Wimmer e Eduardo Ely) passamos pelo Postinho. A pedalada foi pessada, tanto é assim que somente um dos ciclistas conseguiu permanecer em cima da bike durante a subida da Serra devido o aclive e a estrada cheia de pedras soltas. Posso dizer que foi uma boa aventura, que contou com preparo físico, mas o mais importante foi a determinação do grupo, palavra que nosso amigo Paulinho fez uso quando foi pego de surpresa por uma dor no tornozelo direito.
A descida da Serra foi uma aventura a parte, a subida que durou quase duas horas seguiu de uma descida de apenas 15 minutos, que exigiu freios bem regulados, prova disso é a temperatura dos discos de ambas as rodas que estava nas alturas devido o atrito e o uso constante.
Na volta passamos novamente pelas localidades de Postinho, mas tomamos o caminho pelo Cangoera e Papanduva passando rapidamente pela cidade de Campo Alegre.
Mais duro foi o trecho final pelo Salto da Boa Vista que contou com uma subida desafiadora dado a exautão física até ali.
Colegas do pedal, obrigado pela aventura e que venham outras mais...grande abraço!!!
Diego Marmentini