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Olá viajante!

Bora viajar?

22 dias pela Europa - Portugal - Italia - França - Holanda

Postado
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[t1]VIAGEM A EUROPA – PORTUGAL (LISBOA-SINTRA-OBIDOS-FÁTIMA-COIMBRA-PORTO) – ITÁLIA (ROMA-FLORENÇA-VENEZA) – FRANÇA (PARIS)- HOLANDA (AMSTERDAM);[/t1]

 

Começamos a planejar esta viagem em dezembro de 2010. Queríamos fazer algo diferente nas férias. Comecei a olhar alguns intercâmbios, pacotes turísticos em agências. Depois minha esposa descobriu o site dos mochileiros. Lemos vários relatos e resolvemos que iríamos por conta própria. Aproveito para agradecer a Lilizinha, pois seu relato foi muito importante para o nosso planejamento e também decisão de viajarmos por conta própria. Pacotes turísticos são mais cômodos, porém muito cansativos e pouco nos oferecem e ainda saem bem mais caro.

 

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ORGANIZE-SE:

 

Tudo relacionado a viagem fui colocando em duas pastas. Numa reuni as passagens aéreas, bilhetes de trens, reservas dos hotéis, ingressos que compramos antecipadamente. Na outra colocamos os roteiros impressos que íamos fazer. Criei também em meu e-mail, uma pasta onde arquivava tudo aquilo que já era relacionado a viagem, mesmo que já impresso, tal como bilhetes, passagens, confirmação de reservas e bilhetes aéreos. Assim fica fácil localizar as informações, se necessário.

 

SITES:

 

http://www.urbanrail.net/index.html (linhas de metrô no mundo)

http://www.thalys.com/fr/en/?time=1304551392 (trem rápido Paris-Bruxelas-Amsterdam)

http://www.ibishotel.com/pt/home/index.shtml (Hoteis Ibis)

http://www.raileurope.com.br/spip.php?page=rubrique&id_rubrique=18 (Trens europeus);

http://www.trenitalia.com (Trens Italianos);

http://parisbytrain.com (Transporte público em Paris e arredores);

http://www.interpartner.com.br (site para obter o certificado do seguro europeu – “schengen”)

http://sna.saude.gov.br/cdam (obter certificado do Ministério da Saúde)

http://www.tripadvisor.com.br (reservas de hotéis e dicas com avaliação dos mesmos)

http://www.easyjet.com (Cia aérea Low-cost que voa na Europa)

http://www.askmelisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.visitlisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.hotelstellaroma.it (hotel em Roma)

http://www.hoteldellenazioniflorence.com (hotel em Florença)

http://www.hotelalleguglie.com/it ( hotel e Veneza)

http://www.hotel-paris-tourism.com (hotel e Paris)

http://www.seatguru.com (configuração dos aviões)

 

 

BAGAGENS:

 

Não leve mais do que 1 mala e 1 mochila por pessoa. É o suficiente. Lembre-se que você terá que arrastá-la. Se puder deixe espaço nesta mala para trazer algo, você vai querer ! Leve mala com rodinhas e de preferência boas rodinhas para que elas não se quebrem pelo caminho. A mochila é importante pois sempre que saíamos ela ia conosco. Nela levamos lanches (frutas e sanduiches), além da roupa de frio (luvas, gorros, etc) pois ao anoitecer o frio chegava. Compramos cadeados para nossas malas. Isto mesmo, cadeado. Sempre que saíamos do hotel trancávamos as malas com o cadeado. Achamos seguro pois tinha notebook dentro e também Euros.

 

SEGURO VIAGEM:

 

Compramos nossa passagem aérea com o cartão VISA, na função crédito. Alguns cartões VISA (não são todos), lhe oferecem de graça o Seguro de 30 mil Euros, desde que a compra da passagem aérea seja feita na função CRÉDITO. Depois de feita a compra você pode obter o certificado “schengen” no site já informado em “sites”. Veja com o seu Banco ou diretamente com o atendimento de seu cartão de crédito VISA, se o cartão que você possui lhe oferece este seguro. Volto a repetir, é um seguro médico de emergência, no valor de 30 mil Euros oferecido por alguns cartões VISA; Para que se entre na Europa pode ser exigido (pela imigração) o seguro no valor de 30 mil euros. Várias seguradoras fazem este tipo de seguro viagem. Nós fizemos a precificação com uma e ficava em torno de R$200,00 por pessoas. Como adquirimos a passagem com o VISA e ganhamos este seguro, economizamos nesta despesa. Apesar de termos levado o certificado do seguro não nos foi exigido a sua apresentação na hora da Imigração.

 

CDMA – Certificado de Direito a Assistência Médica

 

Documento obtido junto ao Ministério da Saúde, que lhe garante o atendimento médico nos países que firmaram acordo bilateral com o Brasil. Nós pegamos 2 certificados: um para Portugal e outro para Itália. Como estamos em MG, ligamos para BH onde obtivemos informações. Tel (31-)32482814. Os funcionários são muito prestativos e fizemos tudo por e-mail e telefone. Depois pegamos o certificado em BH (pois embarcaríamos lá). Segundo informação dos funcionários eles enviam pelo correio este certificado. Este certificado é mais uma garantia de atendimento médico, caso necessitássemos.

 

MEDICAMENTOS:

Nós levamos alguns medicamentos conosco, pois sabíamos que em alguns países não vendem sem a receita médica. Levamos Dorflex, Paracetamol, alguns para gripe ou resfriados, sal de fruta, remédio para enjoo.

 

PERMISSÃO PARA DIRIGIR:

 

Como íamos alugar carro em Portugal, tirei minha Permissão internacional para dirigir. PID. No site do detram (no meu caso foi o MG), preenchi a guia para recolhimento da taxa (aproximadamente R$106,00). Paguei a taxa e a PID chegou em menos de 1 semana. Ela funciona para quase todos os países europeus. Foi fácil e rápido.

 

DINHEIRO E GASTOS

 

Levamos Euros em espécie 2.000 Euros e também adquirimos o cartão VISA TRAVEL MONEY (VTM), coloquei 1.500 Euros. O VTM é um Cartão pré-pago que substitui o cartão de crédito. A vantagem que você não precisa ficar carregando muito dinheiro. Em quase todos os lugares aceitaram este cartão. Gastamos R$15.583,00, para nós dois, já está incluído aí todos os gastos, incluído a compra dos euros. Pasmem, ainda sobraram pouco mais de 600,00 euros, entre dinheiro em espécie e no cartão VTM.

 

SEGURANÇA

 

Para evitar transtornos com pequenos furtos, minha esposa fez para nós usarmos uma bolsinha que se coloca na barriga, dentro da calça (conhecida como doleira). Acha-se para comprar também.Nela colocava o dinheiro e nossos passaportes. Existe uma preocupação com os pick-pocket (batedor de carteira no Brasil). Nos lugares com muita gente, tais como museus, ônibus, metrôs, etc, eles costumam agir e levar seu dinheiro. Portanto não ande com bolsas e mochilas a tiracolo. Segundo nos foi informado não há registro de assaltos, onde o bandido anuncia o fato, normalmente armado com revólver, faca, canivete. Porém o tipo de crime mais comum é o de “batedor de carteira”. Fique atento !!

 

HOTÉIS

 

Pesquisamos os hotéis antes de reservar, claro. No site tripadvisor (ver em Sites) você encontra informação hotéis, como preço e avaliação por quem já se hospedou. Através deste site escolhemos 4 dos 9 hotéis que ficamos. Outros 4 foram hotéis da rede Ibis (cujo padrão é o mesmo em todos os lugares) e o último não escolhemos pois foi pago pela TAP (companhia aérea). Os hoteis IBIS em Portugal são muito baratos. Vale a pena ficar neles. Você tem a certeza do serviço prestado. Assim optamos por eles. Na Itália o Ibis Roma é muito distante, fica mais perto do aeroporto. Ficamos em um hotel perto da estação Termini. O mesmo foi em Florença. Ficamos em um hotel ao lado da estação de Santa Maria Novella (trem). Já em Veneza ficamos em um hotel a uns 10 minutos a pé da estação de trem. Em Paris, há muitos hotéis IBIS, mas com preços salgados. Ficamos em um hotel perto da Torre Eiffel (campo de Marte) e perto da estação de metrô. Só voltamos a ficar em um hotel IBIS em Amsterdam. Além de ficar ao lado da estação de trem, nem pensamos duas vezes, pois era mais fácil, apesar do preço ser muito salgado. Vale a pena ficar próximo dos centros (ou das atrações turísticas principais) e também das estações de metrô ou de trem dependendo da cidade, para que não fique carregando muita mala. Fizemos todas as reservas diretamente nos sites dos hotéis, apesar de pesquisarmos sobre os mesmos no site do tripadvisor. Os 4 hotéis Ibis pagamos já antecipadamente. Nos hotéis de Roma e Paris, foi cobrado antecipadamente apenas parte do valor. Nos hotéis em Florença e Veneza pagamos somente no check-out. Uma semana antes de viajarmos enviamos e-mails para estes hotéis e ratificamos nossas reservas, apesar de termos recebido quando fizemos a reserva a nossa confirmação. Vou fazer o relato sobre a minha impressão em relação aos hotéis:

LISBOA – Hotel IBIS Liberdade: Hotel com padrão IBIS, quartos bons, com janelas duplas. Banheiro bom. Tem serviço de internet gratuito no hall do hotel, nos quartos é paga. Café da manhã muito bom, com variedades de pães, frutas e iogurte. Preço ótimo: 67,00 euros/dia. Sua localização também é boa. Perto do centro (a pé uns 10 minutos) e perto de estações de metrô (que ficam na Av. Liberdade).

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COIMBRA – Hotel IBIS Coimbra. Da mesma forma mantém o padrão IBIS. Não tinha janelas duplas porém o barulho da avenida não atrapalhava. É perto da Universidade (10 minutos a pé), em frente ao rio. Café da manhã muito bom. Preço ótimo 47,00 euros/dia. Foi o mais barato dos hotéis que ficamos. A internet também é free na recepção (wireless).

PORTO - Hotel IBIS Porto (Rua da Alegria): Muito bom. O recepção do hotel fica no 3º andar no prédio. Da mesma forma que os demais mantém o padrão IBIS. Café da manhã muito bom, com variedades. Internet free (wireless) na recepção. Preço muito bom também: 57,00 euros/dia. É perto do centro e da estação do metrô Bolhão (5 minutos a pé).

ROMA – Hotel Stella: Perto da estação Termini (10 minutos a pé). Em Roma é dificil achar hotéis baratos com 100% de satisfação. Este hotel é bom, apesar de ser um dos mais caros que ficamos. 111,50 euros/dia Fica em um prédio de 5 andares. Nem todo o prédio é do hotel. Também funciona escritórios lá (acho que é comum isto). Tem uma vantagem em relação aos demais que olhamos, tinha elevador. Ainda bem pois ficamos no 5º andar. Os quartos são bons, com espaço, porém o box do banheiro é muito pequeno (70x70). Uma pessoa gorda não cabe. O café da manhã é simples. Não tem frutas nem iogurte. Sobre a internet, tinham apenas 1 computador na recepção (muito antigo por sinal). Difícil !! Mas mesmo assim deu pra usar uma vez. Tem uma pequena escada até a recepção.

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FLORENÇA– Hotel Della Nazzione: Ao lado da estação SMN (Santa Maria Novella). Ótima localização, 5 minutos a pé da estação. Hotel bom, com excelente café da manhã. Preço bom: 88,40 euros/dia. Quarto espaçoso, com internet wireless (free) no quarto. O box do banheiro também é pequeno (70x70). Mesmo assim valeu pela localização. Da mesma forma tem uma pequena escada na recepção.

VENEZA – Hotel Alle Guglie: Hotel bem localizado (na ilha de Veneza), perto da estação de Trem (10 minutos a pé). É em um prédio antigo (como a maioria), porém por dentro está todo reformado. O quarto não é muito espaçoso, porém aconchegante. Tinha internet wireless (free) no quarto. O banheiro é de tamanho normal, porém o box da mesma forma que os demais era pequeno (70x70). Volto a repetir que alguém gordinho passa aperto (literalmente). O café da manhã também é bom, tem variedades. Preços razoáveis: 100,00 euros/dia. Um problema: escadas para se chegar nos quartos. Como ficamos no último andar, tivemos que subir mais de 60 degraus, ainda bem que o recepcionista ajudou com malas. Em Veneza (ilha) os hotéis também são caros. Em Veneza Mestre (continente) os hotéis são mais baratos, porém você tem que fazer a travessia ilha-continente de ônibus, trem. Acho que fica cansantivo.

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PARIS – Hotel Tourisme: Hotel bem localizado, ao lada do estação La Motte Piquet-Grenelle do metrô de Paris. É perto do Campo de Marte. A pé até a torre Eiffel gasta-se uns 15 minutos. Preço bom: 113,40 euros/dia (é média pois há diferença para final de semana). O hotel está em reforma. Ficamos em um quarto já reformado. Quarto amplo, com móveis todos novos, banheiro espaçoso. O box não era apertado. Quarto com internet wireless (free). Café da manhã bom, com variedades. Achamos bom porque estava ao lado do metrô.

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AMSTERDAM – Hotel IBIS Centro: Ao lado da estação de trem de Amsterdam (5 minutos a pé). Padrão IBIS. Café da manhã muito bom, internet na recepção wireless (free). O preço foi o mais caro dos hotéis que ficamos: 135,45 euros/dia. Porém escolhemos este hotel pela sua localização. Na verdade nem olhamos outros hotéis em Amsterdam. Tivemos receio de embarcar numa roubada.

LISBOA (hotel pago pela TAP): No último dia, ficamos no hotel Roma, em Lisboa. Por conta da alteração no voo de volta para BH. Hotel muito bom. Fica na Av. de Roma. Café da manhã excelente. Mas acho que os preços deste hotel são acima dos preços do IBIS (170 euros/dia). Portanto recomendo o IBIS.

 

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ROUPAS E CALÇADOS.

 

Fomos na primavera e mesmo assim usamos roupas de frio. Durante o dia o sol estava quente, porém ao anoitecer esfriava. Mesmo de dia em determinadas cidades, à sombra ficava frio. Portanto leve roupas de frio. Levamos também capa de chuva (apesar de não utilizarmos pois só choveu mesmo no último dia em Portugal. Não se importe em repetir as roupas. É melhor repetir os casacos, calças do que carregar malas pesadas. Lembre-se disto. Quanto aos calçados, eu levei um par de tênis e fui com um sapatênis. Minha esposa levou tênis (mas não usou), uma botinha confortável e “papete” que mais usou. Ela achou mais confortável do que tênis.

 

TOMADAS ELÉTRICAS:

 

Se você tem tomadas com pino chato (comum em carregadores de máquinas e celulares), compre um adaptador. As tomas por lá são todas com pinos redondos, e apenas 2. Apenas em um hotel foi que vi tomada para pino chato. As tomas de 3 pinos (comum em computaodores) também não servem lá. Eu levei um adaptador com saída para 3 pinos, porém nem usei. Comprei um adaptador lá mesmo, nas lojas de chineses (0,99 de Euros).

 

COMUNICAÇÃO NO EXTERIOR:

 

Acho que a grande maioria tem o receio de não entender e de não se fazer entender em um país estrangeiro. Acho que saber o básico do Inglês ajuda um pouco, mas não vejo como pré-requisito. Na Itália você até encontra quem entenda o português ou até mesmo o “portunhol”. Na França é que tivemos mais dificuldades, pois nem todos querem falar em Inglês e tínhamos que ir nos entendendo com a comunicação via gestos. Mas foi legal, pois não deixamos de fazer nada por isto. Por último leve consigo sempre papel e caneta. Beinque de imagem e ação. Se puder leve um mini-dicionário de cada língua. Pode precisar para entender algo.

 

ROTEIRO DA VIAGEM:

 

Partida 30/03 – BH

31/03 - Lisboa

01/04 - Lisboa

02/04 - Sintra - Lisboa

03/04 – Lisboa – Óbidos – Coimbra

04/04 – Coimbra – Porto

05/04 - Porto

06/04 – Porto – Roma

07/04 - Roma

08/04 - Roma

09/04 - Roma

10/04 – Roma-Florença

11/04 - Florença

12/04 – Florença – Veneza

13/04 - Veneza

14/04 - Veneza – Paris

15/04 - Paris

16/04 - Paris

17/04 - Paris

18/04 – Paris – Amsterdam

19/04 - Amsterdam (Keukenrof)

20/04 – Amsterdam-Lisboa

21/04 – Lisboa-BH*

 

*Nosso roteiro original terminava dia 20/04, quando pegaríamos o voo em Amsterdam, faríamos uma escala em Lisboa (aproximadamente de 1 hora) e pegaríamos o outro voo para BH. Porém, a TAP alterou o horário do voo para BH, adiantando o mesmo. Assim nosso voo para BH foi remarcado para o dia 21/04. Ganhamos mais um dia Lisboa, e o melhor, com as despesas pagas pela TAP. Esta mudança foi feita dois dias antes de sairmos do Brasil. Recebi uma ligação da TAP, nos informando da alteração. Depois da nossa confirmação recebemos e-mails com os novos horários de volta bem como a confirmação da reserva do hotel em Lisboa, no dia 20/04. Tudo com antecedência e sem estresse. Assim já sabíamos com antecedência que ficaríamos mais um dia na Europa.

 

PROGRAMAÇÃO DA VIAGEM:

 

Nós viajamos em 4 pessoas. Foi eu, minha esposa, a irmã dela e o marido da irmã. Decidimos qual seria nosso roteiro. Portugal-Itália-França e Holanda. A partir daí decidimos a data de ida e de volta e quantos dias íamos ficar em cada lugar (cidade). Nós compramos primeiro a passagem de avião Ida e volta, R$ 4.061,98, para mim e minha esposa. Como íamos sair por BH, resolvemos que seria melhor voar pela TAP que tem voo direto entre BH-Lisboa. Até achamos voo mais barato pela IBÉRIA, mas tínhamos que fazer tantas escalas que desistimos. Achamos também melhor entrar na Europa por Portugal pois assim faríamos a Imigração em Lisboa, o que já sabíamos seria mais fácil. Outra vantagem que vimos (e esta foi só depois de estarmos já no final da viagem), os preços em Portugal são mais baratos do que no restante dos lugares que passamos. Assim a gente não se assusta tanto com as compras em Euro. Muitas companhias aéreas oferem a disponibilidade de comprar passagem com IDA e VOLTA por cidades diferentes. Foi o que fizemos. Compramos a volta de Amsterdam-BH. É claro que o voo ia passar em Lisboa, mas acreditem o preço da passagem desta forma ficou mais barato do que Lisboa-BH. Tivemos sorte também e no mesmo dia que compramos a passagem de ida e volta, já compramos a passagem de Porto-Roma (também pela TAP). Estava em promoção e saiu muito barata, 97,36 euros para o casal (a la GOL/WEBJET no Brasil). Nós compramos as passagens em 18/01, ou seja com mais do que 2 meses de antecedência. A partir daí fomos escolhendo os hotéis e também compramos as demais passagens de trem e avião. Deixamos para alugar o carro lá mesmo em Portugal. Assim podíamos ver in-loco o veículo,pois tinhamos dúvida em relação ao tamanho dos bagageiros. Depois compramos as passagens de trem. O trem Thalis, que liga Paris-Bruxelas-Amsterdam tem preços mais baratos quanto mais cedo se comprar a passagem. Compramos com mais de 2 meses, e conseguimos por 35,00 Euros (por pessoa) até Amsterdam. Já no trem da Trenitália, não percebi esta diferença, porém compramos também com antecedência. De Roma a Florença, pagamos 44,00 euros por pessoa pelapassagem de trem. De Florença a Veneza pagamos 42,00 euros pela passagem por pessoa. De Veneza a Paris existe um trem noturno italiano. Vimos muitos relatos de pessoas que preferem viajar nele, pois assim economizam uma diária de hotel. O trem sai de Veneza por volta de 19:30 h. A viagem dura em torno de 14 horas. Nós desistimos de fazer esta viagem quando vimos na internet o tamanho das camas. Achamos pequenas. Além do mais os “cholches” (quartos??) são de 4 ou 6 pessoas. Demos sorte e compramos passagem aérea pela companhia Easyjet (low-cost). Estava em promoção. Ficou em 106,48 euros para o casal. É claro que por ser uma cia low-cost tem regras a serem seguidas. A principal é que as bagagens não podem exceder a 20 quilos por pessoa. Como compramos ainda no Brasil, já fomos preparados. Acredito que saiu bem mais barato pagar o voo e a diária do hotel em Veneza do que viajar a noite neste trem. Compramos também ingresso antecipado para o Museu do Vaticano. Pela internet paga-se 4,00 euros a mais do que se comprasse na hora. Vale a pena, pois a fila que se passa a frente por se ter este ingresso é enorme. O outro ingresso que compramos foi do parque da Holanda, o Keukenhof, 21,00 euros por pessoa.

 

DIA DA VIAGEM – 30/03 – BELO HORIZONTE

 

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Fizemos o check-in pela internet, de manhã no site da TAP. Assim escolhemos os lugares juntos. Nosso voo estava marcado para as 22:45 h. Saímos cedo pois o aeroporto de Confins fica bem longe. Ao passar no raio-x lembre-se: Nada de objetos cortantes (cortadores de unhas, tesourinhas, canivetes, líquidos nas bolsas). Tudo isto fica retido. Vimos um recipiente cheio destes objetos. É incrível como ainda tem gente que carrega isto nas bolsas e bolsos e acha que passará nos detectores de metais. Passamos pelo raio-x e depois no guichê da PF. Tranquilho! Vale lembrar que é bom chegar cedo. Embarcamos.

  

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O voo foi perfeito, sem turbulências. Serviram o jantar. Normalmente se tem duas opções de pratos para o jantar. No entanto, aqueles que ficam mais ao fundo da classe econômica acabam por ter que ficar com o prato que literalmente “sobra”.  Foi o nosso caso. o avião tinha duas classes, executiva e econôminca. Veja a configuração do avião no endereço disponível em "sites". Neste voo a refeição podia ser peixe ou frango. Como estávamos bem perto do final (já na fila 32) tivemos que comer peixe, pois o frango já havia acabado. Na verdade eu queria era mesmo o peixe, mas para quem não gosta, ficaria sem. Após o sono (cochilo) amanheceu e umas 3 horas antes de chegarmos a Lisboa serviram o lanche. Muito bom também. Nosso voo chegou na hora marcada. Ao meio dia estávamos desembarcando em Lisboa. Vai uma dica. Antes de pousarmos os monitores de vídeos do avião já avisavam o número da esteira que seria entregue as bagagens. Preste atenção!

 

31/03 – LISBOA:

 

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Fomos para a fila da Imigração. Apesar de grande, andava com agilidade. Quando chegamos ao guichê apresentei nossos passaportes (meu de minha esposa). O agente perguntou quantos dias íamos ficar na Europa. Respondi e pronto, carimbou nossos passaportes. Para minha cunhada o outro agente ainda quis saber o nome do hotel que eles ficariam em Lisboa. Mais nada e já estávamos liberados. Fomos pegar nossas bagagens. Tudo certo. Saímos pela saída “nada a declarar”. Fomos direto ao balcão de informações turísticas.

 

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Compramos o Lisboa-Card para 48 horas. Pagamos 28,50 Euros por pessoa. Este cartão direito ao transporte no metrô, ônibus (autocarro), electro, elevadores da carris. Ainda permite também em linhas de trem (comboio) para Sintra, Cascais e entrada em 27 museus, monumentos e outros locais. Mais dicas sobre ele veja em “Sites”. Deixamos para ativar o cartão no dia 01/04. O cartão vem com um guia sobre lisboa, mapa da cidade com linhas de metrô. Saímos e fomos para a fila do taxi. Estava grande mas logo conseguimos o nosso. Do aeroporto ao nosso hotel (IBIS Lisboa – Liberdade) pagamos 10,00 euros (barato para o padrão europeu). Fizemos o check-in, deixamos as bagagens no quarto e fomos para a rua. Fomos almoçar. Logo perto do hotel achamos o restaurante "Bela Ipanema". Fica na av. Liberdade 169. Comemos bem e pagamos 33,50 euros para 4 pessoas. Já estava incluido os sucos, e os pães e patês que eles servem como entrada. É comum isto. Se você não quiser pode pedir para retirar (com educação claro). Demos uma volta perto de onde estávamos e voltamos para o hotel. Minha cunhada tinha um contato já em Lisboa. O rapaz ia nos apanhar no hotel para fazermos um “tour”por Lisboa. Logo após chegarmos ao hotel ele apareceu. Fomos nós 4 com ele para conhecer a cidade de carro. Fomos na Catedral da Sé. Muito bonita. Vale a pena. Já na rua em que se encontra a Catedral você se depara com bondes (eléctricos).

 

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Depois subimos e fomos ao mirante de Santa Luzia, perto da igreja com o mesmo nome. De lá se tem uma vista linda do Rio Tejo.

 

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Fomos até a porta do castelo Sào Jorge (é perto), porém não entramos, pois deixamos para visitá-lo no dia seguinte. Depois fomos ao largo da Graça de onde se vê um outro lado da cidade também. Depois de muitas fotos, descemos até o bairro de Alfama, famoso pelos bares e restaurantes que apresentam o Fado à noite. Andamos pelo bairro, conhecemos suas ruelas. Vale a pena, pois é um bairro encantador. Já estava no final de dia e fomos para o distrito de Almada, que fica do outro lado do Tejo (ao sul do Tejo). Atravessamos a bela ponte 25 de abril. Interessante nesta ponte é que a mesma tem duas pistas. Na parte inferior passam os comboios (trens). Na parte superior são os carros, em dois sentidos. Almada é um "concelho"(é assim mesmo que se escreve lá). Fomos ver o pôr do sol em uma praia do outro lado de Almada, chama-se Costa da Caparica.

 

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Porém chegamos lá o sol já tinha se posto, mas deu pra apreciar o finalzinho. Estava um vento frio na praia. Lá mesmo fomos a um restaurante “O Barbas”. Lá ainda encontramos outro amigo (de internet) da minha cunhada. Pedimos refeições para 6 pessoas. Bacalhau assado, sangria branca, um prato de bacalhau com camarão (parecido com muqueca), pães, queijos frescos. Ao todo pagamos 87,50 Euros para 6 pessoas. Saímos de lá e fomos conhecer o Miradouro e elevador panorâmico de Almada. De lá se tem uma bela vista de Lisboa. Como era noite a vista ficou mais bonita ainda, com as luzes refletindo no Tejo. Já passava das 22:00 horas e voltamos para o hotel. Agradecemos o passeio com nosso anfitrião e fomos descansar.

 

01/04 – LISBOA

Tomamos o nosso café no hotel. Saímos e fomos a pé até a praça da figueira, no centro de Lisboa (15 minutos a pé). Lá pegamos o eléctrico nº 15, para o Mosteiros do Jerônimos (patrimônio cultural da humanidade). Na verdade fomos de Tram (VLT), mas a linha 15 tem também os eléctricos (bondes). Foi o nosso primeiro contato com o transporte público. Já percebemos que não há cobradores como no Brasil. Passamos nosso cartão Lisboa-Card na máquina validadora que fica dentro do Tram. Isto deve ser feito em todo transporte, seja Tram, eléctrico, ônibus. Se você não validar e o fiscal lhe pegar, a multa é violenta. Descemos na parada do Mosteiro dos Jerônimos.

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Construção do século XVI, possui uma Igreja, museu além do mosteiro. Fomos em tudo, pois a entrada com o Lisboa-Card foi gratuita. De lá saímos e apreciamos as belas praças em frente ao mosteiro. Depois fomos a pé até o Padrão dos Descobrimentos, monumento que evoca todos os grandes navegadores e responsáveis pelos descobrimentos portugueses. De lá fomos a Torre de Belém (uns 600m a frente).

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Entrada gratuita com o Lisboa-Card. Umas belas fotos se tira deste local. Saímos de lá e achamos umas lanchonetes. Comemos os famosos “sandes” acompanhado de batatas e refrigerantes, 6,00 euros por pessoa. Passamos no famoso local onde são fabricados os autênticos pasteis de Belém. Fica bem perto do Mosteiro dos Jerônimos. Pagamos 0,80 euros por cada “pastel”. Não podíamos deixar de experimentar estes. 1 xícara de café (bica) custou 0,70 euros.

 

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O local é bastante interessante, você vai entrando e parece que o restaurante não tem fim. Quase que se perde lá dentro. Ainda bem que tem placas indicando o caminho da saída. Pegamos o eléctrico de volta, porém descemos perto da ponte 25 de abril para conhecermos o museu da Carris. Pagamos 1,75 euros por pessoas (desconto de 30% com o Lisboa-Card). Legal ! Fizemos até um passeio de eléctrico com toda decoração antiga pelo museu. De lá fomos de eléctrico até a praça da Figueira. Lá mesmo pegamos o eléctrico 12 para irmos ao Castelo de São Jorge. Este castelo está na colina mais alta de Lisboa. Tivemos desconto de 30% com o Lisboa-Card. Vale a pena ir. É uma construção antiga, mas imponente ainda. Depois da visita voltamos no mesmo eléctricos para a praça da Figueira. Já estava anoitecendo e fomos para nossa janta. Voltamos ao mesmo restaurante onde almoçamos no dia anterior, Bela Ipanema na Av. Liberdade, perto da estação do metrô Avenida. Lá comemos omelete (4,90 euros cada), bolinhos de bacalhau (1,20 euro cada) e tomamos sopa (1,30 euro cada). O vinho foi 3,10 euros. Voltamos para o hotel para descansarmos. Detalhe: nesta época estava escurecendo em Portugal por volta de 20:20 horas.

 

02/04 – SINTRA-LISBOA

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café reforçado e saímos para estação de comboios (trens) Rossio que fica bem no centro, no final da Av. Liberdade. Lá pegamos o comboio para Sintra. Com o cartão Lisboa-Card passamos sem problemas pela catraca da estação. Eles tem quadros de horários afixados e os trens são rigorosos no cumprimento do horário. O trem saiu às 10:01 e chegamos em Sintra às 10:36.

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Nada de correria, afinal é férias.

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Descemos e fomos andando pela cidade em direção a subida para o Palácio Pena. O tempo estava fechado, diferente de Lisboa. Tiramos umas fotos na cidade. Depois tomamos o ônibus para o Palácio Pena. O bilheto custa 4,80 euros por pessoa (ida e volta). Este ônibus paga-se diretamente com o motorista. Não aceita Lisboa-Card. Descemos na portaria do Palácio. O ingresso custa 12,00 euros, porém tivemos desconto como Lisboa-Card e pagamos 9,00 euros por pessoa. Detalhe: leve consigo o guia Lisboa-Card pois eles destacam o ticket para desconto que vem junto ao guia. Dentro da propriedade ainda se paga mais 2,00 euros para ir de trenzinho até a porta do Palácio (a subida é muito ingreme). Nós pagamos, já que a volta também está incluso. Dentro do Palácio é incrível. Todo decorado com móveis da época. É um museu. Muito interessante. O tempo virou de vez, veio uma névoa que encobriu parte das torres deixando a paisagem muito bela. Porém o frio veio junto e como estávamos com poucas roupas, sentimos frio.

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Lá dentro fizemos um lanche numa lanchonete. Quando saímos já era quase 14:00 h. Descemos de trenzinho pois estava chovendo fraco. Pegamos o ônibus para a cidade e não fomos no Castelo dos Mouros. Fomos direto para a estação e lá encontramos uma loja da Pizza Hut. Comemos pizzas, 9,75 euros para o casal com o refrigerante. Pegamos o comboio para Lisboa. Diferente da estação em Lisboa, esta em Sintra não tem catracas. Porém não deixe de validar seu cartão nas máquinas que ficam na plataforma da estação. Descemos na estação Rossio em Lisboa. Ela tem acesso direto a estação do metrô Restauradores. Andamos apenas i estação de metrô, mas como estávamos cansados e não íamos pagar por isto preferimos. Voltamos para o hotel, tomamos banho e descansamos um pouco. Saímos e pegamos o metrô na estação Avenida. Fomos até a estação parque, conhecer o parque Henrique VII. Muito bonito. De lá tem-se uma belas vista da cidade.

 

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Andamos até a Av. Antônio Augusto de Aguiar, onde tomamos um café e comemos algo. Continuamos pela avenida até a estação São Sebastião (linha vermelha do metrô). Tomamos o metrô e descemos na última estação, Gare do Oriente. Estávamos no Parque das Nações. Este distrito foi todo reformado 1998. É a parte mais nova de Lisboa. Muito moderno, com Shopping, Centro de eventos. De lá se vê a ponte Vasco da Gama, uma ponte enorme, que deve ter uns 13 km. Vale a pena ir até lá. Saímos de lá já noite. Porém antes demos umas voltinhas no shopping. Pegamos o metrô, trocamos de linha da estação São Sebastião e descemos na estação Avenida. Voltamos ao restaurante Bela Ipanema para comermos. Voltamos para o hotel, já era mais de 22:00 h.

 

03/04 – ÓBIDOS – ALCOBAÇA – FÁTIMA – COIMBRA

 

Acordamos cedo, arrumamos as malas, tomamos café. Descemos com as malas fizemos nosso check-out. Deixei as malas na recepção do hotel e fomos na loja da Hertz para alugar um veículo. Alugamos um Ford Foccus SW (não tem no Brasil).

 

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Por dois dias de aluguel pagamos 270,00 euros, pois o carro era grande, e íamos devolver em outra cidade. Eu ia dirigir. Paramos no hotel, colocamos nossas malas e fomos em direção a autoestrada A8. Não foi dificil achar a saída para a autoestrada. Lisboa é bem sinalizada. Na estrada não há indicação para Óbidos. Como é uma cidade turística achamos estranho. 1º pedágio (Portagem em Portugal): nos deparamos com uma máquina que emite um bilhete.

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Você deve pegar o bilhete e guardá-lo. Você vai pagar quando sair da estrada, ou antes, se encontrar uma nova praça de pedágio. Aí passamos nosso primeiro apuro, pois retirei o bilhete e comecei a procurar onde ia pagar. Como não avistei nada, arranquei o carro e sai. Para minha surpresa começou a fazer um sinal sonoro. Foi aquela gritaria dentro do carro: corre gente deve ser a polícia. Que nada. Era o sinal do próprio carro me avisando que eu estava sem o cinto de segurança. Pode? A autoestrada é coisa de 1º mundo. Depois de muito andar passamos por uma praça de pedágio, onde tinha guichê com pessoas para receber. Você deve entregar o bilhete que tirou lá atrás. Neste pedágio pagamos 4,55 euros. Andamos mais um pouco e chegamos a Óbidos.

 

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A cidade está quase toda dentro das muralhas (enormes por sinal). Lembra Tiradentes (aqui em MG). Muito linda. Estava acontecendo um festival de chocolates na cidade (era o último dia). Coisa de doido. Estava muito cheia com gente para todos os lados. Andamos por lá tiramos muitas fotos. Ficamos lá umas 2 horas. Saímos em direção a Alcobaça. É perto de Óbidos. Para sairmos de Alcobaça pagamos mais 2,00 euros de pedágio. Em Alcobaça comemos bacalhau com natas no Esplanada do Arthur, numa praça Central da cidade.

 

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A refeição dava para duas pessoas, era o prato do dia 6,50 euros para 2 pessoas. Além desta refeição comemos de entrada bolinhos de bacalhau e bebemos refrigerantes, sucos e cerveja. O total da conta para 4 pessoas ficou em 21,85 euros. Depois do almoço saímos e fomos visitar a Abadia de Alcobaça. É a maior Igreja de Portugal.

 

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Acho que a população de alcobaça inteira não enche aquela igreja. Junto está o mosteiro. Como fomos no domingo não se paga para entrar. Mas com o Lisboa-Card era gratuito também. O local é muito frio, pois é tudo de pedra. Não sei como os abades conseguiam viver naquele lugar gelado. De lá fomos para Fátima. No caminho avistamos o Mosteiro de Batalha, bem no trevo da cidade (Batalha). Não paramos, pois ainda tínhamos muito que andar. Chegamos em Fátima e fomos direto ao santuário.

 

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A área em frente ao santuário é imensa. Chegamos lá bem as 18:00 h. Os sinos tocaram. Foi legal. Não estava tão cheio. Do lado de fora existe uma capela, no local onde houve as aparições. Mais a frente está o Santuário. Fomos lá dentro e estava começando uma missa. Andamos um pouco por lá, compramos algumas lembranças e saímos em direção a Coimbra. Já era mais de 19:00 h. Chegamos em Coimbra e fomos direto ao Hotel Ibis. Achamos meio que no rumo o hotel. Fica na avenida bem em frente ao Rio Mondego. Fizemos o check-in, Subimos, tomamos um bom banho e saímos para comer algo. Em frente ao hotel tem um parque entre a avenida eu rio (parque Dr. Manoel Braga). Logo a frente entramos em um restaurante (restaurante Itália). Comemos pizza margueritta, salmão alla griglia, tomamos sopa (creme minestrone) e para beber vinho branco Suco (sumo) e pasmem guaraná antártica . Para nós quatro ficou em 37,35 euros. Demos uma volta por lá mesmo e fomos dormir. O dia foi cansativo.

 

04/04 – COIMBRA – PORTO

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café. Saímos e fomos conhecer a universidade de Coimbra (criada no século XI). Fomos a pé, pois bastava ir subindo a ladeira por trás do hotel. Passamos pelo comércio também.

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Conhecemos algumas faculdades e também a biblioteca. A vista do alto da cidade é muito bonita. Descemos e paramos em uma loja de chineses. Foi a festa. Produtos baratos. Minha esposa comprou uma jaqueta forrada e com capuz por 17,00 euros (aqui no Brasil sairia por no mínimo 150,00 reais. Voltamos para o hotel pois já estava quase na hora de sairmos. Pegamos as malas e fizemos o check-out e saímos com o carro em direção a cidade do Porto. Não foi difícil achar a A1. Na verdade entramos na antiga A1. Paramos para abastecer e o “frentista”muito gentil nos explicou como acessar a verdadeira A1. É uma maravilha esta autoestrada! Passamos pelo pedágio (Paragem) e pegamos nosso bilhete. Já chegando em Porto avistamos a praça de pedágio onde deveríamos pagar pelo tanto que andamos. Aí veio mais uma. Havia muitas cabines para acessar. Escolhi uma e fui. Para minha surpresa não tinha atendente para receber o dinheiro e sim uma máquina. Imediatamente, para não encarar a máquina, tentei dar ré e ir para a cabine ao lado onde tinha um atendente. Infelizmente um carro parou logo atrás de mim. Devia ser outro turista tentando seguir alguém pois havia muitas cabines vazias. Conclusão: tive que enfrentar a máquina para pagar.

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Mas até que não foi difícil. Você insere o bilhete (de forma correta – eu coloquei 2 vezes errado), ela faz a leitura e logo diz em português quanto euros vocês deve pagar. Coloca a nota no local indicado e logo em seguida sai seu recibo e caem as moedas de troco. Logicamente a cancela se abre e você está livre. Em porto você chega por uma via que circula a cidade. Sendo assim tem muitos carros. A via é bem sinalizada, porém ficamos perdidos. Quando paramos para obter informação já estávamos saindo da cidade (do outro lado). Retornamos andamos mais por esta via e depois paramos novamente em um posto de gasolina onde um sr. muito gentil me explicou umas 4 vezes como achar a rua da alegria. Já estávamos perto e não foi difícil achar. Parei o carro no estacionamento ao lado do Ibis e subimos. Fizemos o check-in e logo saímos para almoçar. Bem em frente ao Ibis encontramos o restaurante Murça no Porto.

 

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Pagamos 5,00 euros por pessoa pela sopa com pão de entrada, prato principal (bacalhau, sardinha) acompanhado com arroz, fritas e salada, uma jarra de vinho tinto e o café. Uma pechincha !! Saímos e voltamos ao hotel (em frente) e compramos o cartão para andarmos no ônibus de turismo da cidade (cartão CitySigntseeing). Custou 19,00 euros e funciona no sistema hop on hop off (você pode descer e subir em qualquer das paradas do ônibus), válido por 48 horas. O intervalo entre um ônibus e outro é de 30 minutos. Também com este cartão teríamos direito ao passeio de barco pelo Rio D'ouro. Saímos do hotel e fomos em direção a praça D. João I, onde pegamos este ônibus. Ao embarcar você recebe um fone de ouvido que pode ser conectado para se ouvir a explicação dos pontos turísticos (áudio guide). O passeio dura em média 1 h e 30 min. O ônibus é de dois andares e vale a pena ir no segundo.

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Tivemos uma bela visão da cidade do Porto, da praia e do Rio d'Ouro. Descemos no antigo cais (perto da ponte D. Luis I, de onde ficamos observando o pôr do sol.

 

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Andamos pela região, conhecendo a cidade. Lanchamos em uma lanchonete onde por coincidência um das atendentes era brasileira, e de Minas Gerais. Imagina só o auê que foi. Em frente a esta ponte tem um “funiculare”, espécie de bondinho que faz a conexão da cidade baixa com a cidade alta. Paga-se 1,50 euros para subir. Não pensamos duas vezes. Lá em cima resolvemos voltar para o hotel. Já estava anoitecendo e estávamos cansados.

 

05/04 – PORTO

Acordamos não tão cedo. Tomamos o café e fomos entregar o carro na locadora de veículos. Para nossa sorte tinha uma loja pertinho do hotel. Depois fomos conhecer o mercado do Bolhão.Interessante este lugar para aeum gosta de mercados de frutas e verduras. Depois passamos no café Majestic para conhecer o famoso local.

 

 

Saimos de lá e fomos pegar o ônibus turístico novamente. Desta fez descemos na praia da cidade. Tiramos belas fotos. Depois pegamos o ônibus novamente e descemos na parada onde se faz o passeio de barco. O preço do passeio já estava incluído no cartão. Avulso custa 10,00 euros. O passeio pelo Rio d'Ouro é lido.

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O barco é grande e vai uma pessoas falando sobre as pontes que cortam o rio. Algumas construções também são citadas. Dura aproximadamente 1 hora.

 

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Saímos e fomos procurar algo para comer, já passava da 1 hora. Entramos em um restaurante pequeno, porém muito aconchegante. Subimos ao segundo piso, e comemos a refeição. Para cada um saía a 6,00 euros. Boa comida e barata. Neste restaurante tinha também um grupo de 6 francesas. Estavam num auê só. Saímos e fomos visitar o prédio do palácio da Bolsa. Funciona hoje um Museu. Interessante. Eu e minha esposa resolvemos voltar para o hotel, pois ela não se sentia bem. Minha cunhada foi passear no ônibus turístico, só que no outro trajeto. Também estava incluído. Mais tarde saímos do hotel e fomos a estação do metrô ver como funcionava o sistema, já que no outro dia íamos pegá-lo para irmos para o aeroporto. Um funcionário do metrô nos explicou simulando na máquina como se comprava o cartão “andante”., já que só tinha máquina para vender, nada de guichê como se vê por aqui. Outro detalhe interessante: não existe catracas/roletas neste metrô. Há apenas as máquinas validadoras do passe e a passagem é livre. Observei que as pessoas validavam o cartão. É claro que se o fiscal pegar alguém sem validar é multa na certa, e alta. Aqui no Brasil este sistema ia a falência!!! De lá passamos em um supermercado que fica atrás do hotel e compramos algo para comer e beber. Ficou em 4,77 euros. Barato !! voltamos para o hotel pois já era noite. Antes de dormir.

 

DEPOIS CONTINUO O RELATO

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Oi Fernando,

 

Parabéns pela viagem, gostei bastante do seu relato.

 

Gostaria de saber se vc fez uma planilha com os gastos detalhados da viagem, estou planejando uma viagem parecida para as minhas próximas férias, e estou tendo alguma dificuldade em montar o orçamento.

 

Abs.

 

Rodrigo Guedes

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Oi gente,

 

Bom, para se comer barato vai outra dica: Não espere você ficar morto de fome para começar a procurar algo para comer. Você acaba entrando no primeiro local e comendo, sem pesquisar muito, devido a fome. Compre frutas nas feiras livres, ou então leve as que você não comeu no café da manhã dos hotéis (se tiverem, é claro). :!: . Nos hotéis IBIS, nós sempres levávamos as maçãs pro quarto e depois carregávamos elas conosco, na mochila, para comer mais tarde. Compre água nos supermercados e também os sanduiches que vendem neles. Há também opções de salgados, biscoitos e outras coisas que dispistam bem e não custam caro, desde que comprados nos supermercados. Bom a minha planilha de gastos já foi deletada. Restou apenas o "rascunho" dos gastos. Vou tentar explicar:

Passagens aéreas, de trens e os ingressos comprados antes:........ 2.241,90 euros.

Hoteis: .......................................................................1.909,30 euros

Euros + VTM (Visa Travel Money):........................................ 3.500.00 euros.

________________

se somarmos os 3 dão: ....................................................7.651,20 euros;

Porém parte dos gastos com hotéis citados acima paguei

com o VTM,então devo diminuir: .........................................1.146,04 euros (pagos nos hoteis com VTM);

Sobraram:...................................................................... 660,04 euros, que també devo diminuir:

_______________

Entào chego no número final de........................................... 5.845,12 euros.

convertendo em Real, num câmbio de 2.41 (médio que paguei, incluindo IOF)= 14.086,73 reais. ::sos::

Espero ter ficado claro ::essa::::dãã2::ãã2::'> Se nào ficou podem perguntar...

Até o final de demana vou postar o restante de Florença e Veneza. Estou muito apertado com alguns exercícios e só tenho a noite para fazê-los. Porém vou entrando aqui e fazendo a manutenção dos relatos. OK .

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11/04 – FLORENÇA

 

Acordamos mais ou menos no mesmo horário de sempre. O dia estava maravilhoso. Tomamos nosso excelente café (bem ao estilo Ibis – apesar de não ser Ibis). Saímos e fomos conhecer o Mercado local, onde são vendidas frutas e verduras -Mercado Centrale. O prédio é antigo, porém deve ter sido reformado recentemente.

 

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Está com cara de novo. Fica na Piazza del Mercado Centrale. Minha esposa experimentou a tal de “busqueta”ou pão com tomate (1,50 euro/cada).

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Compramos umas frutas.

 

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Ao lado do mercado tem muitas barracas que vendem muitas coisas, lembranças. Foi Interessante pois encontramos algumas barracas cujos os proprietários são brasileiros.

 

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Aproveitamos para comprarmos também lembranças. Os preços estavam muito bons e tem muita coisa diferente, mas tem muita coisa repetida também. Esta “feira”se estende pela via dell'Arenito até a Basílica de San Lourenço. Esta basílica paga-se 3,50 euros para entrar. Nós não entramos. Seguimos pela via del Pucci, via Bufalini e Via s.Egídeo até chegarmos a Piazza deÇiompi. Lá tinha um “mercado das pulgas”. Tínhamos a informação que lá havia coisas interessantes para serem compradas. Deixei todos lá e fui ao correio local, que fica lá perto. No correio, fiz a postagem de mais alguns cartões postais, que também só chegaram a seu destinho bem depois que voltei pro Brasil. Voltei ao encontro de todos e descobri que o “mercado das pulgas”tinha poucos expositores. Não compramos nada. Uma dica. Em Florença, casa você queira andar de ônibus, você deve comprar o bilhete nas tabacarias. Tem máquinas que vendem. Eles valem por 1 hora após o 1º uso. Seguimos e passamos pela Basílica de Santa Croce. 5,00 euros ou 8,00 euros por pessoa. Depende do que você vai ver lá.

 

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Nesta Basílica estão os restos mortais de Michelangelo, Maquiavel e Galileu. Seguimos para a Piazza della Signoria. Tiramos mais fotos das outras esculturas que tem-se do lado de fora.

 

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Atravessamos novamente a ponte Vechhio. Fomos em direção ao Palazzo Pitti. Era residência oficial dos Medicis. Lá dentro tem uma lanchonete. Compramos sanduíches lá e refrigerantes. E entramos nos jardins do palácio. O jardim é conhecido como 'Giardino de Boboli”. Sentamos em umas escadas e fomos comer. Não pagamos a entrada pois estávamos na semana de arte da Itália. Pegamos o mapa dos jardins e fomos aprecia'lo.

 

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O jardim é muito grande.

 

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Tem que ter mapa mesmo, senão a gente se perde lá. Fomos em direção a parte mais alta do jardim. Após andarmos um pouco, achamos umas sombras, embaixo de árvores, onde havia várias pessoas deitadas, descansando. Ai não deu pra resistir. Como estávamos cheios com os “sandes”, deitamos para descansar e tiramos uma soneca também.

 

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O delícia de sono!!! Embaixo de umas árvores, no jardim de Boboli, em Florença.

 

 

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Após o sono merecido, voltamos a explorar as belezas os jardim.

 

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É realmente muito bonito. Bem no alto tem o prédio do “Casino del Cavaliere”onde atualmente funciona o museu da porcelana.

 

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Fomos andando mais e mais até chegarmos nos lagos. Depois de muito andar saímos do jardim pela porta Romana, na Piazzale di Porta Romana, já era aproximadamente umas 17:00. lá pegamos uma táxi para a Piazzale Michelangelo (8,70 euros a corrida). O caminho que o taxi faz é muito bonito. Chegamos a Piazzale Micheangelo.

 

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É muito bonita, tem uma praça maravilhosa

 

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Tem também uma estátua do Davi (réplica) em bronze. De lá temos uma magnífica e bela vista da cidade de Florença.

 

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Você vê toda a cidade de lá, o Rio Arno, e as igrejas.

 

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Comemos algo, entre as várias opções que se tem lá. Depois descemos para a parte de baixo da praça, após as escadas ficamos esperando o pôr do sol.

 

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Havia apresentação de músicos na escada e em um restaurante, havia uma pessoas com um órgão eletrônico, tocando várias músicas de estilos românticos (para agradar aos usuários do restaurante). Ficamos ali, esperando o por do sol, que foi belíssimo.

 

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Depois do espetáculo do sol, descemos até a margem do Rio Arno (a pé mesmo), tiramos umas fotos a sua margem e seguimos. Atravessamos para o outro lado na ponte Alle Gracie e pegamos um táxi. Fomos até a fortaleza da Basso. Porém estava fechado também. Nem descemos do táxi, seguimos até a estação de trem. O táxi ficou em 10,00 euros. Na estação comemos no Mc Donald's (1ª vez nesta viagem).

 

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Nossos sanduíches com refri e salada ficaram em 9,80 euros(para os dois). Já era mais de 21:00h. Voltamos para o hotel.

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Vamos lá...mais um dia.

 

12/04 – FLORENÇA – VENEZA

 

O dia amanheceu mais frio que os anteriores e com uma névoa encobrindo o sol. Descemos, tomamos nosso big café. Deixamos as malas prontas. Saímos para nosso último passeio. Fomos a Basílica de Santa Maria Novella, que está logo em frente a Estação de trem. De lá fomos novamente a feira perto do mercado para comprarmos mais algumas lembranças. Não andamos muito. Voltamos ao hotel, pegamos nossas malas e fizemos o check-out. Pagamos o hotel e saímos em direção a estação (3 minutos a pe'.....). Compramos sanduíches com salada e refrigerante no Mc Donald's (9,50 euros para o casal) dentro da estação para nós comermos no trem. Desta vez nosso trem era o “frechiargento”. Ai vale a mesma dica já dada na partida de Roma. Nosso trem saiu pontualmente ãs 12:30h. Ele passou em Bolonha, Pádova. Parou em Veneza-Mestre, que é no continente) e por último depois da ponte chega-se a Veneza (Santa Lucia). A viagem foi super tranquilha. Fomos sentados todos juntos. Da mesma forma que o trem de Roma, neste o espaço para malas é limitado. Mas mesmo assim ainda acho melhor que avião, pois você vai observando as paisagens por onde passa. O fiscal passou, validou nossos bilhetes. Tudo certo. Fizemos nosso “lanchinho”sem rodeios.

 

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Várias pessoas comem dentro do trem. O legal que ele tem ao lado das mesas e junto as janelas lixeiras embutidas.

 

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Nas paradas nós íamos olhar se nossas malas continuavam no mesmo lugar, no compartimento de bagagens. Tinha medo que alguém as levasse. Chegamos a estação final.

 

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Saímos e logo nos deparamos com o fluxo de pessoas da cidade. Estávamos em Veneza!!! E logo a nossa frente uma cidade que se locomovia por barcos.

 

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É interessante como são as coisas. Não há ônibus, há vaporetos (que fazem o papel dos ônibus) que seguem rotas pré-definidas. Tudo certo, com paradas pré-definidas também e estações de embarque e desembarque. Não há carros, há barcos, lanchas e lógico, as gôndolas. Isto tudo estava ali, bem a nossa frente, logo que saímos da estação de trem. Caminhamos uns 10 minutos até nosso hotel.

 

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O piso não é irregular. Na ponte tem os degraus, mas no canto estes degraus são menores, foram adaptados (creio eu). Assim não fica muito difícil andar com malas. Nosso hotel era bem depois da primeira ponte. Fizemos o check-in. Subimos para nosso quarto (subimos muito – veja o relato do hotel). Deixamos as malas e descemos para andar (nossa rotina diária). Na recepção comprei um mapa (2,00 euros). O mapa era muito bom (mas por este preço também). Andar em Veneza sem mapa deve ser ruim. Fomos em direção a ponte Rialto.

 

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No caminho já íamos tirando fotos e mais fotos.

 

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É tudo diferente mesmo. As gôndolas são todas em preto. É padronizado. O passeio era 80,00 euros.

 

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Não aventuramos. Era muito caro !! Chegamos a ponte Rialto.

 

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Não atravessamos. Ficamos um pouco lá observando o movimento das pessoas, para lá e para cá da ponte.

 

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É muita gente que passa ali. De lá fomos em direção a Piazza San Marco. Basta seguir as indicações de placas. Algumas ficam um pouco escondidas, mas sempre tem. Como fomos parando, tirando fotos e observando o local, chegamos a San Marcos por volta das17:30h. A basílica já estava fechada. Fecha as 17:00h. Fomos andando pela praça e vimos a nossa frente, já na baia de San Marco passar um imenso navio de turistas. Nunca havia visto um de tão perto.

 

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Depois subimos na torre da basílica. Paga-se 8,00 euros por pessoa. Lá de cima temos uma bela vista da cidade.

 

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E dos arredores de Veneza. Enquanto estávamos lá em cima os sinos começaram a badalar. Imagina só a barulhada que foi.

 

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O frio já estava aumentando. O tempo estava meio nublado.

 

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Descemos e fomos até a parte da praça onde ficam os restaurantes caros. Lá minha esposa e a irmã dela se aventuraram a correr para espantar os pombos. Acho que eles já estão tão acostumados com os turistas que nem se assusntam mais.

 

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Fomos procurar algo para comer. Já estava começando a anoitecer. Voltamos pelo mesmo caminho, para não nos perdermos. Algo interessante: neste trajeto da Piazza San Marco até a Ponte Rialto vimos um casal de idosos que pareciam estar perdidos, pois olhavam no mapa, olhavam pra cima, pros lados. Perguntei se queriam ajuda (em Português e em inglês). Eles não responderam. Acho que não entenderam ! Devem estar perdidos lá até agora. ::lol4:: Fomos em direção a nosso hotel e quase pertinho dele entramos em um restaurante. Compramos duas pizzas grande (5,50 euros/ cada), sopa (7,50 euros) bem farta e Nhoque (7,50 euros). Estava tudo muito bom.

 

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Eles cobram 2,50 euros por pessoa pelo atendimento do garçom (ou seja pagamos 10,00 euros). Apesar de acharmos caro não questionamos pois o garçom que nos atendeu era muito atencioso e paciente. Enquanto comemos começou a chover fraco lá fora. Depois voltamos correndo para nosso hotel, pois já estava gelado na rua. Já era mais de 21:00h.

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13/04 – VENEZA

 

Levantamos e o dia estava bonito. A chuva da noite anterior não perdurou. Descemos e fomos tomas nosso café. O café era muito bom. Depois saímos e fomos até o terminal de ônibus que fica depois da estação de trem. No caminho achamos um bazar(de uma igreja). Tinha coisa barata demais. Tudo a 1,00 euro. Não resisti e comprei esta boina que apareço nas fotos. Saímos e fomos para o terminal de ônibus. Os ônibus veem de Veneza-Mestre atravessam a ponte e chegam a Veneza. De lá retornam a Veneza-Mestre. Fomos ver como funcionava e quanto tempo era de ônibus até o aeroporto. Lá mesmo compramos o cartão para andarmos 12h nos vaporetos. O cartão custou 16,00 euros/cada. (O cartão unitário era 3,00 euros). Se não estou enganado Veneza tem 17 linhas (ou rotas) de vaporetos. Como já disse existem as plataformas de embarques (estações) espalhadas pelas ilhas.

 

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Você deve observar qual vaporeto para nesta estação. Todas tem indicação do número da rota.

 

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Dependendo da rota você vai as ilhas ao redor, como Murano, Lido, San Giorgio. Para entrar nas estações não deixe de validar seu cartão nas máquinas validadoras que normalmente estão fora. Sinples e rápido (já estávamos atéacostumados com isto).

 

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Algumas linhas não circulam no grande canal que divide a ilha de Veneza. Hoje com o google mapas ficou fácil a gente conhecer o local antes de viajar. Dê uma olhada nele. Lá mesmo perto do terminal de ônibus embarcamos no vaporeto da linha 1. ele passaria pelo grande canal e iria em direção a Piazza de San Marco. O “barco” é grande com muitos assentos e também com uma área para se ir em pé.

 

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Bom, estávamos em um transporte coletivo, então havia gente de todo o tipo e falando as mais diversas línguas, além é claro do italiano. Nós não descemos em San Marco.Passamos por ela que estava bela com o sol do dia.

 

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Continuamos e fomos até a ilha de Lido. Fomos andando e conhecendo a ilha. Diferentemente de Veneza, esta ilha tem ruas onde circulam carros e até ônibus (chegam até la por balsas). É um local muito bonito. Fomos andando pela via Gran Viale Santa maria Elisabetta.

 

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Muito bonita e arborizada, com algumas lojas, hotéis e restaurantes.

 

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Em um restaurante destes entramos, pois já passava das 12:00he fomos comer algo.

 

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Experimentamos um delicioso espagueti (7,00 euros/prato), lasanha a bolonhesa (7,00 euros/prato) e tomamos vinho (3,00 euros/taça). Estava uma delícia !! continuamos seguindo pela via até alcançarmos o seu final. Chegamos a praia. Isto mesmo, chegamos a uma praia, com direito a restaurante, pessoas tomando um sol (estava um frio!!!). Estávamos diante do mar Adriático.

 

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Tinha um vento gelado e não sei como as pessoas se animavam em ficar ali só de roupa de banho. A praia nem chega aos pés das brasileiras. A areia era escura, muito escura mesmo. Mas pra eles devia ser o paraíso. Bom tiramos fotos e resolvemos voltar. Chegamos na estação do vaporeto. Pegamos o barco e descemos agora na estação Giardini.

 

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Fomos conhecer o parque que lá existe. aproveitamos para descansar um pouco.

 

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Depois de tirarmos fotos, pegamos novamente o vaporeto nº 1 e agora sim descemos em San Marco. Fomos conhecer a Basília por dentro. Não se paga para entrar. É a mais famosa das igrejas de Veneza. As paredes de seu interior foram decoradas com mosaicos. Há mosaicos também no piso que se mesclam com mármore. Nos mosaicos, segundo consta há ouro, pedras e até bronze. Seu piso apresenta-se um tanto irregular, ondulado. Acho que vem sofrendo deformações pelo tempo e pelo peso das suas colunas de mármore. Existe uma parte da basílica que você paga para ter acesso, mas nós não fomos. Saímos e demos uma nova volta pela Piazza di San Marco. O dia estava bonito, apesar de frio, e dava outro tom a Piazza. Voltamos e pegamos o vaporeto nº 1 novamente, agora para descermos na ponte Rialto. Podíamos ir a pé, mas resolvemos poupar nossas pernas e como tínhamos comprado o cartão de passe, tínhamos que usar e abusar dele. No caminho observamos algo inusitado. Como aqui tudo circula pela água, seja de barco, gôndola, lancha, nós vimos um caixão sendo transportado, com flores e tudo.

 

 

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Estava indo para o cemitério. Descobrimos também que existe uma pequena ilha, perto de Murano, que é exclusiva para o cemitério da cidade. No vaporeto encontramos brasileiras, turistas como nós. Descemos em Rialto. Esta ponte tem mais de 400 anos e é considerada um dos ícones arquitetônicos da cidade de Veneza. Por muito tempo foi a única ligação entre as duas partes da ilha. Atravessamos a ponte e encontramos uma praça. Lá entramos em um café, tomamos café com croissants. Tomamos em pé mesmo, pois sentado observando o movimento era mais caro. Saímos de lá atravessamos a ponte novamente e pegamos de novo o vaporeto. Descemos perto da estação de trem. Voltamos ao bazar da igreja que passamos cedo e compramos uma coisinhas lá. De lá fomos perto de nosso hotel, na ponte Guglie, caminhamos por aí e sentamos para observarmos um pouco e descansarmos. Ali descobrimos que a linha (rota) “A”do vaporeto vai para o aeroporto (13,00 euros/pessoa + 1 bagagem). Você compra o passe nas bancas de jornais. Perto tinha até uma, porém já fechada. Ele passaria ali por volta de 7:20h da manhã. Depois passa de hora em hora. Apesar de ser mais perto do que o terminal de ônibus decidimos que iríamos no dia seguinte de ônibus para o aeroporto. Após esta descoberta pegamos novamente o vaporeto nesta estação Gulgie. Pegamos o nº 42,que ia dar a volta por fora do grande canal. Ele funciona, juntamente com o nº41, como circulares, só que cada um vai em um sentido. Ele saiu pelo final do grande canal, deu a volta por fora, passou pelo porto e foi parando em algumas ilhas.

 

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Enquanto isto íamos curtindo o passeio e o pôr do sol. Passamos por San Marco (novamente).

 

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Esta linha ia também em Murano, porém na parada “fundamente nove” ele permite que você troque de vaporeto e continue no mesmo trajeto, sem ter que ir a Murano. Como o outro vaporeto já estava saindo, então saímos correndo, seguindo um sujeito que nos explicou isto. Foi até engraçado. Descemos novamente em Gulgie. Fomos comer pizza “al taglio”. O restaurante que comemos ficava logo após o nosso hotel, na via Rio Terá de La Madalena (não anotei o nome). Os pedaços eram bem grandes. Cada pedaço 2,00 euros. A pepsi de 500ml também era 2,00 euros. Depois voltamos para o hotel para arrumar as malas, pois tínhamos que sair cedo para o aeroporto. Próximo destino: Paris.

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Oi gente,

 

Bom, para se comer barato vai outra dica: Não espere você ficar morto de fome para começar a procurar algo para comer. Você acaba entrando no primeiro local e comendo, sem pesquisar muito, devido a fome. Compre frutas nas feiras livres, ou então leve as que você não comeu no café da manhã dos hotéis (se tiverem, é claro). :!: . Nos hotéis IBIS, nós sempres levávamos as maçãs pro quarto e depois carregávamos elas conosco, na mochila, para comer mais tarde. Compre água nos supermercados e também os sanduiches que vendem neles. Há também opções de salgados, biscoitos e outras coisas que dispistam bem e não custam caro, desde que comprados nos supermercados. Bom a minha planilha de gastos já foi deletada. Restou apenas o "rascunho" dos gastos. Vou tentar explicar:

Passagens aéreas, de trens e os ingressos comprados antes:........ 2.241,90 euros.

Hoteis: .......................................................................1.909,30 euros

Euros + VTM (Visa Travel Money):........................................ 3.500.00 euros.

________________

se somarmos os 3 dão: ....................................................7.651,20 euros;

Porém parte dos gastos com hotéis citados acima paguei

com o VTM,então devo diminuir: .........................................1.146,04 euros (pagos nos hoteis com VTM);

Sobraram:...................................................................... 660,04 euros, que també devo diminuir:

_______________

Entào chego no número final de........................................... .845,12 euros5.

convertendo em Real, num câmbio de 2.41 (médio que paguei, incluindo IOF)= 14.086,73 reais.

 

Espero ter ficado claro ::essa::::dãã2::ãã2::'> Se nào ficou podem perguntar...

Até o final de demana vou postar o restante de Florença e Veneza. Estou muito apertado com alguns exercícios e só tenho a noite para fazê-los. Porém vou entrando aqui e fazendo a manutenção dos relatos. OK .

 

Olá tudo bem?

 

Este valor de 5845,12 euros seria o total por pessoa ou o casal?

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oi Jana e Frank,

Legal por estarem gostando e obrigado. Estou tentando ser o mais claro e objetivo, sem esquecer dos detalhes.

Jana. o valor de 5.845,12 euros gastei para as despesas minhas e de minha esposa (o casal).

Já estou escrevendo os relatos de Paris. Semana que vem estou postando.

Acompanhem.

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Um dos melhores mesmo e olha que já li vários. Fernando tem talento pra escrever e as fotos ficaram ótimas.

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14/04 – VENEZA – PARIS

 

 

levantamos cedinho. O tempo estava um pouco nublado e frio. Não tomamos café no hotel, pois só começaria a ser servido depois da 8:00h. Fizemos nosso check-out. Saímos em direção ao terminal de ônibus. Gastamos uns 15 minutos. O pior foi atravessar a ponte depois da estação ferroviária. Ela é mais alta que as demais e ao contrário das menores, não tem degraus mais baixos nos cantos. Foi um martírio subir e descer. Mas conseguimos e vencemos. Chegamos no terminal, compramos o cartão (3,00 euros/cada). Já havia um ônibus parado. Era o número 5, na plataforma A1.Entramos, validamos o cartão dentro mesmo. Colocamos as malas no espaço para elas. Pontualmente as 07:25h o ônibus partiu. Vinte minutos depois estávamos no aeroporto Marcopolo de Veneza. O aeroporto é muito grande. Fomos ao check-in da cia aérea Esasyjet. Nào havia fila. Apenas poucas pessoas. Como é uma cia lowcost, devemos observar as suas regras. Uma delas e o tamanho das bagagens de mão e o peso das bagagens de porão (20 kg). Tudo ok. Porém perguntei a atendente sobre o número de nossos assentos, ela me disse que não são marcados !! Legal, quem entrar primeiro pega os melhores lugares, se é que existem. Saímos só balcão e fomos tomar então nosso café, pois não tomamos no hotel. Comprei 1 capuccino, 1 chocolate quente (que não vem nada) e 4 croissants. (9,40 euros/tudo). Comemos tranquilhos. Fomos para a sala de embarque. Apesar de ter tirado tudo para passar no detector de metais, mesmo assim a porcaria da máquina apitou comigo. Bom, não tem segunda chance. Vai para a revista novamente. Após uma minuciosa revista, abriram até a bagagem de mão que passou pelo raio-x, passei. A sala de embarque é um show a parte. É confortável, muito grande e com várias opções de lojas e restaurantes. Nem sei. Dá até vergonha se comparada com as de nossos aeroportos (muito apertadas). Ficamos esperando o nosso voo. Fizemos a fila e fomos para o avião.

 

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Como nosso embarque foi “remoto”, optamos por entrar pela porta dos fundos do avião. Pegamos nossos lugares. O avião era um Airbus A320 (ou A319). Porém os assentos não reclinam. Nada mesmo.

 

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Nào servem lanche gratuíto, vendem. Encaramos dois suco: 250ml. 3,00 euros/cada. E paga-se na hora. Outra coisa diferente: dentro do avião você recebe uma revista com vários produtos que são vendidos ali. (um verdadeiro comércio nas alturas). Vendem até os tickets dos trens de Paris. Juro que senti saudades da Gol !! Os avisos são em Inglês e francês apenas. Bom pelo menos o voo foi legal. Passamos por cima dos Alpes. Nunca imaginei que veria esta cena.

 

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Descemos no aeroporto Orly, que fica no sul de Paris.já na saída do avião conhecemos uma casal de brasileiros, por sinal mineiros, e que moram em BH. Estavam em lua-de-mel. Fomos conversando e descobrimos que ficaríamos em hotéis próximos. Eles em Invalidès e nós perto do Campo de Marte. Como havíamos lido a respeito de táxi-van, resolvemos arrumar um. O aeroporto é muito grande. Até chegarmos no local de despacho das bagagens foi uma longa caminhada. Basta ir seguindo as indicações que se chega lá. Tudo certo com as malas. Saímos e logo paramos no balcão de informações.

 

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Aqui vou fazer um parênteses para explicar o sistema de transporte sobre trilhos de Paris. Paris tem uma rede que se divide em 14 linhas de metrô (numeradas de 1 a 14 e com cores distintas – algumas ainda se dividem em “a”, “b”) e 5 linhas de trens regionais – chamado de RER (indicados pelas letras de “A” até “E” e com cores distintas também e da mesma forma que o metrô também se bifurcam em determinados locais, indicados por números após as letras), e 4 linhas de TRAM (ou mais conhecido como VLT). Também é dividida por “zonas”. Estas zonas vão de 1 (mais central) até 6 (nos subúrbios de Paris). Existe tarifação diferenciada para estas zonas, no RER. O metrô e o TRAM vão normalmente até a zona 3 e não há diferença de preço. Portanto ande a vontade. No RER é que você deve se localizar. Se você vai descer no aeroporto Charles De Gaulle, você está na zona 5. Se descer em Orly, esta na zona 4. A Eurodisney se não estou enganado também é na zona 5. Aí os preços variam. Nós já havíamos descoberto que o “Chateau de Versailles”está localizado na zona 4. Era o único fora da zona 3. Portanto compramos o “Paris visite” ticket de transporte que lhe permite andar livremente. Escolhemos o ticket de 3 dias de validade e com acesso até a zona 3. Sendo assim para irmos a Versailles teríamos que comprar um ticket avulso, o que fizemos no dia da visita. Pelo Paris Visite pagamos 20,70 euros/por pessoa (o que nos proporcionaria andar livremente nas zonas de 1 a 3 dos transportes). O dia começa a contar no momento da primeira utilização e não no dia da compra. Íanos ativá-lo no dia seguinte, pois já era mais de 12:00h e se ativássemos neste dia perderíamos já meio dia de utilização. A moça do balcão de informações me advertiu que estávamos na zona 4 e que o cartão não poderia ser utilizado ali. Isto eu já sabia de antemão, e agradeci a ela pela advertência. Aproveitamos e compramos também o “Paris Museum Pass”. Ele lhe dá acesso a mais de 60 museus e monumentos de Paris e Região (se você conseguir ver todos, me avise !!!!). por ele pagamos 35,00 euros/cada.

 

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Já havíamos feito as contas e vimos que compensava, além do que vai a comodidade de não enfrentar filas nas bilheterias e ter entradas diferenciadas em alguns lugares. Bom andar de metrô em Paris não é difícil, apesar das 14 linhas. Vai umas dicas ai: Eu peguei dois mapas. Um deixava com o mapa da rede de metrô/RER/TRAM, já no ponto de consulta. Assim eu não precisava ficar abrindo e virando mapas. O outro deixava com o mapa das ruas de Paris. Para quem mora em cidade com metrô, já conhece o sistema de indicação para o sentido do trem nas plataforma. Para quem não conhece, lembre-se que a indicação do sentido do trem é sempre dado como referência a última estação da linha. Bom, continuando, fomos para fora do aeroporto para procurarmos nosso táxi van.

 

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Eta povo animado. Aí começou a novela. Os taxitas não falavam inglês e nem portunhol. Só francês (pode uma coisa destas!!!). Eu e o meu concunhado fomos mais adiante e localizamos uma van. Porém o motorista não entendia inglês. Por sote o seu colega entendia, um pouco. Explicamos que éramos em 6 ( pois estávamos juntos com o outro casal de BH que conhecemos no avião) e que ficaríamos em dois hotéis próximos. Ele nos deu o preço de 15,00 euros pelas bagagens mais o valor do taxímetro. Não fechei o negócio, pois achei caro. Dispensei eles e voltamos. Porém acho que ele não entendeu. Como estávamos ainda na estaca zero, o nosso recém conhecido amigo foi atrás de outra van, encontrando um que falava inglês e que cobrava 50, 00 euros, mais nada. Fechamos com este. Fomos para o local indicado, e chegando lá encontramos a van do primeiro contato. O seu motorista ficou insistentemente nos chamando (em Francês) e nós fazendo sinal que não íamos. Não é que o cara ficou bravo e foi xingando alto (sei lá o quê, graças a Deus que não entendia). Passamos por ele e fomos esperar o outro. Ainda bem que ele arrumou um freguês rápido e saiu dali. Bom pegamos nossa van e fomos. Para quem está sozinho, tem o Orlybus (ônibus que vai até perto do centro) e o Orlyval (liga o aeroporto a linha do RER). Com certeza ficam mais baratos que táxi para 1 pessoa. Paris é realmente linda. Fomos observando tudo. Deixamos nossos recém conhecidos conterrâneos na porta do hotel deles, em Invalides. Seguimos pela Avenida de La Motte-Picquet, até nosso hotel. Antes de chegarmos ao hotel já passamos pelo Campo de Marte e tivemos a vista da Torre Eiffel. Magnífica!!!! Descemos no hotel,

 

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fizemos nosso check-in. Os funcionários falavam Inglês. O nosso quarto como já disse antes era excelente. Saímos e fomos pela La Motte-Picquet até depois do Campo de Marte, entramos na Rua Cler e almoçamos no restaurante Tribeca. La aconteceu algo engraçado também. A atendente, muito educada também, fala inglês. Nos deu o menu. Eu não quis me aventurar em nada diferente, pedi uma lasanha a “la Bolonhesa”. Minha esposa, pediu uma lasanha de legumes. Minha cunhada queria comer carne. Após escolher pediu um prato de carne de porco (porc em Francês), com batatas. Não demorou vieram as refeições.

 

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O meu prato e de minha esposa, sem surpresas. Porém o deles... ah meu Deus. O prato estava muito bonito. Quando comeram, veio a decepção. A carne e as batatas eram temperadas com molho doce. Imagine só. Carne com molho doce. Bom nem precisa explicar o retante. Sobrou no prato. Por esta refeição toda, ainda bebemos refrigerante e suco, pagamos 51,00 euros para os quatro ( lasanha era 9,00 euros/cada). Voltamos a caminho do hotel para pegarmos roupas de frio, pois íamos fazer o passeio de barco. No caminho, na av. La Motte-Picquet entramos no Carrefour. Lá compramos água e sanduíches, para comermos mais tarde. Saímos novamente do hotel e fomos em direção ao Campo de Marte – Torre Eiffel.

 

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A Torre é muito alta. Nós não compramos ingresso antecipado, portanto entramos na fila dos ingressos. Se você quiser ir até o segundo estágio, paga-se 8,00 euros por pessoa. Se você quiser ir até o topo paga-se 13,40 euros/pessoa. Compramos o ingresso até o topo. Você compra o ingresso e tem que subir. Já é direcionado para a outra fila. Você passa por duas revistas de bolsas. Objetos de vidro, cortantes e animais não não permitidos. A fila estava grande, mas andava com certa velocidade. Primeiro sobe-se até ao 2º estágio.

 

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Lá já tiramos bastante fotos. Depois pega-se novamente uma fila para outro elevador e sobe-se até o topo. A vista lá de cima é incrível. Você vê tudo. O Trocadero:

 

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A vista do Rio Sena:

 

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O Campo de Marte:

 

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Também é show. No topo do torre tem dois andares. O 1º é todo fechado com vidro. Já no segundo é aberto e com grades de proteção (faz um frio....). Após uma longa permanência lá em cima descemos para o 2º estágio. De lá pegamos novamente a fila para chegar a base da torre (fila grande). Já era quase 20:00h e fomos ao Rio Sena. Íamos fazer o passeio de barco. O embarque é bem em frente a torre. Basta atravessar a rua e já se vê o local. O barco saía as 20:00h. Compramos o ingresso da cia. “Vedetes de Paris”, custou 12,00 euros por pessoa e o passeio duraria 1 hora, com áudio sobre as pontes do Rio Sena e das principais atrações turísticas vistas do Rio.

 

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O áudio do barco era muito bom e bem claro.

 

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Falava-se em Inglês, Francês e Espanhol. Fomos na parte superior do barco.

 

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A medida que ia anoitecendo o frio ia aumentando e nós cada vez mais agasalhando-se.

 

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Meu Deus, que passeio !! Muito bom, mesmo com o frio que fez. O barco vai até bem depois da ilha de la Citè. Na volta, a cidade já estava escurecendo, você vai apreciando as luzes da cidade se ascendendo,das pontes e de longe já se vê a torre iluminada. Quando estávamos chegando a torre já eram 21:00h.

 

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Nesta hora ela, que já estava iluminada, começou a piscar, provocando um belo efeito. Descobrimos que ela repete este efeito de hora em hora. Muito bonito. Chegamos ao ponto final. Descemos e fomos ao outro lado do Rio Sena. De lá tivemos uma bela vista do torre iluminada.

 

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Aproveitamos e compramos algo para beber e comemos o lanche que tínhamos comprado no Carrefour e ainda comemos umas pipocas para arrematar.

 

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Quando voltamos passamos embaixo da Torre e fomos a caminho de nosso hotel. Antes porém ainda vimos novamente o espetáculo das luzes da Torre Eiffel brilhando novamente, já eram 22:00h. Voltamos para nosso hotel. O dia foi excelente, mas cansativo.

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