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Olá viajante!

Bora viajar?

22 dias pela Europa - Portugal - Italia - França - Holanda

Postado
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[t1]VIAGEM A EUROPA – PORTUGAL (LISBOA-SINTRA-OBIDOS-FÁTIMA-COIMBRA-PORTO) – ITÁLIA (ROMA-FLORENÇA-VENEZA) – FRANÇA (PARIS)- HOLANDA (AMSTERDAM);[/t1]

 

Começamos a planejar esta viagem em dezembro de 2010. Queríamos fazer algo diferente nas férias. Comecei a olhar alguns intercâmbios, pacotes turísticos em agências. Depois minha esposa descobriu o site dos mochileiros. Lemos vários relatos e resolvemos que iríamos por conta própria. Aproveito para agradecer a Lilizinha, pois seu relato foi muito importante para o nosso planejamento e também decisão de viajarmos por conta própria. Pacotes turísticos são mais cômodos, porém muito cansativos e pouco nos oferecem e ainda saem bem mais caro.

 

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ORGANIZE-SE:

 

Tudo relacionado a viagem fui colocando em duas pastas. Numa reuni as passagens aéreas, bilhetes de trens, reservas dos hotéis, ingressos que compramos antecipadamente. Na outra colocamos os roteiros impressos que íamos fazer. Criei também em meu e-mail, uma pasta onde arquivava tudo aquilo que já era relacionado a viagem, mesmo que já impresso, tal como bilhetes, passagens, confirmação de reservas e bilhetes aéreos. Assim fica fácil localizar as informações, se necessário.

 

SITES:

 

http://www.urbanrail.net/index.html (linhas de metrô no mundo)

http://www.thalys.com/fr/en/?time=1304551392 (trem rápido Paris-Bruxelas-Amsterdam)

http://www.ibishotel.com/pt/home/index.shtml (Hoteis Ibis)

http://www.raileurope.com.br/spip.php?page=rubrique&id_rubrique=18 (Trens europeus);

http://www.trenitalia.com (Trens Italianos);

http://parisbytrain.com (Transporte público em Paris e arredores);

http://www.interpartner.com.br (site para obter o certificado do seguro europeu – “schengen”)

http://sna.saude.gov.br/cdam (obter certificado do Ministério da Saúde)

http://www.tripadvisor.com.br (reservas de hotéis e dicas com avaliação dos mesmos)

http://www.easyjet.com (Cia aérea Low-cost que voa na Europa)

http://www.askmelisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.visitlisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.hotelstellaroma.it (hotel em Roma)

http://www.hoteldellenazioniflorence.com (hotel em Florença)

http://www.hotelalleguglie.com/it ( hotel e Veneza)

http://www.hotel-paris-tourism.com (hotel e Paris)

http://www.seatguru.com (configuração dos aviões)

 

 

BAGAGENS:

 

Não leve mais do que 1 mala e 1 mochila por pessoa. É o suficiente. Lembre-se que você terá que arrastá-la. Se puder deixe espaço nesta mala para trazer algo, você vai querer ! Leve mala com rodinhas e de preferência boas rodinhas para que elas não se quebrem pelo caminho. A mochila é importante pois sempre que saíamos ela ia conosco. Nela levamos lanches (frutas e sanduiches), além da roupa de frio (luvas, gorros, etc) pois ao anoitecer o frio chegava. Compramos cadeados para nossas malas. Isto mesmo, cadeado. Sempre que saíamos do hotel trancávamos as malas com o cadeado. Achamos seguro pois tinha notebook dentro e também Euros.

 

SEGURO VIAGEM:

 

Compramos nossa passagem aérea com o cartão VISA, na função crédito. Alguns cartões VISA (não são todos), lhe oferecem de graça o Seguro de 30 mil Euros, desde que a compra da passagem aérea seja feita na função CRÉDITO. Depois de feita a compra você pode obter o certificado “schengen” no site já informado em “sites”. Veja com o seu Banco ou diretamente com o atendimento de seu cartão de crédito VISA, se o cartão que você possui lhe oferece este seguro. Volto a repetir, é um seguro médico de emergência, no valor de 30 mil Euros oferecido por alguns cartões VISA; Para que se entre na Europa pode ser exigido (pela imigração) o seguro no valor de 30 mil euros. Várias seguradoras fazem este tipo de seguro viagem. Nós fizemos a precificação com uma e ficava em torno de R$200,00 por pessoas. Como adquirimos a passagem com o VISA e ganhamos este seguro, economizamos nesta despesa. Apesar de termos levado o certificado do seguro não nos foi exigido a sua apresentação na hora da Imigração.

 

CDMA – Certificado de Direito a Assistência Médica

 

Documento obtido junto ao Ministério da Saúde, que lhe garante o atendimento médico nos países que firmaram acordo bilateral com o Brasil. Nós pegamos 2 certificados: um para Portugal e outro para Itália. Como estamos em MG, ligamos para BH onde obtivemos informações. Tel (31-)32482814. Os funcionários são muito prestativos e fizemos tudo por e-mail e telefone. Depois pegamos o certificado em BH (pois embarcaríamos lá). Segundo informação dos funcionários eles enviam pelo correio este certificado. Este certificado é mais uma garantia de atendimento médico, caso necessitássemos.

 

MEDICAMENTOS:

Nós levamos alguns medicamentos conosco, pois sabíamos que em alguns países não vendem sem a receita médica. Levamos Dorflex, Paracetamol, alguns para gripe ou resfriados, sal de fruta, remédio para enjoo.

 

PERMISSÃO PARA DIRIGIR:

 

Como íamos alugar carro em Portugal, tirei minha Permissão internacional para dirigir. PID. No site do detram (no meu caso foi o MG), preenchi a guia para recolhimento da taxa (aproximadamente R$106,00). Paguei a taxa e a PID chegou em menos de 1 semana. Ela funciona para quase todos os países europeus. Foi fácil e rápido.

 

DINHEIRO E GASTOS

 

Levamos Euros em espécie 2.000 Euros e também adquirimos o cartão VISA TRAVEL MONEY (VTM), coloquei 1.500 Euros. O VTM é um Cartão pré-pago que substitui o cartão de crédito. A vantagem que você não precisa ficar carregando muito dinheiro. Em quase todos os lugares aceitaram este cartão. Gastamos R$15.583,00, para nós dois, já está incluído aí todos os gastos, incluído a compra dos euros. Pasmem, ainda sobraram pouco mais de 600,00 euros, entre dinheiro em espécie e no cartão VTM.

 

SEGURANÇA

 

Para evitar transtornos com pequenos furtos, minha esposa fez para nós usarmos uma bolsinha que se coloca na barriga, dentro da calça (conhecida como doleira). Acha-se para comprar também.Nela colocava o dinheiro e nossos passaportes. Existe uma preocupação com os pick-pocket (batedor de carteira no Brasil). Nos lugares com muita gente, tais como museus, ônibus, metrôs, etc, eles costumam agir e levar seu dinheiro. Portanto não ande com bolsas e mochilas a tiracolo. Segundo nos foi informado não há registro de assaltos, onde o bandido anuncia o fato, normalmente armado com revólver, faca, canivete. Porém o tipo de crime mais comum é o de “batedor de carteira”. Fique atento !!

 

HOTÉIS

 

Pesquisamos os hotéis antes de reservar, claro. No site tripadvisor (ver em Sites) você encontra informação hotéis, como preço e avaliação por quem já se hospedou. Através deste site escolhemos 4 dos 9 hotéis que ficamos. Outros 4 foram hotéis da rede Ibis (cujo padrão é o mesmo em todos os lugares) e o último não escolhemos pois foi pago pela TAP (companhia aérea). Os hoteis IBIS em Portugal são muito baratos. Vale a pena ficar neles. Você tem a certeza do serviço prestado. Assim optamos por eles. Na Itália o Ibis Roma é muito distante, fica mais perto do aeroporto. Ficamos em um hotel perto da estação Termini. O mesmo foi em Florença. Ficamos em um hotel ao lado da estação de Santa Maria Novella (trem). Já em Veneza ficamos em um hotel a uns 10 minutos a pé da estação de trem. Em Paris, há muitos hotéis IBIS, mas com preços salgados. Ficamos em um hotel perto da Torre Eiffel (campo de Marte) e perto da estação de metrô. Só voltamos a ficar em um hotel IBIS em Amsterdam. Além de ficar ao lado da estação de trem, nem pensamos duas vezes, pois era mais fácil, apesar do preço ser muito salgado. Vale a pena ficar próximo dos centros (ou das atrações turísticas principais) e também das estações de metrô ou de trem dependendo da cidade, para que não fique carregando muita mala. Fizemos todas as reservas diretamente nos sites dos hotéis, apesar de pesquisarmos sobre os mesmos no site do tripadvisor. Os 4 hotéis Ibis pagamos já antecipadamente. Nos hotéis de Roma e Paris, foi cobrado antecipadamente apenas parte do valor. Nos hotéis em Florença e Veneza pagamos somente no check-out. Uma semana antes de viajarmos enviamos e-mails para estes hotéis e ratificamos nossas reservas, apesar de termos recebido quando fizemos a reserva a nossa confirmação. Vou fazer o relato sobre a minha impressão em relação aos hotéis:

LISBOA – Hotel IBIS Liberdade: Hotel com padrão IBIS, quartos bons, com janelas duplas. Banheiro bom. Tem serviço de internet gratuito no hall do hotel, nos quartos é paga. Café da manhã muito bom, com variedades de pães, frutas e iogurte. Preço ótimo: 67,00 euros/dia. Sua localização também é boa. Perto do centro (a pé uns 10 minutos) e perto de estações de metrô (que ficam na Av. Liberdade).

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COIMBRA – Hotel IBIS Coimbra. Da mesma forma mantém o padrão IBIS. Não tinha janelas duplas porém o barulho da avenida não atrapalhava. É perto da Universidade (10 minutos a pé), em frente ao rio. Café da manhã muito bom. Preço ótimo 47,00 euros/dia. Foi o mais barato dos hotéis que ficamos. A internet também é free na recepção (wireless).

PORTO - Hotel IBIS Porto (Rua da Alegria): Muito bom. O recepção do hotel fica no 3º andar no prédio. Da mesma forma que os demais mantém o padrão IBIS. Café da manhã muito bom, com variedades. Internet free (wireless) na recepção. Preço muito bom também: 57,00 euros/dia. É perto do centro e da estação do metrô Bolhão (5 minutos a pé).

ROMA – Hotel Stella: Perto da estação Termini (10 minutos a pé). Em Roma é dificil achar hotéis baratos com 100% de satisfação. Este hotel é bom, apesar de ser um dos mais caros que ficamos. 111,50 euros/dia Fica em um prédio de 5 andares. Nem todo o prédio é do hotel. Também funciona escritórios lá (acho que é comum isto). Tem uma vantagem em relação aos demais que olhamos, tinha elevador. Ainda bem pois ficamos no 5º andar. Os quartos são bons, com espaço, porém o box do banheiro é muito pequeno (70x70). Uma pessoa gorda não cabe. O café da manhã é simples. Não tem frutas nem iogurte. Sobre a internet, tinham apenas 1 computador na recepção (muito antigo por sinal). Difícil !! Mas mesmo assim deu pra usar uma vez. Tem uma pequena escada até a recepção.

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FLORENÇA– Hotel Della Nazzione: Ao lado da estação SMN (Santa Maria Novella). Ótima localização, 5 minutos a pé da estação. Hotel bom, com excelente café da manhã. Preço bom: 88,40 euros/dia. Quarto espaçoso, com internet wireless (free) no quarto. O box do banheiro também é pequeno (70x70). Mesmo assim valeu pela localização. Da mesma forma tem uma pequena escada na recepção.

VENEZA – Hotel Alle Guglie: Hotel bem localizado (na ilha de Veneza), perto da estação de Trem (10 minutos a pé). É em um prédio antigo (como a maioria), porém por dentro está todo reformado. O quarto não é muito espaçoso, porém aconchegante. Tinha internet wireless (free) no quarto. O banheiro é de tamanho normal, porém o box da mesma forma que os demais era pequeno (70x70). Volto a repetir que alguém gordinho passa aperto (literalmente). O café da manhã também é bom, tem variedades. Preços razoáveis: 100,00 euros/dia. Um problema: escadas para se chegar nos quartos. Como ficamos no último andar, tivemos que subir mais de 60 degraus, ainda bem que o recepcionista ajudou com malas. Em Veneza (ilha) os hotéis também são caros. Em Veneza Mestre (continente) os hotéis são mais baratos, porém você tem que fazer a travessia ilha-continente de ônibus, trem. Acho que fica cansantivo.

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PARIS – Hotel Tourisme: Hotel bem localizado, ao lada do estação La Motte Piquet-Grenelle do metrô de Paris. É perto do Campo de Marte. A pé até a torre Eiffel gasta-se uns 15 minutos. Preço bom: 113,40 euros/dia (é média pois há diferença para final de semana). O hotel está em reforma. Ficamos em um quarto já reformado. Quarto amplo, com móveis todos novos, banheiro espaçoso. O box não era apertado. Quarto com internet wireless (free). Café da manhã bom, com variedades. Achamos bom porque estava ao lado do metrô.

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AMSTERDAM – Hotel IBIS Centro: Ao lado da estação de trem de Amsterdam (5 minutos a pé). Padrão IBIS. Café da manhã muito bom, internet na recepção wireless (free). O preço foi o mais caro dos hotéis que ficamos: 135,45 euros/dia. Porém escolhemos este hotel pela sua localização. Na verdade nem olhamos outros hotéis em Amsterdam. Tivemos receio de embarcar numa roubada.

LISBOA (hotel pago pela TAP): No último dia, ficamos no hotel Roma, em Lisboa. Por conta da alteração no voo de volta para BH. Hotel muito bom. Fica na Av. de Roma. Café da manhã excelente. Mas acho que os preços deste hotel são acima dos preços do IBIS (170 euros/dia). Portanto recomendo o IBIS.

 

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ROUPAS E CALÇADOS.

 

Fomos na primavera e mesmo assim usamos roupas de frio. Durante o dia o sol estava quente, porém ao anoitecer esfriava. Mesmo de dia em determinadas cidades, à sombra ficava frio. Portanto leve roupas de frio. Levamos também capa de chuva (apesar de não utilizarmos pois só choveu mesmo no último dia em Portugal. Não se importe em repetir as roupas. É melhor repetir os casacos, calças do que carregar malas pesadas. Lembre-se disto. Quanto aos calçados, eu levei um par de tênis e fui com um sapatênis. Minha esposa levou tênis (mas não usou), uma botinha confortável e “papete” que mais usou. Ela achou mais confortável do que tênis.

 

TOMADAS ELÉTRICAS:

 

Se você tem tomadas com pino chato (comum em carregadores de máquinas e celulares), compre um adaptador. As tomas por lá são todas com pinos redondos, e apenas 2. Apenas em um hotel foi que vi tomada para pino chato. As tomas de 3 pinos (comum em computaodores) também não servem lá. Eu levei um adaptador com saída para 3 pinos, porém nem usei. Comprei um adaptador lá mesmo, nas lojas de chineses (0,99 de Euros).

 

COMUNICAÇÃO NO EXTERIOR:

 

Acho que a grande maioria tem o receio de não entender e de não se fazer entender em um país estrangeiro. Acho que saber o básico do Inglês ajuda um pouco, mas não vejo como pré-requisito. Na Itália você até encontra quem entenda o português ou até mesmo o “portunhol”. Na França é que tivemos mais dificuldades, pois nem todos querem falar em Inglês e tínhamos que ir nos entendendo com a comunicação via gestos. Mas foi legal, pois não deixamos de fazer nada por isto. Por último leve consigo sempre papel e caneta. Beinque de imagem e ação. Se puder leve um mini-dicionário de cada língua. Pode precisar para entender algo.

 

ROTEIRO DA VIAGEM:

 

Partida 30/03 – BH

31/03 - Lisboa

01/04 - Lisboa

02/04 - Sintra - Lisboa

03/04 – Lisboa – Óbidos – Coimbra

04/04 – Coimbra – Porto

05/04 - Porto

06/04 – Porto – Roma

07/04 - Roma

08/04 - Roma

09/04 - Roma

10/04 – Roma-Florença

11/04 - Florença

12/04 – Florença – Veneza

13/04 - Veneza

14/04 - Veneza – Paris

15/04 - Paris

16/04 - Paris

17/04 - Paris

18/04 – Paris – Amsterdam

19/04 - Amsterdam (Keukenrof)

20/04 – Amsterdam-Lisboa

21/04 – Lisboa-BH*

 

*Nosso roteiro original terminava dia 20/04, quando pegaríamos o voo em Amsterdam, faríamos uma escala em Lisboa (aproximadamente de 1 hora) e pegaríamos o outro voo para BH. Porém, a TAP alterou o horário do voo para BH, adiantando o mesmo. Assim nosso voo para BH foi remarcado para o dia 21/04. Ganhamos mais um dia Lisboa, e o melhor, com as despesas pagas pela TAP. Esta mudança foi feita dois dias antes de sairmos do Brasil. Recebi uma ligação da TAP, nos informando da alteração. Depois da nossa confirmação recebemos e-mails com os novos horários de volta bem como a confirmação da reserva do hotel em Lisboa, no dia 20/04. Tudo com antecedência e sem estresse. Assim já sabíamos com antecedência que ficaríamos mais um dia na Europa.

 

PROGRAMAÇÃO DA VIAGEM:

 

Nós viajamos em 4 pessoas. Foi eu, minha esposa, a irmã dela e o marido da irmã. Decidimos qual seria nosso roteiro. Portugal-Itália-França e Holanda. A partir daí decidimos a data de ida e de volta e quantos dias íamos ficar em cada lugar (cidade). Nós compramos primeiro a passagem de avião Ida e volta, R$ 4.061,98, para mim e minha esposa. Como íamos sair por BH, resolvemos que seria melhor voar pela TAP que tem voo direto entre BH-Lisboa. Até achamos voo mais barato pela IBÉRIA, mas tínhamos que fazer tantas escalas que desistimos. Achamos também melhor entrar na Europa por Portugal pois assim faríamos a Imigração em Lisboa, o que já sabíamos seria mais fácil. Outra vantagem que vimos (e esta foi só depois de estarmos já no final da viagem), os preços em Portugal são mais baratos do que no restante dos lugares que passamos. Assim a gente não se assusta tanto com as compras em Euro. Muitas companhias aéreas oferem a disponibilidade de comprar passagem com IDA e VOLTA por cidades diferentes. Foi o que fizemos. Compramos a volta de Amsterdam-BH. É claro que o voo ia passar em Lisboa, mas acreditem o preço da passagem desta forma ficou mais barato do que Lisboa-BH. Tivemos sorte também e no mesmo dia que compramos a passagem de ida e volta, já compramos a passagem de Porto-Roma (também pela TAP). Estava em promoção e saiu muito barata, 97,36 euros para o casal (a la GOL/WEBJET no Brasil). Nós compramos as passagens em 18/01, ou seja com mais do que 2 meses de antecedência. A partir daí fomos escolhendo os hotéis e também compramos as demais passagens de trem e avião. Deixamos para alugar o carro lá mesmo em Portugal. Assim podíamos ver in-loco o veículo,pois tinhamos dúvida em relação ao tamanho dos bagageiros. Depois compramos as passagens de trem. O trem Thalis, que liga Paris-Bruxelas-Amsterdam tem preços mais baratos quanto mais cedo se comprar a passagem. Compramos com mais de 2 meses, e conseguimos por 35,00 Euros (por pessoa) até Amsterdam. Já no trem da Trenitália, não percebi esta diferença, porém compramos também com antecedência. De Roma a Florença, pagamos 44,00 euros por pessoa pelapassagem de trem. De Florença a Veneza pagamos 42,00 euros pela passagem por pessoa. De Veneza a Paris existe um trem noturno italiano. Vimos muitos relatos de pessoas que preferem viajar nele, pois assim economizam uma diária de hotel. O trem sai de Veneza por volta de 19:30 h. A viagem dura em torno de 14 horas. Nós desistimos de fazer esta viagem quando vimos na internet o tamanho das camas. Achamos pequenas. Além do mais os “cholches” (quartos??) são de 4 ou 6 pessoas. Demos sorte e compramos passagem aérea pela companhia Easyjet (low-cost). Estava em promoção. Ficou em 106,48 euros para o casal. É claro que por ser uma cia low-cost tem regras a serem seguidas. A principal é que as bagagens não podem exceder a 20 quilos por pessoa. Como compramos ainda no Brasil, já fomos preparados. Acredito que saiu bem mais barato pagar o voo e a diária do hotel em Veneza do que viajar a noite neste trem. Compramos também ingresso antecipado para o Museu do Vaticano. Pela internet paga-se 4,00 euros a mais do que se comprasse na hora. Vale a pena, pois a fila que se passa a frente por se ter este ingresso é enorme. O outro ingresso que compramos foi do parque da Holanda, o Keukenhof, 21,00 euros por pessoa.

 

DIA DA VIAGEM – 30/03 – BELO HORIZONTE

 

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Fizemos o check-in pela internet, de manhã no site da TAP. Assim escolhemos os lugares juntos. Nosso voo estava marcado para as 22:45 h. Saímos cedo pois o aeroporto de Confins fica bem longe. Ao passar no raio-x lembre-se: Nada de objetos cortantes (cortadores de unhas, tesourinhas, canivetes, líquidos nas bolsas). Tudo isto fica retido. Vimos um recipiente cheio destes objetos. É incrível como ainda tem gente que carrega isto nas bolsas e bolsos e acha que passará nos detectores de metais. Passamos pelo raio-x e depois no guichê da PF. Tranquilho! Vale lembrar que é bom chegar cedo. Embarcamos.

  

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O voo foi perfeito, sem turbulências. Serviram o jantar. Normalmente se tem duas opções de pratos para o jantar. No entanto, aqueles que ficam mais ao fundo da classe econômica acabam por ter que ficar com o prato que literalmente “sobra”.  Foi o nosso caso. o avião tinha duas classes, executiva e econôminca. Veja a configuração do avião no endereço disponível em "sites". Neste voo a refeição podia ser peixe ou frango. Como estávamos bem perto do final (já na fila 32) tivemos que comer peixe, pois o frango já havia acabado. Na verdade eu queria era mesmo o peixe, mas para quem não gosta, ficaria sem. Após o sono (cochilo) amanheceu e umas 3 horas antes de chegarmos a Lisboa serviram o lanche. Muito bom também. Nosso voo chegou na hora marcada. Ao meio dia estávamos desembarcando em Lisboa. Vai uma dica. Antes de pousarmos os monitores de vídeos do avião já avisavam o número da esteira que seria entregue as bagagens. Preste atenção!

 

31/03 – LISBOA:

 

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Fomos para a fila da Imigração. Apesar de grande, andava com agilidade. Quando chegamos ao guichê apresentei nossos passaportes (meu de minha esposa). O agente perguntou quantos dias íamos ficar na Europa. Respondi e pronto, carimbou nossos passaportes. Para minha cunhada o outro agente ainda quis saber o nome do hotel que eles ficariam em Lisboa. Mais nada e já estávamos liberados. Fomos pegar nossas bagagens. Tudo certo. Saímos pela saída “nada a declarar”. Fomos direto ao balcão de informações turísticas.

 

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Compramos o Lisboa-Card para 48 horas. Pagamos 28,50 Euros por pessoa. Este cartão direito ao transporte no metrô, ônibus (autocarro), electro, elevadores da carris. Ainda permite também em linhas de trem (comboio) para Sintra, Cascais e entrada em 27 museus, monumentos e outros locais. Mais dicas sobre ele veja em “Sites”. Deixamos para ativar o cartão no dia 01/04. O cartão vem com um guia sobre lisboa, mapa da cidade com linhas de metrô. Saímos e fomos para a fila do taxi. Estava grande mas logo conseguimos o nosso. Do aeroporto ao nosso hotel (IBIS Lisboa – Liberdade) pagamos 10,00 euros (barato para o padrão europeu). Fizemos o check-in, deixamos as bagagens no quarto e fomos para a rua. Fomos almoçar. Logo perto do hotel achamos o restaurante "Bela Ipanema". Fica na av. Liberdade 169. Comemos bem e pagamos 33,50 euros para 4 pessoas. Já estava incluido os sucos, e os pães e patês que eles servem como entrada. É comum isto. Se você não quiser pode pedir para retirar (com educação claro). Demos uma volta perto de onde estávamos e voltamos para o hotel. Minha cunhada tinha um contato já em Lisboa. O rapaz ia nos apanhar no hotel para fazermos um “tour”por Lisboa. Logo após chegarmos ao hotel ele apareceu. Fomos nós 4 com ele para conhecer a cidade de carro. Fomos na Catedral da Sé. Muito bonita. Vale a pena. Já na rua em que se encontra a Catedral você se depara com bondes (eléctricos).

 

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Depois subimos e fomos ao mirante de Santa Luzia, perto da igreja com o mesmo nome. De lá se tem uma vista linda do Rio Tejo.

 

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Fomos até a porta do castelo Sào Jorge (é perto), porém não entramos, pois deixamos para visitá-lo no dia seguinte. Depois fomos ao largo da Graça de onde se vê um outro lado da cidade também. Depois de muitas fotos, descemos até o bairro de Alfama, famoso pelos bares e restaurantes que apresentam o Fado à noite. Andamos pelo bairro, conhecemos suas ruelas. Vale a pena, pois é um bairro encantador. Já estava no final de dia e fomos para o distrito de Almada, que fica do outro lado do Tejo (ao sul do Tejo). Atravessamos a bela ponte 25 de abril. Interessante nesta ponte é que a mesma tem duas pistas. Na parte inferior passam os comboios (trens). Na parte superior são os carros, em dois sentidos. Almada é um "concelho"(é assim mesmo que se escreve lá). Fomos ver o pôr do sol em uma praia do outro lado de Almada, chama-se Costa da Caparica.

 

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Porém chegamos lá o sol já tinha se posto, mas deu pra apreciar o finalzinho. Estava um vento frio na praia. Lá mesmo fomos a um restaurante “O Barbas”. Lá ainda encontramos outro amigo (de internet) da minha cunhada. Pedimos refeições para 6 pessoas. Bacalhau assado, sangria branca, um prato de bacalhau com camarão (parecido com muqueca), pães, queijos frescos. Ao todo pagamos 87,50 Euros para 6 pessoas. Saímos de lá e fomos conhecer o Miradouro e elevador panorâmico de Almada. De lá se tem uma bela vista de Lisboa. Como era noite a vista ficou mais bonita ainda, com as luzes refletindo no Tejo. Já passava das 22:00 horas e voltamos para o hotel. Agradecemos o passeio com nosso anfitrião e fomos descansar.

 

01/04 – LISBOA

Tomamos o nosso café no hotel. Saímos e fomos a pé até a praça da figueira, no centro de Lisboa (15 minutos a pé). Lá pegamos o eléctrico nº 15, para o Mosteiros do Jerônimos (patrimônio cultural da humanidade). Na verdade fomos de Tram (VLT), mas a linha 15 tem também os eléctricos (bondes). Foi o nosso primeiro contato com o transporte público. Já percebemos que não há cobradores como no Brasil. Passamos nosso cartão Lisboa-Card na máquina validadora que fica dentro do Tram. Isto deve ser feito em todo transporte, seja Tram, eléctrico, ônibus. Se você não validar e o fiscal lhe pegar, a multa é violenta. Descemos na parada do Mosteiro dos Jerônimos.

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Construção do século XVI, possui uma Igreja, museu além do mosteiro. Fomos em tudo, pois a entrada com o Lisboa-Card foi gratuita. De lá saímos e apreciamos as belas praças em frente ao mosteiro. Depois fomos a pé até o Padrão dos Descobrimentos, monumento que evoca todos os grandes navegadores e responsáveis pelos descobrimentos portugueses. De lá fomos a Torre de Belém (uns 600m a frente).

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Entrada gratuita com o Lisboa-Card. Umas belas fotos se tira deste local. Saímos de lá e achamos umas lanchonetes. Comemos os famosos “sandes” acompanhado de batatas e refrigerantes, 6,00 euros por pessoa. Passamos no famoso local onde são fabricados os autênticos pasteis de Belém. Fica bem perto do Mosteiro dos Jerônimos. Pagamos 0,80 euros por cada “pastel”. Não podíamos deixar de experimentar estes. 1 xícara de café (bica) custou 0,70 euros.

 

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O local é bastante interessante, você vai entrando e parece que o restaurante não tem fim. Quase que se perde lá dentro. Ainda bem que tem placas indicando o caminho da saída. Pegamos o eléctrico de volta, porém descemos perto da ponte 25 de abril para conhecermos o museu da Carris. Pagamos 1,75 euros por pessoas (desconto de 30% com o Lisboa-Card). Legal ! Fizemos até um passeio de eléctrico com toda decoração antiga pelo museu. De lá fomos de eléctrico até a praça da Figueira. Lá mesmo pegamos o eléctrico 12 para irmos ao Castelo de São Jorge. Este castelo está na colina mais alta de Lisboa. Tivemos desconto de 30% com o Lisboa-Card. Vale a pena ir. É uma construção antiga, mas imponente ainda. Depois da visita voltamos no mesmo eléctricos para a praça da Figueira. Já estava anoitecendo e fomos para nossa janta. Voltamos ao mesmo restaurante onde almoçamos no dia anterior, Bela Ipanema na Av. Liberdade, perto da estação do metrô Avenida. Lá comemos omelete (4,90 euros cada), bolinhos de bacalhau (1,20 euro cada) e tomamos sopa (1,30 euro cada). O vinho foi 3,10 euros. Voltamos para o hotel para descansarmos. Detalhe: nesta época estava escurecendo em Portugal por volta de 20:20 horas.

 

02/04 – SINTRA-LISBOA

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café reforçado e saímos para estação de comboios (trens) Rossio que fica bem no centro, no final da Av. Liberdade. Lá pegamos o comboio para Sintra. Com o cartão Lisboa-Card passamos sem problemas pela catraca da estação. Eles tem quadros de horários afixados e os trens são rigorosos no cumprimento do horário. O trem saiu às 10:01 e chegamos em Sintra às 10:36.

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Nada de correria, afinal é férias.

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Descemos e fomos andando pela cidade em direção a subida para o Palácio Pena. O tempo estava fechado, diferente de Lisboa. Tiramos umas fotos na cidade. Depois tomamos o ônibus para o Palácio Pena. O bilheto custa 4,80 euros por pessoa (ida e volta). Este ônibus paga-se diretamente com o motorista. Não aceita Lisboa-Card. Descemos na portaria do Palácio. O ingresso custa 12,00 euros, porém tivemos desconto como Lisboa-Card e pagamos 9,00 euros por pessoa. Detalhe: leve consigo o guia Lisboa-Card pois eles destacam o ticket para desconto que vem junto ao guia. Dentro da propriedade ainda se paga mais 2,00 euros para ir de trenzinho até a porta do Palácio (a subida é muito ingreme). Nós pagamos, já que a volta também está incluso. Dentro do Palácio é incrível. Todo decorado com móveis da época. É um museu. Muito interessante. O tempo virou de vez, veio uma névoa que encobriu parte das torres deixando a paisagem muito bela. Porém o frio veio junto e como estávamos com poucas roupas, sentimos frio.

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Lá dentro fizemos um lanche numa lanchonete. Quando saímos já era quase 14:00 h. Descemos de trenzinho pois estava chovendo fraco. Pegamos o ônibus para a cidade e não fomos no Castelo dos Mouros. Fomos direto para a estação e lá encontramos uma loja da Pizza Hut. Comemos pizzas, 9,75 euros para o casal com o refrigerante. Pegamos o comboio para Lisboa. Diferente da estação em Lisboa, esta em Sintra não tem catracas. Porém não deixe de validar seu cartão nas máquinas que ficam na plataforma da estação. Descemos na estação Rossio em Lisboa. Ela tem acesso direto a estação do metrô Restauradores. Andamos apenas i estação de metrô, mas como estávamos cansados e não íamos pagar por isto preferimos. Voltamos para o hotel, tomamos banho e descansamos um pouco. Saímos e pegamos o metrô na estação Avenida. Fomos até a estação parque, conhecer o parque Henrique VII. Muito bonito. De lá tem-se uma belas vista da cidade.

 

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Andamos até a Av. Antônio Augusto de Aguiar, onde tomamos um café e comemos algo. Continuamos pela avenida até a estação São Sebastião (linha vermelha do metrô). Tomamos o metrô e descemos na última estação, Gare do Oriente. Estávamos no Parque das Nações. Este distrito foi todo reformado 1998. É a parte mais nova de Lisboa. Muito moderno, com Shopping, Centro de eventos. De lá se vê a ponte Vasco da Gama, uma ponte enorme, que deve ter uns 13 km. Vale a pena ir até lá. Saímos de lá já noite. Porém antes demos umas voltinhas no shopping. Pegamos o metrô, trocamos de linha da estação São Sebastião e descemos na estação Avenida. Voltamos ao restaurante Bela Ipanema para comermos. Voltamos para o hotel, já era mais de 22:00 h.

 

03/04 – ÓBIDOS – ALCOBAÇA – FÁTIMA – COIMBRA

 

Acordamos cedo, arrumamos as malas, tomamos café. Descemos com as malas fizemos nosso check-out. Deixei as malas na recepção do hotel e fomos na loja da Hertz para alugar um veículo. Alugamos um Ford Foccus SW (não tem no Brasil).

 

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Por dois dias de aluguel pagamos 270,00 euros, pois o carro era grande, e íamos devolver em outra cidade. Eu ia dirigir. Paramos no hotel, colocamos nossas malas e fomos em direção a autoestrada A8. Não foi dificil achar a saída para a autoestrada. Lisboa é bem sinalizada. Na estrada não há indicação para Óbidos. Como é uma cidade turística achamos estranho. 1º pedágio (Portagem em Portugal): nos deparamos com uma máquina que emite um bilhete.

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Você deve pegar o bilhete e guardá-lo. Você vai pagar quando sair da estrada, ou antes, se encontrar uma nova praça de pedágio. Aí passamos nosso primeiro apuro, pois retirei o bilhete e comecei a procurar onde ia pagar. Como não avistei nada, arranquei o carro e sai. Para minha surpresa começou a fazer um sinal sonoro. Foi aquela gritaria dentro do carro: corre gente deve ser a polícia. Que nada. Era o sinal do próprio carro me avisando que eu estava sem o cinto de segurança. Pode? A autoestrada é coisa de 1º mundo. Depois de muito andar passamos por uma praça de pedágio, onde tinha guichê com pessoas para receber. Você deve entregar o bilhete que tirou lá atrás. Neste pedágio pagamos 4,55 euros. Andamos mais um pouco e chegamos a Óbidos.

 

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A cidade está quase toda dentro das muralhas (enormes por sinal). Lembra Tiradentes (aqui em MG). Muito linda. Estava acontecendo um festival de chocolates na cidade (era o último dia). Coisa de doido. Estava muito cheia com gente para todos os lados. Andamos por lá tiramos muitas fotos. Ficamos lá umas 2 horas. Saímos em direção a Alcobaça. É perto de Óbidos. Para sairmos de Alcobaça pagamos mais 2,00 euros de pedágio. Em Alcobaça comemos bacalhau com natas no Esplanada do Arthur, numa praça Central da cidade.

 

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A refeição dava para duas pessoas, era o prato do dia 6,50 euros para 2 pessoas. Além desta refeição comemos de entrada bolinhos de bacalhau e bebemos refrigerantes, sucos e cerveja. O total da conta para 4 pessoas ficou em 21,85 euros. Depois do almoço saímos e fomos visitar a Abadia de Alcobaça. É a maior Igreja de Portugal.

 

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Acho que a população de alcobaça inteira não enche aquela igreja. Junto está o mosteiro. Como fomos no domingo não se paga para entrar. Mas com o Lisboa-Card era gratuito também. O local é muito frio, pois é tudo de pedra. Não sei como os abades conseguiam viver naquele lugar gelado. De lá fomos para Fátima. No caminho avistamos o Mosteiro de Batalha, bem no trevo da cidade (Batalha). Não paramos, pois ainda tínhamos muito que andar. Chegamos em Fátima e fomos direto ao santuário.

 

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A área em frente ao santuário é imensa. Chegamos lá bem as 18:00 h. Os sinos tocaram. Foi legal. Não estava tão cheio. Do lado de fora existe uma capela, no local onde houve as aparições. Mais a frente está o Santuário. Fomos lá dentro e estava começando uma missa. Andamos um pouco por lá, compramos algumas lembranças e saímos em direção a Coimbra. Já era mais de 19:00 h. Chegamos em Coimbra e fomos direto ao Hotel Ibis. Achamos meio que no rumo o hotel. Fica na avenida bem em frente ao Rio Mondego. Fizemos o check-in, Subimos, tomamos um bom banho e saímos para comer algo. Em frente ao hotel tem um parque entre a avenida eu rio (parque Dr. Manoel Braga). Logo a frente entramos em um restaurante (restaurante Itália). Comemos pizza margueritta, salmão alla griglia, tomamos sopa (creme minestrone) e para beber vinho branco Suco (sumo) e pasmem guaraná antártica . Para nós quatro ficou em 37,35 euros. Demos uma volta por lá mesmo e fomos dormir. O dia foi cansativo.

 

04/04 – COIMBRA – PORTO

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café. Saímos e fomos conhecer a universidade de Coimbra (criada no século XI). Fomos a pé, pois bastava ir subindo a ladeira por trás do hotel. Passamos pelo comércio também.

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Conhecemos algumas faculdades e também a biblioteca. A vista do alto da cidade é muito bonita. Descemos e paramos em uma loja de chineses. Foi a festa. Produtos baratos. Minha esposa comprou uma jaqueta forrada e com capuz por 17,00 euros (aqui no Brasil sairia por no mínimo 150,00 reais. Voltamos para o hotel pois já estava quase na hora de sairmos. Pegamos as malas e fizemos o check-out e saímos com o carro em direção a cidade do Porto. Não foi difícil achar a A1. Na verdade entramos na antiga A1. Paramos para abastecer e o “frentista”muito gentil nos explicou como acessar a verdadeira A1. É uma maravilha esta autoestrada! Passamos pelo pedágio (Paragem) e pegamos nosso bilhete. Já chegando em Porto avistamos a praça de pedágio onde deveríamos pagar pelo tanto que andamos. Aí veio mais uma. Havia muitas cabines para acessar. Escolhi uma e fui. Para minha surpresa não tinha atendente para receber o dinheiro e sim uma máquina. Imediatamente, para não encarar a máquina, tentei dar ré e ir para a cabine ao lado onde tinha um atendente. Infelizmente um carro parou logo atrás de mim. Devia ser outro turista tentando seguir alguém pois havia muitas cabines vazias. Conclusão: tive que enfrentar a máquina para pagar.

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Mas até que não foi difícil. Você insere o bilhete (de forma correta – eu coloquei 2 vezes errado), ela faz a leitura e logo diz em português quanto euros vocês deve pagar. Coloca a nota no local indicado e logo em seguida sai seu recibo e caem as moedas de troco. Logicamente a cancela se abre e você está livre. Em porto você chega por uma via que circula a cidade. Sendo assim tem muitos carros. A via é bem sinalizada, porém ficamos perdidos. Quando paramos para obter informação já estávamos saindo da cidade (do outro lado). Retornamos andamos mais por esta via e depois paramos novamente em um posto de gasolina onde um sr. muito gentil me explicou umas 4 vezes como achar a rua da alegria. Já estávamos perto e não foi difícil achar. Parei o carro no estacionamento ao lado do Ibis e subimos. Fizemos o check-in e logo saímos para almoçar. Bem em frente ao Ibis encontramos o restaurante Murça no Porto.

 

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Pagamos 5,00 euros por pessoa pela sopa com pão de entrada, prato principal (bacalhau, sardinha) acompanhado com arroz, fritas e salada, uma jarra de vinho tinto e o café. Uma pechincha !! Saímos e voltamos ao hotel (em frente) e compramos o cartão para andarmos no ônibus de turismo da cidade (cartão CitySigntseeing). Custou 19,00 euros e funciona no sistema hop on hop off (você pode descer e subir em qualquer das paradas do ônibus), válido por 48 horas. O intervalo entre um ônibus e outro é de 30 minutos. Também com este cartão teríamos direito ao passeio de barco pelo Rio D'ouro. Saímos do hotel e fomos em direção a praça D. João I, onde pegamos este ônibus. Ao embarcar você recebe um fone de ouvido que pode ser conectado para se ouvir a explicação dos pontos turísticos (áudio guide). O passeio dura em média 1 h e 30 min. O ônibus é de dois andares e vale a pena ir no segundo.

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Tivemos uma bela visão da cidade do Porto, da praia e do Rio d'Ouro. Descemos no antigo cais (perto da ponte D. Luis I, de onde ficamos observando o pôr do sol.

 

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Andamos pela região, conhecendo a cidade. Lanchamos em uma lanchonete onde por coincidência um das atendentes era brasileira, e de Minas Gerais. Imagina só o auê que foi. Em frente a esta ponte tem um “funiculare”, espécie de bondinho que faz a conexão da cidade baixa com a cidade alta. Paga-se 1,50 euros para subir. Não pensamos duas vezes. Lá em cima resolvemos voltar para o hotel. Já estava anoitecendo e estávamos cansados.

 

05/04 – PORTO

Acordamos não tão cedo. Tomamos o café e fomos entregar o carro na locadora de veículos. Para nossa sorte tinha uma loja pertinho do hotel. Depois fomos conhecer o mercado do Bolhão.Interessante este lugar para aeum gosta de mercados de frutas e verduras. Depois passamos no café Majestic para conhecer o famoso local.

 

 

Saimos de lá e fomos pegar o ônibus turístico novamente. Desta fez descemos na praia da cidade. Tiramos belas fotos. Depois pegamos o ônibus novamente e descemos na parada onde se faz o passeio de barco. O preço do passeio já estava incluído no cartão. Avulso custa 10,00 euros. O passeio pelo Rio d'Ouro é lido.

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O barco é grande e vai uma pessoas falando sobre as pontes que cortam o rio. Algumas construções também são citadas. Dura aproximadamente 1 hora.

 

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Saímos e fomos procurar algo para comer, já passava da 1 hora. Entramos em um restaurante pequeno, porém muito aconchegante. Subimos ao segundo piso, e comemos a refeição. Para cada um saía a 6,00 euros. Boa comida e barata. Neste restaurante tinha também um grupo de 6 francesas. Estavam num auê só. Saímos e fomos visitar o prédio do palácio da Bolsa. Funciona hoje um Museu. Interessante. Eu e minha esposa resolvemos voltar para o hotel, pois ela não se sentia bem. Minha cunhada foi passear no ônibus turístico, só que no outro trajeto. Também estava incluído. Mais tarde saímos do hotel e fomos a estação do metrô ver como funcionava o sistema, já que no outro dia íamos pegá-lo para irmos para o aeroporto. Um funcionário do metrô nos explicou simulando na máquina como se comprava o cartão “andante”., já que só tinha máquina para vender, nada de guichê como se vê por aqui. Outro detalhe interessante: não existe catracas/roletas neste metrô. Há apenas as máquinas validadoras do passe e a passagem é livre. Observei que as pessoas validavam o cartão. É claro que se o fiscal pegar alguém sem validar é multa na certa, e alta. Aqui no Brasil este sistema ia a falência!!! De lá passamos em um supermercado que fica atrás do hotel e compramos algo para comer e beber. Ficou em 4,77 euros. Barato !! voltamos para o hotel pois já era noite. Antes de dormir.

 

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15/04 – PARIS

 

Acordamos cedo. Tomamos nosso café da manhã. Comemos o autêntico "pão francês". O café estava muito bom mesmo.

 

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Saímos e fomos no supermercado Monoprix (do outro lada do avenida, perto do hotel). O dia estava belo. Compramos água mineral e também sanduíches, chocolates, para levarmos. Fomos para o metrô. De antemão já preenchemos o ticket Paris visit. Você deve colocar nele o nº do cartão e a data de início e fim da validade. Preenchemos também o ParisMuseum, com a data de início de sua utilização e nossos nomes. A estação é bem em frente do hotel. As estações do metrô de Paris quase não têm escadas rolantes. Pegamos metrô linha 10, descemos em Odeon, pegamos linha 4 e descemos na estação citè (ilha de Citè).

 

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Fomos visitar a Saint Chapelle. É uma igreja de estilo Gótico. Tinha uma fila para entrar. Na verdade esta fila era para passar no detector de metais. Depois é que se vai para a Igreja. Com o ParisMuseum não pagamos. Tem dois pavimentos. A igreja é maravilhosa.

 

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Na parte de cima vê-se os seus belíssimos vitrais e uma rosácea também maravilhosa.

 

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Os vitrais estão por toda a Igreja.

 

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Não estava muito cheia. Saímos dali e fomos ao Conciergerie. Porém antes passamos em frente ao Palácio da Justiça. La em cima, em seu alto estava a inscrição da revolução Francesa: Liberte, Egalite, Fraternite.

 

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Fica ao lado. Basta sair e andar um pouco. Mais a frente um pouco já esta a entrada para a Conciergerie. Consta que a Conciergerie foi desde Palácio Real até prisão.

 

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Nela ficaram presos maria Antonieta e outros condenados pela Revoluçào Francesa. Entramos também sem necessidade de pagar, pois usamos o ParisMuseum. Existe uma tela com apresentação de vídeo sobre a Revolução Francesa. Fomos conhecer o local, principalmente a cela de Maria Antonieta. Saímos dali. Andamos mais um pouco e já estávamos na Catedral de Notre-Dame (ou Nossa Senhora).

 

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É também muito bela. Tinha uma fila grande para entrar, porém andava rápido. A praça em frente a catedral estava cheia. Entramos sem problemas.

 

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Estava acontecendo uma missa na parte principal da catedral.

 

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Tem muito a ser visto lá dentro. Interessante são as máquinas que dispensam “medalhas”. Você coloca 2,00 euros e leva uma medalha (depois encontramos mais em outras igrejas). Ela tem uma rosácea de uns 10 metros . Muito bela também. Saímos, porém não fomos a torre. Para chegar ao topo tinha que subir uns 380 degraus (há aviso). Não encaramos esta. Tiramos mais fotos ao lado da catedral. Atravessamos o Rio Sena e fomos a um Subway, comprar sanduíches para comermos. Já era quase 13:00h. Por dois sanduíches pagamos 7,50 euros. Bem perto dali, em uma praça sentamos à sombra de árvores e fomos comer.

 

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Descansamos um pouco e fomos em direção ao Pantheon (de Paris). Seguimos pela Boulervar St. Michel ate'chegarmos a Universidade de Sorbonne. Viramos a esquerda e logo alcançamos o Pantheon.

 

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A sua fachada está bem decorada com colunas em estilo corintio. Lá dentro encontram-se os restos mortais de muitos famosos: Voltaire, Victor Hugo, Rousseau entre outros. O prédio é maravilhoso. Utilizamos o ParisMuseum para entrar.

 

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O seu interior está decorado com pinturas.

 

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No centro, do alto da cúpula existe um “Pendulo de Foucault”. Nele é possível demonstrar a rotação da reta em relação a um referencial.

 

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Existe dentro do Pantheon um vídeo onde mostra a construção deste pêndulo, bem como o seu funcionamento. É um local incrível e vale a pena visitar. Saímos dali e fomos em frente, para os Jardins de Luxemburgo. Entramos pelo portão da Rua dos Médicis.

 

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Lá dentro tem o Palácio de Luxemburgo. Os jardins são maravilhosos. Como todo parque de Paris, não há calçamento na área de se andar. Há uma areia fina e branca com pedrinhas. Gastamos bastante tempo lá. Sentamos como fazem os parisienses, nas muitas cadeiras esparramadas pelo jardim e ficamos observando as pessoas passarem.

 

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É incrível isto !!! os jardins com as flores, também são maravilhosos. Tudo é bonito nesta cidade !!! depois de um descanso, fomos saindo dos “Jardins”. Saímos pelo portão da Rua Guynemer e fomos em direção a Saint Sulpice. A catedral como as demais é imponente e bela.

 

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Cheia de detalhes. Entramos e não ficamos muito. Seguimos em direção ao metrô de St. Sulpice. Pegamos o trem (linha 4) e descemos na estação Chatelet. Trocamos para a linha1 e descemos em Tuileries. Estávamos na Rue de Rivoli. Fomos a uma lanchonete bem perto do Louvre (Rue de Rivoli, 176). Lá comemos torta salgada, croissants e tomamos café., 9,40 euros tudo, para os dois. Detalhe, o preço neste caso era o mesmo do balcão, então sentamos. Voltamos na rue de Rivole e entramos nos Jardins de Tuileries.

 

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O jardim é mutio belo. Tem umas esculturas ao tempo, cadeiras soltas para se sentar, fontes e muito verde. Lá sentamos e ficamos novamente apreciando o ambiente e as pessoas. Permanecemos lá um tempinho e fomos em direção a Place de la Concorde.

 

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Esta praça está no início da avenida Champs Élysées. É uma praça muito grande. Lá esta situado o obelisco de Luxor (Egito).

 

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Lá compramos em um carrinho de sanduíches algo para comer.

 

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Seguimos em direção a avenida Champs-Élysées. Esta parte inicial da avenida não tem as lojas.

 

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Tem muitas árvores. Fomos até a av. W. Churchil onde seguimos e fomos tirar umas fotos na ponte Alexandre III. É um aponte toda decorada com querubins, ninfas e cavalos alados.

 

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Voltamos a Champs-Élysées. Como estávamos já cansados, pegamos o metrô (Estação Champs-Élysées Clemenceau-linha 1) e descemos em Charles de Gaulle-Étoile. Saímos da estação e já nos deparamos com o Arco do Triunfo ou Arc de Triomphe.

 

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Já fizemos umas fotos. Para atravessar a via e ter acessoao arco use o túnel sob a praça.

 

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Não tente atravessar a via por cima. É muito larga e não para de passar carros. O túnel lhe dá acesso direto ao arco. O arco é uma construção feita em comemoração as vitórias de Napoleão. Realmente é algo muito belo.Não pagamos para entrar, usamos o ParisMuseum. Você tem acesso ao topo do arco. Para tanto existe uma escada em espiral de uns 200 degraus.

 

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A gente fica até tonto (além de cansado claro) ao subir estas escadas. Bom chegar-se em uma área interna ainda do arco onde você encontra um painel multimídia com informação de outros arcos espalhados pelo mundo. Subimos mais um pouco, uns 40 degraus e chegamos ao topo, na parte superior do arco (depois descobrimos que tem elevadores para portadores de necessidades especiais). Deve ter uns 50 metros de altura.

 

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Tem-se uma bela vista de lá. Vê todas as avenidas que chegam a praça.

 

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De lá vimos um belo por do sol. Já era mais de 20:30h. Ainda se avista o Grande Arco de La Defense.

 

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É realmente muito belo tudo nesta cidade. O tempo colaborou muito. Ainda vimos a torre Eiffel se iluminando e depois piscando quando chegou as 21:00h. Saímos, atravessamos novamente pelo túnel e tiramos mais fotos da Av. Champs-Élysées e do Arco.

 

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Pegamos o metrô na mesma estação (porém a linha 6) e descemos em La Motte-Piquet Grenelle, ao lado de nosso hotel. Fomos em uma pizzaria ali mesmo, pertinho do hotel. Comemos pizza (9,60 euros/cada) e tomamos sucos e vinho.

 

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De lá voltamos para o hotel. O dia foi exaustivo, porém ótimo.

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Este relato está ótimo, bate muito com o meu roteiro. Inclusive ficarei no mesmo hotel em Paris. Estou ansioso pelos próximos capítulos.

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Oi Sandro,

 

Vá acompanhando o relato. Estou um pouco sem tempo, mas ainda esta semana termino Paris. Eu gostei muito do hotel Turisme. Espero que você goste também. Ele é muito bem localizado.

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16/04 – PARIS – VERSAILES – PARIS

 

Acordamos cedo. O dia estava belo como nos anteriores. Tomamos nosso café da manhã. Subimos e nos preparamos para o dia. Iríamos a Versailes (Chateau de Versailles). Como de praxe arrumamos nossa mochila com roupas de frio, pois não sabíamos o que iríamos encontrar. Vale a pena dar uma olhadinha no jornal antes de sair (faz de conta que está entendendo....).

 

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Saímos, tomamos o metrô linha 6. Descemos em Bir-Hakeim. Esta estação faz conexão com o RER “C”. como já disse anteriormente, nosso passe de transporte (Paris Visit) não é permitido usar para viagens além da zona 3. Portanto, ao chegarmos na estação Champde Mars-Tour Eiffel do RER fomos comprar o ticket do RER. Não tinha ninguém no guichê. Bom sendo assim fomos encarar as máquinas de venda de bilhetes. Enquanto estávamos tentando entender, o funcionário do guichê apareceu e nos chamou para nos atender. Melhor assim. Compramos os tickets do RER para Versailes (3,05/cada), só para a ida. Da mesma forma que o outro ticket, este também é liberado pela máquina (mesmo sendo apenas de ida). Você deve mantê-lo consigo durante todo o trajeto para verificação do fiscal, caso ocorra. Nesta estação do RER passam 3 trens diferentes do RER C. Preste atenção!! Nós íamos pegar o para Versailes Rive Gauche. Tem na plataforma painéis com o horários dos trens e qual está próximo.

 

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Foi fácil. Logo veio o nosso. É um trem diferente do metrô.

 

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Confortável, nem de longe parece um trem que vai para o subúrbio de uma cidade. A viagem durou aproximadamente 30 minutos. Chegamos a Versailes já eram 9:30h. A estação de Versailes é a última da linha. Saímos, mas não vimos indicação do Castelo. Segue-se o fluxo então. Na verdade, saia da estação e vire a direita. Siga pela Av. Du Général de Gaulle até a av de Paris. Vire a esquerda e siga reto. Sai na frente do Castelo. É perto, uns 10 minutos a pé.

 

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Na frente do Castelo, ficam os carros e ônibus. Havia muitos ônibus e muita gente.

 

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Acho que por ser sábado, o movimento era maior. Seguimos e fomos a nossa esquerda. Havia uma fila de pessoas entrando e fomos nela. Parecia um túnel, passamos nos detectores de metal e logo entramos com nosso ParisMuseum. Fomos seguindo o caminho do mapa interno do castelo. Fomos da sala de Hércules até a sala dos espelhos.

 

 

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Porém havia muita gente dentro. Estava um calor insuportável e estava até difícil de ver as atrações. Acho que entra gente demais. Não estávamos nem conseguindo tirar fotos. Resolvemos sair de dentro do castelo e fomos para os jardins. Para ter acesso ao jardim tivemos que pagar 8,00 euros. Perguntei se com nosso cartão ParisMuseum teríamos acesso gratuito. Não !!! então pagamos. Os jardins são simplesmente maravilhosos.

 

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Há muitas fontes que em determinados horários funcionam.

 

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Há também um sistema de som que fica tocando música clássica. Isto nos faz sentir dentro de um filme.

 

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há muitas esculturas espalhadas por todo o jardim.

 

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Os jardins são todos certinhos, com topiaria.

 

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Há muitas flores em determinados jardins. Para quem quiser, pode alugar um carrinho, veículo elétrico. Para alugá-lo você deve apresentar sua carteira de motorista. Como eu não tinha levado a minha, não alugamos. O preço, se não me engano, era de 30,00 euros por 1 hora. Fomos descendo pelo jardim. Como é muito grande, escolhemos um caminho e seguimos por ele. Descemos até a parte do lago onde tem barcos. A gente saiu dos jardins pelo Portão Little Venice. Esta parte está fora do jardim. Existe muitas pessoas andando a pé, de bicicletas, correndo. Nesta parte também tem restaurantes e lanchonetes. Compramos uns paninis (sanduíches), refrigerante e sentamos a beira do lago para comermos e descansarmos.

 

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Depois do merecido “almoço” subimos até a portaria por onde saímos. Lá pedimos informação e descobrimos o trenzinho que te leva até o início dos jardins. Pagamos 1,70 euros por pessoa.

 

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Ele contorna as alamedas do parque e te deixa lá em cima. Como tínhamos o ingresso do jardim, não foi preciso pagar. Quem não tem paga para entrar no jardim. Fomos no jardim das tulipas, ao lado do castelo.

 

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Acho que foi uma prévia do que encontraríamos na Holanda.

 

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Já era mais de 15:00h e saímos do Chateau, em direção a estação do RER. Na saída existem vários vendedores ambulantes, vendendo muitas lembranças. Sem você pedir eles vão abaixando o preço. A gente fica até com dó. Compramos um monte de torre Eiffel (chaveiros) para trazermos. Nós ainda compramos algumas outras lembranças nas lojas no caminho da estação. Chegamos a estação, compramos os passes (3,05 euros por pessoa). O trem já estava na plataforma. Descemos na estação Musèe d'Orsay, pois íamos ao Louvre. Porém antes do Louvre fomos comer algo. Fomos a um restaurante (lanchonete) na Rue du Bac, 18, ali pertinho mesmo. Comemos brownies, torta e tomamos suco. Tudo ficou em 10,50 euros. Saímos de lá e fomos direto ao Louvre. Antes da entrada do Museu nós passamos no Arco do Trinfo do Carrossel, ou simplesmente Arco do Carrossel.

 

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Localiza-se na praça junto ao Museu do Louvre. Muito bonito. Detalhe interessante é observar que este arco está em linha reta com o famoso Arco do Triunfo e também com o Grande Arco de la Defense. Também já avistamos a “pirâmide do Louvre”.

 

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Tinha bastante gente na praça e muitos ainda iam entrar. Com o cartão ParisMuseum você tem acesso a uma entrada especial para grupos. É na Passagem Richilieu, que fica no lado esquerdo, bem em frente a pirâmide. Rapidamente passamos pelos vigilantes e pelos detectores de metais. De lá tem-se acesso a parte de baixo da pirâmide, onde estão as bilheterias, lanchonetes, banheiros. Pegamos um mapa no guichê. Passamos pelo fiscal da entrada e só mostramos nosso cartão ParisMuseum. Pronto, entramos. No mapa estão as indicações das principais atrações do museu. Logicamente fomos ver a “A Gioconda”, mais conhecida como Monalisa. Chegamos na ala das pinturas. São separadas por países dos pintores. Fomos nos italianos. Tinha muita gente lá dentro, mas é tanta arte que você nem se incomoda.

 

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Quando chegamos na sala da Monalisa, já estava bem cheia. E flash para todos os lados. Logicamente tiramos a nossa foto e fizemos um vídeo para registrar a quantidade de gente.

 

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Não deixe de observar o quadro “As bodas de Caná” bem a frente da Monalisa. É imenso. Continuamos pela ala das pinturas. Vimos a tela da “Coroação de Napoleão” e outras dezenas. Todas muito belas. Fomos na ala grega e tiramos uma foto da “Victoria de Samotracia”.

 

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Uma escultura grega, que segundo consta, é datada de 200 a.c. Está na escadaria de acesso a Ala grega, em lugar de destaque. Depois da ala grega fomos a ala Egípcia, do 1º andar.

 

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Lá encontramos a escultura do Ëscriba sentado” que representa um escriba em seu trabalho. Data de 2500 anos a.c. Preste atenção em seus olhos. Segundo informaram tem uns cones de cristal dentro dos olhos do escriba.

 

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Chegamos ao final desta ala Egípcia (pois existe outra) e o tempo já havia se esgotado. O museu fecha às 18:30h. Segundo pude ver na saída, nas terças e sextas-feiras ele fecha as 21:00h. É bom confirmar na dúvida. Fomos retornando para a saída devagar, aproveitando o tempo ainda. Saímos pela pirâmide.

 

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Quando saímos, a praça estava cheia de gente. Fomos na Rue de Rivoli comer algo. Comemos umas tortas, croissants e tomamos capuccino. Tudo por 9,40 euros (para dois). Saímos de lá e pegmaos o metrô linha 1 na estação Palais Royal, sentido La Defense. Fomos conhecer esta parte nova da cidade de Paris. Descemos na última estação da linha 1. (la Defense). Lá está o “Arche de la Défense”ou o Grande Arco.

 

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Um monumento com 110 metros de altura. Arquitetura moderna. É possível chegar ao topo do arco, porém como já eram mais de 20:00h os elevadores já não funcionavam (era o que constava no aviso !!). Andamos por ali e fomos conhecendo os arredores.

 

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Ali também tem um centro comercial, cinema (ou teatro).

 

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Já escurecendo, descemos para a estação e tomamos o metrô novamente. Já era 21:00h. Descemos em Charles de Goulle-Etoile, trocamos para a linha 6.

 

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Descemos perto de nosso hotel. Saímos e fomos ao Monoprix (supermercado perto do hotel). Depois de muito olhar e pouco comprar, voltamos para o hotel. O descanso merecido nos aguardava.

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17/04 – PARIS

 

Acordamos um pouco mais tarde neste domingo em Paris. Estávamos muito cansados do dia anterior. Tomamos nosso café e saímos. Já era próximo de 9:30h. Saímos e bem embaixo da linha 6 do metrô (que neste trecho é suspensa) estava acontecendo uma feira livre.

 

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Destas feiras que a gente vê aqui no Brasil. Tinha carne, frutas, flores (muitas flores) pães e outras coisas mais além de alimentos.

 

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A feira se estendia da estação La Motte Piquet-Grenelle até a estação Dupleix. Andamos nela toda. Ainda compramos umas frutas. Tomamos o metrô em Dupleix (linha 6).

 

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Descemos na estação Place d'Itale. Trocamos para a linha 5 e descemos na estação Bastille. Na praça da Bastilha está um monumento.

 

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Lá está também a Ópera da Bastilha. Um prédio novo que é a sede oficial da Ópera Nacional de Paris. Saímos de lá e fomos em direção a Praça das Vosges (pertinho a pé – uns 5 minutos). A place des Vosges é uma praça diferente. Todas as suas residências (36 ao todo) são iguais.

 

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Na casa de nº 6 morou Victor Hugo. A praça é muito charmosa. Estava cheia de pessoas entre turistas e Parisienses. Aproveitamos o sol, sentamos na grama, assim como muitas pessoas, e comemos as frutas que havíamos comprado na feira mais cedo e algumas bolachas doces.

 

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É muito bom curtir o local assim. Ficamos um tempo lá.

 

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Depois saímos em direção ao metrô Saint-Paul (linha 1). nesta estação aconteceu algo interessante e inesperado. Ela estava cheia. Na hora do embarque no trem acabei ficando para trás. Minha esposa, a irmã dela e o marida foram. Pra nossa sorte (mais deles do que minha pois eu estava com o mapa de Paris e eu é quem estava guiando eles) nós já tínhamos combinado de descer na próxima estação ( Hôtel de Ville). Bom sendo assim foi só esperar o próximo trem, embarcar e já próxima estação, ao descer lá estavam os 3 me esperando. Depois eles me contaram que enquanto estavam me esperando, conheceram uma americana, que falava português, que também havia deixado a filha para trás na mesma estação e também uma brasileira que diante do alvoroço deles para me esperarem se aproximou e começou a conversar. Então vai esta dica aí para quem viaja com acompanhante: já combine uma estratégia para caso ocorra este “desencontro”no metrô. Para quem leva o celular, aí não precisa né, basta ligar. Bom saimos da estação, passamos em frente ao hotel de Ville e sentamos na praça.

 

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A praça é muito bonita e com muitas fontes. De lá fomos até a estação do metrô Chatellet. Esta estação é muito grande, tem até esteira rolante. Lá pegamos o metrô linha 14 até a estação Madeleine. Nesta estação de Madeleine nos deparamos com os banheiros públicos. Até então não tínhamos utilizado nenhum banheiro público. Como todos estávamos com vontade de esvaziar a bexiga, decidimos encarar. Este banheiro, por estar dentro da estação do metrô, só liberava depois que você passasse o ticket do metrô. Até descobrirmos isto foi uma jornada de tentativas. Depois a porta se abre. E ai fomos, um por um. Sempre lembrando que a cada saída de uma pessoa, o banheiro vai fechar-se automaticamente e lavar-se. Portanto basta ir observando as luzes indicativas no lado de fora.

 

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Depois de nossa aventura nesta banheiro, saímos da estação. Na Place de la Madeleine, está uma construção que mais se parece com um templo Grego (ou Romano).

 

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Nada faz lembrar que ali é uma Igreja. Igreja de Madeleine (S. Maria Madalena). Como era domingo de ramos, estava com uma decoração por fora que lembrava a festividade. No entanto havia um grupo de pessoas vestidos de forma bem inusitada. Resolvemos entrar. Tão logo entramos, este grupo também entrou. Para nossa surpresa era um coral de cantores da Ucrânia.

 

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A apresentação foi magnífica. A acústica do local era excelente. Ficamos ali sentados, admirando esta apresentação, de graça, em pleno domingo de ramos.

 

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Saímos dali após muitas fotos e fomos conhecer a Ópera de Paris (a antiga e tradicional). Era pertinho, apenas uns 5 minutos de caminhada. Na praça da ópera entramos em um restaurante e comemos umas pizzas, quiches e tomamos sucos.

 

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Tudo por 19,00 euros. Após nosso almoço, saímos para a ópera de Paris. Já eram 16:00h.

 

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Como o prédio fechava as 16:30h achamos por bem não entrar, pois teríamos que pagar (8,00 euros/pessoa). Nosso cartão ParisMuseum já não valia mais. Porém minha esposa e o cunhado dela deram uma de “João sem braço”e foram entrando. Passaram pela revista, depois se embrenharam no meio de um grupo de turistas, pois não é que já estavam lá dentro. Ela foi até onde queria, nas escadarias e tirou as fotos.

 

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O lugar é bonito mesmo. Saíram de lá e nos encontramos lá fora. Pegamos o metrô (linha 3) na estação Ópera, bem em frente. Descemos em Villiers e trocamos para a linha 2. depois descemos em Anvers, estação mais perto da Basílica du Sacré Coeur (Sagrado Coração). Bom a primeira impressão que tive é que estava em Aparecida do Norte. É cheio de gente, romeiros, ônibus e muito, muito ambulante vendendo coisas. As ruas que dão acesso a basílica são cheias de lojas que vendem de tudo. Fomos subindo.

 

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Chegamos bem em frente. Tinha bastante gente tamém nas escadarias da Basílica.

 

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Como o nosso Paris Visit tivemos acesso gratuíto ao Funiculare (fica bem a esquerda da Basílica). Fomos entrando na Basílica. Estava muito cheia. É muito bonita. A sua cúpula central é enorme, deve ter uns 70 metros de atura. Em outra cúpula menor tem um Cristo feito em mosaico.

 

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Muito bonito mesmo. É toda de mármore branco. Nào se pode tirar fotos lá dentro. Porém fizemos umas escondidas. Também deve-se observar as roupas para entrar. Eu vi o segurança colocando para fora umas moças por conta do seus decotes. Não se pode entrar de bermuda também. Lá dentro tem também as maquinas de medalhas (2,00 euros/cada). Não resisti e comprei uma. Saímos e fomos conhecer o bairro Montmartre. Bem ali pertinho, na praça ao lado estão os pintores e retratistas que fazem seus quadros na hora (artistas de rua).

 

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Tem também artistas de todo tipo, tentando ganhar uns trocados demonstrando seus talentos.

 

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Tem muitos restaurantes (caros por sinal) e muitas lojas. Entramos em muitas e acabamos comprando lembranças ali mesmo. Andamos um pouco mais, porém não fomos até o Moulin Rouge.

 

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Voltamos até o funiculare, descemos. Já havíamos lido a respeito dos ambulantes que tentam colocar fitinhas no seu braço. Não é que um veio em minha direção. Instintivamente dei um grito “No”. O rapaz saiu até assustado e eu também como minha reação. Descemos até a estação do metrô. Antes porém resolvemos usar o banheiro público ali mesmo, pertinho da estação. Eram dois banheiros. Minha esposa entrou na fila de um e a irmã dela na outra fila. Não é que o sujeito na frente de minha cunhada entrou no banheiro sem esperar que o mesmo fosse limpo. Conclusão: enquanto o cara estava lá dentro começou um som de apito, vindo deste banheiro. Imediatamente a porta se abriu revelando para todos ali o cara lá em pé, bem fazendo seu xixi. Acho que ele não entendeu nada. O que ele fez foi sair dali sem dar muita atenção para nós. Vou lembrar: espere as luzes indicativas do banheiro mostrarem que já se pode utilizá-lo.

 

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Pegamos o metrô em Anvers (linha 2) e descemos em Charles de Gaulle-Etoile. Lá trocamos para a linha 6 e descemos na estação Trocadéro. Já era mais de 20:00h. Descemos lá e fomos procurar algo para comer. Achamos um restaurante de comida árabe, na avenue du PT Wilson, bem perto do trocadéro. Compramos esfirras, quibes. Ficou por menos de 10,00 euros. Voltamos para o trocadéro e compramos um refrigerante num quiosque lá mesmo. Comemos lá mesmo. De lá tem-se outra bela vista da Torre Eiffel.

 

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Estava ocorrendo uma manifestação para libertação do Kabylie, uma região de Argélia. Minha esposa até participou da manifestação junto com os manifestantes.

 

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Ficamos lá até às 20:50h. Pegamos o metrô (linha 6) e descemos em La Motte Piquet-Grenelle. Voltamos para o hotel pois ainda tínhamos que arrumar nossas malas. No outro dia íamos para Holanda.

 

18/04 - PARIS – AMSTERDAM

 

Acordamos cedo. Nosso trem para Amsterdam sairia da estação às 8:25h. Como somos mineiros, é claro que não íamos perder este trem. Para isto saímos do hotel por volta das 7:10h. Como não íamos tomar café, pois o café só seria servido após 7:30h, o hotel não cobrou os 14,00 euros. Fizemos nosso check-out. Saímos e pegamos o metrô linha 10. descemos na estação Odeóm e pegamos o metrô linha 4. O trem estava cheio de pessoas com malas. Descemos (nós e mais da metade das pessoas do trem) na estação Gare Du Nord. A estação é muito grande. Lá fomos tomar nosso café da manhã. Entramos em uma lanchonete, compramos café, croissants. Ficamos aguardando nosso trem ser anunciado no painel.

 

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Tão logo anunciou, fomos para plataforma. O nosso vagão era o de número 18. Era o último, fomos andando pela plataforma até acharmos o vagão. Eh "trem"grande...

 

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O trem é bem espaçoso e muito confortável, apesar de ser segunda classe.

 

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O espaço para bagagens fica no final do vagão. É pequeno. Colocamos nossas malas maiores lá. As mochilas colocamos em cima das poltronas, no espaço destinado e pequenas malas. O trem partiu bem cheio. Saímos na hora certa, 8:25h. Durante a viagem o fiscal passou, verificou nossos bilhetes. Tudo ok. A viagem é maravilhosa. Você vai apreciando as belas paisagens. O trem, em determinados trechos, vai super-rápido. Ele também tem um vagão restaurante. Passamos por Bruxelas, Antuérpia, Roterdam, Schiphol Airport, Amsterdam.

 

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Descemos na estação central de Amsterdam.

 

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O dia estava belo, com sol e um calor suportável. O Hotel Ibis Centre é literalmente ao lado da estação. Não gastamos nem 5 minutos. O interessante é observar já de cara a quantidade de bicicletas paradas bem pertinho do hotel. Como alguém consegue encontrar a sua ali, no meio a tantas é realmente uma façanha. Este hotel Ibis é bem maior do que os outros três que ficamos. Como chegamos antes do horário para o check-in, nosso quarto ainda não estava disponível. Fizemos nosso check-in. Feito os trâmites, deixamos nossas malas na sala reservada para este fim, já que ainda não estava disponível o quarto. Saímos e fomos na estação central comer algo. Comemos sanduíches em um fast food. Depois fomos dar uma voltinha pela estação. Voltamos para o hotel, subimos para o quarto. Apesar de estar ao lado e grudado na estação, quase não se ouve o som dos trens. Tomamos banho e saímos para o nosso passeio pela cidade. Bom, cuidado ao andar nesta cidade. Além de se preocupar em olhar os carros, temos que ter atenção com os Tram's (bondes ou VLT's) e com as bicicletas. Seguimos pela rua Damrak até a praça Damrak.

 

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Tem uma catedral, muito bonita. A praça fica cheio de pessoas.

 

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Seguimos andando, até waterlooplein.

 

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Amsterdam tem um arquitetura muito bomita. Apesar das casas nesta parte da cidade serem coladinhas umas das outras, dá um ar muito charmoso e bonito. Interessante também é observar que quase todas as casas têm roldanas na parte de fora (no alto). É porque os móveis normalmente entram pelas janelas.

 

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Atravessamos uma das pontes (amstel) e fomos voltando. Chegamos na rua Rokin, que margeia um dos canais.

 

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Lá tinha um passeio de barco, 9,00 euros por pessoa. O passeio dura 1 hora.

 

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Valeu a pena, dá para se ver bem a cidade, além disto tem áudio em inglês, francês, holandês. Descemos no mesmo ponto. Subimos a Rokin até a praça Dam. Entramos na Damstraat e sentamos em um restaurante argentino. Pedimos um prato com carne (tem que pedir bem passada, caso contrário vem até sangrando), arroz, saladas e fritas. Ficou em 74,00 euros para os 4. saímos de lá já noite. Voltamos para o o hotel observando a noite na cidade.

 

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Já era quase 22:00h. Estávamos cansados.

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19/04 – AMSTERDAM – KEUKENHOF – AMSTERDAM

 

Acordamos cedo. Descemos para nosso café da manhã. O hotel tinha muitos turistas. Depois do café arrumamos para irmos para o Keukenhof. Existem várias forma de se ir para o “Jardim”. Nós escolhemos pegar o ônibus no aeroporto. Como já disse anteriormente, comprei nossos ingressos pela internet. Ele já incluía o translado de ônibus do aeroporto até o Keukenhof, e vice-versa. Saímos do hotel e logo na estação compramos nossos tickets do trem. Existe uma sala de serviços e informações onde estão os guichês de venda. Optamos por comprar no guichê de venda apesar de ter máquinas de venda de bilhetes espalhadas pela estação. Compramos o tiket de ida e volta, 7,90 euros/por pessoa. As plataformas da estação são numeradas de 1 a 15. Subimos e descobrimos que ainda são divididas em “A” e “B”. é bom perguntar no guichê em qual delas é o seu embarque. Nós estávamos na plataforma B e nosso trem era na A . Perguntei e mostrei o bilhete a um funcionário que lá estava e este consultou no seu palm-top nos informando que o nosso trem partiria da plataforma A, mais adiante.

 

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Pegamos o trem. É bom observar pois eles também tem divisões entre 1a. Classe e 2a. Classe. Depois de partirmos é que passou o fiscal e verificou nosso bilhete. Sem problemas. Descemos na estação do aeroporto de Schiphol. Preste atenção pois no trem não avisam qual estação é a parada. Subimos e logo já estávamos no saguão do aeroporto. Saímos para o pátio e fomos no terminal de ônibus, na plataforma B1, pegar o ônibus 58 que nos levaria ao keukenhof. Havia uma fila.

 

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Uma pessoa veio e com um carimbo, marcou nosso bilhetes que já tínhamos comprado com antecedência. Embarcamos. O ônibus foi cheio, mas nada comparado aos nossos superlotados ônibus de transporte coletivo. A viagem dura um média 30 minutos. Fomos observando as paisagens. A autoestrada é uma coisa de louco. O ônibus para na porta do parque.

 

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Existe uma outra entrada por onde entram as pessoas que vão de carro e usam o estacionamento. Antes parecia algo tão longe e inacreditável mas já estávamos no Keukenhof.

 

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O Keukenhof situa-se na cidade de Lisse (Holanda). É conhecido como o jardim da Europa. É o maior jardim de flores do mundo. São quase 7,0 milhões de bulbos plantados no jardim, que na primavera florescem, dando ao parque cores em um espetáculo único. Normalmente fica aberto 2 meses por ano, entre março e maio, primavera na Europa. A principal flor que também é o símbolo do parque é a tulipa. Cada ano eles utilizam um tema para decoração. Neste ano fizeram referência a Alemanha.

 

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Já era mais de 10:00 h. Minha esposa tem um grande amiga (brasileira) que mora no sul da Holanda, em Vlaardingen. Haviámos combinado no dia anterior de nos encontrarmos na entrada por volta de 9:00h. Estávamos muito atrasados. Bom, após olharmos e procurarmos por ela, não a encontramos. Validamos nosso ingresso na entrada do parque, tudo certinho. Compramos um guia do parque junto com um mapa por 4,00 euros. Bom lá dentro você nem sabe por onde começa.

 

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É tudo bonito !!!

 

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fomos seguindo por um dos caminhos.

 

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Por cada caminho que passamos tinha cada canteiro mais bonito que o outro.

 

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Flores e mais flores, um perfume !!!

 

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Além do belo visual, ainda tem o perfume das flores, das tulipas.

 

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Realmente é de cair o queixo.

 

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As cores são tão vivas.

 

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Para que pudéssemos encontrar nossa anfitriã brasileira na Holanda, resolvemos nos separar. Eu e minha esposa fomos andando para um lado e a irmã dela e o marido para outro. Marcamos de nos encontrar às 16:00h no portão principal. Seguimos nosso caminho.

 

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Nós fomos em direção ao moinho de vento. Antes de chegarmos lá observamos, fora dos jardins do parque uma plantação de flores.

 

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O moinho que eles tem lá, dizem que ainda funciona. é muito belo.

 

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Depois de muito andar já estávamos com fome. Almoçamos em um dos restaurante do parque. Comemos penne a bolonhesa, 9,50 euros por pessoa. A comida estava muito boa. Quando saímos do restaurante somente ouvi um grito nos chamando. Era minha cunhada que acabara de encontrar nossa (agora nossa !!) amiga brasileira. Incrível !!! Encontramos bem ali, todos juntos. Vocês nem imaginam o alvoroço que foi. (e a gritaria também). Só via as pessoas olhando para nós. Afinal havia mais de 15 anos que minha esposa não via pessoalmente esta sua amiga. A partir daí, como estávamos todos juntos novamente, fomos conhecer mais partes do parque.

 

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Em determinada hora, para descansar sentamos em uma pequena sombra, embaixo de uma árvore.

 

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Após este merecido descanso, fomos andando e cada canteiro de flor chamava mais a atenção.

 

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Uns imitavam o desenho de uma tulipa

 

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Uma pequena pausa...

 

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Fomos ao moinho novamente.

 

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Tiramos fotos, no lago.

 

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Marcamos um passeio de barco, para às 17:30h (7,50 euros por pessoa). Da saída do barco já se observa a enorme plantação de flores.

 

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O barco passeia pelo canal que serve de irrigação para as plantações de flores.

 

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Não conheço o nome das flores, mas é cada uma mais bonita do que a outra.

 

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Acho que estávamos no paraíso...

 

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O passeio durou praticamente 1 hora. Quando chegamos o parque já estava quase vazio. Fomos andando devagar para a saída. Dentro do parque vendem muitas flores, bulbos e sementes. Não compramos nada para trazer, pois em Amsterdam era mais barato e além disso não tínhamos certeza se podíamos trazer para o Brasil. Despedimos de nossa amiga, pois ela pegaria outro ônibus e não o nosso. Pegamos o último ônibus para o aeroporto, às 19:22h (conforme indicado no nosso ingresso). Ele veio bem mais vazio. Chegamos ao aeroporto Schiphol por volta de 20:00h. Resolvemos conhecer o aeroporto, ver onde é o guichê da TAP, já que no dia seguinte íamos estar bem ali. Sabendo de antemão o lugar isto nos pouparia de ficar andando procurando o guichê com malas. O aeroporto é realmente muito grande. Perguntamos no balcão de informações sobre a localização do guichê. Depois de encontrado, voltamos para a saída em direção a estação de trem, que fica embaixo do aeroporto. Nos informamos em qual das plataformas passaria o próximo trem para Amsterdam que podíamos pegar com nosso bilhete (nós havíamos comprado o ida e volta). Pegamos o trem. Já estávamos cansados.

 

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Ddescemos na estação central. Resolvemos não voltar para o hotel. Fomos andando pela rua Damrak. Compramos umas lembranças. Já passava das 21:00h. Resolvemos comprar também um pacotinho de bulbos, mesmo sabendo que correríamos o risco de não entrar com eles no Brasil. Depois das compras, já estávamos com fome. Porém antes de comermos algo resolvemos encontrar o tal “Red light district”. Andamos um pouco (cerca de 15 minutos), seguindo o rumo que tinha lido, até chegarmos lá. Andamos por uma rua apenas, onde realmente tem luzes vermelhas. Não tinha muitas vitrines “abertas”. Pudemos ver as mulheres, com suas pouquíssimas roupas se mostrando, como uma mercadoria. No princípio é um pouco chocante. Tinha vitrines bem perto do chão, outras mais ao alto. Algumas fechadas, será que tinha freguês ali? Fomos por uma calçada e voltamos pela outra. Depois saímos dali e fomos em direção a estação central. Lá compramos um lanche para comer no hotel mesmo. Já passava das 22:30h. Estávamos cansados, pois andamos muito. Voltamos para o hotel.

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20/04 – AMSTERDAM – LISBOA

 

Levantamos um pouco mais tarde. Descemos para nosso café. Estava cheio como no dia anterior. Este hotel Ibis, fica bem cheio mesmo. Acho que é a sua boa localização. Já era mais de 9:00h quando voltamos para o quarto para arrumar as malas. Descemos para fazer nosso check-out. Até sairmos do hotel já passava das 10:00h. Fomos para estação. Compramos o bilhete somente de ida 4,20 euros por pessoa. Fomos para a plataforma. Desta vez fomos na plataforma certa. Rapidinho o trem, que já estava lá parado saiu. Desta vez ele foi sem parar em nenhuma estação intermediária. Havia muitas pessoas com malas dentro do trem. Em aproximadamente 15 minutos estávamos na estação do aeroporto Schiphol. Subimos e fomos logo fazer nosso check-in. Havia uma fila que andava lentamente. Quando chegou nosso vez, a atendente pesou além das bagagens de porão, as malas de mão. Após uma rápida manobra de transferência de pesos entre malas, conseguimos que ela etiquetasse nossas bagagens de mão e nos liberasse. Interessante foi descobrir que apesar de estarmos viajando pela TAP, a atendente na Holanda não falava um “a” em Português. Fomos para a sala de embarque. Aí é o mesmo rigor de todos os aeroportos europeus na hora do detector de metais e raio “x”. Passamos sem estresse. O aeroporto Schiphol é realmente imenso. Consta que lá circulam 40 milhões de pessoas/ano. A sala de embarque mais se parece com um Shopping Center. É ampla e muito confortável. Nada de aperto !!! nós gastamos uns 15 minutos entre o raio “x” e o nosso portão de embarque.

 

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Portanto, não deixe para chegar neste aeroporto em cima da hora. Nosso voo estava marcado para as 12:30h. Sentamos e esperamos.

 

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Sem surpresas. Era um Airbus A320. O voo foi tranquilo, quase sem turbulências. O tempo em lisboa estava nublado. Havia chovido no dia anterior. Quando descemos em Lisboa, como já era a segunda vez que estávamos ali, tive a sensação de estar em um local familiar, interessante isto. Pegamos nossas malas e fomos ao balcão da TAP. Informamos que tínhamos um voucher de uma reserva de hotel. A funcionária confirmou no sistema e logo ligou para o hotel. Eles enviariam uma van para nos pegar. (que chique heim!!!). Demorou um pouco, cerca de 30 minutos, mas a van chegou. Fomos nós para o hotel Roma. Fizemos nosso check-in, tudo certo. Subimos, descansamos um pouco e depois saímos para almoçar (já era umas 16:00h). fomos em um restaurante perto do hotel mesmo.

 

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Pedimos peixe,bife de boi e acompanhamento. Ficou por 9,00 euros por pessoa. O local éaté agradável e estava vazio. Depois fomos serpenteando pela redondeza mesmo. Esta parte da cidade nós não conhecemos. Resolvemos voltar para o hotel. Descansamos um pouco e tomamos banho. Saímos para ir assistir uma apresentação de fado. Já era mais de 20:00h, o tempo estava bem nublado e um pouco frio. Pegamos um táxi que nos deixou na cidade alta, perto dos restaurantes que apresentam fado. Pagamos 6,00 euros pelo táxi (muito barato!!!!). Fomos para a Rua Diário de Notícias.

 

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Existe os restaurantes que apresentam o “Fado Vadio”. Um dos mais famosos é a tasca do Chico. Os músicos tocam, e quem souber e quiser pode ir a frente e cantar o fado. É tipo um Karaokê. O local é barato e você só paga o que consumir. É uma opção aos shows montados para turistas, que normalmente são caros. Estava muito cheio e não tinha lugar para sentar. Existe também os restaurantes mais requintados, onde acontecem várias apresentações. Nós entramos em um restaurante onde você pagava 15,00 euros por pessoas a título de consumação mínima e assistia a apresentação de fado, que no caso, era dividida entre três cantores.

 

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Ficamos lá um bom tempo. Comemos e bebemos ao som dos cantores de fado. Na saída estava chovendo. Pegamos um táxi até o hotel, 8,00 euros. Já era quase 23:00h.

 

 

21/04 – LISOBA – BELO HORIZONTE

 

Acordamos por volta das 8:00h. Descemos e tomamos o café. Era um bom café. Acho que este hotel é um 3 estrelas. Saímos, pegamos um táxi e fomos até o centro de Lisboa. Pagamos 6,00 euros pelo táxi. Descemos na praça da Figueira.

 

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Andamos pelo centro e depois pela Rua Augusta, uma rua só de pedestres e com uma arquitetura bem típica de Portugal. Várias lojas com preços bons. Passamos pelo arco da Rua Augusta.

 

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chegamos a praça do comércio.

 

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Voltamos pela rua Áurea, passamos pelo elevador Santa Justa.

 

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Compramos umas lembranças. Na praça da Figueira tomamos outro táxi de volta para o hotel. Antes de fazermos o check-out, comemos algo perto do hotel mesmo. Fizemos o check-out. Fomos para o aeroporto. A van do hotel nos levou. Pouco antes de nós sairmos começou a chover. Neste período todo nosso, só choveu durante o dia, quando fomos a Sintra. Chegamos ao aeroporto, fomos logo fazer nosso check-in. Demorou bastante. Tinha somente um balcão e tinha umas 3 pessoas fazendo o check-in delas. Acho que estavam de mudança, pois havia malas, muitas malas e até animais. Depois veio outro funcionário e a fila andou. Fomos para a sala de embarque. Compramos algo nas lojas lá dentro.

 

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O aeroporto de Portugal também é bem grande. Fomos para nosso portão de embarque. Nosso voo era as 15:20h.

 

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Depois de passamos pela imigração, nosso passaporte foi carimbado com a saída da Europa....Ah que pena !!! Da mesma forma que a ida, o voo de volta foi em um airbus A330, da TAP. Acomodei primeiro na minha poltrona

 

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ATÉ LOGO Lisboa...

 

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Depois aproveitei que o voo estava vazio e deitei nas 4 poltronas do meio, em uma fila que não havia ninguém. Enrolei-me nos cobertores, pois o ar-condicionado estava gelado e dormi. Acho que dormi umas 2 horas. Estava melhor que 1a. Classe. O voo veio tranquilo, sem turbulências. Ao contrário da ida, quando a refeição chegou até nós, ainda tínhamos a opção de escolha entre dois pratos.

 

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Escolhi um com torta de carne, mais parecido com escondidinho. Depois de 9h40min de voo chegamos a BH. O desembarque foi tranquilo. Fomos para a fila da Polícia Federal. Junto com o nosso voo chegou um voo da TAM vindo de Miami (USA). Nós passamos pela PF sem problemas e pela Receita Federal somente nos perguntou se estávamos trazendo algo de comer. Pasmem!! Minha esposa respondeu que tínhamos bolinhos de bacalhau nas mochilas (e na verdade tínhamos mesmo). Acho que eles estavam mais preocupados com o voo da TAM. Fomos pegar nossas malas e para minha surpresa a minha mala quebrou um dos seus suportes. Ainda bem que foi aqui no Brasil. Fomos para a fila do táxi.

 

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Pagamos 99,00 Reais (é real mesmo) para o taxi nos levar até Contagem. Depois de 22 dias entre arruma malas, desfaz malas; sobe em trem, desce do trem; embarca em avião, desembarca do avião; para lá e para cá de metrô, comendo paninis, sanduíches, croissants, comidas variadas, exóticas e com temperos desconhecidos, pizzas e macarrões, de muito andar, fazer poses, tirar muitas fotos, visitar museus, igrejas, mosteiros e ver muita arte, muitas flores, ouvir várias línguas conhecidas e desconhecidas, nós íamos voltar para nossa casa. Foi realmente uma experiência muito boa esta nossa viagem. Agradeço as pessoas deste site que com seus relatos deixaram muitas dicas que nós soubemos aproveitar. Agradeço a Deus por tudo ter corrido bem, sem nada que nos incomodasse. Agradeço minha cunhada e meu concunhado por viajarem conosco ::otemo:: e em especial a minha esposa que sem ela esta viagem ficaria muito sem graça ::kiss:: ..... Espero poder no ano que vem relatar novos roteiros, pois nós já pretendemos voltar e conhecer novos lugares. Ficarei a disposição para quem quiser perguntar.

No outro dia, 22/04, olhem só o que a gente quis comer:

 

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Nunca senti tanta falta deste pratinho...... ::lol3::

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