Retornei recentemente de uma viagem incrível pela Patagônia Argentina e Chilena, onde visitei El Calafate, El Chaltén, Puerto Natales, Punta Arenas e Ushuaia. No total, foram 17 dias de viagem, entre 21/11 e 07/12, aproveitando cada minuto intensamente. Voltei ao Brasil no dia 07/12 e agora vou contar para vocês como foi essa experiência surreal: dias perfeitos, paisagens absurdas e momentos inesquecíveis. Vou tentar relatar um pouco do que vivi, acompanhado de fotos.
A Patagônia já estava na minha lista de desejos há bastante tempo, principalmente o sonho de conhecer o Fitz Roy. Comecei a me programar para essa viagem cerca de 6 meses antes e fui acompanhado, o que deixou tudo ainda mais especial. Se você tem um sonho de viagem, realize. Não importa como, quando ou com quantas pessoas, realize dentro das suas condições.
Planejamento e roteiro
No geral, percebi que a maioria fazia tudo por agência, com roteiros bem fechados. Eu queria algo diferente: um roteiro mais livre, que me permitisse conhecer o máximo possível da Patagônia, no meu ritmo.
Então comecei a pesquisar preços, passagens e deslocamentos. Foi aí que decidi comprar tudo por conta própria. O roteiro ficou assim:
21/11 – Curitiba ✈ El Calafate (check-in)
22/11 – El Calafate (Minitrekking Perito Moreno, navegação e passarelas)
23/11 – El Calafate (cidade, Lago Argentino, Punta Walichu – reserva arqueológica e natural)
24/11 – El Calafate ➜ El Chaltén (Chorrillo del Salto e Mirador de los Cóndores)
25/11 – El Chaltén (Trekking Laguna Torre)
26/11 – El Chaltén (Trekking Fitz Roy, Laguna de los Tres e Laguna Capri)
27/11 – El Chaltén (cidade e lembrancinhas)
28/11 – El Chaltén ➜ Puerto Natales
29/11 – Puerto Natales (Trekking Base Torres)
30/11 – Puerto Natales (Full day Torres del Paine)
01/12 – Punta Arenas (cidade e Estreito de Magalhães)
02/12 – Puerto Natales ➜ Ushuaia
03/12 – Ushuaia (Trekking Laguna Esmeralda + Ojo de Albino)
04/12 – Ushuaia (Trekking Glaciar Vinciguerra + Laguna de los Témpanos)
05/12 – Ushuaia (Parque Nacional Tierra del Fuego: Laguna Negra, Bahía Lapataia, Laguna Roca, Trilha Costeira e Trem do Fim do Mundo)
06/12 – Ushuaia (cidade e compras)
07/12 – Ushuaia ✈ Curitiba (retorno)
Valores e custos
Muita gente comenta que a Argentina está cara — e realmente está. Em alguns aspectos, os preços lembram bastante a Europa.
Alguns exemplos:
Água de 2 litros em El Calafate: cerca de 4.000 pesos argentinos
Dois pães tipo baguete: 2.500 pesos argentinos
Pratos em El Chaltén (cordero ou parrilla): entre 35.000 e 40.000 pesos (aprox. R$ 133)
A gasolina na Argentina era mais barata: em média 1.400 pesos por litro (cerca de R$ 5,33).
Já no Chile, em Puerto Natales e Punta Arenas, o valor era mais alto, em torno de R$ 8,48 por litro.
Por outro lado, achei a comida no Chile mais barata, com pratos em média de 15.000 pesos chilenos (aprox. R$ 90).
Usei somente o cartão Astropay, que tem IOF zerado. Não usei dinheiro em espécie e funcionou em mercados, restaurantes, postos de gasolina e hospedagens.
Peguei uma cotação muito boa:
Argentina: 1 real = 280 pesos argentinos
Chile: 1 real = 178 pesos chilenos
Cheguei a fazer algumas conversões antes da viagem, mas a melhor taxa foi durante o período. No aeroporto de Buenos Aires (Aeroparque), o câmbio estava em torno de 260 pesos, até compensava, mas não precisei usar.
Seguro viagem
Contratei o Allianz Travel por R$ 175,00, não precisei utilizar.
Chip de celular
Comprei um chip em El Calafate por 11.410 pesos argentinos (cerca de R$ 40,75), com 15 GB, ligações ilimitadas e validade de 15 dias. Valeu muito a pena. Usei principalmente para GPS; nas trilhas o sinal é limitado e à noite utilizava o Wi-Fi do hotel.
Hospedagem
El Calafate – Hotel y Cabañas Las Marías
Ótima experiência. Quarto grande, bem ventilado e extremamente limpo. Café da manhã simples, mas aceitável. Lugar tranquilo e silencioso. Dono muito receptivo. Recomendo.
El Chaltén – Posada San Antonio
O quarto era pequeno e tivemos um problema inicial com o ralo do banheiro, que entupia. Tirando isso, o hostel tem um bom espaço para cozinhar, café da manhã muito bom e recepcionistas super atenciosas, sempre explicando sobre as trilhas e a cidade. No geral, foi uma boa experiência.
Puerto Natales – Casa Luna Natales
A hospedagem é excelente, mas tivemos um contratempo: o dono aceitava apenas pagamento em dinheiro, o que não constava no Booking. Chegamos por volta das 17h e tivemos dificuldade para encontrar Western Union aberta. No fim, ele conseguiu uma máquina de cartão. Tirando isso, foi a melhor hospedagem da viagem: quarto grande, suíte com banheira, higiene impecável e uma vista linda para as montanhas. Recomendo muito.
Ushuaia – Hotel Mustapic
Excelente hotel, com vista panorâmica da cidade e das montanhas. Quarto grande, bem aquecido, café da manhã maravilhoso, espaço para trabalhar e possibilidade de guardar malas após o check-out sem custo adicional. Recomendo demais.
Passagens aéreas
Paguei R$ 3.168,00, voando com a Aerolíneas Argentinas:
Curitiba ➜ El Calafate (escala em Buenos Aires – Aeroparque)
El Calafate ➜ Ushuaia
Ushuaia ➜ Curitiba (escala em Buenos Aires – Aeroparque)
Os voos tiveram atrasos de cerca de 2 horas na ida e na volta, mas nada que impactasse o roteiro.
Caução: 1.000.000 de pesos argentinos (necessário limite no cartão de crédito internacional)
Condutor adicional incluso
Documento para cruzar a fronteira Argentina ➜ Chile (El Chaltén ➜ Puerto Natales)
A locadora fornece o documento impresso, que precisa ser carimbado na fronteira. Não tive nenhum problema com o carro, experiência excelente.
Site: https://www.always.ar/
O que levei
Viajei com uma mala despachada de 23 kg, uma mala de mão de 10 kg e uma mochila de 3 kg. No voo doméstico entre El Calafate e Ushuaia, o limite era 8 kg para a mala de mão, mala de despachar o limite era 15 Kg, mas não pesaram a mala de mão, então foi tranquilo.
Levei roupas e equipamentos adequados para o clima e trilhas: jaqueta impermeável/corta-vento, fleece, pluma, calça impermeável, calça térmica, gorro, luvas, bandanas, botas de trekking, bastões, mochila de 30 L, reservatório de água, protetor solar e labial, power bank, entre outros. O que senti falta foi um óculos específico para neve, pois o reflexo é muito forte.
Dicas extras
Ingressos: Minitrekking Perito Moreno: 45.000 pesos argentinos, o estudante é somente nacional.
Laguna Torre: chegamos cedo (7h) e o ingresso só aceitava cartão físico ou dinheiro. Havia desconto para duas pessoas se você trouxesse o ingresso do parque nacional dos glaciares. Em vez de pagar 90 mil pesos, pagamos 45 mil pesos.
Fitz Roy: fizemos o amanhecer, então não havia cobrança na portaria.
Estacionamento:
Gratuito e tranquilo tanto para a Laguna Torre quanto para o Fitz Roy, inclusive de madrugada.
Ushuaia:
Para a Laguna Esmeralda, fomos de Uber e combinamos o retorno com o motorista. Ele acabou se tornando nosso guia e nos levou também para trilhas no Parque Nacional Tierra del Fuego. Uma experiência excelente, praticamente como contratar uma agência. Vou deixar o contato dele que permitiu e, recomendo muito o motorista Max telefone +54 9 2901 47 3665, pode chamar ele no WhatsApp e falar que foi o Marcio que recomendou do trekking Laguna Esmeralda e do parque Tierra del Fuelgo.
Resumo final
Antes da viagem, publiquei no Mochileiros e conheci a @cmori7, que fez um roteiro parecido. Conversamos, combinamos e acabamos nos encontrando durante a viagem. Fizemos juntos o trekking da Laguna Esmeralda e o Parque Nacional Tierra del Fuego. Experiência incrível. Obrigado @cmori7 por compartilhar essa experiência de viagem, ela é testemunha de como estava o clima por lá rsrs...
Pegamos dias perfeitos, com sol e céu azul e no final de viagem peguei neve em Ushuaia. No Brasil, a previsão só indicava chuva. Um dia antes da viagem, parei de olhar o clima. Ao chegar em El Calafate, fui presenteado com um pôr do sol absurdo. O único dia de chuva foi em Punta Arenas, e ainda assim, rápida.
Os próprios moradores dizem que é raro pegar 15 dias seguidos de bom tempo na Patagônia. Tivemos muita sorte, o que deixou a viagem ainda mais especial.
Agora deixo as fotos falarem por mim e tentarem explicar um pouco do que vivi nessa primavera de 2025, entre novembro e dezembro, na Patagônia Argentina e Chilena.
Olá, galera!
Retornei recentemente de uma viagem incrível pela Patagônia Argentina e Chilena, onde visitei El Calafate, El Chaltén, Puerto Natales, Punta Arenas e Ushuaia. No total, foram 17 dias de viagem, entre 21/11 e 07/12, aproveitando cada minuto intensamente. Voltei ao Brasil no dia 07/12 e agora vou contar para vocês como foi essa experiência surreal: dias perfeitos, paisagens absurdas e momentos inesquecíveis. Vou tentar relatar um pouco do que vivi, acompanhado de fotos.
A Patagônia já estava na minha lista de desejos há bastante tempo, principalmente o sonho de conhecer o Fitz Roy. Comecei a me programar para essa viagem cerca de 6 meses antes e fui acompanhado, o que deixou tudo ainda mais especial. Se você tem um sonho de viagem, realize. Não importa como, quando ou com quantas pessoas, realize dentro das suas condições.
Planejamento e roteiro
No geral, percebi que a maioria fazia tudo por agência, com roteiros bem fechados. Eu queria algo diferente: um roteiro mais livre, que me permitisse conhecer o máximo possível da Patagônia, no meu ritmo.
Então comecei a pesquisar preços, passagens e deslocamentos. Foi aí que decidi comprar tudo por conta própria. O roteiro ficou assim:
21/11 – Curitiba ✈ El Calafate (check-in)
22/11 – El Calafate (Minitrekking Perito Moreno, navegação e passarelas)
23/11 – El Calafate (cidade, Lago Argentino, Punta Walichu – reserva arqueológica e natural)
24/11 – El Calafate ➜ El Chaltén (Chorrillo del Salto e Mirador de los Cóndores)
25/11 – El Chaltén (Trekking Laguna Torre)
26/11 – El Chaltén (Trekking Fitz Roy, Laguna de los Tres e Laguna Capri)
27/11 – El Chaltén (cidade e lembrancinhas)
28/11 – El Chaltén ➜ Puerto Natales
29/11 – Puerto Natales (Trekking Base Torres)
30/11 – Puerto Natales (Full day Torres del Paine)
01/12 – Punta Arenas (cidade e Estreito de Magalhães)
02/12 – Puerto Natales ➜ Ushuaia
03/12 – Ushuaia (Trekking Laguna Esmeralda + Ojo de Albino)
04/12 – Ushuaia (Trekking Glaciar Vinciguerra + Laguna de los Témpanos)
05/12 – Ushuaia (Parque Nacional Tierra del Fuego: Laguna Negra, Bahía Lapataia, Laguna Roca, Trilha Costeira e Trem do Fim do Mundo)
06/12 – Ushuaia (cidade e compras)
07/12 – Ushuaia ✈ Curitiba (retorno)
Valores e custos
Muita gente comenta que a Argentina está cara — e realmente está. Em alguns aspectos, os preços lembram bastante a Europa.
Alguns exemplos:
Água de 2 litros em El Calafate: cerca de 4.000 pesos argentinos
Dois pães tipo baguete: 2.500 pesos argentinos
Pratos em El Chaltén (cordero ou parrilla): entre 35.000 e 40.000 pesos (aprox. R$ 133)
A gasolina na Argentina era mais barata: em média 1.400 pesos por litro (cerca de R$ 5,33).
Já no Chile, em Puerto Natales e Punta Arenas, o valor era mais alto, em torno de R$ 8,48 por litro.
Por outro lado, achei a comida no Chile mais barata, com pratos em média de 15.000 pesos chilenos (aprox. R$ 90).
Usei somente o cartão Astropay, que tem IOF zerado. Não usei dinheiro em espécie e funcionou em mercados, restaurantes, postos de gasolina e hospedagens.
Peguei uma cotação muito boa:
Argentina: 1 real = 280 pesos argentinos
Chile: 1 real = 178 pesos chilenos
Cheguei a fazer algumas conversões antes da viagem, mas a melhor taxa foi durante o período. No aeroporto de Buenos Aires (Aeroparque), o câmbio estava em torno de 260 pesos, até compensava, mas não precisei usar.
Seguro viagem
Contratei o Allianz Travel por R$ 175,00, não precisei utilizar.
Chip de celular
Comprei um chip em El Calafate por 11.410 pesos argentinos (cerca de R$ 40,75), com 15 GB, ligações ilimitadas e validade de 15 dias. Valeu muito a pena. Usei principalmente para GPS; nas trilhas o sinal é limitado e à noite utilizava o Wi-Fi do hotel.
Hospedagem
El Calafate – Hotel y Cabañas Las Marías
Ótima experiência. Quarto grande, bem ventilado e extremamente limpo. Café da manhã simples, mas aceitável. Lugar tranquilo e silencioso. Dono muito receptivo. Recomendo.
El Chaltén – Posada San Antonio
O quarto era pequeno e tivemos um problema inicial com o ralo do banheiro, que entupia. Tirando isso, o hostel tem um bom espaço para cozinhar, café da manhã muito bom e recepcionistas super atenciosas, sempre explicando sobre as trilhas e a cidade. No geral, foi uma boa experiência.
Puerto Natales – Casa Luna Natales
A hospedagem é excelente, mas tivemos um contratempo: o dono aceitava apenas pagamento em dinheiro, o que não constava no Booking. Chegamos por volta das 17h e tivemos dificuldade para encontrar Western Union aberta. No fim, ele conseguiu uma máquina de cartão. Tirando isso, foi a melhor hospedagem da viagem: quarto grande, suíte com banheira, higiene impecável e uma vista linda para as montanhas. Recomendo muito.
Ushuaia – Hotel Mustapic
Excelente hotel, com vista panorâmica da cidade e das montanhas. Quarto grande, bem aquecido, café da manhã maravilhoso, espaço para trabalhar e possibilidade de guardar malas após o check-out sem custo adicional. Recomendo demais.
Passagens aéreas
Paguei R$ 3.168,00, voando com a Aerolíneas Argentinas:
Curitiba ➜ El Calafate (escala em Buenos Aires – Aeroparque)
El Calafate ➜ Ushuaia
Ushuaia ➜ Curitiba (escala em Buenos Aires – Aeroparque)
Os voos tiveram atrasos de cerca de 2 horas na ida e na volta, mas nada que impactasse o roteiro.
Aluguel de carro
Aluguei com a Always:
11 diárias, Carro automático – Categoria D, Fiat Cronos 1.3 CVT
Valor total: R$ 2.840,00
Caução: 1.000.000 de pesos argentinos (necessário limite no cartão de crédito internacional)
Condutor adicional incluso
Documento para cruzar a fronteira Argentina ➜ Chile (El Chaltén ➜ Puerto Natales)
A locadora fornece o documento impresso, que precisa ser carimbado na fronteira. Não tive nenhum problema com o carro, experiência excelente.
Site: https://www.always.ar/
O que levei
Viajei com uma mala despachada de 23 kg, uma mala de mão de 10 kg e uma mochila de 3 kg. No voo doméstico entre El Calafate e Ushuaia, o limite era 8 kg para a mala de mão, mala de despachar o limite era 15 Kg, mas não pesaram a mala de mão, então foi tranquilo.
Levei roupas e equipamentos adequados para o clima e trilhas: jaqueta impermeável/corta-vento, fleece, pluma, calça impermeável, calça térmica, gorro, luvas, bandanas, botas de trekking, bastões, mochila de 30 L, reservatório de água, protetor solar e labial, power bank, entre outros.
O que senti falta foi um óculos específico para neve, pois o reflexo é muito forte.
Dicas extras
Ingressos: Minitrekking Perito Moreno: 45.000 pesos argentinos, o estudante é somente nacional.
Laguna Torre: chegamos cedo (7h) e o ingresso só aceitava cartão físico ou dinheiro. Havia desconto para duas pessoas se você trouxesse o ingresso do parque nacional dos glaciares. Em vez de pagar 90 mil pesos, pagamos 45 mil pesos.
Fitz Roy: fizemos o amanhecer, então não havia cobrança na portaria.
Estacionamento:
Gratuito e tranquilo tanto para a Laguna Torre quanto para o Fitz Roy, inclusive de madrugada.
Ushuaia:
Para a Laguna Esmeralda, fomos de Uber e combinamos o retorno com o motorista. Ele acabou se tornando nosso guia e nos levou também para trilhas no Parque Nacional Tierra del Fuego. Uma experiência excelente, praticamente como contratar uma agência. Vou deixar o contato dele que permitiu e, recomendo muito o motorista Max telefone +54 9 2901 47 3665, pode chamar ele no WhatsApp e falar que foi o Marcio que recomendou do trekking Laguna Esmeralda e do parque Tierra del Fuelgo.
Resumo final
Antes da viagem, publiquei no Mochileiros e conheci a @cmori7, que fez um roteiro parecido. Conversamos, combinamos e acabamos nos encontrando durante a viagem. Fizemos juntos o trekking da Laguna Esmeralda e o Parque Nacional Tierra del Fuego. Experiência incrível. Obrigado @cmori7 por compartilhar essa experiência de viagem, ela é testemunha de como estava o clima por lá rsrs...
Pegamos dias perfeitos, com sol e céu azul e no final de viagem peguei neve em Ushuaia. No Brasil, a previsão só indicava chuva. Um dia antes da viagem, parei de olhar o clima. Ao chegar em El Calafate, fui presenteado com um pôr do sol absurdo. O único dia de chuva foi em Punta Arenas, e ainda assim, rápida.
Os próprios moradores dizem que é raro pegar 15 dias seguidos de bom tempo na Patagônia. Tivemos muita sorte, o que deixou a viagem ainda mais especial.
Agora deixo as fotos falarem por mim e tentarem explicar um pouco do que vivi nessa primavera de 2025, entre novembro e dezembro, na Patagônia Argentina e Chilena.
Editado por omarciopereira