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Olá viajante!

Bora viajar?

Iniciando meu primeiro mochilão

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Oii, galera!

Estou muito animada para iniciar meu primeiro mochilão, começando pelo Brasil (saindo do Centro-Oeste). Quero fazer voluntariado pela Worldpackers e pretendo levar minha gata comigo. Planejo sair em abril de 2026 e estou me organizando para isso. Gostaria de receber dicas e conselhos sobre a plataforma, especialmente de pessoas que viajam com seus pets (principalmente gatos). O que devo levar? Estou maratonando o site, fóruns e vídeos, e espero ter respostas de vocês. 😅

  • Eu tenho uma barraca. Devo levá-la?

  • Minha gata tem aquela caixa de transporte exigida pelas companhias aéreas. Ela pesa 10 kg, é super dócil, mas sempre viveu dentro de casa. O que acham da ideia de levá-la? Ela tem com quem ficar, caso não seja viável levá-la.

  • Preciso comprar alguns equipamentos, como power bank e uma mochila de 50L. Lembro disso agora, maaas deve ter algo que estou esquecendo. 🤣

Obrigada a quem leu até aqui. ❤️


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Acho que, se tem com quem deixar o seu pet, melhor fazer esse mochilão (que será o seu primeiro) sozinha mesmo, porque senão terá outra coisa com que se preocupar...

E se sua gata fugir no meio da viagem?

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Eu sempre tive gatos e os meus sempre odiaram sair de casa. Quando viajo opto por alguém cuidando da minha gata em casa mesmo.

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Eu não tenho gatos, mas tenho dois cachorros que costumo levar comigo nas viagens: o Nero, um pastor alemão de 40kg, e a Lua, uma vira-lata de 15kg. Como eles são grandes, isso acaba dificultando um pouco mais a minha logística do que provavelmente seria no seu caso com uma gata. Ainda assim, vou compartilhar alguns pontos que precisei considerar, para você avaliar se o risco e o incômodo compensam.

Sobre transporte: Nem todos os Ubers, táxis, ônibus, caronas, BlaBlaCar ou aviões aceitam animais. Às vezes não é nem por má vontade — algumas pessoas têm medo, não gostam ou têm receio dos pelos (isso é bem comum). Mesmo com caixa de transporte, já precisei resgatar gente que se deparou com uma recusa. Além disso, muitos transportes têm limite de animais por viagem. Então pode acontecer de você estar com tudo certo e, ainda assim, não conseguir embarcar porque a cota já foi atingida. Isso pode significar mais uma diária, mais uma alimentação no local de origem, atraso no cronograma e um efeito dominó no restante do planejamento.

Você comentou que a caixa da sua gata está dentro das especificações da companhia aérea. É ótimo ter essa possibilidade, mas vale lembrar que também é exigido atestado sanitário emitido até 10 dias antes de cada voo. Ou seja: sempre que for pegar um avião, você vai precisar identificar um veterinário na cidade, pagar consulta para emissão do documento e organizar isso dentro do prazo. É um custo que pode se tornar quase recorrente, dependendo da frequência dos deslocamentos.

Ah, um plus aqui porque eu tenho dois velhinhos: as vezes algumas companhias recusam pelo risco de transportar um animal de idade mais avançada ou muito filhote.

Sobre hospedagem: O cenário é parecido com o transporte: nem todos os hotéis e pousadas são pet-friendly. Airbnb costuma ter maior taxa de aceitação, mas alugar um espaço inteiro nem sempre compensa financeiramente — especialmente considerando que mochilão, pelo menos na minha visão, é justamente aproveitar o máximo com o mínimo de gasto para conseguir prolongar a viagem. Gatos tendem a ser mais fáceis nesse sentido — menores, mais independentes e, em geral, menos destrutivos que cães — mas ainda assim é um animal. Você sempre terá uma camada extra de dificuldade na hora de reservar qualquer lugar.

E isso se estende ao voluntariado. Lugares que já tenham animais próprios (domésticos, comunitários ou de fazenda) podem recusar por questão de adaptação e segurança. Voluntariados com hospedagem compartilhada entre voluntários também podem virar um ponto sensível, mesmo que aceitem pets. Nem todas as atividades permitirão que você leve sua gata junto. E aí entra uma questão importante: seria tranquilo deixá-la sozinha em um quarto onde outras pessoas têm livre acesso? Uma porta aberta por descuido já pode virar um problema grande e por mais gente boa que o coleguinha seja, eu não confio.

Sobre bagagem: Aqui também entramos em um cenário que eu não sei o que você assume por um mochilão, mas nessa mochila vai ter que considerar ração (especialmente se ela for chatinha pra comer um tipo específico), petisquinho, gato leva areia quando viaja? Coleira, guia, potinho de água e comida. Não parece muita coisa quando você pega na mão, mas quando vê a mochila tá cheia kkk

E se mesmo depois de tudo isso estar ok, ainda tem o ponto mais importante da viagem: Sua gata vai gostar? Tenta ser o mais objetiva possível. Ela enjoa nas viagens? E o xixi? Gosta de ficar no colo ou aceita ficar bastante tempo na caixinha de transporte? Se comporta bem com você quando sai de casa? Não tem tendências de fuga? Porque mesmo que estiver tudo certo, se ela não gostar a experiência vai ser muito estressante pra ela e, por consequência, pra você.

Acho que esse é um daqueles assuntos sobre os quais eu poderia falar por horas. Porque, mesmo com todas as dificuldades que eu coloquei aqui, eu sou do time que diz: sim, viaje com seus animais, mas viaje com responsabilidade. Se depois disso você topar levar, ótimo! Aproveitem! Se optar por deixar ela com alguém, principalmente como tem essa possibilidade "fácil": Não fique de coração partido, você volta depois! É amor também saber reconhecer o limite.

Eu amo viajar com os meus, mas é no ritmo deles, de carro, com muitas paradas, pagando mais caro em hospedagem do que eu pagaria viajando sozinha. Aceitando deixar de lado alguns pontos turísticos da estrada porque não tem quem fique olhando eles enquanto eu visito (nas cidades que não incluem um pernoite), brincando muito de bolinha para queimarem a energia nos dias que o trajeto de carro é mais longo que o usual. Vale a pena os ajustes pela companhia, os dois lidam muito bem com a vida na estrada. Ainda assim, vejo que uma bateria de viagens estilo mochilão não é apropriada para a minha dupla (embora eu adore!)

Vou deixar a foto da minha idosinha, a Lua, que nasceu no Rio Grande do Sul e já subiu até o Espirito Santo. Na foto, uma vez que fomos até Foz do Iguaçu saindo do Rio de Janeiro.

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Agora em outro comentário eu vou falar sobre coisas que vale a pena comprar/levar na minha opinião:

  • Powerbank de 20000mAh: Eu tenho um da xiaomi que é um tijolinho, não foi muito caro e eu acho simplesmente fenomenal. Dá mais de 3 cargas completas no meu celular (e meu aparelho dura pelo menos um dia inteiro com uso frequente), então considero uma margem de segurança ótima até encontrar uma tomada. Um ponto que me agrada também é que a entrada de carregamento dele é a mesma do meu celular e notebook, então não preciso ficar levando vários carregadores. O que puder otimizar nesse sentido é uma mão na roda.

  • T (Benjamin), Extensão ou Régua: Aqui vai mais do seu uso, não é imprescindível. Normalmente tomadas são bem concorridas em hostels, área de espera de rodoviária ou aeroporto, e levar um T não mata ninguém e dá para te salvar quando chegar em uma tomada já ocupada. Dependendo do seu conforto uma extensão ou régua é ainda melhor, mas vamos ficar na otimização, aquele pequenininho de três saídas já traz uma facilidade enorme. Se for ir para outros países, avalia a necessidade de um adaptador universal. Cuidado com voltagens se for levar mt coisa eletrônica.

  • Cadeado: Esse é imprescindível. Não precisa de muita explicação, qualquer lugar compartilhado que tenha possibilidade de trancar suas coisas: tranque.

  • Capa de Chuva: Aqui também na categoria não é imprescindível, mas ajuda. Se for um pouco maior que você ou daqueles tamanhos únicos gigantescos, melhor porque envolve a mochila também. Vai estar sua vida "inteira" ali, mesmo que ela diga que é impermeável as vezes só chega até um certo ponto kkkk

  • Mochila: Essa eu acho mt subjetiva. Ao mesmo tempo que uma mochila comum já resolve, o conforto aumenta quando são as específicas. Tenta ir em uma loja e experimentar diferentes modelos até achar algum que agrade. O ajuste peitoral, pra mim, nunca foi 100% confortável pelos motivos de : mulher (triste), mas ajuda na distribuição do peso se achar algum bom.

  • DryFit: Prioriza roupas leves e que sequem fácil, mt viagem minha eu fiz só na camisa de time para não ficar empesteada de suor. Também acho que vestido ajuda quando é para fazermos alguma coisa mais arrumadinha, tecidos levinhos, uma peça só, economiza espaço e é confortável (pra mim). Se caminhadas longas ou trabalho braçal estiver no seu rol de voluntariados (em hortas, etc) acho que vale a pena levar aquelas dryfit manga longa com proteção solar também. Um par de chinelos também acho bem importante, tanto pra fazer par pro vestido bem despojado quanto pra usar no banheiro.

  • Repelente e lenço umedecido: Aqui entrando na parte de cuidados sensíveis, dependendo da área que você for um repelente faz a diferença. Lencinho umedecido serve pra tomar aquele banho de gato se não tiver nada próximo e é um alívio usar na rua quando está menstruada - ou um piriri, vai saber o que vai comer na estrada. Também gosto de levar um desodorante em creme aqueles potinhos da Herbíssimo que são quase infinitos dura pra sempre e é minúsculo. Tem shampoo e condicionador em barra que são bons para otimizar espaço, eu pessoalmente não me adaptei, mas acho bem interessante a proposta.

  • Toalha e "Coberta": Não são todos os lugares que vão te oferecer itens de hospitalidade. Eu prefiro levar uma toalha de algodão às de microfibra que secam rápido, mesmo que sacrifique um espaço maior, não me sinto bem seca com as sintéticas. Estendo no beliche mesmo, na porta para arejar. Também pode servir como "forro" de cama para você deitar ou até coberta para conter um pouco o ar condicionado do ônibus quando o espaço está curto. Caso não, você pode levar uma mantinha também. Eu levo uma manta pequena que trouxe desde a Guatemala, meu xodó e abandonei de levar casaco (mas também só vou pro calor).

  • Documentos e dinheiro: Salvar uma cópia digitalizada no seu drive de tudo que achar importante. Até comprovante de residência, matrícula, CT, título, CPF, ID, CNH, antes de viajar eu deixo tudo salvo no drive. Em alguma necessidade, tenho o que apresentar. Alguma vez precisei? Não, mas fica lá e não ocupa nada de espaço e se der b.o está com um backup. Hoje a CNH digital e o título dá para usar até para embarcar (o app) em avião sem precisar do físico, mas eu continuo levando por garantia. Levo pouco dinheiro físico, para lugares sem área ou que não aceitem pix/cartão. Esse dinheiro divido entre dois, o da viagem (guardado escondido, suficiente para pagar o transporte mais barato para um ponto seguro) e o do "uso" que seria um troquinho para o dia no bolso, esse que eu movimento para comprar uma água, pagar um ônibus municipal, essas coisas.

Não sou a mochileira mais raiz não, sou econômica, mas viajo para aproveitar a jornada, lidar com outras pessoas e conhecer culturas. Me impeço de pouquíssimas coisas, mas gosto de ter alguns planos Bês mesmo que eu não faça minha rota "regrada" a nada. Querendo ou não, somos mulheres. O risco é um tantinho maior pra muita coisa para além de "pegar a estrada". Não é motivo pra desistir, só manter no radar! Vai dar certo! 🫶🏻

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De tudo que a @ilippstein escreveu de dicas eu acrescentaria uma canga (não é Bombril mas tem muitas utilidades), serve como toalha, manta e lençol, e um par de botas para utilizar em trilhas, caminhar e proteger o tornozelo. Uma nécessaire com remédios básicos ajuda bastante. Em alguns mochilões que eu fiz eu levava algumas roupas e ia doando pelo caminho, diminuía o peso e volume na mochila e ia substituindo por outras que eu comprava na viagem.

Editado por Roberto Brandão

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