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República Dominicana - Maio / Junho 2026

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Decisão de ir a República Dominicana

Na verdade, a República Dominicana nunca esteve nos meus planos de viagem. Porém, recentemente, um amigo foi para o país de Arajet e disse ter conseguido uma viagem por um preço muito em conta. Isso então me fez ficar de olho para uma possível viagem.

No fim de 2025, pesquisando viagens com a minha esposa, vimos passagens por um bom preço (eu acho que era cerca de R$ 2.000) e resolvemos comprar. Minha cunhada junto ao namorado gostou da ideia e também resolveu ir conosco. Nossa estadia foi do dia 29 de maio de 2026 à 13 de junho de 2026. As duas passagens juntas totalizaram R$ 4.870,00.

Chegando à Punta Cana

Chegando em Punta Cana, o primeiro que tivemos que fazer foi pegar um transporte para ir ao nosso resort, o Occidental Punta Cana. Quando fomos no guichê das empresas que fazem o transporte, fui comprar o translado e o atendente tentou vender todos os tipos de passeios imagináveis. E sempre com “alertas” de que não conseguiríamos fechar por aquele preço posteriormente e blablabla, a típica encheção de saco de lugares turísticos.

Eu recusei todas as ofertas, até porque depois de Punta Cana nós viajaríamos pelo país, então não tinha muito sentido fechar nada lá. Depois de muito ouvir, conseguimos fechar o translado, acho que ficou 20 dólares por casal. Para  um lugar muito turístico, não me pareceu tão abusivo porque o resort era meio longe do aeroporto, o motorista demorou cerca de 35 minutos no trajeto dirigindo em um trânsito quase indiano.

Aliás, o trânsito é um capitulo a parte na República Dominicana, porque no país inteiro, as pessoas dirigem muito, mas muito mal. Quando voltei ao Brasil, me senti na Suíça tamanha a diferença de educação no trânsito. Isso que aqui, as leis são bem lenientes com o péssimo motorista.

Occidental Punta Cana

Chegamos ao hotel, mas ainda não estávamos no horário de entrada, então os funcionários permitiram que ficássemos no lobby e pudéssemos usufruir do resort enquanto esperávamos. Fui ao banheiro, coloquei uma roupa mais fresca, já que o calor lá era bem forte e fiquei no lobby bebendo e esperando.

Quando deu o horário, eles falaram que ainda não tinham os quartos prontos, o que foi uma inconveniência enorme, porque os dois casais estavam exaustos da viagem e tudo o que eu queria era descansar um pouco em uma cama. No fim, atrasaram quase uma hora, quando passaram o quarto, passaram o local errado, pelo qual tivemos que ir até o lobby novamente (e o resort é imenso) e pedir novas instruções.
Por fim chegamos ao quarto e pudemos descansar um pouco.

O resto do dia, aproveitamos no resort mesmo, indo à praia e as piscinas.

Punta Cana – 30 de maio

No dia seguinte, após o café da manhã, resolvi ir sozinho para a cidade comprar um chip de celular, pois viajaríamos pelo país depois.

Quando chegamos, eu vi que haviam algumas lojas perto do resort. Então resolvi ir a pé.
Mas antes, devo avisar que Punta Cana mesmo como município é um lugar bem precário. Tirando os resorts e alguns empreendimentos imobiliários de alto padrão, é um local com trânsito caótico, ruas esburacadas, comércios bagunçados e bem feio na realidade.

Eu caminhei do resort até um mercadinho, um dos famosos colmados como eles dizem, para comprar um chip. Esses colmados são como os mercadinhos no Brasil, mas seus serviços são um pouco mais amplo: fazem recarga no celular, apostas esportivas (um verdadeiro vicio nacional), funcionam como bar e discoteca também.

Ao chegar nesse mercadinho, fui recebido com um som infernal altíssimo e uma galera já pra lá de Bagdá. Comprei um chip da Claro. Acho que em reais foram uns 25 reais ou algo assim, não foi caro.

O problema é que ao chegar no resort não consegui ativar. Para isso, tinha que ir com o chip em uma agência da Claro. Um pouco frustrado, fui aproveitar o resort no resto do dia.

Punta Cana – 31 de maio

Nesse dia, acordei e após o café da manhã fomos em uma das rodoviárias de Punta Cana comprar passagens para Santo Domingo. E por que falo “um das rodoviárias”? Porque na República Dominicana, não existe uma rodoviária organizada pelo estado, cada empresa sai de um lugar, as empresas mais caras possuem seus próprios pequenos terminais, outras menores saem de alguns pontos da rua mesmo. Um outro problema é tentar comprar online essas passagens, simplesmente não havia meios para isso. O site dava erro mesmo tentando com cinco cartões  de crédito diferentes.

Ao pesquisar, vi que a melhor empresa era a APTPRA que saia de um terminal próprio em um bairro chamado Friusa. Então, chamei um Uber com a minha esposa e fomos.
Um detalhe é que Uber em Punta Cana é bem caro, pagamos cerca de R$ 85,00 ida e volta em um trajeto de menos de 15 minutos cada perna.

Ao chegar no terminal da APTPRA foi bem fácil comprar a passagem. Pagamos 1200 pesos dominicanos nas duas, o que dava R$112,73. Voltamos para o resort e aproveitamos o resto do dia.

Punta Cana – 01 de junho

Para esse dia, somente aproveitamos o resort, já que iriamos embora no dia seguinte.

Sobre o resort, eu gostei bastante, já tinha ido a um resort no Caribe, havia conhecido o Club Kawama em Varadero. Comparativamente, o Occidental Punta Cana é maior e tem mais atividades, mas a praia e os drinks em Varadero são bem melhores. A comida é a mesma coisa. De resto, resort não tem muito o que falar, é ficar na praia, comer como um porco, beber e relaxar.

Santo Domingo – 02 de junho

Após o café da manhã, fomos arrumamos as malas e fomos fazer o checkout. Na saída, os funcionários estavam doidos para chamar um transporte para nós, eu sou bem desconfiado dessas coisa, meio paranoico até e senti que queriam ganhar uma grana fácil nas nossas costas, então, usando o Wi-Fi chamei um Uber. E fomos todos de Uber para o Terminal da APTPRA.

O Terminal da APTPRA fica em Friusa, mais especificamente numa avenida que mistura descampados com comércios. O transito é uma bagunça com gente andando de moto sem capacete, carregando geladeiras, galinha, criança, sogra, papagaio, gás e todo tipo de coisa nas motos e aparentemente, a população que transita ali é majoritariamente de imigrantes haitianos.

No trajeto de Uber, vi que tinha uma pequena agência da Claro no caminho, então deixei minha esposa e meus cunhados no terminal e dei uma corrida até a agência da Claro. Lá consegui ativar meu chip e coloquei créditos.

Voltei ao terminal e já estava na hora de embarcar. O ônibus da APTPRA é bem confortável, recomendo para quem foi fazer o trajeto. Além de confortável, tem Wi-Fi e banheiro.

Encaramos a viagem até Santo Domingo, a estrada que liga Punta Cana até a capital está em excelente estado e a paisagem em determinados trechos é muito bonita.

A medida que fomos nos aproximando da capital, a coisa vai ficando mais caótica. Em vários trechos, os passageiros dominicanos desciam em qualquer lugar e o ônibus na maioria das vezes sequer se dava ao trabalho de parar no acostamento. Também foi interessante para ver as peripécias dos dominicanos no trânsito.

O ônibus entra na cidade por Santo Domingo Este, uma parte bem carente e precária da capital, mas após atravessar o rio Ozama (enorme rio que divide a cidade), a situação melhor bastante.

Descemos no Terminal da APTPRA em Santo Domingo (que sequer é um terminal, é mais um ponto mesmo) e chamamos um Uber até nosso apartamento do Airbnb.

O trajeto era curto, mas o trânsito é pesadíssimo em Santo Domingo, levamos 1 hora em um trecho de 4km.

Em Santo Domingo, nos hospedamos em um bairro chamado Serralés. Sensacional tanto o bairro como o apartamento. O apartamento era um apartamento de sonhos na realidade, gostei demais tanto do condomínio como do apartamento.

Como já era quase 17:00, fomos no Ágora Mall, o shopping mais próximo e que estava poucos minutos de caminhada do nosso apartamento. Passeamos um pouco no shopping e comemos algo. Esse shopping está no padrão do Shopping Morumbi em São Paulo.

Na volta, passamos no Mercado Nacional que ficava na mesma rua em que estávamos hospedados. Os preços na República Dominicana são mais elevados de quase tudo comparando com o Brasil, são poucas exceções como banana, mamão e alguns legumes.

Voltamos ao apartamento de descansamos.

Santo Domingo – 03 de junho

Após o café da manhã, caminhei até uma casa de câmbio chamada Caribe Express para trocar dólares por pesos dominicanos. Depois, fomos ao metrô comprar os cartões de transporte.

Foi bem fácil comprar o cartão de transporte do metrô de Santo Domingo e a passagem é bem ok, 35 pesos dominicanos (uns R$ 3,30 – R$ 3,40).

De metrô, visitamos o Museu de Arte Moderna e o Museu de História e Geografia da capital. Foi muito bom para conhecer mais sobre a história do país. Não lembro o valor das entradas, mas eram bem acessíveis.

Ao sair dos museus, caminhamos até um pequeno trailer que vendia cachapas venezuelanas e almoçamos.

Depois, fomos no Parque Iberoamericano caminhando. O calor é forte, mas eram apenas 15 minutos de caminhada e não valia tanto a pena pegar um Uber porque o trânsito é terrível em Santo Domingo. E eu vi pouquíssimos ônibus circulando. Então, minha dica para quem foi é pegar o metrô e caso não dê, pegar um Uber mesmo. O valor do Uber em Santo Domingo é similar ao de São Paulo.

O Parque Iberoamericano é bem legal, não é tão grande, mas é muito bem cuidado e fica em um bairro muito agradável. Passamos a tarde lá, tomamos sorvete e depois pegamos um Uber até um parque que fica no Malecon de Santo Domingo.

O Malecon de Santo Domingo não é tão icônico quanto o de Havana, mas é legal também. O parque estava um pouco caído, tomamos uma cerveja e fomos embora para  o apartamento, pois já era tarde.

Santo Domingo – 04 de junho

Acordamos, tomamos café e a ideia era ir até a Zona Colonial. Mas quando chegamos no metrô, vimos que ele é integrado com um sistema de teleféricos. Então fomos até a Estação Rosa Duarte. Lá, sem custos adicionais, pegamos o teleférico.

O teleférico de Santo Domingo é bem grande, são quatro estações e bem distantes umas das outras. É um transporte barato, seguro, limpo e confortável. Ele atravessa bairros muito humildes da cidade. Depois de irmos até a estação Sabana Perdida, resolvemos voltar ao metrô.

O metrô não vai até a Zona Colonial, então pegamos o metrô da estação Freddy Beras Goico até a estação Joaquín Balaguer e de lá pegamos um Uber até a Zona Colonial. Saiu mais em conta.

Na Zona Colonial visitamos o Parque Independencia, que é uma espécie de panteão dos heróis dominicanos. Ali, acabei pagando um guia que me encheu o saco demais. Acho que dei 200 pesos dominicanos para ele, uns R$ 18,00.

Caminhamos um pouco na Zona Colonial, visitamos o Panteon de la Patria, as Ruínas do Hospital de San Nicolas de Bari , a Fortaleza de Ozama (espetacular) e caminhamos até o Parque Colón. Infelizmente, tanto o Museo de las Casas Reales como a Catedral Primada de las Americas estavam em reforma e não pudemos visita-los.

Fomos almoçar no Parque Colón, que estava bom, porém superfaturado e com o costume irritante de alguns lugares turísticos da República Dominicana de convenientemente não incluir os impostos no cardápio, assim, após consumir o que você quer, tem a surpresa de terem adicionado 28% do valor na sua conta referente aos impostos. Nós só caímos nessa no Parque Colón, os outros lugares que comemos posteriormente como eram lugares locais, não havia essa malandragem. É sempre bom perguntar antes ou ver se está no cardápio.

Outra coisa é que para quem vai ficar alguns dias em Santo Domingo, não compre nada  na Zona Colonial. Até mesmo os shoppings praticam preços melhores que a Zona Colonial.

Saímos da Zona Colonial, fomos até o metrô e de lá para a Galeria 360 onde minha cunhada e minha esposa queriam ver os preços de algumas coisas. É um bom shopping, diria que está na categoria do Shopping Taboão ou Shopping Interlagos. De qualquer modo, minha esposa comprou uma bolsa lá e achou o preço bem ok.

Depois, voltamos ao apartamento.

Santo Domingo – 05 de junho

Acordamos um pouco mais tarde, resolvemos pegar um Uber até o Acuario Nacional. É um local bem legal, bonito e bem cuidado.

Ao sair do Acuario Nacional, chamamos um Uber e fomos ao Parque Tres Ojos. Esse parque é sensacional, os chamados três ojos ficam dentro de grutas de fácil exploração. É um lugar mágico que realmente me faltam palavras para descrever. Apenas tenham em conta o imenso calor que castiga ainda mais dentro das grutas.

Passamos boa parte da tarde lá, depois fomos ao Faro Colón, um enorme museu com várias peças coloniais e também itens não muito relacionados as Américas ou a Cristovão Colombo. De qualquer forma, valeu muito a pena.

Ao sair do Faro Colón fomos ao Sambil de Santo Domingo. Sambil é uma rede venezuelana de shoppings, possuem unidades na Espanha, República Dominicana, Curaçao e obviamente, Venezuela.  No Sambil compramos lembrancinhas como chaveiros, imãs e brinquedinhos para crianças. Valeu muito mais a pena que em qualquer lugar turístico, lá víamos os mesmos produtos custando 30% do valor.

Constanza – 06 de junho

Nesse dia, o plano era sair de Santo Domingo e ir até Constanza, uma cidade sem praias, conhecida por sua produção de morangos e localizada nas montanhas do centro do país.

Eu já tinha feito a reserva de um carro na Álamo, mas um dia antes já estava preocupado como iria dirigir em Santo Domingo, porque os dominicanos são malucos dirigindo.

Retirei o carro em um local bem próximo de onde estava hospedado e fomos em direção à Constanza. Estava uma chuva torrencial, mas que parou assim que saímos da cidade.

Bom, é preciso ter atenção nas estradas, pois motoqueiros andam no acostamento e na contramão, pessoas e carros cruzam a pista como se fosse normal, caminhões tentam ultrapassar por qualquer lado, mas deu tudo certo. Só que para mim, dirigir 4 horas na República Dominicana é tão cansativa quanto dirigir 10 horas no Brasil.

No caminho fizemos algumas paradas: uma em restaurante meio chique e duas paradas em mirantes. Ao chegar em Constanza, apenas fomos almoçar e depois ao apartamento.

Constanza – 07 de junho

Acordamos e fomos até a Represa de Pinalito. Essa represa foi construída pela controversa Oderbrecht. Não é fácil de chegar, tivemos que pegar uma estrada de terra e passar por vários campos até chegar na represa.

A região de Constanza foi uma região que recebeu imigração de japoneses e menor medida, húngaros. Os japoneses desenvolveram o plantio de morangos e com o tempo, a região ficou muito famosa na Republica Dominicana por seu clima mais ameno. Hoje, é uma região turística, mas um turismo totalmente voltado ao público dominicana.

A programação do período da tarde foi ir no Fresas Ariyama. Lá, eu havia marcado online um horário de visitação. Você visita e degusta morangos e produtos relacionado a morango. Também anda pelas plantações onde explicam a produção e para onde exportam. A visitação por pessoa foi de 600 pesos dominicanos, bem em conta.

Depois, demos uma voltinha no centro da cidade e voltamos ao apartamento.

Las Terrenas – 08 de junho

Acordamos e cruzamos o país rumo a Las Terrenas. Foi um trajeto interessante, pois conseguimos ver mais do interior do país, por exemplo, atravessamos San Francisco de Macoris, uma das principais cidades dominicanas.

Las Terrenas é uma cidade que era um vilarejo até poucos anos trás. SUVs e motos disputam espaço em ruas estreitas com calçadas mais estreitas ainda disputadas por imigrantes haitianos, espanhóis, italianos e franceses. Essas quatro nacionalidades estão bem presentes na cidade. Mas existe uma divisão, uma ponte separa a cidade. Na parte mais próxima do mar, ficam os imigrantes europeus (ou como eles preferem, expatriados), na parte mais distante do mar ficam os haitianos e alguns poucos europeus.

Nos instalamos no apartamento, comprei umas empanadas no bairro haitiano e fomos até a praia de Punta Popy. Uma praia bem bonita que fica a uns 30 minutos de caminhada da região central.

Las Terrenas – 09 de junho

Pela manhã, fui ao banco fazer um depósito de sinal, porque fechamos um passeio para Cayo Levantado. Aí fica uma dica, se estiver de carro, não feche o passeio saindo de Las Terrenas, pois sai muito mais caro.

Pegamos o carro e fomos até Playa Coson e depois caminhamos até a Punta Bonita. Aproveitamos o dia na praia e no fim da tarde passeamos pelo centro de Las Terrenas.

Las Terrenas – 10 de junho

Saímos bem cedinho para pegar o barco até Cayo Levantado. Saímos de um pequeno porto de pescadores localizada em Samaná, pegamos 50 dólares por pessoa, o valor incluía o translado até o Cayo, cadeiras e guarda-sol e almoço. Achei que ficou bem barato. Deu tudo certo e o Cayo Levantado é um lugar espetacular, coisa de filme. Acabou sendo bom marcar com uma empresa pequena, porque nas empresas maiores, você espera demais tanto para chegar no cayo como para sair, no nosso caso, fizeram tudo no nosso horário.

 Na volta do passeio, demos uma volta no centro de Samaná. Tem um centro comercial no centro de Samaná, é bem bonito e pitoresco, parece as construções do caribe holandês. Mas o atendimento é péssimo.

Bayahibe – 11 de junho

Bayahibe foi o último local de nossa viagem. Pegamos o carro e voltamos a atravessar o país. Antes de chegar em Bayahibe, paramos em um shopping na cidade de La Romana, o Multiplaza. Comemos, minha cunhada fez algumas compras e seguimos para Bayahibe. O apartamento ficava em um baita condomínio, lindo demais. Mas, um dos aparelhos de ar condicionado de um dos quartos estava com defeito e levaram a tarde toda para arrumar.

Os nossos planos iniciais era ir para a Playa Dominicus, porém estávamos todos muito cansados da viagem, então nesse dia, aproveitamos apenas a bela piscina do condomínio.

Pela noite, dei uma volta de carro com a minha esposa pela cidade, meus cunhados não quiseram ir.

Bayahibe – 12 de junho

Para essa data, a ideia inicial era ir para a Isla Saona. Mas todos estavam cansados, fomos para a Playa Dominicus. É uma praia bonita, achei mais bonita que as praias de Punta Cana. Foi legal, comemos um peixe na praia, alugamos espreguiçadeiras e tomamos algumas cervejas. Pela noite, relaxamos na piscina.

Bayahibe – 13 de junho

Dirigimos de Bayahibe para o aeroporto de Punta Cana. No caminho, passamos mais uma vez no Multiplaza de La Romana para mais compras. Por fim, devolvemos o carro no aeroporto de Punta Cana e voltamos para São Paulo.

Gastos:

Eu e minha esposa somados, gastamos R$ 19.760,92 incluindo a passagem aérea.

 

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Fui a Dominicana em 202/3,fiz um roteiro totalmente diferente do seu,mas as coisas foram as mesmas:muito pobre,de 62 países é o mais caro(inclusive que a Suíça é Países Nórdicos.,é um lugar sem atrações no carro chefe do turismo (Punta Cana)e ilha Saona é pior, nem água encanada tinha. Ou seja, não gostei e jamais recomendaria ou voltaria. https://www.mochileiros.com/topic/104450-rep-dominicana-sem-resortum-caos-falta-infraestruturalimpeza-e-seguran%C3%A7a/page/2/

Editado por D FABIANO

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