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Olá viajante!

Bora viajar?

europa no inverno janeiro/ fevereiro 2013

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Estou querendo viajar para Europa no final de janeiro e passar 26 dias.

Gostaria de dicas de melhores lugares para conhecer.

Pretendo entrar por Portugal -Lisboa e depois ir para Porto.

Tenho vontade de conhecer Paris -Barcelona e Roma. O que dizem sobre esse lugares no inverno?

E com 26 dias da para passar em quantas cidades?

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Mendonça, aqui vocÊ precisa primeiro pesquisar a fundo as opções, montar um roteiro e depois pedir opinião, conforme está escrito no aviso lá em cima.

 

A Europa no inverno é basicamente a mesma coisa - muito frio, dias curtos, natureza encoberta de neve e atrações com horários mais limitados.

 

Com 26 dias dá para passar em até 100 cidades, se o meio de transporte e a grana permitirem. Se você se refere a aproveitar as cidades, isso vai depender do que você espera ver, do local que quer conhecer e da grana que você dispõe, além do tempo separado para o transporte. Mais informações nos links da minha assinatura, assim como nos links do aviso acima do título do tópico.

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ROTEIRO

-Lisboa- Porto (ônibus)

-Lisboa-Londres (avião)

-Londres-Amsterdã (trem)

-Amsterdã-Paris (trem)

-Paris-Praga (avião)

-Praga-Veneza (avião)

-Veneza-Florença (trem)

-Florença-Roma (trem)

-Roma-Madrid (avião)

-Madrid-Lisboa (avião)

 

QUANTIDADE DE DIAS:

-Brasil –>Lisboa- 01/02/2013

-Lisboa (2 dias)- 1 e 2

-Porto (2 dias)- 3 e 4

-Londres (3 dias)- 5, 6 e 7

-Amsterdã (3 dias)- 8, 9 e 10

-Paris ( 3 dias)- 11,12,13

-Praga (2 dias)- 14,15,16

-Veneza (2 dias)- 17 e 18

-Florença ( 2 dias)- 19 e 20

-Roma (3 dias)- 21,22 e 23

-Madrid (2 dias)- 24,25 e 26

Lisboa- 27 saída para Brasil

Gostaria de saber se a forma de locomoção está boa, e os dias em cada lugar? estava pensando em ir na eurodisney, gostaria de saber se realmente vale a pena.

Não consegui fazer simulação de valores de trem, vcs sabem algum site q faça?

obrigada

Postado
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Acho que Londres, Paris e Roma estão com poucos dias. Amsterdam pode ser em 2 dias, se precisar. Quem sabe se tirar Praga e Madri...

 

Acho que o RailEurope tem precos para todos esses países, mas é sempre mais barato comprar nos sites das companhoas. Tem um tópico com links para as companhias dentro do fórum da Europa, se não me engano.

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Pra ser bem honesto, eu cortaria Praga e a Itália toda e faria o resto só de trem, com calma, talvez incluindo Barcelona e Bruxelas.

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Escrito por Ricardo Freire, viajante bem experiente, autor do excelente blog "Viajenaviagem".

 

É difícil evitar: quanto mais você planeja uma viagem, mais coisas surgem para fazer; mais lugares parecem imperdíveis. Na era dos blogs, dos fóruns de viajantes, do conteúdo de turismo distribuído de graça por guias e jornais na internet, quem busca informação pode acabar soterrado por uma avalanche de dicas.

 

Tentar encaixar todas essas descobertas no seu roteiro é fatal para qualquer viagem. Pouco do que parece factível no papel costuma resistir aos contratempos da vida real. Saiba como não acabar numa dessas categorias de turistas overplanejadores:

 

O turista 30 horas. Saímos de férias para descansar do trabalho – mas quando nos damos conta, estamos com uma agenda ainda mais apertada do que no escritório. Acordar várias vezes de madrugada para tomar o primeiro voo, pegar praia a 200 quilômetros de distância, cabular refeições, prever uma sequência de visitas a lugares com filas intermináveis – parece que precisamos pagar as férias com sofrimento.

 

Como evitar: hierarquize os passeios. Eleja um evento importante por dia; faça os outros só se der tempo e você não estiver cansado. Durma bem e pense nas paradas para almoço e jantar como programas. Evite fazer bate-voltas a lugares que fiquem a mais de uma hora e meia de distância.

 

O turista nunca-chega. Muita gente encara um lugar apenas como um trampolim de onde pular a outro. Você sabe que sofre disso quando chega a Maceió e só consegue pensar em Maragogi. Roma? É uma cidade de onde se vai a Capri. O maior exemplo de nunca-cheguismo que presenciei foi durante um cruzeiro ao Prata. O navio aportou em Punta del Este durante um lindo dia de verão. Teríamos o dia inteiro para explorar o local. Mas boa parte dos passageiros optou por pegar o passeio de um dia inteiro a… Montevidéu.

 

Como evitar: antes de pesquisar sobre lugares próximos, abasteça-se de informações sobre o lugar onde você vai desembarcar primeiro. Parece óbvio, mas será útil em muito casos.

 

O turista já-que. Variação mais popular do nunca-chega: ao descobrir que está perto de algum outro lugar interessante, arranja um jeito de passar por lá. “Já que estou do lado…” Quando percebe, o roteiro virou um pinga-pinga infernal, e metade do tempo é perdida entre check-out, deslocamento e check-in.

 

Como evitar: monte bases. Passe vários dias num mesmo lugar, e faça bate-voltas a lugares próximos apenas depois que der o lugar por esgotado. Transforme o já-que: “Já que estou aqui, vou descobrir coisas que eu não sabia que existiam aqui mesmo”.

 

O turista enciclopédico. Este reverencia todos os verbetes que encontrem registro na sua memória. Viajar é “ticar” todos os lugares sobre os quais já tiver lido. Qualquer nome conhecido vira uma fixação que precisa ser conhecida tête-à-tête, mesmo que saia completamente do caminho. Toda cidade antiga vira tão importante quanto Veneza. Qualquer praia parece tão bonita quanto o Sancho ou o Espelho.

 

Como evitar: não se impressione tanto com os lugares dos quais você já ouviu falar. Na maioria das vezes, os lugares mais interessantes serão aqueles que não faziam parte do seu repertório. Diminua o ritmo da sua viagem, e esses locais vão aparecer bem no seu caminho.

 

Estude. Priorize. Relaxe. Pesquisar e planejar são essenciais ao sucesso de uma viagem — mas é preciso saber processar os resultados para não sofrer uma overdose de informação. Apure suas escolhas: separe o realmente imperdível do meramente complementar. E deixe tempo livre na agenda: com o dever de casa feito você vai identificar com clareza a hora de mudar os planos.

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Sábias palavras.

 

O problema é que a maioria de nós precisa aprender pelos próprios erros. É difícil acreditar em outra pessoa quando nosso instinto diz exatamente o oposto, e com tanta certeza!

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De facto, palavras sábia no post em cima.

 

Mendonça, você vai fazer Lisboa - Porto, e depois vai outra vez para Lisboa para apanhar avião para Londres? Você do Porto pode apanhar logo avião para Londres Stansted através da Ryanair e a preços muuuito baratos!

 

Quanto a ir de onibus de Lisboa para o Porto concordo consigo pois fica a metade do preço do trem e o tempo gasto é o mesmo (mais ou menos).

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Sábias palavras.

 

O problema é que a maioria de nós precisa aprender pelos próprios erros. É difícil acreditar em outra pessoa quando nosso instinto diz exatamente o oposto, e com tanta certeza!

 

Isso é verdade. Mas como nem todos precisam aprender dessa forma, a gente tenta compartilhar um pouco do que aprendeu, mostrando que determinados erros podem ser evitados. Eu mesmo teria arruinado minha viagem se seguisse meu "instinto". Quando surgiu a possibilidade de viajar para a Europa e minha esposa perguntou o que eu gostaria de ver, fiz como todo mundo - Ah, França, Itália, Inglaterra, Grécia, Espanha, Bélgica e Holanda ! Definitivamente, nosso instinto "turístico" não é muito bom, hehe. É óbvio que eu não seria louco de achar que poderia ver todos esses países na mesma viagem, mas também não teria, sozinho, achado que fazer apenas 2/3 países em 1 mês seria uma boa ideia. Os fóruns e amigos me ajudaram a antecipar os problemas de uma viagem corrida e, apesar de algumas cagadas aqui ou ali, consegui evitar que meu roteiro ficasse um desastre. Posso dizer que uns 80 % foram muito bem planejados graças a essas sugestões. É por essas e outras que tenho paciência, pois de certa forma ainda sou iniciante e entendo perfeitamente o lado de muita gente (ok, talvez nem muitos, pois tem gente que parece não ter solução !). hehe

 

Na verdade, acho que muitos insistem em roteiros malucos não apenas pelo instinto, mas pelo fato de, na era da informação, vir muita informação de todo lado, a de qualidade e a superficial, ou de má qualidade. Essas, por serem mais fáceis de produzir, são muito abundantes. Então se a pessoa não tem amadurecidos ainda os conceitos acerca daquilo que pretende aprender, ela não sabe decidir. Para ajudar nisso, a gente compartilha experiências, indica leitura adicional de experiências alheias, tenta produzir conteúdo de qualidade. Alguns aproveitam a oportunidade.

 

Masss, para aqueles que, mesmo avisados, querem viajar com os roteiros mais malucos, eu não discuto, desejo boa viagem !

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