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Minha viagem pela Colômbia (Cartagena, San Andres e Bogotá) e alguns dias em Cusco


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CUSCO

 

Olá, primeiro quero agradecer todas as dicas do mochileiro, segui praticamente todas e foi uma viagem inesquecível!

Na realidade, iniciei a minha viagem por Cusco (Peru), decidi sair de lá pelo simples motivo de todos os vôos estarem lotados a partir de Rio Branco (AC), onde moro. Como não sabia ao certo se ia ter férias, só pude comprar os trechos em dezembro. Paguei caro, mas se considerar os preços aqui no Brasil nessa época, com essa quantia nem sairia da minha cidade. Os trechos foram os seguintes:

 

Rio Branco- Assis Brasil (ônibus): R$ 36,00 reais

Iñapari-Puerto Maldonado (táxi ou van): $ 70,00 soles (ida e volta)

Puerto Maldonado-Cusco (ônibus Palomino na ida e Moviltur na volta): $ 100, 00 soles (ida e volta)

Cusco-Bogotá (aéreo Taca-Avianca): R$ 1.460,00 reais

Bogotá-Cartagena-San Andres-Bogotá (aéreo Copa airlines): R$ 900,00 reais

Na volta para casa, decidi voltar de táxi de Assis Brasil até Rio Branco: R$ 75,00 valor do táxi

 

Iniciei no dia 08/01 às 6:00 da manhã, pegando o bus da rodoviária de Rio Branco, na realidade, saiu com atraso de 15 minutos. Apesar de ser uma opção mais em conta, eu não recomendo, o ônibus é horrível, desconfortável e a chegada era prevista para meio-dia, chegou quase duas horas depois. Conheci um casal de Foz do Iguaçu na chegada a Assis e dividimos o táxi até Iñapari (R$ 4,00). Paramos no Posto da PF para registrar a saída e seguimos até o ponto de táxi e vans de Inãpari. Quando chegamos de pronto já pegaram nossas malas e acomodaram em um táxi, troquei real por dólar e alguns soles, a cotação estava terrível, paguei 2,20 reais por cada dólar e o nuevo sol tava valendo 1,20 para cada real, muito ruim! :cry:

Logo no início, tem que parar na aduana peruana para registrar a entrada. Os horários de funcionamento são de 8:00 as 12:00 e de 14:00 às 19:00 no horário peruano (diferença de mais ou menos duas horas de Brasília). A viagem de táxi é razoável, foi melhor pq eu e o casal conversamos muito e ajudou a passar o tempo, em média 3 horas e meia. Chegamos a Puerto Maldonado o táxista nos deixou no hotel que a agencia tinha reservado para o casal, o Cabaña Quinta, eu ia ficar em uma hospedaria pé de rato que sempre fico, mas decidi pernoitar por ali mesmo, apesar da diária salgadinha (90 soles um quarto individual sem ar-condicionado). O hotel é bom, com bar e restaurante, inclusive jantei por lá, muito boa a comida ::cool:::'>

Antes do jantar fui comprar a passagem para Cusco, os escritórios de todas as agências ficam na Avenida Tambopata. O atendente do hotel indicou a Movil Tours, Tepsa e Palomino, pois segundo ele são as melhores para esse trecho. Sem dificuldades, encontrei as agencias, basta pegar um moto-taxi que eles deixam lá, na Movil Tours já não havia mais vagas para às 10 da manhã do dia seguinte, aí fui na Palomino e consegui o trecho para esse horário.

Sobre os horários de saída para Cusco, basta pesquisar no site da Movil Tours, os horários são bem parecidos nas outras empresas http://www.moviltours.com.pe

Embarquei e ônibus saiu pontualmente. Bem confortável, semi-cama, também tinha a opção de cama só que um pouco mais mais caro (75 soles). Tinha serviço de bordo e tudo, com um almoço honesto (arroz, frango guisado e milho verde), mas até gostosinho! Previsão de 10 horas de viagem, o que não me incomoda porque viajar na cordilheira é o máximo!

Chegamos às 19:30 mais ou menos e já segui para o hostel Ecopackers, um hostel que adoro, bem pertinho da Praza das Armas http://ecopackersperu.com/

Meu vôo para Bogotá saía às 7:30 da manhã do dia 10, então para não peder o costume, curti um pouquinho da night cusqueña!!! ::hahaha::

 

CARTAGENA

 

No dia seguinte meu vôo saiu pontualmente, pela Taca até Lima e de Lima para Bogotá na Avianca, aliás, muito bom tanto o serviço de bordo quanto o entretenimento. Cheguei em solo colombiano aproximadamente às 14:00, peguei a mala e fiz o check in para Cartagena. Como meu vôo só saía às 18:00 e pouco, fui almoçar no famoso Crepe & Waffles (delícia), e depois fui trocar dólares por peso colombiano. Achei que o câmbio tava ruim, mas acreditem, foi a melhor taxa que encontrei ( 1 dólar por 1,800 COP).

Cheguei a Cartagena por volta de 19:30, a dica é ir ao guichê de táxi e eles te dão o valor exato de acordo com o endereço.

Fiquei hospedada no Hostel Casa Venecia, no bairro Getsemani. É um bairro antigo, li em muitos posts que o melhor era ficar na cidade amuralhada, mas não encontrei mais vagas no El Viajero ou no Blue House. Perto há muitos restaurantes, farmácia, mercadinho e muitos bares, é a zona boêmia de Carta. Não tenho dúvidas que foi um bom lugar, apesar das instalações não serem lá essa maravilha, conheci uma galera muito boa lá de brazucas (Fê, Rafa, Vivi e Majuh), argentinos, europeus e um turco. Logo que cheguei já saí com a galera, fomos ao Café Del Mar, um mirante famoso que à noite rola festas com DJs e dançarinas, claro com um preço salgado (9,000 COP a cerveja ou qualquer drink meia boca), depois voltamos para Getsemani ficamos em um bar e terminamos a noite no Café Havana, com muita salsa ao vivo.

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Hostel: 130,000 COP (5 noites, diárias com café da manhã)

 

No dia seguinte fui andar pela Cidade Amuralhada, tirar fotos e conhecer os principais pontos. Me encantei com a cidade antiga, muito linda!

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Almocei no El Bistrô, um misto de restaurante, lanchonete e padaria, com preços de 12 a 25,000 COP dependendo do prato. Comida excelente, com entrada de salada e atendimento ótimo.

A tarde fui conhecer o bairro Bocagrande e a praia, não gostei, muitos ambulantes, areia escura...Enfim, as praias "caribenhas" não estão no perímetro urbano de Carta. O bairro é alto padrão, com muitos edifícios, lojas, e cassinos.

 

No dia seguinte fui caminhar mais pela cidade amuralhada e à tarde fui conhcer o Castelo de San Felipe de Barajas com Sara, uma jornalista que conheci no aeroporto. Muito legal a construção, com canhões e túneis, é a maior obra da engenharia militar espanhola na América, e com uma vista excelente da cidade. Nem tão perto fica o Serro La Popa, que acabei não conhecendo. Atrás do castelo há uma pracinha com a escultura Monumento a los Zapatos Viejos, uma homenagem a o poeta cartagenero Luis Carlos Lopéz, que é um dos símbolos da cidade.

No final da tarde, fui a um concerto de violoncelo, estava rolando na cidade o Festival Internacional de Música, só que antes conheci o famoso Café Juan Valdez. De quebra, conheci um dos prédios da Universidade de Cartagena. Depois do concerto, jantei no Brujas de Cartagena, tava afim de uma gastronomia refinada. Paguei bemm caro, mas valeu a pena, com lagostas, vinho e sobremesa. A noite fomos a famosa rumba Mister Bambilla (eu e a turma brazuca), na cidade amuralhada, adoreiii, dançamos muito até altas horas.

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No antepenúltimo dia, finalmente fiz o passeio Islas Rosário e Playa Blanca. Consegui o passeio a 45.000 COP de lancha e dá para comprar na hora. Há uma taxa de entrada de 12,000 pesos (imposto).

Nesse dia estávamos eu, o argentino Ignácio, os colombianos Jorge e Victor e mais a tia e primo de Victor que são australianos. Foi muito divertido e realmente vi o mar de sete cores, as verdadeiras praias caribenhas. Fizemos snorkeling em Ilhas Rosário (25,000 COP o aluguel do material). Fiquei frustrada porque achei que o passeio incluía a parada no Acuário tb, mas não tinha! :? Então tem que optar, ou faz o snorkeling ou fica no Acuário.

Depois seguimos para Playa Blanca, o almoço foi servido assim que chegamos. Simples: arroz, salada, patacons (banana verde frita) e peixe assado. Muito linda a praia, mas com muitas barracas e ambulantes, a faixa de areia é mínima. Aliás, isso é comum nas praias de lá, não gostei (das barracas), visualmente não é bonito. O restante da tarde foi só naquelas águas maravilhosas...

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No meu último dia inteiro, tive dores no estômago e diarréia, ainda bem que um dos atendentes do hostel é estudante de medicina, passou um medicamento e soro... Mas foi o dia inteiro acamada! Graças a Deus no dia do embarque para San Andres já estava bem, fiz o último passeio e comprei os regalos para os amigos!

 

Sobre Carta:

 

[*] A cidade é incrível, respira arte. Só andar por Cartagena você já sente a energia do local;

[*] Há muitas opções de restaurantes, com vários tipos de gastronomia e preços. Recomendo esses:

 

La Mulata (ótimo custo)

Peru Fusion (boa apresentação e sabores)

El Bistrô (algo bem cosmopolita)

Brujas de Cartagena (gastronomia impecável)

Crepes & Waffles (indescritível)

La Casa Pajaro (calle Media Luna) um misto de restaurante e galeria de arte, como menu unico por dia que inclui entrada, prato principal e uma limonada ao custo de 8.500 COP

 

 

SAN ANDRES

 

Embarquei para San Andres às 13:00, vôo rápido e tranquilo. Antes do check in, tem que comprar a entrada para a ilha, tava no valor de 45,000 (COP). Na chegada passa pela imigração e depois as malas são revistadas! ::bad:: Demora um pouco, mas é a assim mesmo. A chegada... É um sonho, ver aquele mar lindo é indescritível, pena que não sentei do lado direito para tirar boas fotos.

Fiquei hospedada no El Viajero, que fica bem perto do aeroporto. Mas não tava afim de caminhar, fui de táxi (10,000 COP). Gostei da estrutura do hostel, o café da manhã é bom e rola umas festas no bar. É possível agendar os passeios, mini curso de mergulho e aluguel de carrinho de golfe e scooter para conhecer a ilha. O staff é mais ou menos, deram fim na minha toalha de banho e acrescentaram uma cobrança indevida na minha conta, mas no fim das contas foi a melhor opção.

 

Hostel El Viajero (330,000 COP /7 noites com café da manhã)

 

A galera brazuca também estava no hostel, combinamos de irmos juntos a Cayo Bolívar no dia seguinte. Nesse dia dei aquele passeio de reconhecimento, comprei o material de snorkeling (10,000) e as sapatilhas (10,000). Material bem fuleiro, mas quebrou o galho. Também conheci o calçadão e as lojas duty free... Algumas coisas bem em conta, tipo bebidas, perfumes, cremes, óculos. À noite fomos ao Cocoloco, mas nesse dia estava fechado.

Dia seguinte (16/01), o passeio mais espetacular: Cayo Bolívar. É uma ilha no meio do nada, mais ou menos uma hora e meia de lancha até chegar lá, aliás, a ida de lancha é adrenalina pura. há uma base militar e uma torre na ilha, mas tem aquele aspecto bem selvagem. A água bem cristalina e quentinha. Ficamos nessa ilha até às 15:00, depois fomos para outra, ficamos meia hora e tivemos que retornar. Na volta, vimos os golfinhos, eles nadavam e saltavam lado a lado com a lancha, sensacional!

Preço do passeio: 180.000 COP , incluso transporte, almoço (muito bom) e open bar (água, refrigerantes e cervejas importadas).

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No dia 17/01, fui fazer compras junto com a Fê, aproveitei e comprei uma câmera subaquática para registrar o mergulho e algumas coisinhas. Ia conhecer a ilha com o argentino Ignácio, combinamos de dividir o aluguel da scooter, mas não deu certo, desencontramos. Então decidi adiantar o mini curso de mergulho, muito legal, o instrutor passa o básico, treinei em uma piscina e depois fomos para o mar... Foi uma experiência excelente, não senti medo e a todo o momento o instrutor verificava se estava tudo ok. Após o mergulho, caminhei no calçadão no fim de tarde para ver o pôr-do-sol. A noite rolou um happy hour no bar do hostel, foi lá que conheci a francesa Alizée, a suiça Débora, os brazucas Filipe e Alberto e mais pessoas bacanas. Combinamos de dividir o aluguel do carrinho para conhecer a ilha no dia seguinte.

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No dia 18/01 conseguimos um carro por 70.000 COP (depois de muito chorar, o preço era 80.000). No hostel tava bem mais caro, 120,000 COP. Melhor mesmo é procurar direto nas locadoras de veículos, há várias na ilha. O passeio foi maravilhoso, passamos pela linda praia de San Luis, La Piscinita (bom para snorkeling), Arroio Soplador e West Wiew, onde ficamos um bom tempo fazendo snorkeling, tirando fotos e saltando de uma plataforma que tem lá. Entregamos o carro perto das 18:00. À noite, baladinha no Cocoloco. Falei tanto do mergulho para a Alizée que ela quis experimentar e eu acabei indo de novo! Também fomos a praia de Cocoplum e conhecemos a ilhota Rock Kay. O legal é que atravessamos pela água mesmo, uma caminhada de 200 metros mais ou menos. Legal snorkeling também.

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No dia 19/01 pela manhã fomos ao mini curso e lá conhecemos os chilenos Pilar e Cristian e o inglês Purvez. O segundo mergulho foi mais incrível que o primeiro, principalmente pelas amizades que fizemos. Mergulhamos em um sítio diferente do que eu fui primeiro, também muito bonito, com ótima visibilidade, muitos peixes diferentes e corais. Depois fomos todos almoçar juntos em uma tratoria em frente ao Cocoloco. Um pouco caro, preços em média de 18,000 a 40,000 cada refeição, dependendo do que escolher.

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Como já estava chegando o dia de ir embora e é claro que eu não queria, decidi ficar mais um dia nesse paraíso. Fui ao aeroporto e pedi para mudar o dia de embarque para Bogotá. Sem problemas consegui mudar para o dia 22 à noite...E o melhor de tudo, SEM PAGAR ABSOLUTAMENTE NADA! Não acreditei quando a moça disse que não era necessário pagar, pedi para ela repetir 2 vezes para ver se eu tinha traduzido certo, e era verdade! ::otemo::

Então, no dia 21/01 eu, Alizee e Filipe combinamos ir a alguma praia simplesmente "jiboiar", bronzear e simplesmente curtir aquela paisagem maravilhosa. Pegamos uma buseta (bem esculhambada) que passa perto do hostel e fomos para uma parte bem calma da praia de San Luis. O valor da passagem era 1,500 pesos. Montamos o nosso QG em frente a um restaurante chamado Donde Francesca e de lá não saímos. O restaurante é caro, comi uns camarões na chapa bem meia-boca ao custo de 32,000 COP. Comemos um brownie com sorvete muito bom (10,000 COP) e a cerveja até que não era tão cara.Foi todo o dia ali, por muito tempo na água. Depois de algum tempo apareceram uns meninos para jogar futebol na praia (pra mim tava mais para fightbol), o Filipe se arriscou a brincar com eles. À noite juntamos uma galera e fomos jantar no Miss Célia, que fica perto do porto de saída para as Cayo Bolívar. Foi indicado como um dos melhores restaurantes da cidade, preço nem tão barato, mas para mim valeu a pena, pedi uma bandeja montanhês (carne, frango, choriço, ovo frito, arroz, feijão e banana frita)e me espantei com o tamanho do prato e quantidade de comida (24,000 COP). A porção de peixe não tava tanto assim, bem menor.

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No hostel conheci o manauara Felipe França, um dos moderadores dos tópicos de viagem Caribe e América Central. Combinamos de ir juntos ao passeio de Jonny Cay e Acuário no dia seguinte, que seria o meu último passeio na ilha antes de dar tchau (snif)

Então fomos lá. No dia 22/01 fomos primeiro ao Acuário, o tempo estava um pouco nublado e não vi tantos peixes assim. É apenas uma pequena faixa de areia com algumas barraquinhas de venda de drinks e lanches. Ficamos cerca de 1 hora lá, tiramos fotos, bebemos piña colada e só. Seguimos para Jonny Cay, e para minha surpresa ainda tem que pagar uma entrada na ilha (3 ou 4.000 COP, não lembro bem). A ilha é linda, cheia de quiosques que vendem drinks e comida, pena que nesse dia eu não tive disposição para caminhar. Estiquei a canga e fiquei torrando. Tudo ali é caro, o prato mais simples com arroz, peixe, salada e banana frita sai a 20,000 COP. Recomendo levar seu lanche, mas vale a pena, comi um peixe desses simples mas muito bom. Voltamos às 3 da tarde, terminei de arrumar a mala e depois saí junto com o Ricardo (brazuca do Rio Grande do Sul) para comprar uma mala pra ele e jantar. Jantamos no Barracuda, depois de muita insistência do Ricardo, pelo visual é um restaurante bem chique. Fomos olhar a carta, e para nossa surpresa, alguns pratos a 18,000 COP. Também tem bufe self-service a 24,000 COP, com uma variedade até boa de acompanhamentos e opção de três tipos de carne e mais um suco. Nem preciso dizer que adorei, comi demais, era a minha despedida de San Andres. ::mmm:

Às 21:30 embarquei para Bogotá, feliz e alegre por ter conhecido um lugar tão massa e pessoas tão maravilhosas. Os nativos da ilha são muito amáveis e adoram brasileiros, assim como nós, o sorriso é a marca registrada desse povo tão sofrido e trabalhador.

 

Sobre San Andres:

 

[*] Minha dica é começar com o passeio de carrinho na ilha, assim vc tem uma visão geral do que te espera e se gostar de algum lugar pode voltar lá;

[*] Depois Jonny Cay e Acquário, Rock Cay e fecha com Cayo Bolívar. Feito o roteiro turistão, conheça as belas praias e outros pontos da cidade.

[*] Pechinche, chore o quanto puder para reduzir os preços de passeios e se possível procure sempre as operadoras e locadoras de veículos, os preços são melhores;

[*] Assim que chegar já compre logo as sapatilhas e o kit snorkel, o aluguel não compensa. Comprei um bem vagabundo mas que quebrou um galho e economizei nisso.

[*] Cerveja importada é mais barata que a nacional, há boas opções de vinhos e destilados;

 

Restaurantes que recomendo:

Em geral os preços são mais caros que Carta e Bogotá, mas em alguns vale muito à pena. Nos supermercados há boas opções de biscoitos e pizzas congeladas, bem em conta. Me fartei com tanto pringles, comprei 3 latinhas a 10,000 e quebrou um galho no aeroporto.

El Parqueadero (perto do hostel, comida caseira com entrada de sopa incluso, média de 8,000 a 12,000 pilas);

Morgan Chiken (preços mais ou menos na mesma média do anterior, com várias opções de frango e porções razoáveis);

Pollo Kikiriki (também perto do hostel, mais ou menos na mesma média. Há pescados na carta, mas um pouco mais caro);

Barracuda (Um dos que mais gostei, a 24,000 no bufê self-service)

Tratoria (não lembro o nome, mas fica perto do Cocoloco. Fui duas vezes, uma vez o bolonhesa tava ruim, na outra vez comi um nhoque aos quatro queijos, um dos melhores que já provei!)

Miss Célia (Preços variados tb, comi e não me arrependi).

 

BOGOTÁ

 

Depois desse paraíso, sinceramente, não me animei muito com Bogotá. Talvez porque errei no meu roteiro, deveria ter feito Bogotá primeiro e depois Cartagena e San Andrés.

Mas vamos lá, saí de SA mais ou menos às 9:30, cheguei em Bogotá depois de meia noite. Já tinham me avisado que o táxi naquele horário não era nada barato e de fato, quando ia chegando perto da porta, fui abordada. Não teve jeito e choro, paguei 30, 000 COP na corrida de táxi até a Candelária, bairro onde fica o hostel que fiquei hospedada (The Crank Croc).

Confesso que fique assustada quando cheguei não havia nenhuma alma na rua e o local bem esquisito, o que muda muito durante o dia.

De manhã já encontrei o Filipe lá, um dos brazucas que conheci em San Andres ::otemo::

Minha primeira impressão e que depois se confirmou, Bogotá é basicamente como Sampa, com um cardápio cultural e gastronômico intenso e variedade de preços muito boa. Nos tacamos a andar pelas calles, o Filipe já sabia se localizar e no hostel me deram um mapinha, meio apagado mas ajudou muito.

Fomos à Biblioteca do Branco de La Republica, fiquei impressionada com a estrutura e organização, tem tudo sobre basicamente todas as áreas de conhecimento. São 5 níveis bem distribuídos e ainda oferecem uma visita guiada de graça!

Depois fomos aos museus Botero e La Moneda, simplesmente incrível! No Museo Botero há um acervo enorme do artista plástico Fernando Botero e exposições temporais também, super recomendo! E tem muita coisa para ver, pra quem gosta, dá para passar umas duas ou três horas lá tranquilamente! ::otemo::

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O La Moneda é muito interessante, não é só sobre a fabricação de moedas (o que já seria mara), mas tudo sobre as relações econômicas desde o tempo dos povos pré-colombianos. Também tem um acervo muito grande e painéis de leitura para facilitar a compreensão do que se vê.

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Depois disso, fui caminhar mais pela Candelária, sentir um pouquinho a energia do lugar... Comi uma pizza maravilhosa em uma pizzaria pequena e bem conceitual chamada Craft, as pizzas tem nome de bandas ou personagens de quadrinhos e é uma delícia. Uma pizza pequena (dá para duas pessoas) e um copão de refri custaram 8.500 pesos.

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No fim da tarde decidi ir ao Serro Monserrate, passei no hostel para me agasalhar mais, pois li muitos relatos de que lá é muito frio no final da tarde inicio de noite. Não tava mais com vontade de andar, peguei um táxi (4,000 COP). Cheguei já às 18:30, comprei o ticket do teleférico e fui. A subida é linda, tem uma visão panorâmica de Bogotá. E era frio mesmo, não pensem duas vezes em colocar aquele casaco mais quentinho. Mas aquela visão já de noite é espetacular, há uns LEDs na Torre Colpatria que criam uns feitos legais.

Fiquei lá um pouquinho admirando tudo aquilo, e agradecendo a Deus por permitir isso.

Lá em cima é tudo muito caro e ruim, não recomendo comer nada lá, comi uma arepa e só tive raiva! :?

Vou ficar devendo as fotos, pq quando cheguei lá em cima, notei que tinha esquecido o cartão de memória no tablet... ::putz::

Depois voltei numa van (de graça) que deixa você perto do hostel onde eu tava, fechei a noite no Bogotá Beer Company que fica bem pertinho do hostel. Lá eles tem umas cervejas artesanais muuiiiito gostosas e variados sabores e gostos, um pouquinho caro, mas se comparar os preços de Carta e San Andrés, tá ótimo, um copão de 500 ml custa 9,000 pesos, uma jarra com 2 litros eu acho sai a uns 25,000. Fiquei lá um tempo assistindo um Jogo da Libertadores (Grêmio e um time lá do Equador), tava até bom mas aí trocaram para um jogo da seleção colombiana sub 20, joguinho ruim meu Deus! Nessa noite não saí mais, preferi descansar no hostel, já que tinha passado o dia inteiro batendo perna.

 

La Candelária é o bairro mais antigo de Bogotá, preserva sua arquitetura bem de época e a movimentação durante o dia é intensa...Escolhi ficar lá pq fica perto de muitos museus, do Serro Monserrat, da Plaza Bolívar e mais ou menos perto da plaza del Toro, que eram os lugares que eu queria conhecer. Infelizmente tive um problemaço, não tava conseguindo sacar, liguei para o meu banco mas minha gerente tinha saído para almoço. Fui ao Museo do Ouro e esqueci de retornar a ligação! ::putz::

No dia seguinte, liguei e ninguém atendia... Era feriado! Por conta disso, deixei de fazer dois passeios que eu queria: Zona Rosa e Zipaquirá :(

Bem, mas voltando ao Museo Del Oro, é um show à parte. Quem visitar Bogotá obrigatoriamente tem que ir ao Museo del Oro para ficar umas 3 horas admirando um lindo e riquíssimo acervo em artefatos de ouro e alguma coisa de prata também. Preço da entrada: 3.000 COP

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Bom matei quase minha manhã e um pedaço da tarde nesse passeio, estava voltando para o hostel e encontrei a Alizée na rua, então propus de irmos a Plaza de Toros, porque fiquei sabendo que montaram uma pista de patinação no gelo lá. Saindo do terminal da transmilênio que fica perto do Museu do Ouro, do outro lado da rua tem um ponto de ônibus em que se pode pegar uma buseta que deixa na parada em frente à Biblioteca Nacional e perto do Museu de Arte Moderna, no caminho também tem a Torre Colpatria.

Chegando lá, constatamos que realmente tem essa pista e melhor ainda, é de graça! Até emprestam o capacete e os patins para usar por 40 minutos. As condições é ter um kit higiene (touquinha descartável e sacolas plásticas que servem de proteção para os pés) e não entrar com nenhuma bolsa ou sacola... Foi o que pegou, porque simplismente não havia um lugar para deixar as bolsas, tinha um pessoal que se prontificava a segurar mas não confiamos. Voltamos frustradas, depois de enfrentar uma fila de mais de meia hora para pegar os tíckets.

Esse é um projeto chamado de "Bogotá Humana", que proibiu as touradas e tentam oferecer outras opções de entretenimento para a população.

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Voltamos caminhando, mais ou menos uns 20 minutos de caminhada, em uma rua bem movimentada que é fechada para carros até às 18:00. Há muitas lojas e artistas de tudo quanto é jeito nessa calle, até que é uma caminhada agradável. Demos uma paradinha no Café Juan Valvez para jogar conversa fora e degustar um bom café...

À noite, fomos ao Beer Station encontrar alguns amigos colombianos da Alizée. Os bares de Bogotá são incríveis, as cervejas artesanais são simplismente maravilhosas. Depois fomos a um karaokê, os colombianos também gostam muito disso.

No dia seguinte tive que mudar de hostel, pois não tinha dinheiro suficiente e o que eu estava não aceitava cartão :shock: Foi uma pena, porque gostei do Cranck Croc, já fica como dica, nem todos aceitam cartão.

Seguindo as dicas da Alizee, fui para o Masaya ( http://www.masaya-experience.com/ ), que ficava perto de onde eu estava. É mais novo e mais bonito, muito legal, mas como eu estava acostumada com o anterior, acabei não me enturmando. Antes disso fomos bater perna pela Candelária e almoçar. Comemos no Mora Mora, muito gostoso e barato (tem combos variados, o meu com um smoothie e um wrap havaiano custou 9.000 COP). Aliás, em Bogotá há muitas lanchonetes nesse estilo, vale a pena tanto pelo preço quanto pelo sabor. Depois tiramos uma soneca básica antes de ir para o outro hostel.

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Fui para o Masaya, arrumei minhas coisas e Alizee me convidou para um churrasco com os amigos colombianos. Eu queria mesmo ter ido conhecer o famoso Andres Carne de Res na Zona Rosa, mas estava sem grana e sem conseguir sacar, foi uma pena não ter conhecido a Zona Rosa e Zona T. Fica para a próxima. De qualque forma, o churrasco foi maravilhoso.

Dia seguinte, dia de despedidas. Meu vôo para Cusco só ia sair às 21:00, então tinha o dia inteiro para curtir. Comprei lembranças numa feirinha que tem perto do Museo do Oro, fui patinar na Plaza de Toros, tirar mais fotos da cidade e ao Museo Nacional. Aliás, o passeio ao Museo foi como mergulhar na história do povo colombiano, nunca vi um acervo tão rico e diverso quanto vi naquele museu. A começar pelo prédio, que antes era o presídio da cidade, fizeram questão de preservar bem a arquitetura. No museu não há uma taxa de entrada, você paga uma taxa no valor que quiser, eu paguei 5.000 pesos e pagaria mais se pudesse, a dica é ir e passar pelo menos metade do dia para conhcer as várias etapas da rica história colombiana.

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Depois desse delicioso passeio voltei caminhando para o hostel, me despedindo da Colômbia já com uma pontinha de saudade. Fiz a última parada na Plaza Bolívar no fim de tarde, para algumas fotos e ver o pôr do sol.

Depois fui ao restaurante El Corral, foi uma experiência gastronômica simplesmente maravilhosa! Quem vai a Bogotá, tem que conhecer algum restaurante dessa rede!

De fato, como todos os relatos que li aqui, esse é um país maravilhoso e pronto para ser explorado por turistas. A Colômbia tem um lugar no meu coração, adorei conhecer esse lugar que respira cultura, que preserva a sua história, mas que acima de tudo, tem o sorriso como marca registrada! E adorei passar as férias ao som de salsa e reggae, balancei os cambitos como nunca havia feito antes!

Valeu Colômbia, hasta la vista! ::love::

Restaurantes /lanchonetes e outras opções que recomendo:

Em Bogotá encontrei mais opções e menores preços, é possível comer um combo e pizza + refri por apenas 3.000 pesos, massas por 6.000 e muito mais. Pra mulherada, não posso deixar de mencionar que os serviços de salão de beleza são muito baratos, manicure a 5.000 pesos, claro que o serviço não é como o nosso, pois elas não tiram a cutícula, mesmo assim fica bom. Perguntei quanto cobrariam para hidratar, cortar e escovar o meu cabelo, apenas incríveis 18.000 pesos! Apenas fiz as unhas. Levei a Alizee lá, ela pagou uma massagem relaxante de 30 minutos por apenas 15.000.

[*] Beer Station e Bogotá Beer Company: ótimas cervejas artesanais, preço em média de 6.000 a 9.000 pesos o caneco de 500 ml e 20.000 a 30.000 a jarra;

[*] El Corral: rede de restaurante e hamburgueria, recomendo a loja que fica no Centro Cultural Garcia Marquez, pois tem menu promocional de happy hour e brunch. Comi um delicioso sanduíche tailandês com batatas fritas e cerveja a 22.000 pesos;

[*] Mora Mora: rede de lanchonetes que serve vários combos de sanduíche ou wrap com chips e smoothies de vários sabores. Média de preço de 8.000 a 18.000 pesos o combo. Ponto negativo é a demora no atendimento;

[*] Yumi Yumi: no estilo do Mora Mora, mas com atendimento mais rápido;

[*] Craft: pizzaria que mencionei antes, com pizzas de 5.000 a 7.000 pesos (sem refri);

[*] Crepes & Waffles: dispensa comentários, simplesmente incrível!

[*] Café Juan Valdez: merece o título de melhor café (não é melhor que o nosso, mas é muito bom);

[*] A comida de rua também é muito boa, comi muitas obleas (waffle recheado com queijo ralado, geléia, leite condensado e doce de leite);

[*] Os sorvetes então, os mais deliciosos que já provei, melhor que o sorvete chileno (quem provou os da rede Bravíssimo sabe bem do que estou falando);

 

Enfim, Bogotá é uma capital gastronômica também, tem para todos os bolsos e gosos.

O retorno até Cusco foi tranquilo (até a chegada), tenho que registrar aqui a ótima impressão que tive da Avianca/Taca com um ótimo atendimento e aeronaves confortáveis.

Mas tive uma infeliz surpresa ao chegar ao aeroporto de Cusco e constatar que minhas malas não chegaram...

 

CUSCO

 

Meu plano era somente ficar o dia e retonar à noite para Puerto Maldonado e daí seguir para casa, mas ao chegar ao Aeroporto de Cusco, a mala de todo mundo passava na esteira e a minha nada... E também tava com aquele problema em sacar dinheiro, só tinha 100 soles (lembrando que 50 soles eram para a passagem de bus até PM).

Realmente a mala não chegou e tive a triste notícia de que talvez chegasse ao meio-dia do dia seguinte... E o desespero também, só ia conseguir entrar em contato com a minha agencia bancária no dia seguinte. Depois de preencher um formulário, segui para o hostel com a promessa de que minha mala ia ser entregue onde eu estivesse. Segui para o Hostel Ecopackers, e cabei dormindo uma boa parte do dia para compensar o estresse. Nem tive pique para dar umas voltas, lisa e sem perspectiva, comi alguns biscoitos que tinha e conversei com umas meninas de Lima.

No dia seguinte, levantei bem cedo e logo liguei para a minha agencia bancária e consegui falar com a minha gerente. Ela me deu 24 horas para resolver o problema e disse para eu tentar sacar no decorrer do dia. Bom, a essa altura já tinha me conformado em passar a pão e água (literalmente), tinha 10 soles disponíveis para alimentação.

Fui a um mercadinho e comprei biscoitos e água, mas para minha surpresa, meu cartão ainda tinha crédito. Almocei no Los Balcones, em frente a Plaza de Armas. Por 30 soles o menu incluía entrada, sopa, prato principal, sobremesa e suco natural. Comi rocoto relleno (tipo um pimentão recheado), sopa de quinoa, cuy frito e uma torta de maçã de sobremesa, pecado da gula total! 8)

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O restante do dia foi perambulando e tirando fotos da minha cidade do coração, quando retornei ao hostel, a empresa tinha deixado minha bagagem!!! :lol:

Pela noite dei umas voltinhas e retornei para o hostel. Conversei um pouco mais com as peruanas e com Hyundong (sul coreano).

E no dia seguinte... Rá, consegui sacar! Como só retornaria à noite, tinha o dia para um bom passeio. Decidi conhecer as salineiras de Maras e o sítio de Moray, pois nas duas vezes que estive em Cusco não consegui fazer esses passeios.

No hostel tava custando 160 soles, a partir de duas pessoas, sozinha ia sair uns 200 soles. Então decidi procurar mais barato, fui a algumas agências em frente a Plaza de Armas, mas o preço era o mesmo.

Descobri o endereço da operadora e voilá, o passeio custa 125 soles em grupo, mas como não tinham outras pessoas, saiu a 150 pesos. Uma dica importante é sempre procurar as operadoras, os preços dos intermediários são abusivos! Essa operadora fica bem pertinho do hostel, lá também alugam motos e quadriciclos.

O passeio inicia-se às 13:00, antes disso fui almoçar no meu restaurante preferido em Cusco, o Incanto. Fica bem pertinho da praça, um pouquinho caro, mas a experiência gastronômica é inesquecível!

Comi um lomo de alpaca com risoto de lúcuma e de sobremesa uma barra crocante de lúcuma com calda de chocolate, simplesmente incrível!

Uma dica: não peçam entrada, pois eles servem umas torradinhas com azeite que já estão inclusas no menu e são suficientes!

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Depois desse maravilhoso almoço, rumo a Maras e Moray! Não é um passeio que todos os viajantes fazem, tá fora do roteiro "turistão", mas vale a pena. Conheci uma Cusco mais linda ainda, de quadriciclo percorremos um bom pedaço da zona rural. Plantações, flores, montanhas nevadas (vistas, não passei por elas), riachos... Em certos momentos, me senti no filme o Mágico de Oz.

Eu recomendo, posso chamar isso de um "mini rally", já que passamos em alguns trechos com muita lama, pois era época de chuvas lá. Infelizmente, não dá para ficar muito tempo em Moray, ainda tinha um bom trecho a rodar até chegar a Maras, nas salineiras. Um detalhe, como eu não tinha comprado o boleto com entrada para os vários sítios arqueológicos, tive que pagar a entrada (não me lembro se foi 8 ou 10 soles).

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Seguimos para Maras e nessa altura, eu já estava fera no quadriciclo 8)

Também paguei a entrada, no mesmo valor do Moray. Devido às chuvas, as tinas naturais não estavam bem branquinhas, mas curti bastante! Preparem-se para a caminhada, é um pouquinho puxada!

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Retornamos e cheguei ao hostel às 17:30, só dava tempo de tomar banho e jantar, o bus saiu às 19:00. Retornei de Moviltur, muito bom, com serviço de bordo e TV.

 

O restante do trecho foi tranquilo também, mas já retornava com muitas saudades de tudo, essas férias foram incríveis e valeu cada centavo gasto. Conheci outras realidades, paisagens e principalmente, amigos que estão no coração para sempre ::love::

Obrigada Deus por tudo, e que venha a próxima (provavelmente Bolívia no meio do ano e América Central nas férias de janeiro)!!!

 

Quem quiser saber mais dicas, tirar dúvidas ou simplesmente ver mais fotos, pode me adicionar no facebook, procura pelo meu email [email protected], porque Cristiane Neres tem várias!

Ah, deixa um recadinho antes, para eu saber que é daqui!

 

Hasta luego mundo! ::otemo::

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ameiii, as fotos e o relato, vc viajou com passaporte ou so RG.

 

Obrigada Sofia,

Viajei com passaporte, mas pelo que li por aqui vc pode usar o RG, desde que ele esteja em bom estado (não esteja amassado e nem com aquelas "orelhinhas" que se formam nos cantos) e tenha menos de 10 anos de expedição!

 

Cristiane Neres

Avatar de usuário

18 Fev 2013, 20:45

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Que ilha bonita, rendeu uma ótima foto e um desejo de conhecer o lugar. Belo relato.

Obrigada Willi,

A ilha é maravilhosa e tem uma vibe muito legal, super recomendo!

Abração

 

Se quiser ver mais fotos, pode me adicionar no face, a foto do perfil é a mesma que está aqui tb!

Cristiane Neres

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