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GIACOME

Cusco; Machu Picchu + Hayna e Puno; 05-17 de Jul; via Acre de Carro;

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Pessoal, ansiei por este momento de relatar minha tão sonhada viagem para o Peru

e sinto que não me arrependi de ter planejado exaustivamente;

Gostaria de dividir algumas dicas atualizadas sobre a viagem que possam contribuir para com os colegas mochileiros;

 

Já deixo aqui dois links do meu blog sobre questões históricas e semióticas que vi em Cusco, principalmente da cultura Inca; se alguém se interessar por antropologia / simbologia / história, fiz dois textos sobre o turismo histórico em Cusco, com locais e elementos a serem observados.

 

Matéria I http://teoliterias.blogspot.com.br/2013/07/turismo-cultural-em-cusco-simbologia-e.html

 

Matéria II http://teoliterias.blogspot.com.br/2013/07/cusco-simbologia-historica-quase.html

 

Em primeiro lugar, vou fazer um outro tópico sobre a viagem de carro entre Assis Brasil e Cusco, chegando em Puno; vou abrir um tópico específico para esta viagem na área de Viagens de Carro, pois tem dicas específicas para os motoristas; aqui falarei da minha mochilagem, com minha esposa, por Cusco e região, uma vez que deixei o carro guardado e fiz quase tudo de mochila;

 

A chegada em Cusco foi meio atropelada; o trânsito é caótico e a chegada na Plaza de Las Armas foi meio no susto; mas lá chegando o carro estacionou na praça onde não mais saiu; ficamos em um hostel bem no centro, pertinho do hotel Monastério, que é um ::tchann:: puta hotel cinco estrelas rsrsr

o nosso hostel era humirde, o mixperu;

 

(continua)

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SEGUNDA-FEIRA (08 DE JULHO)

 

Bem, dando sequência ao relato, cheguei em Cusco com uma leve dor de cabeça, que mais tarde tornou-se bem forte. Mas não foi motivo para desanimar. Saímos, estava bem frio, para comer e e fomos direto ao La Cicciolina; mas estava muito cheio e nos encaminhamos ao Baco; comemos uma Pizza muito gostosa e experimentamos o(a) Pisco Soul; maravilhoso; realmente a nossa primeira experiência culinária em Cusco;

 

Voltamos para o hotel e fomos dormir; a minha cabeça latejava (dirigir o dia inteiro e mal dos andes); conseguimos fechar o Hostel por 80 soles o casal; quarto legal e bem no centro; mas sem arrumação de cama; o café da manhã era um leite muito gostoso (leite vaporizado Glória) e um bom café preto, mas só pão e geléia.

 

Saímos o primeiro dia na Plaza de Las Armas e muitas fotos; belíssima e histórica; linda paisagem kitsh que povoava meu imaginário; fui abordado por um vendedor que se disse pintor de quadros; comprei duas telas por 70 soles; uma a óleo e outra em aquarela; depois descobri que paguei caro; tinha mais barato; mas para mim foi o preço mais que justo; belíssimas telas feitas a mão;

 

Saímos para o Mercado San Pedro; sensacional; os artesanatos e as comidas; insanas; claro que não comeríamos por lá; compramos umas bonecas peruanas com crianças no colo; achamos que a imagem que levaríamos de Cusco era aquela: as mães peruanas e suas lindas crianças; comovente; almoçamos em um restaurante com uma bela vista para a praça; menu turístico e aproveitamos para experimentar a sopa de Kinoa e o Lomo Saltado; bom; a sopa sim, surpreendente; ainda tomamos um belo suco em uma lanchonete de sucos na ida ao Mercado San Pedro; suco delicioso;

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De volta ao hostel, a noite nos aguardava; decidimos conhecer o Fallen Angel; restaurante insano, com arte moderna, pós-moderna e arte decó. Um pouco carinho, mas compensa. Comemos o Ceviche e achamos muito apimentado e azedo; mas carne crua de peixe é o que há; rsrs; gastamos 90 soles e fomos com amigos do Brasil que fizemos no caminho para o Mama Africa. Lugar legal para solteiros; gostamos também porque nos divertimos; tomamos umas cusquenhas, que achei bem caras aqui em Cusco; de 6 a 7 soles a garrafa;

 

Fomos embora felizes da vida e cheio de fotos e lembranças.

Indico muito ir ao Falen Angel; mesmo que seja para tomar apenas uma Pisco Soul; o local é um museu moderno; bebida em Cusco é bem caro; o menu turístico ainda compensa muito; entrada, que pode ser sopa; prato principal e sobremesa; além da bebida; pechinche uma Pisco Soul dos caras que abordam na rua;

 

bem pessoal, continua...

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Muito interessante seu relato. Coloque mais os preços porque vc fez uns tours gastronômicos legais. O Cicciolina eu conheci na primeira vez que fui pra cusco. Nao curti muito nao, ou a comida era doce ou talhada na pimenta.

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Valeu Aletucs

 

que bom que gostou do relato,

este foi o primeiro dia rsrs

 

tem mais dias para sair, com mais restaurantes e preços

 

no próximo relato colocarei outras experiências culinárias, porque sou vidrado em restaurantes quando viajo rsrs

 

abração e até o próximo

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Giacome li os textos do blog. Cara que legal, a gente vê aqueles muros e nem imagina o que é. Onde vc conseguiu aquele guia, com ai pra gente quando chegar a hora.

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Opa GIACOME, aguardarei ansiosamente seu relato de carro. Fui em Abril para o Peru, mas fui de avião, quero ir uma próxima vez de carro indo pelo atacama e voltando pelo Acre.

 

Olhando seu blog, vi a foto do guia Julio Cezar. Ele foi meu guia no passeio pelo Vale Sagrado ::lol4:: Bem gente boa ele. Sempre ele falava Los Pentacampeones quando vinha falar comigo e com a minha esposa ::lol4::

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Giacome li os textos do blog. Cara que legal, a gente vê aqueles muros e nem imagina o que é. Onde vc conseguiu aquele guia, com ai pra gente quando chegar a hora.

 

Aletucs, que bom que gostou dos textos;

vou contar como encontrei o guia

 

Um grande abraço

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Opa GIACOME, aguardarei ansiosamente seu relato de carro. Fui em Abril para o Peru, mas fui de avião, quero ir uma próxima vez de carro indo pelo atacama e voltando pelo Acre.

 

Olhando seu blog, vi a foto do guia Julio Cezar. Ele foi meu guia no passeio pelo Vale Sagrado ::lol4:: Bem gente boa ele. Sempre ele falava Los Pentacampeones quando vinha falar comigo e com a minha esposa ::lol4::

 

Amigo,

 

vc achará sensacional ir de carro;

é emocionante;

quando cruzei Assis Brasil rumo à Puerto maldonado senti algo que a muito tempo não sentia;

o novo a frente e seus desafios nos fazem vivos;

sensacional;

logo logo postarei o relato de carro;

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TERÇA-FEIRA (09 DE JULHO)

 

O dia começou tenso;;; pensei que tinha "backupeado" as fotos da noite anterior e deletei todo o cartão da câmera principal. Caramba. Fiquei igual a um doido procurando um software que recuperasse; encontrei um software, o Micro Sd Recovery, que salvou minha vida. Tomamos o café clássico, com aquele leite sensacional, e saímos a toda rumo à Salinas de Mara e os círculos de Moray; embarcamos no ônibus e o nosso guia chamava-se Eric; chegamos em Chinchero, uma típica comunidade especialista em fazer trabalhos têxteis com lã de lhama ou alpaca; as artesãs nos ensinou a fazer a tintura; depois nos ofereceu os produtos; claro que sei que é uma articulação comercial; mas neste jogo comercial estamos todos, não podemos nos insentar; no geral gostei; mas gostei mesmo de Moray; me fez pensar, enquanto estávamos no caminho, na questão da propriedade no Peru; quase não tem cercas; os terrenos são pequenos para cada agricultor; a terra é árida e merece muita tecnologia Inca para produzir.

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E é isto que é Moray; um maravilhoso celeiro com muros de contensão, contendo alturas diferentes, criando climas diferentes; é majestoso, grandioso e fotogênico; esteticamente perfeito; o nosso Guia Eric iniciou sua fala explicando da relação entre o três e a cruz andina; que também é composta de três degraus em cada vértice, formando doze espaços; dali já nasceu minha boa relaçao mística com a cruz andina; ele não é um amuleto comum; ele é um amuleto com um princípio geométrico e numérico bem definido; não é passivo de interpretações casuais; é objetivo;

 

Fotografias e nos encaminhamos à Maras, as salineras; uma nota antes: quase morri para descer Moray e subir; pensei que talvez a ideia do Wayna não fosse tão oportuna; Wayna ficou em minha mente como um desafio físico real;

Bem, enfim chegamos em Maras; a chegada já é insana; um penhasco com um estradinha que passa bem pertinho de cair, já é uma emoção chegar e fotografar no momento oportuno; temos uma visão privilegiada de Maras;

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O guia explicou o processo de salinização e a importância daquele fiozinho de água salgada que forma todos os tanques; cada tanque ou piscina de sal tem a dimensão proporcional a da família; lindas fotos são possíveis; saímos do passeio já era 14:00 horas; estávamos famintos; a expectativa é comer no restaurente Fuego and Barbecue, acho que o nome é esse; ele fica no andar superior, na Rua de baixo da Plaza de Las Armas, pertinho do Mama Africa.

Comemos as famosas costeletas de porco ao molho Barbecue; elas tem duas configurações: Texano e outro que não me lembro agora; sei que pedimos o menos picante, com mel; muito bom; duas costeletas e refrigerante ficou em 91 soles, no cartão; salgadinho (a conta, claro);

 

Nosso dia estava quase completo, e íamos para o hotel quando decidimos conhecer a pedra dos doze ângulos; conhecemos a pedra dos treze ângulos e muitas outras, em um relato simbólico / histórico que fiz no blog TEOLITERIAS, que já está linkado na primeira postagem; comprei um Quoricancha de bronze em uma lojinha na frente da pedra dos treze ângulos; no fundo do palácio Inca Roca vimos uma lojinha que vende all stars com temas andinos; show de bola; mas achamos meio "free" demais para o brasil;

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Acabamos este dia comendo na grata surpresa La Bodega; uma pizzaria show de bola, com uma decoração rock / pin up massa; comemos uma pizza exuberante e pagamos apenas 30 soles; valeu demais a pena; é bem pertinho da plaza de las armas, mas na rua que passa na frente do Hotel Monastério; indico a todos esta pizzaria. Lembrem do nome: La Bodega.

 

Bem, fico por aqui. Continuarei com a quarta-feira em cusco...

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mas lá chegando o carro estacionou na praça onde não mais saiu;

 

(continua)

 

GIACOME

 

Pode explicar melhor essa parte, vc deixou o carro na rua?

 

Abraço

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