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Gisely Bohrer

TRAVESSIA MARINS X ITAGUARÉ

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Bom, poderiam ter tratado a água do Marins ou mesmo fervido. Mas isso é coisa que a gente lembra depois , quando a vaca já foi para o brejo, rsrsrsrsrsr. Nós também passamos sede e realizamos a travessia da Pedra redonda( nem tanto assim) até o Itaguaré, com meio litro de água. Quanto a navegação, acho que só é problema se baixar neblina, no mais o máximo que pode acontecer é ter que escalar mais pedras que o necessário, um esforço descomunal e desnecessário. É uma travessia dura, acho que mais dura que a Petrópolis x Teresópolis, apesar de ser mais curta e não tem nada de carne de vaca como muitos costumam desdenhar, pelo contrário , é uma travessia duríssima e cansativa. Mas de uma beleza esplêndida. Nós a emendamos neste mesmo feriado , com a trilha da revolução de 32. Foram 4 dias de caminhadas alucinantes. Quando tiver tempo posto o relato, que ainda não ficou pronto. Parabéns pelo feito e pelo relato, abraços.

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Bom, poderiam ter tratado a água do Marins ou mesmo fervido. Mas isso é coisa que a gente lembra depois , quando a vaca já foi para o brejo, rsrsrsrsrsr. Nós também passamos sede e realizamos a travessia da Pedra redonda( nem tanto assim) até o Itaguaré, com meio litro de água. Quanto a navegação, acho que só é problema se baixar neblina, no mais o máximo que pode acontecer é ter que escalar mais pedras que o necessário, um esforço descomunal e desnecessário. É uma travessia dura, acho que mais dura que a Petrópolis x Teresópolis, apesar de ser mais curta e não tem nada de carne de vaca como muitos costumam desdenhar, pelo contrário , é uma travessia duríssima e cansativa. Mas de uma beleza esplêndida. Nós a emendamos neste mesmo feriado , com a trilha da revolução de 32. Foram 4 dias de caminhadas alucinantes. Quando tiver tempo posto o relato, que ainda não ficou pronto. Parabéns pelo feito e pelo relato, abraços.

 

Oi Divanei, realmente ali, errar e ficar escalaminhando e desescalinhando a toa é fogo huahauhauhau ainda mais sem pontos de água, o bom mesmo é ter o mapa da rota ou o GPS.

 

Eu até pensei em pegar aquela água e tratar, mas não consegui, os coliformes fecais me fizeram desistir, eu confiei na água do marinzinho que não tinha rsrsrsrs

 

Mas tivemos sorte e achamos um ponto de água que pelo jeito ninguém sabia que existia. E realmente, apesar de ser curta , ela é bem cansativa e penosa para os joelhos :(

 

Depois quero ler seu relato ::otemo::

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Amo esse lugar... ::love::::love::

não me canso de fazer essa Travessia... ::Ksimno::

veja com uma perceptiva diferente esse local pelo meu amigo que esta inseparavel em minhas trips:

 

Parabéns pelo belo relato ::otemo::::otemo::

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Bom, poderiam ter tratado a água do Marins ou mesmo fervido. Mas isso é coisa que a gente lembra depois , quando a vaca já foi para o brejo, rsrsrsrsrsr. Nós também passamos sede e realizamos a travessia da Pedra redonda( nem tanto assim) até o Itaguaré, com meio litro de água. Quanto a navegação, acho que só é problema se baixar neblina, no mais o máximo que pode acontecer é ter que escalar mais pedras que o necessário, um esforço descomunal e desnecessário. É uma travessia dura, acho que mais dura que a Petrópolis x Teresópolis, apesar de ser mais curta e não tem nada de carne de vaca como muitos costumam desdenhar, pelo contrário , é uma travessia duríssima e cansativa. Mas de uma beleza esplêndida. Nós a emendamos neste mesmo feriado , com a trilha da revolução de 32. Foram 4 dias de caminhadas alucinantes. Quando tiver tempo posto o relato, que ainda não ficou pronto. Parabéns pelo feito e pelo relato, abraços.

 

Oi Divanei, realmente ali, errar e ficar escalaminhando e desescalinhando a toa é fogo huahauhauhau ainda mais sem pontos de água, o bom mesmo é ter o mapa da rota ou o GPS.

 

Eu até pensei em pegar aquela água e tratar, mas não consegui, os coliformes fecais me fizeram desistir, eu confiei na água do marinzinho que não tinha rsrsrsrs

 

Mas tivemos sorte e achamos um ponto de água que pelo jeito ninguém sabia que existia. E realmente, apesar de ser curta , ela é bem cansativa e penosa para os joelhos :(

 

Depois quero ler seu relato ::otemo::

 

Olá Gisely, ótimo relato, é isso mesmo. Qto a água da base do Marinzinho, ela é meio escondida e fica bem no comecinho da subida daquele morro "careca", no trecho inicial da travessia (logo que você deixa a base do Marins, próxima a algumas areas de acampamento. Eu coloquei em meu relato esse ponto de agua, mas para encontrar, é preciso dar uma fuçada e procurar bem, pois está escondida. Qdo fiz essa travessia, subi com 2 litros do morro do careca, depois recarreguei com mais 3 litros na base marins com marinzinho que me serviu até o Itaguaré. E foi bem tranquilo, sem problema com agua. Além dos 3 litros, levei 1 litro de gatorade e muita fruta seca, barra de cereal para manter o pique, rsrs

 

Qto as escalaminhadas, no meu caso, só considero como escalaminhada, os trechos onde o auxilio das mãos são indispensaveis para impulso nas subidas e apoio nas descidas....ademais, essa travessia é de nivel médio a dificil e a Petrô x Terê é facil perto da Marins x Itaguaré. A travessia fudida mesmo, porém estupidamente bela é a Travessia da Serra fina.

 

Os totens da subida do Marinzinho fui eu que coloquei, arrumei vários que estavam errados e procurei organizar da melhor forma possivel os totens, afim de dar uma idéia do caminho até o alto do Marinzinho. Agora, se passou algum espirito de porco, bagunçou tudo e colocou errado, ai não tem jeito... Um bom farejo de trilha é fundamental. Eu mesmo nem tenho GPS, ando apenas com uma boa bussola e me viro bem....

 

Vocês sairam muito tarde do Marins. Para chegar no Itaguaré antes do anoitecer, é preciso sair da base antes das 8h00 . E em ritmo forte, consegue chegar no Itaguaré antes das 17h00hs. No meu caso, cheguei na base do Itaguaré por volta das 16h50, saindo do Marins as 7:58 (8h em ponto para ser exato).

 

Se chegou na Pedra redonda com mais de 4 horas de pernada, dificilmente conseguirá chegar no Itaguaré antes do anoitecer nem ferrando. Ali é de 7 a 8 horas de caminhada, dependendo do ritmo de cada um e do grupo em geral. Por isso, para quem bebe muita agua e não quer correr o risco de ficar sem, o ideal é levar pelo menos de 3 a 5 litros. Sim, vai pesar, mas é melhor pecar pelo excesso do que pela falta dele. Na pior das hipoteses, teria que vir carregado com uns 7 litros de agua lá do morro do careca para a travessia toda.

 

O mais importante é que tudo deu certo e vcs conseguiram completar a travessia, parabéns pela garra, é assim que deve ser...perrengues faz parte.

 

Em Junho, devo fazer a travessia da Serra fina, lá para o dia 12, bem no dia da estréia do Brasil na copa e que será feriado. Se o tempo estiver bom, que se dane o jogo. Quero mais é aproveitar o "feriado" extra e me mandar para a montanha, isso sim.... :lol:

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Bom, poderiam ter tratado a água do Marins ou mesmo fervido. Mas isso é coisa que a gente lembra depois , quando a vaca já foi para o brejo, rsrsrsrsrsr. Nós também passamos sede e realizamos a travessia da Pedra redonda( nem tanto assim) até o Itaguaré, com meio litro de água. Quanto a navegação, acho que só é problema se baixar neblina, no mais o máximo que pode acontecer é ter que escalar mais pedras que o necessário, um esforço descomunal e desnecessário. É uma travessia dura, acho que mais dura que a Petrópolis x Teresópolis, apesar de ser mais curta e não tem nada de carne de vaca como muitos costumam desdenhar, pelo contrário , é uma travessia duríssima e cansativa. Mas de uma beleza esplêndida. Nós a emendamos neste mesmo feriado , com a trilha da revolução de 32. Foram 4 dias de caminhadas alucinantes. Quando tiver tempo posto o relato, que ainda não ficou pronto. Parabéns pelo feito e pelo relato, abraços.

 

Oi Divanei, realmente ali, errar e ficar escalaminhando e desescalinhando a toa é fogo huahauhauhau ainda mais sem pontos de água, o bom mesmo é ter o mapa da rota ou o GPS.

 

Eu até pensei em pegar aquela água e tratar, mas não consegui, os coliformes fecais me fizeram desistir, eu confiei na água do marinzinho que não tinha rsrsrsrs

 

Mas tivemos sorte e achamos um ponto de água que pelo jeito ninguém sabia que existia. E realmente, apesar de ser curta , ela é bem cansativa e penosa para os joelhos :(

 

Depois quero ler seu relato ::otemo::

 

Olá Gisely, ótimo relato, é isso mesmo. Qto a água da base do Marinzinho, ela é meio escondida e fica bem no comecinho da subida daquele morro "careca", no trecho inicial da travessia (logo que você deixa a base do Marins, próxima a algumas areas de acampamento. Eu coloquei em meu relato esse ponto de agua, mas para encontrar, é preciso dar uma fuçada e procurar bem, pois está escondida. Qdo fiz essa travessia, subi com 2 litros do morro do careca, depois recarreguei com mais 3 litros na base marins com marinzinho que me serviu até o Itaguaré. E foi bem tranquilo, sem problema com agua. Além dos 3 litros, levei 1 litro de gatorade e muita fruta seca, barra de cereal para manter o pique, rsrs

 

Qto as escalaminhadas, no meu caso, só considero como escalaminhada, os trechos onde o auxilio das mãos são indispensaveis para impulso nas subidas e apoio nas descidas....ademais, essa travessia é de nivel médio a dificil e a Petrô x Terê é facil perto da Marins x Itaguaré. A travessia fudida mesmo, porém estupidamente bela é a Travessia da Serra fina.

 

Os totens da subida do Marinzinho fui eu que coloquei, arrumei vários que estavam errados e procurei organizar da melhor forma possivel os totens, afim de dar uma idéia do caminho até o alto do Marinzinho. Agora, se passou algum espirito de porco, bagunçou tudo e colocou errado, ai não tem jeito... Um bom farejo de trilha é fundamental. Eu mesmo nem tenho GPS, ando apenas com uma boa bussola e me viro bem....

 

Vocês sairam muito tarde do Marins. Para chegar no Itaguaré antes do anoitecer, é preciso sair da base antes das 8h00 . E em ritmo forte, consegue chegar no Itaguaré antes das 17h00hs. No meu caso, cheguei na base do Itaguaré por volta das 16h50, saindo do Marins as 7:58 (8h em ponto para ser exato).

 

Se chegou na Pedra redonda com mais de 4 horas de pernada, dificilmente conseguirá chegar no Itaguaré antes do anoitecer nem ferrando. Ali é de 7 a 8 horas de caminhada, dependendo do ritmo de cada um e do grupo em geral. Por isso, para quem bebe muita agua e não quer correr o risco de ficar sem, o ideal é levar pelo menos de 3 a 5 litros. Sim, vai pesar, mas é melhor pecar pelo excesso do que pela falta dele. Na pior das hipoteses, teria que vir carregado com uns 7 litros de agua lá do morro do careca para a travessia toda.

 

O mais importante é que tudo deu certo e vcs conseguiram completar a travessia, parabéns pela garra, é assim que deve ser...perrengues faz parte.

 

Em Junho, devo fazer a travessia da Serra fina, lá para o dia 12, bem no dia da estréia do Brasil na copa e que será feriado. Se o tempo estiver bom, que se dane o jogo. Quero mais é aproveitar o "feriado" extra e me mandar para a montanha, isso sim.... :lol:

 

Estaremos na Serra fina em Junho também, mas vamos fora dos feriados e fora dos jogos pois tenho medo de tumulto rsrsrs vamos torcer por um bom tempo lá ::tchann::

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Indo leve se faz facilmente a Marins Itaguare em apenas um pernoite dormindo na pedra redonda e levando 3 litros de água. E preciso mais experiência para render melhor mas e tranquilo.

 

Para ter idéia acabei de fazer a serra fina emendando o primeiro com o segundo dia da toca do lobo ate a pedra da mina em uma jornada so, fica bem mais pesada que qualquer pernada da Marins Itaguare nesta logística.

 

Mas e preciso ir leve, muito leve. E ter um sistema de comida de economize água no preparo.

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Gysele... voce tem algum contato com alguem da Vila do Marins ou de Piquete que faça o traslado até a Base Marins??

 

Fiz a travessia em 2009, mas na época fui de busão, mas agora vamos de carro e entrei em contato com o Milton Gouveia ontem, porém ele me informou que vendeu a propriedade. Meu medo é que o novo dono não permita estacionamento lá...

 

Agradeço qualquer informação...

 

Abraços

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