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Dérien

E o inglês no leste europeu?

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Pelo que vi, nos países do leste europeu, com exceção talvez da rep. theca, o inglês não é falado por muita gente. Inclusive em locais onde informações são necessárias, como guichês de estações de trem. Locais menos turísticos, como a Sérvia, por exemplo, ainda deve ser pior. É isso mesmo?

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Exatamente isto, com exceção da Rep. Tcheca, no resto do leste europeu o inglês é bem pouco falado, inclusive tem mais gente que sabe falar russo do gente que sabe falar inglês.

 

Então para não ter muitos problemas, leve impresso num papel o nome das estações, ou destinos que você precise comprar passagens, assim no caso de a coisa apertar, você saca o papel e mostra com o dedo pro atendente, geralmente dá certo.

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Oi, Dérien: você inferiu errado sobre a Sérvia. Quase toda a população fala inglês, pelo menos nas cidades. Eu já fui três vezes à Sérvia, morei lá e fiquei abismado com isso no começo. Mas esse fenômeno se explica porque a educação na antiga Iugoslávia era de altíssimo nível, e isso se manteve mesmo depois da dissolução. Os alunos aprendem duas línguas estrangeiras na escola: inglês desde o primário e uma segunda língua estrangeira (como alemão, italiano, francês) a partir do ginasial. Como resultado, quase todo mundo fala servo-croata e mais duas outras línguas. Claro que essa realidade muda no interior, e aí fica um pouco mais difícil se comunicar pra quem não sabe servo-croata (eu, felizmente, aprendi). Mas em Belgrado, a capital, é impressionante como TODO MUNDO fala inglês! Mas é todo mundo MESMO, inclusive pessoas que a gente não imaginaria, pelo referencial brasileiro, por idade ou profissões não-qualificadas. Assim, garçons, motoristas, caixas, balconistas, faxineiros, velhinhos, todo mundo tem um grau de fluência em inglês que é incrível. Eles conseguem conversar sobre qualquer assunto, com um vocabulário amplo e pronúncia quase perfeita, muito melhor que a média de nós brasileiros. Uma vez, um taxista me ouviu falando português e começou a me perguntar sobre "o tráfico negreiro para a mão-de-obra escrava no cultivo da cana de açúcar em Pernambuco no século XVII". Eu perguntei "Como o senhor sabe sobre isso???" e ele respondeu, tranqüilo: "Ué, aprendi na escola".

 

Em resumo: é outro nível.

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Boa noite!

Não posso falar da Servia, meu plano de stopover de 8 hs lá morreu no visto(era dado no aeroporto, não mais).

Rep Theca fala bem.

Eslovênia razoável.

Croácia sem muitos problemas.

Bósnia bem ruim.

Montenegro marrom (marromenos),

Macedônia marrom ::bad:: .

Romênia não foi tanto problema.

Bulgária sofrível.

Polônia bem ruim, principalmente se optar por coisas mais populares.

Letônia achei razoável.

Estônia apesar de muitos descordarem de mim não achei bom.

Lituânia marrom ::cool:::'> .

Hungria marrom ::bad:: !

O que bomba mais nesta região de cima próximo ao mar báltico é o Alemão, o Russo ainda falado, mas parece diminuir, o que foi natural depois da guerra fria. Bom, estes são os que visitei e posso opinar. Abraços.

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amigo a questao é simples

nos locais turisticos vai ser facil vc falar ingles 99% dos destinos europeus tem pessoas que falam ingles nos destinos turisticos,

obviamente vc tera dificuldade de conversar com pessoas nativas (no leste nem todos falam, e os que falam, falam pouco) é como o amigo ai emcima disse

é mais facil achar falando russo do que ingles enfim...

aeroporto, hoteis, hostel, taxi, information point etc.. sera facil, agora conversar com as pessoas, cobrador de onibus, atendente de super mercado etc sera mais complicado mas nada que nao consiga dar um jeito

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Minha experiência numa cidade chamada Pécs, Hungria (fiquei umas semanas por lá): tive dificuldades numa casa de câmbio (!) e na estação de trem. Na estação eu tinha previsto que talvez fosse complicado, então antes de ir para lá digitei antes as perguntas que eu tinha que fazer (com respostas em múltipla escolha, para ela só marcar) e botei no Google Tradutor.

 

Uma coisa que notei em países como Hungria e Alemanha é a maior presença de pessoas com mais de 40/50 trabalhando como atendentes em lojas, por exemplo. E essas pessoas frequentaram colégio ainda na época da guerra fria, quando o ensino de inglês não era tão popular. Tenho parentes na Hungria na faixa dos 60-70 anos e nenhum fala inglês. Alguns arranham um pouco de alemão.

 

Mesmo em lugares não turísticos, sempre encontrei alguém que falava inglês e estava disposto a ajudar.

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Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Em cidades mais turísticas e cosmopolitas como Praga, Budapeste, Bucareste, Ljubljana ou Belgrado não terão problemas. No entanto, experimentem em qualquer um destes países sair um pouco do roteiro mais turístico e logo surgirão as barreiras linguísticas. Na Vrsac, na Sérvia, foi muito complicado explicar que queríamos ir da central de camionagem (onibus) para a estação de comboios (para apanhar o comboio para Timisoara na Roménia). Só mesmo com um desenho a coisa desbloqueou, independentemente da muito boa vontade dos locais. Na Transnístria então praticamente todos falavam russo mas quase ninguém falava inglês ou mesmo romeno/moldavo sequer... fora do hotel, encontramos UM transeunte que falava um inglês decente e outro no Andy's Pizza. No Montenegro, logo após a fronteira com a Albânia - que atravessamos a pé - paramos num café enquanto tentávamos perceber as opções de transporte que tínhamos e "só dava" sérvio e alemão. Aliás, é mais comum encontrarem, principalmente nas gerações mais velhas, falantes de alemão ou russo (dependendo do país), do que de inglês.

Uma coisa é certa: falem a vossa língua ou não, o mais certo é que apareça sempre uma alma caridosa que mesmo que não fale a vossa língua ou inglês, vos vai ajudar! E vão falar convosco (seja em que língua for) como se vocês estivessem a entender tudo!

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Minha experiência por países do leste me levou a crer que não há uma regra. Mesmo essa coisa de que se fala menos inglês no leste do que na Europa Ocidental é relativo: não foi raro, para mim, encontrar pessoas que não falam inglês na Alemanha.

 

Sempre levo uma folhinha do icoon com figuras explicativas para o caso de algum problema de comunicação, mas nunca usei no leste. Nem mesmo na Rússia. No fim das contas eu acho que é fácil de se entender. Por mímica, ou pq as pessoas são legais (um guarda russo uma vez saiu do posto dele pra me indicar uma rua, sem falar inglês) ou pq já sabemos +- as possíveis respostas (sim? não?).

 

Dois exemplos relativamente antagônicos que ocorreram agora na minha última viagem à região:

 

- O trocador de um ônibus que peguei em Vrsac, na Sérvia, falava inglês.

- A menina de uma padaria em Sarajevo, de cara para um ponto turístico da cidade (uma catedral), não sabia dizer em inglês o valor da conta -- abri a mão com as moedas e ela coletou as necessárias (rola confiança, claro).

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