Finalmente em 2013/2014 consegui fazer a primeira viagem.
Com mais dois colegas, saímos de Ji-Parana/RO e fomos de carro (palio 1.0) até machu pichu.
Saindo de RO (Porto Velho) dia 27/12 chegamos em porto maldonado (Peru) para dormir e dia 28/12 estávamos em cuzco. Hospedamos no hostel margarita (diária de 15 reais por dia) muito próxima das praças das armas. Compramos um pacote de cuzco para machu pichu por 150 dólares, a empresa é localizada na Praça das Armas mesmo e incluía transporte e hotel em águas calientes (vilarejo mais próximo de machu pichu - pois não se vai e volta no mesmo dia - belo lugar com varias lojas e restaurantes) e com direito a guia turístico. O transporte nos leva até uma hidrelétrica próxima de Águas Calientes e tem-se a opção de fazer esse percurso a pé ou de trem. Optamos por ir a pé, e demorou cerca de 2 horas de caminha tranquila com belas paisagens seguindo o rio. Chegando no vilarejo fomos levados ate o hostel (com WiFi e água quente e janta). No outro dia cedo partimos para Machu Pichu. Decidimos subir a pé (tem a opção de ir de ônibus) mas aconselho somente para quem tem fôlego (a folha de coca é aconselhável e ajuda bastante na respiração), pois é muito ingrime e a altitude começa a fazer efeito, mas o resultado final é espetacular (vai levar cerca de 1 hora de subida direto).
Em machu Pichu o guia fez a apresentação do lugar (em inglês e em espanhol - Rubens o nome, muito gente boa) e depois tivemos um tempo de 2 horas "livres" para rodar e tirar foto a vontade) O lugar é muito bonito e venta muito, aconselho a levar pelo menos um casaco. Na volta para Águas Calientes, descemos a pé também, muito mais rápido do que subir. E no caminho de volta para a hidrelétrica optamos por voltar de trem (que por sinal é muito bonito por dentro).
Passamos a virada de ano na praça das Armas, e foi muito bom. Muitas pessoas, muitos estrangeiros, jovens, muito bacana.
Não reservamos nada, fomos com a cara e a vontade de viajar, ignorando o fato de muitos otários falando que não íamos conseguir nem chegar lá (povo pessimista).
Digo a vocês, foi ótimo, com alguns pontos a destacar:
- Carro próprio. O carro tem que estar no nome de algum integrante da viagem.
- Gasolina: Ande sempre com o tanque da metade para cima, você nunca sabe que imprevisto irá acontecer além de que os postos de gasolina por lá (chamados de grifos) serem escassos. Não é todo lugar que existe e a distancia entre uma cidade "grande" e outra é longe.
- Cambio exagerado de soles/reais na fronteira - devido ao grande numero de brasileiros. Não usamos reais lá dentro, mas aconselho a se informar sobre a taxa de câmbio antes para não ser pego de surpresa.
- Altitude: Pode ocorrer em algumas pessoas. Comigo não ocorreu nada, mas meu colega passou mal quando alcançamos uma certa altitude antes de chegar em cuzco. Ele precisou ser medicado ao chegar na cidade.
- Desabamentos que ocorreram em janeiro nos deixou presos na estrada por uns 3 dias sem qualquer informação por parte dos peruanos, uma bagunça (saiu ate no G1).
- Leve comida, salgados, água. Como ficamos na estrada presos, não havia lanchonetes e nem nada (parece que não existe isso lá) e os vilarejos são muito remoto, não tem hotel, posto, restaurante.
- Leve um mapa, GPS de celular pois os peruanos não sabem dar informações concretas (as distancias entre cidades são ditas em tempo de viagem e não em quilometros).
Fora isso, foi uma viagem ótima, muito bonito de se conhecer e NÃO é uma viagem cara. Gastei menos de 1000 reais somando todas as despesas.
inca bridge - machu pichu
Trem de volta de Águas Calientes incluso no pacote para MP.
Alpaca em machu pichu
Entrada de Machu Pichu
Carretera para Cuzco - Paramos no caminho para ver as Lhamas.
Praça das Armas - Cuzco
Chegada em Águas Calientes
Virada de Ano na Praça as Armas em Cuzco
Carretera Interoceanica - Palio guerreiro
Inca Bridge
Praça das Armas
Estrada seguindo para o Brasil - próximo ao ponto Abra Oquepuño.
Ponto Abra Oquepuño - Ponto mais alto que chegamos 4873 metros acima nível do mar. Muito Frio.
Inca Cola - Fronteira (demora para registrar o veículo)
Finalmente em 2013/2014 consegui fazer a primeira viagem.
Com mais dois colegas, saímos de Ji-Parana/RO e fomos de carro (palio 1.0) até machu pichu.
Saindo de RO (Porto Velho) dia 27/12 chegamos em porto maldonado (Peru) para dormir e dia 28/12 estávamos em cuzco. Hospedamos no hostel margarita (diária de 15 reais por dia) muito próxima das praças das armas. Compramos um pacote de cuzco para machu pichu por 150 dólares, a empresa é localizada na Praça das Armas mesmo e incluía transporte e hotel em águas calientes (vilarejo mais próximo de machu pichu - pois não se vai e volta no mesmo dia - belo lugar com varias lojas e restaurantes) e com direito a guia turístico. O transporte nos leva até uma hidrelétrica próxima de Águas Calientes e tem-se a opção de fazer esse percurso a pé ou de trem. Optamos por ir a pé, e demorou cerca de 2 horas de caminha tranquila com belas paisagens seguindo o rio. Chegando no vilarejo fomos levados ate o hostel (com WiFi e água quente e janta). No outro dia cedo partimos para Machu Pichu. Decidimos subir a pé (tem a opção de ir de ônibus) mas aconselho somente para quem tem fôlego (a folha de coca é aconselhável e ajuda bastante na respiração), pois é muito ingrime e a altitude começa a fazer efeito, mas o resultado final é espetacular (vai levar cerca de 1 hora de subida direto).
Em machu Pichu o guia fez a apresentação do lugar (em inglês e em espanhol - Rubens o nome, muito gente boa) e depois tivemos um tempo de 2 horas "livres" para rodar e tirar foto a vontade) O lugar é muito bonito e venta muito, aconselho a levar pelo menos um casaco. Na volta para Águas Calientes, descemos a pé também, muito mais rápido do que subir. E no caminho de volta para a hidrelétrica optamos por voltar de trem (que por sinal é muito bonito por dentro).
Passamos a virada de ano na praça das Armas, e foi muito bom. Muitas pessoas, muitos estrangeiros, jovens, muito bacana.
Não reservamos nada, fomos com a cara e a vontade de viajar, ignorando o fato de muitos otários falando que não íamos conseguir nem chegar lá (povo pessimista).
Digo a vocês, foi ótimo, com alguns pontos a destacar:
- Carro próprio. O carro tem que estar no nome de algum integrante da viagem.
- Gasolina: Ande sempre com o tanque da metade para cima, você nunca sabe que imprevisto irá acontecer além de que os postos de gasolina por lá (chamados de grifos) serem escassos. Não é todo lugar que existe e a distancia entre uma cidade "grande" e outra é longe.
- Cambio exagerado de soles/reais na fronteira - devido ao grande numero de brasileiros. Não usamos reais lá dentro, mas aconselho a se informar sobre a taxa de câmbio antes para não ser pego de surpresa.
- Altitude: Pode ocorrer em algumas pessoas. Comigo não ocorreu nada, mas meu colega passou mal quando alcançamos uma certa altitude antes de chegar em cuzco. Ele precisou ser medicado ao chegar na cidade.
- Desabamentos que ocorreram em janeiro nos deixou presos na estrada por uns 3 dias sem qualquer informação por parte dos peruanos, uma bagunça (saiu ate no G1).
- Leve comida, salgados, água. Como ficamos na estrada presos, não havia lanchonetes e nem nada (parece que não existe isso lá) e os vilarejos são muito remoto, não tem hotel, posto, restaurante.
- Leve um mapa, GPS de celular pois os peruanos não sabem dar informações concretas (as distancias entre cidades são ditas em tempo de viagem e não em quilometros).
Fora isso, foi uma viagem ótima, muito bonito de se conhecer e NÃO é uma viagem cara. Gastei menos de 1000 reais somando todas as despesas.
inca bridge - machu pichu
Trem de volta de Águas Calientes incluso no pacote para MP.
Alpaca em machu pichu
Entrada de Machu Pichu
Carretera para Cuzco - Paramos no caminho para ver as Lhamas.
Praça das Armas - Cuzco
Chegada em Águas Calientes
Virada de Ano na Praça as Armas em Cuzco
Carretera Interoceanica - Palio guerreiro
Inca Bridge
Praça das Armas
Estrada seguindo para o Brasil - próximo ao ponto Abra Oquepuño.
Ponto Abra Oquepuño - Ponto mais alto que chegamos 4873 metros acima nível do mar. Muito Frio.
Inca Cola - Fronteira (demora para registrar o veículo)
Machu Pichu