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casal100

Caminho de Cora Coralina à pé (315 kms) Goiás - Junho de 2018

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@Antonio Veras  Segundo os administradores do caminho, nós fomos os primeiros a fazer todo o caminho de Cora Coralina à pé. 

Obs.: o trecho que fizemos de carona entre Posto do parque da serra dos Pirineus e Cocalzinho NÃO faz parte do caminho de Cora coralina. No outro dia fizemos Cocalzinho x Pirenopolis à pé, portanto fizemos mais 10 kms no total.

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2° dia - 14.06.2018 - Quinta-feira
Saída de Cocalzinho de Goiás e chegada a Pirenópolis  - Go
+- 35 kms em aprox. 09:30hrs
Acumulado: 63 kms

1° trecho:
Cocalzinho de Goiás  a Posto Parque estadual do Pico dos Pireneus - Go
+-11 kms em aprox. 02:05hrs
Saímos 04:30 da manhã,  tempo frio sem previsão de chuva para o dia. Descemos a rodovia asfaltada em direção ao parque, saindo da cidade entramos na estrada de terra depois de +- 1 hora, viramos à esquerda e começou uma subida média até o posto do parque. Com lindo visual de montanha.


2° trecho:
Posto P.N do Pico dos Pireneus e chegada a Pirenópolis - Go
+- 24 Kms em aprox. 07:30hrs
Retornamos uns 15 minutos no trecho que fizemos ontem  (sentido salto do Corumbá), vimos um marco à direita e entramos numa trilha.
Começa um show de visual de pedras e lindas flores do cerrado.
Trecho muito bem sinalizado,  passamos dentro de 3 rios para esfriar os pés.
Chegamos numa estrada de terra e viramos à direita, seguimos nela por uns 30 minutos,  viramos à esquerda e logo à frente atravessamos uma ponte de madeira,  pegamos uma pequena subida e logo viramos à esquerda depois de uma casa do lado esquerdo, subida bem íngreme numa trilha, até o topo, sempre seguindo ao lado de uma cerca de arame, com lindo visual de montanha. Quando ver 2 postes da cerca pintada de preto e amarela, vire à esquerda atravessando a cerca. Depois de algum tempo chegamos noutra cerca e atravessamos,  chegamos numa estradinha de terra e viramos à direita, logo a frente atravessamos porteira e começou outra trilha, com bastante sombra. Atravessamos mais 2 porteiras de madeira seguimos reto subido, mais à frente  entramos à esquerda  noutra estradinha de terra , poucos metros adiante entramos à direita e uns 30 metros viramos à esquerda numa trilha mais a frente entramos à esquerda numa estradinha de terra, continuamos descendo, uns 200 metros entramos novamente à esquerda logo a frente atravessamos um riacho e continuamos do outro lado do rio subindo sempre depois é vira a direita depois esquerda e novamente à direita numa grama. Chegamos ao Rio das Almas e atravessamos,  depois pegamos outra subida forte, e outra estradinha até o hotel Mandala,  lindo.
Entramos à direita numa estrada de terra e seguimos até estrada asfaltada,  viramos à esquerda e a 20 metros novamente à direita numa estrada de terra até um camping ($50 por pessoa ao dia), viramos à esquerda e seguimos numa estrada de terra até uma pedreira,  viramos à esquerda e seguimos,   à frente entramos à esquerda e atravessamos ponte pencil sobre o rio das almas,  caminhamos numa trilha com bastante sombra,  atravessamos uma pinguela e continuamos sempre a beira do Rio das Almas até ao centro de Pirenópolis.
Da ponte pencil até entrada da cidade +- 1 hora de caminhada.
Almoçamos Self-service à vontade por  $20 por pessoa. Caminhamos mais 1 kms até pousada,  num forte calor.

Pirenópolis: Cidade histórica bem preservada. Ótima estrutura hoteleira e apoio ao turista. Bom comércio.

Hospedagem: Pousada Zoe,  (62)99340-8578 / 3331-3471, camas ótimas, tv aberta, wifi, ar condicionado, frigobar, banheiro privado, limpissimo.  Preço  $55 por pessoa com ótimo café da manhã. RECOMENDO

Lindo amanhecer 

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Chegando ao posto do parque

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Viramos à direita e pegamos essa trilha, mais à frente descida com muita pedra e com lindo visual 

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Visual deslumbrante de toda região 

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Exuberante flora

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Atravessando riacho 

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Trilha bem demarcada e sinalizada. Ao fundo vista da cidade de Pirenópolis. Ainda faltavam muitos quilômetros. 

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Ponte pencil sobre o Rio das Almas

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Aprecio muito hospedar em casa de família, ainda mais numa fazenda. Pois podemos interagir o dia inteiro com os anfitriões, ver a rotina diária deles. SENSACIONAL.

Somos tratados como membros da família, isso não tem preço que paga. 

Só tenho a agradecer a Deus por esses momentos únicos na companhia de pessoas extraordinárias.

 

3° dia - 15.06.2108 - Sexta-feira
Saída de Pirenópolis e chegada a
Fazenda do Sr Kinzinho(4 kms antes de Caxambu (distrito de Pirenópolis - Go)).
+- 26 kms em aprox. 08:00hrs
Acumulado: 89 kms

Gentilmente a pousada preparou café da manhã às 04:30hrs.
Saímos às 05 horas em ponto,  começamos pela matriz de Pirenópolis e seguimos até rodovia asfaltada Go-431, subida forte no início, depois subidas e descidas leves,  caminhamos nela por uns 6 kms em aprox 01:20hrs,  entramos à esquerda e atravessamos porteira, e pegamos estrada de terra. Logo depois tem uma bifurcação, entramos à direita, no início desse trecho praticamente reto, chegamos noutra bifurcação e entramos à direita numa p orteira de madeira, num trecho com muita sombra, logo a seguir chegamos numa casa branca do lado esquerdo e viramos à esquerda e atravessamos colchete e continuamos na estrada sem inclinação, logo chegamos numa entrada do lado esquerdo atravessamos colchete e entramos numa área sombreada, pouco tempo depois chegamos noutra estrada de terra e viramos à esquerda. Mais à frente depois de uma descida forte num entrocamento e viramos à direita. Mais alguns tempo noutra bifurcação viramos à esquerda logo a seguir atravessamos um rio e viramos à direita após uma porteira, chegamos numa fazenda atravessamos outra porteira .
Mais à frente tem um curral a direta, aqui ficar atendo, tem que virar à esquerda um pouco mais à frente pois  o marco fica na curva.
Atravessamos 2 colchetes mais a frente, conserve sempre à direita numa estrada de capim.
Chegamos na beira dum rio, atravessamos cerca de arame farpado e atravessamos uma pequena barragem(a melhor forma de passar é de lado com passos curtos,  pq tem correnteza, em época de chuva deve ser bem complicado passar por aqui), depois começa trilha subindo até uma cerca,atravessamos e viramos à esquerda numa estrada de terra e mais uns metros viramos  à direita depois de uma porteira. Um pouco à frente vira à esquerda num mata burro .
Mais à frente tem uma plantação de banana do lado esquerdo e embaixo tem uma represa,  no topo vira à direita(MAIS NA FRENTE NUMA ÁRVORE TEM UMA MARCA, MAS ESTÁ APAGADA).
Seguimos até uma barragem, na bifurcação viramos à direita(o marco está quase apagado, quase não dá para ver), sempre subindo a estrada de terra, no início da mata tem um marco.
Atravessamos duas porteiras e chegamos numa chacara com uma casa à esquerda,  continuamos subido uns 200 metros vimos o marco numa porteira à esquerda acima, não entre no mata burro, entre na porteira de ferro. Chegando numa fazenda vire a esquerda e passe dentro dum curral(porteira) segue reto até cerca de arame e vire a direita e siga essa cerca até um colchete,  atravessamos ele é viramos à direita subindo. Paramos no pé da montanha para comer um doce e descansar um pouco. A subida  foi forte mas não muito longa. Depois descemos um pouco e andamos em diagonal num pasto até um colchete, atravessamos e começou uma subida leve. No topo começa  descida fortíssima com lindos mirantes para as montanhas.  Lindíssimo. Trecho de descida com muita sombra. O lugar de hospedagem fica no pé da serra.

Hospedagem: Fazenda do Sr Kinzinho,  fone: 62 99490-0609 e 99276-4509 (renata filha sr Kinzinho)  , pode receber no máximo 8 pessoas(2 colchões no chão), simples, atendimento nota 10, sensacional. Dona Cleusa prepara uma ótima comida no fogão à lenha(frango caipira +carne de porco). Tem tv na sala, banho quente, banheiro compartilhado simples com latrina. Preço  $75 por pessoa com café da manhã e Jantar ou almoço. RECOMENDO

Lindo amanhecer, e uma reflexão

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Atravessando pequeno riacho 

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Atravessando barragem. 

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Lindo lago.

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Algumas subidas 

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Mais reflexão e lindo visual de montanha 

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Chegando à fazenda do sr Kinzinho 

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Fui tomar água e gritei para dona Cleusa que o pato estava com um troço na boca e estava sofrendo. ..ela largou as panelas correndo e veio ver o que estava acontecendo. .... que vergonha a minha. ....ela riu e disse: eles estão namorando..kkkk  se observarem bem verão uma pata embaixo dele.kkkk

É o famoso: AFOGAR O GANSO.

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Quando você dorme numa casa de família, somos tremendamente bem tratados,  verdadeiramente como membro da família. As coisas acontecem sutilmente, mostrando o amor que essas pessoas sentem pelo próximo, quando você pergunta para os anfitriões, por exemplo,  que horas vai ser servido o café  da manhã, eles não respondem,  simplesmente te perguntam: Que horas que vcs querem!

Ou seja, estão te mostrando que estão ali para te atender! Isso é uma forma clara de demonstrar AMOR ao semelhante. Obs.: Apesar da dona Cleusa ter dormido um pouco tarde, serviu café da manhã antes das 05 da manhã. 

 

4° dia - 17.06.2018 - Sábado
Saída da fazenda do Sr Kinzinho e chegada a Jaranápolis (distrito de Pirenópolis -Go)
+-22 kms em aprox. 05:10hrs
Acumulado: 111 kms

Dona Cleusa preparou café da manhã bem cedo, apesar do trecho de hoje ser curto, preferimos caminhar com o tempo frio, pois o calor tá muito forte, mesmo sendo inverno.
Depois de 4 quilômetros e 00:50hrs chegamos ao pequeno distrito  Caxambu,  atravessamos  e viramos à esquerda e pegamos estrada de terra com poucas subidas e descidas leves,  muitas retas.
Trecho mais tranquilo até agora, somente estrada de terra, com muita criação de gado de corte.
Depois de 3 horas de caminhada chegamos na BR(rodovia Belém x Brasília) , viramos à direita nela(estrada asfaltada com muito movimento de veículos), e seguimos +- 1 km, na terceira entrada à esquerda  (tem uma árvore grande e uma casa que vende coco), vire à esquerda.
Pegamos estrada de terra com subidas e descidas leves, aqui não entra em nenhuma porteira de fazenda, sempre reto. Depois de uma casa do lado direto chegamos num entrocamento e seguimos reto, atravessamos uma porteira e entramos numa fazenda. Depois dela , siga sempre reto, passando por porteiras.
Entramos num grande pasto cheio de bois, mais à frente atravessamos plantação de eucaliptos, chegamos num entrocamento e viramos à direita numa estrada de terra, com poucas subidas e descidas leves, seguimos até o distrito de Radiolandia. Neste distrito não tem hospedagem,  então paramos num bar/mercearia e conversando com o pessoal, um deles nos levou até 7 kms adiante no distrito de Jaranapolis  (Pirenópolis), pagamos $30.
Tem ônibus que sai de Radiolandia para Jaranapolis entre 13:30 e 14:00hrs
Comemos Self-service à vontade por  $10 por pessoa na beira da rodovia em Jaranápolis.

Jaranapolis: pequeno distrito, tem somente uma pousada e 2 restaurantes,  comércio bem básico  (farmácias, supermercados...)

Hospedagem: Pousada Caboclo, na beira da BR,  fones: 99420-0611 e 99228-6734,  camas duras e pequenas, tv aberta, wifi, ar condicionado, frigobar, banheiro privativo, limpo. Preço  $75 por pessoa com café da manhã.

E não é! 

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Árvore majestosa 

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E agora. ....

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Perfeito!

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Chegando a Radiolandia, céu sem nenhuma nuvem 

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5° dia - 17.06.2018 - Domingo
Saída do distrito de Jaranapolis e chegada a São Francisco de Goiás - GO
+-30 kms em aprox. 06:40hrs
Acumulado: 141 kms

Acordamos antes das 04 da manhã,  tomamos café da manhã.
Entramos numa rodovia asfaltada sentido Radiolandia(distrito de Pirinópolis), andamos +- 5 kms até entrar numa estrada de terra à direita.
Andamos vários quilômetros sempre reto(não entrar em nenhum lugar), depois de 03:30hrs de caminhada total chegamos num entrocamento e viramos à esquerda,  logo a seguir tem umas casas do lado direito e mais à frente uma ponte sobre um riacho.
Aqui a sinalização está perfeita.
Passamos por várias porteiras,  sempre seguindo os marcos.
Muito gado de corte e vi uma criação de ovinos, poucas plantações de milho e mandioca.
Chegamos na hora do almoço, como era a estréia do Brasil na copa,  só tinha um restaurante funcionando. Fui no hospital consultar,  é que desde ontem os insetos me picaram o corpo todo(esqueci de usar repelente e fiquei muito próximo de cachorros, tenho um imã pra pulgas..rs).
Almoçamos Self-service à vontade por  $15 por pessoa à vontade próximo a rodoviária.
Dormi à tarde toda, depois que tomei medicação para as picadas.

São Francisco de Goiás: cidade pequena, tem 3 pousadas  (uma a 2 kms da cidade), tem boa estrutura de comércio.

Hospedagem: Hotel Maria Rita
fones: (62) 3305-7887 e 99235-5664, o mais próximo do início do próximo trecho. Camas boas, tv aberta bem pequena, banheiro privado, bem simples.  Preço: $50 por pessoa com café da manhã.

Muito quente, grandes criações de gado

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Verde exuberante 

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Chegada a São Francisco de Goiás 

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6° dia - 18.06.2018 - Segunda-feira

Saída de São Francisco de Goiás e chegada a Jaraguá - GO
+-38 kms em aprox. 10:30hrs
Acumulado: 179 kms

Saímos antes das 04 da manhã,  não estava me sentindo bem devido a um medicamento que tomei no dia anterior, foi complicado fazer esse trecho, pensei em desistir, mas a vontade de terminar foi maior. Pra atrapalhar um pouco mais o sol estava muito forte.
A primeira parte foi tranquila, 6 kms em asfalto que fizemos em +- 01:15hrs. Obs.: siga sentido jesúpolis que verá uma casinha do lado direito(vire à direita) e a estrada ao lado.
Mais alguns quilômetros e tem outra entra à direita(aqui passamos direto e mais à frente não vimos mais marcos, então retornamos, nisso tínhamos andado 1 km).
Depois de uns 18 kms e 04:35hrs chegamos numa rodovia asfaltada. Atravessamos a rodovia e do outro lado começa outra estrada de terra, passamos por várias fazendas de criação de gado, algumas plantações de milho e Abacaxi.
Atravessamos a ferrovia norte-sul e mais uns quilometros chegamos numa estrada larga de terra e viramos à direita sentido Jaragua,  passamos por um viaduto da ferrovia norte--sul, e logo a seguir outra ponte de um rio.
Mais à frente viramos à direita sentido parque, encontramos com um gentil funcionário que me autorizou a pegar água gelada no posto (o povo Goiano é demais). Começamos uma subida forte com lindo visual de montanha, chegamos ao posto do Parque Estadual da Serra de Jaraguá às 12:15hrs e 08:15 de caminhada total. Paramos ali uns 30 minutos para preparar para a grande subida que viria. Comemos castanhas e uva passa pra dar energia e fomos na fé.  A subida tem uns 2,5 kms com lugares bem difíceis mas os visuais compensavam, lindo visual de toda região e no topo(antenas), maravilhoso visual da cidade de Jaraguá. Fizemos esse trecho em 00:55horas. Trilha com bastante sombra o que ameniza o sofrimento.
A descida é por uma estrada de terra de uns 05 kms até a cidade de Jaraguá que fizemos em aprox. 01:15hrs.
Fomos ao Hotel, tomamos um banho e saímos atrás de restaurante, ainda não estavam abertos para o jantar, então tomamos um açai duplo, e na praça do coreto descobrimos um lugar que vende "jantinha" por $10 comemos uma excelente costela de vaca com arroz.

Jaraguá: a maior cidade até agora, boa estrutura para turista, ótimo comércio.

Hospedagem: Boa Vista Park Hotel, fone: 62 3326-4646, centro, camas ótimas, ventilador, tv aberta, wifi, banheiro privado, piscina, sauna, limpissimo e confortável Preço: $60,50 por pessoa com ótimo café da manhã. RECOMENDO

Ponte de madeira num lindo lugar 

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Iríamos subir aquele pico à direita 

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Chegando a polêmica ferrovia norte-sul

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Atravessando ponte estrada para Jaraguá 

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Chegando ao posto parque esra dual do pico do Jaraguá 

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Início subida fortíssima 

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Quase chegando ao topo

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Chegando às antenas

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Linda vista da cidade de Jaraguá - Go

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Chegando em Jaraguá

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7° dia - 20.06.2018 - Quarta-feira
Saída de Jaraguá e chegada ao distrito de Palestina - GO
+-32 kms em aprox. 07:15hrs
Acumulado: 211 kms

O hotel não fornece café da manhã antes das 06:30hrs,  no dia anterior compramos o nosso.
Acordamos bem cedo, saímos, atravessamos a cidade e pegamos estrada de terra bem larga, a mesma estrada que chegamos ao parque ontem. Passamos a ponte do rio e o viaduto da ferrovia Norte- Sul, uns metros depois viramos à esquerda e pegamos estrada de terra até entrocamento para Vila Aparecida  (02:05 caminhada total).
Depois de 30 minutos de caminhada chegamos numa porteira de madeira do lado esquerdo,  entramos e começou outra estradinha de terra. Passamos por várias fazendas de criação de gado, plantação de eucaliptos, vimos alguns pés de Jatobá.
Logo após os eucaliptos viramos à direita e mais um pouco chegamos numa estrada de terra larga e viramos à esquerda até chegar no distrito de Vila Aparecida em 03:55horas total.
Trecho com muitos tucanos, pássaros preto, periquitos. ..vastas plantações de banana, alguns pés de jatobá  (pena que estavam verdes).
Chegamos ao distrito de Alvelandia depois de 06:10hrs de caminhada,  paramos num armazém e comemos biscoitos.
Partimos logo a seguir, chegamos na br-070 e atravessamos,  pegamos estrada de terra até Palestina.  total: 07:15 hrs
Como tinha combinado com a Karina, ela estava nos esperando em frente à igreja. Ela nos levou até a fazenda dela para pernoite.

Palestina: Pequeno distrito de Jaraguá,  tem um armazém,  estão construindo um hostel no local.

Hospedagem: Fazenda da Karina (a mesma que está construindo o hostel em Palestina), fone: 62 99614-2270,  lindo lugar,  com belo lago, muitas frutas silvestres,  camas ótimas, banheiro privado com banheira, limpissimo,  ventilador, não tem wifi. Preço: $75 por pessoa com café da manhã e Jantar ou almoço. (Comida excelente no fogão à lenha, frango caipira, típica goiana).
Obs.: o pernoite será no distrito de Palestina, quando o hostel que a Karina está construindo estiver pronto.

Lindo amanhecer

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Distrito 

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Pé de jatobá 

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Forte calor

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Chegando ao distrito de Palestina 

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    • Por casal100
      Resolvemos, dessa vez, fazer alguns roteiros distintos: beira-Mar, trilhas em montanhas e travessia.
      Começamos por Ubatuba, foram 10 dias de caminhada, por algumas das principais praias; depois pegamos nosso veículo e fomos fazer alguns roteiros em Extrema-MG e, por último,  a grata surpresa: TRAVESSIA DA SERRA DA CANASTRA-MG, que lugar maravilhoso: belas cachoeiras, trilhas fortes, flora e fauna exuberante, povo amigável, queijos deliciosos(alguns entre os melhores do mundo na sua categoria) sem contar a culinária mineira. Tudo de bom.
    • Por casal100
      Fizemos a maioria dos caminhos que passam pela Serra da Mantiqueira(Estrada Real, Caminho da Fé, Crer....), alguns mais de 1 vez.
      É quase unanimidade entre os caminhantes que, indiscutivelmente, a Serra da Mantiqueira têm as mais bonitas paisagens e, nós concordamos integralmente. São caminhos que proporcionam lindas fotos,  clima agradabilíssimo, povo acolhedor e simpático, ingredientes que definiram esse roteiro.
      Foram quase 50 dias e mais de 1.100 quilômetros de muitas alegrias, felicidade e paz,  poucas tristezas e decepções.
      Começamos e terminamos na MAGNÍFICA cidade de Campos do Jordão-SP, depois de rever vários lugares (passei alguns invernos nesta bela cidade, quando eu era "bacana"). A cidade se transformou,  criaram vários roteiros turísticos, belas e caras casas dos novos e velhos "bacanas", ótimos restaurantes, atrações mil,  pousadas e hotéis de todo tipo e preço, tem até o refúgio do peregrino, comércio bom, povo hospitaleiro, clima perfeito e, ainda por cima fomos no verão,  baixa temporada,  onde com facilidade encontramos boa hospedagem com preços menores que muitas hospedagem em cidades pequenas.

      Outra coisa que pesou em escolher fazer essa travessia é que a região se assemelha muito com um projeto que temos em mente, que é a travessia entre Punta Arenas x Arica no Chile,  então serviu como treinamento.
    • Por casal100
      ROTEIRO À PÉ:
       
      RIO GRANDE DO SUL:
      Portão
      Bom Princípio
      Carlos Barbosa
      Garibaldi
      Bento Gonçalves - Vale dos vinhedos
      Bento Gonçalves - Pinto Bandeira
      Bento Gonçalves - pela cidade
      Bento Gonçalves - caminho de Pedras
      Caxias do Sul - flores da Cunha
      Caxias do Sul - estrada dos imigrantes
      Nova Petropolis
      Gramado - Natal de Luz
      Canela - Cachoeira do Caracol
      Gramado - pela cidade (parques, centro)
      Santa Maria Herval
      Picada Café
      Ivoti
      Sapiranga
      Três Coroas
      São Francisco de Paula
      São Francisco de Paula  (parques, lagos e pela cidade)
      Tainhas
      Cambará do Sul
      Cambará do Sul - Canyon Itambezinho
      Cambará do sul - canyon Fortaleza
      Torres - praia
       
      SANTA CATARINA:
      Praia Grande - descida Serra do faxinal
      Balneário Gaivota - Praia
      Balneário arroio do Silva - Praia
      Balneário Rincão - Praia
      Balneário corrente - Praia
      Farol de Santa Marta - Praia
      Laguna - cidade histórica + Praia
      Orleans
      Guatá  (distrito de Lauro Muller) pé da serra do Rio do Rastro
      Bom Jardim da Serra
      ROTEIRO DE ÔNIBUS :
      São Joaquim
      Urubici
      Bom Retiro
      Lages
      Fraiburgo
      CONTINUAÇÃO À PÉ SANTA CATARINA:
      Videira
      Treze Tílias
      Água Doce
      Jaborá
      Concórdia
      Seara
      Chapecó
       
      PARANÁ (ÔNIBUS):
      Curitiba
      Paranagua
      Morretes
       
      QUILÔMETROS /DIAS: +- 1.300 kms em 53 dias
       
      PESSOAS:
      No planejamento da viagem nossa preocupação era de como seríamos recebidos nas pequenas cidades, visto que algumas delas não tinham vocação turística, e "mochileiros"poderiam ser "novidade". Mas, essa preocupação foi rapidamente deixada de lado.
      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
      Praticamente todas as cidades desse roteiro tinham pousada ou hotel, somente o distrito de tainhas-SC não tem, somente restaurante (mas esse trecho tem serviço de ônibus intermunicipal).
       
      ESTRADAS:
      Optamos em fazer pelas estradas asfaltadas(alguns trechos fizemos em estrada de terra), pois não conseguimos informações sobre estradas secundárias nesta região.
       
      COBRAS:
      Nunca vimos tantas cobras como na serra Gaúcha, teve dia que vimos umas 5, quase minha esposa pisou numa em uma rodovia asfaltada.
      Elas ficam enroladas na pista de rolamento, é normal vê-las todas esmagadas por veículos, ficam parecendo um desenho no chão (pois vários veículos passam por cima).
       
      ANIMAIS SELVAGENS:
      Outra coisa que nos chamou atenção, vimos muitas espécies(raposa, cobras, tatu, macacos, roedores, porco espinho etc) passando lentamente perto de nós.
       
      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
      O gerente nos recebeu num descaso tremendo, nem respondia nossas perguntas, foi preciso a intervenção de uma funcionária para resolver a situação (quase mandei o cara a pqp), o infeliz está no lugar errado.
      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
      PREÇOS HOTÉIS:
      Variou de $25 a 95 por pessoa (mas a crise pegou todo mundo ), em alguns lugares priorizamos ficar em lugares melhores,
      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
      Não fizemos nenhuma reserva, foi muito tranquilo.
       
      PREÇOS REFEIÇÕES:
      variou de $10 a $35 por pessoa à vontade.
      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por casal100
      Realizamos no período de 19 a 28 de julho de 2015, o circuito completo do Vale europeu em Santa Catarina. Foram 10 dias contemplando e vivienciando lugares, pessoas maravilhosas.
      Destaco alguns locais incriveis: Pomerode, blumemau, fazenda campo do zinco e sua maravilhosa cachoeira, lindos mirantes, estradas encantadoras, pessoas hospitaleiras e cordiais. Nāo tivemos nenhum incidente.
       
      Começamos antes do circuito, fazendo o caminho entre blumenau e pomerode a pé, e no final fizemos do mesmo modo a rota enxaimel em Pomerode, por isso o roteiro foi concluido em 10 dias.
       
      Brevemente relato completo.
    • Por casal100
      Realizamos no período de 01 a 30 de janeiro de 2016 o CRER, foram mais de 800 quilômetros de caminhada.
       
      O circuito começa no morro da piedade a uns 15 kms de Caeté -MG e termina no santuário de Aparecida no estado de São Paulo.
       
      Esse circuito ainda está em fase de implantação, no escritório da igreja da piedade não disponibilizam nenhuma informação sobre o roteiro.
      Fornecem somente um pequeno mapa de uma parte do roteiro, não consta nele nenhuma informação sobre hospedagem, refeições, quilometragem.......
      Tem que seguir os marcos , que em alguns lugares foram destruídos dificultando sobremaneira o prosseguimento.
      Mais de 80% deste roteiro seguem o mesmo percurso da Estrada Real, no nosso caso ajudou bastante, pois em caso de dúvida seguíamos os da ER.
       
      Esse é uma demonstração de parte do CRER.

      Em algumas cidades tem essas placas informativa sobre o caminho CRER

      Essas placas informam as distâncias entre cidades..

      O morro da piedade é aquele morro no fundo da foto, é ali que oficialmente começa do caminho CRER

      Essa é a portaria que dá acesso a igreja da Piedade início oficial do CRER



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