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casal100

Serra da Canastra à pé  (324 kms) + Extrema - MG(+-60kms) + Ubatuba  (+-200 kms) -  Julho/Agosto de 2017.

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11° dia   -  05.08.2017 -  Sábado
Saída de Delfinopolis e chegada a Cachoeira do ouro.
+-32 kms em aprox. 06:45hrs
Acumulado: 257 kms

Acordamos antes das 05 da manhã,  o hotel deixou um cafezinho somente  (aí que saudades da Vanda).
Tempo frio e sem nenhuma nuvem no céu,  depois abriu um solao até o término do trecho, como estávamos caminhando num vale,  não tinha aquele ventinho frio da montanha.

Caminhamos até o trevo, viramos à esquerda e pegamos estrada de terra(sentido Sacramento) com algum movimento de veículos e muito pó. Depois de uns 6 kms de estrada com poucas subidas e descidas, viramos à direita e começamos uma subida bem forte com bela vista para o lago de furnas, mais um pouco e chegamos no início do vale da Gurita(uma placa indica).
Esse trecho tem muitas retas e algumas subidas e descidas fortes, principalmente no final, como era sábado o movimento de motos era muito grande, tem que tomar muito cuidado.
Obs.: no vale da Guarita tem algumas opções de hospedagem, e 2 bares que estavam fechados.
Depois desse trecho viramos à direita(conforme placa indicativa da cachoeira do ouro) e pegamos uma forte descida até a pousada.

Chegamos na cachoeira do ouro e já Almoçamos $25 por pessoa à vontade(comida ótima).
Nem fomos visitar a Cachoeira.
Hoje uma linda noite com lua cheia e céu estrelado.

Hospedagem: Pousada cachoeira do ouro 035 99931-6541, camas boas, tv aberta, wifi,  limpo. Preço: $70 por pessoa com café da manhã.
Fica no meio da serra num lugar lindo e com uma cachoeira para curtir(não fomos, apesar de ser a alguns metros da pousada)

Algumas fotos:

Saímos da estrada que ia para Sacramento-MG,  começa uma subida bem forte. 

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Visua do lago

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Placa indicando o início do Vale da Gurita

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Muita poeira depois que as motos passaram 

 

Estrada de terra com lindo visual de montanha, sem nenhuma nuvem e sem vento.

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Animais dóceis 

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Começando subida forte 

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Descida forte com visual maravilhoso das montanhas. .show

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Aqui funciona um bar mas estava fechado

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12° dia  -  06.08.2017- Domingo
Saída da Cachoeira do ouro e chegada a Delfinopolis -Mg
+-20 kms em aprox. 05:15hrs
Acumulado: 277 kms

Pousada cachoeira do ouro: +- 850 msnm
topo: 1200msnm na descida pra Delfinopolis.

Acordei às 03 da manhã pra ver o espetáculo da lua cheia,  maravilhoso!
Dormi novamente e acordamos às 05:30hrs, o proprietário perdeu a hora e não preparou café da manhã para nós,  comemos o que tínhamos e partimos.
Tem 03 caminhos para Delfinopolis: voltando pelo mesmo caminho; voltando até estrada principal e virar à direita passando pelo condomínio de Pedras  (trecho que fizemos no primeiro dia aqui), ou seguir morro acima através da trilha dos motoqueiros
Resolvemos ir pelo último.

Começa com uma subida fortíssima (sentido casa proprietário), viramos à esquerda numa trilha estreita e continuamos subindo, sempre seguindo trilha dos motoqueiros, depois começa descida leve até um riacho, atravessamos pelas pedras.
Começa com uma subida leve, logo após outra subida fortíssima com pedras soltas e valas, novamente outro trecho leve, chegamos num entrocamento,  vire à esquerda, outra subida fortíssima com muitas pedras soltas e valas,  e no final outra subida fortíssima com pedras grandes.
Caminhamos um pouco  na crista da montanha,  trecho quase plano com subidas leves. Chegamos noutro entrocamento,  vire à direita e logo abaixo descortina um visual estonteante  (a represa de furnas na sua frente e Delfinopolis à direita).
Descemos rapidamente num trecho de estrada com piso gramado. Chegamos na "casinha branca", perguntamos ao morador como era a descida. Segundo ele, o trecho de trilha tem alguns proprietários que proíbem a passagem, mas não fomos oportunados por ninguém.
Dali tem dois caminhos: um pelo "caminho de pedras" e outro descendo a trilha.
Trilha: da casinha branca atravesse o riacho e segue uns 100 metros até virar à esquerda pegando outra trilha. Esse trecho tem muitas pedras soltas e, em alguns trechos, pedras grandes. Chegamos numa porteira e viramos à direita,  atravessamos pequeno riacho e seguimos retos até outra estrada,  seguimos à direita  (vimos uns 20 tucanos numa árvore), atravessamos outra porteira e seguimos num trecho com subidas e descidas bem leves.
Chegamos noutra estrada,  viramos à esquerda  (à direita vai pra cachoeira do Ezio).
Mais à frente chegamos na estrada principal e viramos à direita,  depois de alguns quilômetros estávamos no centro de Delfinopolis.

Almoçamos Self-service próximo do hotel e fomos ao supermercado comprar mantimentos para o outro dia.

Hospedagem: hotel Jp Delfinopolis.

Algumas fotos:
 

Trecho depois da primeira subida ao amanhecer 

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Atravessando o riacho 

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Segunda subida forte,  como é trilha de moto, muitas valas e pedras soltas. 

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Viemos laaaa debaixo

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Mais uma subida forte em pedras grandes.

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Término das subidas, lindo visual

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Caminhando na crista da montanha

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Vista de toda região e começo da descida, no primeiro plano a casinha branca, do lado direto dela começa a trilha para Delfinopolis. 

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Porteira informando que passamos numa propriedade particular 

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Comendo Jatoba no pé. 

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Chegando a Delfinopolis 

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13° dia   -  07.08.2017  -  Segunda-feira
Saída de Delfinopolis e chegada a São João Batista da Canastra - MG
+- 111 kms em aprox. 03:20hrs
OBS.: Trecho feito de carro.

Abastecemos o carro em Delfinopolis(Gasolina a $4,40 o litro), calibramos os pneus,  compramos alguns petiscos.
No trevo viramos à esquerda, pegamos estrada de terra com muita poeira e pouco movimento de veículos. Passamos ao lado do lago de furnas com belos mirantes.
Depois de uma forte e longa descida chegamos num entrocamento e viramos à direita  (esse trecho tem muita costelas de vaca e buracos).
Mais alguns kms chegamos noutro entrocamento e viramos novamente à direita  (neste trecho tem subidas fortes com buracos).
Extensas plantações de milho, soja, sorgo, trigo... algumas criações de carneiros e gado.
Após este entrocamento chegamos no topo com estrada mais larga e sem muitos buracos,  atravessamos alguns mata -burros.
Chegamos a primeira portaria,  segundo o guarda pode montar barraca no espaço gramado perto da Guarita  (fora do parque), não  foi cobrado tarifa pra ingresso no parque.
Percorremos mais alguns quilômetros até a segunda portaria e poucos metros chegamos ao distrito de SJB da Canastra.

Obs.:
A uns 55 kms de Delfinopolis tem algumas casas. Numa das casas  serve marmitex  mas não tem hospedagem
Mais uns 25 kms chegamos na portaria do parque  (não estão cobrando entrada). Neste trecho só tem hospedagem a uns 6 kms da rodovia  (deve ser caro, pois é hotel fazenda ) não tem nenhum apoio.

ALTIMETRIA:
Portaria  parque saída para Sacramento: 1265 msnm
São João Batista da Canastra: 1170 msnm

SÃO JOÃO BATISTA DA CANASTRA (distrito de São Roque de Minas): muito pequeno,  algumas casas, tem uma mercearia, padaria pequena,  algumas 4 pousadas, camping, vi somente um restaurante.
Pousada de $55 a $100 por pessoa.
Alguns moradores fornecem refeições a $25, na baixa temporada tem que reservar.

Hospedagem: Pousada Vila Canastra 035 98818-6366, quarto pequeno,  uma beliche com colchão fino, banheiro compartilhado, ventilador, wifi fraca. Preço: $60 por pessoa sem café da manhã.
Obs.: Tem área de camping $35 por pessoa sem café da manhã.
Tem cozinha mas sem fogão. Tem churrasqueira.
Tem opção de quartos mais caro, mas sem café da manhã.
Fornece refeição, cara e pouca, não compensa.
 

14° dia   -  08.08.2017 - Terça-feira
Saída São João Batista da Canastra chegada a Cachoeira do Fundão e retorno à SJB da Canastra.
+-33 kms em aprox. 08:10 hrs
Acumulado: 310 kms

IDA:
Acordamos antes da 05 da manhã,  o tempo estava frio com poucas nuvens, no transcorrer do dia o sol foi infernal.
Saímos às 05:30hrs, seguimos um bom trecho até o trevo para Araxa,
Viramos à direita,   passa mata-burro e continue seguindo a principal. .
Passa a segunda ponte de madeira e continue na principal(no entrocamento continue à esquerda )
No topo vire a direita chegando num colcho feito de um tronco de árvore do outro lado da cerca.
Siga à direita beirando a cerca de arame. Atravessa porteira de ferro.
Mais à frente tem um colchete à direita,  não entre, continue mais uns metros e atravesse outra porteira de ferro.
Quando chegar numa porteira de ferro à esquerda continue reto rente à cerca, vire à esquerda no colchete  entre nele e siga, vai ver um curral à esquerda, pegue a trilha que desce até o riacho  (trilha bem demarcada)  atravesse, pega uma subida forte até estrada.
Na estrada vire à esquerda, descida forte com muitos buracos e valas, pedras soltas.
Chegamos numa casa, o morador estava trabalhando mais a frente.
Seguimos à estrada até entrada da trilha, seguimos pela encosta com muita pedra e precipícios até base da cacheira,  lago bem grande.
Chegamos em 03:55horas,  altitude na base da cachoeira: 955 msnm

RETORNO:
Fomos por outro caminho,  por dentro do parque.
Pegamos uma subida fortíssima de uns 7 kms num sol forte. Chegamos na estrada principal do parque e viramos à direita, mais alguns quilômetros chegamos num trevo e viramos à direita e seguimos até outro trevo, seguimos à direita até portaria do parque,  anotaram nossos dados e logo chegamos ao distrito de SJB.
A mulher que disse que faria o almoço não tinha chegado até às 16 horas,  resolvemos ir na mercearia e comprar alguns petiscos pois na pousada não tinha fogão.
Topo dentro do parque : 1350 msnm
Tempo: 04:15hrs

Hospedagem: o mesmo do dia anterior

Algumas fotos:

Amanhecendo

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A lua cheia foi nossa companhia por um bom tempo 

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Cacheira do Fundão fica naquelas montanhas no horizonte 

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Lindo amanhecer

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Primeira porteira em companhia com uma moradora que encontramos 

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Caminho 

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Já depois do colchete

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Depois do riacho sempre subindo até estrada

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Atravessando o rio, já dentro do PN 

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Entrada da trilha para cachoeira do Fundão. 

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Cachoeirado Fundão 

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Primeira subida

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Na crista da montanha

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Lindo visual de montanha 

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Viemos lah de baixo

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Quase no final da subida

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Chegada a SJB da serra da canastra

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15° dia  -  09.08.2017  -  Quarta-feira
Saída de SJB da Canastra e chegada à garagem de pedra e retorno ao distrito de SJBC.
+- 24 Kms em aprox. 04:45hrs
Acumulado: 324 kms

Tivemos que sair mais tarde, o parque só abre as 08 da manhã.
Entramos no parque e pegamos estrada com subida forte e longa,  depois algumas retas e descida no final.
Passamos por dois trevos para Sacramento,  mais à frente passamos pela entrada da cachoeira do Fundão,  mais uns 4 kms chegamos a garagem de pedra.
Essa atração é bem simples, mas o mirante que fica atrás dela tem um ótimo visual de montanha.
Na volta tivemos a grata surpresa de ver, bem de perto, um tamandua-bandeira, ele quase nos "atropelou", passou uns 5 metros na nossa frente. MEMORÁVEL!
Retornamos à SJBC pelo mesmo caminho,  passamos pela portaria e fomos até o topo de uma cachoeira entrar num lago pequeno com água muito fria.

Hospedagem: a mesma do dia anterior.

Algumas fotos:

Do lado esquerdo entrada para cachoeira do Fundão 

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Chegando a garagem de pedra

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Garagem de pedra abaixo

Lindo visual de montanha atrás da garagem de pedra

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Aparição do tamandua-bandeira. MEMORÁVEL!  Atravessou a estrada na nossa frente. SEM DÚVIDA O MOMENTO MAIS EMOCIONANTE DA VIAGEM

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Garagem de pedra.

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16° dia  -  10.08.2017  -  Quinta-feira
Saída de SJB da Serra da Canastra e chegada a SJB do Glória - Mg 
Trecho feito de carro.

Saímos depois das 08 pois o parque só abre neste horário.
Passamos na nascente do rio São Francisco, paramos no centro de visitantes mas estava fechado.
Almoçamos em São Roque de Minas.
Passamos em Piunhim rapidamente e seguimos para Capitólio(tem um pedágio  $5,80),conhecemos rapidamente a cidade e fomos até o mirante dos Cannyon na estrada.
Uns quilometros a mais pegamos estrada de terra à direita e fomos para SJB do Glória.

Hospedagem: Pousada Manga Rosa em SJB do Glória,  ver dias anteriores.

ÚLTIMO DIA EM MINAS GERAIS 

11.08.2017  -  Sexta-feira

Saída de SJB da Glória-Mg e chegada a Batatais-Sp
Trecho de carro

Tomamos café da manhã,  e partimos rumo a Passos, atravessamos a ponte sobre o rio grande e pouco depois chegamos a Passos.
Atravessamos a cidade rumo a Franca-SP,  estrada asfaltada com pouco movimento.
Reencontramos o Jean e a família dele  (aquele que nos deu carona no parque), ficamos 5 horas num animado papo(que pessoal amável), depois partimos e resolvemos pernoitar em Batatais.

Hospedagem: hotel Candeias,  camas ótimas, tv aberta, ventilador, frigobar, wifi, limpo. Preço  $63 por pessoa com café da manhã. RECOMENDO.

BATATAIS: Simpática cidade do interior paulista,  visitamos o acervo do Portinari na igreja matriz da cidade.
Povo muito hospitaleiro.

Algumas fotos:

Nascente do rio São Francisco 

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Praia artificial em Capitólio -Mg

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Mirante Cannyon capitólio  (próximo estrada)

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Barragem de Furnas,  e aqui que segura toda aquela água do lago.

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Lembrança de Franca-SP,  fábrica da Amazonas (estive nesta fábrica a uns 40 anos atrás). Como o tempo Passa rápido.  

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 Farei um resumo de nossa estadia em Ubatuba- SP. 

Afim de recuperar uma lesão,  resolvemos tirar 10 dias em Ubatuba - SP,  local agradabilíssimo com pessoal gentil e hospitaleiro.
Pegamos um ótima safra de Tainha e camarões,  todos os dias esbaldamos com frutos do mar frescos  a um preço bem acessível. 
Nestes 10  dias caminhamos por várias praias,  sempre saindo antes das 06 horas da manhã e durante 5 horas caminhávamos cerca de 20 quilômetros.
Hospedagem: Pousada Sossego,  Fone 012 3832-2136 Itaqua - Ubatuba-SP.  Lugar ótimo, cama boa, tv, ventilador, wifi, ar condicionado cozinha com todos utensílios, geladeira e fogão, sofá cama, varanda. Preço: R$55 o casal sem café da manhã.  RECOMENDO.

Algumas fotos:

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    • Por QUERUBA
      Prainhas do São Francisco
       
      O dia começou com um café da manhã daqueles! Tudo bem mineiro como o visitante espera encontrar. Nem dá pra descrever tudo que a família de dona Idelzuita, de 83 anos, tinha preparado para os hóspedes da Pousada. Mas logo me vem à memória e ao paladar o pão-de-queijo feito com ovo caipira e o tradicional queijo Canastra.
      Esse vale a pena trazer um. Você encontra tanto nas Pousadas, quanto nas fazendas e nos mercadinhos das cidades que ficam ao pé da Serra. Os preços que encontramos ficavam entre R$ 15 e R$ 25 o quilo de queijo. Comprei um por R$ 15 num mercadinho no centro do município de Vargem Bonita.
      Nosso café da manhã – estávamos em 5 pessoas – foi ainda mais especial porque da varanda era possível avistar o paredão de rocha da Canastra. Refeição observada por duas Siriemas que todos os dias aparecem no gramado perto do refeitório. Ali, uma coisa já ficou clara. A gente era a visita. Elas os primeiros moradores da Serra que iríamos conhecer. E naqueles três dias viriam outros animais, alguns ameaçados de extinção.

      Olho nas Siriemas e ouvidos atentos às histórias de dona Idelzuita, que cresceu ao pé da Serra. Ali ela soltou a primeira frase que fiz questão de anotar no bloquinho que eu carregava no bolso: “O garimpo não deixou ninguém rico. Valeu a ilusão”. A região da Serra da Canastra é uma das mais recentes zonas produtoras de diamantes de Minas Gerais. Foi descoberta na década de 1930.
      A Pousada de dona Idelzuita fica numa fazenda. São vários chalés. O nosso ficava bem perto de uma das curvas do São Francisco. Dali partimos para o primeiro encontro com o Velho Chico que – na parte baixa da Serra da Canastra - ainda parece ser uma criança perto do que ele se transformará adiante. O rio São Francisco nasce na Serra da Canastra e percorre 2.700 quilômetros em 5 estados brasileiros – Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas – até desembocar no Oceano Atlântico.
      Fomos a pé até uma prainha de água doce, claro. São várias espalhadas por todo o percurso do rio. Basta se aproximar de algum ponto da margem do São Francisco para você encontrar cenários como este:

      Como é comum com os mais antigos no interior de Minas pedimos a benção do Velho Chico tocando o leito do rio. Dali partimos de carro para a grande aventura do dia: conhecer a cachoeira Casca D’Anta.
       
       
      Cachoeira Casca D'Anta
       
       
      A explicação para o nome da cachoeira estaria numa árvore comum na região: a Casca D’Anta. A árvore ganhou esse nome porque tem propriedades medicinais cicatrizantes. Diz a lenda que quando a Anta está ferida ela vai até a árvore e se esfrega no tronco para curar ferimentos superficiais.
      Do município de Vargem Bonita até os pés da cachoeira Casca D’Anta são 23,5 quilômetros (22 Km de carro em estrada de terra + 1,5 Km de trilha a pé dentro da mata). Ainda no trecho de carro vale a pena ficar atento. De longe já é possível avistar a Casca D’Anta tamanha é a grandiosidade da queda d’água. Ela se forma 14 Km depois da nascente do São Francisco.

      Há placas indicando o caminho até a cachoeira, uma das principais atrações da Serra. Como é grande o trânsito de veículos 4x4 vale a pena fechar a janela do carro pra não ficar literalmente comendo poeira. Entre uma foto e outra vacilei e senti o gosto da terra na boca durante o percurso.
      A estrada termina numa casa de pedra. Está é uma das portarias do Parque Nacional da Serra da Canastra. É a Portaria 4. O visitante deixa o carro no estacionamento – um terreiro de terra bem em frente a casa. A partir deste ponto é preciso seguir a pé. Antes o visitante paga uma taxa de R$ 8 para ter acesso a trilha que leva até a Casca D’Anta.
      O pagamento é apenas em dinheiro. Estrangeiro paga R$ 16. A entrada é de graça para quem tem menos de 12 anos ou mais de 60 anos. Na portaria o visitante pode retirar um folheto com informações. O horário de entrada é das 8h às 16h horas. O visitante deve voltar e deixar o Parque até às 18h. No horário de verão, a entrada é estendida até às 17h e a saída até às 19h por conta da luz solar. É proibido entrar com bebida alcoólica e também com animais domésticos.
      O percurso da portaria até a cachoeira é de 1,5 quilômetros. A maior parte dele em estrada de terra. É bem tranquilo de fazer. Tanto que ao longo do caminho cruzamos com crianças e também idosos. Existe inclusive estrutura turística ao longo da estrada como área de camping, banheiro masculino e feminino e quiosques com mesas para o visitante descansar e fazer um piquenique.

      Mais próximo da cachoeira, a estrada dá lugar a uma trilha estreita em trecho de mata fechada. Vale a pena ficar atento porque alguns pontos são bastante altos. Esse percurso é às margens do rio São Francisco. Lá embaixo, as pedras formam piscinas naturais. Vimos grupos de pessoas se refrescando nas águas. Para chegar lá basta seguir por trilhas menores que levam até o leito do rio.
      Quem segue em frente pela trilha principal chega até um mirante com uma visão privilegiada da Casca D’Anta. O ponto é excelente para tirar umas fotos.

      Ali também construíram uma pequena arquibancada para o visitante descansar e já admirar a imensa queda d’água que vai encarar em instantes. E ela surge do nada em poucos minutos de caminhada.

      Interessante reparar na reação das pessoas nesta hora. Elas ficam mesmo de boca aberta e com a cabeça inclinada para o alto. A cachoeira impressiona. A Casca D’Anta é a primeira grande queda do São Francisco. O paredão de água tem 186 metros de altura. Cai com tanta força que o impacto no lago provoca uma chuva que é lançada em direção aos visitantes. Impossível não se molhar.
      Vale muito a pena levar uma capa de chuva para não ficar ensopado como eu fiquei. É tanta água que você tem a sensação de ter entrado na água com roupa e tudo. Vez ou outra é bom enxugar a lente da câmera. A água que acumula fica visível nas fotos...rs.
      Chegar até o lago lá embaixo é bem arriscado. A chuva que se forma deixa as pedras escorregadias. O risco de acidente é grande. Antes de chegar na cachoeira tem inclusive uma placa alertando para os riscos, entre eles o de afogamento. O folheto que entregam na portaria não recomenda o banho na parte baixa da Casca D’Anta. Eu até me arrisquei nas pedras mas não entrei na água.
      Importante usar uma calça comprida leve para não arranhar as pernas e um calçado com solado antiderrapante. Um repelente também é fundamental porque se você voltar no fim da tarde os mosquitos atacam mesmo. E funciona. Basta passar para eles se afastarem e dar sossêgo.

      As gotas d’água lançadas no ar formaram um belo arco-íris naquele fim de tarde. E pra quem acha que o espetáculo do dia termina ali vale a pena parar o carro na estrada durante o caminho de volta e observar o sol repousar atrás da Serra. É outra imagem que você não vai esquecer. O céu muda de cor. Fica laranja. Com o flash da câmera ativado, o céu fica avermelhado. Mas a maior surpresa da viagem aconteceria mesmo no dia seguinte, na parte alta da Serra da Canastra.

    • Por Marthon Luiz Garcia Livram
      INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017.
       
      HOSPEDAGEM: Airbnb – Aplicativo para hospedagem.
       
      ROTEIRO
       
      Planejamento
       

       
      Um feriado de Carnaval é preciso programar com pelo menos 2 ou 3 meses de antecedência devido a demanda e também para tentar correr dos preços exorbitantes que aparecem na época.
       
      Capitólio, como é turístico e anda na moda, não é diferente, e para reduzir o orçamento de uma viagem assim, uma das melhores alternativas que encontrei foi ficar em outra cidade nos arredores do lago de Furnas.
       
      Os hotéis e pousadas esta época do ano estavam com preços além do imaginável, por isso nesta viagem usei pela primeira vez o AirBnb, o aplicativo de alugueis de casas para férias e feriados, foi um teste, e agora virei cliente e recomendo.
       
      Eu e a turma pegamos um apartamento no centro de Piumhi para 5 noites e 4 dias por R$ 1.045 (com taxa de limpeza). Um imóvel de 3 quartos para até 8 pessoas, ou seja, o carnaval todo por R$ 130,63 / pessoa, bem em conta, não??
       
      O POST completo recheado de foto, contatos e demais informações esta no blog http://www.queromochilar.com.br.'>http://www.queromochilar.com.br.
       
      Sobre a hospedagem com AirBnb
       
      Foi a primeira experiência de muitas, após reservado o imóvel, entramos em contato com a proprietária, quem nos instruiu sobre passeios, recebeu os primeiros que chegaram no imóvel, apresentou o bairro e teve o cuidado de deixar um lanchinho para quando chegássemos. Não tivemos nenhum tipo de problema. Só tenho Elogios a Francisca.
       
      Sobre a escolha de Piumhi.
       
      A cidade fica a 20 km de Capitólio, é uma cidade bem estruturada e bem menos movimentada. Como os atrativos ficam afastados de Capitólio, você acabará andando 30 km a mais (ida e volta) para fazer os passeios, isso dará em torno de 10 reais a mais (R$ 2,50 por pessoa se dividir por todos do carro), e ira economizar até um terço do valor da hospedagem que pagaria na disputada Capitólio.
       
      Ah, outra coisa, tem um pedágio de R$ 5,50 de Piumhi à Capitólio, ida e volta, mas mesmo assim acaba compensando.
       
      Planejando os passeios
       
      Como saímos na sexta as 15h30 de Montes Claros e chegamos ás 00h40 – nove horas de viagem por causa do trânsito pesado – e acordamos no sábado cedo, tivemos o dia todo pela frente para curtir as atrações deste lugar.
       
      Como todos ainda estávamos cansados, fomos nos passeios mais “próximos” e planejamos Morro do Chapéu na parte da manhã e Cascata Ecopark na parte da tarde.
       
      Morro do Chapéu.
       
      Entrada: Gratuito.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.
       


       
      O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar ao Morro do Chapéu, peguei a MG-050, sentido Canyons e andei até a estrada do Dique. Você vai seguir as placas do Hotel Engenho da Serra.
       
      Após andar 24 km (de Piumhi), ou 12 km se sua referência for de Capitólio, você vai cruzar a pista e entrar sentido o hotel Engenho da Serra, esta entrada é em uma curva e péssima de visão, achei perigosa. Após entrar começa a estrada de terra de 10,1 km até o topo, você vai passar pela estrada do Dique, e vai seguindo. Há Placas, logo vai ver uma indicando a entrada para o Morro do Chapéu.
       
      Havia trechos muito ruins para o carro ainda mais por que havia chovido, não eram atoleiros, mas trechos com buracos e pedras, muito ruim mesmo. Achamos carros voltando, desistindo e nos alertando, mas teimosos que somos resolvemos seguir, fui de Uno, mas não indico carro baixo se não for habilidoso em estrada de terra.
       
      Uma hora de carro e chegamos a um ponto quase no mirante que preferimos não passar com o carro e seguimos a pé devido as mas condições da estrada.
       
      Mapas: Estão disponíveis no Blog: http://www.queromochilar.com.br
       
      Sobre o Trekking:
       
      Impossibilitados de subir o morro até o final com carro, resolvemos terminar a pé, pois estávamos bem próximos.
       
      Fomos cortar caminho, pois era mais curto que seguir a estrada e fomos por uma trilha bem íngreme no meio dos morros, andamos menos de 1 km, mas foi um pouco puxado devido a subida.
       
      Quando chegamos no topo o visual compensa tudo. Lá de cima temos uma visão privilegiada do lago de furnas com seu verde esmeralda incrível que rende excelentes foto.
       
      Cascata Ecopark.
       
      Entrada: R$ 35,00 – Preço do Carnaval; Preço normal R$ 30,00.
       
      Horário: 9h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.
       
      Como Chegar:
       
      Após o Morro do Chapéu, voltamos para MG-050 sentido Passos andamos por mais 24 km (22 min) e chegamos na entrada do Ecopark. Aqui também temos que cruzar a pista, mas é mais tranquilo e a estrada de terra é bem curta, praticamente insignificante.
       
      Sobre a Cascata Ecopark
       
      No lugar há um restaurante que serve somente porções pequena a preços bem salgados (Ex: R$ 35,00 de filé de carne e R$25,00 de mandioca) e uma trilha curta de 1,2 km (ida e volta) com acesso ao mirante, cachoeiras e piscinas naturais.
       
      No Ecopark há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.
       
      O começo da trilha é bem sinalizado, mas depois vamos seguindo a trilha rumo ao mirante e ficamos sem saber onde termina, então seguimos até ver que se andássemos mais não mudaria a paisagem.
       
      Depois dos Mirantes fomos rumo as cachoeiras, para chegar até lá temos algumas pedras escorregadias como obstáculos, mas nada perigoso, só ter cuidado. Em alguns trechos temos que passar por água, o que pode molhar o tênis. Como esta trilha é fácil, curta e com mais de três paradas, recomendo ir de chinelo.
       
      A primeira cachoeira é a melhor para banho, com uma queda d´água que termina no lago dos Canyons de furnas e é possível ver várias lanchas que fazem os tours chegando para apreciar a paisagem.
       
      Para finalizar a trilha temos uma pequena escaladas em pedras para passar por outro poço de banho e outra cachoeira, a da entrada do Ecopark, na primeira foto.
       
      Acabou que ficamos das 12h30min até as 17h curtindo este belo lugar até retornarmos para Piumhí.
       
      Acordamos cedo e às 9h00 fomos direto para o Paraíso Perdido.
       
      Paraíso Perdido.
       
      Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Para chegar no Paraíso Perdido, pegamos novamente a MG-O50 sentido Passos, e andamos por 53 km (vindo de Piumhi) até chegarmos a estrada de terra que está em boas condições e são somente mais 4,6 km até a portaria da propriedade.
       
      O acesso é fácil, não se preocupe, pois é bem sinalizado e daqui podemos ver a hidrelétrica de furnas.
       
      Quando chegamos a fila de carros para entrar estava enorme, e esperamos em torno de uns 30 min para conseguir chegar a portaria.
       
      Na portaria, recebemos as instruções de funcionamento do lugar e segurança e seguimos rumo as cachoeiras.
       
      Sobre o Paraíso Perdido
       
      O Paraíso perdido tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo, só que juro, esperava mais.
       
      Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei 40 reais e vi 3 quedas (eu considerei, não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.
       
      Nossa sorte foi ter chegado cedo e curtido a cachoeira e o poço, pois próximo ao meio dia os instrutores começaram a retirar todo mundo por risco de tromba d´água, e para sair foi bem chato, pois só tem um caminho e estava lotado.
       
      Sobre a trilha:
       
      Para fazer a trilha não é permitido levar comida, nem garrafas descartáveis, mas como não revistam a mochila todo mundo acaba levando. Só não deixar lá, né pessoal?? Acho que vocês não fariam isso…
       
      A trilha é bem curta, mas quase 100% sobre as pedras, o que pode deixá-la um pouco perigosa, principalmente em dias de chuvas. Há três quedas pelo caminho, onde podemos tomar banho, e também há travessia na água. Eu recomendo ir de chinelo nesta trilha ou sapatilha aquática.
       
      A trilha é bem sinalizada e por ser um caminho único de ida e volta se for temporada fica lotada e um caos para subir e descer, mesmo com a equipe do lugar orientando o povo.
       
      Acabamos almoçando por aqui, pois há um restaurante ótimo com comida a quilo (R$ 38,00 / kg).
       
      Saindo daqui fomos curtir a cachoeira do Filó que estava próxima e no caminho de volta para Capitólio.

       
      Cachoeira do Filó
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Sem horário de funcionamento.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      A Cachoeira do Filó fica nas margens da MG-050, vindo de Capitólio está do lado direito, mas como estávamos voltando do paraíso perdido ela está ao lado esquerdo há 1,1 km.
       
      Não tem placa sinalizando o local, mas não tem erro, é cheio de carros parados no acostamento, ônibus, assim viu a muvuca fique sabendo que é lá.
       
      Sobre a Cachoeira do Filó
       
      A cachoeira do Filó é top!
       
      Uma bela queda d´água com um poço enorme excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.
       
      Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante, só ir contornando a queda dá água e subir pela mata, mais uns 100 m e você estará no topo da cachu, além de ter acesso ao poço atrás da mesma.
       
      O lado ruim é que ninguém cuida deste lugar, uma pena. E por estar assim ao Deus dará o pessoal MAL EDUCADO deixa lixo, e ouvi dizer até que estava tendo assaltos lá, por isso, cuidado.
       
      Trilha do Sol.
       
      Entrada: R$ 40,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
       
      Horário: 8h00 as 18h00.
       
      Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado.
       
      Como chegar:
       
      Como quase todos passeios, a trilha do sol também fica na MG-050, no Km 304, há 38,1 km de Piumhi. Há sinalizações na estrada indicando a entrada da estrada de terra onde temos que entrar. A estrada de terra é ótima e somente 1 km.
       

      Sobre a Trilha do Sol
       
      Recomendo ir no primeiro horário, principalmente em véspera de feriado, pois a portaria estava lotada e uma bagunça no inicio da manhã.
       
      Neste dia fiquei feliz, pois realmente fiz uma trilha. E achei o melhor dos passeios pagos, sério, é imperdível este lugar.
       
      Há três atrativos principais na trilha do sol:
       
      1- Cachoeira no Limite.
       
      2- Cachoeira do Grito.
       
      3- Poço Dourado.
       
      Ah, e a parte naturista se não tiver acanhado…rs.
       
      Sobre a Trilha – Passando pelos 3 atrativos.
       
      Primeiro fomos em direção a Cachoeira no Limite e penso que é por onde devemos começar a trilha. Uma caminhada de apenas uns 25 minutos e estamos no lugar.
       
      A trilha é show, pelo cerrado florido e rodeado de paisagens incríveis, poucas subidas e descidas e a mais fácil das 3.
       
      Depois da cachoeira e do banho de chuva, voltamos o caminho até a bifurcação inicial com as placas e agora vamos rumo a cachoeira do Grito.
       
      A trilha para o grito também é bem tranquila, com subidas pouco íngremes e paisagens incríveis. Somente para descer até a cachoeira que os mais sedentários sofrem um pouco, pois tem uma escada com 69 degraus que na volta cansa um pouco as pernas rsrs….
       
      Após subir a escada para o retorno vamos seguindo as placas rumo ao poço dourado, que é o mais top de todos os atrativos na minha opinião. Como eu não tinha lido nada sobre este lugar, esse poço foi uma bela surpresa.
       
      Para chegar até lá temos uma descida íngreme, e chegamos em um poço, na hora não achei nada demais, mas então descobri que as pessoas estavam entrando em uma abertura na mata seguindo o córrego e descobrimos que o poço na verdade era lá dentro.
       
      Entrei no córrego e fui seguindo, tem horas que a água chega quase na cintura (minha cintura de uma pessoa de 1,67 m…rs), mas a maior parte do trajeto a água fica no joelho.
       
      O caminho dentro do córrego no meio da mata é espetacular, ainda mais que durante a trilha temos paredes com muitas pedrinhas empilhadas que deixam o lugar ainda mais interessante.
       
      No final da trilha temos uma cachu que é impossível resistir, ainda mais você estando todo suado da caminhada.
       
      Mesmo com travessia em água, recomendo na trilha do sol ir de tênis, pois são 4 km. O lugar tem estrutura com restaurante, que apesar de não ter comido por lá, parece ser bom.
       
      Daqui fomos direto para o lugar onde saem os passeios de lancha que já estava agendado. No local ficam dois restaurantes, entre eles, o do Turvo que estava saindo pessoas para fora. Então resolvemos almoçar no Águas Minas (R$ 40,00 / kg), fila menor e comida ótima.
       
      Passeio de Lancha nos Canyons.
       
      Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
       
      Horário: Agendado – das 8h00 as 16h00.
       
      Duração do passeio: 2 horas.
       
      Após o almoço fomos procurar o Furnas Aventura, a empresa que nos levaria para fazer o Canyon de lancha, o passeio foi incrível, mas a empresa uma decepção. Umas duas semanas antes do passeio liguei e reservei o mesmo para 6 pessoas, na data que liguei me informaram o preço de R$ 80,00 por pessoa, informei todos meus amigos e na hora que chegamos lá estavam cobrando R$ 100,00, ok, entendo que aumentam o preço do carnaval, mas deviam informar seus clientes, pois combinar uma coisa e fazer outra para mim é falta de respeito.
       
      Questionamos a situação e a única alternativa que nos deram foi desistir do passeio, disseram claramente que não precisavam da gente e que a fila de espera era grande, se quiséssemos desistir podíamos ficar à vontade. Sem outra opção e sem vontade de ficar sem fazer o principal de Capitólio, acabamos indo e curtindo muito, mas nunca mais uso esta empresa e nem recomendo.
       
      Nosso passeio de lancha saiu as 14h00 de frente ao restaurante do Turvo e teve duração de 2 horas. Pedem para não levar garrafas de vidros, destilados e caixas térmicas grandes, pois o espaço é pequeno.
       
      Mapa do passeio de lancha no Aplicativo Wikiloc.
      Fomos direto nos Canyons com as duas cachoeiras, cuada e de cuadinha, quando vamos chegando a paisagem é fantástica e ver aquelas duas quedas de água no meio daquele Canyon com águas verde esmeralda com certeza é uma cena para se gravar na mente para vida toda. Este lugar é o cartão postal de Capitólio e Lago de Furnas.
       
      O lugar estava lotado demais e não atrapalhou o bom banho no rio e as fotos.
       
      Depois daqui fomos conhecer o Vale dos Tucanos, onde nosso motorista explicou sobre a história do lago de furnas e esclareceu várias dúvidas. Este vale tem pontos de 80 até 190 metros de profundidade. Não paramos para nadar, pois o tráfego de lanchas e jets estava grande, sendo nadar perigoso.
       
      Fomos então na cachoeira do Ecopark pelo Canyon – onde fomos no nosso primeiro dia – e a vista deste angulo foi demais.
       
      Depois fomos para frente da Lagoa Azul, que estava bem cheia e ruim descer para nadar, penso que nem azul estaria….rs.
       
      Tinha que pagar R$ 20,00 para acessar e como é possível fazer por terra este passeio, o nosso piloto nos levou para finalizar o passeio em um lugar desconhecido, o Vale das esmeraldas, lá estava bem tranqüilo e finalizamos nosso passeio com um banho delicioso aqui.
       
      Mais paisagens incríveis na volta e ao som do Bob Marley tocando na lancha retornamos, foi um passeio incrível, com certeza imperdível.
       
      Aproveitando que ainda era 16h00 fomos conhecer outro lugar muito procurado – o Mirante do Canyon.
       
      Sobre o Mirante do Canyon
       
      Entrada: Gratuita.
       
      Horário: Aberto.
       
      Duração do passeio: Em torno de 40 min.
       
      Como Chegar:
       
      Após o restaurante do Turvo, andei sentido Passos mais 5,4 km e cheguei a entrada do mirante. Você irá ver muitos carros estacionados no acostamento. Neste dia, paramos um pouco mais afastado, uns 100 m, em uma entrada de estrada de terra, pois tínhamos escutado que a polícia estava multando os carros estacionados irregularmente no acostamento.
       
      O acesso ao mirante é supertranquilo, apenas 300 metros da rodovia e plano, lá temos uma visão incrível das duas cachoeiras que desaguam no Canyon. Por ser gratuito e de fácil acesso nem preciso dizer que lá está sempre lotado, né?
       
      Em frente ao mirante há uma outra cachoeira gratuita e bem bonita, a Diquadinha.
       
      E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA??
       
      1- Orçamento minha viagem: R$ 249,75 / dia / pessoa.
       
      Considerado: Gastos com carro (14 km /l) e pedágio dividido por 4 passageiros + Passeios + Compras + Alimentação fora Hospedagem Airbnb + Viagem de Montes Claros a Piumhi.
       
      2- Orçamento sem hospedagem e combustível do deslocamento MOC – Piumhi: R$ 122,98/ dia / pessoa.
       
      Muito mais dicas e informações no http://www.queromochilar.com.br

    • Por casal100
      Fizemos a maioria dos caminhos que passam pela Serra da Mantiqueira(Estrada Real, Caminho da Fé, Crer....), alguns mais de 1 vez.
      É quase unanimidade entre os caminhantes que, indiscutivelmente, a Serra da Mantiqueira têm as mais bonitas paisagens e, nós concordamos integralmente. São caminhos que proporcionam lindas fotos,  clima agradabilíssimo, povo acolhedor e simpático, ingredientes que definiram esse roteiro.
      Foram quase 50 dias e mais de 1.100 quilômetros de muitas alegrias, felicidade e paz,  poucas tristezas e decepções.
      Começamos e terminamos na MAGNÍFICA cidade de Campos do Jordão-SP, depois de rever vários lugares (passei alguns invernos nesta bela cidade, quando eu era "bacana"). A cidade se transformou,  criaram vários roteiros turísticos, belas e caras casas dos novos e velhos "bacanas", ótimos restaurantes, atrações mil,  pousadas e hotéis de todo tipo e preço, tem até o refúgio do peregrino, comércio bom, povo hospitaleiro, clima perfeito e, ainda por cima fomos no verão,  baixa temporada,  onde com facilidade encontramos boa hospedagem com preços menores que muitas hospedagem em cidades pequenas.

      Outra coisa que pesou em escolher fazer essa travessia é que a região se assemelha muito com um projeto que temos em mente, que é a travessia entre Punta Arenas x Arica no Chile,  então serviu como treinamento.
    • Por casal100
      ROTEIRO À PÉ:
       
      RIO GRANDE DO SUL:
      Portão
      Bom Princípio
      Carlos Barbosa
      Garibaldi
      Bento Gonçalves - Vale dos vinhedos
      Bento Gonçalves - Pinto Bandeira
      Bento Gonçalves - pela cidade
      Bento Gonçalves - caminho de Pedras
      Caxias do Sul - flores da Cunha
      Caxias do Sul - estrada dos imigrantes
      Nova Petropolis
      Gramado - Natal de Luz
      Canela - Cachoeira do Caracol
      Gramado - pela cidade (parques, centro)
      Santa Maria Herval
      Picada Café
      Ivoti
      Sapiranga
      Três Coroas
      São Francisco de Paula
      São Francisco de Paula  (parques, lagos e pela cidade)
      Tainhas
      Cambará do Sul
      Cambará do Sul - Canyon Itambezinho
      Cambará do sul - canyon Fortaleza
      Torres - praia
       
      SANTA CATARINA:
      Praia Grande - descida Serra do faxinal
      Balneário Gaivota - Praia
      Balneário arroio do Silva - Praia
      Balneário Rincão - Praia
      Balneário corrente - Praia
      Farol de Santa Marta - Praia
      Laguna - cidade histórica + Praia
      Orleans
      Guatá  (distrito de Lauro Muller) pé da serra do Rio do Rastro
      Bom Jardim da Serra
      ROTEIRO DE ÔNIBUS :
      São Joaquim
      Urubici
      Bom Retiro
      Lages
      Fraiburgo
      CONTINUAÇÃO À PÉ SANTA CATARINA:
      Videira
      Treze Tílias
      Água Doce
      Jaborá
      Concórdia
      Seara
      Chapecó
       
      PARANÁ (ÔNIBUS):
      Curitiba
      Paranagua
      Morretes
       
      QUILÔMETROS /DIAS: +- 1.300 kms em 53 dias
       
      PESSOAS:
      No planejamento da viagem nossa preocupação era de como seríamos recebidos nas pequenas cidades, visto que algumas delas não tinham vocação turística, e "mochileiros"poderiam ser "novidade". Mas, essa preocupação foi rapidamente deixada de lado.
      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
      Praticamente todas as cidades desse roteiro tinham pousada ou hotel, somente o distrito de tainhas-SC não tem, somente restaurante (mas esse trecho tem serviço de ônibus intermunicipal).
       
      ESTRADAS:
      Optamos em fazer pelas estradas asfaltadas(alguns trechos fizemos em estrada de terra), pois não conseguimos informações sobre estradas secundárias nesta região.
       
      COBRAS:
      Nunca vimos tantas cobras como na serra Gaúcha, teve dia que vimos umas 5, quase minha esposa pisou numa em uma rodovia asfaltada.
      Elas ficam enroladas na pista de rolamento, é normal vê-las todas esmagadas por veículos, ficam parecendo um desenho no chão (pois vários veículos passam por cima).
       
      ANIMAIS SELVAGENS:
      Outra coisa que nos chamou atenção, vimos muitas espécies(raposa, cobras, tatu, macacos, roedores, porco espinho etc) passando lentamente perto de nós.
       
      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
      O gerente nos recebeu num descaso tremendo, nem respondia nossas perguntas, foi preciso a intervenção de uma funcionária para resolver a situação (quase mandei o cara a pqp), o infeliz está no lugar errado.
      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
      PREÇOS HOTÉIS:
      Variou de $25 a 95 por pessoa (mas a crise pegou todo mundo ), em alguns lugares priorizamos ficar em lugares melhores,
      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
      Não fizemos nenhuma reserva, foi muito tranquilo.
       
      PREÇOS REFEIÇÕES:
      variou de $10 a $35 por pessoa à vontade.
      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por casal100
      Realizamos no período de 19 a 28 de julho de 2015, o circuito completo do Vale europeu em Santa Catarina. Foram 10 dias contemplando e vivienciando lugares, pessoas maravilhosas.
      Destaco alguns locais incriveis: Pomerode, blumemau, fazenda campo do zinco e sua maravilhosa cachoeira, lindos mirantes, estradas encantadoras, pessoas hospitaleiras e cordiais. Nāo tivemos nenhum incidente.
       
      Começamos antes do circuito, fazendo o caminho entre blumenau e pomerode a pé, e no final fizemos do mesmo modo a rota enxaimel em Pomerode, por isso o roteiro foi concluido em 10 dias.
       
      Brevemente relato completo.


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