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Fala aí, pessoal!

Queria compartilhar com vocês o vídeo blog que eu fiz da expedição para a Canastra que fizemos no começo do ano.
Foi uma expedição de cinco dias, incluindo nossa ida de Atibaia e também o dia de volta. Percorremos na Serra da Canastra quase 400 quilômetros de estradas de chão em alguns trechos bem complicados, na Serra Branca.


O trajeto foi:
Atibaia para São João Batista do Glória,
São João Batista do Glória para São José do Barreiro (via Vale da Babilônia e Serra Branca),
São José do Barreiro para São Roque de Minas,
São Roque de Minas para Cássia (Via condomínio de Pedra, Delfinópolis),
Cássia para Atibaia.


Conhecemos ainda a Casca D'Anta (parte baixa e parte alta), a nascente do Rio São Francisco, a linda cachoeira do Fundão, os famosos currais de pedra, além da garagem de pedra. 


A viatura da viagem foi uma Toyota Hilux SR5 2000! Ao longo do vídeo eu passo várias dicas. Espero que gostem. Para os que tiverem uma disposição maior já me dá uma ajuda e se inscreve no canal: https://goo.gl/3oUPyC :D

 

 

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Muito Bom!!!

Em Julho 19, quero ir conhecer. Vou sair de S.Luis MA, de Jipe Band e quero atravessar de Delfinópolis / S.Roque pela estradinha do céu. Gostei da dica do S.José do Barreiro, vou trocar S.Roque por esse local (Pernoite), assim como vou tentar incluir esse trecho pela Serra Branca  / S João Batista da Gloria. 

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    • Por guskow
      EXPEDIÇÃO 4x4 - Curitiba a Uyuni e Atacama via Jujuy e Paso Sico (15 dias em Novembro de 2018)
      Após ir de São Paulo a Fortaleza via Jalapão e Lençóis (relato aqui), foi vez de se inspirar neste blog e se aventurar de Toyota Bandeirante rumo a Bolivia, Chile e Argentina.

      Principais pontos: Argentina: Jujuy (Tilcara, Purmamarca, Humahuaca) e Cafayate. Bolívia: Salar do Uyuni e Chiguana, Deserto de Siloli, Reserva Eduardo Avaroa, Lagunas, Geiser Sol de la Mañana. Chile: San Pedro de Atacama e atrações Duração: 15 dias e 6.854 km, 700 L de diesel Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH, guincho Equipamentos: Pá, macaco hi-lift, esteira de desatolagem, 45L diesel adicionais em galões, bomba encher pneus, extenso kit de ferramentas e peças sobressalentes Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente) Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente marcados Hospedagem: pousadas via booking.com, porém estávamos preparados para dormir no carro e de fato o fizemos 1 noite Fronteiras: Dionísio Cerqueira-SC (BRA) - Bernardo de Irigoyen (ARG); La Quicaca(ARG) - Villazón(BOL); Hito Cajon (BOL-CHI); Paso Sico (CHI-ARG) Obs: Viagem para 4x4 apenas, e requer pneus resistentes devido ao terreno e pedras. Usamos bastante creme labial e hidratante, protetor solar, e quantidade absurda de ÁGUA. Parte A –  Curitiba a Jujuy (2.128 km em dois dias)
      Dois dias de bastante estrada. Saímos cedo para cruzar o Paraná e pegar a fronteira de Dionísio Cerqueira-SC, que é menos movimentada que a de Foz, além de encurtar caminho para nós. Os procedimentos foram rápidos e feitos de dentro do carro. Carta Verde foi solicitada duas vezes no processo, acho que mudou uma regra e não rola mais fazer o seguro após cruzar para a Argentina. Após entrar, pediram para estacionarmos o carro e irmos fazer mais um trâmite em outro prédio, foi tranquilo. Saímos com carimbo em uns pequenos papéis (boletas) que depois nos pediram várias vezes em hotéis e fronteira.
      Já na Argentina, sacamos uns pesos em um caixa automático e avançamos até Posadas onde dormimos em um lugar excepcional chamado Irová Apart Hotel. Cruzamos o retão do Chaco em uma pegada de 1.200km que surpreendentemente não foi tediosa. Pelo contrário, achamos a paisagem agradável e o dia foi gostoso, acumulamos centenas de insetos no parabrisa e encontramos dois passarinhos atropelados: preso um na grade dianteira, e outro no guincho.
      Passamos por dezenas de barreiras policiais. Quase todas as vezes nos perguntavam origem e destino, e frequentemente nos paravam para pedir documentos e olhar o carro. Porém correu tudo bem. Vimos uma cobra grande morta na estrada, e outra viva que fez menção de “morder” nosso pneu. Vimos um tucano, muitas maritacas, e infinitos passarinhos. Estrada é ótima (com exceção de pequeno trecho no fim) e pouco movimentada. Dormimos em um apartamento em San Salvador de Jujuy, que é bastante urbana, desviando Salta pois nosso objetivo era avançar rumo a Bolívia.
      Parte B – Jujuy (ARG) e passagem para Bolívia
      Fomos a Purmamarca logo cedo. Além de simpaticíssima, a cidade é cercada por morros coloridos que propiciam vistas incríveis. Essa foto abaixo requer subir um mirante a pé por uns 20 minutos, valeu a pena. Há uma praça central com artesanato, e bastante fluxo de turistas.

      De lá fomos a Tilcara, onde almoçamos no centrinho na companhia de cães sarnentos e uma geladíssima cerveja – uma das poucas da viagem. Conhecemos as ruínas de Pucará de Tilcara que foram medianamente interessantes. Seguimos para Humahuaca, onde dormimos, e fomos conhecer a serra de Hornocal onde está o mirante das 14 cores.

      Esta estrada é bem íngreme e leva a 4.350m, nos propiciando os primeiros episódios de Soroche – mal da altitude. Nós sentimos basicamente perda de fôlego, que era facilmente resolvida com pausa + respiração profunda. A Toyota sobreaqueceu na subida da serra, exigindo que parássemos duas vezes. Na segunda parada, percebemos que o sistema de arrefecimento estava bem vazio e com pouco aditivo, o que assustou bastante pois havíamos completado o radiador com água pela manhã do mesmo dia. Na volta, o posto YPF tinha os aditivos (refrigerantes) que precisávamos para o radiador já que eu só carregava um litro no carro.

      Acordamos no dia 4 e encaramos 481km até a cidade de Uyuni, parando apenas na Duna Huancar (lagoa e duna interessante para visitar) e na fronteira em La Quiaca / Villazón onde a burocracia foi rápida, apesar da confusão com as diversas “janelinhas” onde deveríamos passar (inclusive acho que pulamos uma). Aqui tem o detalhe de pegar a declaração juradae tratar como um filho. Fizemos fotocópias dela e tiramos fotos de todos os celulares. Já saindo da imigração, um policial parou e ficou fazendo firula, aí pediu o equivalente a uns 20 reais por um carimbo... fui embora fingindo que nem escutei.
      Trocamos uns dólares e seguimos para a cidade de Uyuni, que é bastante seca e sem graça porém é o último lugar (semi-)civilizado pelos próximos 3 dias da viagem. Visitamos o cemitério de trens (sem graça) e ficamos em um baita hotel legal (Cristales Joyas de Sal) – nosso parceiro durante as crises noturnas de Soroche. Falando nisso, compramos uma garrafinha de oxigênio e umas pílulas aqui, que acabamos não usando. Enchemos o tanque naquele preço bacana para estrangeiros (8,8 versus 3,4 para locais) e ficamos prontos com 65+20+25 litros de diesel (isso é muito importante pois não há mais infra até San Pedro de Atacama, e maioria dos carros locais é a gasolina então precisa mesmo se garantir.
      Parte C – Salar do Uyuni e Chiguana
      Se ir pra Bolívia sem muito planejamento nem experiência já era uma baita cag*ada, partir para o Salar do Uyuni em um jipe antigo próprio, sem guia nenhum, levando os pais sexagenários para passar 3 dias isolados, sem infra e incomunicáveis era realmente o ápice da irresponsabilidade! 
      Tínhamos lido na internet o suficiente para saber que muita coisa poderia dar errado. Os relatos de perrengues homéricos e fatalidades são abundantes. Mas bah, o dia clareou e adentramos no Salar sem pensr muito, só com o frio na barriga. A euforia foi grande ao ser engolido por aquela imensidão branca! Chegamos nos monumentos (Dakar, Bandeiras, Palácio de Sal) cedo e já quebramos a regrinha de 10 fotos por dia que queríamos tentar respeitar como máximo. O solo estava bastante rígido como uma highway, e o track do GPS coincidia com marcações de pneus pelo trajeto. Paramos pra tirar fotos e vimos apenas um ou dois carros no horizonte durante toda a manhã.

      Dirigimos uns 65km rumo a ilha de Incahuasi (cactos gigantes), com a curiosidade de que a pequena ilha já era visível desde uns 25 km antes como se estivéssemos chegando! Visitar a ilha foi bem bacana, tanto pela infraestrutura impecável como pelo visual show do Salar, das demais ilhas, e dos antigos cactos gigantes. Muitas agências turísticas somente vem até aqui e retornam a Uyuni, porém nós seguiríamos por mais duas noites sem muita clareza do caminho então pegamos logo “a estrada” com a Toyotona, desta vez rumo extremo sul do Salar do Uyuni.

      Ao avistar “terra firme”, sentimos grande  alívio de que a tenebrosa e incerta fase da viagem estava prestes a ser vencida. Chegamos a dizer que o Salar não era tão macabro e que “dá pra vir de fusca tranquilamente”... mas é claro que mordemos a língua e os últimos 200 metros tinham atoleiros profundos que freavam a Toyota muito melhor que seu próprio freio e exigiram alguma perícia no 4x4 para sairmos ilesos do outro lado. Agora sim, em terreno firme, achamos uma sombrinha de pedra e cozinhamos um strogonoff pra comemorar!
      Próxima parada seria a noite para dormir no alojamento da Laguna Hedionda, para onde íamos seguindo um track do Wikiloc que passava por dentro um outro extenso Salar (de Chiguana), paralelamente a um trilho de trem. De fato, precisávamos cruzar o trilho mas ele estava em um morro muito alto, até que achamos um ponto onde os locais ajeitaram o morro para poder passar de carro. Cruzamos o trilho e voltamos pro track do Wikiloc, porém o terreno já não estava tão rígido e a Toyota ia dando o melhor de si de atoleiro em atoleiro, até que entramos em um trecho onde o sal simplesmente quebrava e dava lugar a um lodo super mole que foi freando, freando, freando até que freou completamente nossa pesada Bandeirante. Atolamos!

      Bom, nem deu tempo de lembrar daqueles relatos macabros de viajantes que passaram 3 dias atolados e isolados, morrendo de frio nas noites do deserto... pegamos a pá e começamos a tirar os toletes de barro que bloqueavam nossos diferenciais, jumelos, sapatas, etc. Coletamos uns pedaços rígidos de areia e fomos colocando junto aos pneus, além de pequenas tábuas que carregávamos conosco. Tudo parecia ok, “vamos tentar sair?” mas o jipe apenas patinava as 4 rodas de uma vez sem se mexer sequer 1 cm. Já passava das 17hs e logo cairia a gélida noite. Não havia a menor possibilidade de encontrar alguém por ali, e a cidade mais próxima estava a dezenas de quilômetros, então o jeito era continuar trabalhando sem dar menor atenção ao Soroche que provavelmente nos tentava assolar.
      Enquanto Seu Joel retirava meia tonelada de barro de baixo da Band, Dona Eli rodou o perímetro a pé e encontrou uma carcaça de pneu estourado que serviria para calçar uma das rodas traseiras. Na outra roda, usaríamos nossa esteira de desatolagem. Para levantar a traseira e desenterrar o diferencial, usamos o macaco Hi-lift.

      Baixamos o macaco e a situação parecia melhor: com as rodas traseiras agora apoiadas, havia menos coisas presas no barro. O terreno a frente já começava a ficar mais rígido, então bastava vencer uns 2 metros de atoleiro. Porém pouco conseguimos avançar, ainda patinavam as 4 rodas repletas de barro. Repetimos a operação. O pouco progresso, no entanto, já permitia andar um pouco de ré para pegar embalo, avançando uns centímetros a cada iteração. O incansável trabalho com a pá continuava abrindo espaço para o jipe se movimentar para frente, até que as 18 hs nós conseguimos sair do buraco! 

      Gritei um milhão de palavrões e xinguei muito “Cochabamba” (não sei da onde me surgiu essa palavra na hora) pra comemorar. Decidimos voltar para o outro lado do trilho e seguir no caminho mais seguro (e longo) que levaria a uma cidadezinha chamada Avaroa, e de lá iríamos no dia seguinte para as Lagunas. Ainda dirigimos pela parte traiçoeira novamente no caminho de volta, quaaaase atolando.
      Já que não dava mais pra chegar no alojamento em prazo razoável, pesquisei no maps.me e vi 4 hotéis perto de Alvaroa com boa avaliação. Chegamos lá as 19h15 e encontramos uma baita placa de "ADUANA": a bendita cidade com 4 hotéis ficava no Chile, aquilo era - inesperadamente - uma fronteira!
      Estávamos em um vilarejo Boliviano que basicamente só tinha os containers da imigração e aduana, mais nada. Era desolador pensar em passar a noite ali, resolvemos tentar a todo custo atravessar a fronteira apenas para dormir bem do outro lado e voltar na manhã seguinte. Bati no container e um oficial boliviano me confirmou que já estava tudo fechado. Chorei um pouco alegando que não tinha onde dormir, que ia fazer muito frio a noite, e que eu sabia que do outro lado haveria hotéis, e o oficial simpaticamente fez uma exceção e nos recebeu. Após cancelar nossa declaração juradae cancelar os papéis que ganhamos na fronteira de La Quiaca, ele carimbou os passaportes saindo da Bolivia e mandou seguir. Sucesso!!
      Quer dizer, mais ou menos. Andamos 3 km e nos deparamos com a imigração Chilena fechada. Bem fechada, aliás, pois lá já eram 20h30 no horário deles. Encontrei um moço da Interpol e outro chileno que disseram que não havia a menor possibilidade de entrarmos na cidade para dormir e que seríamos presos imediatamente se não retornássemos. Ou seja, ficamos largados entre os dois países em um verdadeiro limbo, no meio de uma noite que já estava esfriando muito rápido.
      Me arrependi profundamente de ter tentando cruzar para o Chile, pois agora estava sem declaração juradae ia ter que me explicar mil vezes pra conseguir retornar oficialmente para a Bolívia no outro dia, sendo que poderia simplesmente ter estacionado em qualquer lugar e dormido sem nada dessa loucura. Como não tinha nada a perder, voltei para os containers bolivianos tentar fazer imigração novamente no meio da noite. Me informaram que eu só ia poder voltar pra Bolívia depois de entrar no Chile, pois já tinha dado baixa da Bolívia.
      Só que no dia seguinte já não me adiantava nada entrar no Chile, pois o caminho continuava pela Bolívia. Sei lá qual foi o chororô que funcionou, mas o pessoal começou gentilmente a me ajudar... refizeram a declaração juradapra eu entrar de novo, mas só iam me dar quando eu apresentasse carimbo de entrada no passaporte. Isso era no outro container onde ninguém me atendia. Já estava muito frio e tarde, e algum dos caras da aduana foi gentil ao ponto de ir buscar o oficial de imigração no alojamento dele no meio da noite e convencer ele a fazer nossa papelada. Esse cara apareceu fora de controle querendo me matar, batendo na mesa e gritando loucamente comigo... mas acalmaram ele, – como num passe de mágica – desfizemos toda a cagada e voltamos a estaca zero!
      Eram umas 21hs quando voltei pro lado Boliviano, parei o carro atrás de uma mureta (pra parcialmente abrigar dos fortes ventos), e dormimos o três dentro da Toyota como se fosse o melhor hotel do mundo – e, naquela situação, era!!!

      Parte D – Lagunas, Deserto de Siloli, Reserva Andina Eduardo Avaroa
      Acordamos enrolados em todas nossas roupas, saco de dormir e cobertor de emergência. Temperatura era negativa, mas por alguma razão nós dávamos muita risada e fazíamos piada da situação. Bora seguir caminho, pois este dia era talvez o mais lindo da viagem: primeiro, as lindíssimas Lagunas Cañapa, Hedionda, Chiar Kkota, Honda.

      Então cruzar o deserto de Siloli por um trajeto espetacular, seguindo uns fios de água (as vezes congelados) com vistas de tirar o fôlego (ou seriam os 4.950 metros que atingimos nesse dia?), e chegar na esplêndida Laguna Colorada.

      Na Colorada, fizemos nosso almoço com uma vista indescritível e nos ajeitamos no pobríssimo alojamento. Para o banho, tínhamos que ficar pelados primeiro, aí gritar “listoooooo”para que o antipático senhor abrisse a água. Só o cup noodlesque cozinhamos no fogareiro salvou do frio que senti depois do banho gelado que o véio me concedeu!! Dia seguinte acordamos sem pressa e fomos conhecer os Geiser Sol de la Mañana, uma cena realmente de outro planeta:

      Toda água mineral que levamos para os 3 dias fora da civilização tinham acabado e estávamos usando pastilhas de Clorin para purificar o que íamos beber. Na rota para San Pedro de Atacama, ainda tomamos banho em piscina termal (Thermes de Polques) na laguna Chilviri e passamos pelas belas lagunas Blanca e Verde. Chegando a fronteira com o Chile, nova supresa: “a aduana boliviana foi embora naquela Hilux senhor, eles não voltam mais hoje. Você precisará ir a Pachaca a 70km (ou 170, não lembro) fazer documentação de saída do seu veículo então retornar aqui”. Esse foi o anti-climax total.. eram 13hs, já tínhamos usado nosso galão reserva de 25L, e aquelas estradas péssimas iam comer horas e horas. Decidimos ignorar o conselho e seguir para o próximo checkpoint boliviano, onde encontramos um casebre de imigração fechado para almoço.
      Como mágica, seu Joel enfiou a cara numa janela e viu alguém lá dentro que, muito gentilmente, nos atendeu e carimbou os passaportes. Partimos sem o processo aduaneiro, agora em rodovia extremamente bem asfaltada e sinalizada assim que o território virou chileno. No Chile, fomos tratados com muito profissionalismo nos procedimentos e verificaram bem o conteúdo das nossas bagagens (por segurança alimentar/agrícola). Pegamos então a descida incrível que vai do Hito Cajon até San Pedro do Atacama.
      Parte E – San Pedro de Atacama, Paso Sico, Cafayate-ARG
      Foi muito bom chegar em San Pedro do Atacama e comer uma boa refeição, tomar um bom banho, dormir em uma boa cama. Passamos 4 dias excelentes em SPA fazendo os passeios tradicionais que nem vou detalhar pois são bem documentados no site, mas reforço que gostamos muito das Lagunas Escondidas de Baltinache e achamos caríssimo o Geiser del Tatio (15000 pesos por pessoa). Por sina, preços no Atacama foram bem maiores que no restante da viagem. 
      Nosso retorno para Argentina foi pelo Paso Sico onde as paisagens são absolutamente incríveis! No caminho, estão as lagunas Miñique e Miscanti, de tirar o fôlego.

      O trâmite aduaneiro costumava ser feito em SPA antes de pegar estrada, porém informaram que agora se faz tudo no próprio Paso Sico. Aduana integrada (CHI/ARG) onde fomos bem tratados. Falaram que só passam uns 4 carros por dia ali. Estrada no lado argentino estava muito pior porém igualmente linda e interessante. Chegamos em San Antonio de los Cobres para dormir (cidade de pior custo benefício da viagem), e no dia seguinte pegamos a Ruta 40 rumo a Cafayate para passar uns dias de qualidade relaxando por lá.

      A Ruta 40 neste trecho é inteirinha de costelas de vaca e despenhadeiros. Paisagens surpreendentes que nos faziam parar fotografar de 10 em 10 minutos, mas ao final do dia os 380km de costela de vaca já tinham acabado com nosso humor (e quebrado um amortecedor dianteiro). Demos carona para 3 locais no pouco espaço que tínhamos, foi divertido! Fizemos uma feijoada Vapsa em uma sombra de árvore, vimos senhoras locais pastoreando ovelhas, chegamos a maior altitude da viagem (4.992m) e começamos a ver paisagens verdes após muito tempo de secura.

      Por fim, chegamos em Cafayate que foi um oásis de conforto perfeito por duas noites para concluir esta aventura. Preços excelente de acomodação e alimentação, pratos deliciosos, vinícolas abundantes, e um estilo muito charmoso. .

      Visitamos a quebrada e ainda pegamos uma bela cena por cima das nuvens no caminho para Tafi del Vale. Fizemos a volta em três pernas: Cafayate – Resistência – Pato Branco – Curitiba. 

      Fechamento
      Não tivemos nenhum problema de saúde nem mecânico, embora as condições do ambiente e da estrada sejam extremas, e por isso muito gratos. Mais fotos no instagram @botija4x4.
      Agradeço aos viajantes que deixam relatos inspiradores, em particular ao toyoteiro Guilherme Adolf cujas histórias foram o embrião dessas nossas expedições.
      Resumo dia-a-dia
        Origem
      Destino
      Kms
      Dia 1
      Curitiba
      Posadas
      923
      Dia 2
      Posadas
      San Salvador de Jujuy
      1205
      Dia 3
      San Salvador de Jujuy
      Humahuaca
      195
      Dia 4
      Humahuaca
      Uyuni
      481
      Dia 5
      Uyuni
      Avaroa (não há alojamento)
      272
      Dia 6
      Avaroa
      Laguna Colorada
      165
      Dia 7
      Laguna Colorada
      San Pedro de Atacama
      166
      Dia 8
      San Pedro de Atacama
      SPA
      146
      Dia 9
      SPA
      SPA
      212
      Dia 10
      SPA
      Santo Antônio de lós Cobres
      381
      Dia 11
      Santo Antônio de lós Cobres
      Cafayate
      312
      Dia 12
      Cafayate
      Cafayate
      130
      Dia 13
      Cafayate
      Resistência
      991
      Dia 14
      Resistência
      Pato Branco-PR
      801
      Dia 15
      Pato Branco-PR
      Curitiba
      475
          Total
      6854
       
       
       
    • Por Wallace S Maia
      A história da EXPEDIÇÃO PACUS
       Como surgiu a ideia da expedição, na JMJ de 2013 hospedamos em nossa casa um trio de rapazes chilenos (Danillo, Jorge e Christovam) que após a estadia nos convidaram para visitar o Chile, e prometemos que iríamos, mais não demos data, tínhamos que nos programar, a vontade sempre aumentava porem o tempo($) nunca dava no inicio de 2016 resolvemos que tínhamos que tirar umas ferias e irias para o Chile conhecer neve sonho de criança, para isso o melhor período seria Julho, pronto a data estava certa, 16 de Julho de 2017, após algumas leituras na internet fiquei empolgado em fazer essa viagem de carro, falei com a Silvia que também ficou muito empolgada, pronto nascia a expedição, começamos a ver roteiro foi quando tivemos a ideia que já que iríamos de carro porque não visitar varias destinos turísticos, agora partimos para mais buscas onde ir na América do Sul no caminho a Santiago, até mesmo pra viagem não ser tão cansativa, parando em algumas cidades para visitar sem sair muito da rota. Ai surgiu os locais para onde iríamos, esse roteiro vai mudar um la pra frente, depois conto por que, Foz do Iguaçu para conhecermos as lindas cataratas, Mendonça-AR pra conhecer a Meca dos vinhos argentinos, Santiago nosso destino pra rever os amigos, Buenos Aires pra conhecer a cidade e ver um show de tango, já que era rota porque não Montivideu e Punta Deleste, e claro as cidades de Gramado e Canela tão famosas nas serras gaúchas. Colocamos no Google Maps  e calculamos a distância 8500 KM teríamos 24 dias de ferias, vamos organizar os dias. Calculamos 20 para ter dois dias de folga e mais dois para descansar quando chegar.
       Agora com o roteiro definido, vamos partir para os passeios em cada cidade as distâncias e dias que precisaríamos para cada deslocamento e tempo necessário pra isso e claro o mais importante, quanto custaria essa expedição e quanto teríamos que guardar.  Pronto com a data o roteiro e os custos agora era marcar as ferias e começar os preparativos. Tudo ia indo muito bem na programação até que no final de fevereiro  nossa bebê se acometeu de uma grave doença que a deixou internada por 60 dias,  um período muito difícil na nossa vida, gastamos quase todas as nossas economias, mais foi o dinheiro mais bem gasto da nossa vida, nossa bebê saiu do hospital no dia de 23 de abril ainda muito debilitada. Com todo o ocorrido tivemos que adiar a excursão na verdade nem sabíamos mesmo se iríamos, durante a internação quando ela foi operada eu fiz a promessa de ficar sem beber por um ano após a alta dela (depois de um ano e dois meses sem beber por opção deixei de beber) e levaria ela para assistir uma missa em Aparecida. Após alguns meses de acompanhamento medico a Duda estava bem, então voltamos a sonhar com a expedição, mais claro nesse ano não poderíamos ir, então decidimos adiar por um ano, novamente tinhamos a nova data 14 de Julho de 2018 e o novo percurso, agora com uma parada a mais Aparecida do Norte no Santuário de Nossa Senhora Aparecida na ida para pagar a promessa e na volta para agradecer pela expedição.
      Por que PACUS?
      Paraguai
      Argentina
      Chile
      Uruguai
      Sul do Brasil
      O tempo ia passando o excitação ia aumentando e claro combinamos de não falar para ninguém porque seriamos chamados de doidos, em janeiro de 2018 como nosso carro não é novo procurei o mecânico que cuida do nosso carro e falei para ele da expedição e disse que ele deveria fazer uma revisão geral, trocamos boa parte do motor e da suspensão comprei pneus novos e alguns itens para o carro que são exigências dos países por onde passaríamos como segundo triângulo, um cambão que um amigo fez pra mim,  uma amiga me deu o extintor de incêndio e fizemos um kit de primeiros socorros, e por indicação de blogueios levamos lençol que poderia ser pedido pelos policiais argentinos como forma de extorqui dinheiro, esses eram itens obrigatórios comprei coisas a mais para eventuais apertos como inversor de energia, um pequeno compressor, voltímetro com termómetro tudo certo agora era esperar chegar perto para fazer a revisão.
      A partir de janeiro começou as buscas por hotel nas cidades que não iríamos só pernoitar, todas as noites entravamos no site booking e faziamos as buscas encontramos preços maravilhosos em todos os locais que reservamos e todos os locais nos agradaram bastante em Foz do Iguaçu reservamos o Hotel Luz, em Buenos Aires o Hotel Luey e em Canela a Pousada Jardim Coberto.
      Agora era começar a providenciar as roupas de frio que estavamos esperando pegar, para não ter tantos gastos, comecei a pedir roupas emprestadas com amigos, arrumei varias, mesmo assim tinha que comprar algumas.
      Em junho eu fiz o seguro saúde para toda a família,  tirei o Seguro Carta Verde que é pedido para rodar de carro pelo bloco do Mercosul e o SOAPEX que é para o Chile e por ultimo tirei o PID - Permissão Internacional para Dirigir.
      Agora era esperar o dia chegar, quando ia se aproximando a Silvia ficou angustiada porque não tinha falado para ninguém e resolveu contar para nossa amiga Rosy que nos deu o maior apoio, pronto agora só falta uma semana. A Rosy pediu para darmos carona para o Dilan até a cidade de Foz do Iguaçu.
      Na ultima semana tínhamos que arrumar com quem ficar nossos filhos bicho o Caramelo ficou com a Laryssa e o Max com o Luis da Rosário.
      Na noite anterior a partida fui abastecer o carro e marquei a kilometragem inicial 91515, já estava tudo pronto e colocamos as malas no carro para acordamos e sairmos, nossa ideia inicial era sair as 3:30 da madrugada para assistirmos a missa das 6h, mais por dica dos amigos Marcelo e Robinho resolvemos sair mais tarde por conta da neblina na Serra das Araras. Fizemos muito bem mesmo saindo mais tarde ainda pegamos um pouco de neblina.
      A partir de agora irei fazer um breve resumo dia a dia da expedição.
      1º Dia (14/07/2018)
      - Saímos as 5hs (A família e o Dilan que foi de carona)
      - Primeira parada Aparecida para pagar a promessa que fizemos por Duda
      - Seguimos viagem as 11hs, avisamos as famílias via ZAP que iriamos dar um pulo em Foz do Iguaçu.
      - Paramos pra dormir na cidade de Guamirim um hotel muito legal, com café da manhã excelente
      2° Dia (15/07/2018)
      - Acordamos tomamos café e seguimos viajem às 9hs
      - Chegamos em Foz do Iguaçu por volta de 15:30, passamos em frente ao hotel, e achávamos que estava fechado, demos a volta pra voltar pro mesmo lugar. kkkk
      - Fomos comer algo e partimos direto pra Tríplice Fronteira, saindo de lá fomos para as  Cataratas, chegamos na hora que já ia fechando, o bom que podemos aproveitar bastante e ver o por do sol lá.
      - Mesmo cansado passamos pra visitar o Museu de Cera, fomos os últimos a entrar pois estava fechando, um bom lugar, porem muito caro e basta ir uma vez que os outros são iguais. Não repetiria. Tiramos fotos com Babobi do lado de fora
      - Depois dessa fomos pro hotel, descansar pois o dia tinha sido puxado
      3° Dia (16/07/2018)
      - A noite foi curta, eu e Silvia acordamos bem cedo por conta do euforismo, olhamos o nascer do sol pela janela do apartamento
      - Acordamos as crianças e fomos tomar café
      - Encontrei um carro de São Luis, um casal que estava de ferias.
      - Saímos pra Cidade do Leste fazer umas comprinhas (que lugar doido, todo mundo desesperado te puxando, ficamos assustados, compramos a GoPro 5, e algumas besteirinhas depois fomos embora, passamos pela aduania sem problemas, nem fomos revistados.
      - Partimos para visitar o Parque das Aves. Lugar muito bonito e excelente pras crianças.
      - Fomos almoçar no shopping compramos agua, refrigerante e biscoitos no supermercado para a viagem do dia seguinte e deixar no quarto.
      - Ainda no shopping as crianças brincaram no simulador de avião.
      - Fomos para o hotel e descansamos até a hora de ir visitar a Ituaipu Binacional a noite, coisa que infelizmente não aconteceu, só aos finais de semana, quem sabe de uma próxima vez.
      - Seguimos para o Paraguai para jantar com o nosso amigo Anibal, que nos levou a sua clinica estética no bairro Boqueirão 2 e depois fomos comer comida Japonesa.
      - Saindo de lá batemos algumas fotos em uma lagoa no mesmo bairro, que lembra muito a Rodrigo de Freitas, aproveitei para completar o tanque que a gasolina é muito barata, voltamos para o hotel.
      - Arrumamos as malas antes de ir dormir.
      4° Dia (17/07/2018)
      - Acordamos, foram tomar café eu fui depois, pois, primeiro fui arrumar as malas no carro
      - Depois do café fui fazer o chek-out e partiu Argentina, nesse momento avisamos as famílias que estaríamos indo pra Argentina.
      - Saímos tarde e passamos mais de uma hora na fila da aduania, mais só o de rotina, tudo foi normal. Passamos e seguimos viagem por volta de 12:30
      - A primeira parada na AR foi por volta de 2:30 para abastecer e trocar dinheiro, ao entrar na cidade estava todo o comercio fechado e achávamos que era feriado voltamos para estrada e na saída da cidade paramos pra abastecer e descobrimos que o horário comercial das cidades de interior da AR é de 4 as 12h e algumas lojas voltam a abrir as 17 e ficam até as 21, não sei pra que, não tem ninguém na rua mesmo. Abasteci, o frentista me falou que trocava dinheiro brasileiro, sempre tinha brasileiros lá, troquei o dinheiro para pagar os pedágios que viriam pela frente e seguimos viagem.
      - A tarde foi só viagem, belas paisagens e um por do sol maravilhoso.
      - A noite aconteceu nosso primeiro perrengue, na AR poucas são as estradas duplicadas, o asfalto era novo e não tinha marcação na pista e nem sinalização lateral para piorar a situação começou a chover e muitos caminhões vindo na pista contraria, ai fiquei assustado, pois tinha momentos que não conseguia ver a pista, decidimos que pararíamos na primeira cidade, foi que chegamos a La Cruz (Batizamos de La Cruz Credo), uma cidade pequena com pouca estrutura e poucos locais pra se hospedar, foi que depois de algum tempo achamos uma pousada e conseguimos nos acomodar, deixamos as malas e fomos procurar algo pra comer, chegamos no restaurante e tinha somente um casal de idosos que nos olhou esquisito, seguimos nos sentamos pedimos lasanha pra todos e Silvia tomou uma garrafa de vinho, na parede do restaurante tinha capas de disco do Agpê e Alcione, terminamos, fomos pra pensão descansar, ai comprei um chip de celular pra poder dar sinal de vida, ai foi o segundo perrengue, tinha o chip mais não consegui ativar, pois na AR precisa de um DNI ou DNI de Estrangeiro, blz, fomos dormir e no dia seguinte resolveríamos isso. A pousada tinha dois ambientes uma cama de casal em um e uma de solteiro no outro, Willian ficou na de solteiro, mais ele estava com tanto medo da cidade que durante a noite foi se meter na nossa cama. kkkk
      5° Dia (18/07/2018)
      - Acordamos nos arrumamos e vamos seguir viagem, pq não tinha café da manhã na pensão. Com a luz do dia é muito mais fácil a viagem.
      - Foi quando encontramos nosso primeiro anjo da estrada, um frentista super gente boa que depois que eu me lamentei que não conseguia me comunicar com a família pq não tinha conseguido registrar o chip, ele se prontificou a fazer, nos contou que tem uma filha que mora em São Paulo, estuda e trabalha lá. Pronto com o chip ativado podemos continuar a dar noticia pras famílias.
      - Foi o dia todo de viagem, durante a tarde ao longo da estrada tinham varias placa de venda de "Fruta de Cordoba" que depois de algumas fiquei curioso pra saber o que era, quando parei em uma delas e fui conferir, era morango, que por sinal muito gostosos, incrivelmente doce. A bandeja foi rapidinho. Na altura da cidade de Santa Fé emparelhamos com dois carros de SC um Land Rover Discovery e o uma Pajero Full, olhei que os mesmo estavam seguindo pela mesma estrada, resolvi seguir, não deixei os mesmos se distanciarem. Vinha desenvolvendo uma velocidade boa na RN7, para nosso espanto estava bloqueada, tivemos que desviar para a RP5 que por sinal era bem ruinzinha a chuva apertava a temperatura só caia, seguimos viagem até a noite quando paramos em uma cidade chamada Santa Maria, por sinal bem grande, muitas opções de hotéis e restaurantes, conseguimos vaga no Grand Hotel, muito aconchegante, depois de nos acomodarmos, me informei onde trocar dinheiro fui la e tinha acabado de fechar,  fomos rodar na cidade e procurar algo pra comer, ficamos em um restaurante e novamente comemos massa, muito gostosa, quando terminamos saímos em direção ao hotel, ventava muito e a temperatura só baixava.  Chegando fomos tomar banho e nos preparar pra dormir.
      6° Dia (19/07/2018)
      - Acordamos fomos trocar o dinheiro e comprar mais roupas de frio pra Duda e Willian a Silvia comprou pra ela uma luva e voltamos pro hotel, acordamos as crianças e fomos  tomar café arrumamos as malas no carro, fizemos chek-out e partiu estrada, logo que pegamos a RN novamente nos deparamos com os carros de SC que continuamos a perseguir por todo o dia. Por volta de 2:30 da tarde com o céu de brigadeiro e um calor grande mandamos mensagem para o Jorge verificar se a cordilheira estava fechada, ele falou que até meio dia estava fechada mais iria olhar novamente, para nossa alegria ele respondeu dizendo que abriu as 12:30, pronto seguimos viagem tranquilos, passamos por um lugar que não sei o nome que é um grande sitio arqueológico de dinossauros, depois de mais algum tempo de estrada chegamos na barreia sanitária de Mendonza, revistaram novamente nosso carro, e nesse momento fui ao banheiro para meu espanto ao chegar no local indicado pelo guarda tinha a placa de masculino e logo abaixo tinha outra que me deixo assustado, “Cuidado víboras” e o desenho de cobra, mijei quase que a jato, voltei logo pro carro, ao sair o carro foi todo borrifado com inseticida. Seguimos viagem paramos para abastecer e me informei onde poderia comprar corrente para os pneus como iriamos atravessar a Cordilheira dos Andes, é obrigatório ter no carro, o frentista me disse que acharia pra comprar no WallMart, dito e feito, parei e comprei, seguimos viajem e a partir desse momento umas 5hs da tarde a euforia foi geral, começamos a ver a neve mais próxima, começamos a entrar na cordilheira a felicidade estava estampada no rosto de todos, pronto foi uma longa subida, no meio da cordilheira tem um grande lago a vista é linda, vamos subindo e a temperatura vai caindo, depois de 2 horas chegamos a ultima cidade da AR entes da fronteira USPALLATA estava simplesmente lotada, mas o nosso destino era Santiago, andamos mais uns 500 metros e esbarramos na policia caramineira argentina, que nos informou que no período do inverno com ou sem nevasca a fronteira fecha as 19hs. Mandaram dar meia volta e procurar abrigo em Uspallata, pronto mais um perrengue, estacionei o carro deixei todos la e fui procurar vaga, fomos de hotel em hotel, pousada em pousada e nada de vaga, a cidade toda lotada, pedi informação a um policial que me indicou a ir “Informações Turística”, fomos la e conversamos com o atendente que efetuou algumas ligações e constatou que realmente não tinha vaga, a opção que ele nos deu foi voltar pra Mendonça, 150km cordilheira a baixo, para mim isso não era opção, passando na porta de um hotel, algo me disse entra e pede uma “habitacion”, foi o que fiz, falei com o recepcionista e o mesmo disse que não teria vaga la, mais se eu quisesse ele tinha um primo que tinha feito uma pousada eu disse se tiver vaga eu quero nem que seja um quarto com uma única cama, ele fez a ligação para o primo Rodrigo que disse que tinha um quarto vago, aceitei na hora, fomos pra la, um lugar meio esquisito afastado, mais tinha tudo que eu precisava um quarto aquecido com duas beliches. Pronto acomodados com as malas no quarto, saímos para comer, fomos a um restaurante com a decoração bem exótica, tudo o que tinha o proprietário pendurava no teto, comemos pizza e depois fomos embora, ao sair a temperatura estava muito baixa, paramos rapidinho para tirar foto e voltamos para a “pousada”, nos preparamos para dormir.
      7° Dia (20/07/2018)
      - Acordamos as 7h e para nossa surpresa ainda era noite, só o rapaz que tomava conta da pousada estava acordado, acordamos as crianças e nos preparamos para o café que só chegou às 8h e fomos nos preparar para seguir viagem, quando saimos da pousada senti a força do frio, estava -12° com uma sensação de uns -25° com o forte vento, na hora liguei o carro e o aquecedor para melhorar a temperatura dentro, o parabrisa do carro estava congelado, quando fui jogar agua do esquixo descobri que a agua tinha congelado. Ai não tinha jeito nos despedimos e seguimos viagem. A euforia só aumentava a medida que subiamos e a neve ia cercando o estrada, quando avistei o túnel Cristo Redentor que é o marco da fronteira Argentina - Chile, após isso andamos mais um pouco e chegamos a tão esperada Estrada Caracoles, que me deixou em êxtase, passamos por ela filmando fotografando andando a 30km/h com um transito muito grande de veículos e caminhões pq a fronteira passou 4 dias fechada. Após sair da estrada caracoles começamos a descer até chegar em Los Andes onde compramos um chip de celular, mais eles esqueceram de ativar e por credito, seguimos a viagem sentido Santiago, quando chegamos nos perdemos no centro de Santiago, deixamos o carro no estacionamento de um mercado colocamos credito e fomos lanchar em uma lanchonete ao lado do mercado, conseguimos falar com o Danillo e depois o Jorge que foi nos buscar onde estávamos, seguimos para o local do serviço dele um asilo muito grande que tem uma enorme capela,  o Danillo foi nos buscar com a Beth e a Nanci que nos levou para a casa da Beth, quando chegamos na rua dela o pai dela Sr. Guilherme estava nos esperando, quando ele viu a situação do carro, ele era vermelho de tanto barro e chuva na beira da estrada, pra ver a placa tinha que ver bem de perto, na casa estava reservado para nós um quarto bem aconchegante, tomamos café conversamos muito e marcamos de ir a um bar pra “bailar” (dançar) chamado LBM - Los Bons Muchachos, eles pediram duas assadas (churrasco mixto), quando começou as apresentações de danças típicas a Silvia se empolgou e foi dançar “CUECA” dança típica do sul do pais, comemos, dançamos e a Duda subiu no palco e não queria mais descer. Bem tarde voltamos pra casa, no bairro deles fomos abordados pela policia que após verificar a nossa documentação fomos liberados, a Nanci levou o carro pra casa dela. Chegamos em casa fomos dormir.
      8° Dia (21/07/2018)
      - Acordamos tomamos café e nos preparamos para ir a estação de ski “La Parva” pegamos a estrada e para meu espanto pegamos uma pista de nome G31 achei muito mais difícil de dirigir do que a estrada caracoles, além de muito mais curvas eram 48, divididas em duas de 24 a inclinação era muito maior e o transito pesado o que dificultava ainda mais a dirigibilidade, mais nada que nos tirasse a empolgação, quando mais subia mais eufóricos ficávamos quando chegamos la fomos providenciar o passeio de SnowBoard para Willian, aproveitamos e brincamos com  a neve e tiramos muitas fotos e filmagens. Já pelo final do dia comemos uma pizza e voltamos para casa pra descansar.
      9° Dia (22/07/2018)
      - Acordamos cedo tomamos café e fomos a missa para rever o Padre Fernando, nos deixaram na igreja o Danillo e a Nanci saíram com nosso carro, estava tão sujo que eles levaram para lavar, após a missa fomos conversar com o padre batemos foto e nos despedimos, fomos deixar a Dna. Lucy em casa pegamos a estrada indo para Val Paraiso, só 80km no caminho visitamos a Vinicula Velmont seguimos viagem e paramos no Santuário de Lo Vásquez, depois da visita fomos comer antes de continuar a viagem, ao lado tem um centro comercial que nos serviram uns sanduíches o meu e do Willian foi o Barros Luco os outros pediram o Italiano, os sanduíches eram enormes, comemos bebemos refrigerante e seguimos para Val Paraiso, la visitamos a região do porto, fomos no memorial do general, relógio de flores e em Vinha Del Mar a praia com aguas congelantes do oceano pacifico, fui tocar na agua. Depois disso vamos pegar a estrada que a volta é longa, e se tornou ainda mais com o engarrafamento gigantesco que pegamos com o fim das vacâncias (ferias) de inverno. Chegamos em casa Dna Lucy tinha nos preparado um macarrão com carne de cervo (porco). Depois do jantar fomos tomar banho e dormir para enfrentar o próximo dia.
      10° Dia (23/07/2018)
      - Acordamos nos arrumamos tomamos café e vamos passear, nesse dia pegamos um taxi “coletivo” uma mistura de UBER com TAXI, fomos visitar o centro histórico de Santiago, conhecemos o Palácio de Moneda, O Supremo Tribunal de Justiça onde a prima da Beth trabalha e nos levou em uma visita guiada pelo prédio, na biblioteca recebemos uma aula de história dos governos do Chile, seguimos andando porque tinha muita coisa pra andar, aproveitei para trocar dinheiro e fomos conhecer o Mercado Central aproveitamos para comer, pedimos paeja e Silvia pediu um creme de caranguejo tudo muito gostoso, depois do almoço continuamos a andar e agora pegamos o metro para irmos no Constaneira Sky o prédio mais alto da américa latina 300 mts de altura 62 andares o elevador sobe em 42 segundos. Novamente fomos na hora do por do sol um espetáculo a parte, de lá você ver toda a cidade de Santiago, estava tendo uma degustação de vinhos e espumante. No final fomos no mercado comprar coisas para a viagem do dia seguinte. Após as compras fomos para casa, aproveitamos para arrumar as malas antes de ir dormir para   descansar que no próximo dia começaria o retorno.
      11° Dia (24/07/2018)
      - Acordamos fui arrumar as malas no carro e depois fomos tomar café, nos despedimos com choradeira de todos, só temos a agradecer por tanto carinho e prestatividade que todos tiveram connosco. Após a despedida eles nos acompanharam no carro deles até a autopista, antes do pedágio acenamos para eles e seguimos viajem, fomos até a cidade de Los Andes e começamos a subir a cordilheira quando passamos na Estarda Caracoles agora no sentido contrario subindo, tudo tranquilo, passamos pela aduania sem ser parados e nem paramos a 13 km a frente fomos parados pela caraminairos que nos cobrar a documentação de entrada na Argentina tivemos que voltar até a aduania para registrar nossa saida do Chile e entrada na Angentina, novamente tudo normal documentação nossa do carro e revista do veiculo. Pronto agora com tudo ok seguimos viagem, já na Argentina a Silvia foi trocar o chip e pronto muito pequeno o chip se perdeu dentro do carro, ele caiu e sumiu nunca mais achamos, na volta pegamos a auto-pista RN7 do início na cordilheira e termina na Cidade Autonoma de Buenos Aires, mais vamos ao trajeto, passamos o dia todo rodando bem passamos novamente pelo sítio arqueológico mais um lindo por do sol e seguimos viagem até mais ou  menos 21hs quando paramos na cidade de Labocache - AR arrumamos um hotel, que não aceitou cartão e ficou com todo o nosso dinheiro argentino, que nos deu um pouco de problema a frente pois teríamos pedágio e não teria mais peso argentino, deixamos nos coisas e fomos comer quando acabamos fomos para o hotel dormir.
      12° Dia (25/07/2018)
      - Tive que desenrolar nos pedágios para poder pagar com real ou peso chileno, fora isso a viagem estava tranquila até quando apareceu um bloqueio na RN7, ficamos na duvida e apareceu outro anjo da estrada um camioneiro que nos informou como contornar esse bloqueio, pegamos uma estrada de chão batido por uns 30km, até conseguirmos voltar pra RN7, pronto tudo transcorrendo normalmente quando o carro começou com um barulho estranho ai parei no primeiro posto e verifiquei que o oléo estava muito baixo, comprei o oléo e completei, pronto mesmo com o barulho seguimos a viagem, pronto chegarmos em Buenos Aires, quando tive que passar por 3 pedágios sem pagar pois eles não aceitavam real, peso chileno e nem debito, mais foi tranquilo, achamos o hotel, fizemos chek-in, me informei onde trocar o dinheiro, era no shopping La Basta, tomamos banho e pegamos um táxi e avisei que teria que trocar o dinheiro, ele nos levou e ficou esperando, quando entrei no shopping me informaram que a loja de cambio só funcionava até as 17h, voltei no taxista e desenrolei com ele com peso chileno. O shopping estava lotado talvez por conta da chuva que não parava de cair, não tinha nem onde sentar a e também não tinhamos dinheiro pra voltar, procuramos algum táxi que aceitasse cartão, não achamos nenhum, decidimos voltar a pé mesmo com a chuva, quando saimos a Silvia via na frente do shopping um restaurante muito legal chamado Le Petutti, comemos uma lasanha maravilhosa e no final falei para o garçon nosso problema que não tinha dinheiro para voltar para o hotel e se ele poderia por na conta uns 200 pesos a mais para voltarmos de táxi, ai ele disse que eles cambiavam ali, foi nossa salvação, mais eles jogam o cambio lá em baixo, o cambio do dia era 6,80 eles trocaram por 5,50, mais tudo bem eu precisava, troquei pouco, com dinheiro chamei o táxi e voltamos pro hotel, fui comprar agua e aproveitei para comprar um chip outro chip argentino, mais agora seria mais tranquilo para registrar pois a Rayssa nos deu o numero do DNI dela. Ativei e pronto tínhamos Internet novamente, fomos dormir.
      13° Dia (26/07/2018)
      - Acordamos fomos tomar café e depois ficamos na duvida se vamos ou não de carro, resolvemos ir, fomos no shopping trocar dinheiro e depois fomos conhecer os pontos turísticos, a primeiro foi o obelisco depois fomos para a Praça de Maio que fica a Casa Rosada e muitos outros prédios históricos, como estava tudo interditado devido aos protestos pelo submarino desaparecido não podemos visitar nada, só olhamos de fora. A Rayssa nos indicou o Porto Madeiro, nos informamos com um policial que nos indicou o caminho errado, após algum tempo andando na chuva resolvemos voltar. Fomos para o hotel e por indicação do recepcionista fomos comer uma Parilla o nosso churrasco mixto, não tivemos uma experiencia muito boa, depois voltamos para o hotel para descançar
      - Como o carro estava fazendo um barrulho eu gravei e mandei para Felipe e o mesmo mandou eu procurar um mecanico lá para limpar o pescador do oleo, após uma busca por mecanico nos postos da região sem sucesso, resolvi perguntar para os taxistas e me indicaram a oficina do mecanico Rau na Rua Humberto Primeiro, fui direto pra lá, como já era por volta de 5:30 ele pediu que eu voltasse no outro dia que ele olharia. Ai foi o jeito era voltar pra casa e aguardar o dia seguinte, no caminho tinha um centro comercial bem proximo do hotel, deixamos o carro e fomos la fazer umas comprinhas, voltamos para o hotel e resolvemos não ir ao show de tango, por conta do carro, estava preocupado em ter um grande gasto. Marcamos de sair com a Rayssa no dia seguinte pra conhecer o bairro Caminito onde fica o estádio da Bomboneira.   Ficamos em casa vendo filme e fomos dormir
      14° Dia (27/07/2018)
      - Acordei bem cedo e fui na oficina o Rau fez a limpeza e agora com tudo certo estava mais tranquilo pra passear.
      - Mesmo com a chuva incessante, resolvemos ir de metrô, a estação ficava em frente ao hotel, descemos na estação Cordoba e fomos nos encontrar com os amigos dela que nos acompanhariam, pegamos um onibus até o bairro, um local bem colorido e cheio de bares, restaurante e lojas, bastante turistas, fomos no estádio de Lá Bomboneira e depois passeamos até bater a fome, paramos em um restaurante familiar e comemos um bife de chorrisco muito gostoso, pena que não servia com arroz, só batata frita e salada. Depois do almoço passeamos mais um pouco e já estava na hora de voltar, no caminho resolvemos conhecer o Café Tortoni, ao chegar lá não tinha condição uma fila imensa pra entrar, pelo que olhei la pra dentro é uma Confeitaria Colombo, batemos só uma foto na frente e vamos seguindo, fomos em uma loja de doçes pra comprar dúzias e mais dúzias de alfajo, no caminho perdi a toca que estava na cabeça da Duda e como estavam todos com frio, resolvemos tomar um caputtino na Star Burks,  como era bem perto do obelisco fomos novamente tirar foto. Depois disso fomos embora de metrô, chegando no hotel falei com o recepcionista que queria ir em um show de tango, ele ligou e reservou nosso lugar e agendou um taxi, subi e dei a noticia pra Silvia, fomos tomar banho e nos arrumar, como era um programa a dois fui comprar pizza e refrigerantes para deixar pra eles.
      - Ao chegar o taxi descemos e fomos ao Catúlo Tango, um lugar muito acolhedor e fomos atendido por um garçon super gente boa. Jantamos bebemos vinho e esperamos o show começar. Foi muito emocionante não perdemos nada, o apresentador brincou com o publico e no final voltamos pro hotel.
      15° Dia (28/07/2018)
      - Preparamos as malas, coloquei no carro, fomos tomar café, depois fiz o chek-out e vamos pra estrada agora em direção ao Uruguai cidade de Montivideu, a intenção era atravessar o rio da prata de balsa, porém era bem caro, resolvemos dar a volta de carro, aumentaria a viagem em 3 horas mais pagariamos 1/3 do valor da balsa. Pronto na estrada a viagem foi super tranquila, quando chegarmos no Uruguai descobrimos que fora a região litorânea o Uruguai é uma fazendo gigante, não tem nada no interior do pais, só fazendas e mais fazendas, avistamos um produtor vendendo queijos, salames e embutidos, paramos provamos vários e compramos, durante a prova olhei um que o senhor falou que era queijo de cervo(porco), claro que eu tinha que provar, o gosto não era dos melhores fui perguntar de que era feito, ele disse que é feito do cérebro do cervo(porco) ai mesmo que o gosto ficou pior Kkkk. Pronto seguimos viagem, chegamos em Montivideu e a chuva não secava resolvemos bater umas fotos e subir para o Brasil, abastecemos o carro que por sinal a gasolina era mais cara que no Brasil, pelo mapa que recebi fizemos como meta dormir na cidade de Trinta e Treys já bem próximo da fronteira, como a estrada era boa e não tinha carro praticamente só minha seguimos viagem e foi o dia que ficamos até mais tarde, chegamos la por volta de 11h, ao chegar na cidade passamos por uma ponte, na verdade meia ponte, só tinha uma pista a outra tinha desabado, depois que olhamos ficamos com medo. Procuramos um local pra dormir, conseguimos deixamos as coisas e fomos comer, pedimos um sanduiche pra cada o Willian pediu uma massa, o da Duda pedimos um infantil, o primeiro que chegou foi o da Duda o hamburguer era do tamanho do prato, falei com o garçom que estava errado o dela era Jr seria pequeno, ele disse ta errado não esse era o pequeno. Quando o nosso chegou, era um hamburguer gigante, dava pra dois comer fácil. Acabamos e fomos pra pousada dormir.
      16° Dia (29/07/2018)
      - Acordamos fomos tomar café fizemos o chek-out, fomos abastecer e seguimos viagem, passamos pela aduanea, e seguimos antes de passar pela fronteira paramos em um supermercado e compramos vinhos e outras coisas pra seguir viagem por volta de 12h atravessamos a fronteira, pronto estavamos de volta ao Brasil, seguimos viagem com próxima parada seria Canela previsto de chegarmos as 19h. Por volta de 14h paramos em pelotas pra comer em uma churrascaria na beira de estrada, comida boa mesma é a brasileira, após comer seguimos viagem, tivemos que reduzir muito a velocidade pois no RS a BR-116 a pista é simples e ficamos em fila indiana com muitos carros e caminhões quando conseguimos sair da fila seguimos a viagem até Canela que chegamos as 19:30 guardamos as malas e o Nilson dono da pousada pediu uma pizza pra nós, todos foram tomar banho quando eu e i Nilson fomos buscar a pizza. Voltamos começos a pizza e fomos deitar.
      17° Dia (30/07/2018)
      - Acordamos fomos tomar café que por sinal muito bom o casal Nilson e Tathiana donos da pousada estão de parabéns e partimos pra conhecer a cidade, a pousada ficava bem próximo da Catedral de Pedra que foi nossa primeira parada, tiramos fotos visitamos e vamos procurar mais coisa, tinha que tirar dinheiro me informei com a fiscal e fomos a praça principal, tiramos varias fotos fomos na informações turísticas pegamos um mapa e saimos visitando os pontos indicado no mapa, fomos no Parque do Lago, Museu da Vela, Parque das Arvores, Vinicula Granja da Telha uma vinicula familiar que a Senhora Maysa nus recebeu muito bem, com degustação, compramos varios vinhos, suco de uva e doçes, fomos tb no Parque da Aventura, e no Santuário de Caravajo depois disso fomos almoçar, um restaurante no centro de Canela com comida caseira, uma delicia depois de muitos dias começos feijão. Depois do almoço fomos no Parque FloryBall - Parque dos Dinossauros, quando saimos já era mais de 5:30 estava já tudo fechado voltamos pra descansar e nos trocar para irmos ver o show de luzes da Catedral de Pedra, depois do show fomos dar uma volta na cidade, como estava muito frio, resolvemos procurar algo pra comer, paramos em uma hamburgueria que pedimos e levamos pra comer na pousada. Depois fomos deitar.
      18° Dia (31/07/2018)
      - Acordamos fomos tomar café e partimos pra Gramado, fomos na “Informações Turisticas” e fomos conhecer os pontos turisticos a catedral e andamos pela cidade, depois fomos almoçar e voltamos pra pousada, descansamos e esperamos anoitecer pra voltar a gramado pra ver as luzes. Quando chegamos la descubrimos que as luzes de natal só acendem no período do natal luz kkkkkk, fomos da volta pela cidade um frio muito grande, paramos pra degustar vinho, depois fomos tomar chocolate quente, compramos umas lembrancinhas e depois fomos comprar pão para levarmos na viagem do dia seguinte, quando estávamos procurando a padaria uma neblina muito forte desceu, aceleramos para voltar logo pra casa, na estrada indo pra Canela a pista estava com visibilidade muito baixa, quando chegamos próximo da pousada não dava pra ver 10 metros a frente, fomos bem devagar e chegamos em casa tranquilo. Antes de dormir arrumamos as malas e coloquei no carro. Fomos dormir.
      19° Dia (01/08/2018)
      -  Acordamos fomos tomar café, depois nos despedimos tiramos fotos e seguimos viagem, estava indo muito bem, como estávamos andando bem , conseguiríamos dormir bem perto de Aparecida que seria nossa ultima parada antes do RJ  parada essa pra agradecer pela maravilhosa expedição que tivemos. Mais quando estavamos chegando em Florianopolis pegamos mais de uma hora e meia de engarrafamento, praticamente parados, depois que conseguimos sair do engarrafamento, tentamos tirar o tempo parado porém mais uns 300 km a frente novamente perdemos mais de uma hora em outro engarrafamento agora por conta de obra na pista. Como as estrada era duplicada resolvemos ficar na estrada até um pouco mais tarde, fomos até às 23h quando chegamos na cidade de Registro em SP, achamos um hotel muito legal na beira da estrada, nos acomodamos eu assiste o segundo tempo do jogo e depois fomos dormir.
      20° Dia (02/08/2018)
      -  Acordamos fomos tomar café, por sinal pra mim o melhor café de todos que tomamos em toda a expedição, depois do café aproveitei pra completar o nível do óleo e pronto seguimos viagem passamos por São Paulo que cidade gigante aquele rodoanel é coisa de doido é muita saída e entrada para todos os lados, se não fosse a Beatriz (GPS) seria difícil passar ale, saindo de SP continuamos a viagem muito bem, chegamos em Aparecida as 14:30, não podemos assistir a missa pois só teria as 16h, participamos então do Terço da Misericórdia, tinhamos que seguir viagem pois não queira arriscar de passar pela Serra das Araras à noite pois estava com medo de nevoeiro, não pegamos nevoeiro mais pegamos uma chuva bem forte, graças a Deus foi tudo normal, chegamos no final da BR-116 umas 18:30, quando pegamos o engarrafamento na Av. Brasil, levamos mais de uma hora e meia até a entrada da Transolimpica, fomos ao mercado comprar alguma coisa pra casa que não tinha nada, na saída do mercado fomos na casa da Laryssa pra pegar o Caramelo e depois fomos pra casa chegamos às 21h. Subimos as malas a Silvia deu uma geral no quarto para podermos dormir e eu fui fazer uma macarronada para comermos.
      - Marquei a quilometragem final 100565, rodamos em toda a expedição 9050km de muitas alegrias, descobertas e diversão aproveitamos cada minuto de cada dia, e o melhor de tudo passamos 20 dias intensos com toda a família juntos.
      Agora é começar a planejar a próxima....
    • Por SteMVA
      PROCURO DUAS PESSOAS PARA COMPARTILHAR UM TRANSFER 4X4 PRIVATIVO QUE SAIRÁ NA MADRUGADA DO DIA 15/11/2018. 
      ESSE HORÁRIO SÓ 4X4 PRIVATIVO. 
      QUEM SE INTERESSAR ME MANDA UM EMAIL: [email protected] 
    • Por PELOMUNDO122018
      Somos um casal de Noivos de 22 anos, e estamos largando tudo aqui no Rio de Janeiro para fazer um mochilão pelo Brasil. Nosso primeiro destino é MG. 

      Queremos ficar mais tempo acampados (de preferencia em lugares que não pague) Alguém tem algumas dicas de segurança, lugares.. etc?

      Queremos percorrer a maior parte do caminho de carona, alguém consegue me dizer em que trecho do Rj seria legal pra pegar carona para chegar ao meu destino?

      Estamos com pouca grana, vocês sabem se pelo brasil conseguiriamos alguns bicos em restaurantes , hostel ou até vender alguma coisa na rua para ajudar a custear nossa viagem?

      Podem nos ajudar a economizar? Que dicas vocês tem para não gastar muito (quase nada)

      Estamos cansados dessa monotonia. Estamos com medo, mas muito curiosos e ansiosos para começar já a nossa expedição! 

      Nosso email pra contato e dicas > [email protected]

    • Por Karen M.
      Olá pessoal,
      Estou planejando uma viagem em grupo (10-12 pessoas) a Serra da Canastra no final de novembro/ início de dezembro.
      A ideia é sair de van de SP na sexta a noite e aproveitar o sábado e domingo inteiros lá.
      Sei que esta época é chuvosa, mas alguém que já foi sabe dizer se chega a prejudicar demais os passeios ou dá para aproveitar?
      Preciso de dicas de hospedagem e empresas que façam os passeios de 4x4 também!
      Se tiverem dicas de vans que fazem o transporte até lá, também fico agradecida!
      Valeu!


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