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Literatura de Viagem


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  • Membros de Honra

 

"VIVENDO COM O PERIGO" ,de Brett Nunn. ( Histórias reais de sobreviventes de grandes aventuras).

 

 

Eu gostei, mas acho que a tradução realmente acabou o livro...

 

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Como BRETT NUNN é americano... logo o livro é americanalhado...

 

sinopse:

"As histórias deste livro são uma continuação da tradição de aventura dos primeiros nativos americanos. Elas foram recuperadas em todos os cantos de Washington, Oregon, Idaho, oeste de Montana, sudoeste do Alasca e British Columbia .

 

Elas vêm de lembranças recentes e antigas, de histórias contadas ao redor das fogueiras, de arquivos empoeirados, de manchetes de ontem e, as mais surpreendentes, diretamente da fonte. Todas são verdadeiras. O autor simplesmente resgatou-as da obscuridade para serem transmitidas à medida que lhe foram contadas. Cada relato inclui horas de entrevistas obtidas a partir de muitas perspectivas, inclusive a dos personagens principais e de seus salvadores.

 

São histórias de desafio à morte, de sorte incrível, de coincidências - de todos os elementos que se juntaram em um único instante de tempo e significaram a diferença entre tragédia e vitória. Algumas são mistérios que oferecem mais perguntas do que respostas. Outras são estudos sobre como uma série de escolhas aparentemente insignificantes pode causar sérios problemas. Em todas o leitor encontrará o mais importante: a incrível capacidade de recuperação do espírito humano."

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  • 2 semanas depois...
  • 3 semanas depois...
  • 2 semanas depois...
  • Membros de Honra

"no guidão da liberdade", do antonio olinto.

ele foi pra europa, pra circular de bike por lá, e acabou dando a volta ao mundo.

e o livro é bem escrito.

 

eu acredito que haja dois tipos de livros de mochileiros.

1. o livro de um viajante, com notas de viagem, às bem escrito, às vezes não tanto.

 

2. a boa literatura com pano de fundo "mochileiro", que pode ser ficção ou não. aí entra o "on the road" do jack kerouac, entram os livros do jack london e do joseph conrad (esse, já teria sua própria vida, por si só, valendo uma grande obra: menino oriundo da nobreza polonesa foge para sobreviver, entra pra marinha aos +/-12 anos, roda o mundo, depois se estabelece na inglaterra e mesmo sem falar direito o inglês, se torna o maior nome da literatura britânica do século XIX), entra "as veias abertas da américa latina" do eduardo galeano, entra aquela biografia do che feita pelo castañeda ("uma vida em vermelho"), entra o livro do hans staden (no qual ele conta como não virou comida de índio aqui no brasil), entra + um monte de livros.

 

uma dica que eu dou além daquele do antônio olinto, são os 4 livros de história do brasil do eduardo bueno.

o eduardo bueno foi o cara que traduziu o "on the road" para o português. e tb tem uma história de vida mochileira. ele tem 4 livros, a série "terra brasilis", sobre o primeiro século dos portuguêses aqui no brasil.

já li o segundo e o terceiro. falta o primeiro e o quarto. os nomes são:

1.a viagem do descobrimento

2. náfragos, traficantes e degredados

3. capitães do brasil

4. a coroa, a cruz e a espada

 

são muito bons, e ele fica relatando as viagens por mar e por terra, as descobertas.... é uma sucessão de histórias do tipo "mochileiro do século XV" que é de tirar o fôlego. :mrgreen: e tão me deixando com uma vontade do kct de percorrer trechos do peabiru!

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  • 1 mês depois...
  • Membros

já falaram do "on the road" do kerouac, mas eu confesso que preferi e achei mto mais a ver com o espírito mcohileiro que agente respira por aqui o "Vagabundos Iluminados" do mesmo autor. O mesmo ritmo frenético de "on the road", mas com vários toques de zen budismo e natureza!

a única edição é poket, eu recomendo1

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  • Membros
já falaram do "on the road" do kerouac, mas eu confesso que preferi e achei mto mais a ver com o espírito mcohileiro que agente respira por aqui o "Vagabundos Iluminados" do mesmo autor. O mesmo ritmo frenético de "on the road", mas com vários toques de zen budismo e natureza!

a única edição é poket, eu recomendo1

É o meu livro preferido. Ele é especial, simplesmente.

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  • 2 meses depois...
  • Colaboradores

Quer viagem mais famosa que A Divina Comédia de Dante Alighieri?

Vou explicar:

O pobre poeta está perdido e sem rumo, não sabe o que fazer de sua vida. Consumido pelas paixões e pela luta desmedida, sente-se acuado e amedontrado. Eis então que surge uma esperança: aparece-lhe seu amigo Virgílio bem na sua frente e Dante pede-lhe que o tire dalí, pois está com medo. Virgílio explica-lhe que a ele convinha fazer uma outra viagem: ir do Inferno ao Paraíso num verdadeiro trekking divino. Durante a viagem ele tem bastante tempo para pensar na vida. Descobrir um novo caminho para si mesmo... Encontra-se com seu destino e sai de lá uma outra pessoa, completamente renovada...

Se isso não é ser mochileiro, não sei mais o que é!

Abraços a todos

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  • Membros de Honra

Acabei de ler é achei MUITO BOM!!!!!!!!!!!!

 

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Descrição

 

David Breashears é cineasta, montanhista e aventureiro. Graças ao seu trabalho, já teve oportunidade de viajar pelas mais remotas regiões do Tibete, China, Nepal, Índia, Paquistão, América do Sul e África Oriental, participando de filmes como Sete Anos no Tibet e Risco Total e co-produzindo documentários premiados.

 

Em 1983, transmitiu as primeiras imagens ao vivo do cume do monte Everest e, em 1995, tornou-se o primeiro norte-americano a chegar por duas vezes ao ponto mais alto do planeta. Recebeu quatro prêmios Emmy por seu trabalho de cinematografia. Em 1996, co-dirigiu, fotografou e co-produziu o filme Everest. Gerações de aventureiros transformaram o monte Everest e outros grandes picos em campos de teste por excelência.

 

Mas mesmo hoje em dia, quando o fascínio pelo alpinismo atinge níveis de verdadeira febre, permanece a antiga questão: "Por que escalar?". Em Alto Risco, o excelente montanhista e cineasta David Breashears responde com um retrato cativante de sua ida. Para David Breashears, escalar nunca foi uma questão de bravura. Ao contrário, sempre representou a busca da excelência e do autoconhecimento. As histórias que esse alpinista, conhecido internacionalmente, conta neste livro vão surpreender o leitor, conduzindo-o por uma jornada em busca de significado e esperança no topo do mundo.

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