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xxcharles

Peruibe - Barra do Una - 3 dias [05/09 a 07/09]

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Eae bRrOthagem ...

 

nunk fiz um relato, mas vou tentar, pois sei como os relatos me ajudam nas trips...

 

PERUIBE - BARRA DO UNA (Camboré, Desertinha, Cachoeira do Paraiso)

 

Uma trip mto bem organizada, definida 00:00 no MSN, marcada pra 10:00 do dia 05/07...

O que foi marcado para 10:00 como sempre, acabamos saindo do Jabaquara 12:00, fomos de van até peruibe, onde o rapaz cobrou R$ 25,00.

Viagem tranquila, o motorista mto profissional, andando pela contramão, acostamento, ultrapassando em faixa proibida, mas ta otimo, afinal queriamos aventura mesmo...

Chegando em Peruibe por volta de 15:00, fomos a busca de uma lanterna pois não tinha nenhuma, e almoçamos num lugar mto bom que não faço a minima ideia de nome, fica bem perto da rodoviária revestido com umas pastilhas vermelhas ...

Então enrolamos um pouco, compramos alcool para a espiriteira, e esperamo o Onibus que partia da frente da rodoviária às 18:00 sentido a Vila do Barra do Una ...

Como sempre, e o mais legal de um mochilão, fizemos amizade com um pessoal que também iria para o Barra do Una, no ponto de onibus ...

e fomos conversando no Onibus, onde um deles faz prancha, ate vou ganhar um prancha nova ;D

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Agora a parte mais legal,

no meio da viagem de onibus por volta de 20:00, por ter chovido o onibus para, manda todo mundo descer e fala para irmos a pé, sendo q inda faltava cerca de 5 km, por estar com crianças e mulheres no onibus, fizeram mor barraco, foi ate engraçado depois lembrar, ligamos pra empresa e acabamos que voltaram tds para o Onibus e fomos até a Barra do Una.

 

Chegando lá. procuramos um camping e ficamos no camping do João cobrando R$ 10,00 p/pessoa a diária.

 

Muito boa a instalação, e com uma vizinhança legal, tinham uns tiozões que frequentam este camping à 10 anos na mesma data, eles se intitulam de PIMONHA (pinga com maconha) kkkkkkkkkkkk.

 

No dia seguinte 06/09 chuveu praticamente o dia intero, somente parando atarde dando para ver um por do sol Lindo, mas não seria uma chuva que ia impedir de conhecermos as praias à volta.

Existe um acesso facio para a Praia do camboré, pela costeira da praia do Barra do Una, so que com chuva fica meio complicado e escorregadia as pedras

 

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a capa de chuva de lixeiro

 

Mais pro final da tarde ainda conseguimos pegar um por do sol Bonito ao lado do RIo Una.

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Numa noite linda com uma pseudofogueira, q naum pegava fogo por causa do chuvisco e vento ...

conversamos um pouco e decidimos ver o sol nascer no proximo dia...

 

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na data de 07/09 Claro q vimos o sol nascer, vimos uma neblina nascer ... e cobrir o dia inteiro, atarde melhorou um pouco, e fomos conhecer as praias além da praia do camboré, existe a Desertinha que fica logo apos a praia do Camboré, tendo um acesso ao lado da praia atravessando um riachozinhoe subindo uma trilha um pouco ingrime.

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fim da praia começo da trilha à esquerda

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entrada da Trilha

 

Preocupados pra ir embora, pois o onibus não iria voltar a barra do Una, então saimos pedindo carona... e encontramos um casal de bondoso coração que nos deu carona ate são paulo, e paramos na cachoeira do paraiso no caminho de volta, uma cachoeira show, da pra escorregar, fizemos um vidinho mas não joguei no Youtoba ainda ...

;]

 

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Barra do Una - Peruibe

 

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Camboré - Peruibe

 

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Desertinha - Peruibe

 

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Rio Una - Peruibe

 

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Cachoeira do Paraiso - Peruibe

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Olá Charles!

 

Bacana o relato. Vi apenas hoje quando pesquisava aqui no Fórum sobre Peruíbe. Só não curti a parte da fogueira ::grr::

 

Não me leve a mal, espero que compreenda. Aquilo é área de preservação e não se fazem fogueiras em áreas de preservação, sob nenhum pretexto, especialmente porque você relatou ter levado álcool para espiriteira...

 

No mais, continue escrevendo. Vi outros relatos teus também muito bacanas.

 

Abraço,

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    • Por Diogo Rodrigues
      Oi Pessoal,
       
      Pra quem sempre vai para as praias de SP, deve saber que existem duas Barra do Una, uma no litoral norte de sp e outra no sul.
      Eu gosto muito da do norte (nunca fui na do sul), e sempre que posso dou um pulo lá.
      Ontem fui e a praia estava totalmente diferente. O Rio Una, que desemboca no mar, está MUITO seco, muito mesmo, até dificultando as lanchas pequenas a passarem para ir pro mar. Vi um barco tirando areia do fundo do rio para ele ficar mais fundo.
      A praia estava muito suja, parece que foi largada sabe?
      Enfim, fiquei decepcionado em como a praia estava.
      Ela tem um potencial enorme, a vilinha ali perto é linda, tem uns lugares legais para comer ou ficar.
       
      Segue o vídeo onde mostro a situação da praia e falo mais sobre.
       
      Aí onde estou, antes era parte do Rio.
       
       
      Valeu!
    • Por Augusto
      Oi pessoal.
       
      Este é um relato de uma trip à Vila de Barra do Una, Peruíbe/SP com a Márcia onde fizemos uma caminhada por praias desertas, cachoeiras e poções. Ficamos por 3 dias e conhecemos as praias desertas próximas à Vila, a Cachoeira do Paraíso e os poções no Rio Perequê. Levei também um bote inflável e remei por alguns trechos do Rio Una.
       
      Fotos + croquis para se chegar lá:
      https://www.flickr.com/photos/augusto08/albums/72157656812924193
       
       
      Depois de me colocarem para trabalhar em pleno feriado de Tiradentes (Quinta-feira) consegui 3 dias de folga (Sexta, Sábado e Domingo). Foi em cima da hora e eu nem tinha planejado para onde iria. Surgiram várias opções, mas eu e a Márcia acabamos decidindo por Barra do Una, em Peruíbe.
      Tínhamos conseguido poucas infos através da Internet e como não conseguimos saber se havia ônibus de Peruíbe para Barra do Una, resolvemos ir de carro. Arrumamos nossas mochilas na noite de Quinta na maior correria porque pretendíamos sair bem cedo.
      Na Sexta de manhã por volta das 06:00 hrs seguimos de Sampa em direção ao litoral.
      Pela Imigrantes o trânsito estava bastante tranquilo e chegamos ao final da descida da Serra por volta das 07:00 hrs, mas ainda tínhamos um longo caminho pela Rodovia Padre Manoel da Nóbrega até Peruíbe, ultima cidade litorânea acessível por essa Rodovia, sentido sul.
      A estrada também estava tranquila e chegamos em Peruíbe por volta das 08:00 hrs.
       
      Tínhamos uma informação de que a Estrada do Guaraú (que leva até Barra do Una) saia próximo do centro da cidade e lá fomos nós procurá-la.
      Seguindo algumas placas não tivemos problemas para encontrar a estrada asfaltada, que inicialmente sobe o Morro do Guaraú com sinuosas curvas para chegar na Praia do Guaraú cerca de 20 minutos depois.

       
      A praia é bem extensa e do lado direito deságua um rio. Próximo da praia existem algumas ilhas, acessíveis por escunas, mas nosso destino ainda estava a uns 23 Km adiante, por estrada de terra precária e muita lama – É a continuação da Estrada do Guaraú. Ao sairmos da Praia notamos que existe um circular que sai de Peruíbe até Barra do Una, conhecido como Poeirinha.
      Saindo da Praia do Guaraú é bem fácil encontrar a estrada para Barra do Una.

       
      Como tinha chovido em dias anteriores, a estrada estava um lamaçal e torcíamos para que nosso carro não ficasse atolado em algum lugar.
      Tinha bastante lama, mas os buracos eram poucos; pelo menos nos primeiros quilômetros.
      Cerca de 2 Km de estrada e junto a uma ponte (Rio Perequê) existe uma bifurcação para a direita e que leva a algumas cachoeiras e poções rio acima, mas passamos direto.
      Daqui para frente a estrada começa a piorar e em vários momentos o carro raspava no solo, por isso é sempre bom levar o mínimo de peso, a não ser que você venha em um 4x4. Mais 10 Km e chegamos a uma outra bifurcação (ao lado de um quiosque) que leva a Cachoeira do Paraíso.
      Nessa bifurcação existe uma placa indicando 10 Km até Barra do Una.
      A partir daqui é um sobe e desce com inúmeros buracos.
       


      Paramos no acesso a um Camping da Praia de Caramboré para apreciar a praia ao fundo e fomos chegar em Barra do Una por volta das 09h30min.
       


      Agora era procurar um camping para ficar. O primeiro que encontramos não tão cheio era o Novo Horizonte, que ficava de frente para a praia e parecia ser um bom local.
      Depois de tirar nossas coisas do carro e montar a barraca resolvemos ir para a praia se refrescar na água, pois o Sol estava muito forte. De qualquer ponto da praia avista-se o Maciço da Juréia à direita, onde o acesso não é permitido. É um local onde 5 ecossistemas se encontram: duna, várzea, manguezal, restinga e mata atlântica, por isso a proibição.
       
      O maciço é interessante, pois se emerge no meio de uma planície com alguns rios e seus meandros. O maciço pertence a Estação Ecológica Juréia-Itatins e é separado pelo Rio Una, que tem sua foz bem no lado direito dessa praia. Para a esquerda segue em direção aos costões rochosos e outras duas praias com acesso por trilha: Caramboré e Deserta.
      Nesse ponto do costão saí pela mata à procura de bambu ou algum tronco de madeira que servisse para fixar as pás dos remos, do qual iria usar no dia seguinte para um passeio pelo Rio Una.

       
      A passagem pelo costão é tranquila e em 15 minutos chega-se a Praia do Caramboré.
      É um pouco extensa e bem menos frequentada que a do Una. Ondas fortes, alguns pequenos riachos, areia branca e um camping (MM) estão nessa praia.
      Cruzando a praia e seguindo por uma trilha na mata, em 20 minutos chega-se a praia Deserta.
       



      Deserta literalmente, pois não encontramos uma vivalma.
      A praia possui ondas bem fortes, com areia branca e fofa. Têm dois pequenos riachos nas laterais da praia e oferece um certo perigo, pois em um eventual afogamento ninguém para ajudar.
      Outro problema são os borrachudos. Encontramos nas 3 praias, mas na Praia Deserta a quantidade era muito maior.
      Ficamos ainda um certo tempo na Praia Deserta, mas logo retornamos. Ao passarmos pelos costões da Praia do Una ficamos por um bom tempo admirando a vista.
       
      Antes do Sol se pôr, voltamos para o camping tomar um banho e comer alguma coisa. É um camping até que bem estruturado, com chuveiros quentes, banheiros limpos, pia para lavar louças e até uma churrasqueira, mas bem ao lado de nossa barraca tinha uma família em uma picape que mantinha o som no volume máximo. E o repertório era bem variado: MPB, axé, samba, rap. Pelo menos durante a noite eles desligaram o som.
      Depois de um jantar básico, fomos ainda passear pela vila, que se restringe a rua principal e a avenida da praia, onde estão a maioria dos campings, além de 2 ou 3 ruas transversais. Como é de praxe, todo camping possui um barzinho e o camping onde ficamos também tinha um, além de possuir algumas suítes.
      Como era Lua cheia, o passeio nem precisou de lanterna. Paramos em um bar para tomar uma batida e fomos procurar o local ideal para colocar o bote no rio, pois o dia seguinte ia ser para remar pelo Rio Una. Naquela noite resolvemos dormir cedo, pois estávamos cansados da viagem e das caminhadas pelas praias da região. O dia seguinte prometia.
       
      No Sábado de manhã acordamos com um Sol muito forte que era o ideal para remar. Tomamos um café da manhã bem reforçado no próprio camping. Terminamos de inflar o bote e seguimos em direção ao rio.
       

      Bote na água e lá vamos nós. Naquela hora a maré estava um pouco baixa, por isso dava para ver toda a região de mangue que é alagada na maré alta.
       


      Seguimos em direção a foz do rio, mas devido a força da água do mar ser mais forte e estávamos remando contra a maré, não foi fácil. Demos uma parada em uma pequena praia perto da foz do rio e ali ficamos por algumas horas.
       

      Era deserta, mas do outro lado do rio estava a Praia do Una com todo o pessoal tomando Sol e se banhando.
       

      Conforme foi entardecendo a maré subia mais e mais. Logo já não tinha mais areia para ficarmos.
      De vez em quando passava algum barco a motor de pescador. Já com a maré alta e a correnteza a favor, aproveitamos para voltar à vila, mas nem foi preciso fazer muito esforço, pois éramos levados pela correnteza.
      Usávamos de vez em quando o remo como leme para manter a trajetória e logo chegamos na vila.
      Próximos de onde saímos da água notamos um outro braço do rio Una, que circunda uma pequena ilha com vários meandros, mas isso fica para uma outra viagem.
      Fomos direto para o camping e depois almoçar. O camping possui um bar/restaurante. A refeição inclui arroz, feijão, salada e peixe. Comida boa e barata. E como já era final de tarde, a refeição serviu como almoço e jantar.
       
      Saímos novamente pela vila e encontramos o único telefone (que usa ondas de rádios) pertencente a uma residência, mas que disponibilizam para ligações cobrando uma taxa por minuto.
      Durante a noite, como ainda era Lua cheia, resolvemos ir até a foz do rio pela avenida da praia, que passa por algumas residências. A maré estava bem baixa, proporcionando uma visão bem legal de toda a foz do rio e as praias ao redor, formadas pelo acúmulo de areia. Talvez até dava para passar para o lado proibido da Estação Ecológica, mas só avançamos um pouco em direção ao mar, onde existiam alguns pequenos lagos que apareciam por causa da maré baixa. A praia estava praticamente deserta naquela noite, apenas sendo iluminada pela imensa Lua cheia. Uma bela visão poética. Voltamos ao camping para dormir, porque o dia seguinte era o último dia e pretendíamos conhecer todas as cachoeiras da região.
       
      Domingo de manhã acordamos por volta das 08:00 hrs e notamos que várias pessoas do camping já estavam arrumando as coisas para ir embora.
      Barracas desmontadas, agora seguíamos para a Cachoeira do Paraíso. O acesso é feito retornando uns 10 Km pela estrada e tomando uma bifurcação para esquerda que leva a uma pequena vila. É uma estrada muito mais precária e são uns 5 Km até a cachoeira, marcada por vários quiosques, junto ao início da trilha. Para espanto nosso, até aqui existiam flanelinhas, que cobravam só para olhar o carro. É mole?
      Na entrada da trilha existem monitores ambientais do Instituto Florestal que podem ser úteis para quem não conhece nada sobre a região. A cachoeira, na verdade é um tobogã de uns 10 mts de altura que deságua em um imenso poço. No local sempre fica um salva-vidas para um eventual problema.
      O tobogã é muito liso e quase no final possui uma pequena rampa (até arrisquei algumas descidas).
       


      Depois de escorregar diversas vezes no tobogã e mergulho no poção seguimos para os quiosques, onde comemos alguma coisa por volta das 12:00 hrs. Agora era retornar até o Rio Perequê para conhecer outras cachoeiras e poções.
      Voltamos pela estrada de acesso a Peruíbe e ainda rodamos mais uns 2 Km até um local chamado Eco Point.
      Aqui é um bom local para estacionamento e se banhar na piscina natural do rio ao lado, mas resolvemos atravessar a ponte e seguir por uma estrada bem fechada que leva a outras cachoeiras rio acima, seguindo placas que indicavam Bar do Jorjão. A estrada termina próximo desse bar e aqui tem início a algumas trilhas, que levam a várias cachoeiras e poções.
       
      Seguimos pela trilha mais demarcada que segue por entre dois rios por uns 20 minutos chegamos a uma bela cachoeira com um imenso poção.

       
      A profundidade é tanta, que nem se consegue ver o fundo e creio em uns 5 mts ou mais de profundidade. Ficamos por um tempo tomando Sol nas pedras ao lado do poção e logo retornamos.
       

      Na volta entramos em algumas bifurcações que nos levaram a um outro poção e outra cachoeira (são muitas trilhas e todas elas levam a alguma), mas não ficamos muito tempo.
      Pouco depois das 14:00 hrs resolvemos voltar para Peruíbe e ainda paramos um certo tempo na Praia do Guaraú.
      Saímos de Peruíbe por volta das 16:00 hrs e seguimos pela Rodovia, mas assim que chegamos na altura da Praia Grande o trânsito na rodovia parou completamente e como não tínhamos pretensão de passar o resto da tarde na Rodovia, seguimos pela Avenida Beira-mar da Praia Grande.
      Pelo menos evitamos o trânsito da Rodovia.
      Paramos ainda em um quiosque da praia para apreciar o Por do Sol e depois seguimos pela Imigrantes, que apresentava um pequeno trânsito em direção a Sampa.
       
       
       
      Abcs


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