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Discussões & Notícias sobre o Aquecimento Global

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[info]Discussões & Notícias sobre a "novela" do Aquecimento Global[/info]

 

[t1]"Não existe aquecimento global", diz representante da OMM na América do Sul[/t1]

 

:arrow: Fonte: UOL Ciência e Saúde http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/2009/12/11/nao-existe-aquecimento-global-diz-representante-da-omm-na-america-do-sul.jhtm

 

Por Carlos Madeiro

Especial para o UOL Ciência e Saúde

 

Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

 

Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O metereologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

 

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?

 

Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

 

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

 

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

 

 

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

 

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende de como se mede.

 

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento.

 

UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

 

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

 

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

 

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

 

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

 

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

 

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

 

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

 

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

 

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

 

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

 

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

 

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.

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Caro Robram,

 

Muito obrigado pela gentileza! :D

 

E o mais triste da história é termos a mais absoluta certeza que de todo o dinheiro arrecadado ( ao menos em Minas Gerais, o estado com maiores restrições em questões ambientais, depois da secretaria de fazenda é a secretaria de meio ambiente quem mais arrecada no estado ) boa parte não será revertido para qualquer ação em benefício do meio ambiente! :x

 

Nosso grande problema é que somos uma população muito pacífica e que aceita tudo que nos é forçado de goela abaixo. ::grr::

 

Só vejo duas soluções: ou mandamos nossos políticos e "burrocratas" para a Suécia, ou importamos a população francesa... :shock:::lol3:: brincadeirinha, apesar de admirar o senso de cidadania dos franceses, acho-os muito esnobes e cheios de sí. ( quem reclama dos argentinos é porque não conhece os franceses - óbvio que há exceções ).

  • 3 semanas depois...
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É pessoal, eis mais um preguinho no caixão do IPCC e do AGA! ::otemo::

 

Antes só para lembrá-los, de algumas afirmações do IPCC: "com o aumento da temperatura, as florestas tropicais vão desaparecer e dar lugar à vegetação de savana; isso se dará especialmente na região amazônica..." :roll:

 

Agora um link para uma notícia de um artigo ( com peer review ) publicado na revista Science sobre como as florestas tropicais se dão muitíssimo bem com mais CO2 e temperaturas mais elevadas: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/11/floresta-tropical-aguentou-pico-de-temperatura-ha-60-milhoes-de-anos.html

 

Trancrevendo para evitar perdas:

 

"11/11/2010 17h25 - Atualizado em 11/11/2010 17h25

 

Floresta tropical aguentou pico de temperatura há 60 milhões de anos Temperatura e nível de dióxido de carbono eram maiores na época. Estudo foi publicado na revista 'Science'.

 

Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tropicais Smithsonian, no Panamá, afirmam que florestas tropicais prosperaram há 60 milhões de anos, mesmo com uma temperatura de 3ºC a 5 ºC acima da média atual, com níveis de dióxido de carbono 2,5 vezes maiores. O estudo foi publicado na revista "Science" nesta quinta-feira (11).

 

Coordenados pelo professor colombiano Carlos Jaramillo, os cientistas analisaram amostras de pólen contidas em formações rochosas na Colômbia e na Venezuela, formadas antes e depois de um período conhecido como Máximo Térmico do Paleoceno-Eoceno.

 

É uma faixa de tempo localizada há 56,3 milhões de anos, na qual os níveis de dióxido de carbono dobraram em apenas 10 mil anos e a temperatura aumentou de 3ºC a 5ºC. Essas condições se mantiveram por 200 mil anos.

 

Contrariando a hipótese de que florestas tropicais seriam devastadas por condições climáticas tão severas, a diversidade biológica aumentou na região durante o período de aquecimento que Jaramillo e colegas estudaram.

 

Novas plantas evoluíram, com maior rapidez em relação à extinção de outras espécies. Pólen de exemplares da família do maracujá e do cacau foram encontrados pela primeira vez.

 

Os níveis de umidade não caíram de forma significativa durante o Máximo Térmico, com bom desempenho das florestas à época.

 

"É importante que o efeito dos gases estufa preocupem tanto as pessoas no que diz respeito às florestas tropicais", afirma Klaus Winter, cientista do instituto, ligado ao Smithsonian Institute norte-americano.

 

"Mas esses cenários horríveis provavelmente só possuem validade se o aumento da temperatura causar secas mais severas, assim como alguns dos modelos atuais prevêem para os próximos anos."

 

Aqui também os pesquisadores "acomodam" o AGA para não ficarem frontalmente contra a "onda reinante" e não perderem seus financiamentos de pesquisas. Eu pergunto: com mil diabos ( desculpem a expressão ) como é possível haver um maior aquecimento e por consequencia maior evaporação oceânica e não haver um aumento de chuvas na amazônia e sim um decréscimo ( secas )??? Lembrar que a circulação global de ventos e correntes oceânicas têm justamente correlação com os gradientes de temperatura tanto do ar quanto das águas ( muito mais destas ) e com o sentido de rotação da Terra ( ou estamos alterando isto também??? ). :mrgreen:

 

 

E aqui mais um artigo científico ( até mais antigo ) que demonstra como fauna e flora tropicais se dão muitíssimo bem com temperaturas mais elevadas ( ao contrário das noticias catastróficas sobre aquecimento com que somos bombardeados diariamente ): http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=29394&op=all

 

A transcrição é para evitar que o link e por consequência o conteudo se percam:

 

"Fóssil da maior serpente do Mundo pode ajudar a perceber alterações climáticas

2009-02-04

 

Os cientistas que estudam os restos da maior serpente do Mundo, descobertos no Norte da Colômbia, acreditam que estes poderão trazer revelações sobre o clima e o meio ambiente em que viveu o réptil há 60 milhões de anos.

 

Baptizada de "Titanoboa Cerrejonensis" devido ao seu tamanho e à localização da mina de carvão de Carrejón onde foi encontrada há cerca de dois anos, a gigantesca serpente tinha mais de 13 metros de comprimento e pesava 1,25 toneladas, de acordo com os paleontólogos que analisaram as suas vértebras e cujas conclusões do estudo estão publicadas na última edição da revista "Nature.

 

É a maior serpente que o Mundo conheceu", declarou à "Nature" Jason Head, da Universidade de Toronto Mississauga, principal autor do estudo e membro da equipa internacionais que analisou o fóssil. Jason Head comparou o tamanho do réptil com um autocarro e disse que o seu corpo era tão largo que não caberia na porta de uma casa.

 

"Esta descoberta dá-nos uma visão única e importante do passado", declarou Jonathan Bloch, da Universidade da Florida, cientista que dirigiu a expedição à Colômbia, juntamente com Carlos Jaramillo, do Instituto Smithsonian de investigação tropical no Panamá. Segundo Jonathan Bloch, o fóssil data da época do Paleoceno, período de 10 milhões de anos que se seguiu à extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.

 

Na opinião dos cientistas, o tamanho do réptil é revelador porque a dimensão das serpentes e de outros animais de sangue frio depende da temperatura do seu habitat Com base no seu tamanho, Head e Bloch calculam que a "Titanoboa" tinha necessidade de uma temperatura média anual entre os 30 e os 34 graus centígrados para sobreviver, seis graus mais do que a média actual na cidade costeira colombiana de Cartagena (28 graus).

 

Implicações da descoberta

 

Carlos Jaramillo explicou que os cientistas sabem pelos fósseis de plantas encontrados em Carrejón que a zona, que hoje é árida, foi um bosque tropical no período do Paleoceno. "No Paleoceno, os níveis de Dióxido de Carbono (CO2) na atmosfera eram o dobro dos existentes actualmente e a selva tropical sobrevivia a 32 graus, cinco mais do que os que se registam actualmente naqueles bosques", afirmou o botânico, que destacou as implicações desta descoberta para compreender o efeito climático sobre as plantas tropicais.

 

Nunca tinham sido encontrados na zona equatorial da América do Sul fósseis de um vertebrado com entre 55 e 65 milhões de anos de antiguidade devido à densidade da selva e à maior deterioração dos cadáveres devido ao calor, explicou David Polly, da Universidade de Indiana, EUA, outros dos autores do estudo.

 

Por um lado, esta nova espécie permite-nos compreender melhor a história das serpentes e, por outro lado, dá-nos uma indicação do clima nos trópicos no período em que estavam a começar a evoluir grupos modernos de organismos", declarou.

 

Na região de Carrejón foram também encontrados muitos esqueletos de tartarugas gigantes e dos extintos antepassados dos crocodilos, que na opinião dos cientistas foram aparentemente devorados pela gigantesca serpente. As maiores serpentes da actualidade são as anacondas, que medem entre cinco e sete metros, e as pitons, com um comprimento entre um e seis metros.

 

Carlos Jaramillo sublinhou que se prosseguirem as alterações climáticas será possível ver no futuro serpentes como a "Titanoboa", ainda que para isso tenham de passar milhões de anos, já que as espécies evoluem lentamente. O que mais alarma os cientistas, segundo Polly, é a rapidez com que se estão a produzir as alterações climáticas, já que podem impedir a que as espécies e os ecossistemas se adaptem. "

 

Aqui no fim só fazer outro esclarecimento que é para não comungar com o fim dado pelo pesquisador, que como todo cientista depende de verbas e fundos basicamente governamentais e de algumas empresas para dar sequência em suas investigações: vejam que apesar dos fatos levantados e de já haver evidências de que a vida se adapta sim a mudanças rápidas e que a evolução dá sim saltos ( quando necessário ), o pesquisador da um jeito de "acomodar" a questão das alterações climáticas "aceleradas" ( lembram-se dos meus 9 graus em 10 anos e do "congelamento do dia para a noite" do glaciologista e paleoclimatologista Lonnie Thompson? ) para não ficar em frontal desacordo com a "onda reinante"! ::ahhhh::

 

Mais um pouco e o caixão do IPCC/AGA não vai apodrecer, mas enferrujar de tanto prego! ::lol4::

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Caro Vidal,

 

Parabéns pela póstagem do video que serve para abrir um pouco mais os olhos de alguns "cegos" ( por só terem informações advindas de uma única fonte viciada ), ou para sedimentar de vez a suspeita que um um número crescente de pessoas tem de que o AGA é uma farsa ou para dar um "tapa" de realidade naqueles que apesar de inúmeras evidências de manipulação, distorsão e mentiras ainda defendem o AGA. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Estes fóruns tem uma audiência diferenciada, pois são formadores de opinião e tem a chance de ao menos passarem os dois lados da moeda àqueles que os cercam, mostrando que longe da questão estar definida, cada vez mais é a incerteza quanto ao papel do CO2 que ganha corpo ( para não dizer certeza que ele não é o principal forçante do clima ).

 

Temos que nos valer de todos os espaços para combater esta frente, que é apenas o "braço armado" da chamada governança mundial! ::grr::

 

Mais uma vez felicitações pelo informativo vídeo! ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

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Caro Renan,

 

Eu sou cirurgião dentista, e resido em Governador Valadares -MG. :D

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Ahh ta!! É que conhecia um cara na faculdade que costumava usar como link o titulo de cabral também, e pra ter tanta paciencia para escrever, como você tem, imaginei que só poderia ser um historiador, ou estudante de história, hehe!!

 

 

Abraços!!

  • 2 semanas depois...
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Mais um preguinho para o caixão do AGA/IPCC 8) : todos aqui já ouviram falar dos famosos “créditos de carbono”, onde “poluidores” comprariam o direito de continuar emitindo C de países e corporações onde este índice fosse baixo, e com isso de certa forma, geraria um mercado de venda e troca que levaria dinheiro a quem tem baixas emissões ou que reduziu as emissões, como compensação, enquanto a outra ponta poderia continuar emitindo...

 

Pois bem, este negócio que parecia ser o top dos mercados e que segundo previsões dos alarmistas do clima teria longa vida, MORREU!!! ::ahhhh::::otemo::

 

E como tudo ligado à esta farsa do AGA, a publicidade de tal fato na mídia de massa foi quase zero! :o

 

A “Bolsa de Chicago” para créditos de C FECHOU (Chicago Climate Exchange – CCX )!!! ::grr::::otemo::

 

Eis um link com as notícias:

 

http://pajamasmedia.com/blog/if-al-gores-chicago-climate-exchange-suffers-total-failure-does-the-msm-make-a-sound/

 

Ou seja, virtualmente o mercado de carbono virou fumaça!!! ::ahhhh::::otemo:::mrgreen::mrgreen::mrgreen::mrgreen:

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Verdade inconveniente! ::Cold::

 

Gostaria de apresentar aos Mochileiros, alguns fatos e provas para que possam formar suas próprias opiniões sobre se há ou não uma manipulação de dados para “comprovar” o AGA. ::cool:::'>

 

Pela própria natureza dos freqüentadores destes fóruns, não é preciso que fiquemos explicando e detalhando muito as coisas, pois como normalmente são pessoas que estão acima da média nos quesitos informação e formação, estão aptos por si próprios a avaliarem os dados e tomarem suas próprias decisões e posições. :idea:

 

De um lado há algumas pessoas como eu que afirmam que AGA é uma grande farsa, enquanto no extremo oposto a mídia em peso e pessoas que DEVERIAM em tese serem bem informadas ( como os srs. sabem, espera-se que professores e profissionais ligados à áreas das ciências naturais sejam bem informados, mas na prática sabemos que a maioria não se dá ao trabalho de sequer checar as informações, fazendo apenas coro à corrente dominante ) se posicionarem de forma totalmente oposta. :shock:

 

Nos últimos dias por exemplo, estamos sendo bombardeados com informações do tipo: “ a década de 2000 será com certeza a mais quente”, ou ainda “ o ano de 2010 deverá estar entre os 3 mais quentes da história”, etc, etc, etc. ::ahhhh::

 

E como as coisas são colocadas, até parece fazer bastante sentido ( exceto pelos invernos rigorosos como há muito não se via e chegando com 30 dias ou mais de antecedência – mas sejamos honestos e não façamos como “eles”, já que nossos verões parecem ser mais quentes, ao menos nas cidades, o que poderia compensar os picos de inverno, apesar de que estes são da ordem de 10 ou mais graus abaixo das médias, enquanto os verões são de nó máximo 3 a 5 graus acima da média ). :o

 

Mas o que pretendo disponibilizar para a avaliação são os dados das estação de medição das temperaturas de superfície dos EUA, supostamente as melhores equipadas e localizadas para medições acuradas, e que mostrariam esta “tendência” de elevação nas temperaturas de superfície ( mas os dados de satélite consistentemente mostram que as temperaturas da alta troposfera onde o aquecimento deveria se dar de forma mais intensa, se estivesse ocorrendo algum, demonstram uma estabilidade e até ligeira queda, assim como os dados dos oceanos – 71% da superfície do planeta – que pelo mais moderno e confiável sistema disponível, o do projeto ARGO, também mostram estabilidade e até LIGEIRA queda nas temperaturas, mesmo que a classifiquem de não significativa.

 

Vocês poderão constatar no documento que a simples mudança na pintura das estações de medição, que era feita até 1979 com a nossa conhecida caiação ( branca ) para uma tinta látex, aumentou em cerca de 0,3 e 0,8 graus F respectivamente no verão e inverno, sendo que o aumento de temperatura atribuído ao último século foi de 1,2 F. :shock:

 

A adição de instrumentos eletrônicos ( que produzem calor ) junto aos termômetros nestas estações seria outro fator. :shock:

 

E o mais grave, a desativação de mais da metade das estações ( as que ficavam em localidades remotas e longe das construções humanas ) e a instalação ou manutenção de instalações em locais impróprios para as mesmas, devidos aos desvios a que são submetidas ( estacionamentos de shoppings, estações de tratamento de esgoto, saídas de exaustão de sistemas de ar refrigerados, etc, etc, etc ). ::grr::

 

Há também as famosas “correções” de dados brutos, que levam a um decréscimo das temperaturas do passado e aumento da atuais ( provavelmente pura coincidência ). ::grr::

 

O documento é em inglês, mas quem não tiver o inglês afiado não se preocupe, já que as fotos das instalações de medição falam por si sós e são bastante eloqüentes! ::otemo::

 

Se isto ocorre nos EUA, como deve ser no restante dos países do mundo??? ::putz::

 

Eis o link para o documento:

 

http://www.heartland.org/books/PDFs/SurfaceStations.pdf

 

Após lerem o documento, por favor postem suas opiniões à respeito e reflitam sobre este e outros fatos que já foram apresentados anteriormente e avaliem se devemos continuar a gastar bilhões de dólares para demonizar o CO2 ou se este dinheiro deve ser canalizado para melhoria das condições de educação, saúde e alimentação de bilhões de pessoas necessitadas no mundo, e com isso, ai sim, conseguirmos uma real e efetiva proteção ao meio ambiente, pois pessoas informadas, saudáveis e sem fome protegerão e cuidarão do ambiente em que se encontram, ou pelo menos passarão a ter condição de fazê-lo, já que não mais terão que agir predatoriamente sobre o ambiente natural para a mais básica das funções humanas, sobreviver! :|

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