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thiagoluizalves

Bolívia em 15 dias: Santa Cruz, La Paz, Uyuni, Potosí e Sucre - Janeiro de 2016

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Hey!

 

Segue meu relato para Bolívia realizado entre 20 de Janeiro á 03 de Fevereiro de 2016.

 

Vou postar os relatos aos poucos e para ver fotos acesse os links que estarão em cada post.

 

Dúvidas, me questione aqui ou mande e-mail para [email protected]

Obrigado.

 

T. Luiz

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O voo desde Guarulhos e a chegado ao Aeroporto Viru-Viru em Santa cruz.

Post original com fotos em: http://www.mundodesbravo.com.br/post/76/1/bolivia-santa-cruz-de-la-sierra

 

A viagem para Bolívia começou quando encontrei uma passagem para Santa Cruz de La Sierra, via TAM, por dez mil milhas em classe "Economy Premium”, porém iria efetuar paradas 2 paradas: em Ciudad del Este e Assunção. Ok, tá valendo, então vamos! O primeiro trecho foi FLN x GRU, onde chegando em GRU, meu voo embarcava pelo novíssimo terminal 3, que não merece só “Palmas, mas Tocantins inteiro” pelo lindo e moderno terminal internacional! O voo foi operado em um Airbus 320 pela TAM Mercosur, minha poltrona era a 1D (que chique, não? HA!) e a classe "executiva" é composta por 3 fileiras, sendo 2 poltronas por lado. O que diferencia dos nossos voos domésticos da TAM são os comissários, todos naturais do Paraguai. Já havia voado de executiva quando fui para Bogotá pela AVIANCA em 2015 e basicamente o que muda é a poltrona. Enquanto no voo da Avianca a poltrona reclinava 180º, no meu voo as poltronas só reclinavam um pouco mais que as econômicas. Fomos recebidos com cobertor e o welcone drink vem somente se você pedir. Durante o voo, a comissária perguntou se queria jantar e se caso eu estivesse dormindo, se ela poderia me acordar para comer. Como não dormi, a poupei da provável cena de me ver dormindo, digo, babando. Então, o prato chegou: salada de camarão, com pães e de sobremesa, chocolate Lindt com algo não muito bom. O camarão era farto, mas frio. E a sobremesa, dura! Ofereceram como bebidas: suco, cerveja, água e vinho. E também ofereceram a revista ÉPOCA para ler. A chefe de cabine pareceu ser uma senhora super dedicada, séria, mas muito educada e atenciosa!

 

Já em Assunção, passamos pela imigração, voltamos ao saguão do aeroporto e novamente entramos na área de embarque internacional. Não há necessidade de pagarmos outra taxa de embarque, visto que ao lado área de embarque há guichês de pagamento de taxas. No saguão do aeroporto são três pisos: desembarca no primeiro e embarca no segundo. Os guichês das companhias aéreas ficam no segundo andar e, no terceiro, pelo que vi, fica administração e mais poltronas (foi onde vi gente dormindo). Em todas as áreas e pisos do aeroporto há casas de câmbio. Em frente à área de embarque há um ponto bom para carregar telefones e afins. Quando chegamos ao Paraguai e passamos pela imigração, deixamos os dois papéis de entrada no país (que achei super engraçado, pois vem com o logotipo da TAM e não da migração). Na hora de entrar novamente na área de embarque internacional e passar pela migração, tive que preencher de novo os papéis... Como ia passar a madrugada toda no aeroporto, já estava podre de cansado (claro, dia anterior resolvi ir pra balada e chegar sete da manhã em casa HAHAHA) e já eram 2 da manhã, porém meu voo saia às 09h40. A minha sorte que na área de embarque há uma HAVANA com dois enormes sofás! Comprei um Cheaseake (que estava uma delícia e era um pedaço farto) só para usar como desculpa para dormir no sofá. Consegui, mal e porcamente, mas deu pra tentar descontar alguma horas de sono. Antes de achar o sofá, eu até havia arriscado dormir nas próprias poltronas no saguão, mas sem sucesso: além de ser extremamente desconfortável, tinha uma hora que ficaram duas crianças bem mal educadas que não me deixavam dormir. Embarque foi pontual e a equipe do solo era super prestativa e preocupada. Fui novamente na executiva, poltrona 1D e equipe de bordo nada além do normal e eram todas mulheres. Ofereceram jornal paraguaio para leitura e, após decolagem, iniciou o serviço de bordo. Ah, em Assunção o pessoal de solo falava português.

 

Cheguei ao aeroporto às 10h30 e como estava na primeira fila, fui o primeiro a sair. A passagem na imigração foi tranqüila, só me perguntaram o motivo da minha viagem. Eles te entregam um papel verde que deverá ser entregue ao final da viagem. Depois de pegar a bagagem você precisa passar pela "receita federal" feat "Ministério da Agricultura". É tudo muito simples: você aperta um botão: se der verde, pode sair da área de desembarque de boa.Se der vermelho, abrirá todas as malas para revista. Sistema precário, não? Saído da área de desembarque, à esquerda há um banheiro e já termina o aeroporto. Então, ao pegar à direita, você encontra a única casa de câmbio aberta, um ponto de informações turísticas sem ninguém, o balcão de vendas das companhias e no final da metade do aeroporto, um ponto de vende de Chip da Entel. Paguei 25 Bs pelo Chip mais 50 Bs para carregar com 1GB de dados. Em La Paz o mesmo chip é vendido por 10 Bs. Em frente ao Entel, há as escadas rolantes para subir ao segundo piso do aeroporto, onde ocorrem os embarques nacionais e internacionais (são juntos). No voo da volta para o Brasil, saí de Santa Cruz e no segunda andar ainda há 2 lugares para comer bem bacana, bancos, um banheiro grande e caixas eletrônicos que sacam cartões internacionais. Na área externa do aeroporto, logo na saída da área de desembarque há os táxis oficiais do aeroporto e, um pouco mais à frente do ponto taxi, há a saída do "ônibus" que vai até o terminal no centro da cidade. Ah, o aeroporto fica afastado da cidade! Abaixo está a foto de um microbus que vai até a região central. Porém, vi que também há um ônibus que também faz o trecho, pois eu o vi no dia que estava regressando para a Santa Cruz. Era um ônibus mesmo, este que estamos acostumados a ver no brasil, executivos e com cara de ônibus para aeroporto.

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Santa Cruz de la Sierra

Post original com fotos: http://www.mundodesbravo.com.br/post/76/1/bolivia-santa-cruz-de-la-sierra

 

DIA 01

Cambio Centro: Real: 1,74 + Dólar: 6,93 - esse valor de dolar está congelado há anos. Manobra do governo.. E em toda bolívia vais encontrar essa mesma taxa para conversão.

 

20/01/2016 às 15h.

 

Peguei um táxi por 60 bolivianos até o hostel, que não está no centro da cidade. Do hostel até o centrão, está como 30 minutos a pé ou 15 bolivianos de taxi. Após chegar, tomei um táxi para conhecer o centro e pedi para me deixar na praça principal - Plaza 24 de Septiembre. Além da praça ter muito a cara de cidade de interior (muita árvore e bancos espalhados nas extremidades), achei muito estranho, pois para uma cidade de quase 2 milhões de habitantes, imaginava um centro mais agitado... Mas não é! Ainda estava com as decorações de Natal/Fim de Ano e com movimento típico de praças: idosos curtindo olhar (e fofocar) a vida de quem passa, pais com seus filhos, estudantes matando às aulas.. Não foi uma praça que me prendeu para ficar sentado admirando.. Acredito que tenha sido o calor.

 

Então, fui à procura de uma casa de câmbio, mas na verdade há uma rua (Cll Liberdad) próxima à praça central que só há câmbios. Fui almoçar que nem um boliviano, nos tradicionais mercados de rua da Bólivia. Na verdade funcionava como os mercados públicos convencionais, mas somente há barracas bem simples vendendo comida e sucos. Almocei um prato típico boliviano por 12 bolivianos e suco por 7 bolivianos. Não faço a mínima ideia o nome do prato, falaram mas não entendi mesmo... Era um frango ensopado, com um carreteiro também ensopado e macarrão. Dentro do mercado faz um calor razoável (leia-se infernal), mas nas barracas tem algum sistema para ventilar (precário, mas funciona). Enquanto você caminha, vão te abordando para comer nas suas barracas, mas as comidas são feitas e expostas ali, sem higiene ou cuidado algum. A salada você se serve a vontade, já a comida principal é por eles. Também há outras tendas que vendem coisas aleatórias... Normalmente você compra o suco em outra tenda, e não na que você está comendo o prato principal. Você come direto no balcão, claro que há cadeiras para você comer com calma. Pude perceber que é onde há um almoço barato e tradicional em Santa Cruz. O mercado que fui se chama Mercado Nuevo, indicação da moça do Hostel. Os guias citavam outros 2 para conhecer, mas são muito muvucados, mais imundos e não indicados pra turistas. Esse que fui, era o mais limpo, organizado e tranquilo para um almoço. Depois passei no Burguer King e comi uma sobremesa. Um detalhe: cidade é extremamente quente! Precisa de um ar condicionado ou de algum lugar refrescante. Então, fui para o Parque Arenal, onde pude aproveitar a sombra. Pelo que vi, o Parque é queridinho dos cruceños estavam em buscar de uma sobra. Cheguei ao parque caminhando, pois ficava muito próximo do centro. Após o parque, fui ao Starbucks me refrescar um pouco. Voltei para o hotel, tomei um banho e voltei para o centro para conhecer um amigo de facebook de Santa Cruz. Sobre o hotel: fui pela maior nota no booking... E havia indicado no Lonely Planet falando bem... Peguei um quarto provido com ar condicionado. Por mais que em Santa Cruz faça calor, quartos compartilhados (ou até mesmo) não possuem ar condicionado, ou possuem com tempo determinado. Como eu sou calorento, fiz questão de pagar 300 bolivianos para ficar no quarto privado no Hostel Jodanga. Na verdade, era um quarto em um container! Super modernos, com explicações de como usar o chuveiros, regras do quarto e ar condicionado que lutou muito bem contra o calor de Santa Cruz.

 

Duas quadras atrás do hostel há uma avenida (Av. El Trompillo) onde há Burguer King e Subway, como também, caixas eletrônicos para sacar dinheiro. Efetuei um saque de 1400 Bs no caixa eletrônico do BCP, onde era o único que autorizava o saque internacional pelas bandeiras Visa Electron ou rede Cirrus (Mastercard). A noite, no própria praça central, encontrei com meu amigo Hubert e tomamos as cervejas Paceñas e Huari, que na minha humilde opinião, a Huari é a melhor da Bolívia! Conversamos sobre a Bolívia e outras coisas, como por exemplo que as pessoas de Santa Cruz cortam o "S" das palavras. Então La Paz se pronuncia "La Pá". O bar onde fomos se chamava Irish Pub, no centro comercial na própria praça central - 24 de Septiembre. Foi indicação do meu amigo, como também, a Lonely Planet e Rough Guide indicar o bar Irish Pub.

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    • Por Juliana Champi
      Salve a todos!
      Embora haja uma quantidade relativamente boa de informações sobre o Ceará, vou tentar atualizar valores e falar um pouco sobre viajar na época das chuvas e sobre segurança... tentarei escrever um relato mais sucinto do que me é de costume, rs. Mas não sei se vou conseguir, haha! (Obs - não vou).
      Esta viagem ocorreu entre 3 e 15 de abril, com cidades-base de Fortaleza e Jeri. Os viajantes: eu e meus meninos companheiros de sempre, Gui (marido) e João (filho, 10 anos). O padrinho do João, Lio, tb parceiro de outras aventuras, passou uns dias conosco.
      O Ceará surgiu aleatoriamente nas minhas buscas rotineiras por passagens baratas... embora tenha comprado passagem para o período das chuvas, o preço ridiculamente barato me convenceu a ir whatever. Normalmente uma passagem pro nordeste saindo do interior do Paraná custa em torno de 800-1000 reais por pessoa. Pagamos 1500,00 nas 3, ida e volta, com 1 mala despachada.
      Surgiu tb do meu filho pedindo pelamordedeus pra gente viajar pra um lugar quente, com água, e com um pouco de descanso. Segundo ele, não aguenta mais viajar pro frio, acordar cedo e andar muito (fomos pro Japão em dezembro, kkkkk), então, conseguimos atender aos pedidos dele pra comemorar sua primeira década de vida!
      E eu tenho amigos no Ceará!!! Melhor coisa ever rever amigos!
      ROTEIRO
      Dei uma pesquisada no que fazer por Fortaleza, onde chegaríamos, e arredores. Muito se fala em Canoa Quebrada (ao sul) e Jericoacoara (ao norte), mas tem muito mais do que isso no Ceará. 
      Certeza que tem muita gente que iria aproveitar pra conhecer estes dois destinos mega famosos, mas pro meu jeito slowtravel de viajar não cabiam nos dias que me programei, então escolhi ir só pra Jeri e explorar mais outros destinos mais próximos de Fortaleza, como Cumbuco, Águas Belas, Morro Branco e etc. Mas com calma, sem ser só pra tirar foto. E justamente por isso alugamos carro, pra não depender das excursões. Mas pra quem não quer alugar carro, recomendam muito uma agência chamada oceanview. 
      HOSPEDAGENS, CARRO ALUGADO E TRANSFERS JERI
      Logo que comprei as passagens comecei a dar uma olhada no booking e airbnb em busca de um teto. Quem já leu meus outros relatos sabe que eu sou hiper fã de airbnb e sempre dou preferência para experiências mais locais. E em Fortaleza não foi diferente. Só que quando comecei a procurar achei e apaixonei num apto meio patrão numa região nobre da cidade. Cabia 6, de início estávamos só nós 3. Mostrei pro marido que resolveu topar um conforto uma vez na vida, kkkk, e alugamos. Depois veria se mais alguém queria ir junto, o que acabou acontecendo, mais ou menos.
      O link do apto está abaixo. Achamos ele bem bonzinho... 1500 reais por 7 noites, se quisesse pra dividir em 6! Amo muito airbnb!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/13183920
      O dono é belga mas super fala português, trocamos mensagens pelo whatsapp depois de concretizado o aluguel via airbnb, e ele alugou o caro dele pra nós. Era um Gol simples, mas ninguém queria mais que isso. E com a comodidade de não bloquear todo seu limite de cartão na franquia do aluguel. O apto era bom, mas pra 6 ia ser forçado! Pra 4 é o ideal! Sacada de frente pro aterro de Iracema, tudibom! Um amigo dele taxista faz check in e demais burocracias!

      Sobre o airbnb: nunca tive experiências ruins, mas sou muito cautelosa. Nunca negocio ou troco mensagens importantes fora do site. Se vc ficou afim de experimentar, se cadastre com o link abaixo que eu e vc ganhamos crédito de viagem!

      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3

      Em Jeri acabamos optando por uma pousada. Embora tb tenha opções de airbnb. A pousada foi achada no booking mas tb troquei mensagem pelo whatsapp com a dona (italiana) pq adicionei um dia a mais depois da Latam ter alterado minhas passagens (sempre) e eu poder esticar mais um dia no paraíso. 
      Espaço Nova Era Pousada, pessoal bacana, lugar HIPER fofo, 250 por noite num quartão pra 3 com mosquiteiro, ar, frigobar e tudo mais, super recomendo, um sossego.
       
      E pra chegar em Jeri?? 
      Opções:
      1. Ônibus Fretcar, em que se vai até Jijoca de busão normal e lá troca por um estilo pau de arara pra chegar até Jeri. Mais barato, menos confortável e mais lento. Cerca de 80 reais por pessoa, cerca de 7h de viagem.

      2. Transfer privativo em 4x4. Mais caro, confortável e rápido. Em média 500 reais o carro fechado por trecho, cerca de 4-5 horas de viagem.
      Me recomendaram: Marcel – 088 99956-0419. Falei com ele, foi atencioso, mas acabei não utilizando os serviços.

      3. MELHOR: Vans que pegam a gente em horários fixos e levam até Jijoca, e de lá seguem com 4x4 pau de arara. Preço tabelado, 75 reais por pessoa por trecho, 150 reais ida e volta. Cacei na internet e optei pela empresa abaixo. Fiz o contato pelo site, me responderam por email e whatsapp. Fechei com eles mesmo. Depositei um sinal de 180 reais para reserva (total 450) e paguei o restante em dinheiro no dia do embarque. Eles me pegaram na “porta de casa” rs.

      S. Frank // (55) 088 - 99868-0254 // http:jericoacoara.biz/ (Ceará Rotas)

      Este tipo de transporte tb oferece adicionais tabelados... na ida levam até a pedra furada e na volta, saem de Jeri de manhã, param na Lagoa Paraíso pra almoçar e curtir mais um pouco, e depois seguem pra Fortaleza chegando lá ao fim do dia.
      Recomendo a empresa contratada, mas na verdade é tudo uma zona! Eles repassam clientes de uma empresa pra outra dependendo do tanto de passageiros e na volta achamos o motorista da Van um babaca, dando em cima de uma passageira e bem pouco atento a estrada!
      Mesmo assim, sem sombra de dúvida, esta é a opção mais barata e confortável, já que o pau de arara de Jijoca até Jeri é o mesmo da fretcar (não tem mais ônibus, é só de caminhonete adaptada), mas em Fortaleza os caras te buscam em “casa”.

      SEGURANÇA EM FORTALEZA
      Eu li gente dizendo que tava o Ó, e li gente dizendo que não era tão foda assim. Dias antes da viagem fui apresentada a um fortalezense (isso mesmo) que me botou puuuta medo... matam 30 por dia, não carregue nada com vc e por aí vai. Mas tb tenho dois amigos que moram lá e me tranquilizaram... relaxa que a bruxa não é tão feia como pintam. E assim achei.
      Dá pra andar dando sopa com celular e câmera em que lugar do Brasil? Fortaleza não é diferente! 
      Já adianto que no dia que ficamos zanzando pela parte histórica de Fortaleza evitamos celulares na mão, nas imediações do mercado municipal é ruim. Idem no dia da praia do Futuro, cujas barracas contam com seguranças na areia! Na feira beira a mar a noite foi sempre sussa. Não vi nada demais, e comparado ao Rio de Janeiro, achei bem tranquilo, kk.
      Em Jeri é só sossego!

      DETALHES DO ROLÊ
      Como foi ir pro Ceará no período das chuvas? Valeu a pena? Choveu eterno? 

      Logo mais!
       
       
    • Por trindadeps
      Pois então galera, depois de uma boa estudada aqui no fórum e na internet, partimos...
       
      Irei detalhar os valores no final, anotei boa parte dos gastos.
      Nossa viagem se iniciou com um pouco de antecedência, as passagens foram previamente compradas, éramos 3.
       
      Fizemos câmbio aqui no RJ e levamos uma quantia em dólar, peso argentino e real. Por sinal, valor muito ruim, mas por questão de segurança, resolvemos dessa forma. (Dólar 1 = R$3,33 / Peso – R$1,00 = 4,17)
       
      A data da partida foi dia 05/02/18, à noite, GALEÃO (RJ).
      Logo no vôo o primeiro teste, a aeromoça já aplicou um espanhol, respiramos fundo e respondemos aquele portunhol padrão rsss.
      Chegamos em solos Hermanos rápido, fomos pela Latam, tudo ok.
      Na imigração, tudo tranquilo. Atendente só me perguntou onde eu ficaria.
       
      Antes de viajar, já havia entrado em contato com um transfer que tem uma cabine no próprio aeroporto de nome “Taxi Ezeiza”, e lá estava meu nome em um papel, cheguei e falei meu portunhol com o rapaz e nos entendemos, paguei e fui, vale muito a pena. No dia havíamos chego as 23:00, então imagina a comodidade de logo resolver essa questão que tanto dá dor de cabeça. Preço fixo, atendimento cordial, partimos rumo ao hotel.
      No trajeto para o hotel aquele encantamento bobo de navegante de primeira viagem rssss... tudo muito maneiro, até outdoor de hambúrguer, roupas, água...
       
      Chegamos no hotel, ele fica bem no centro, mais precisamente calle Parana 720, havíamos reservado pelo booking, Mayflower suítes. A primeira impressão da rua a noite foi meio sombrio, mas nada que uns dois dias no local não nos adequemos. Entramos, visual bacana na entrada, falamos com o atendente, após uma breve surra para entender o espanhol na prática, que os filmes e duolingos não te ensinam, tudo se acertou, já paguei na hora toda a estadia, parte em peso e o complemento em dólar (Olha a importância de levar uma quantia de ambos, obrigado aos que me informaram sobre tal atitude, pois os nossos cartões não estavam passando). O rapaz entregou o cartão-chave, foram dois quartos. Hotel com elevador, ficamos com um quarto no segundo andar e um no terceiro andar. Sistema bacana de entrada do quarto através de cartão, mas só isso mesmo... Entramos, BUUH, sabe esses filmes de terror?! Creio que já filmaram alguma passagem naquele quarto! Cama grande, macia, mas e a coberta.. É no mínimo de 1950, antiga mesmo. Fui ao banheiro, cade o box? Rssss. Não tem, o chuveiro na parede joga água pra frente e a pessoa fica dentro de uma banheira, se quiser molhar a cabeça, trate de se abaixar em direção a saída de água.Voltei ao quarto para encarar a primeira noite de sono, até porque precisava repor a energia, pois o próximo dia prometia. Passei perrengue pra dormir, o ar começou a chover, tínhamos uma cachoeira no quarto, isso na primeira noite, BINGO! Desci pra falar com o atendente e ele disse que só no dia posterior, (Como assim parceiro ?!)... Nessa novela, tentamos durmir, caramba... no meio da noite minha esposa acorda e sente um bicho na cama, era um parente de mosca, ou sei lá o que, pensa no estresse, durmimos.
       
      Dia 6/fev/2018
      Curtimos um café logo em nossa esquina, e partimos para a caminhada.

      Primeiro, Obelisco. Logo em seguida procuramos o ponto de partida do ônibus turístico, bem próximo. Vale a pena, pois exploramos os locais mais distantes de nosso hotel com ele. A loja para comprar o bilhete fica ao lado de onde ele pára, ganhamos o mapa e um fone, no ônibus tem o local para o fone e tem a opção do idioma português 😉.


       
      Próxima parada LA BOMBONERA!
      A todos que curtem o futebol, é um local indispensável! Eles valorizam e muito a história do clube. Fizemos o Tour no estádio e museu, TOP!



       
      Na saída almoçamos em uma “birosca”, como conhecemos aqui no RJ. Local bem simples, mas com uma parilla show de bola bem na rua de frente a saída. De volta ao ônibus, partiu.

       
      Próxima parada, Bosques de Palermo, e nele o Paseo el Rosedal. Devido ao horário, tanto o Jardim Japonês, quanto o Planetário Galileu Galilei estavam fechados, por conta disso, ambos ficaram para outro dia.

       
      Dia 7/fev/2018
      A parte da manhã toda ficou por conta de burocracia bancária. MUITO IMPORTANTE!!! Tenha o contato de alguém do Brasil que possa resolver algo para você caso necessite entrar em contato com o banco, no nosso caso tivemos a sorte e ajuda de uma amiga, graças a Deus. O cartão não estava passando em nenhuma máquina, após o procedimento, começou a funcionar.
      Como planejávamos ir a Mendoza no dia seguinte, fomos a rodoviária comprar as passagens. Retiro é o nome do lugar. Passamos pela estação de trem, muito bonito por dentro, por fora ? Horrível, feio... Entre a estação de trem e a de ônibus, tem uma favela. Muitos trabalhadores transitando, parecendo o centro do RJ com relação a quantidade de pessoas, mas também muitos mendigos, infelizmente um lugar mal conservado. Já dentro da rodoviária, que por sinal, mal cuidada também, identificamos o guichê e compramos a passagem, placa da Andesmar (Muito indicada aqui no fórum), mas fizemos a viagem com ônibus da empresa El Rápido. Passagens compradas, partimos rumo ao Museu Nacional de Belas Artes, mas antes disso, tenho que destacar um restaurante maravilhoso no qual almoçamos de nome “LIBER RESTO-BAR (Av. Del Libertador 690 – Esquina Libertad). Almoço, ARS270, Escalopinho, mix de saladas e batatas fritas, incluso guaraná, vinho ou cerveja e café após.

       
      O Museu Nacional de Belas Artes, imponente, com uma imensidão de obras de artes, muito válido e de graça... rssss

       
      Descanso, e cerveza por la noche, cerveza y cerveza rsssss. Conhecemos um barzinho bem alternativo, cerveja artesanal (Oohh maravilha...), um bom blues ao fundo, irado. Chegando no hotel, “cadê a bolsa mulher ?” BUHHH, deixamos no bar. Voltando lá, a atendente havia guardado, ponto positivo pros Hermanos e pro bar. Chega por hoje!
       
      08/fev/2018
      Acordamos com um protesto de trabalhadores na rua!
      Tomamos um café no IBÉRICO, top!

       
      E partimos pra Mendoza...

       
      09/fev/2018
      Chegamos por volta de 09/10:00hrs.
      Ficamos no Hostel Estacion Mendoza, gostamos muito e recomendamos. Os atendentes show de bola, inclusive tinha uma brasileira trabalhando por lá. Teve no próprio hostel, rateio para eles fazerem um churrasco (Pensa numa maravilha…) em outro dia rolou Choripan (TOP!!!).

       
      Viagem muito cansativa, mas o importante é que chegamos com saúde.
      Demos uma respirada no ar de Mendoza, almoçamos e partimos para fazer o reconhecimento da área.
      Passamos pela Plaza España, tem alguns monumentos.

       
      Parque General San Martín, gigante, não conseguimos visitá-lo por inteiro.

      Plaza Independência, muito bonita e com um chafariz maneiro.
      Museu de Ciências Naturais e Antropológicas “Juan Cornelio Moyano”, muitos animais em exposição, vale a pena!

       
      10/fev/2018
      Partimos nesse dia para conhecer a parte cívica da cidade.
      Passamos por todos os prédios governamentais que ficam próximos um do outro, Imponentes!

       
      E o melhor ainda estava por vir, fomos para a excursão do Vinho… INESQUECÍVEL!
      Saímos às 14:00hrs e voltamos 20hrs.
      Passamos por 3 vinícolas e uma fábrica de azeite.
      Bodega DOMICIANO, essa parece ser bem industrial, grande.

       
      No meio das bodegas fomos a fábrica de azeite e derivados, de nome PASRAI, rolou degustação de azeite e compras.

       
      A segunda não me recordo o nome, apesar de bem restritiva com relação a registros, degustação, no geral foi boa.

       
      Por último, passamos na FLORIO, fechou com chave de ouro. A atendente muuito simpática, nota 1000 além de que teve muita degustação, sai tonteado de lá rsrsrs.

       
      Em todos os locais tiveram degustações e muita explicação tanto das frutas utilizadas, como processos e os locais de armazenamento, uma experiência incrível, principalmente pra quem curte degustar um bom vinho.
      Voltamos ao hostel bem alegres por sinal, recomendadíssimo esse passeio!
       
      11/fev/2018
      Nesse dia fomos a excursão ALTA MONTANHA.
      Simplesmente IMPERDÍVEL, NÃO DEIXE DE IR!!!
      Seguimos a indicação de nosso hostel e compramos com eles mesmo o passeio.
      A equipe nos buscou lá e foram nota 1000 (Transporte ALEO), só não me recordo o nome do motorista e guia, mas eles são muito bons!!!

       
      No trajeto, aconteceu um problema na RUTA e ficamos um bom tempo parada na pista, mas logo seguimos.
      Passamos por diversos povoados.
      Almoçamos em um restaurante muito rústico, só o bife de chorizo devia ter uns 700grs, sem brincadeira rsrsrsrs…

       
      A estrada para chegar até o Cristo Redentor, na divisa entre Argentina e Chile na Cordilheira dos Andes, tem muito zigue-zague, doidera…

       
      Ao chegar lá em cima, muito vento e pressão, pensei que fosse estourar meus ouvidos por alguns momentos.
      Mas, muito lindo.
      Tivemos a felicidade de ver neve em algumas montanhas “próximas”.



       
      Na volta, passamos pela Puente del Inca. A história é muito maneira e o lugar é MÁGICO!

       
      Não posso deixar de frizar novamente a recepção e todo auxílio dado pelo guia, super gente fina, de fato conhece aquela região, e explicou tudo em inglês e espanhol, que por sinal, estava tranquilo de entender para quem não tem fluência (EU).
       
      12/fev/2018
      Ficamos por conta da cidade, conhecendo sem roteiro.
       
      13/fev/2018
      Dia de voltar a Buenos Aires.
       
      14/fev/2018
      Chegada em Buenos Aires.
      Saímos de taxi, até o “America Del Sur Hostel Buenos Aires”. Não tivemos problema algum, mas de qualquer forma, fui acompanhando com o gps.
      O Hostel fica localizado em ruas sombrias, principalmente a noite. Mas nada que atrapalhe muito. Ele em si, é um prédio, muito bonito e limpo. A área de socialização é no térreo, onde tem um espaço a céu aberto, e uma cozinha. Os quartos são impecáveis.
       
      15/fev/2018
      Conhecemos o Jardím Japonês, muito bonito.

       
      Passamos pelo Planetário Galileu Galilei, mas nao nos interessamos em pagar e ver as exposições.
       
      MALBA, com suas belas exposições!

       
      Floralis Genérica;

       
      Museu Nacional de Arte Decorativo;

       
      Jardim Botânico Carlos Thays;

       
      16/fev/2018
      Bioparque Temaiken, simplesmente SENSACIONAL!!!
      Muitos animais, parque bem organizado, lindo mesmo…
      Pegamos ônibus na Plaza Italia e soltamos “próximo”. Caminhamos por volta de 10minutos.
      Passeio pra curtir o dia todo, chegamos cansadíssimos ao hostel, muito bacana !




       
      17/fev/2018
      Casa Rosada, agendamos quando já estávamos na Argentina. A visita é bem esclarecedora, os funcionários bastante atenciosos, recomenda a visita !

       
      Museu da Casa Rosada, fica ao lado, vale a pena conferir também.

       
      Museu Fragata Sarmiento.

       
      Na região próximo a Fragata, tem muitos restaurante. Almoçamos em um, que infelizmente não me recordo o nome, onde se paga um valor fixo o come até não aguentar mais, o garçom explicou que lá funciona da seguinte forma, você come, deixa o prato usado na mesa e prepara outro, acabou?! Pega outro, come, e vai até encher rsrsrs, TOP!
      A noite fomos conhecer a boemia. Passamos por um barzinho de cervejas artesanais bem na esquina do hostel (America del Sur), e partimos pra frente da boate CLUB MUSEUM. É balada popular, cerveja ruim, pior do que Itaipava e cara.
       
      18/fev/2018
      Feira de San Telmo. Muitos itens artesanais e principalmente coisas antigas, não vi nada de interessante, mas vale a pena o passeio.
       
      19/fev/2018
      Ficamos de molho, sem compromisso.
       
      20/fev/2018
      A volta...

       
      *** OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
      - Nos dias finais, quando já estava em Buenos Aires, meu olho direito começou a coçar, ficar vermelho e por vezes remelar. Não sei ao certo se era conjuntivite, ou devido ao clima seco. Comprei colírio por lá e parecia que estava jogando pimenta no olho, só melhorou 2 dias após chegar em casa.
      - Utilizamos muito o metrô, grande abrangência pela cidade de BA.
      - Cartão SUBE, tem muitos lugares para fazer recarga, assim como recarga de celular também.
      - Utilizamos a operadora CLARO, pegamos pacote de internet e foi válido.

       
      ABAIXO, SERÃO DESCRITOS ALGUNS GASTOS:
       
      *** LEMBRANDO QUE OS CUSTOS SÃO PARA 3 PESSOAS***
      PASSAGENS AÉREAS: Rio de Janeiro x Buenos Aires R$3.203,01 
      CÂMBIO no Rio de Janeiro: Dólar 1 = R$3,33 (Trocamos R$999,61) / Peso – R$1,00 = 4,17 (Trocamos R$1.000,08)
      COTAÇÃO p/ SAQUE – BANCO SANTANDER: R$1 = ARS5,65 (Com as taxas inclusas)
      TRANSFER (TaxiEzeiza): ARS780,00
      HOTEL MAYFLOWER -> *2 QUARTOS* (05 à 08/fev/2018) ARS4581 (ARS631 + US$200 – Cotação Hotel “US$1 = ARS19,75”)
      JANTA NO MAYFLOWER p/3 ARS910 (Menu executivo, suco e vinho)
      OBELISCO (0800)
      ÔNIBUS TURÍSTICO ARS670,00 (3 Tickets de 24hrs)
      LA BOMBONERA - MUSEU + ESTÁDIO TOUR p/3 AR$780
      ALMOÇO DO LADO DE FORA “LA BOMBONERA” p/3 AR$450 (Parrilla, lá dizia que era pra dois, mas comemos em 3 tranquilos)
      ÔNIBUS B.A x MENDOZA ARS 4.052,20 (3 Passagens)
      HOSTEL ESTACION MENDOZA -> *2 QUARTOS* (09 à 13/fev/2018) AR$7.520
      ALMOÇO MENDOZA p/3 AR$800 (Bife de chorizo com salada ou fritas, vinho ou refrigerante e sobremesa)
      ALMOÇO MENDOZA p/3 AR$907 (Bife de chorizo, suco e sobremesa)
      EXCURSÃO DO VINHO “MAIPÚ” p/3 ARS1.560
      EXCURSÃO ALTA MONTANHA P/3 ARS2.970
      ÔNIBUS MENDOZA x BA p/3 ARS5065,50
      HOSTEL AMERICA DEL SUR BUENOS AIRES p/3 1 quarto - 2 beliches (14/fev à 20/fev) US$248
      JARDIM JAPONÊS P/3 AR$360
      ALMOÇO BIOPARQUE TEMAIKEN P/3 AR$615 (Peito de frango frito com batata frita ou salada e refrigerante)
       
      Apesar de não ter 100% dos gastos detalhados, apurei que por pessoa, foi gasto R$5.250.
      Lembrando que os gastos são desde a saída de casa até a volta pra casa novamente, tudo incluso.
      Observa-se que foi uma viagem bem “folgada”, não passamos aperto, apesar de no penúltimo e último dia, termos que reduzir bem os gastos diários, inclusive com alimentação, porém em TODOS os outros dias comemos MUITO BEM, a culinária hermana é TOP, um bife de chorizo que maltrata quem gosta de uma boa carne, sem contar os outros pratos de carne, assim como o bom e velho vinho para acompanhar as refeições.
      Grande parte dos passeios em Buenos Aires foram gratuitos, mas os que foram pagos, em sua grande maioria eram valores simbólicos, se assim podemos dizer, e todos bem válidos.
      Já em Mendoza, os dois passeios que fizemos foram pagos, até por questões lógicas, já que nos foi ofertado o transporte e guia.
      A Alimentação no geral não achei cara, os pratos são bem objetivos, carne e salada ou batata frita. Normalmente vem um valor fechado para entrada, prato principal e bebida, vez ou outra sobremesa, um exemplo seria, pão de entrada, bife de chorizo com salada e vinho.
      O conhecido CAFÉ, não podemos deixar de falar. Tem por toda parte e lugar em BA. Paramos em vários e gostamos de todos. Desde os mais sofisticados, com seus funcionários muito atenciosos, respeitosos. Até os mais “caseiros”, com seu atendentes fazendo você se sentir um local, atendimento olho no olho, super válido.
       
      No mais é isso galera, caso eu venha lembrar algum fato ou até observar algum erro, vou comentar e/ou corrigir.
      Caso tenham alguma dúvida, podem falar que assim como fui muito ajudado pelo fórum, estou disposto a ajudar também.
      Grande abraço família e até a próxima.
    • Por Mathew
      Iniciamos então mais um relato, dessa vez sozinho, visto que minha namorada não pode ir em razão do trabalho. Como tinha um primo fazendo intercâmbio na Austrália, e as aulas já haviam terminado, decidimos fazer uma viagem de 30 dias para conhecer um pouco do País.
      Começamos pelas passagens. Elas estavam com valores de R$ 4.700,00 ida e volta. Ali por final de Fevereiro houve uma mega promoção da Quantas, que derrubou as passagens para R$ 2.200,00. Quando estava em R$ 2.800,00 em comprei, e no dia seguinte foi o pico da baixa. Mas preferi aproveitar antes, com medo que voltassem pros 4 mil reais. Comprei pela Decolar.com, pois o site da Quantas não queria funcionar. Aproveitei e adquiri um Seguro de Viagem no valor de R$ 384,00.
      O roteiro meio que foi feito pelo meu primo, tendo nós conversados e feito algumas adaptações. Depois da viagem vimos que poderia ter sido muito aprimorado, mas isso só vem com a experiência mesmo.
      Em Março fiz meu visto, que custou R$ 395,74. Fiz tudo online, usando esse site para ajudar em algumas coisas: https://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2013/09/22/como-tirar-o-visto-para-a-australia/
      Ali por maio eu comprei dólares australianos de um brasileiro que mora lá. Depositei em reais na conta dele aqui, e ele depositou em dólares na conta do meu primo. Tinha feito a conta que iria gastar uns 3 mil dólares. Comprei 2.200 dele, e os outros 800 seriam do meu primo, visto que eu havia comprado as passagens áreas internas na Austrália para nós dois. Tudo para "baratear", evitando gastos com IOF e lucros das casas de câmbio. A cotação que consegui foi de R$ 2,68.
       
      GASTOS INICIAIS
      - Passagem Brasil – Austrália – Brasil – R$ 2.812,00
      - Seguro Viagem – R$ 384,00
      - Visto = R$ 395,74
      TOTAL = R$ 3.591,74
       
      Dia 01 e 02 – 16/05 e 17/05 – SÃO PAULO - MELBOURNE
      Meu avião saiu de Guarulhos às 18h45min. Feito escala em Santiago (Chile) de 2h e depois em Auckland (Nova Zelândia) mais 2h. Um voo beeeem cansativo.
      Uma dica. Na ida eu peguei a poltrona 26 no voo de 10h entre Santiago e Auckland. É uma poltrona que tem muito espaço para se esticar, visto que ficar numa saída de emergência. Achei muito bom. Tentei pegar na volta, mas não tinha mais. Aí pega na janela e consegue apoiar as pernas na porta de emergência, dá um bom sono.
       
      Dia 03 – 18/05 - MELBOURNE
      Cheguei em Melbourne às 09h25min da manhã. O meu primo já tinha comprado a passagem do SkyBus pela internet (AUD 18,00) (https://www.skybus.com.au/). Esse ônibus faz o trajeto aeroporto / centro de Melbourne a cada 10min mais ou menos. Tem os que vão em bairros, mas o mais usado é o que vai até a estação Southern Cross. Fui até lá e ele foi me buscar.
      Ficamos na casa em que ele estava hospedado, no Southbank. Como o horário da Austrália é +13 o horário do Brasil, eu precisava ficar acordado o dia todo pra "ajustar" meu corpo, visto que quando é dia no Brasil, é noite na Austrália. Então fomos caminhar pela cidade.
      Fomos pelas margens do Rio Yarra, passamos pela Chinatown, e caminhamos até a Argyle Square. Ali próximo existe em restaurante chamado Universal Italian, que serve um frango parmegiana IMENSO, e por um valor extremamente em conta (AUD 14,00). Comemos era umas 16h já. Na volta passamos pela pela Biblioteca Estadual e pela estação Flinders Street e fomos pra casa.
      Consegui ficar acordado até às 20h aproximadamente, e aí capotei.

      Margens do Rio Yarra

      Margens do Rio Yarra

      Argyle Square

      Chicken Parmegiana no Universal Italian
       
      GASTOS
      SkyBus - AUD 18,00
      Universal Restaurante - AUD 14,00
      TOTAL = AUD 32,00
       
      Dia 04 - 19/05 – MELBOURNE
      Nesse dia iríamos visitar outros locais. O Rodrigo convidou uma amiga dele para ir junto, a Isabela, a qual nos acompanhou nos quase 30km de caminhadas na cidade.
      Começamos pelo Shrine of Remembrance. Fomos para o Royal Botanic Gardens. Dali entramos no National Gallery of Victoria.
      Depois dessa longa caminhada fomos comer um Harbúrguer na Degraves Street se não me engano, que é uma ruela cheia de restaurantes e bares.
      Dali seguimos para o Fitzroy Gardens e voltamos pela passarela que dá ao Melbourne Cricket Ground. Nesse caminho passa pelo The Federation Bells, que são uma espécie de sinos que tocam umas músicas de tempos e tempos. Dá até para você criar uma música no site deles e colocar lá para tocar.
      Encerramos o dia na Munich Brauhaus com um casal de brasileiros que também são amigos do meu primo.
       

      Shrine of Remembrance

      Royal Botanic Gardens

      Royal Botanic Gardens

      Fitzroy Gardens

      Margens do Rio Yarra
       
      GASTOS
      Hambúrguer - AUD 24,00
      Cerveja e Linguiça - AUD 19,00
      Doce - AUD 6,00
      TOTAL = AUD 49,00
       
      Dia 05 - 20/05 – MELBOURNE
      O casal de amigos do meu primo do dia anterior se juntou a nós para conhecer o Abbotsford Convent. Nesse local é servido aqueles almoços que você paga quanto quer. Eles dão sugestões de valores, informando o quanto cada valor cobre dos custos deles. É um lugar bacana, muitas pessoas vão se exercitar lá. Algo que fica no centro de uma metrópole, e que parece que vocês está no interior, com cavalos, vacas. Tem até uma feirinha rural lá. Para ir até lá usamos o trem. Para usar o transporte público é necessário o MyKi, que precisa ser comprado e carregado com créditos (https://www.ptv.vic.gov.au/tickets/myki). Eu acabei usando um dos amigos do Rodrigo, então só gastei o valor do transporte, que varia conforme o destino.
      Algo importante sobre o transporte público. Você precisa apresentar o cartão na máquina sempre que entra e sai das estações, pois a cobrança é pela distância, então vai cobrar quando você sai. Nos subúrbios, como no bairro de Abbotsford Convent, não existe catraca nem nada, vai tudo na confiança. Problema é que, se você não fizer e algum fiscal passar pelo transporte verificando, a multa é altíssima (uns 200 doláres). Outra coisa é que, vamos supor que custe 4 dólares o deslocamento, e você só tem 2. O seu saldo vai ficar negativo, mas não tem problema. Você só pode ficar negativo 1x. Então, para pegar transporte novamente depois, terá que fazer uma recarga. Por fim, no centro de Melbourne há uma área de Tram gratuito. Tram é tipo uns bondes, que andam no asfalto sobre trilhos. Nós não o utilizamos, mas mesmo sendo gratuito acho que precisa dar o "tap" no cartão na entrada e saída dele.
      Depois do almoço fomos para Brighton Beach. É um local nobre da cidade, com grandes mansões. Ali próximo existem os Brighton Bathing Boxes, local bem turístico. Não achei nada assim muito interessante, mas o povo vai lá tirar fotos. A última das cabaninhas foi vendida por míseros 350 mil dólares 😱. É gostar de jogar dinheiro fora...
      Dali começou a chover e acabamos pegando ônibus / tram para ir para casa.

      Abbotsford Convent

      Abbotsford Convent

      Mansões em Brighton Beach

      Brighton Bathing Boxes

      Vista do centro de Melbourne a partir do caminho que fizemos pela baía

      Interior de um Tram
       
      GASTOS
      Transporte - AUD 10,00
      Almoço Convento - AUD 10,00
      Lanche tarde - AUD 10,50
      Janta - AUD 15,00
      TOTAL = AUD 50,50
       
      Dia 06 – 21/05 – MELBOURNE - TASMANIA
      Nesse dia iríamos para a Tasmânia com o Spirit of Tasmania (https://www.spiritoftasmania.com.au/). Foi pago AUD 85,00 pelo deslocamento noturno, aproximadamente 10h no barco. Pode escolher camas se quiser (mais caro), mas se não pegar existem poltronas demarcadas para dormir. São bem confortáveis, como de um ônibus semi-leito. Também fornecem cobertor e travesseiro. Muito importante: LEVE DRAMIN!!! O Rodrigo acabou passando mal logo que o barco saiu da baía e entrou em alto mar. Eu dormi e não precisei tomar nada.
      Dá para ir de avião. O valor é praticamente o mesmo. A diferença é que vai até a capital, Hobart, e o barco vai até Devonport, que fica ao norte da ilha. Mas fizemos pela experiência mesmo. Deve ser bacana no verão, que aí pega o pôr do sol e o nascer do sol no barco. Como era noite pegamos escuro o tempo todo. Tem também a opção de fazer o trajeto diurno (quando pegamos não tinha, acho que devido à pouca demanda).
      Nesse dia não fizemos nada de mais. Coisas administrativas que ele precisava fazer na escola, ficamos arrumando malas, dormindo até mais tarde...
       

      Spirit of Tasmania

      Spirit of Tasmania

      Interior do Spirit of Tasmania
       
      GASTOS
      Almoço - AUD 17,00
      Doce tarde - AUD 5,00
      barco - AUD 85,00
      Guloseimas barco - AUD 6,00
      TOTAL = AUD 113,00
       
      Continua...
       
    • Por catagreff
      Olá gente faz um tempo que quero fazer um relato sobre como está a Venezuela para viajar e tal e como recentemente fui ao casamento de um irmão lá, tenho informações fresquinhas sobre a situação do país e tudo mais, mais do que um relato detalhado da minha viagem vou fazer algumas observações em relação à moeda por exemplo que está bem bagunçado agora, questão de falta de dinheiro (notas), mudança de moeda, entre outras coisas que considerei mais importante relatar ok?, mas quem quiser mais detalhes fique à vontade para perguntar, vou deixar meu whatss no final do post pra facilitar ☺️
      Bom sou venezuelana de nascimento, mas moro no Brasil há 22 anos, estive na Venezuela de 22/05/18 a 05/06/18 fui ao casamento do meu irmão e aproveitei pra turistar um pouquinho, recomendo muito ir pra lá principalmente pelos preços, como a moeda esta bem desvalorizada fica pra nós brasileiros muito barato ir pra lá e esbanjar.
      Só quero fazer uma observação quanto a situação do país atual porque mesmo tendo família lá eu me assustei com as notícias que chegam sobre a Venezuela, e a primeira pergunta que fiz ao meu irmão quando disse que ia fazer festa de casamento lá foi: Mas as pessoas estão passando fome? Como você vai conseguir comida aí? não ta faltando comida e tudo mais?
      E ele obviamente me disse que a situação não era assim tão ruim como a mídia mostrava, mas obvio que não acreditei e decidi ir ver com meus próprios olhos, então confirmei que há muito exagero na mídia sim, as pessoas que passam fome são as mesmas que passam fome aqui no Brasil e em países subdesenvolvidos, pobres e pessoas que dependem de ajuda do governo, já que a ajuda do governo é basicamente uma caixa de comida por mês, e os aposentados também porque o salário mínimo é hoje 23/06 em torno de 0,50 centavos de dólar, pelo cambio paralelo (falo mais disso la na frente).
      Então quem for pra lá fique tranquilo que você não vai ver pessoas revirando latas de lixo, nem pessoas assaltando o tempo todo, porque uma das poucas coisas boas que a crise fez foi q com a crise muitos foram embora do país, inclusive os bandidos, eu estive lá em dezembro de 2014 e a situação de segurança estava muito pior, eu me senti mais "segura" desta vez, mas os cuidados a serem tomados em QUALQUER região que vc estiver, são as mesmas dos grandes centros aqui no Brasil, como falar ao celular na rua nem pensar, sair depois das 19 horas NEM PENSAR, a vida noturna de Caracas praticamente acabou, mas ainda se consegue comer em bons restaurantes nas regiões nobres da cidade, e você vai até se esquecer que está na Venezuela.
      Bom começando com a minha experiência em Boa Vista, resolvi ir por Boa Vista pelo motivo óbvio rsrsr, preço, pois um vôo direto de São Paulo-Caracas Ida e volta está em torno de 6000 reais o mais em conta, bom os motivos pra isso são vários mas o principal é que poucas companhias estão fazendo o percurso, principalmente por causa da inflação que aumenta diariamente, então fica difícil fazer estimativa de preços de passagens e tal.
      Bom sou venezuelana de nascimento, mas moro no Brasil há 22 anos, estive na Venezuela de 22/05/18 a 05/06/18 fui ao casamento de um irmão, então vou contar um pouco sobre a viagem.
      Fui por Boa Vista por ser a opção mais barata, uma passagem de avião pra Caracas direto de São Paulo estava em torno de 6.000 reais, ida e volta, e isso estava bem fora do meu orçamento. Então cheguei a Boa vista no dia 22/05 às 3 da manhã, infelizmente os vôos pra Boa vista só chegam e saem de madrugada. Por causa da crise na Venezuela a cidade está um caos, cheio de venezuelanos dormindo no aeroporto e por isso achei melhor esperar amanhecer num hotel, peguei um taxi no aeroporto e pedi q me levasse a um hotel, me levou no hotel farroupilha, que por sinal não recomendo, além de me cobrar 100 reais pra dormir 3 horas, o banheiro não tem nem chuveiro elétrico, que era o mínimo q eu esperava pelo preço, mas enfim foi a opção que tinha no momento. 
      Na volta eu também tive que dormir na cidade então optei pelo airbnb, fiquei na casa do Walber e super recomendo, ele é um policial militar muito gente boa e com certeza é melhor ficar lá que nos hotéis de Boa vista.
      Levantei e fui pro terminal do Caimbe pegar o taxi para Pacaraima, cidade que faz fronteira com Santa Elena de Uairen, o taxi cobra 50 reais por pessoa e leva 4 pessoas, são bem seguros peguei da empresa cootap mas tem outra e ambas cobram o mesmo. Saem em vários horários, na verdade conforme vai tendo passageiros para levar, fazem a travessia até 19 horas me disse o motorista, então a hora que chegar sempre vai ter alguém pra te levar.
      Cheguei em Pacaraima onde um primo venezuelano foi me buscar de carro, pra quem não está acostumado com fronteiras na América do Sul vai parecer assustador a quantidade de venezuelanos dormindo nas ruas, têm muitos trocando dinheiro dólar por Bolívar, Real por Bolívar o cambio está 4,1 reais por dólar até sexta 22/06/18.
      Não recomendo trocar dólares na fronteira, os motivos são vários vou citar os principais:
      - há pessoas que querem tirar proveito como em qualquer lugar do mundo, mas devido à crise q estão passando tentam ganhar de qualquer jeito, então o meu conselho é levar dólares daqui, de preferência notas de baixo valor, vou explicar o porque mais pra frente;
      - não adianta ter Bolivares, a não ser uma quantidade muito pequena, a inflação lá ta uma loucura então o bolivar se desvaloriza todos os dias, quando cheguei estava 1 dólar = 1.000.000 de bolivares (sim vc não leu errado um milhão) e quando vim embora estava 2.400.000, como são valores em milhões não há notas suficientes e nem como carregar tanto dinheiro assim, então as pessoas só usam notas para abastecer, porque a gasolina é infinitamente barata então com 500 bolivaresvc enche o tanque
      Ps: com 500 bolivaresvc não compra nem uma bala lá 
      Gente percebi que o post vai ficar muito grande, então vou resumir e se tiverem dúvidas ou quiserem saber mais detalhes mandem email [email protected] ok?
      - se não tiver jeito mesmo e tiver que trocar reais por dólares só aceite as notas de 100 dólares, são as únicas que não podem ser falsificadas, masssdifíceis de trocar depois de estar lá dentro
      - a não ser que tenha conhecidos dispostos a te ajudar, ninguém vai trocar dólares pra vc no preço que está na cotação do dia, vou explicar melhor há 2 cambios na Venezuela o câmbio oficial e o paralelo ou negro, o oficial é o do governo, isto é o que é seguido pelas instituições financeiras, pelas operadoras de cartão de crédito etc, e o paralelo que é o do site dolartoday.com que hoje está 2.951.374, bom mas o que isso significa?
      A maioria da população segue o paralelo, todas as vendas tipo imóveis, carros são feitas seguindo o dolartoday mas cada pessoa pode barganhar esse valor, mais ou menos isso
      A cotação oficial é de 96.322, nem preciso dizer que não compensa passar o cartão de crédito internacional na Venezuela né?, pra quem não entender só pedir que eu explico melhor 😉
      Bom e como eu fiz com relação ao dinheiro? Um primo me emprestou seu cartão de um banco de lá e eu troquei 100 dólares com ele assim que cheguei na Venezuela, ele deixou em bolivaresdisponíveis nessa conta, tudo absolutamente tudo é pago por débito, como comentei antes não tem notas no país suficientes pros valores praticados, e como tudo está custando milhões, exemplo 1 diaria de hotel custa 7 milhoesimagina carregar tudo isso em notas 🤔
      Então em todo lugar aceitam cartão de débito, ah mas eu estou na praia e quero uma água de coco , provavelmente o cara que vende coco tem maquininha de cartão, que lá é conhecido como punto, vc vai ver placas dizendo HAY PUNTO, então se vc tiver alguém que possa te emprestar a conta enquanto vc estiver lá ótimo foi o que eu fiz. Mas há ressalvas, o governo controla a quantidade de dinheiro que vc pode gastar por dia, não oficialmente claro, mas na prática se vc quiser comprar alguma coisa que custe em torno de 100 dólares em bolivares provavelmente vão recusar a transação, então o que os lojistas fazem é dividir o montante em várias vezes e passar várias vezes o cartão, um saco na verdade, mas uma forma de burlar o sistema, pelo menos por enquanto.
      Outra forma de pagar é por transferências bancárias, é o que mais é feito na verdade, taxistas, lojas, tudo praticamente é pago por transferência bancária, a pessoa q vc esta comprando algo te passa o número da conta e vc faz a transferência e manda o print do comprovante por whatss, bem interessante como o ser humano se adapta a tudo NE....
      Mas para quem não tem ninguém lá para emprestar a conta e tudo mais a única opção viável é pagar em dólares, por isso disse antes que o melhor é levar notas de baixo valor, por exemplo um café da manhã numa padaria vai de custar em torno de um milhao e quatrocentos bolivares isso dá menos de 1 dólar mas provavelmente não vai ser todo lugar que vai aceitar notas baixas porque podem ser falsificadas, lembra que eu disse que a única que não pode é a de 100 dólares?, então possivelmente também tudo vai sair mais caro para quem leva dólares porque vão cobrar o preço que quiserem por saber que vc não tem bolivares, é a situação econômica lá ta bem complicada, e pra piorar vão tirar 3 dígitos da moeda, para ao em vez de ser em milhões ser milhares, mas isso só vai acontecer em 3 meses.
      Bom o que fazer então? Sinceramente não sei, sempre pergunte quanto é em bolivares só fale que vai pagar em dólares em locais fechados e sempre que falar que vai pagar em dólares tome cuidado pra quem estiver em volta, porque sempre há gente mal intencionada e de olho em turistas pra assaltar etc., então o meu conselho é não confie em ninguém, a não ser que vá a casa da pessoa e esta seja de fato honesta.
      Quanto a viajar de carro pelo país, tenho várias ressalvas também, é complicado pela questão dos policiais serem corruptos, há muitas fiscalizações nas estradas, tipo blitz... e os policiais ganham um salário mínimo, que é em torno de cinqüenta centavos de dólar hoje, então imaginem passar um carro com turistas que eles sabem que carregam dólares, eles fazem de tudo para estorquir, então se for levar dólares leve bem escondidos, eles revistam tudo, reviram as malas, fazem revisão de homens e mulheres, palpam tudo... é bem constrangedor na verdade, a boa notícia é que turistas podem carregar até 10.000 dólares, mas nunca jamais em hipótese alguma faça isso, tenho um primo que carregava uns 5000 dólares e foi parado em uma alcabala (que como chamam as blitz la) e os guardas tiraram 4000 dele porque foi o que conseguiram encontrar, e ele teve sorte que não mataram ele porque a maioria das vezes eles tomam os dólares e levam a pessoa para um “passeio” para bater e tentar tirar o máximo possível de dinheiro, e para não correr o risco de serem denunciados eles matam e pronto, é parece filme de terror mas é assim mesmo.
      Por isso quanto mais mochileiro você parecer melhor, ou o menos turista possível melhor ainda. Para quem realmente quiser se aventurar de carro, NUNCA JAMAIS EVER dirija à noite, faça os percursos de dia, quando entardecer pare na cidade mais próxima e durma no melhor hotel que encontrar, são muito baratos quando fazemos a conversão, então sempre pergunte quanto é em bolívares e vc mesmo faça a conversão para dólares, e depois pergunte quanto é em dólares e comece a negociar a partir daí.
      Porque não dirigir à noite, bom além dos motivos óbvios, há trechos na Venezuela que são muito perigosos, um exemplo é a região de Caucagua, uma zona litorânea, que tem uma cidade chamada San José e, que obrigatoriamente temos que passar se vamos atravessar sentido Caracas ou outras cidades nessa direção por exemplo, é tão perigoso que para atravessar o povoado geralmente motoristas esperam a escolta da guarda nacional para passar ali, sim eu vivi isso porque meu primo atravessou essa cidade à noite no percurso que fizemos quando eu cheguei, foi horrível, mas deu tudo certo no final, por isso eu continuo dizendo JAMAIS viajem à noite. Há o risco do carro quebrar, furar pneu ou sei lá o que e vc vai ficar no meio do nada e provavelmente será secuestrado na melhor das hipóteses.
      Se você for atravessar o país de carro com venezuelanos é mais tranqüilo, deixe que eles dirijam e se for mulher melhor ainda, geralmente não param mulheres nas alcabalas, mas eu disse GERALMENTE.
      Fiquei em Guatire que é uma cidade próxima à Caracas, cerca de 30 min de carro, porque um tio mora lá e é mais tranquilo que Caracas, fica à meia hora de Higuerote que é litoral então é uma boa opção pra conhecer, como o mar que banha a Venezuela é o Caribe todas as praias são maravilhosas, mas recomendo que vá com pessoas que conheçam porque algumas praias tem muita correnteza e são perigosas na região, tenho um primo lá que pode ajudar quem quiser conhecer a região.
      Fui a margarita no dia 01/06/18 comprei a passagem lá em Caracas num shopping que se chama Líder, que tem uma agência de viagens de confiança, tenho o contato da moça que me atendeu, o whatss dela quem quiser me pede ok? bom como a questão financeira não está legal, tudo está um pouco louco, tem coisas que são extremamente baratas até mesmo pros Venezuelanos, uma passagem ida e volta pra margarita saiu por 32 dólares saindo de Maiquetia (Aeroporto principal da Venezuela- fica 30 min de Caracas).
      Para conseguir passagem pra lá recomendo que assim que chegarem em Caracas façam isso, ou então já deixem reservado com essa moça que comentei porque não é fácil conseguir passagens em cima da hora, eu tive sorte que consegui com 3 dias de antecedência, mas não façam isso porque é muito provável que não consigam passagem ok?
      E finalmente como está Margarita? a situação da ilha é menos ruim do que do resto do país, a ilha é bem grande então não dá pra percorrer a pé, nem de carrinho de golf como em San Andrés, por exemplo, então tudo é feito de carro ou taxis, e aí temos um problema, os táxis só aceitam transferência bancária... acho que tem alguns que aceitam dólares, tenho o contato de um taxista muitooooo legal que nos ajudou muito durante a nossa estadia na ilha, o nome dele é Johan, é o que cobra mais barato é super pontual e também oferece alguns passeios pela ilha.
      Eu fiquei só 3 dias infelizmente não tinha como ficar mais, mas recomendo que fiquem pelo menos 5 dias para aproveitarem tudo, não vou entrar em muitos detalhes sobre margarita porque o post já ficou longo demais, quem quiser mais detalhes é só pedir ok?
      Pra quem está curioso sobre quanto gastei ficando quase 3 semanas lá, eu gastei 200 dólares esbanjando muito e ainda trazendo 2 perfumes importados rsrsrsr, gente lá é tudo mais barato então é o paraíso pra comprar mas devido ao problema de dinheiro e das operações financeiras serem bem dificultadas acaba atrapalhando demais trazer muitas coisas, recomendo que levem pouca bagagem e que comprem o que precisarem por lá... é bem barato inclusive em alguns shoppings em Caracas mesmo, os Shoppings de Margarita são mais caros antigamente era o contrário mas como a ilha teve que se dolarizar acaba ficando mais caro.
      Dicas de hotéis e tudo mais é só pedir blz?
      Beijos desculpem o post enorme masss é a primeira vez que faço um relato ta bom?
      contatos: [email protected]
                        Whatss: 034996580626
      PS: tenho contatos na Venezuela toda rsrsrs, minha família lá é bem grande.
    • Por Vivi Ane Gonçalves
      No terminal rodoviário da Cidade de Arequipa, peguei um bus que saiu a 1h da madrugada e chegou em Cabanaconde por volta das 6hs da manhã. Tomei um café da manhã e busquei o caminho para chegar em Llahuar. Esse foi o primeiro ponto de descanso que escolhi. Fui cobrada por um ingresso de 40 soles por ser latina e a senhora que vendeu o ingresso me mostrou o caminho. Usei o aplicativo maps me para me localizar. A trilha é praticamente toda de descida e demorei cerca de 3:30hs para chegar, indo tranquila e parando para tirar fotos. Passei uma noite no Llahuar Lodge que fica a beira do rio e possui duas piscinas de águas termais. O valor do quarto compartilhado foi 20 soles e as refeições são 10 soles.
      No dia seguinte acordei cedo e comecei a caminhada para Sangale onde escolhi passar a segunda noite. Usei novamente o maps me e levei 5hs com muita calma passando primeiro em Malata (contudo não há o que conhecer lá). Grande parte do caminho fiz por uma estrada onde passa um busnque escolhi não tomar, mas existe essa opção. Cheguei no Oásis de Sangale que possui 05 hostels, fiquei no primeiro que vi pois estava muito cansada, mas depois fui conhecer o do lado que parecia ser melhor. Paguei 15 soles na noite. Todos os hostels possuem piscina.
      No dia seguinte acordei às 8hs e iniciei a caminhada de volta para Cabanaconde as 9hs o que foi um grande erro pois o caminho é pura subida e o sol estava muito forte. Parei muitas vezes para descansar e levei 5hs caminhando.
      Cheguei morta em Cabanaconde e decidi ficar uma noite para acordar cedo e ver os Condors. Paguei 20 soles na noite em um hostel em frente a praça é no dia seguinte peguei o ônibus as 7hs da manhã e desci no mirante dos Condors. Mais ou menos as 10hs peguei uma van turística quase no mesmo preço do ônibus normal com a vantagem de que visitamos outros pontos.
      As fotos estão no meu Instagram @nasgonvivi.
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