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Olá viajante!

Bora viajar?

Olha eu na Colômbia - Um relato de viagem sobre um país chamado amor.

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Antes de você começar a ler preciso avisar três coisas:

 

1. É meu primeiro relato. Vou tentar fazer o meu melhor, mas não garanto o mesmo espetáculo dos relatos que já li por aqui! ::otemo::

2. Eu não anotei os preços de nada muito menos o câmbio (ainda não tinha tido a expertise de entrar aqui antes e roubar as dicas... conseqüentemente não tinha aprendido as manhas de escrever um bom relato para vocês!) ::putz::

3. Sou dessas que tira foto de si com a paisagem e pouca coisa só da vista.. então se preparem para ver a minha carinha em muitas fotos por aqui haha ::mmm:

 

Da decisão pela viagem.

 

Sou viciada em futebol. :mrgreen: Conheci meu marido dentro do estádio do Coritiba e desde então estamos sofremos e comemoramos juntos. Dia 28/09/2016 o Coritiba ganhou do Belgrano pelas oitavas de final do Campeonato Sulamericano e se classificou para as quartas de final, contra o Nacional, jogo marcado para o dia 26/10/2016, em Medellín. Na primeira semana eu e o meu marido ficamos nessa de vamos-não-vamos. Ele entrou em um grupo no whatapp de torcedores/amigos que iriam e ficavam azucrinando as idéias, msa, por fim, foi quando um casal de compadres nossos – somos padrinhos mútuos de casamento - também doentes pelo Coritiba decidiram ir que batemos o martelo e confirmarmos nossas férias pela Colômbia!! Compramos as passagem e as hospedagens para nós 04 eu, Vinicius meu marido, Cris e Fabinho nossos comprades e nos primeiros dois dias tivemos a participação especial dos outros amigos/torcedores Coritiba que estavam em Medellín. ::hahaha::

 

Da decisão pelo roteiro.

 

Acabamos decidindo muito correndo qual seria o roteiro e as cidades que visitaríamos. Tínhamos que obrigatoriamente estar em Medellín dia 26/10, não poderíamos viajar antes de 22/10 e nem voltar depois do dia 02/11, em ambas as datas tínhamos casamento. Utilizamos o balizador ~preço das passagem~ e compramos ida 25/10 e volta dia 31/10. A passagem por Bogotá estavam muito mais em conta do que direto para Medellín, mesmo precisando comprar o trecho interno, então compramos Curitiba-São Paulo-Bogotá e a volta Bogotá-Lima-São Paulo-Curitiba. Eu fazia questão de conhecer Cartagena ( no TLC fica passando propaganda de lá TODOS os intervalos :lol: ) e como nós só tinhamos 07 dias não faria sentido incluir mais cidades Então ficamos com Medellín, Cartagena e Bogotá!

 

Do roteiro.

 

1. 25/10 – Curitiba-São Paulo-Bogotá-Medellín

2. 26/10 – Medellín

3. 27/10 – Medellín – Cartagena

4. 28/10 – Cartagena

5. 29/10 – Cartagena – Bogotá

6. 30/10 – Bogotá

7. 31/10 – Bogotá-São Paulo-Curitiba

 

Das bagagens.

 

Compramos passagens pela VivaColômbia para fazer os trechos internos Bogotá/Medellín, Medellín/Cartagena e Cartagena/Bogotá. É uma companha de LowCost e, sendo assim, não tínhamos franquia de bagagem. E sim, optamos por economizar R$ 60,00 e não compramos bagagem extra ::ahhhh::::ahhhh:: Ou seja, foi uma mochila de 6kg por cabeça – descobri aqui no Mochileiros que se chama mochila de ataque haha – e boa sorte! ::lol4::

 

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  • Amanda Sfair Gonçalves
    Amanda Sfair Gonçalves

    Começo o segundo dia fazendo uma ressalva do que esqueci de contar do primeiro dia. Logo que chegamos no Hostel fomos olhar os passeios que tinham disponíveis para o dia seguinte. Queríamos conhecer

  • Amanda Sfair Gonçalves
    Amanda Sfair Gonçalves

    Dia 05 - 29/10/2016 - Tchau Cartagena meu amor e Olá Bogotá minha mais maravilhosa amante!!   E então começou nosso último dia em Cartagena.   Meu coração já tava sofrendo porque tudo naquela ci

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Que bom que está gostando Lucas!! ::otemo::

 

Sobre a segurança eu particulamente achei muito tranquilo, muito mesmo!

Quem gosta de futebol já passou com certeza algum susto nessas indas e vindas nos estádios. Tinhamos a escolta da polícia, que foi super cortês conosco, se fosse aqui no Brasil e alguém do nosso grupo tivesse saído da área destinada para nós antes de entrar no estádio para comprar uma cerveja já ia levar cacetada ::quilpish::

 

A torcida deles, pelo menos conosco, não foi nem um pouco agressiva. Não tinha provocação, nem aquela normal que estamos acostumados por aqui.. e em Medellin a praça na região do estádio é enorme, as ruas que norteiam estavam com bloqueio e tinha muito mais muito mesmo policial... mas não vi eles precisando 'trabalhar'.

 

Em Bogotá não sei como é porque não sei onde ficam os estádios do Santa Fé e do Milionários..

 

Ótimo relato. Acompanhando e aguardando Bogotá e Cartagena. Em relação à segurança no entorno do estádio, foi tranquilo? Pretendo ver algum jogo em Bogotá nas minhas férias em fevereiro.
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Sem dúvidas foi incrível esta lá e sentir a torcida do Nacional... e uma tristeza inquestionável e sem tamanho tudo o que aconteceu depois. :roll:

 

Vários "e se...'" passaram pela minha cabeça quando vi a tragédia..

 

Parabens Amanda!!!! Legal você ter conhecido o lado bom dessa torcida antes da tragédia!!!!
  • 4 semanas depois...
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Demorei mas voltei, não sei se alguém ainda está interessado no relato.. mas segue mais um dia da viagem! ::mmm:

 

Dia 4 – 28/10/2016 – No gracias, no gracias.. N.O G.R.A.C.I.A.S!!

 

Começamos o quarto dia tomando o café no hostel, novamente nos foi servido torrada, ovos mexidos frutas variadas e café/chá.

 

Seguimos a pé até a praça em frente a torre do relógio onde o Santander pediu para nos encontrarmos as 8h00. Encontramos com ele e tinham algumas outras pessoas já esperando. Uns 10 minutos depois fomos ‘passados’ para uma outra pessoa, que andou conosco uns 100 metros e passou o grupo para outra pessoa que passou o grupo para mais outra pessoa e nesse processo de andar 300 metros e trocar 3 vezes de guia chegamos ao píer/marina. Lá efetuamos o pagamento do restante do passeio e entramos propriamente na marina para pegar o barco. Nesse momento já tivemos o primeiro contato com o turismo de massa que é praticado nesses passeios. São dezenas de barcos e centenas de pessoas aguardando serem chamadas pelo nome para entrar em alguma das embarcações que levam até a Isla del Rosario e a Playa Blanca na Isla Baru. ::ahhhh::

 

Depois de algum tempo esperando chamaram nossos nomes. Mais um bom tempo esperando até que todos os lugares fosse ocupados e saímos em direção a primeira parada. A Isla do Rosário.

 

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Antes de sairmos da baia e entrarmos em mar aberto o barco fez uma pequena parada em um deck em uma região realmente pobre da cidade de Cartagena com casebres na beira da água. Nessa parada entraram mais 2 pessoas no nosso barco. Uma delas ficou sentada bem na proa do barco e durante todo o trajeto foi sinalizando o caminho para o piloto e a outra passou a viagem toda contando a história da região. Não tirei foto nessa parada pois haviam bastante pessoas olhando a embarcação e seria desrespeitoso com aqueles que vivem naquela situação serem fotografados.

 

Um fato curioso e triste nesse momento é que, durante o tempo em que permanecíamos atracados haviam algumas crianças – meninos e meninas - brincando em volta do barco na água, e conseguíamos ouvir de onde estávamos sentados o rapaz que ficou guiando o barco dando uma bronca em uma das meninas que brincava. Ele falou muito rápido, e em espanhol, mas conseguimos entender que ele dizia para ela que já havia dito mais de uma vez que não era para ela entrar na água perto do barco sem a parte de cima da roupa, que nunca se sabe o que esse povo de fora quer fazer e que ela já conhecia as histórias de outras meninas e o que tinha acontecido. Minha interpretação da cena foi um triste relato de turismo sexual e infantil e, infelizmente, uma bronca com razão a uma criança que não pode mais se refrescar na baia e brincar com os turistas dos barcos em virtude de pessoas absolutamente horríveis que já devem ter passado por lá. :cry::roll::cry:

 

Enfim, seguimos o passeio de aproximadamente uma meia hora até a primeira parada, a Isla do Rosário. É um pedaço de terra de talvez uns 100m² no meio do oceano que possui uma única pequena casa. Nesse momento tínhamos 3 opções

1. Descer e fazer snorkell com um custo de 30 mil pesos por pessoa.

2. Ir para uma olha pequena ilha que possui um aquário que também tinha a entrada paga ou

3. Ficar no barco até que as atividades fossem concluídas pelas pessoas que optassem pelas duas primeiras opções.

 

“Segundo as palavras do guia. A opção 3, não custa nada, não faz nada e não aproveita nada” ::lol4::

 

 

Optamos por descer alí, se fosse para ver peixes que fosse no habitat natural.

Aqui vale lembrar um pequeno detalhe. Nenhum de nós quatro tínhamos nos preparados para essa viagem contato que iríamos para praia, então não levamos roupa de banho. No fim, entramos de roupa mesmo e azar! Não era a falta de biquíni que ia me tirar essa oportunidade de passeio. ::mmm:

 

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Ficamos nadando próximo a ilha por talvez uma hora.. não sei exatamente quanto tempo levou.. Os corais na região já estão bastante judiados pela quantidade de turistas que passam por lá diariamente. Além do nossos grupo que deveria ter umas 30 pessoas pelo menos, haviam mais 4 outros grupos de pessoas mergulhando, pisando nos coisas e PASMEM em cada grupo havia um guia mostrando e explicando as espécies de peixe e eles ficavam dando pão para que os peixes se aproximassem.. PÃO! PARA PEIXES NO MAR. ::essa:: Não sei quanto tempo a atividade de exploração do turismo nessas pequenas ilhas vão conseguir agüentar tamanha intervenção do homem. ::toma::

 

Depois dessa uma hora entramos novamente no barco e fomos para a Playa Blanca.

 

Antes de chegar, paramos na ilha onde tinha o aquário. Pudemos descer enquanto aguardávamos o pessoal do aquário voltar.. e aproveitamos para tirar foto e comer lagostinha com limão.. Não tivemos tempo para conhecer a ilha muito bem, mas essa visivelmente tinha melhor estrutura que a ilha que tínhamos parado, era maior tinha um píer.. mas não me arrependo de ter optado pelo snorkell ao invés do aquário. Pudemos ficar no mar um bom tempo ao invés de olhá-lo pelo vidro. Mas obviamente isso é questão de gosto.

 

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Todos embarcados seguimos para a ultima parada.. Playa Blanca! Dentro do barco o guia deu um recado muito claro, tentando nos alertar para o que estava por vir. NENHUM REGALO, É REGALO.

Ou seja, não aceite nada grátis não experimente nada não diga sim a NADA que não tenha certeza absoluta que você quer.

 

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Chegamos na praia e a cor do mar era realmente maravilhosa mas de cara tivemos uma grande decepção. TAVA MUITO CHEIA, muito mesmo ::dãã2::ãã2::'> . Ok, não esperava uma ilha deserta e ok também eu sei que folder engana.. mas esses enganam MUITO BEM haha. As duas fotos da praia custaram muito para serem tiradas em milésimos de segundo que os turistas permitiam alguns metros sem niguem pra fotografar o ambiente. ::lol4:: Trauma da lotação superada fomos nos sentar para comer, já estava no horário do almoço. Havia uma estrutura simples montada, com bancos compridos e mesas longas, cobertas por folhas de coqueiro secas deixando o ambiente protegido do sol, bem agradável.

 

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O almoço que era incluso foi super tradicional, peixe (ou frango caso alguém preferisse) arroz com coco, uma massinha feita com base de banana frita e uma massinha feita a base de milho frita.

 

Um pouco antes da comida chegar começou o problema. Os ambulantes começaram a chegar de todos os lados. Pessoas vendendo bijuterias, roupas de praia, esculturas em pedra ou em latinha de alumínio. Locação de cadeiras e o pior de todos... as massagens. Para cada uma das pessoas que chegavam oferecendo seus produtos respondíamos sorrindo que não queríamos, obrigada. “No Gracias” de repente era a frase mais falada por minuto.

 

Diferente do que acontece no Brasil, pelo menos nas praias que freqüento, quando você diz não o ambulante parte para outra pessoa. Mas por lá as pessoas simplesmente não desistiam. Era uma insistência chata, “Baixo o preço, te dou esse de presente, leve de lembrança, compre para ajudar...” e você só sorrindo e dizendo No..no..no..

 

Beleza, acabamos de comer, pegamos uma mesa guarda-sol e cadeiras para aproveitar a praia por 30 mil pesos...(lembra que não tínhamos canga toalha ou mesmo biquíni né? Nos parecia ser um bom negócio).

O problema é que junto com o kit praia aparentemente ganhamos um massagista hahaha sério. Essa mulher ficou todo o tempo que estávamos lá em volta de nós. Primeiro ofereceu o serviço para os 4, todos educadamente negamos. Depois começou a contar da vida dela.. Entendo que possa ser sofrida q esse é o trabalho dela e tudo mais, mas veja que não éramos obrigados a fazer massagem, ainda mais na praia, cheios de areia!.. Ai veio a pior parte, ela simplesmente começou a fazer massagem ::ahhhh:: . Assim, do nada! O Fabinho estava sem camisa, sentado na cadeira e ela tacou creme nele e começo a massagear. Ele levantou, falou que não queria.. e ela com a mão no ombro dele andando junto ::lol4:: Beleza parou. Depois veio em mim, é um regalo ela dizia, não precisa pagar.. e eu me contorcendo igual minhoca tentando fugir. Por fim ela foi no meu marido e eu achei uma única alternativa para aquilo parar. ::putz:: Fingi ter um ataque de ciúmes. Vejam bem, EU NÃO SOU CIUMENTA.. nadinha.. mas falei para ela TIRAR A MÃO DO MEU MARIDO e fui levemente grossa, fazendo voz brava e um tom acima do sociável. ::prestessao:: Não era meu objetivo fazer esse tipo de coisa.. nem faz meu perfil, mas foi a única forma da mulher entender que ali ninguém queria massagem... ela parou de nos tocar, e falar conosco. Mas não saiu de perto

 

Passando esse fato ficamos até constrangidos e decidimos pegar nossas coisas e ir caminhar pela praia. Andamos um pouco, deixamos nossas mochilas empilhadas ao lado de outras e entramos no mar. Quente, azul e lindo.

 

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Em um piscar de olhos estavam nos chamando para voltar para o barco em direção a Cartagena.

 

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Outra parte bizarra da viagem haha. Dentro do barco o rapaz que foi o guia começou a falar que fazia aquilo porque gostava, e que aceitaria uma gorjeta se alguém assim achasse que deveria. Vejam bem a gente achava q ele merecia, mas a gente não tinha 1 dinheiro na bolsa. Gastamos o que levamos durante o dia, com bebida, o snorkell e as lagostinhas.. Somando o que nos 4 tínhamos não dava 10 mil pesos. Entregamos o dinheiro super constrangidos porque por infortúnio estávamos nos primeiros bancos e ele pode ver - e deixou claro que viu – que estávamos dando um nada de dinheiro para ele. ::putz::

 

O barco parou no mesmo deck da ida para que eles descessem e tinha outro barco voltando também parado por ali.. Não faço idéia do motivo, e espero que não tenha sido a pouca grana que demos, mas nos 4 fomos transferidos para esse outro barco.. de primeira fila fomos para a última. Mas chegamos primeiro na marina e por nós, tudo bem.

 

Voltamos para o Hostel.. no caminho passamos pelo Muelle de Los Pegasos que fica ao lado do Centro de Convenções. Tomamos banho e saímos para jantar (nesse hora já estava escuro.. o tempo realmente passou voando). Fomos jantar, estávamos bastante cansados e ninguém estava com muita paciência para pensar ou andar muito para achar um lugar para comer. Logo na entrada da cidade amuralhada tem um Hard Rock Café e foi lá mesmo que jantamos.

 

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Voltamos a pé passeandinho e fomos dormir pois o dia seguinte seria nosso último em Cartagena.

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Uau!

Logo hoje decidi voltar a escrever recebi uma visita no tópico!

 

Obrigada pelo elogio! ::love::

O próximo relato já vai ser de despedida de Cartagena e dando um oi para Bogotá!

 

Que relato MA-RA-VI-LHO-SO!

 

Agora sou eu que estou aguardando o relato sobre Bogotá ::lol4::

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Seu relato está ótimo!

 

Uau!

Logo hoje decidi voltar a escrever recebi uma visita no tópico!

 

Obrigada pelo elogio! ::love::

O próximo relato já vai ser de despedida de Cartagena e dando um oi para Bogotá!

 

Que relato MA-RA-VI-LHO-SO!

 

Agora sou eu que estou aguardando o relato sobre Bogotá ::lol4::

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Dia 05 - 29/10/2016 - Tchau Cartagena meu amor e Olá Bogotá minha mais maravilhosa amante!!

 

E então começou nosso último dia em Cartagena. :(

 

Meu coração já tava sofrendo porque tudo naquela cidade me encantou!

Não acordamos muito cedo, tomamos o café da manhã um bom banho, arrumamos nossa malas e deixamos guardada no hostel para buscar mais tarde. Nesse dia não tínhamos nenhuma grande programação para fazer e o Fabinho não estava muito legal. Achamos que poderia ser insolação pois estava muito quente no dia anterior e ficamos na praia muito tempo expostos ao sol então optamos por não fazer nenhuma grande atividade. Se você tem os mesmos três dias na cidade daria tranqüilamente para ir no Mosteiro e no Castelo de San Felipe, mas acabamos ficando pelas redondezas da cidade amuralhada.

 

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Andamos bastante por entre as ruelas antigas da cidade, compramos lembrancinhas para a família e fomos nos despedir de nosso grande amigo Santander! No ultimo momento perguntamos para ele uma sugestão de um restaurante bem bom que fosse por perto e que servisse ceviche pois eu não queria ir embora sem comer! Ele realmente nos levou e indicou para um bem bom... e caro ::putz::

 

Acabei não tirando nenhuma foto desse momento madame, mas peguei uma foto na internet. O La Tinaja fica bem próximo a torre do relógio, fora da muralha de frente para a praça Joe Arroyo na Carrera 10. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

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Ficamos um bom tempo no restaurante entre pedir, chegarem os pratos, comermos e conversarmos aproveitando o ar-condicionado. Nesse processo o Fabinho foi piorando e achamos melhor irmos para o hostel, pegar nossas coisas e já irmos para o aeroporto.

 

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Ahhh, uma coisa importante que esqueci de contar, nesse dia começou a XXV Cúpula Ibero-americana om a presença de autoridades de inúmero países. O transito da cidade estava um caos, um monte de ruas estavam fechadas, inclusive a entrada principal da cidade amuralhada, e grande parte dos caminhos que estávamos acostumados a passar tiveram que sofrer desvios. De qualquer forma iríamos cedo para o aeroporto e não foi uma grande mudança na programação.

 

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Nosso vôo para Bogotá estava marcado para as 17:45 e o embarque aconteceu tranqüilamente no horário assim como o desembarque em Bogotá as 19:10.

 

Pegamos um taxi e fomos para o nosso hostel o SC House (Carrera 3 No.11 - 32, Candelaria) Foram 200 mil pesos para 2 noites em 4 pessoas. Total de 25mil por dia. Escolhemos o hostel por sua localização, teríamos essa noite e só mais 1 dia inteiro em Bogotá então era importante que fosse perto da maioria dos atrativos que queríamos fazer.

 

O bairro da Candelaria é o centro histórico da cidade, como chegamos a noite não era muito bem iluminado e nos preocupou um pouco, com o Fabinho doente acabamos ficando pelo hostel mesmo e não saímos aquela noite. Nota importante sobre o hostel. As camas era MARAVILHOSAS e enormes, nosso quarto tinha 2 beliches e ambos os casais dormiram nas camas de baixo, dividindo tranqüilamente o espaço entre duas pessoas.

 

Esse capítulo ficou curtinho porque não fizemos muitas coisas mesmo, foi o dia menos corrido de toda a viagem, sem dúvidas. Aqui abaixo a fot que considero a mais bonita disparada de toda essa viagem!

 

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  • 1 mês depois...
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Dia 06 - Um dia que valeu por um mês.

 

Depois de uma boa noite de sono acordamos cedo para tentar aproveitar o máximo do único dia que teríamos em Bogotá. Infelizmente o Fabinho piorou durante essa noite e não tinha a menor condição de sair bater perna. Ele e a Cris acharam melhor ficar no hostel e depois do café da manhã (não estava incluso mas pagamos por fora) eu e o Vini saímos em busca de desbravar cidade.

 

Na recepção do hostel nos entregaram um mapinha e nos deram as primeiras coordenadas para chegar a Plaza del Chorro de Quevedo. A praça em si não é o atrativo, mas atrás dela fica a Carrera 2, uma ruela bem estreita cheia de grafites nas paredes. Uma graça! Vale super a pena atravessar.

 

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Seguimos pela Carrera 2 ( e depois pela 3) até o Parque de Los Periodistas – nada mais é do que uma grande praça com uma estátua do tão cultuado Simão Bolivar. Ao lado dessa praça segue um curso de água, subindo na direção dele que se chega até o Monserrate... subimos subimos.. subimos mais um pouco e chegamos ao pé do Monte. Aqui nossa primeira boa surpresa, apesar da fila grande (que andam bastante rápido) nos domingos os preços são mais em conta! Eu realmente não lembro os preços mas nos domingos é mais barato.. então se você passar alguns dias na cidade deixe para fazer o passeio no domingo!

 

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Existem três formas de subir/descer o Monserrate. A primeira é a pé, não sei onde fica e qual o comprimento da trilha, mas sei que existe essa opção pois você pode comprar o ticket só de um trecho logo é possível fazer a pé. E os dois meios pagos são o bondinho e o funicular. Na prática um é preso por cabos e outro por trilhos. O preço é o mesmo mas a fila do bondinho é maior. Mesmo assim optamos por subir pelo bondinho. A subida é relativamente rápida, talvez leve uns 5 minutos, não muito mais.. e a vista é um espetáculo. Lá de cima então você não consegue parar de admirar a cidade.

 

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Meu pulmão de fumante sofreu um pouquinho, afinal no topo no Monte chega-se ao 3152m de altitude mas nada de mais! Foi a oportunidade de entender o que todo mundo fala aqui nos relatos de falta de ar em lugares bem mais altos do que eu estava haha

 

Dentro da igreja estava tendo missa então não achei educado entrar para fotografar. Em vários momentos da viagem quando passamos por igreja optamos por não entrar em respeito a missa, eu e meu marido não somos praticantes mas qualquer templo (independente da religião) merece ser respeitado.. ao meu ver, MUITO particularmente falando, acho desrespeitoso entrar nos tempos para fotografar enquanto está tendo missa/culto/gira ou qualquer ritual.. mas isso é uma questão muito minha, perco de ver como é dentro, mas por mim.. tudo bem!

 

A infra-estrutura em cima do monte é fantástica, (diria até demais). Lá em cima existe restaurante, um centro de informações turísticas – onde aproveitamos para pegar mais um mapa! - e toda uma estrutura como banheiros e lanchonete. Para a decida optamos por usar o funicular. Assim conhecemos as duas formas e não pegamos toda a fila do bondinho.

 

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Saímos e, com o mapa na mão, fomos atrás do Museo do Oro que eu estava desesperada para ir haha Mas, muito perto do pé do Morro há uma casa muito bonita, que até tínhamos reparado na subida e decidimos passar na frente na descida.. no final das contas foi o primeiro Museu do dia... a Casa Museo Quinta De Bolívar. A casa, que hoje é um museu foi uma das residências onde Simon Bolivar morou enquanto viveu na Colômbia e foi transformada em museu contando um pouco da história de seus Ilustre morador. A entrada? Free!

 

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Voltamos pela mesmo rua com o riacho e atravessando o Parque de Los Periodistas entramos no Café Juan Valdez. Já tinha visto em um monte de lugares e estava precisando de um café dos bons. Delícia!

 

Mais uma conferida no Mapa e seguimos pela rua lateral do café por duas quadras até o Museo do Oro. Essa era uma parada obrigatória para mim e eu estava radiante! Na fila, não muito longa mas também não muito rápida recebemos uma segunda informação maravilhosa. Domingo a entrada é Free! Os olhos até lacrimejam de amor haha! O museu é enorme e monotemático mas se você não gosta tanto assim de ouro o da história do ouro Colombiano não se preocupe. Existem áreas interativas, áreas com multimídia e o passeio não vai se tornar monótono. Ficamos no museu por um booom tempo, entretanto passar e ler todas as plaquinhas de todas as salas e corredores ocupariam muito de nossas preciosas horas em Bogotá então passamos por todos as galerias mas em um ritmo um pouco mais acelerado do que o ideal.

 

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Saindo do Museu atravessamos a praça Parque Santander e seguimos em direção ao Banco de La Republica, o banco fica em frente a Iglesia de San Francisco, que é anexa ao Palacio de San Francisco. Nessa região da Candelária você vai ver uma igreja ao lado da outra assim como muitos e muitos museus. Quem me dera ter mais tempo para entrar em todos os lugares! Enfim. a Igreja fica no inicio da Carrera 7 e que aos domingos é fechada para carros e vira uma grande praça pública com apresentações de música e todos os tipos de artistas de ruas + vendedores ambulantes.(DEUS COMO VOCÊ FOI BOM EM ME COLOCAR EM BOGOTÁ EM UM DOMINGO).

 

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Seguimos 3 quadras por essa rua e chegamos aos fundos do Palácio da Justiça, aqui vai um dica linda! Entre por esse lado e atravesse o Palácio por dentro para chegar na Plaza de Bolívar. Você ter uma visão maravilhosa da praça e a entrada nessa área é fechada pelo lado da praça. (Não fizemos nada proibido, mas éramos os únicos lá em cima, e o guardinha não deixava as outras pessoas subirem!)

 

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Nessa panorâmica, da esquerda para a direita.. EU haha, a Catedral Primada, Capela del Sagrado, Capela Arcebispal, ao fundo Capitólio e do lado direito a Alcadia Mayor. É muita coisa para absorver em 1 praça só! Haha Ficamos um bom tempo por ali tentando capitar cada detalhe da praça em meio a uma multidão de gente andando para um lado e para o outro.. saímos pelo mesmo lado que entramos (o guarda não deixava subir, mas também não deixava descer haha) e caminhamos pela praça..

 

Terminamos de atravessá-la e seguimos pela Carrera 7 até um dado momento e quem tem uma barreira policial, trata-se da área presidenciável do país, então você precisa abrir a bolsa e se deixar ser revista para seguir pela rua.. não tem fila nem confusão nem absolutamente nada. Super tranqüilo. Ali passamos pelo Senado e pela Casa de Narinõ, a sede administrava do país. Existe um tour guiado e dá para agendar pelo site do governo o passeio (http://visitas.presidencia.gov.co/web/CasaNarino.aspx), mas não estava entre nossas paradas.

 

Ainda seguindo a Carrera 7 fomos até a Igreja San Agustin, essa estava sem missa no momento e que presente foi poder conhece-la por dentro! Um espetáculo! Viramos na Carrera 7 para a Calle 7 e passamos pelo Museo Francisco Caldas e pelo Batalhão do Exército.

 

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Seguimos pela Carrera 8 no sentido contrário, passando pelo outro lado da Casa de Narinõ, pelo Museo de Artes y Tradicionales Populares, pelo Observatório Astronômico, pelo Museo de Santa Clara.. até chegarmos novamente no Capitolio Nacional na Plaza de Bolivar. Viramos a direita na Calle 10, passando pelo Moseo de Arte Colonial de Bogotá, o Palacio de San Carlos e o Museo Militar de Colômbia..

 

Era tudo muito perto, quase que um do lado do outro, mas nessas horas já deveriam ser perto das 16:00 da tarde e estávamos só com o café da manhã e o café do Valdez no estômago. A fome estava apertando, estávamos levemente perdidos e a gente precisava chegar no Museo del Banco de La República até as 16h30 pois é o ultimo horário para entrada no museu aos domingo. (É onde fica o Museo do Botero e não existia a possibilidade de não irmos.)

 

Paramos dois minutos, olhando o mapa e descobrimos que tínhamos virado 1 rua antes só haha na saída da Plaza Bolivar viramos na Calle 10 ao invés da 11. Demos uma acelerada no passo e chegamos a tempo!

 

O Museo del Banco de La República é na verdade um complexo de exposições incluindo o Museo do Botero que custa exatos ZERO dinheiros para entrar! *-* Lá dentro tem um café, caro e com poucas opções e eu mesmo já fagocitando meu estômago acabei não pedindo nada, só compramos umas bolachinhas de nata/manteiga para enganar a fome e fomos ao museu.

 

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São inúmeras salas com 123 obras do Botero, entre pinturas e esculturas e mais 85 obras de outros artistas entre eles: Pierre-Auguste Renoir, Claude Monet, Pablo Picasso, Joan Miró, Salvador Dalí. Para que gosta de arte, é um sonho, para quem não gosta é maravilhoso também. Dá para perder horas e horas ou passar rapidinho.. optamos pela primeira opção e ficamos lá quase duas horas até a fome estar destruidora.

 

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Não sei exatamente que horas eram.. mas o café do museu fechava as 18h00 já não estava aberto e o problema é que não tinha NADA para comer na região, nenhum barzinho, um restaurante um boteco um lugar sujo.. nada haha saímos do museu e fomos caminhando em direção ao hostel (que era 3 quadras dali) e encontramos uma salvadora ambulante vendendo Obleas (waffers bem finas recheadas daquilo que você quiser) eu e o Vini, em nossa santa inocência comemos um só porque já iriamos jantar.. nossa idéia era ir pra o hostel, chamar o Fabinho e a Cris para jantar e irmos em algum lugar.

 

 

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Acontece que chegamos no hostel e o Fabinho estava ainda bem mal, eles tinha comida a pouco tempo.. então decidimos pedir uma pizza mesmo e comer no hostel afinal passamos o dia todo longe deles e também estávamos cansados.. Pedimos e esperamos.. esperamos.. esperamos e nada, o Vini foi na recepção e pediu ajuda do recepcionista para ver se tínhamos pedido certo, ele ligo lá e disseram que estava a caminho..

Esperamos.. esperamos.. esperamos.. e nada de nada. Já começou a me dar um desespero haha já estava tarde para sair jantar, eu estava morta de cansada do dia todo caminhando, e nada da pizza. Nosso vôo de volta para casa sairia (veja que eu falei SAIRIA) as 4h15 da manhã, a gente precisava comer e dormir para acordar as 2h30 haha enfim a pizza não chegou e dormimos com fome... Na verdade eu dormi, o Vini ficou vendo um jogo de futebol americano na sala disse que as 2h00 tomava um banho e acordava a gente.. e assim o fez.

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