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Olha eu na Colômbia - Um relato de viagem sobre um país chamado amor.


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Para variar terminei o relato sobre o segundo dia esquecendo de falar algo, e dessa vez algo muito importante.

 

::love::O POVO COLOMBIANO É INCRÍVEL! ::love::

 

Sério gente, eles são maravilhosos e a população de Medellín então; é um caso à parte! Durante o tour que fizemos ontem por três vezes as pessoas paravam o grupo e falavam ou com a guia ou conosco mesmo para agradecer o fato de estarmos visitando a cidades delas. Vale lembrar que Medellín já foi considerar uma das 03 cidades mais perigosas do mundo, então o povo se sente na “obrigação” de agradecer a presença dos turistas por acreditarem no potencial da cidade. É fofíssimo de ver, senhores e senhorinhas falando baixinho para a Juliana que nos dizia, em inglês, as palavras doces que as pessoas queriam nos transmitir. ::kiss:: Todos sorriam, todo mundo fazia o possível para entender e ser entendido mesmo com nosso portunhol sem vergonha. Fiquei completamente apaixonada pelas pessoas, pela forma de ser e agir e por isso o título do meu relato é um país chamado amor!

 

Agora seguimos para o dia 27/10!

 

Madrugamos e fomos para o aeroporto para pegar nosso vôo para Cartagena.

O embarque foi bem tranqüilo, assim como o desembarque, chegamos no horário previsto e 7h30 já estávamos pegando um taxi para a parte antiga da cidade.

 

Aqui já começo a ressaltar o calor que fazia naquela cidade! Éramos 4 pessoas de Curitiba, não estamos acostumados a muito calor e qualquer bobeada já ficam vermelhos :oops: Recomendo ter um protetor solar em mãos, independente do horário que você chegar na cidade. Eram 7h30 da manhã e já estava beirando os 30 graus!! ::dãã2::ãã2::'>

 

Os taxistas de Cartagena não são as pessoas mais simpáticas do mundo, é um pouquinho difícil dialogar com eles ou negociar valor. O nosso taxista não sabia onde ficava o nosso Hostel (One Day Hostel) mesmo ele estando em uma região bastante turística, termos o endereço e até um mapinha mostrando onde ficava então ele ficou meio bravo conosco ::bruuu:: haha mas o importante é que deu certo! Assim que chegamos no hostel o recepcionista falou que nosso quarto ainda não estava vago mas que poderíamos deixar a mochila ali e ir conhecer a cidade. Ele nos deu algumas dicas e disse que era tudo pertinho então fomos a pé.

 

Voltando um pouquinho no tempo, antes de viajar, quando estava procurando o Hostel para nos hospedarmos dei uma boa olhada no mapa da cidade, os lugares que queríamos ir e propositalmente escolhi o hostel pela região. Não me arrependo nem um pouco. Ficar dentro da cidade Amuralhada em Cartagena pode ser bastante oneroso e os hostels nas proximidade, mas do lado de fora, possuem um preço bem mais em conta! o One Day é bem localizado tem uma área comum pequena com duas redes e algumas mesinhas. Pegamos um quarto com banheiro privativo só para nós quatro. Tem ventilador mas o ar-com só funciona das 21h00 as 9h00 - um hábito comum pelo que percebi dos hostels da cidade. É um horário ok já que a idé é passar o dia todo passeando, mas quem gosta de tirar um cochilo de tarde com certeza iria sofrer um pouquinho. Pagamos 360000 pesos para 4 pessoas por 2 noites, 45 mil/dia/pax um pouco menos de 50 reias. ::otemo::

 

Saímos do hostel e fomos em direção a entrada principal da cidade Amuralhada olhando para ver se encontrávamos um lugar aberto para tomar café da manhã. A menos de uma quadra do Hostel ficava a Plaza del Pozo, uma praça bem pequenina com umas obras de arte feitas de latão (que estão espalhadas por vários lugares da cidade)

 

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Seguimos por entre as ruelas da cidade e encontramos um café com ares franceses, chamado 30-40 que vendia crepes e o mais importante naquele momento para mim, tinha ar-condicionado hahahaha foi difícil nesse primeiro dia me adaptar ao calor! Cada um de nós comeu 2 crepes deliciosos e tomamos achocolatado, chá ou café. Os preços variavam de 7mil até 15 mil pesos depedendo dos recheios dos crepes (isso para 2 crepes já com as bebidas!) O achocolatado em toda a Colômbia, para mim, tem um gosto muito estranho! É feito com água, e não com leite e é MUITO gorduroso, chega a formar uma camada de gordura no copo.. não gostei e não recomendo! ::bruuu::

 

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De barriga cheia seguimos andando e desbravando as ruelas, já não sabíamos direito muito onde estávamos, mas também não tínhamos destino então qualquer lugar era lugar! Umas duas quadras caminhando chegamos a outra praça, a Plaza de La Santisima Trindade, naquele horário estava bem vazia, mas a noite ela fica lotadíssima de locais e turistas.

 

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Pausa para mais algumas fotos, e repare como estavamos já vermelhos e completamente suados! ::lol4:: Andamos mais 3 quadras até chegar no Parque Del Centenário. É uma praça enorme, bastante arborizada cheia de esquilos (os quais não fotografei). A população local utiliza bastante essa praça, tem sempre alguém por alí sentado em uma das sombras..

 

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Nesse momento eu, que não tinha levado chinelo, precisava muito tirar o tênis do pé! (Lembra que a mala não poderia ter mais que 6kg? Então chinelo e toalha de banho foram luxos que não me dei o direito de levar hahaha) Atravessamos rua saindo da praça e entramos em uma loja de calçados para comprar uma havaianas para mim! Na saída da loja percebemos que estava chovendo e, ao invés de fugirmos da chuva fomos correndo nos refrescar.. mas ledo engano, a chuva era morna e não durou 5 minutos haha só serviu para ficarmos evaporando aquela água depois... hahaha ::putz::

 

Re-atravessamos a rua e, do outro lado da praça, já avistamos a Plaza do Cervantes, em homenagem ao escritor de Dom Quichote, é nela onde ficam um número incontável de homens vendendo chapéu, água e muitos guias vendendo todos os passeios da região. Foi nesse momento que conhecemos o ::love:: Santander. ::love:: Pense em uma pessoa com paciência para explicar todas as opções de passeio para nós, agüentar as nossas piadinhas (turista feliz, como nós quatro, deve ser um saco haha) e não se incomodar com nossas negativas de comprar os pacotes. Nesse primeiro encontro nosso compramos o passeio da linha turismo da Cartagena.

 

O Santander nos explicou o trajeto do ônibus que passar pela região histórica da cidade, pelo Castillo de San Felipe de Barajas, vai norteando toda a cidade amuralhada, inclusive pela beira-mar, segue para a parte moderna da cidade, o bairro chamado Boca Grande e vai seguindo até retornar ao Monumento do Relógio, a entrada principal da cidade Amuralhada que fica em frente a Plaza Cervantes onde estávamos.

 

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Vocês vão pensar agora.. Porque comprar esses tickets de linha turismo, um passeio tão “batido”? Compramos vários motivos.

 

1. Não conhecíamos bem a cidade e seria uma forma ótima de nos situarmos

2. Estava MUITO quente e precisávamos de uma sombra urgentemente, nesse momento já eram umas 10h30 da manhã e deveria estar fazendo 35 graus, facilmente. ::dãã2::ãã2::'>

3. O passeio dava direito a um tour guiado pela cidade Amuralhada e, por mais que fossemos desbravar a cidade em outros momentos ter alguém contando a história daquilo que vez faz tudo ganhar muito mais sentido. ::cool:::'>

4. O ticket vale por 48 horas após a primeira utilização e não tem limite de utilização, isso nos dava flexibilidade para ir para vários lugares da cidade sem precisa nos preocuparmos com o taxi.

 

Claro que isso é uma decisão muito pessoal, mas achei o passeio super válido. ::cool:::'>

 

Assim que compramos nossos tickets (e aqui peço desculpas mas realmente não me lembro quanto custou ::putz:: ) já fomos para o ponto de parada para embarcar. Nessas horas os ambulantes de água e de chapéu fazem a festa. Já tínhamos negado o chapéu inúmeras vezes, mas com aquele sol de rachar não resistimos e depois de muita negociação compramos 2, agora éramos oficialmente turistas! ::hahaha:: Haha

 

A volta inteira do tour leva aproximadamente 1 hora para ser feito. Quando passamos em frente ao Castillo de San Felipe (o forte de Cartagena) que decidimos não entrar. Não que não valha a pena, vale com certeza, mas optamos por não ir a entrada para turistas é 25000 pesos, algo em torno de R$27,50 e o forte é enorme mas não fomos.

 

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Terminamos o tour e descemos no mesmo ponto em que pegamos, em frente a Torre do Relógio, voltamos novamente pelo Parque Del Centenário já procurando um lugar para almoçar. Descobrimos quase na frente do Parque o restaurante Acción de Gracias. Era visivelmente um lugar freqüentado pela população. Cada dia da semana tinha um cardápio especifico e cada um de nós pediu um prato. Os valores variavam entre 13000 e 35000 pesos dependendo do tipo de proteína escolhida. Também foi a hora de experimentarmos a famosa limonada de coco da Colômbia! MEU DEUS!!! QUE BEBIDA MARAVILHOSA!!! QUERO TODOS OS DIAS!! ::love:: É doce e azeda é refrescante.. é muito bom! Comi também o arroz de coco, não sei como é feito mas ele fica com um leve gosto de coco-queimado, inclusive é escuro, eu particularmente, gostei!

 

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Estômago forrado voltamos ao hostel para fazer o check-in e logo em seguida já voltamos para a entrada da Cidade Amuralhada pois decidimos fazer o tour/passeio que estava incluso com as passagens do ônibus naquela tarde. O Santander havia nos dito que sairia um tour as 15h00 então esse horário estávamos lá! Nessa hora voltamos a encontrar com o Santander para negociar os passeios do dia seguinte.. e os valores já estavam baixando.. ficamos de falar com ele na volta do tour. Esperamos uns 15 ou 20 minutos até que todas as pessoas chegassem (não sei bem como esse controle era feito já que não tinha nenhum ticket ou lista de participantes). Finalmente entramos na cidade Amuralhada e na verdade ela é muito parecida com as ruelas nas proximidades. Obviamente é tudo muito bem cuidado, diferente do que vemos fora da muralha onde várias casas não estão nem perto de estarem preservadas, o tour vai serpenteando as ruas e explicando a história das casas e de seus donos. Passa por igrejas e praças ruas bem estreitinhas e mais largas e entra, inclusive, em um mini-museo do Oro. Esse era um passeio que queria muito fazer em Bogotá (e fiz) e estar aqui já dava um gostinho do que estava por vir na capital. O passeio durou cerca de uma hora, talvez um pouco mais e termina no meio da cidade Amuralhada, você até fica meio Ué? Vou pra onde agora?? ::sos:: Mas continuamos desbravando as ruaelas até começar a escurecer e achamos o caminho da entrada/saída.

 

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Na saída do Tour encontramos de novo com o queridíssimo Santander e fizemos nossa escolha. No dia seguinte iríamos de barco conhecer a Isla Baru e a Playa Blanca na Ilha do Rosário. São tantas opções de passeio que na hora rola até um tilt mental. ::tchann:: Mas acho que fizemos uma boa escolha! Esse passeio que agendamos saía as 9h00 da manhã e voltava as 17h00, tinha o almoço incluso e com todas as taxas portuárias ficou 45000 por pessoa.. no começo da negociação estava em 60000.

 

Voltamos para o hostel, tomamos um banho e decidimos que pegaríamos o ônibus turístico para ir para a região moderna da cidade, Boca Grande procurar um restaurante para jantar. Perguntamos dentro do ônibus para a guia um restaurante que ela indicaria que fosse a cara de Cartagena, sem ser para ‘turista ver’ que ela gostava de comer e ela nos indicou o Harvey. Eu pedi uma Arepa (a forma mais fácil de explicar é uma espécie de tapioca/pão sírio feito de farinha de milho, parmesão, queijo branco e leite) e uma limonada de coco porque não poderia perder a chance de beber isso de novo! E o Vini a Cris e o Fabes pediram Maicitos (uma base de milho cozido com a varias opções diferntes de coisas para colocar em cima) claro que eu não tirei foto de nada! Saímos de lá em busca de um sorvete, entramos na La Dulceira, uma loja de doces que parecia ser cara e boa.. mas era só cara =( o sorvete era arenoso, não sei explicar.. muito estranho.. haha :cry:

 

Depois de mais umas voltas pelas ruas movimentadas decidimos voltar para o hostel e descansar pois o dia seguinte seria intenso e tínhamos acordado as 4h00 da manhã para embarcar para essa cidade fantástica!

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  • Membros

Que bom que está gostando Lucas!! ::otemo::

 

Sobre a segurança eu particulamente achei muito tranquilo, muito mesmo!

Quem gosta de futebol já passou com certeza algum susto nessas indas e vindas nos estádios. Tinhamos a escolta da polícia, que foi super cortês conosco, se fosse aqui no Brasil e alguém do nosso grupo tivesse saído da área destinada para nós antes de entrar no estádio para comprar uma cerveja já ia levar cacetada ::quilpish::

 

A torcida deles, pelo menos conosco, não foi nem um pouco agressiva. Não tinha provocação, nem aquela normal que estamos acostumados por aqui.. e em Medellin a praça na região do estádio é enorme, as ruas que norteiam estavam com bloqueio e tinha muito mais muito mesmo policial... mas não vi eles precisando 'trabalhar'.

 

Em Bogotá não sei como é porque não sei onde ficam os estádios do Santa Fé e do Milionários..

 

Ótimo relato. Acompanhando e aguardando Bogotá e Cartagena. Em relação à segurança no entorno do estádio, foi tranquilo? Pretendo ver algum jogo em Bogotá nas minhas férias em fevereiro.
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  • Membros

Sem dúvidas foi incrível esta lá e sentir a torcida do Nacional... e uma tristeza inquestionável e sem tamanho tudo o que aconteceu depois. :roll:

 

Vários "e se...'" passaram pela minha cabeça quando vi a tragédia..

 

Parabens Amanda!!!! Legal você ter conhecido o lado bom dessa torcida antes da tragédia!!!!
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  • 4 semanas depois...
  • Membros

Demorei mas voltei, não sei se alguém ainda está interessado no relato.. mas segue mais um dia da viagem! ::mmm:

 

Dia 4 – 28/10/2016 – No gracias, no gracias.. N.O G.R.A.C.I.A.S!!

 

Começamos o quarto dia tomando o café no hostel, novamente nos foi servido torrada, ovos mexidos frutas variadas e café/chá.

 

Seguimos a pé até a praça em frente a torre do relógio onde o Santander pediu para nos encontrarmos as 8h00. Encontramos com ele e tinham algumas outras pessoas já esperando. Uns 10 minutos depois fomos ‘passados’ para uma outra pessoa, que andou conosco uns 100 metros e passou o grupo para outra pessoa que passou o grupo para mais outra pessoa e nesse processo de andar 300 metros e trocar 3 vezes de guia chegamos ao píer/marina. Lá efetuamos o pagamento do restante do passeio e entramos propriamente na marina para pegar o barco. Nesse momento já tivemos o primeiro contato com o turismo de massa que é praticado nesses passeios. São dezenas de barcos e centenas de pessoas aguardando serem chamadas pelo nome para entrar em alguma das embarcações que levam até a Isla del Rosario e a Playa Blanca na Isla Baru. ::ahhhh::

 

Depois de algum tempo esperando chamaram nossos nomes. Mais um bom tempo esperando até que todos os lugares fosse ocupados e saímos em direção a primeira parada. A Isla do Rosário.

 

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Antes de sairmos da baia e entrarmos em mar aberto o barco fez uma pequena parada em um deck em uma região realmente pobre da cidade de Cartagena com casebres na beira da água. Nessa parada entraram mais 2 pessoas no nosso barco. Uma delas ficou sentada bem na proa do barco e durante todo o trajeto foi sinalizando o caminho para o piloto e a outra passou a viagem toda contando a história da região. Não tirei foto nessa parada pois haviam bastante pessoas olhando a embarcação e seria desrespeitoso com aqueles que vivem naquela situação serem fotografados.

 

Um fato curioso e triste nesse momento é que, durante o tempo em que permanecíamos atracados haviam algumas crianças – meninos e meninas - brincando em volta do barco na água, e conseguíamos ouvir de onde estávamos sentados o rapaz que ficou guiando o barco dando uma bronca em uma das meninas que brincava. Ele falou muito rápido, e em espanhol, mas conseguimos entender que ele dizia para ela que já havia dito mais de uma vez que não era para ela entrar na água perto do barco sem a parte de cima da roupa, que nunca se sabe o que esse povo de fora quer fazer e que ela já conhecia as histórias de outras meninas e o que tinha acontecido. Minha interpretação da cena foi um triste relato de turismo sexual e infantil e, infelizmente, uma bronca com razão a uma criança que não pode mais se refrescar na baia e brincar com os turistas dos barcos em virtude de pessoas absolutamente horríveis que já devem ter passado por lá. :cry::roll::cry:

 

Enfim, seguimos o passeio de aproximadamente uma meia hora até a primeira parada, a Isla do Rosário. É um pedaço de terra de talvez uns 100m² no meio do oceano que possui uma única pequena casa. Nesse momento tínhamos 3 opções

1. Descer e fazer snorkell com um custo de 30 mil pesos por pessoa.

2. Ir para uma olha pequena ilha que possui um aquário que também tinha a entrada paga ou

3. Ficar no barco até que as atividades fossem concluídas pelas pessoas que optassem pelas duas primeiras opções.

 

“Segundo as palavras do guia. A opção 3, não custa nada, não faz nada e não aproveita nada” ::lol4::

 

 

Optamos por descer alí, se fosse para ver peixes que fosse no habitat natural.

Aqui vale lembrar um pequeno detalhe. Nenhum de nós quatro tínhamos nos preparados para essa viagem contato que iríamos para praia, então não levamos roupa de banho. No fim, entramos de roupa mesmo e azar! Não era a falta de biquíni que ia me tirar essa oportunidade de passeio. ::mmm:

 

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Ficamos nadando próximo a ilha por talvez uma hora.. não sei exatamente quanto tempo levou.. Os corais na região já estão bastante judiados pela quantidade de turistas que passam por lá diariamente. Além do nossos grupo que deveria ter umas 30 pessoas pelo menos, haviam mais 4 outros grupos de pessoas mergulhando, pisando nos coisas e PASMEM em cada grupo havia um guia mostrando e explicando as espécies de peixe e eles ficavam dando pão para que os peixes se aproximassem.. PÃO! PARA PEIXES NO MAR. ::essa:: Não sei quanto tempo a atividade de exploração do turismo nessas pequenas ilhas vão conseguir agüentar tamanha intervenção do homem. ::toma::

 

Depois dessa uma hora entramos novamente no barco e fomos para a Playa Blanca.

 

Antes de chegar, paramos na ilha onde tinha o aquário. Pudemos descer enquanto aguardávamos o pessoal do aquário voltar.. e aproveitamos para tirar foto e comer lagostinha com limão.. Não tivemos tempo para conhecer a ilha muito bem, mas essa visivelmente tinha melhor estrutura que a ilha que tínhamos parado, era maior tinha um píer.. mas não me arrependo de ter optado pelo snorkell ao invés do aquário. Pudemos ficar no mar um bom tempo ao invés de olhá-lo pelo vidro. Mas obviamente isso é questão de gosto.

 

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Todos embarcados seguimos para a ultima parada.. Playa Blanca! Dentro do barco o guia deu um recado muito claro, tentando nos alertar para o que estava por vir. NENHUM REGALO, É REGALO.

Ou seja, não aceite nada grátis não experimente nada não diga sim a NADA que não tenha certeza absoluta que você quer.

 

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Chegamos na praia e a cor do mar era realmente maravilhosa mas de cara tivemos uma grande decepção. TAVA MUITO CHEIA, muito mesmo ::dãã2::ãã2::'> . Ok, não esperava uma ilha deserta e ok também eu sei que folder engana.. mas esses enganam MUITO BEM haha. As duas fotos da praia custaram muito para serem tiradas em milésimos de segundo que os turistas permitiam alguns metros sem niguem pra fotografar o ambiente. ::lol4:: Trauma da lotação superada fomos nos sentar para comer, já estava no horário do almoço. Havia uma estrutura simples montada, com bancos compridos e mesas longas, cobertas por folhas de coqueiro secas deixando o ambiente protegido do sol, bem agradável.

 

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O almoço que era incluso foi super tradicional, peixe (ou frango caso alguém preferisse) arroz com coco, uma massinha feita com base de banana frita e uma massinha feita a base de milho frita.

 

Um pouco antes da comida chegar começou o problema. Os ambulantes começaram a chegar de todos os lados. Pessoas vendendo bijuterias, roupas de praia, esculturas em pedra ou em latinha de alumínio. Locação de cadeiras e o pior de todos... as massagens. Para cada uma das pessoas que chegavam oferecendo seus produtos respondíamos sorrindo que não queríamos, obrigada. “No Gracias” de repente era a frase mais falada por minuto.

 

Diferente do que acontece no Brasil, pelo menos nas praias que freqüento, quando você diz não o ambulante parte para outra pessoa. Mas por lá as pessoas simplesmente não desistiam. Era uma insistência chata, “Baixo o preço, te dou esse de presente, leve de lembrança, compre para ajudar...” e você só sorrindo e dizendo No..no..no..

 

Beleza, acabamos de comer, pegamos uma mesa guarda-sol e cadeiras para aproveitar a praia por 30 mil pesos...(lembra que não tínhamos canga toalha ou mesmo biquíni né? Nos parecia ser um bom negócio).

O problema é que junto com o kit praia aparentemente ganhamos um massagista hahaha sério. Essa mulher ficou todo o tempo que estávamos lá em volta de nós. Primeiro ofereceu o serviço para os 4, todos educadamente negamos. Depois começou a contar da vida dela.. Entendo que possa ser sofrida q esse é o trabalho dela e tudo mais, mas veja que não éramos obrigados a fazer massagem, ainda mais na praia, cheios de areia!.. Ai veio a pior parte, ela simplesmente começou a fazer massagem ::ahhhh:: . Assim, do nada! O Fabinho estava sem camisa, sentado na cadeira e ela tacou creme nele e começo a massagear. Ele levantou, falou que não queria.. e ela com a mão no ombro dele andando junto ::lol4:: Beleza parou. Depois veio em mim, é um regalo ela dizia, não precisa pagar.. e eu me contorcendo igual minhoca tentando fugir. Por fim ela foi no meu marido e eu achei uma única alternativa para aquilo parar. ::putz:: Fingi ter um ataque de ciúmes. Vejam bem, EU NÃO SOU CIUMENTA.. nadinha.. mas falei para ela TIRAR A MÃO DO MEU MARIDO e fui levemente grossa, fazendo voz brava e um tom acima do sociável. ::prestessao:: Não era meu objetivo fazer esse tipo de coisa.. nem faz meu perfil, mas foi a única forma da mulher entender que ali ninguém queria massagem... ela parou de nos tocar, e falar conosco. Mas não saiu de perto

 

Passando esse fato ficamos até constrangidos e decidimos pegar nossas coisas e ir caminhar pela praia. Andamos um pouco, deixamos nossas mochilas empilhadas ao lado de outras e entramos no mar. Quente, azul e lindo.

 

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Em um piscar de olhos estavam nos chamando para voltar para o barco em direção a Cartagena.

 

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Outra parte bizarra da viagem haha. Dentro do barco o rapaz que foi o guia começou a falar que fazia aquilo porque gostava, e que aceitaria uma gorjeta se alguém assim achasse que deveria. Vejam bem a gente achava q ele merecia, mas a gente não tinha 1 dinheiro na bolsa. Gastamos o que levamos durante o dia, com bebida, o snorkell e as lagostinhas.. Somando o que nos 4 tínhamos não dava 10 mil pesos. Entregamos o dinheiro super constrangidos porque por infortúnio estávamos nos primeiros bancos e ele pode ver - e deixou claro que viu – que estávamos dando um nada de dinheiro para ele. ::putz::

 

O barco parou no mesmo deck da ida para que eles descessem e tinha outro barco voltando também parado por ali.. Não faço idéia do motivo, e espero que não tenha sido a pouca grana que demos, mas nos 4 fomos transferidos para esse outro barco.. de primeira fila fomos para a última. Mas chegamos primeiro na marina e por nós, tudo bem.

 

Voltamos para o Hostel.. no caminho passamos pelo Muelle de Los Pegasos que fica ao lado do Centro de Convenções. Tomamos banho e saímos para jantar (nesse hora já estava escuro.. o tempo realmente passou voando). Fomos jantar, estávamos bastante cansados e ninguém estava com muita paciência para pensar ou andar muito para achar um lugar para comer. Logo na entrada da cidade amuralhada tem um Hard Rock Café e foi lá mesmo que jantamos.

 

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Voltamos a pé passeandinho e fomos dormir pois o dia seguinte seria nosso último em Cartagena.

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Seu relato está ótimo!

 

Uau!

Logo hoje decidi voltar a escrever recebi uma visita no tópico!

 

Obrigada pelo elogio! ::love::

O próximo relato já vai ser de despedida de Cartagena e dando um oi para Bogotá!

 

Que relato MA-RA-VI-LHO-SO!

 

Agora sou eu que estou aguardando o relato sobre Bogotá ::lol4::

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Dia 05 - 29/10/2016 - Tchau Cartagena meu amor e Olá Bogotá minha mais maravilhosa amante!!

 

E então começou nosso último dia em Cartagena. :(

 

Meu coração já tava sofrendo porque tudo naquela cidade me encantou!

Não acordamos muito cedo, tomamos o café da manhã um bom banho, arrumamos nossa malas e deixamos guardada no hostel para buscar mais tarde. Nesse dia não tínhamos nenhuma grande programação para fazer e o Fabinho não estava muito legal. Achamos que poderia ser insolação pois estava muito quente no dia anterior e ficamos na praia muito tempo expostos ao sol então optamos por não fazer nenhuma grande atividade. Se você tem os mesmos três dias na cidade daria tranqüilamente para ir no Mosteiro e no Castelo de San Felipe, mas acabamos ficando pelas redondezas da cidade amuralhada.

 

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Andamos bastante por entre as ruelas antigas da cidade, compramos lembrancinhas para a família e fomos nos despedir de nosso grande amigo Santander! No ultimo momento perguntamos para ele uma sugestão de um restaurante bem bom que fosse por perto e que servisse ceviche pois eu não queria ir embora sem comer! Ele realmente nos levou e indicou para um bem bom... e caro ::putz::

 

Acabei não tirando nenhuma foto desse momento madame, mas peguei uma foto na internet. O La Tinaja fica bem próximo a torre do relógio, fora da muralha de frente para a praça Joe Arroyo na Carrera 10. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

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Ficamos um bom tempo no restaurante entre pedir, chegarem os pratos, comermos e conversarmos aproveitando o ar-condicionado. Nesse processo o Fabinho foi piorando e achamos melhor irmos para o hostel, pegar nossas coisas e já irmos para o aeroporto.

 

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Ahhh, uma coisa importante que esqueci de contar, nesse dia começou a XXV Cúpula Ibero-americana om a presença de autoridades de inúmero países. O transito da cidade estava um caos, um monte de ruas estavam fechadas, inclusive a entrada principal da cidade amuralhada, e grande parte dos caminhos que estávamos acostumados a passar tiveram que sofrer desvios. De qualquer forma iríamos cedo para o aeroporto e não foi uma grande mudança na programação.

 

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Nosso vôo para Bogotá estava marcado para as 17:45 e o embarque aconteceu tranqüilamente no horário assim como o desembarque em Bogotá as 19:10.

 

Pegamos um taxi e fomos para o nosso hostel o SC House (Carrera 3 No.11 - 32, Candelaria) Foram 200 mil pesos para 2 noites em 4 pessoas. Total de 25mil por dia. Escolhemos o hostel por sua localização, teríamos essa noite e só mais 1 dia inteiro em Bogotá então era importante que fosse perto da maioria dos atrativos que queríamos fazer.

 

O bairro da Candelaria é o centro histórico da cidade, como chegamos a noite não era muito bem iluminado e nos preocupou um pouco, com o Fabinho doente acabamos ficando pelo hostel mesmo e não saímos aquela noite. Nota importante sobre o hostel. As camas era MARAVILHOSAS e enormes, nosso quarto tinha 2 beliches e ambos os casais dormiram nas camas de baixo, dividindo tranqüilamente o espaço entre duas pessoas.

 

Esse capítulo ficou curtinho porque não fizemos muitas coisas mesmo, foi o dia menos corrido de toda a viagem, sem dúvidas. Aqui abaixo a fot que considero a mais bonita disparada de toda essa viagem!

 

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    • Por arielbrothers
      Olá!
      Minha esposa e eu recentemente lançamos um blog de relatos das nossas viagens pelo mundo, em formato meio que de diário, mas também com posts com informações das nossas viagens como preços das atrações, transportes utilizados e mapas percorridos em cada dia. Para quem quiser conferir, o endereço é osmochilinhas.com, mas pretendemos publicar na íntegra os relatos aqui no blog dos mochileiros também. Terminamos a pouco o nosso relato de 35 dias que passamos no sudeste asiático em 2016, que você pode conferir aqui.
      Iniciamos agora nosso relato dos 14 dias que passamos na Colômbia em 2017, entre Cartagena, Medellin e San Andrés. Espero que gostem dos relatos e que ajudem outro viajantes que pretendem conhecer a Colômbia a planejar a sua viagem. Segue então:
       
      COLÔMBIA 1º Dia - Chegando à Cartagena (24/04/2017)
      Entre 2016 e 2017 houve uma explosão de promoções para Cartagena e San Andrés pela Copa Airlines. O preço mais baixo foi de 600 e poucos reais ida e volta de São Paulo. Saindo de Porto Alegre, chegando em Cartagena e saindo por San Andrés conseguimos no fim por pouco menos de 900 pilas para abril de 2017.
      Saímos na madrugada do dia 23 de abril de Porto Alegre e chegamos em Cartagena na manhã seguinte, fazendo ainda uma conexão de 20 minutos no Panamá, que achávamos que seria correria mas no fim foi bem tranquila.
      No pequeno aeroporto de Cartagena, trocamos um pouco de dinheiro para pagar nosso transporte até o hostel. Como na casa de câmbio só haviam nos dado uma nota grande, tivemos que trocar por menos já que havíamos lido que o ônibus em Cartagena custava 1.000 pesos colombianos (CUP) (na época 1.000 pesos equivaliam mais ou menos a 1 real). Para isso, dentro do aeroporto mesmo compramos um sorvete e já de primeira percebemos como a Colômbia é um país muito barato. 1 Sorvete, dentro do aeroporto, que no Brasil não sairia por menos de 10 reais, pagamos 3 pilas! E ainda por cima um daqueles "chiques" com cobertura de chocolate quente e tudo mais.
      Sorvetinho diferentão e baratíssimo
      Havíamos lido que, saindo do aeroporto, se andássemos uma quadra pra frente, avistaríamos uma avenida onde passavam os ônibus de linha que poderíamos pegar para o nosso hostel, que ficava dentro da cidade murada, ou melhor, ciudad amurallada. Acontece que chegando na tal avenida, não avistamos nada parecido com uma parada de ônibus e nem vimos ônibus passando. Fomos de uma ponta a outra e nem sinal. Entramos então num mercadinho para perguntar sobre o tal ônibus e nos falaram que para ir até a cidade murada, teríamos que pagar o "táxi coletivo", um táxi compartilhado com tarifa fixa de 5.000 pesos para os dois. Avessos à táxi que somos, entramos em mais um mercado e uma farmácia para perguntar e todos deram a mesma instrução, pegar o táxi coletivo, então foi o que fizemos. A pegadinha aqui é que não tem diferença dos táxis comuns para os coletivos, a diferença é como você pede ele. Fomos bem instruídos por todos os comerciantes que, ao passar qualquer táxi, tínhamos que levantar o dedo indicador e gritar "colectivo" para deixar claro para o taxista que queríamos o valor coletivo e não taxi privado. E deu tudo certo, fomos deixados dentro da cidade murada em uns 20 minutos de corrida por meros 5 pilas.
      Ao descer na muvuca da cidade murada, nos deparamos com mais uma característica marcante de Cartagena: o calor insuportável. Calor insuportável mesmo, do tipo que nunca havíamos sentido, e isso que Porto Alegre no verão é a filial do inferno. Aquele calor úmido que tu é obrigado a entrar em algum lugar com ar condicionado de tempos em tempos sob o risco de começar a ter tonturas da desidratação.
      Demoramos um pouco a se encontrar dentro das ruelas da cidade murada (na verdade não chegamos a nos encontrar nunca), todas estreitas, igualmente belíssimas com suas casas coloniais disputando qual ostenta as flores mais coloridas nas suas varandas (inclusive há uma competição aqui de verdade que premia a casa mais decorada) na região mais turística de Cartagena, e aqui vale a pena começar a falar um pouco sobre essa cidade histórica:
      Cartagena ainda é um dos principais portos das Américas. Aqui por exemplo, é onde saem as balsas que atravessam o estreito de Darién, único trecho sem estradas da Rodovia Panamericana, estrada que liga o Ushuaia ao Alasca. Dito isso, a Ciudad Amurallada é o "local para se estar em Cartagena". Museu a céu aberto, dentro das muralhas concentram-se as principais igrejas da cidade, praças, além de infinitas opções de hospedagem, dos mais variados tipos e preços. O bairro Getsemani, que depois descobrimos ser o bairro com a melhor noite de Cartagena, e que fica do ladinho da muralha, também é ótima opção para se ficar, mas os preços não mudam muito. Há também a região "das praias", Bocagrande, mais elitizada, com prédios altos modernos e apelidada de "Miami" da Colômbia.
      Depois de se perder um pouco e ter a sensação de passar 10 vezes na mesma rua, finalmente achamos nosso hostel, o Casa Roman, quase na esquina da entrada da ciudad amurallada, onde fica a instagramável Torre del Reloj. Este hostel na época estava recém inaugurando, então estava com um preço absurdo de barato (15 reais o quarto com 8 pessoas), no entanto, não possuía cozinha na época e ainda estava meio com as instalações não totalmente prontas (hoje eles já dão café da manhã e tem até piscina!), mas como eles queriam angariar clientes, o atendimento era excelente e deixavam o ar condicionado no quarto ligado 24 horas, coisa rara nos hostels por aqui (e que faz muita diferença!).
              Entrada principal da cidade murada, a Torre do Relógio
      Como ainda era cedo pro check-in, deixamos nossas mochilas no hostel e fomos procurar um lugar para almoçar. Primeiro fomos trocar dinheiro e recebemos a dica de fazer o câmbio nos fundos de uma joalheria que ficava bem embaixo do nosso hostel, e foi a melhor cotação que conseguimos em toda Colômbia disparado! Mais um ponto pro hostel. Não estávamos ainda habituados com os preços e como funcionava os restaurantes colombianos, então entramos no primeiro que vimos com um tiozinho chamando os fregueses na porta e que era bem caseiro e achamos que era um preço bom, numa ruazinha dentro da cidade murada, o equivalente a 12 reais por pessoa. Mal sabíamos que dava pra almoçar por menos e, se tiver com pouca fome, dá pra pedir só um prato para os dois, pois os almoços na Colômbia são sempre nesse rito: tem a sopa de entrada, a comida farta e mais um suco "de açúcar" no fim, tudo incluído.
      Almoço farto, sempre acompanhado de suquinho doce e sopa de entrada
      Depois do almoço então, começamos "oficialmente" a desbravar a ciudad amurallada, que é um lugar para conhecer sem pressa. Cada esquina você se depara com um monumento, uma igreja histórica e conservada, uma pracinha, isso sem contar as casas coloniais coloridas com suas sacadas todas decoradas com flores e ornamentos.       Belíssimas ruas da cidade murada de Cartagena
      Só tem que tomar cuidado para não se desidratar com o calor, por isso, fomos "obrigados" a parar em cada esquina para nos hidratar com as fraquinhas (mas boas) cervejas colombianas. Cervejas colombianas são duas as principais: a Aguila, bem aguada e mais barata (2 reais a latinha) e a Club Colombia, mais encorpada, com versões red, black e gold, mais carinha (2,50 a latinha). Ambas são fraquinhas, perfeitas para tomar no calorão.       Se "hidratando" nas ruas de Cartagena. Na primeira foto um bar todo com motivos soviéticos, que fomos no outro dia, muito legal.
      Outra coisa muito legal que tem por lá em abundância, igual ao que já tínhamos presenciado no sudeste asiático, são as barraquinhas de rua vendendo frutas em potes, já descascadas e com um palito, prontas pra tu sair andando e comendo: melancia, mamão, manga, abacaxi, morango e mais algumas típicas da Colômbia. Tri bom para espantar um pouco o calor, e saudável ainda por cima, coisa que não sei porque não vemos aqui no Brasil. Ah! E preços do tipo que: a fruta mais cara custava 2 reais. Fomos caminhando em direção ao mar, já se preparando para vermos o por do sol no oceano. Nessa parte da muralha que fica voltada para o mar, você consegue subir nela e caminhar por um trecho bem longo apreciando um visual incrível da baía e da própria muralha, que é fantástica e muito bem conservada neste trecho!
            Passeando por cima da muralha. Na primeira foto, que será que fazem ali naquela casa?
      Ao longo da muralha foram mantidos vários "canhões" conservados também que dá pra dar uma ideia do espaço de mira que tinham os espanhóis para alvejar os barcos invasores, além de várias "guaritas" de controle da costa.           Depois de caminhar um grande trecho da muralha, sentamos na beiradinha do muro para apreciar um pouco o movimento na costa, dando uma primeira conferida no mar do caribe e assistindo uma gurizada de colégio jogando um futebolzinho e usando a muralha de goleira.
        Curtindo a costa de Cartagena
      Quando começou a baixar o sol, sentamos para tomar uma cerveja no famoso bar que fica em cima da muralha, famoso por ficar num local privilegiado para assistir o por-do-sol, o Café del Mar.   Parte da muralha onde fica o Café del Mar. Ao fundo os prédios do bairro de Boca Grande, apelidado de Miami da Colômbia.
      O lugar é elitizado e não vale muito a pena não. Daria para comprar umas cervejas no mercado e assistir ao pôr-do-sol do mesmo jeito uns 500 metros mais a frente na muralha de graça.     Café del Mar
      Tomamos só umas duas Club Colombias a 6.000 pesos cada e assistimos o espetáculo que é o por-do-sol no mar em Cartagena, contrastando com as muralhas já se iluminando e os prédios de Bocagrande ao fundo. Sensacional!   Por do sol de Cartagena
      Já noite e ainda um calor infernal, demos mais uma volta dentro da cidade murada que está sempre bem movimentada, então dá pra caminhar tranquilo qualquer hora do dia.       Torre del reloj à noite
      Costeando a parte leste da muralha, parte que já não existem mais muros, voltada para a a Avenida Venezuela, lugar que dizem ser um pouco perigoso mas que não achamos não e acho que esse preconceito é só porque é um lugar mais "centrão", com muitas galerias e com lojas de roupas de "procedência duvidosa" e frequentado mais por moradores do que por turistas, encontramos um supermercado que vendia latinhas de ceva geladas por 1 real! Dessa vez tratamos de decorar a rua para poder voltar sempre hehehe. Chegando no hostel, fomos tomar banho para se refrescar e, para nosso desespero, o chuveiro, e isso que lá em Cartagena não existe chuveiro elétrico (acho que nem nunca precisaram por lá) saía água quente, um horror! Dava mais calor ainda.
      Fim da noite tentamos ficar um pouco na área comum do hostel mas era impossível, na época não havia ar condicionado ali, então, sem condições de aguentar o calor.
    • Por flrc888
      Saudações Amigos!
      Meu nome é Franco Coimbra, sou de Minas Gerais. Sempre gostei de viajar, ônibus, avião, trem. Nunca tinha saído do País e achava que não tinha condições para isso. 
      Achei o site mochileiros.com, por acaso na net, é comecei a ler. Entre relatos de viagens, tutoriais, fui apreendendo formas de viajar barato. Muitos relatos de viagem me tocavam, as pessoas estavam sempre felizes amadurecidas e ansiosas, já planejando uma nova viagem. Agora tenho o maior prazer de ajudar e retribui toda a informação que consegui neste site.
       
      PLANEJAMENTO
      Transporte: Tenho uma facilidade com internet pois trabalho com tecnologia.
      Depois de várias buscas de preços descobrir que a melhor formar é se cadastrar no site Skyscanner. Após o cadastro, você criar um alerta de preço no trecho pleiteado. Fiz isso em janeiro de 2018. Em fevereiro comprei uma passagem Brasília a Campo Grande por R$179 incluindo bagagem. Também uma de Bogotá a São Paulo, com escala em Fortaleza por R$ 680,00, todas da Avianca. Descobri também que mudando a localização do navegador, você pode comprar passagens domesticas em outro país de forma mais barata. 
       
      O resto do trecho foi todo de Bus, usei as páginas Busbud e redbus para estimar o preço das passagens para o planejamento. Felizmente não usei o sites para realizar a compra, pois a vista é bem mais barato. Os ônibus em geral são mais confortáveis e baratos que no Brasil. Em países como Peru e Bolívia tem serviço de bordo, e telas de interatividade. As passagens são pechichaveis pode se fazer um leilão indo em várias empresas, mais não deixem de conferir a qualidade das avaliações nos sites que vendem passagens. Foram milhares de quilômetros admirando paisagens deslumbrantes pela janela. Andei em empresas como Copacabana, Trans Titicaca, Oltursa, Tepsa, Civa, Berlinda del Fonce, Ochoa e Bolivariana. Não tive nenhum problema. 
      Foto: Ônibus no terminal Bimodal de Santa Cruz

       
      Fiz uma planilha com a estimativas de custo, e levei 10% a mais. Fiz uma planilha, que ao longo da viagem fui trocando os custos estimados pelos custos reais.
       
      Pará reservar acomodações e estimar custos de hospedagem, usei Hostel Word e Booking.
       
      A VIAGEM
       
      Santa Cruz de la Sierra
      Realmente fiquei só um dia pra descansar, pois fui de bus de Campo Grande a Corumbá e de Puerto Quijarro a Santa Cruz. Não fui de trem da morte, porque estava caro no dia, em relação ônibus.
      Foto: Chaga em Santa Cruz

       
      Foto: Coincidência, boliviana com a tatoo com meu nome.  

       
       
      La Paz
      Um choque cultural, muito bonito e diferente. Um povo amável que lhe mostrará outros níveis de humildade.
      Do taxi ao Uber, tudo muito barato. Deliciosas sopas, empanadas e sal tenhas. Fiquei no Llmas Hostel, próximo a praça Espanha e teleférico. Passei mal, uma forte dor de cabeça, mais nada que Sirochi Pill não resolvesse. Encontrada em qualquer farmácia custa cerca de R$2.00. Fui a todos os parques, praças, miradores e no teleférico. Na noite fui a disco chamada fórum. As pessoas são muito preconceituosas com a Bolívia, La Paz é bonito e seguro.
       
      Foto: Teleférico La Paz

      Foto: sopa de Fidel com Maní

      Copacabana
      O lago titicaca é fantástico, a cidade é pequena e acolhedora. Fiz o passeio na Ilha do Sol. Paisagens perfeitas.
      Foto: São Pedro de Tiquina

       
      Foto: Lago Titicaca (Tirada por mim)

      Cusco
      Em Cusco os preços sobem um pouquinho. Pra economizar é só fugir da rota turística e ir a mercados e restaurantes frequentados por nativos.
      Recomendo o passeio ao Vale Sagrado. Cerca de R$70,00 com almoço buffet. Se conhece as Salineiras, Olaytaitambo, e muita histórias e ruínas do povo Inca.
      Machu Pichu é caro. Recomendo ir de Van até a hidrelétrica, seguir a pé até Águas Calientes, descansar em um Hostal, e subir no outro dia a Machu Pichu, fica cerca de R$230,00. Ao lado da igreja, na praça de Armas, existem 2 Pub s muito legais para sair na noite.
      Foto: Plaza de Armas

       
      Fotos: Mercado Artesanal

       
       
      Foto: Olaytaitambo


       
      Lima
      Fiquei num excelente Hostel perto do mar, na região do Barranco, na minha opinião a parte mais bonita da cidade.
      Fiz muitos amigos no Hostal.
      Foto: Barranco

      Mancora
      Passei do ponto no ônibus, tava dormindo e desci 20km depois num posto de fiscalização. Voltei de carona num ônibus que vinha de Caracas a Lima de refugiados Venezuelanos. Muito triste a situação, gente com a roupa do corpo e 20 dólares pra começar uma vida nova em Lima.
      Foi uma das minhas preferidas. Cidade puquena sem muita infraestrutura. Mais fiquei num Hostel chamado Misfit, fica 1km da cidade. Os quartos são suítes de madeira e palha. Muita tranquilidade e gente agradável. O tempo para. Lugar excelente pra relaxar. Amei.




      Cuenca
      O Equador é lindo. É hoje na minha opinião o país que tem melhor qualidade de vida. Quero trabalhar e viver um tempo no Equador, conhecer melhor o país. Passei no Equador rápido porque estava atrasado no tempo. Fui a Cuenca e de passagem por Guayaquil e Quito.

      Medellín
      Cidade fantástica, povo amoroso. Muito organizada, excelente sistema de transporte. Conheci o centro, o teleférico, o centro, o estádio.


      Cartagena
      Lidissima cidade, mais não deve sair do centro histórico. A cidade tem altos índices de assalto. Mais relativamente segura no centro. Recomendo passeio completo nas ilhas do rosário. Custa cerca de R$100,00. Inclui almoço e um passeio de Snooke muito bom. A praia Baru é super explorada comercialmente. Não sou contra quem tá correndo atrás do seus sustento, mais os vendedores são muito importunadores.




       
      Santa Marta
      Pelo menos uma vez tinha que me hospedar em um party hostal. Fiquei no Brisa Loca, tem um bar, e uma boate no terraço. Quem não gosta de festa não pode ficar lá. A música cessa só as três da madrugada. Muito boa.
       
      Bogotá
      Fiquei na região da candelária. Conhecia só locais próximos que dava pra fazer a pé e de transporte público. Gostei do clima fresco.

      DINHEIRO
      A melhor forma que encontrei, é levar um poço de dinheiro numa doleira. O resta deixa numa conta brasileira. Assim baixei o app da western Union e envia via app do meu banco e depois de meia hora sacava em uma loja local da western Union.
       
      PERRENGUES
       
      O tempo foi curto, talvez o trajeto deveria ser menor.
      Dava pra ter feito trechos de voo, se me programasse e comprava a passagem uma semana antes. Teria ganha tempo. E na maioria das vezes é mais barato que ônibus.
      Já na cidade de Ipiales, comprei uma passagem em um bus noturno para Medellín. Por volta das 04:00 de hoje 19/09/2018, na carretera 25 no povoado de El Cruero, o ônibus é parado pela polícia para uma fiscalização de rotina. Eu estava na poltrona 01, o policial ao notar que eu era estrangeiro me acordou e me chamaram pra dentro da guarita. Era um policial de etnia branca e um de etnia negra. Lá revistaram todas as minhas malas. Não satisfeitos pediram para ligar meu celular e escutaram todas minhas ultimas conversas. Não satisfeitos pegaram minha carteira contaram meu dinheiro (540 dólares). Disseram que poderia pedir para o ônibus seguir viagem, porque estava preso para averiguação da Interpol. Aí eu fiquei muito puto... Falei que estava correto. Que estava legal no país, que tinha visto em meu passaporte, e que o dinheiro que estava por tanta dó estava longe da quantidade limite que poderia portar. O policial de uma forma muito truculenta disse que se não calasse ia me fazer uma multa. Peguei meu telefone, falei que ia ligar numa linha de emergência do consulado brasileiro (nem sei se existe). Para pedir ajuda. Nesse momento um dos policiais foi para fora da guarita, enquanto o outro que ficou, na maior cara deslavada me pediu 100 dólares. Falei que não ia pagar, porque primeiro estou correto, e em segundo porque meu dinheiro estava contado e 100 dólares me faria falta para voltar ao Brasil. Não paguei, repeti que não pagaria, até porque o dinheiro me faria falta mesmo. Perguntaram minha profissão, quanto era meu salário. E por fim quando viram que não conseguiria me extorquir, me liberaram. Atrasou o ônibus em meia hora.
      CONCLUSÃO
      Não sou a mesma pessoa. Mudei e muito. Mais humilde, aberto. Aprendi a chegar nos lugares me apresentar e conhecer todos. Que se tem uma amizade intensa, ou um amor intenso, e depois a vida segue, e a despedida pode ser um adeus. Me renovei quero iniciar novos projetos, estudar mais, melhorar meu salário, cuidar da minha saúde. conhecer muito mais. Viajar sempre. Quero cuidar mais da minha saúde, racionalizar o álcool e para de fumar.
      Estudei muito quase um ano pra fazer essa viagem. Quem quiser dicas e compartilhar experiências meu zap é
      34998004627
      Abaixo uma planilha com todos os custos, as datas não estão certas mais os custos sim.
      https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_yIgkqtuVEvNEooOlkJhYwEIwpRGtyUKGMFkGk5KjZA/edit?usp=drivesdk
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    • Por Laura Amaro Castelan
      Olá! Sabem onde consigo realizar teste PCR para Covid que fique pronto em até 72 horas em Bogotá?
      Agora precisa para voltar ao Brasil pela pandemia. Entrei em contato com alguns laboratórios e nenhum garante o teste nesse tempo 😔
    • Por feoliveiraa
      Hoje vim contar o meu relato de viagem para Colômbia em Março de 2020.
      Primeiramente eu voei pela Copa Airline e paguei R$ 1.484,00 saindo do Rio até Cartagena ida e volta com escala no Panamá e comprei um voo interno pela wingo paguei 377,00 ida e volta para San Andrés.
      Enviamos dinheiro via Western Union, foi o meio mais vantajoso sem duvidas! conseguimos sacar em Cartagena sem problemas. Fiz a viagem com meu namorado e mais um casal de amigos.
       
      Cartagena 02/03 até 06/03
      Resolvemos nos hospedar em Bocagrande devido ao custo beneficio , hospedagens melhores com preços mais acessíveis, apesar de ler muito sobre as vantagens de se hospedar dentro da cidade amuralhada, não nos arrependemos, tinha táxi facilmente e com preço bem acessível, normalmente pagávamos 10.000 pesos para nos locomover (cerca de 13/14,00). Alugamos um apartamento pelo airbnb bem confortável por um preço bom. Chegamos dia 02/03 por volta de 00:00 e só descansamos, no dia 03 fomos fazer o saque pelo western union que foi super tranquilo, logo depois encontramos com a Juliana do the experience travel, ela é Brasileira, fechamos os passeios de Cartagena com eles e valeu super a pena, atendimento de primeira. Andamos um pouco pela cidade, e a tarde fomos ao café del mar, eu gostei bastante do lugar, ambiente super agradável, por do sol perfeito, mas achei o atendimento bem ruim.
      No dia 04 fomos para Casa en el Agua, apesar de pouco falado vale muito a pena, é um hostel no meio do mar, com pessoas do mundo inteiro em um estilo bem roots, os quartos são bem simples, tem opção de dormir em rede também, o banho é com balde, não possui internet, apesar do perrengue eu amei a experiencia, acho uma noite suficiente. Somente uma empresa faz esse trajeto que leva 2hrs de barco (Tranq it easy)  tem que ficar atento para conseguir comprar, as vagas do hostel abrem com 3 meses de antecedência e esgotam rápido.
      No dia 05 chegamos da Casa en el Agua e fizemos um passeio incrível que chama Sibarita Master, um passeio de barco open bar para ver o por do sol que começa as 17:00 e termina as 19:00, não deixem de incluir no roteiro porque realmente é demais!
      Não tenho restaurantes para indicar em Cartagena pois resolvemos fazer as refeições no apartamento para economizar, fizemos uma compra no mercado e cozinhamos todos os dias.
       
      San andrés 06/03 até 11/03
      Chegamos em San andres a tarde, ficamos em um apartamento em um local um pouco distante do centro (20 min) alugamos também pelo airbnb, diferente de Cartagena os preços em San Andrés para hospedagem são mais elevados e com pouca comodidade, não aconselho ficar longe do centro pois tivemos dificuldade para pegar táxi, o apartamento só tinha água salubre e fria, tivemos que comprar galões de água mineral para tomar banho, pelo que li praticamente a ilha toda é assim, somente os melhores hotéis possuem água doce e quente. Fechamos nossos passeios com o Diego bem conhecido por lá e super indico, foi super atencioso e fez preços melhores em tudo. Usamos o dia para fechar os passeios e andar pelo centro.
      No dia 07/03 fizemos o tour ilha de Johnny Cay e Acuario saindo as 9:00 e voltando as 15:00, pagamos 43.000 pesos cada (58,00) achei bem bagunçado no inicio, ficamos esperando nosso barco sair e atrasou um pouco. A chegada em Johnny cay é um caos, o barco balança muito devido as ondas, é bem difícil se equilibrar para descer do barco, vi pessoas caindo, realmente para quem vai com criança ou idoso é difícil, sem contar que o trajeto molha bastante, leve bolsa impermeável. A ilha é linda, estava um pouco cheia mas não me incomodou em nada, o mar achei muito agitado, o almoço é incluso e achei a comida gostosinha. Em seguida fomos para o Acuario ficamos pouco tempo por la, aconselho separar um dia para fazer somente ele pois é perfeito, água transparente e é incrível fazer snorkel com tantos peixes, um dos lugares mais lindos que já vi, porem estava um pouco cheio.
      No dia 08/03 fizemos um passeio que chama Ibiza Sai que é um bar flutuante no meio do mar azul, saímos 11hrs e o retorno você pode escolher entre 14:00, 16:00 ou 18:00 voltamos no ultimo horário, pagamos 68.000 pesos (92,00) inclui uma bebida de boas vindas, o que você consumir paga a parte, no entanto conheci uma brasileira que pagou somente 20.000 pesos, ela chegou na marina e pegou um barco que levou até la. Lugar simplesmente perfeito! musica boa, bebida boa, um mar incrível demais, amei muito! quem for para San Andrés tem que fazer esse passeio. Jantamos no restaurante el peruano, pedi um prato com carne de boi particularmente não gostei muito, porem meus amigos pediram pratos que estavam muito bons! acho que super vale a pena conhecer.
      No dia 09/03 alugamos a mule para dar a volta a ilha, pagamos 170.000 pesos para 4 pessoas (cerca de 230,00), levamos um cooler com bebida e fomos parando nos pontos legais, primeira parada foi em West View que tem aproximadamente 5 metros de profundidade, possui um trampolim e um tobogã, para quem não sabe nadar eles alugam colete e snorkel. o lugar é lindo, tem muitos peixes mas estava cheio. Em seguida paramos no letreiro de San Andres, existe um maior que está sempre cheio, esse estava vazio. Em seguida passamos no Hoyo Soplador, não achei nada demais, paramos para tomar a famosa limonada de coco que é perfeita. Outra parada obrigatória é a rua super famosa que a galera para para fazer fotos, uma paisagem perfeita. Fizemos algumas paradas nas praias de San Luis que são lindas! e terminamos no Beach Club Aqua que fica em San Luis, amei o lugar! ambiente gostoso, decoração linda, comida muito boa. para terminar o dia jantamos no Café Café, não gostei da comida e o atendimento achei muito ruim, atendentes pouco simpáticos, não recomendo.
      No dia 10/03 fizemos as 9:00 o tão falado voo de parasail, pagamos 139.000 pesos (cerca de 188,00). Esse passeio ia ser o primeiro a se fazer pois depende de como está o vento no dia e por esse motivo só conseguimos fazer no final, nada mais é do que um paraquedas sendo puxado por uma lancha, realmente é muito lindo ver o mar la de cima, é perfeito! eu tenho medo de altura então fiquei tensa o passeio inteiro, mas realmente vale a pena incluir no roteiro. No resto do dia andamos pela cidade, não deixem de provar as paletas e bubble waffle (sorvete maravilhoso com waffle). Almoçamos no Beer Station super recomendo, parece um "outback" comemos uma costela com barbecue e batatas, dividi com meu namorado e ficamos muito satisfeitos, prato grande e muito saboroso. A noite fomos no famoso restaurante La Regatta, não conseguimos fazer reserva então fomos cedo (18:00) e conseguimos lugar, mais tarde a fila ficou enorme, ambiente maravilhoso, ótimo atendimento e pratos perfeitos, eu pedi o pescado San Andrés 46.500 pesos (63,00) e meu namorado o pescado Providência 50.200 pesos (68,00). Os dois estavam maravilhosos! achei o preço ok, se comparado com um restaurante assim na minha cidade gastaria até mais.
      No dia 11/03 (nosso ultimo dia em San Andrés) passamos a manhã na praia central que é muito linda! tivemos pouco tempo para curtir essa praia tão charmosa, almoçamos na hamburgueria El Corral, super recomendo! a tarde andei pela cidade e fiz algumas compras.
      Sobre compras em San Andres, existem varias lojas falsificadas, eu comprei varias coisas na loja JR que é confiável e tudo valeu a pena, comprei produtos de beleza. De fato pesquisei todos os preços e tudo que comprei valeu a pena comparando com os preços do Brasil.
       
      Cartagena 11/03 até 14/03
      Voltamos para Cartagena, dessa vez ficamos em um hotel próximo ao aeroporto (hotel summer cartagena), não recomendo pois achei longe do centro, gastamos mais com taxi, mas o hotel é bom, quarto confortável e café da manhã ok. chegamos no dia 11/03 e descansamos. 
      No dia 12/03 fizemos o passeio para ilha privativa Bora Bora de 9:00 até 15:00 pagamos 218.500 pesos (com taxas) por pessoa com almoço e um drink (cerca de 295,00), gostamos muito! o Lugar é lindo demais, estrutura maravilhosa, atendimento de primeira, DJ tocando o dia todo, como vão poucas pessoas por dia é super exclusivo, o almoço você pode escolher o típico arroz de coco com patacones e pescado ou filé de frango com arroz branco, eu fui no prato típico e confesso que não gostei muito, o arroz de coco é bem adocicado. Teve promoção de 2 drinks por 30.000 pesos (40,00). O mar é maravilhoso, calmo, pena que passa muito rápido. Sobre o trajeto de volta que é bem falado devido ao mar agitado, eu estava bem receosa e pelo menos o dia que fui a volta foi "tranquila", as pessoas que sentaram atras molharam bastante, eu fiquei no meio e não tive problema.
      No dia 13/03 aproveitamos para andar pela cidade amuralhada e Getsmani, fomos em muitas lojinhas, o artesanato la é bem forte, comprei bolsas lindas feitas a mão e lembrancinhas, infelizmente não deu tempo de ir no Castelo de San Felipe. As Ruas em Cartagena são uma graça, casinhas coloridas, é tudo encantador!
       
      Panamá 14/03
      Chegamos no Panamá 8:00 e pegamos uma escala de 13hrs propositalmente para conhecer a cidade, existem tours no panamá para conhecer os principais pontos turísticos mas resolvemos ir por conta própria, a moeda é o dólar, achei os preços bem altos de táxis e alimentação, já que o dólar estava tão alto. Íamos pegar um táxi até a cidade antiga, Casco Viejo porem estava cerca de 20 dólares, conseguimos conectar no wifi do aeroporto e pedir um uber (que ainda é ilegal) e foi super tranquilo, ficou 10 dólares e chegou rápido. Andamos por Casco Viejo para conhecer, e é muito charmoso, gostamos muito. Depois pegamos um taxi até o shopping Multiplaza também por 10 dólares, o shopping é enorme, tem lojas perfeitas mas a maioria não valia a pena, comprei coisas na forever 21 que estavam em promoção, em seguida fomos em mais 2 shoppings Multicentro e Albrook, achei uma loja com calças jeans perfeitas por 5 dólares, enfim ficamos batendo perna pelos shoppings, nosso voo de volta era as 21:20, voltamos com antecedência para o aeroporto, a cidade moderna é muito linda! prédios lindos, todos muito bem conservados, cidade limpa, gostei muito! 
       
      E é isso! espero ter ajudado.
      algumas observações: não se esqueçam do certificado de vacinação de febre amarela, pode ser emitido online com no minimo 10 dias de antecedência (não deixe para ultima hora!), se você já tomou a vacina não precisa tomar de novo pois vale por toda vida, basta ter o cartão de vacina.
      a tarjeta de turista para entrar em San Andrés eu comprei no aeroporto de Cartagena antes de embarcar (não me lembro bem mais foi cerca de 120.000 pesos).
      Fiquem atentos com o peso da mala, as companhias low cost (wingo e viva air) são muito rígidas com peso, eu fui pela Wingo e antes de fazer o check in fui em um guichê e pesei as malas e estavam passando o peso, tive que abrir e distribuir.
      O aeroporto de San Andrés é um caos, para o voo de volta chegue cedo, as filas ficam enormes!
      Vi muitos relatos de pessoas falando que San Andrés não tem estrutura, que não gostaram da ilha, falando mal da comida, eu particularmente amei muito! realmente a ilha não tem uma estrutura top, se você realmente não se importa apenas vá! quem não gostou com certeza são pessoas com padrão de vida elevados que não conseguem curtir um lugar mais simples, sobre a comida eu não gostei da comida típica porem comi todos os dias coisas diferentes, tem mil opções com preços bons não precisa necessariamente comer só pescado e arroz de coco.
      Todos os passeios de Cartagena fechamos com a The Experience Travel e de San Andres com o Diego, eu aconselho fechar os passeios antes para evitar filas e algum tipo de estresse.
      No caso de San Andrés conseguimos desconto em todos os passeios.
       
      Gastei no total R$6.700,00
      fiz todos os passeios que queria, Cartagena economizamos em alimentação, cozinhamos todos os dias.
      San Andrés, comemos fora todos os dias. E no geral da viagem bebemos bastante também, compramos bebidas no dust free do Panamá que valeu a pena.
       
       























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    • Por Kelvin Sobé Centenaro
      Foram muitos meses de planejamento e pesquisa sobre como viajar MUITO gastando POUCO. Quando descobri o mundo do voluntariado minha mente se abriu e enxerguei um mundo de INFINITAS possibilidades. Descobri que poderia trocar minhas habilidades por acomodação. E inclusive, desenvolver muitas outras. Entendi também que viajar não é apenas conhecer lugares incríveis. O que faz das minhas viagens tão especiais são as pessoas que conheço e me conecto. E o principal de tudo, GERAR VALOR pra cada uma delas. . Estar longe de casa, dos seus familiares e amigos te faz valorizar cada momento vivido. Te faz pensar e refletir sobre toda trajetória da sua vida. Que não existe certo, nem errado, mas sim, PADRÕES que a sociedade te impôs desde o seu nascimento, basta você decidir por você mesmo RESSIGNIFICAR tudo e reconstruir uma nova MENTALIDADE que faça sentido pra você. . O que fiz foi apenas um QUESTIONAMENTO para onde minha vida estava me levando se seguisse todas as crenças e limitações que foram instaladas na minha mente. Joguei tudo no lixo, disse CHEGA pra qualquer superficialidade do momento e mudei o meu ESTILO DE VIDA, que hoje se baseia em VIVER um dia de cada vez, presente no momento e pronto pra AÇÃO.   #colombia #medellin #cartagena #backpacking#dicadeviagem#mochilaoamericadosul #sulamerica#viajaromundo #viajarbarato#traveler #placestovisit #placestogo #worldpackers#couchsurfing#umamenteinabalavel #expansaodeconsciencia#nomadedigital #digitalnomadism
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