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  1. Oi galera! Estou aqui (depois de alguns poucos meses) pra compartilhar com vocês sobre a minha primeira (de muitas kkk) solo trip. Se me perguntassem há uns 2 anos atrás se eu teria coragem de viajar sozinho, eu certamente responderia que não faria isso (por medo+tensão+acho que não consigo). Até que a vontade de romper essa barreira passou a me consumir e comecei então a trabalhar a mente e me preparar aos poucos pra que eu realizasse isso que se tornou um sonho, uma necessidade. Minhas férias do trabalho venceram mas decidi que só as tiraria quando definisse um destino bacana, que tivesse praias lindas (e que eu acreditasse ser capaz de me virar sem companhia rs). Foi aí que decidi ir em abril para #Cartagena e #SanAndrés (aquele paraíso onde fica o famoso mar de 7 cores). Comecei então a olhar as passagens, lugares para me hospedar, definir rotas, pesquisar sobre a moeda e preços locais e assim fui me familiarizando com cada detalhe e adquirindo a segurança necessária pra embarcar na minha #primeiraviagemsozinho. Comprei minhas passagens de Brasília > Panamá > Cartagena / Cartagena > San Andrés / San Andrés > Cartagena / Cartagena > Panamá > Brasília... E FUUUI!!! Ao chegar no aeroporto de Brasília, bateu aquele leve medo de: é agora! Embarquei e durante o voo, devido a tensão, me lembro que tive até um pesadelo. Cheguei ao Panamá, celular sem bateria, sem adaptador de tomada mas feliz e empolgado, confiante e pronto pra continuar. Lá estava eu desembarcando no aeroporto de Cartagena arrepiado e sorrindo ao mesmo tempo. Sem celular e sem voucher de onde eu me hospedaria, fui até o balcão de informações e pedi pra que olhassem pra mim o endereço do hostel... deu certo. Que cidade linda, que energia boa, cheia de pessoas felizes, contagiante!!! Conheci lugares incríveis, conheci pessoas legais (sou tímido pra isso, mas estar sozinho e naquele lugar maravilhoso acabou mudando isso até sem eu percebesse). Dica: se hospedem no Bourbon St Hostel Boutique. Depois de 3 dias muito bem vividos, bora pra San Andrés conhecer o Caribe... Chegando no aeroporto (que tumulto!!!), eu só queria ver aquele mar das fotos que me fizeram chegar até lá... E WOOOOOOOOOW!!! Inacreditável! "P**rra, eu realmente tô no Caribe!" Dica: se hospedem no El Viajero. Depois de uma semana, de conhecer a beleza surreal da ilha e nadar bastante, partiu voltar pra Cartagena (com todo prazer!) por mais 3 dias. Em San Andrés, assim como em Cartagena, conheci outros viajantes que estavam viajando sozinho pela primeira vez também e compartilhar as experiências e momentos foi fundamental. Talvez se eu estivesse esperado alguém pra me acompanhar, eu não teria tido essa experiência sensacional, nem conhecido tais lugares e ainda estaria me questionando: será que eu consigo viajar sozinho? Sobre os lugares que visitei, recomendo e recomendo de novo. *A única coisa que me contrariou durante a viagem foi que comprei um sombreiro (esse das fotos) de um vendedor ambulante por 20.000COP e pouco depois achei numa loja por 7.000COP... aff, kkk... Se tiverem curiosidades ou quiserem dicas, é só me contactar :) Estou pronto pra próxima... a dificuldade agora é escolher algum destino dentre tantos maravilhosos pelo mundo... porque meu medo, eu já venci \o/
  2. Ola, estou aqui para contribuir com um relato detalhado e recheado com gastos e tudo da minha viagem solo a San Andrés/Providencia/Bogotá. Vou tentar dividir tudo em sessões para que fique mais claro e dinâmico a todos e tentarei ser o mais breve possível (NÃO CONSEGUI). É importante deixar claro que quis deixar essa viagem o mais aberta possível caso quisesse mudar de hostel, ir para outros lugares, então mudei bastante de hostel por lotação, o que não me incomodou já que só dormia nos lugares mesmo, mas se for planejar tudo fique no CENTRO, da para fazer a maioria das coisas por la a pé e o ônibus la passa a toda a hora e custa 2400COP (Pesos colombianos é a moeda que eles utilizam, na sessão de câmbio explico mais sobre), hostel El viajero se quiser conhecer pessoas, Nativa Lizard House se quiser relaxar em um quarto sozinho com um preço ótimo. RELATO GERAL DIA A DIA 1 dia - Saída do Brasil e olá ao paraíso. Neste dia eu desembarquei em Bogotá, voei com a avianca e foi tudo perfeito na ida. A primeira coisa que fiz foi trocar dólares que levei por pesos colombianos COP, não troque na primeira casa de cambio que ver, tem outras fora do lugar que se recolhe as malas que pagam melhor, consegui uma cotação de 1$-2650COP na época, não achei boa e troquei pouco dinheiro em Bogotá (Não cometa esse erro), se tiver tempo saia do aeroporto e troque em casas de câmbio no centro, ou mesmo no aeroporto, não troque em San Andres. Fiquei um pouco pelo aeroporto de Bogotá e comi uma bandeja paisa como janta/almoço. Fui ao caixa da avianca e paguei 105000COP na minha tarjeta turismo, nada mais a se falar do aeroporto de Bogotá, estava ansioso para o meu destino, finalmente cheguei a San Andres pela noite, clima agradável, fui andando até o Hostel El Viajero em que fiquei, deu 10 minutinhos e economizei um taxi, vi a galera em bares locais se divertindo e dançando um estilo de música que acredito que era salsa. Conversei com uns brasileiros no bar do hostel e fui dormir em um quarto compartilhado com mais 7. O wifi no El viajero é bem ruim, somente para mensagens no Whatsapp, nem áudio vai enviar. Mas lá tem computadores fixos no terceiro piso que podem ser usados e a internet é muito decente, fiz várias reservas por lá. 2 dia- Acordei cedo e parti pro café da manhã ótimo do El Viajero, comentando sobre o Hostel, que belo Hostel, que staff, que lugar bem localizado, somente felicidades naquele lugar, tudo deu certíssimo, se quer conhecer gente se hospede lá! Logo no cafe da manhã encontrei uma amiga que estudou comigo no ensino médio, acreditam? Conversamos, ela estava com mais 4 amigos, que depois vieram a se tornar família para mim, já me enturmei com seus amigos e fomos pra praia central curtir o dia tranquilo, o grupo de 5 pessoas, eu, mais uma solitária do RS e dois paulistas, tinha tempo e queria conhecer pessoas, perfeito. Comprei umas coisas que esqueci no brasil no centrinho, a sapatilha que me custou 12000COP e uma capinha a prova da agua para o cel que custou 10000COP. Ficamos na praia até um horário meio tarde, voltamos perto do hostel para almoçar/jantar no El Parqueadero, um restaurantezinho que não gostei muito mas era barato, depois achei um melhor a uma quadra do hostel que se chamava Tony Restaurant, um prato de peixe custava 14000COP e frango 9000COP com Tony, mais barato ainda. Depois do almoço tardio compramos umas coisas no mercado, troquei dinheiro na Western Union (1$-2605COP), nos arrumamos e fomos para a praia a noite, com a Jotinha, a famosa caixa de som do grupo. Esse foi um dos melhores dias da viagem, em que realmente criei laços com pessoas incríveis. É importante falar que nessa viagem eu não economizei muito em bebidas e não passei vontade, diferente de todas as outras viagens que tinha feito, resolvi variar, o que no Brasil depois doeu um pouco financeiramente, mas valeu totalmente a pena. Dinheiro você recupera, experiências como essas não. 3 dia- Acordei e parti do El Viajero para meu novo hostel (Por lotação do El Viajero), o The Rock House Hostel, em que fiquei uma noite, no caminho para West View. Claro que eu fui a pé, sem sinal de celular, sem internet, somente com um google maps com a rota impressa, e dizia ser cerca de 40 minutos de caminhada. O mapa estava desatualizado com umas rotinhas em obra, me perdi mesmo tendo um ótimo senso de direção e no fim demorei 1:30 para achar esse hostel, sorte que sai bem cedinho para pegar passeios ainda de manhã. O hostel era bacana, a Luz, dona do hostel, era um amor de pessoa, porém fiquei somente uma noite la em um quarto sozinho, não tenho muito a dizer sobre, somente que é um pouco longe de tudo. Voltei ao El Viajero de taxi pra fazer o passeio de Johny Cay e Acuario com meus amigos. Saímos com a cooperativa da praia central por 25000COP e que paraíso, estava mais vazio porque era dia de semana, dica maior da ilha: Se puder faça os passeios em dia de semana, segunda e terça são os dias que menos tem pessoas nos lugares. Que passeio legal, acuario é lindo, um lugar com água cristalina com espaço para Snorkel, e Johny Cay uma ilhota bem bacana que fica na frente da praia central e da para tirar aquele gostinho de caribe. Almoçamos em Johny Cay, preço tabelado de 30000COP, caríssimo mas não tinha o que fazer. O trajeto de barco para esses dois lugares é lindo demais, vai ficar babando nos 7 tons de azul daquele mar. Voltamos depois do almoço e ficamos na praia central curtindo o resto do dia, jantei no El Corral, que fast food bom meus amigos, li vários relatos de como era bom e realmente é, preço de fast food brasileiro porém tem que ir, muito bom. 4 dia- Me movi novamente para outro Hostel, dessa vez o Nativa Lizard House, umas 6 quadras do El viajero na mesma rua, os donos eram ótimas pessoas de se conversar, o quarto era excelente e privativo, tinha até cofre, banheiro compartilhado mas não vi muitas pessoas la, fiquei todos os dias pelo El Viajero pelas amizades que fiz. E novamente voltei ao El Viajero para passar mais um dia com o grupo que conheci, de manhã ficamos proseando e almoçamos juntos no El Parqueadero. Nesse dia foi que fiz o meu primeiro mergulho pela parte da tarde com a empresa Sharky que o próprio El Viajero tem parceria, foi excelente, para a minha primeira experiência foi muito tranquilo, me apaixonei por mergulho. Jantei no El Corral de novo porque tinha achado incrível hehehe. 5 dia- Voltei ao El Viajero pela manhã para outro check in. Este foi um dia ruim pela parte da manhã em que tive que me despedir do grupo que me acolheu demais, e de todos os agregados, minha viagem sozinho estava começando realmente ai. Aluguei uma moto na parte da tarde depois de chorar muito desconto pelo horário tardio do aluguel e consegui por 50000COP (Normal 70000COP), dei a volta na ilha indo pelo lado de west view, primeiro eu demorei 3 horas para fazer a volta completa parando em todos os lugares para Snorkel e com uma parada de mais ou menos uma hora na praia de San Luis, que fiquei proseando com um local que vende coco loco. Eu não fiz Rocky Cay e não fiz a caverna dos piratas porque li em relatos que não era tão bom assim, como tinha pouco tempo nesse dia decidi cortar. Eu gostei muito de West View, tem um bar ao lado do West View, o bar do Jimmy, voltei la depois para passar uma tarde em outro dia, gostei muito do lugar, vale parar, com lugar para Snorkel e para pular também e bem mais vazio. Lembrando que para entrar em La Piscinita precisa pagar 4000COP e West view 5000COP. Não tem segredo em fazer a volta da ilha, somente pegar a rodovia que circunda a ilha e parar aonde quiser, ninguém usa capacete nem pede carteira de moto, não se assuste. A noite comi um ceviche no SeaWeed, pertinho do El Viajero, era bom mas não achei nada absurdo, terminei o dia no bar do hostel com a galera. 6 dia- Nesse dia fiz a volta na ilha de novo com as minhas novas parceiras de quarto, estava com vontade de ver tudo de novo de tão bonito que foi, alugamos um carrinho de golf em quatro pessoas, 35000COP para cada. Fizemos no sentido contrário começando pela praia San Luis, eu recomendo que faça começando pelo West View para poder descansar depois na praia San Luis, gostei mais da moto também pela velocidade, o carrinho é lentíssimo. Fizemos o mesmo roteiro, foi muito divertido. Nesse dia eu decidi que iria a providência e fui comprar o barco que me custou 330000COP (CARO, mas o avião é o dobro) ida e volta, depois eu comento sobre, troquei um pouco mais de dólares na Western Union por quase a mesma cotação de antes, vá com tempo a Western Union de San Andres, todas as vezes que fui estava bem lotado e se não me engano fecha as 5 da tarde, fique atento. A noite peguei um coco loco com a galera do hostel, a única baladinha que tem lá, até que me surpreendeu, 20000COP de entrada, balada bonita, clima agradável, pessoas legais, mas tem que beber muito antes de ir, beber la é muito caro, cerca de 14000COP uma cerveja que no mercado custa 2200COP. 7 dia- Eu troquei de hostel novamente para o Nativa Lizard, por lotação no El Viajero e no dia seguinte iria para Providencia. Lembrando que todos esses dias eu estava almoçando no Tony Restaurant e jantando o que dava e aonde dava. Nesse dia aproveitei a manhã para descansar da noite anterior, fui com os argentinos e mais dois brasileiros para o bar do Jimmy a tarde, foi muito bom, muitas risadas, snorkel, recomendo o bar. Fizemos uma janta na cozinha do El Viajero mesmo (Muito boa a cozinha) e depois eu fui dormir para acordar cedinho no outro dia para minha próxima aventura, Providencia. 8 dia- Acordei 5:45 e parti pro embarque, cheguei la a tempo, foi tudo tranquilo até eu entrar em alto mar, o barco era bacana (El esplendor), tinha feuncionários passando com água e sacolinhas pra tudo que é lado durante a turbulenta viagem de 4 horas em que aproximadamente 60% do barco estava vomitando sem parar, o mar é muito forte, felizmente eu não passei mal e até dormi umas 2 horas, só acordava quando o mar quase me tirava da cadeira. Dica: Tome o remédio que eles entregam no check in para não passar mal, tomei na ida e na volta e não tive problemas. Depois da viagem turbulenta cheguei a Providencia, e que ilha meus caros, vale a pena demais ir para la, fui a pé para a Posada YoliMario em que fiquei, foi uma pernadinha ate la, e como estava sem letreiro na frente por um temporal que aconteceu por lá acabei passando do lugar, me deram carona para voltar até o lugar de graça quando perguntei a um nativo aonde era, sorte que as pessoas na ilha são ótimas e hospitaleiras ao extremo, um povo totalmente diferente de San Andres. Os nativos falam o inglês criolo e preferem inglês ao espanhol, alguns nem sabem espanhol. Na pousada paguei 70000COP por um quarto individual com banheiro individual, e um espaço para preparar sanduíches e café com um frigobar, achei ótima a pousada, infelizmente não tinha Wifi, a Yolanda que é a dona da pousada vai te ajudar em tudo que ela puder, mesmo. Se eu voltasse para la eu ficaria perto da praia Manzanino (Acho que escreve assim) porque eu gostei muito do Bar do Roland, que vou comentar em breve. Arrumei minhas coisas no quarto gigante e fui conhecer Santa Catalina a pé a tarde, não achei tudo isso, mas tem que conhecer. Existem Wifis públicos no centro de Providência, que só funcionaram um dia mas melhor que nada. A noite fui no Rolands Bar, a descoberta da viagem foi esse bar nessa praia maravilhosa, cerveja justa para a praia, fogueira, todos os dias tem lual mas com poucas pessoas durante a semana, acredito que deve lotar de turistas no final de semana. Não vá a providencia pensando em festas, la foi o lugar que fiquei mais "sozinho", refletindo sobre tudo, somente haviam casais, famílias, poucas pessoas e os nativos, foi muito bom para mim. Gostei muito do clima da ilha apesar do mau cheiro em alguns lugares. Fui de moto taxi para o Rolands e voltei de carona com pessoas que encontrei la, em providencia tudo é mais caro que San Andres em aproximadamente 40% pelo que percebi e os nativos acham que você é milionário por estar lá e vão tentar fazer com que você gaste o máximo que conseguir na ilha, RESISTA kkkk. 9 dia- Pela manha fui a cayo cangrejo, pertinho da posada da Yolanda, e o Mario, marido da Yolanda me deu carona até a saída dos barcos de graça, mas por pressão da Yolanda kkkk lógico que não reclamei. Paguei o barco que custou 40000COP ida e volta mais a entrada no parque Cayo Cangrejo que custou 17500COP se não me falha a memória, tudo muito caro, tive que alugar snorkel por 10000COP porque o meu tinha quebrado no último dia no Bar do Jimmy, fiz a volta de snorkel na ilha pela direita e outra vez pela esquerda, que INCRÍVEL, vi 3 tartarugas nadando livres, monstruosas de grande, vi vários peixes diferentes dos que já havia visto, foi a água mais transparente que vi em toda a minha vida, visibilidade absurda. Tem um mirante em cima de Cayo Cangrejo que é muito lindo, foi a paisagem mais bonita que meus olhos já enxergaram ao vivo em toda a minha vida até o momento. Valeu a pena ter ido a Cayo Cangrejo. A tarde eu fui a The Dive Shop em Manzanino com o Alejandro ajeitar mais um mergulho, marquei pro dia seguinte cedo dois mergulhos, ele me convenceu. Fim de tarde e noite eu fiquei no Rolands curtindo a praia bebendo uma cervejinha nas redes que ele tem ao lado da fogueira, fui de moto taxi para a pousada perto do centro que durante o dia custa 5000COP e durante a noite dobra, e dormi cedo. 10 dia- Até cheguei a sonhar com o mergulho de tão feliz que eu estava, as 8:30 pontualmente estava na porta do Alejandro e da sua namorada Emily para mergulhar, pegamos o barco e fomos mergulhar, neste mergulho eu vi TRÊS tubarões, Reef Shark e Nurse Shark, criaturas incríveis que passaram pertinho da gente, mais um sonho realizado. No segundo mergulho vimos uma barracuda gigante, consegui ficar imerso por 65 minutos, estava pegando o jeito. Os dois mergulhos me custaram 260000COP, caro mergulhar mas cada um com suas prioridades né. Se você gosta de Reggae no bar do Roland toca muito Reggae local do Manku, um artista da região muito bom, gravado la mesmo em providência, após o mergulho eu fui até a casa do Manku que conheci no Rolands e comprei um CD dele depois de uma conversa muito boa com sua família na casa dele. Voltei a pousada com um sorriso de fora a fora pelo dia incrível, passei o restinho do dia tranquilo na praia da agua dulce, dormi cedo porque estava cansado e sem dinheiro, não sai. Em providencia estava almoçando e jantando misto quente que fazia no hostel porque la tudo era muito caro, como andei muito eu peguei muita manga nas estradas para lanches, deliciosas. Agora vem a dica de ouro, perto do cemitério de agua dulce tem umas duas mangueiras diferentes que seus frutos são chamados de SUGAR MANGO, se você for a providencia e não provar isso pode voltar pra comer, virou a minha fruta preferida, uma manga pequena absurdamente doce, consegui trazer duas para o Brasil, nunca tinha visto, pergunte aos locais e pegue. 11 dia- Pedi a um moto táxi para fazer a volta a ilha comigo pela manhã, e para a minha surpresa a ilha não tem muitas praias, gostei mais de FreshWater Bay e Manzanino, eu acho que fazer a volta a ilha de barco seria mais legal, mas como meu barco era 14:30 para San Andres, não daria tempo e meu dinheiro estava chegando ao fim, assim como a minha viagem. Ai que começou o parto todo, fiz check out da pousada e mais uma aventura, cheguei para o check in no barco e SURPRESA, o barco tinha sido adiantado para as 7 da manhã daquele mesmo dia porque o mar estava muito forte para a tarde e como estava sem Wifi não vi. O rapaz da agência escutou pacientemente tudo que eu falei explicando que não tinha Wifi na ilha e não me mandaram nada, etc etc, resumo: Não havia nada a ser feito, o próximo barco estava lotado no outro dia as 7 da manhã e ainda assim era uma possibilidade porque provavelmente o mar estaria pior. Lembrando que só existem duas maneiras de se sair dessa ilha, ou de barco que UMA empresa faz ou de avião. Tive a informação que só existia ticket para voo de volta em 11 dias a partir da data em que estava, uma piada, meu voo para o brasil era no dia seguinte saindo de San Andres, E AGORA JOSÉ? Sem barco, sem avião, sem dinheiro. Existiam mais pessoas na mesma situação que a minha, umas 8 pessoas, ouvi umas canadenses conversando que tinha um navio cargueiro que poderia levar, mas tinha que conversar com o capitão quando ele acordasse, HÁ, achei. Fui até o capitão do navio cargueiro antigo, e ele me disse que sairia a noite e chegaria de manhã em San Andres (MUITO TEMPO), quase tive que implorar de joelhos, até me ofereci para trabalhar durante a madrugada com ele, ele não aceitava porque não era legal no país um navio cargueiro levar pessoas, até que consegui que ele me cobrasse 50000COP e me levasse, pedi o reembolso do barco, paguei o capitão e la vamos nós para uma noite muito louca no porão de um navio cargueiro, eu e as pessoas em minha situação, canadenses, chilenos, nativos da ilha, alemães, uma mistura de tudo naquele porão apertado e quente, depois de uns minutos navegando fomos liberados a sair do porão, eu fiquei por la mesmo, me joguei em cima de umas malas e dormi quase a noite inteira, só acordava quando o mar me jogava das malas, o mar realmente estava grande, obrigado ao casal chileno que me salvou com uma pílula de enjoo antes do embarque misterioso, valeu Rendy, zero vomito. Foi uma viagem bem melhor que a do catamarã para ser sincero. 12 dia- Quase beijei o chão de San Andres quando cheguei de tão feliz que eu fiquei em não perder meu voo. Dica: Se for a providencia se programe para ir no começo de sua viagem e curta San Andres depois, para evitar transtornos como esse, ainda bem que deixei um dia como coeficiente de cagaço e deu certo. Consegui o reembolso da noite que não passei no El Viajero, até consegui um banho e um wifizinho, obrigado Edy da recepção, me salvou, mais um motivo para ficar no melhor hostel da ilha. Fiquei esperando as lojas abrirem, tomei um cafe da manhã, fiquei na praia central esperando o dia passar e observando a bela praia com uma leve tristeza em ir embora e me preparando para meu voo a noite, as 7 da noite, cheguei no aeroporto 5:30, me informaram que o meu voo tinha sido adiantado, outra surpresa do mesmo gênero, mas nesse pelo menos ninguém tentou me avisou, adiantaram para as 6 da tarde, sai correndo e consegui entrar no avião, achei uma falta de organização da Avianca em não me avisar. Fui direto a Bogotá no mesmo voo de uma amiga que fiz no hostel, chegamos em Bogota e ela iria ficar na casa de seu amigo nativo, o Andrés, ele me deu varias dicas, sai de ônibus do aeroporto e peguei um uber com a internet compartilhada dele, bela dica, paguei muito mais barato ate meu hostel, o Hobu Hostel, 22500COP a diária com cafe da manhã incluso, isso mesmo que você leu, baratíssimo. Jantei algo rápido na rua por ali e fui encontrar os dois em um bar muito legal da cidade, o Andres DC na zona T, foi muito legal, dançamos merengue, salsa (ou tentamos). Fui para o hostel, somente gastei o Uber porque estava ficando bem zerado de dinheiro, o bar não cobrava entrada no dia. 13 dia- Ultimo dia, o dia em que estou terminando de escrever esse relato. Acordei cedo, tomei meu café da manha no Hobu Hostel, recomendo muito esse hostel, staff muito bom e camas ótimas, sem contar que foi o único lugar que tomei banho quente na viagem inteira, não se preocupe, em quase nenhum lugar das ilhas tem água quente, é normal por lá e nem precisa de agua quente pelo calor que faz. Meu voo para o brasil saía as 3 da tarde. Sai para o Cerro de Monseratte, da pra ver a cidade de Bogotá inteira la de cima e esse morro tem mais de 3100m de altura, pena que tive que ficar pouco, uma leve andada pelo bairro, conversei com uma mulher que estava mexendo no celular e convenci ela a rotear internet para que eu pudesse chamar o Uber para o aeroporto, segue o improviso, fui para o aeroporto de Bogotá muito triste por estar deixando a Colômbia, e agora me encontro no avião para SP, no fim da minha viagem, me impressionei com tudo que vi e vivi aqui, obrigado Colômbia e obrigado a todos os envolvidos e pessoas que me ajudaram, de coração. GASTOS E INFORMAÇÕES SOBRE MOEDAS E CÂMBIO Lembrando que gastei bastante mesmo nessa viagem, mergulhei, bebi, conheci providência, você pode não fazer tudo isso se não quiser. Sobre o câmbio eu citei no relato algumas informações mas valeu a pena levar dólares e trocar por COP la, isso depende muito da época, troque em Bogotá se puder e fora do aeroporto, se não puder sair saia da área de desembarque e pesquise pelo aeroporto, ainda é melhor que San Andrés. Se não conseguir ou necessitar troque na Western Union de San Andrés. COTAÇÃO DA EPOCA - (1$ - 2650COP) em Bogota no aeroporto. Adquiri o dólar no Brasil por (1$-3,3R$) Alguns valores para se programar: Diaria no El Viajero - 78000COP (no balcão) 68000COP (Na internet - HostelWorld ou Booking) Diaria no Nativa Lizard House- 80000COP Diaria no The Rock House Hostel- 80000COP Diaria na posada Yolomario (Providencia) - 70000COP Sapatilha para ir a lugares com coral (SIM PRECISA) 12000COP Capa para celular a prova da água 10000COP Cerveja no mercado ~2200COP Entrada na coco loco 20000COP ABSOLUT 1L 36000COP Aluguel de moto em San andres 70000COP Aluguel de moto em providencia 60000COP Prato feito de comida em San Andres 10000COP Prato feito de comida em Providencia 16000COP Ceviche (media pela ilha) 25000COP Tarjeta turismo para apresentar na entrada e saída de San Andres 105000COP Barco ida e volta para providencia 330000COP Avião ida e volta para providencia 580000COP Cerveja na praia em providencia 5000COP Comida na praia em providencia 30000COP Barco ida e volta a johny cay e acuario 25000COP Barco ida e volta a cayo cangrejo em providencia 40000 COP Entrada em La piscinita 4000COP Entrada em West View 5000COP Mergulho em San Andres com Sharky 130000COP sem PADI Mergulho em Providencia com The Dive Shop Alejandro e Emily 160000COP sem PADI Ônibus de linha em San Andres 2400COP Media de gastos APROXIMADA por dia curtindo (Da para reduzir) 210000 COP No total do total do total, com passagens, com comida, hospedagem, curtindo, bebendo, passeios, tudo tudo gastei aproximadamente, 4500R$, da pra tirar pelo menos uns mil reais ai se economizar em bebidas e não for a providência, no meu caso valeu muito a pena, 13 dias na colombia. GALERIA DE FOTOS Infelizmente fui roubado no Brasil, levaram a minha GoPro com o cartão de fotos e o celular no mesmo dia em que cheguei, vai ficar somente no coração e na mente. Ainda bem que o roteiro ficou salvo na nuvem. Sobraram poucas imagens que ficaram salvas no whatsapp. REFLEXÕES E AGRADECIMENTOS Essa sessão é mais um agradecimento pessoal e para encorajar os viajantes solitários pelo mundo, se não tem interesse por favor não perca seu tempo, não vai ter nenhuma informação valiosa para a sua viagem, só coisas ótimas e situações que passei e que senti e agradecimento especial a algumas pessoas boas. Estou escrevendo este relato diretamente do avião para casa, com um aperto no peito de ter que me despedir de tudo que vivi e senti por aqui, de verdade. O ponto principal aqui é que você vai conhecer muita gente, principalmente se viajar sozinho, acredite, se abra a novas experiências e tenho certeza que vai gostar muito, se você está com medo de viajar sozinho e esta pensando que realmente vai ficar sozinho, está totalmente enganado, SE JOGA e depois me agradeça porque vai ser a experiência mais incrível da sua vida. E se ficar sozinho aproveite para refletir sobre sua vida, sobre você, sobre tudo, não tem problema nisso, agora você guia o seu rumo. Vai rir, passar aperto, testar seus limites, ter tantas histórias, e o mais importante: Vai conhecer quem você realmente é, aos poucos, e vai se aceitando cada vez mais, curtindo a sua própria companhia. O que mais me deixa triste em viagens são as despedidas, as interações sociais são intensas e cada pessoa com que você se relaciona deixa um pedaço dela em você, se despedir sabendo que provavelmente você nunca mais veja essa pessoa na sua vida é o que mais dói, faz parte, mas vai ficar pra sempre no seu coração. Um pouco da trajetória pessoal que passei: Cheguei no hostel no primeiro dia e já conheci dois paulistas, a Leticia e o Loris. Incrível como as coisas são, subindo a escada para o primeiro dia de bar do hostel encontro a minha querida amiga de adolescência, estudei com ela no ensino médio, a Mari, somente um oi no hall do hotel mas é claro que encontraria ela de novo e além disso seus amigos, que foram mais que uma família pra mim, obrigado Mari. Estávamos nos primeiros dias eu, Mari, Leo, Joao, Camila Taubate, Erica, Eloysa e nos unimos absurdamente ao longo dos dias como uma família, eles fizeram da minha viagem uma experiência incrível, pessoas com ótimos corações, cada um com suas particularidades, realmente viajar é um primeiro filtro para pessoas fodas como diria a Erica. Vocês estarão sempre no meu coração, e claro a Cintia que chegou depois e foi a minha parceira no crime/irmã por vários dias, obrigado por tudo Cintia, você sabe tudo que fez por mim. Logo depois da saída dos brasileiros e da difícil despedida eu conheci 4 argentinas, a Guli, a Vichy, a Agus e a Chiara, minhas parceiras de quarto queridas demais, muitas risadas juntos, logo após o Fer, Fausto e Tincho, argentinos que jogavam bola juntos, figuras que levavam a vida de uma forma muito boa. O grande Pedro, paulista gente finíssima assim como a Jacque, o Andrés, Marley e sua namorada Kim, brasileiro sinistro que trabalha no El Viajero, a francesa, e o colombiano. Richdan, Manku THE FISHERMAN, Yolanda, Alejandro, Raul. Obrigado a todos vocês e a todos que fizeram parte da minha viagem, todos que me ajudaram, vou levar um pedaço de cada um de vocês no coração. VALEU COLOMBIA, FOI FODA!
  3. Pessoal, Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve. Passagem/Transporte Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres Pela Avianca: 18/08 RIO>BOG 19/08 BOG > SMR 1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG) Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso. Pela Viva air (antiga Viva Colombia) 25/08 CTG > ADZ Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs). Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena. Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato. Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso. Câmbio Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse: cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava). Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo. Chip Colombiano Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas. Hospedagem (Booking) Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375 em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos. Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta. Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado. San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias. Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento. Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo. Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim. Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal. Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade. Esse é o caminho de entrada na Catedral Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos! Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs) E as lindas artes com sal!!! Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções. Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz. Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus. 20/08 - Santa Marta Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor. Orla SMR Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência. Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo! 21/08 - Santa Marta - Bahia Concha A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior. Praia de Bahia Concha Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha. Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente. 22/08 - Santa Marta - Playa Del Ritmo No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos. Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs. Interior do ônibus da ida Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo Playa Del Ritmo Banho na Playa Del Ritmo Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel. 23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos. 24/08 – Cartagena Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam! Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens). Teve arco-íris sim À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente. Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa. 24/08 – Cartagena – Bendita Beach Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos... O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite. Engarrafamento de charrete 25/8 Ida à San Andres Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres. Interior do avião da Viva Air Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia. Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros. Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra. 26/8 – Volta à Ilha de Mula. Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas. Estradas mais tranquilas em volta da ilha I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon... Brincando com os peixes Meu contatinho com Poseidon Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali). Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro. Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos. Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos: Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar. 27/08 e 28/08 – Praias do Centro O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos... Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton: A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas. Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs 29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!! Essa cor de água chega a dar raiva Ilha do lado do Acuário Arraias... Me cagando de medo das arraias https://vimeo.com/288555840 Video incrível do acuário https://vimeo.com/288556520 Vídeo da piscina-mar em San Andres https://vimeo.com/288556833 Nadando com os peixes 30/08 – Johnny Cay A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles: O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte). Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos E um amiguinho loiro... É lindo, mas lotado demais Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco Deu medo, mas até assim esse mar é lindo Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços. Compras Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs. 31/08 – Volta à ilha de bicicleta Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano. De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada. Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco. 1/9 – Volta para casa Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim: Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil. Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea. Hasta luego, San Andres. E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem! Bjos
  4. Oiee genteee! Olha eu aqui de novo! Então... tô aqui pra fazer mais um relato, dessa vez sobre a Colômbia, mais especificamente, San Andrés!!! Um lugar incrível que eu sempre tive muita vontade de conhecer e quando vi uma oportunidade no valor de passagens super em conta e que batia com meu período de férias, não pensei duas vezes!!! Masssss, eu já havia comprado passagens para ir novamente a Fernando de Noronha e achei que ficaria super caro ir para esses dois lugares em uma única férias, mas pesquisei bastante, fiz meus cálculos e quem já acompanhou algum relato meu aqui sabe como sou de economizar muitooooo...rsrs! Enfim, comprei logos as passagens e depois ia me virar e foi o que fiz! Vi que San Andrés não era um lugar muito caro q comecei a investigar tudo sobre o lugar...hehehe! Já fechei a minha meta de gastos e o passeios que desejaria fazer, infelizmente as vezes é preciso abrir de algumas coisas para realizar uma viagem assim, mas eu nunca me arrependo, pois quero mais é curtir o local e pensar em coisas supérfluas depois... Bom, as passagens custaram pela Copa Airlines a bagatela de R$1.083,00 (incluindo as taxas) saindo do Rio de Janeiro, e já que o preço real foi de R$689,00 e o restante foram taxas, então vc vê que foi super em conta! Mas só depois que comprei é que vi as pessoas comentando que setembro é um mês mega chuvoso em San Andrés e já me desanimei bastante, poxa vida... será que eu ia me dar mal? Mas já estava feito e agora era rezar pro tempo ajudar....rsrs... fui na fé mesmo, minha gente! Não sou muito exigente com hospedagem, mas para mim uma boa localização é o ideal e como vi também que a ilha era muito quente, eu optei para ao menos o lugar ter ar condicionado e não precisava ser de frente para o mar ou um super hotel nem nada, eu fui pra curtir as praias e não os quartos e a estrutura do hotel, mas como eu sempre disse, existem vários perfis de viajantes, o meu é esse! Eu ficaria no El Viajero, o hostel mais famoso e procurado de lá, cheguei a fazer a reserva pelo booking e tudo, mas uns 10 dias antes eu estava olhando novamente e encontrei uma pousada por uma diferença pouca em quarto privativo com banheiro compartilhado que ficava na rua ao lado do El Viajero, uma localização boa e não pensei 2x!!! Cancelei a reserva anterior e fechei com essa pousada e não me arrependi, pelo contrário, gostei muito! Na verdade, não era uma pousada e sim uma casa de morador que alugava alguns quartos, assim como acontece em Noronha e como já tinha passado por essa experiência não achei problema algum. O lugar se chama Jackson House Inn e tem até página no face, paguei em 5 diárias a bagatela total de Cop 292.500!!! Muitoooo baratooo! Até fiquei meio receosa...rsrs... mas olha o quarto é arrumadinho, possui ar condicionado, frigobar, tv a cabo, cama de casal e a limpeza é feita todos os dias... Eles deixam vc usar a cozinha da casa que possui todos os utensílios necessários e era lá que eu fazia meu jantar de cada dia....rsrs... o banheiro, apesar de ser compartilhado não vi ninguém usando, parecia até que só eu usava, estava sempre muito limpo! Eu pagaria no El Viajero o valor de Cop 270.000 então vc vê como a diferença é pouca, apesar que no hostel eu teria café da manhã e lá não possui, mas isso não é problema pra mim! Fica perto do comércio e possui mercados próximos e foi lá que fiz uma comprinhas para passar os dias... Ah, não precisei comprar água pois o pessoal de lá também deixa vc utilizar a água potável para beber, eu enchia minhas garrafinhas todos os dias e deixava no frigobar e também levava para as praias, que beleza né?! Hehehe.... Eles lhe dão as chaves, uma do quarto e a outra da porta da casa e assim vc fica a vontade para entrar e sair a hora que quiser e a casa estava sempre vazia, foi bem tranquilo. De onde eu estava para a praia principal eram uns 5min caminhando, bem pertinho! Então, dá pra ver que bela economia eu tive com a hospedagem né?! Eu sempre coloco uma meta de gastos e dessa vez não foi diferente, acreditem se quiser, eu gastei U$200,00 com tudo, quando digo tudooo, eu digo tudo mesmo! Passeios, hospedagem, alimentação e taxa de entrada na Ilha! Mas ainda voltei com U$10 então na verdade gastei U$190!!! Hahahaha! Mas Cris, como vc consegue? Gente, mantenha o foco e controle seus gastos, ainda mais eu que tinha acabado de voltar de Fernando de Noronha e juntei uma viagem na outra, ou era assim ou não ia....rsrs! Bom, como economizar? Em tudo que vc vê que dá pra fazer sem gastar seu dinheirinho suado, eu por exemplo não gastei com táxi do aeroporto para a pousada e vice-versa, pois vi pelo google maps que dava pra ir andando e deu mesmo, eram 10 min apenas do aeroporto e foi super simples, eu gastaria no táxi Cop 15.000 ida e Cop 15.000 volta! Ah, mas isso é bobagem, pra mim não é não... pois de bobagem em bobagem vc nem vê seu dinheiro indo embora! Eu levei dólares para trocar na ilha e o cambio estava péssimo nas casas, fiquei xoxa mas lembrei q tinha o contato de um rapaz que consegui nas minhas pesquisas e procurei por ele... na mesma hora ele levou o dinheiro na pousada e fez a troca pra mim, estava bem melhor do que nas casas de cambio neste dia e ele é super de confiança, todos o conhecem e foi tudo certinho. Eu tive que pagar a taxa de entrada na ilha em Bogotá, onde foi minha escala e lá já troquei U$35,00 para pagar a taxa que era de Cop 99.000 e só aceitava em pesos, então tive que trocar no aeroporto mesmo, mas a taxa não estava tão ruim. Sendo assim cheguei em San Andrés apenas com U$165,00 e consegui me virar com isso.... hauahauhah!!!! A fila é imensa para fazer a imigração, mas anda bem rápido e olhaaaa, a ilha é bem quente mesmo, parece até o Rio no verão...rsrs! O aeroporto é muito pequeno, mas dá pra atender a todos e já achei o pessoal bem simpático! Eles pedem o comprovante de pagamento da taxa e vc guarda o outro com vc, pois vai precisar mostrar para sair da ilha, ou pagará novamente, então guarde-o muito bem!!! 1º Dia: Fui andando para a pousada, arranhei um portunhol e consegui encontrar a dita cuja, foi fácil até! Olha gente, eu em momento algum tive receio de andar na ilha, nem mesmo a noite, achei tudo super tranquilo, é bem policiado e por isso tive total segurança em andar sozinha, mesmo com uma mochila gigante nas costas...hahahaha! Guardei as coisas, e fui conhecer a praia principal, chama Peatanol e já fiquei bestaaaaa!!! Que coisa lindaaaaaa! Vê se não tenho razão? Estava sol, a praia não estava muito cheia, era baixa temporada e um dia de semana né, então já viu...rsrs Pesquisei os valores dos passeios e vi que é tudo a mesma coisa, nem adianta pechincar, é tudo tabelado! Passei no mercadinho, abasteci o frigobar, comprei pães, biscoitos, presunto, ovos, sorvete (amooooo) e etc... e fui dormir cedo, pois estava cansada! 2º Dia: Acordei cedo e já fui direto para o cais comprar algum passeio, compre direto lá no cais mesmo, pois é mais fácil e vc já saí logo no primeiro barco! Não precisa reservar, comprei o meu na hora e foi ok! Escolhi fazer o Aquário e Johnny Cay que custa Cop 15.000 + 5.000 de taxa em Johnny Cay e foi só pra ter uma idéia de como era, gostei muito dos dois, mas achei pouco tempo no Aquário e já resolvi fazer novamente em outro dia, porém Johnny eu achei suficiente e não gostei muito da muvuca na hora de ir embora e por isso não fiz de novo. O lugar é realmente muito lindo! 3º Dia: Neste dia resolvi Ir para West View, peguei o ônibus no centro que deixa bem em frente e na volta vc pega no mesmo lugar para voltar ao centro. A entrada custa Cop 4.000 e vc ganha um pedaço de pão para os peixes, eles possuem estrutura como restaurante e um trampolim onde o pessoal fica o tempo todo saltando...rsrs! Neste dia desabou uma chuva daquelas e me desanimou totalmente, tinha muita gente chegando na hora que fui embora, não sei se foi por causa da chuva, mas não curti muito o lugar, achei as praias bem melhores! Mas vale a pena conhecer! 4º Dia: Acordei cedo, mais uma vez peguei o ônibus e segui para a Playa de San Luis, fica próximo e é muito bonita, o tempo não estava muito legal, sol com muitas nuvens e achei que ia chover novamente, mas depois abriu maior solzão e o dia ficou perfeito! Fiquei alí curtindo aquela praia que estava praticamente deserta ainda e era praticamente toda minha. Depois fui esperar o ônibus, pois queria seguir para Rocky Cay, mas ele estava demorando tanto que resolvi ir andando mesmo e foi uma caminhada boa, já que estava muito quente, mas quando cheguei no lugar valeu a pena!!!! Adorei simplesmente maravilhosa! Vc pode usar a estrutura ou só ficar na praia mesmo e eu apenas aluguei um locker na praia para guardar as coisas, eles cobram Cop 5.000 e vc pode utilizar o dia todo. Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí! Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí! 5º Dia: Mais uma vez acordei cedo e neste dia resolvi ir novamente ao Aquário, custou Cop 10.000 e cheguei lá por volta das 08:30 e só saí as 13:00h, foi muito bom!! Estava bem cheio, mas deu pra encontrar alguns lugares mais desertos e aproveitar bastante! Algumas pessoas não queriam atravessar para o outro lado, na ilha de Haynes Cay, que é maior e mais bonita (na minha opinião), passei a maior parte do tempo lá e estava muito melhor, no Aquário é muita muvuca!! Dá pra atravessar de boa, pois a água chega somente até a cintura! Não guardei as coisas nos armarios, mas eles tem pra alugar e custa Cop 5.000, também tem mascaras e sapatilhas, mas eu já tinha tudo isso e não comprei na Ilha, levei as minhas mesmo, aqui do Brasil! Na volta fiquei pela praia do Peatanol, ela é uma delícia e eu adorei, super tranquila! Eu deixava minhas coisas na areia e ficava de boa na água... Passei o resto do dia nessa praia e depois curti o pôr do sol, foi ótimo! 6º Dia: Era meu último dia e meu voo era a tarde, então fui comprar uma lembrancinhas pelo centro e depois arrumei minhas coisas pra ir embora. Deu pra aproveitar tudo muito bem e com calma, economizei, pois não comi em restaurantes (não faço questão) e sempre procurando priorizar o que estava dentro do meu orçamento. Andei de ônibus, não aluguei mula, pois estava sozinha e sairia bem caro pra mim, mas indico, pois vc deve ver mais coisas e pode dar a volta na ilha. O ônibus custa Cop 2.000 e apesar de serem bem velhos e alguns até quebrados, te leva onde vc quiser...rsrs! Amei a ilha e a energia que vc sente é incrível! As pessoas são maravilhosas e muito gentis, apesar de não falar espanhol, vc conseguirá se virar muito bem! Voltaria de olhos fechados pra lá e aconselho a quem deseja conhecer o mar do caribe, vistá-la, pois é barata e muito mais acessível! espero que meu relato tenha ajudado vcs! Até a próxima, pessoal!
  5. Antes tarde do que nunca resolvi me debruçar para escrever meu relato aqui no fórum. Este é o principal instrumento para o planejamento dos meus mochilões. Como gratidão só posso compartilhar a minha experiência. A Colômbia tem sido muito procurada pelos brasileiros ultimamente. Graças a Deus a quantidade de relatos aqui é enoooorme! E mais uma vez quero encorajar as pessoas a viajarem sozinhas, em especial, a mulherada! Vá... Vá porque a vida é muito curta para ficar esperando alguém para fazer alguma coisa por você. O mundo é legal, vai por mim. E a maior arma contra a insegurança é o planejamento e o estudo. Tanto aqui no fórum, quanto no grupo do face, como na internet inteira, a quantidade de material para subsidiar viagens para qualquer lugar do mundo é enorme. Então não espere ter dinheiro, companhia e tempo ideais para fazer seu sonho de viajar acontecer... Condições ideais geralmente não existem. Apenas VÁ. Se estiver com medo também vá assim mesmo. O medo é real, mas a satisfação de conseguir completar a sua saga é impagável. Pois bem, essa viagem para a Colômbia foi concebida em cima da hora (não sou de fazer isso, mas como macaca velha no ramo, me permiti). Fiquei esperando meu namorado decidir se poderia ou não viajar comigo nas férias. Enquanto isso namorava (relacionamento aberto rs) uma passagem a um preço muito bom para a Colômbia (pela copa airlines). Quando ele resolveu que não poderia ir, comprei a passagem só para mim. PS 1 - O preço se manteve o mesmo durante todo o tempo e comprei a passagem 20 dias antes de viajar. PS 2 - O consentimento e o apoio que meu namorado me dá para que eu viaje só me faz amá-lo cada vez mais. Comprei ida e volta, Brasília - Cartagena, por 1200 mangos. Escolhi conexões longas no Panamá, na ida e na volta, propositalmente para dar um rolé por lá. Para efeitos de organização, escrevi sobre minha parada no Panamá no tópico do próprio país, porque tive MUITA dificuldade de achar como circular no Panamá de forma econômica DE VERDADE, principalmente em como sair do aeroporto (e não tentem me convencer que pagar 100 dólares para um taxista circular com você pela cidade é o modo econômico, porque viajei com 700 dólares, então 100 dólares representava parcela significativa do meu orçamento). Para ler mais sobre, o link é: https://www.mochileiros.com/topic/66761-conexão-no-panamá-aproveitando-o-tempo/ Passado isso, escolhi as cidades que gostaria de ir com base em um globo repórter da Colômbia que passou este ano e por curiosidade de conhecer alguns lugares, por exemplo Medellin. Selecionadas Cartagena, Bogotá, Medellin e San Andrés, hora de resolver como viajar dentro do país na maior barateza possível. Quando é assim, faço um super rascunho com as cidades, mudando-as de ordem, e faço a cotação das passagens para cada conjunto de cidade em ordens diferentes (ficou meio confuso, né, mas é tipo raciocínio lógico para pessoas de humanas, escrevendo todas as sequências de cidades possíveis no papel...) o que der o total mais barato é a minha escolha. A passagem de avião de Bogotá para Medellin estava muito cara e optei fazer esse trecho de busão. Ficou assim: Cartagena: 3 dias Cartegena - Bogotá - Wingo - 73.000 COP (sem bagagem despachada, bagagem de mão inclusa - 1 volume de até 10 Kg e 1 volume de 6 Kg) - Distribui minhas coisas em uma mochila de 60L não muito cheia e uma de 18 L cheia e foi sossegado. Bogotá - 3 dias Bogotá - Medellin - Expreso bolivariano - 65.000 COP Empresa topíssima, foi recomendada pela staff do hostel. Dá pra comprar por outras empresas por menos. Inclui sala vip na rodoviária com água, TV, wifi e tomadas pra carregar o telefone. O ônibus tinha TV individual, tomada para dividir com o vizinho e era confortável. 10 horas de viagem, conforme o prometido. Medellin - 2 dias (o planejado era 3, mas tive um problemão que me comeu 1 dia) Medellin - San Andrés - Avianca (inicialmente) 140.000 COP com bagagem despachada. Meu BO foi aqui... Os pilotos da avianca entraram em greve e meu voo foi remarcado para o dia em que voltaria para o Brasil. Fui ao aeroporto, dei um show e consegui uma passagem pela Viva Colômbia. Nessa, perdi 1 dia em Medellin. San Andrés - 5 dias San Andrés - Cartagena - Wingo - 68.000 COP Cartagena e San Andrés parecem o inferno de tão quente. Medellin tem clima ameno e Bogotá é fria. Então precisei levar roupa de verão e inverno e consegui fazer isso muito bem, obrigada, em 8Kg de bagagem, propositalmente despachada em Brasília para que eu pudesse passear pelo Panamá sem gastar com guarda volumes (5 dólares dá um lanche, gente!) Já tinha o cartão da vacinação de febre amarela e ele foi solicitado tanto no Panamá, quanto na Colômbia. Na verdade, no check in em Brasília já me pediram ele. Creio que não seja possível embarcar sem ele (a empresa não quer ter problemas com ingresso negado de passageiros).
  6. casal100

    San Andrés

    Lojudice, São 3 hotéis Portobelo na ilha, esse plaza, fica numa travessa da rua da praia, os outros dois são próximos e ficam defrente a praia, o padrão é quase o mesmo. Ficamos no Portobelo JR(http://portobelohotel.com/portobelo_jr.php), simples mas limpo e confortável(tv a cabo, ar condicionado, camas boas, alguns apartamentos são com vista para o mar(o maior problema é que sai pouca água do chuveiro, mas é água doce). ficam perto de tudo, aeroporto, centro, zona franca, supermercados, lojas, restaurantes, bancos, internet, agências de turismo, barqueiros que levam ao aquario............ Preferi pagar hospedagem mais café da manhã(simples) (em julho/2010 - pagamos aprox. R$149,00 o casal. Pois cada dia faziámos passeios, e neles, nossas refeições, à noite a ilha tem alguns restaurantes, uns sofisticados, outros simples(a partir de R$6,00).
  7. Como esse destino se popularizou entre os brasileiros e ficou mais acessível ($) acho que algumas informações com base na minha experiência de viagem podem auxiliar, principalmente, quem não está acostumado com viagens internacionais. Vou então tentar detalhar um pouco os procedimentos de imigração também. Antes de ir fiz umas pesquisas e tive que acessar vários blogs e sites para definir o roteiro, saber quanto e qual moeda levar, etc. Algumas informações estavam bem desatualizadas, principalmente, quanto aos valores dos aluguéis de veículos. Ah, uma coisa importante é entrar em contato com seu banco para solicitar autorização do uso do cartão internacional no período da viagem, além de consultar como estão as taxas para saque e compras no exterior para evitar surpresas. Com passagens e hospedagem não me preocupei porque comprei com a Agência Aventureiros de Nova Iguaçu. O pacote foi para o período de 03 a 08/06/2017 com hospedagem na Hosteria Mar y Sol. Ficou em US$ 902,55 = R$ 2.960,35 para duas pessoas (passagem, traslado e hospedagem com café da manhã). O hotel é afastado do Centro, uns 35 minutos de carro, isso foi ruim (se for possível, sugiro ficar no Centro), mas era bonito, a cinco minutos da praia Los Chaquitos e tinha traslado gratuito com ida para o Centro de manhã e retorno no final da tarde. A comida também era bem gostosa. O voo do Rio de Janeiro a San Andrés durou cerca de 8h20, com conexão em Bogotá (vale lembrar que não precisou de passaporte, mas se a conexão fosse no Panamá precisaria). Bastou levar RG com menos de 10 anos de emissão e certificado internacional de vacina contra febre amarela (foi uma exigência quando viajei, precisava estar vacinado há pelo menos 15 dias, então é bom sempre verificar com antecedência). No avião você recebe um formulário para declarar alguns itens da bagagem e a quantidade de dinheiro que está levando (foto abaixo). Posteriormente você entrega esse formulário preenchido quando desembarca e também preenche uma “tarjeta de migración”, com nome, sobrenome, identidade e data de nascimento. Essa tarjeta é solicitada novamente no retorno, então tem que guardar com cuidado. Já no portão de embarque vendem a “tarjeta de turismo” exigida no desembarque em San Andres. Custou 105.000 pesos por pessoa, pode ser pago com cartão, em dólar ou em peso colombiano. Na saída da ilha também solicitam essa tarjeta, então também guarde com cuidado. Bom saber que em comparação com o horário de Brasília o fuso horário tem diferença de 2h. Em San Andres é mais cedo. Com relação à quanto e que moeda levar, sugiro levar dólares do Brasil e trocar por pesos colombianos no aeroporto de Bogotá – tem várias casas de câmbio no aeroporto, então vale uma pesquisa antes para comparar os preços, eram bem diferentes de uma casa para outra. Comprei na que tem logo quando você passa para área de embarque, Alcansa S.A., saiu a U$1 = 2.700 pesos. Outra dica é levar ou comprar snorkels (cerca de 20.000 pesos) e os sapatinhos flexíveis que se usa muito lá para entrar no mar (de 12.000 a 15.000 pesos). Nas lojinhas do Centro é fácil encontrar. É bom comprar uns lanches no mercado para os passeios, tem praias que não possuem muita infraestrutura. Também sugiro levar uma bolsa impermeável ou com material plástico, para usar nos passeios de lancha e fazer as travessias pelo mar, isso vai proteger melhor seus pertences. Quanta às reservas de passeio, na recepção do hotel que fiquei era possível reservar, exceto o voo de parasail. Os preços não variam muito na ilha, mas sempre dá para negociar e conseguir um desconto. Caso seu hotel não reserve, sugiro a lojinha Sun Island, na Av. Colombia Frente Hotel Tres Casitas – contatos: (57) 312 232 5050 / 318 759 3375 / 317 751 2212 (whatsapp) / e-mail: [email protected] - lá que reservamos o voo de parasail e os funcionários são muito simpáticos. Agora, vamos ao roteiro. DIA 01 (SÁBADO) Chegada na ilha por volta de 17h20. Do aeroporto ao hotel que fiquei o táxi custou 35.000 pesos, mas tem hotéis no Centro que dá para ir andando do aeroporto. Chegamos no Hotel por volta de 18h, guardamos as coisas e pedimos um táxi para ir ao Centro. Custou 30.000 pesos a ida e 40.000 a volta. Essa era a média do preço cobrado pelo taxistas no trajeto hotel-centro-hotel. Por isso, achamos melhor alugar um transporte. Na ilha é comum o uso de motos, carrinhos de golfe e mules (um carrinho mais potente que o de golfe), os preços eram em média, 60.000, 120.000 e 160.000, respectivamente, para o aluguel das 8 às 18h. Lá as leis de trânsito ficam um pouco de lado, só vi policiais usando capacete e quando você aluga eles não te dão nenhum. Também é feita vista grossa se sua habilitação é pra moto ou carro. Então, dificilmente, alguém terá problema para alugar se quiser. Não vi acidentes, nem blitz, mas há muitos policiais circulando na ilha. Optamos por alugar uma moto no dia seguinte. Visitamos algumas lojinhas no Centro e compramos os sapatos flexíveis, snorkels, lanches. Achei as coisas baratas para um lugar turístico. A ideia inicial era irmos no Coco Loco, única boate da ilha. Mas ficamos muito cansados e só demos uma volta no Centro, que estava bem movimentado, com várias opções de bares e restaurantes. Paramos no Bocca de Oro – Av. New Ball, em frente a praça - que estava tendo reggae ao vivo, tem todas sextas e sábados. Comemos crema de lagosta, que é tipo um caldinho, e um prato chamado Trilogia Del Sabor, que vem com carnes vermelha, de frango e de porco na chapa acompanhadas de arroz de coco e legumes refogados. Tava bom, amei o arroz de coco, o mais gostoso que comi foi nesse restaurante. Bebemos umas Coronas e água. A conta deu cerca de 110.000 pesos. Para quem prefere não jantar, tem várias opções de lanches na ilha, sanduíches e cevicherias, que também sai mais em conta. As principais cervejas além da Corona, que é em média 8.000 pesos, são a Club Colômbia, no mesmo valor ou um pouco menos, e a Aguila, que varia de 4 a 5.000 pesos. Então não é caro se embebedar na ilha.rsrs DIA 02 (DOMINGO) Tomamos café no hotel e pegamos a van do hotel para o Centro às 8h30 para alugarmos a moto. Conseguimos por 140.000 pesos, pegando as 10h e entregando as 18h do dia seguinte. Reservamos o dia para dar uma volta na ilha. Paramos primeiro na praia Cocoplum de onde você pode ir andando até a ilhota Rocky Cay. A entrada é gratuita, mas o estacionamento foi 5.000 pesos. É possível levar alguns pertences da praia até a ilha se você não for muito baixinho(a), a água fica no máximo até o peito, pelo menos no horário que eu fui, por volta de 10h30, mas tem armários que podem ser alugados no restaurante a 5.000 pesos. Fomos andando com a bolsa até a ilha e lá ficamos mergulhando com snorkels por um tempo, comparado aos outros lugares, não tinha tantos peixes, mas foi bem legal o primeiro contato com o famoso mar de 7 cores de San Andres. Voltamos depois de 1h e pedimos um petisco de frutos do mar e algumas cervejas no bar da praia. Deu cerca de 75.000 pesos. Depois seguimos até San Luis que tem diversos trechos de praia, paramos em uma que água estava bem clarinha e tranquila. A infraestrutura nas praias de San Luis é menor e nem sempre os quiosques estão abertos, alguns servem apenas drinks e cervejas. Em seguida, fomos ao West View. A entrada foi 4.000 pesos para cada um e lá é possível mergulhar num mar azul lindo e com muitos peixes. Na entrada você ganha uns pães para os peixes ficarem próximos, mas nem precisa. Tem um toboágua e um trampolim para a piscina natural, mas o acesso também pode ser por uma escada. Oferecem mergulho com cilindro e outros serviços no local. Lá que experimentei o drink famoso da ilha, o Cocoloco, que é um monte de cachaça, vodka e outras coisas que resultam numa bebida vermelha docinha. Os drinks custam entre 10 e 18.000 pesos, dependendo do lugar e do sabor. Depois fomos rapidamente ao Hoyo Soplador, paramos em uma parte que o atendimento era ruim e não foi dessa vez que conhecemos bem o lugar, só tiramos umas fotos da vista para o mar e saímos meio sem entender porque pagava para entrar. Pagamos 5.000 pesos pelo estacionamento, mas se tivéssemos consumido os drinks do local, não precisaria ter pagado. Aproveitamos o final da tarde para dar uma volta no Centro e ver uma lojas do Free Shop da ilha, algumas coisas estavam mais em conta que nos Free Shops do aeroporto de Bogotá e do Brasil, principalmente, eletrônicos, já outras estavam no mesmo preço. Vale visitar várias lojas antes de comprar porque os preços variam um pouco. Pode-se pagar em dólar, peso ou cartão na maioria das lojas. Fomos para o hotel e saímos a noite para jantar no Centro. Fomos no restaurante Café Café que fica bem movimentado, tinha até fila. Mas demos uma volta e logo a fila já havia acabado. O cardápio tem várias opções, mas as massas tinham sido recomendadas por algumas pessoas então comemos uns croquetes de peixe e o macarrão com camarão e com lula. Os pratos são individuais. Também experimentei lá a famosa Limonada de Coco, bebida maravilhosa e refrescante, sem álcool. Viciante! A conta deu cerca de 110.000 pesos. Valeu à pena. Tudo uma delícia. Recomendo. DIA 03 (SEGUNDA) Tomamos café e fomos ao centro reservar o jantar no La Regatta, um restaurante super famoso da ilha. É fundamental fazer a reserva porque ele realmente lota. Reservamos para a noite seguinte. É necessário ser pontual. Depois fomos até a loja Sun Island e reservamos o voo de parasail, que saiu a 150.000 pesos para cada um. Queríamos agendar para as 12 ou 14h porque falaram que era o melhor horário, mas só conseguimos para 16h. Então fomos conhecer a La Piscinita antes do voo. Na La Piscina há uma piscina natural nos mesmos moldes que no West View, mas estava com menos pessoas e o restaurante não vende bebidas alcoólicas. Lá também havia muitos peixes e o pão foi desnecessário de novo, levei até uma mordida no dedo, mas não foi nada demais, só um arranhão ardido (kkkkk). Em seguida, voltamos para o Centro. No caminho paramos num restaurante simples e dois pratos individuais, cervejas e refrigerante saiu por 30.000 pesos. Antes da refeição ainda serviram uma sopa de legumes, o que é comum por lá, apesar do calor de quase 40 graus. Suei horrores e descobri que pechuga não é costela, e sim peito de frango. Falha na comunicação... (é bom treinar palavras básicas em espanhol antes de ir, não é tão parecido com o português como a gente pensa! kkkk) Depois de almoçar paramos um pouco na praia Sprat Bright, no Centro, que é bem movimentada, mergulhamos um pouco, não tinha muitos peixes, e seguimos para o local de saída do passeio. O lado positivo do horário das 16h é que o barco foi vazio, só a gente e mais um casal. Pode ter até 16 pessoas e o voo é sempre feito em dupla. Você deve informar a diferença de peso com relação a seu acompanhante, eles te colocam no equipamento, você senta no fundo do barco, eles aceleram e você voa sem muitos problemas. O passeio é fantástico, visual lindo demais e você ainda pode se molhar no mar durante os míseros 10 minutos que duram o voo. Ao final, eles te puxam de volta para o barco e você aterrissa em pé. Achei o preço salgado e o tempo curto, mas sem dúvida, foi o passeio que nos proporcionou a vista mais incrível do mar e suas diversas tonalidades de azul e verde. Amei e recomendo! Depois fomos devolver a moto e pegamos a van para o hotel na Praça do Centro (foto) às 18h30. Jantamos no hotel mesmo (bem bom!) e tiramos a noite para descansar. Reservamos o passeio para o Acuario no dia seguinte. DIA 04 (TERÇA) – 06/06/17 Tomamos café e às 8h30 saímos para o Acuario. Foi 20.000 pesos para cada e na hora cobram mais 5.000 pesos de entrada. A van nos levou ao local de embarque, pegamos um barco que nos levou até a ilha em uns 10 minutos. Chegando lá, há duas ilhotas, uma conhecida como Acuario, porque é mesmo um aquário natural, com muitos peixes de diferentes espécies, e a outra, Haynes Cay, que você atravessa caminhando pelo mar, e lá há vários restaurantes. Acabou que ficamos só no Acuario e só vimos a Haynes Cay de longe, foi um ato falho porque entendemos que tínhamos que ter comprado ingresso para ir nela também, mas foi só um mal entendido (falha na comunicação de novo!kkkk). Há armários para guardar as suas coisas enquanto mergulha, mas deixamos no chão atrás de um quiosque como muitos estavam fazendo e foi tranquilo. Para atravessar também é possível levar suas coisas na mão, então o armário é opcional, o aluguel estava 8.000 pesos. Serviam almoço nos quiosques, mas compramos só cervejas e comemos os biscoitos que tínhamos levado, então nem tenho noção dos preços. Retornamos por volta de 15h30, apesar deles terem avisado que nos pegariam as 13h. Então não confiem nos horários, essas idas e voltas são bem desorganizadas lá. Optamos por alugar a moto das 16h desse dia até as 8h30 do dia seguinte, para irmos em outra praia de San Luis e jantarmos no La Regatta. Então fomos no mesmo lugar que reservamos o voo e fizeram o aluguel por 80.000 pesos nesse período. Depois que curtimos a praia de San Luis de novo (dessa vez fomos na parte que tem um bar do Bob Marley com as cores do reggae, mas estava fechado), passamos novamente no Hoyo Soplador. Dessa vez foi bem legal e entendemos o nome do lugar. Realmente tem um olho soprador na pedra (rs). Com as ondas um buraco na pedra sopra um vento forte, é bem divertido, sua roupa voa e as vezes sai até água, tem que ter cuidado. Em seguida, voltamos para o hotel, reservamos o passeio para Ilha de Johnny Cay para o dia seguinte e nos arrumamos para ir ao La Regatta. O lugar é simples, mas tem uma ornamentação fofa e o pessoal vai mais arrumadinho, algumas mesas ficam no deck, e ficamos numa dessas. Tem luz de velas e o cardápio é uma tortura com tantas opções que parecem deliciosas. Escolhi o risoto de camarão e meu marido um peixe com purê. Os pratos são muito bem arrumados, de comer com os olhos, e bem servidos apesar de não parecer nas fotos. Bebemos cervejas e pedi outra limonada de coco (divina!). A conta deu uns 144.000 pesos. Achei que valeu muito a pena e me arrependi de não ter deixado outro espaço no roteiro para comer lá de novo. DIA 05 (QUARTA) Tomamos café, fomos entregar a moto e seguimos para o passeio à Ilha de Johnny Cay. Foi o mesmo valor do passeio ao Acuario e Haynes Cay, 20.000 pesos. E também é necessário pagar a entrada de 5.000 pesos antes de embarcar. É possível fazer esses dois passeios no mesmo dia por 35.000 pesos, mas me indicaram fazer separado porque ficava muito corrido, então se tiver menos dias ou quiser incluir outros passeios pode juntar. Essa ilha tem alguns restaurantes, passeio de banana a 10.000 pesos (uma volta bem rapidinha) e a água é mais agitada e com menos peixes, comparado aos outros lugares que fomos. O aluguel de tenda e espreguiçadeiras foi 35.000 pesos, e havia cadeiras e guarda-sol a 25.000, mas já estavam ocupadas. Depois vimos que vai fazendo sombra na areia em alguns pontos, então se quiser economizar é só jogar a canga e ser feliz. O almoço custou 25.000 pesos para cada e tinha algumas opções. Escolhemos robalo sem espinha com arroz de coco e bananas fritas. Bom. Voltamos da ilha por volta das 15h30 novamente, compramos algumas lembrancinhas e ficamos na Sprat Bright de novo até dar o horário da van que nos leva para o hotel. Recomendo o sorvete do quiosque no início da praia (lado próximo ao Cafe Cafe), é bem gostoso e tem sabores exóticos. Reservamos o jantar no hotel de novo para descansarmos e arrumarmos as malas. DIA 06 (QUINTA) Tomamos café e a ideia era ficarmos na piscina, mas colocaram produtos de limpeza e ficou interditada. Decidimos então caminhar até a praia mais próxima do hotel. Foram cerca de 10 minutos e chegamos na praia Los Chaquitos. A areia estava bem suja, andamos mais um pouco em direção a um quiosque e melhorou. Tinha vários peixinhos e a água era azul bem clarinho. Tomei um Coco Fresa, drink com vodka, um pouco parecido com o Coco Loco, achei mais gostoso, e voltamos para o hotel, pois o check out era as 13h. Almoçamos no hotel. O táxi chegou para nos levar ao aeroporto as 15h, nosso voo era 17h55. Despachamos as malas e fomos andar mais um pouco na orla da Sprat Bright, paramos num restaurante para beber umas cervejas, limonada de coco e beliscamos um camarão com arroz de coco. A gente tinha acabado de almoçar, mas era clima de despedida de todos esses sabores (saudade!). Voltamos para o aeroporto e depois de ficarmos mofando sem entender nada, como todos os outros passageiros, nos informaram que nosso voo ia atrasar e perderíamos o voo de Bogotá para o Rio de Janeiro. Só tinha outro voo para o Rio às 22h18 do dia seguinte, ou seja, tivemos que dormir uma noite em Bogotá. A Avianca se responsabilizou pela hospedagem, traslado ao hotel e alimentação nesse período. Falam que isso costuma acontecer com certa frequência então é bom não ter compromissos próximos à data de retorno. DIA 07 (SEXTA-FEIRA) – BOGOTÁ Tomamos café no hotel e apesar de alguns transtornos e compromissos ameaçados, aproveitamos para visitar uns pontos turísticos em Bogotá. Pedimos um UBER (o app que usamos no Brasil funcionou normalmente) do Hotel Movich Buró 26 para La Candelaria, deu cerca de U$4,52 no cartão, a cotação do dólar estava R$3,44 nesse período, então ficou por uns R$15. O motorista era muito atencioso e foi nos falando da cidade e de alguns museus, nos orientou a tomar cuidado e pedir informação apenas para policiais, pois a cidade andava violenta (logo eu? carioca kkkk). Acabamos soltando próximo ao Museu del Oro, o ingresso estava 4.000 pesos, não entramos, fomos apenas numa galeria de artesanatos que tem em frente. Decidimos ir andando até a Plaza de Bolívar, onde ficam a Catedral Primada de Colombia, Palacio de Justicia e o Congresso de La Republica. Achei estranho o povo brincando com os pombos na praça (tem muitos!!), vendem até milho para os turistas atraírem os bichinhos e tirarem fotos com eles nos corpos (de onde eu vim pombo é rato com asa kkkk). Próximo, ficam vários cafés e lojas. Fomos andando até o Museo Botero e a Casa da Moeda de Bogotá, uns 5 minutos da praça e a entrada foi gratuita. Bem legal lá e tem um jardim fofo também. Tínhamos almoço no hotel às 16h30 e decidimos voltar quando era umas 15h, mas foi bem na hora de um dilúvio, que só serviu para complicar nossa vida. Não consegui pedir o UBER sem internet, porque as zonas de WiFi ficavam na chuva e tivemos que pegar um táxi, o motorista falava enrolado e disse que sabia onde era o hotel mas estava tendo uma manifestação de professores e estava tudo engarrafado, ele nos deixou num lugar que não conhecíamos a umas 20 quadras do hotel e tivemos que ir andando porque o trânsito estava interrompido. Foi bem estressante, mas chegamos bem, almoçamos, descansamos e seguimos para casa. Bogotá tem seu charme, valeu o pequeno tour e os artesanatos que comprei (lindooos!). Então foi isso, pessoal! Espero ter contribuído. Mais roteiros e dicas no Instagram @viajagora e na minha página do facebook: Sobre Lugares e Destinos (@sobrelugaresedestinos)
  8. ( Se você perdeu a 1ª parte do relato sobre San Andrés confira emhttps://astrolabiotrip.com/2018/04/04/san-andres-onde-ficar-compras-johnny-cay-e-cayo-bolivar/ ) Passeio Volta a Ilha: Rocky Cay, West View e outros. Fizemos o Passeio Volta a Ilha em um carrinho de golf alugado, que é mais barato, porém muito mais lento, não vale a pena. Veja um outro carrinho melhor. Andamos por San Luis, vimos onde os moradores realmente moram e várias paisagens de tirar o fôlego. E então, chegamos a Rocky Cay: uma praia belíssima e próximo a ela uma ilhota (Cayo Rocoso) que com a maré baixa é possível atravessar andando da praia até ela. Com um naufrágio que muitos visitam e que dá cada foto linda. >Cayo Rocoso – Rocky Cay – Casa de moradores e suas motos Seguimos no nosso “possante” e paramos em West view, que é um excelente local para mergulhos, e onde se faz o Argonautas, que você mergulha com um capacete que te permite respirar normalmente (capacete de oxigênio). Paguei, fui ao banheiro deixar minha mochila no locker, tentei levar a gopro, mas era proibido, pois as fotos que eles tiram custam mais 80mil COP (U$ 40). Tirei umas da tela do computador mesmo, mas não comprei.rs. Mas vale muito a pena fazer essa atividade. West View e mergulho com Netuno no Aquanautas La Cueva de Morgan e Hoyo Soplador. No dia seguinte, resolvi conhecer La Cueva de Morgan (15mil COP). Já havia lido antes que não era nenhum super passeio e realmente não era. Mas como já tinha feitos os passeios principais, resolvi ir. Peguei um ônibus normal e pedi para o motorista me deixar lá. Fui andando e passei em frente a um Museu Pueblito Isleño(10mil COP), que mostra a história, cultura e tradição do arquipélago de San Andrés com esculturas e casas típicas. Não entrei, mas consegui ver algumas das esculturas pelo lado de fora. Cheguei na Cueva de Morgan que na verdade é formada pelo Museu do Pirata, Museu do Coco, Galeria de Arte Nativa, um barco de pirata e a famosa Caverna do Morgan. La Cueva de Morgan e Museu Pueblito Isleño Tá curtindo o post? Então se inscreva no blog para receber avisos dos novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no FacebookAstrolábio Trip. Quando perguntei a um senhor como pegava o ônibus para voltar, ele falou com o rapaz do passeio de chiva (tipo trenzinho de passeio) que me deu um desconto (paguei 10mil COP) e aproveitei para conhecer os outros pontos como La piscinita (uma versão menor do West View), que é uma parte do mar cercado por pedras, com restaurante e mirante para tirar umas fotinhos e Hoyo soplador (que não estava “soplando” nada..rs), onde há uma lojinha com lembrancinhas para comprar e uma lojinha que vende a famosa limonada de coco . Lógico que não pude deixar de provar. Hoyo Soplador e Limonada de Coco Almocei nesse dia no restaurante Miss Celia. Voltei e fiquei na praia em frente ao hotel. Cardápio do Miss Celia e Limonada de Cereja Vida Noturna em San Andrés Uma das meninas, que conheci em Cayo Bolivar, me convidou para comemorar seu aniversário com o pessoal no restaurante La Regatta. (Se vocês estiverem lendo ou lerem esse post algum dia: Obrigada pelos momentos!) O restaurante é lindo, fica ao lado praia com arraias passando de um lado pro outro, uma decoração bem descolada na parte externa. Pedi um macarrão com frango delicioso (e também era um dos pratos mais “econômicos”.rs). Depois do jantar, fomos bailar um pouco na Boate Coco Loco. Estava bem cheia, tocando muita salsa e ritmos latinos. Há um deck lindo na parte externa debruçado sobre o mar. O preço das bebidas era um pouco acima do meu orçamento, mas deu para beber umas cervejinhas. Além da boate, várias pessoas levavam bebidas para a praia e ficavam por lá bebendo. Talvez por ter ido no verão, a ilha estava bem agitada. E na rua vi um grupo de pessoas dançando em frente a uma discoteca Coco’s (não confunda com a Coco Loco). Para uma cervejinha e lanchar tem o Beer Station e o Interstate 80’s com decoração dos anos 80/90 e parecia ser bem legal. Beer Station e Interstate 80 Dicas finais: – Não deixe de experimentar as limonada de vários sabores (a de coco e de cereja aprovei.rs) e Coco loco (alcoólico). – Não esqueça de comprar a sapatilha de Neoprene. – Leve o seu snorkel para economizar com os aluguéis. – Protetor solar e labial são essenciais. Resumo dos Gastos >Passagem Aérea (Copa Airlines – Rio – Cartagena, Cartagena – S. Andrés, S. Andres – RIO) = R$ 2.213, 83 >Hotel Molino de Viento ( 4 diárias no quarto deluxe varanda) = 1523,00 >Táxi aeroporto hotel ida 14mil COP e 15mil COP (volta) >Taxa Turismo San Andrés = 52.800 COP (quanto paguei) e 109.000 COP (atual) >Johnny Cay + Acuario = 35.000COP + Entrada Johnny Cay = 5.000 COP >Coco loco (bebida) = 10.000 COP >Cayo Bolivar = 150.000 COP >Entrada Coco Loco (boate) = 15.000 COP + 2 cervejas 16.000 COP >La Regatta (restaurante) = 40.000 COP >West view = 4.000 COP >Aquanautas (apenas o mergulho) = 90mil COP >Sapatilha Neoprene = 12.000 COP >Beer Station – 2 chopps = 10.800 COP >Subway (3 dias de lanches) = 25.700 COP >Chiva = 10.000 COP >La Cueva de Morgan = 15.000 COP >Limonada de Coco= 7.000 COP E aí, o que achou? Deixa lá nos comentários. Inscreva-se no blog para receber avisos dos novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip. ( Se você perdeu a 1ª parte do relato sobre San Andrés confira em https://astrolabiotrip.com/2018/04/04/san-andres-onde-ficar-compras-johnny-cay-e-cayo-bolivar/ ) Até breve, pessoal! xoxo
  9. Como chegar: San Andrés fica localizada na imensidão do mar do Caribe. Peguei um voo de Cartagena (isso já é assunto para um outro post) para San Andrés de 1he31min (Aeroporto Internacional Gustavo Rojas Pinilla). No aeroporto é necessário pagar uma taxa turística / tarjeta turística de $108.974,00 COP(valor atualizado na data do post). Moeda: COP – Pesos Colombianos. Não cheguei a verificar se o câmbio lá era bom, pois vim de Cartagena. Tem passeios que aceitam dólar além dos pesos colombianos, como é o caso do Aquanautas. Onde ficar: Ao chegar no aeroporto, peguei um táxi (14mil COP) que me deixou em uma rua próximo ao meu hotel, que fica em uma parte da orla em que não há tráfego de veículos. E lá fui eu arrastando minha malinha (por isso que às vezes prefiro mochila.rs) e cheguei ao Hotel Molino de Viento que fica bem em frente à praia de Spratt Bight. Não tem café da manhã, porém o quarto era imenso com 3 camas de casal, sem contar a vista da varanda de frente para a praia. A recepcionista também me deu informações sobre as atividades que poderia realizar. Deixei as coisas lá e como de costume fui procurar um mercado para comprar água e uns lanchinhos que serviriam de café da manhã. Pela janela do meu quarto e Comércio embaixo do hotel. Para quem gosta de luxo a recomendação é a rede de resorts All Inclusive Decameron. E para quem tiver um dia extra, eles oferecem o serviço de Day Use também. Compras: Na Avenida Peatonal e na Avenida Providencia você encontra diversas lojinhas para compras, pessoas vendendo passeios e as importantes sapatilhas de neoprene para andar sobre as pedras, cheias de ouriços. Você vai usar e muitooo, para não correr o risco cortar o pé e estragar a viagem. Também é bom comprar um snorkel, que será usado em todos os passeios (e vai economizar com o aluguel deles.). Também tive que comprar de um cartão de memória novo (o anterior queimou em Cartagena e perdi várias fotos. Sniff.) e encontrei no La Riviera Duty Free e aproveitei para reservar o passeio do dia seguinte para Johnny Cay. Avenida Providencia e La Riviera Duty Free Já que estamos falando sobre compras, há uma feira de artesanato com preços acessíveis em frente ao restaurante La Reggata. Johnny Cay, Acuario e Haynes Cay Acordei fui andando até o porto de onde os barcos de passeio saem e lá já comprei a entrada para Johnny Cayque era 5 mil COP. Chegando lá, já foi marcado o horário de almoço que estava incluso no passeio. Várias iguanas gigantescas corriam pela ilha. Aluguei uma tenda (20mil COP) e enquanto curtia a praia e relaxava, resolvi provar o Coco loco que é um drink servido no coco com 3 bebidas alcoólicas na mistura. Almoçamos a comida que eu comeria em todos os passeios seguintes: coxa e/ou sobrecoxa de frango, arroz, salada e patacones (fatias de bananas verdes fritas). Depois entramos na lancha para fazer a travessia até o Acuario . Johnny Cay, Iguana gigante, No Acuario fazemos snorkelling pela área. Lugar lindo, lá foi onde comecei a perceber o porquê de ser chamado de Mar de Sete Cores. Depois há um momento de interação com as mantarrayas (confesso que fiz, mas hoje em dia fico com pena do bichinho, por isso não vou colocar nem foto). Então, resolvi ir até Haynes Cay, que é uma ilhota que com a maré baixa se atravessa andando e tem um bar/restaurante. Peguei a lancha de volta, mas tem que ter atenção pois são várias saindo ao mesmo tempo, e vi gente que ficou perdida em outras lanchas. Mar de Sete Cores e Acuario Final do dia, relaxar ainda mais com um chopp no Beer Station e acompanhar o pôr do sol. Chopp no Beer Station. Tá gostando? Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip. Cayo Bolivar Se você achava que já estava no paraíso em San Andrés, é porque ainda não chegou em Cayo Bolivar. Aí que você pensa mesmo que está no paraíso, por ter sobrevivido as chicotadas de água e sacolejadas no barco em alto mar até chegar lá.rs Como estava sozinha, não conseguiria alugar uma tenda, porém me juntaram com uma galera muito legal de várias partes do Brasil. Resolvi aproveitar o tempo e fui andar pela ilha, e entrei em contato com a natureza em sua forma bruta. Tubarões nadando bem próximos e nem ligando pra gente, os simpáticos lagartos azuis, conchas gigantes (Caracol pala), e outros. Tantas fotos, tantos mergulhos e caminhadas que já tinha passado da hora do desejado almoço, que está incluído no passeio e preparado na hora em tendas, pois não há construções lá. Cardápio: Frango ou peixe, salada e patacones e para beber água e cerveja Aguila a vontade. Almuerzo em Cayo Bolivar Então chega a hora triste de voltar e torcer para o mar estar tranquilo (e estava) para aguentar a montanha russa em alto mar.rs Na época o passeio custou 150mil COP. Obs: Quando fui em janeiro de 2016, os passeios por agências não estavam proibidos. Pelo que acompanhei pela Internet, os passeios agora não podem ser vendidos ao público. Porém, os nativos de San Andrés podem ir a Cayo Bolivar. Então algumas pessoas tentam contato com eles, para que possam levar de forma particular. Gostou? Não perca o próximo post com a continuação da viagem, falando sobre Rocky Cay, West View, La Cueva de Morgan, a vida noturna de San Andrés e resumo com gastos totais da viagem. Inscreva-se no blog para receber avisos de novos posts, no Instagram @astrolabio.trip e na página no Facebook Astrolábio Trip. Até breve, pessoal! xoxo A 2ª parte do post está aqui https://astrolabiotrip.com/2018/04/11/san-andres-parte-2-rocky-cay-west-view-aquanautas-e-gastos/
  10. Olá pessoal!! Sempre busco por relatos aqui antes das minhas viagens, porém esse é o primeiro que compartilho, espero que ajude os próximos viajantes. No ano passado decidi que deixaria meu trabalho porque assim como a grande maioria das pessoas que conheço, estava totalmente descontente e aquilo acabou se tornando um fardo. Depois de me privar de muitas coisas, consegui juntar o suficiente para passar dois meses fora, levando em consideração que teria que economizar bastante durante a viagem e também fazer trabalho em troca de moradia por algumas semanas. Sendo assim começo meu relato, com experiencias, dicas e gastos: Fiz a compra da passagem bem em cima da hora e paguei R$1500 pela COPA. Uma semana depois as passagens estavam por menos de R$1300. O voo para San Andres fiz pela Viva Colombia, e ficou por R$350. Vale a pena ficar de olho porque são muitas promoções para o país e eu já vi por bem menos que esses valores. O mesmo vale para a Viva Colombia, fiz a pesquisa num dia e o valor estava mais baixo, porém deixei para comprar dois días depois e já tinha subido. Minhas impressões das duas cias aéreas. Sempre viajo na clase econômica, porém o aviao da COPA me pareceu ter bem menos espaço que as demais, o que tornou o voo um pouco desconfortável para mim, porém fora isso nao tive problema algum. Voar com a Viva Colombia é uma confusão, primeiro para comprar a passagem, eles te cobram por tudo. Apenas uma mala de mao pode ser levada “de graça” e essa tem que ter o tamanho definido por eles, caso contrário você paga um extra. Se você escolher a opção de fazer o check in diretamente no aeroporto paga extra. Para escolher o assento, paga extra. E se você escolher fazer o check in online e nao levar o Boarding Pass impresso, tamém vai acabar pagando uma taxa na hora, então fiquem atentos a tudo isso no momento da compra. Meu voo saiu de Guarulhos no dia 31/03 as 01:10 e teve conexão no Panama. Vale lembrar que caso seu voo faça conexao fora da Colombia, você precisa sim de um passaporte. Tambem pediram por minha carteira de vacinação internacional, porém conheci pessoas que nao tiveram que mostrar em momento nenhum. Acredito que o melhor seja evitar problemas e levar a sua. Cheguei em Cartagena pela manhã e fiz o câmbio mínimo (R$50) no aeroporto somente para pagar o Taxi. O câmbio era COP 686,50. Encontrei uma casa no AirBnB bem baratinha que ficava próxima ao aeroporto. Como não sabia como chegar e era perto, gastei somente COP 3000 num Bicitaxi que encontrei fora do aeroporto. Essa é uma dica muito válida, se você optar por tomar o taxi diretamente no aeroporto os valores são mais altos, mas se você atravesar a rua e chegar na avenida, pode encontrar taxis para o centro (onde ficam a grande maioria de hoteis e Hostels) por COP 10.000 ao invés de COP 15.000. Depois de descansar um pouco e me refrescar, finalmente criei coragem de ir ate o centro, digo criar coragem porque o calor é realmente massacrante. A humidade faz com que a sensação térmica seja muito maior e você nunca para de suar… Fiz esse caminho de taxi e me custou COP 8.000. Há muitas opções de casas de câmbio na cidade velha e não se deixem enganar!! Todos dizem ter o melhor valor, porém a verdade é que encontrei câmbios desde 730 até 805. A melhor que encontrei fica bem próxima a entrada da Torre Del Reloj, é só atravessar a quadra e entrar na primeira direita. Não perguntei muito a respeito, mas se não me engano, o câmbio de dólares estava COP 2.750. Por conta do cansaço e a fome que já tinha batido acabei desistindo de procurar uma opção de restaurante e almocei no SubWay. Eles tem o menú do dia que custa COP 7.800. Para voltar optei por pegar um ônibus. O terminal fica na mesma rua da Torre, é só sair e seguir para a esquerda. Porém para pegar este ônibus que custa COP 2.100, é preciso ter um cartão que custa COP 4.000. Como eu só descobri isso quando chegou minha vez na fila, uma alma boa disse que podía fazer a recarga no seu cartão para que eu pudesse entrar. Na rua dessa casa que fiquei, tinha um homem que fazia pizzas e vendia por fatias, comprei pra todas da casa por COP 16.000 e esse foi o jantar. Gastos Cartagena: Bicitaxi: 3.000 Taxi: 8.000 Subway: 14.800 Onibus: 2.100 Mercado: 9.456 Pizza: 16.000 Total: 56.356 No dia seguinte tinha um voo para San Andres as 7:45. Como eu disse anteriormente, a Viva Colombia é uma confusão. Eles não te perguntam da sua bagagem de mão, nao te falam sobre a taxa que precisa ser paga para entrar na ilha… então pergunte. O pagamento só pode ser feito em dinheiro. Nos relatos que havia lido antes de ir o valor era de COP 99.000, porém quando fui paguei COP 105.000 Chegando na ilha, mais uma vez sai do aeroporto para encontrar um taxi com um precinho melhor e paguei COP 8.000. No aeroporto me ofereceram por COP 10.000, mas tinha um outro brasileiro no Hostel que pagou COP 15.000. Ou seja, eles falam um valor diferente para cada pessoa, por isso vale a pela negociar o valor antes, alguns ficam bravos, mas deixa ele para trás e vai pro próximo que você com certeza consegue um preço melhor. Também tem a opção de pegar um Mototaxi, não se assuste porque é super comum na ilha. Eles andam em 3 pessoas, carregando coisas enormes e sempre sem capacete. Eles passam pelas ruas buzinando para todo mundo e o valor geralmente é de COP 2.000. Por estar próximo ao feriado da páscoa, a Ilha estava bem lotada e as opções que haviam sobrado de hospedagem não eram as melhores… O Hostel famosinho da ilha, El Viajero estava lotado. Vale lembrar que é lá que ficam a maioria dos brasileiros, então se quer fugir dos seus conterrâneos e da música brasileira, procure outro lugar hahaha Me hospedei no Blue Almond Hostel e preciso dizer que a primeira impressão nao foi das melhores, mas depois amei! O Hostel é pequeno, os donos sao bem amigaveis e fazem questão de apresentar todos os hóspedes, o que faz com que o ambiente seja otimo. No final todo mundo fica amigo e faz tudo junto. Então se esta viajando sozinho acho que é uma ótima opção. Preço por 7 noites COP 360.000 O Wifi nao era muito bom, caia o tempo todo e banho só gelado! Mas depois descobri que em todos os lugares o chuveiro é gelado… Neste dia andei pelo centro que mais parece um freeshop a céu aberto. Vale lembrar que San Andres é livre de impostos, mas não sei dizer ao certo se os preços realmente valem a pena porque não fui na intenção de comprar muita coisa. Decidi comprar também um snorkel para ficar livre dos alugueis diários e paguei COP 10.000, enquanto os alugueis geralmente saem por COP 15.000 . Porém posso afirmar que me arrependi horrores e numa próxima vou deixar de ser tão mão de vaca e comprar uma melhorzinha hahaha Pagando um pouco mais você encontra mascaras melhores e ainda assim vale mais a pena do que o aluguel porque lá da para usar todos os días em quase todos os lugares. Procurei por um restaurante em conta para almoçar e encontrei uma boa opção perto do centro que servia pratos executivos. Pelo que vi todos os restaurantes com esse tipo de almoco serve mais ou menos a mesma coisa, uma sopinha do dia de entrada, a refeição que tem carne, peixe ou frango, arroz, salada, batatas fritas ou patacón que é uma banana frita, e um suco que em lugar nenhum consegui definir do que era. Inclusive tem um bem perto do El viajeiro. Os valores vão de COP 11.000 até 16.000 ou mais para pratos mais elaborados. Provei frango e peixe de várias formas e tudo estava delicioso, então acho que vale super a pena. Mas se você busca algo mais refinado, há muitas opções pela Ilha, porém não posso recomendar já que nao fui em nenhum… Alias, muitos dos dias vocês vão notar que não cito nenhum restaurante, mas não é porque não me alimento ou algo do tipo, e sim porque afim de economizar compramos diversas coisas no mercado como pão e frios para fazer sanduiches, frutas e macarrão. E para terem noção de alguns gastos, uma garafa de agua no supermercado varia entre COP 850 – 1000. Uma de 1 L COP 1.100 – 3000. Tem um bom supermercado chamado Supertodo próximo ao El viajeiro, foi lá que encontei os melhores preços. Passei o resto do dia na Praia central, Spratt Bight. Ali é possível alugar umas cabaninhas e cadeiras, mas também é super tranquilo ficar na sombra dos coqueiros. No dia seguinte fui ate o aeroporto receber uma amiga australiana que iria viajar comigo por duas semanas. Depois fomos mais uma vez ao mesmo restaurante com pratos executivos e passamos o resto do dia na Praia central. No terceiro dia decidimos dar a volta na ilha e optamos pelo carrinho de golfe. Só por curiosidade para dar a volta sao aproximadamente 40Km. Tem muitos lugares para alugar os carrinhos e scooters. Encontramos um por COP 90.000, mas nos demais lugares os preços são a partir de COP 120.000. Os carros que eles chamam de mula tem os preços a partir de COP 160.000 e as Scooters COP 55.000. Os melhores preços que encontrei são nos estacionamentos próximos ao Sunrise Beach Hotel. Mas como disse anteriormente, sempre tente negociar, eles acabam chegando num preço mais agradável. Gente, os carrinhos de golfe andam no máximo a 20Km/h, então se você não tem paciência, alugue uma mula! Mas como eles mesmo dizem, para que pressa quando se está no Caribe. Nossa primeira parada foi na Praia San Luis, mas ficamos por somente uns 10min. Seguimos e paramos na “La Piscinita”, que cobra COP 4.000 pela entrada e você já ganha uns pedaços de pão para alimentar os peixes. Foi lá que descobri que o Snorkel não prestava hahahaha Caso precise, eles alugam por COP 15.000 pelo tempo que você ficar por lá. A cor da agua é maravilhosa!! A visibilidade é incrível e tem muitos peixes por lá brigando por um pedaço do seu pão. Da para passar um bom tempinho por lá só relaxando e nadando com eles. Seguimos e paramos para ver o Hoyo Soplador, que nada mais é do que um buraco no chão. Toda vez que uma onda bate nas pedras faz o ar soprar com força por esse buraco. Já li relatos de pessoas que tiveram a experiência de se molharem pois a onda era forte, mas nao presenciei. Nao considero que seja uma parada obrigatória nesse passeio, mas se tiver curiosidade da uma parada e quem sabe tem mais sorte que eu. Depois chegamos no West View, que é como se fosse um clube. A entrada também é COP 4.000. Eles tem um toboágua, que é de procedencia muito duvidosa, mas fui e sobrevivi. Um trampolim para os corajosos (diferentes de mim) e também da pra fazer snorkel por lá. Mais uma vez fiquei completamente encantada pela água, em alguns pontos a profundidade chega a uns 7mts e vocêpode ver claramente o fundo. Os coqueteis custam COP 10.000, e foi lá que provei pela primeira vez o famoso Coco Loco. Eu pessoalmente nao curti porque não tem gosto de nada além de álcool, preferi a pina colada. Seguimos viagem e chegando de volta ao centro percebemos que não vimos nenhuma placa para a famosa Rocky Cay e então ficamos sem passar por lá nesse dia. Na noite nos juntamos com o pessoal do Hostel e fomos para o El Viajeiro. Eles tem um bar no último andar e todos podem entrar, mas como era segunda estava bem vazio. As bebidas tem um preço bom, COP 5.000 pela Corona, COP 4.000 outras cervejas como Aguila e Club Colombia e COP 10.000 alguns coqueteis. Infelizmente nesta noite minha amiga acabou exagerando na bebiba o que comprometeu nosso dia seguinte… Sai em busca de uma casa de câmbio, porém não tem nada além de um Western Union e eles só trocam Dólar e Euro. Acabei descobrindo meio que sem querer que algumas pessoas fazem a troca, mas nada oficial. Então caso você precise e assim como eu ficar com preguiça de voltar no aeroporto, pergunte para uma das vááárias pessoas que ficam pelas ruas oferecendo passeios e com certeza uma delas conhece alguém para indicar. Mas já aviso que o câmbio não é dos melhores, consegui por COP 710 porque chorei um pouco. Com o dia comprometido pela ressaca da amiga, somente saimos para jantar e comemos hamburguer com fritas por COP 15.000, também em frente ao Sunrise Beach Hotel. No dia seguinte haviamos decidido fazer o passeio de barco até Jhonny Cay, porém por conta do mal tempo a ilha estava fechada. Então ai vai uma dica importantíssima!! Não deixe para fazer esse passeio no seu último dia pois podem ter esse mesmo problema e acabar voltando sem visitar a ilha, o que seria uma pena. Todos os días as 08:30 os hoteis recebem uma notificação dizendo se a ilha esta aberta ou não, então pergunte na recepção antes de ir até o porto. Decidimos então dar mais uma vez a volta na ilha, mas dessa vez com uma scooter. Eu nunca tinha dirigido uma antes e também nao tenho habilitação para motos, mas mesmo assim me alugaram uma hahahaha São todas automáticas, a pessoa te explica direitinho e no meu caso me deixou dar uma volta no quarteirão para ver como era antes de pagar. No começo fiquei com bastante receio, mas depois que você pega o jeito é bem fácil, mas lembrando que ninguém usa capacete por lá e o trânsito no centro é um tanto quanto caótico. Dessa vez fomos bem atentas e decididas a visitar Rocky Cay. Na verdade é a Praia mais próxima do centro, ou seja, seria a primeira parada da volta. Realmente não tem sinalizacao nenhuma e para entrar na Praia você estaciona na rua ou num estacionamento que cobra COP 5.000 e entra por um Beach Club. É possível almoçar por lá e alugar barracas, mas se assim como nós não estiver disposto a pagar por esas regalias, saiba que é muito fácil achar uma sombrinha para ficar. De lá você pode ir andando a ilhota que fica a frente da Praia e tem também um navio naufragado. No dia que fomos estava nublado e ventando bastante, mesmo assim quisemos nadar até próximo ao navio, mas para ser sincera nao recomendo se no dia o mar estiver bem agitado. Mesmo não estando tão distante da ilhota o mar nessa parte é fundo e não vi nenhum salva vidas nessa Praia. Eu já tinha visto fotos de pessoas nesse navio, inclusive pulando de cima dele e para ser sincera não tenho a mínima idéia de como conseguiram subir nele. Ah e vale lembrar que o sapatinho horrível que acaba com qualquer look é sim bem útil pela ilha porque todo lugar parece ser cheio de pedras. Pudemos usar de graça os que tinham no Hostel, mas é possível comprar por menos de COP 15.000. Quisemos ir ao West view mais uma vez e passamos um tempão fazendo snorkel por lá. Gente a delícia é fazer essa volta sem pressa e parar nos lugares para adimirar a paisagem e também tirar muitas fotos, o lugar é super fotogênico hahahaha Para devolver as scooters o tanque precisa estar cheio, porém fiquei chocada com o pouco de gasolina que gastamos. Para completar pagamos COP 3.000 Depois de entregar as Scooters fomos jantar num restaurante também próximo ao Hotel Sunrise. Eles tem ceviches, sucos naturais, sanduiches e pizzas. Gastei COP 19.000 numa pizza e num suco natural. Mais uma vez tentamos fazer o passeio de barco e felizmente a ilha estava aberta neste dia. Os primeiros barcos saem por volta das 9hrs do porto. O camino até Jhonny Cay é impresionante, porque nele é possível ver as mudancas de cor na agua e finalmente entender porque é conhecido por “El mar de 7 colores”. Pelo que nos explicaram no barco, as mudanças nas cores são por conta da profundidade e também recifes. Mais uma curiosidade, em San Andres está o terceiro maior recife de coral do mundo. Pagamos COP 35.000, já com a taxa de COP 5.000 para entrar em Jhonny Cay pelo passeio VIP. Então se quem te vender o passeio não falar sobre essa taxa, pergunte, pois caso contrário você será surpreendido quando chegar na ilha e terá que pagar por lá, melhor evitar o susto. Neste passeio está incluso Jhonny Cay, El acuario, Mantarrayas e os Manglares. Eles vendem como se fosse super diferente e exclusivo, mas na verdade você vai aos mesmos lugares de quem paga COP 25.000 pelo Jhonny Cay + El Acuario, somente passa pelos mangues no final, mas realmente não tem muito o que ver lá. Acho que a maior diferenca é mesmo o horário, você fica mais tempo em cada lugar. Chegando na ilha levamos um susto, as ondas estavam grandes e todos estavam tendo dificuldades para descer dos barcos. Segundo o nosso guía, a ilha deveria ter sido fechada também naquele dia e acabou acontecendo 30min depois que chegamos. Eles avisam que vão parar o barco na beira e que todo mundo precisa descer o mais rápido possível. E realmente é assim, você se joga do barco e eles jogam as suas coisas para fora. A ilha estava completamente lotada, mas nem isso tira sua beleza. Acho que não consegui tirar nenhuma foto que faz juz ao lugar… Tem restaurantes por lá e o almoço sai por COP 25.000 em todos eles e os drinks COP 12.000. Tem lockers por COP 5.000 para deixar suas coisas e dar uma volta na ilha, que leva uns 15min. E também as barraquinhas com cadeiras para alugar, mas se você andar para a esquerda assim que sair do barco consegue encontrar uma boa sombra nas árvores e quase ninguem te incomoda. Se você andar para dentro da ilha tem uma área verde cheia de iguanas. Ai sim chegou a parte complicada do passeio, voltar para dentro do barco, sem brincadeira, é uma batalha! As ondas estavam grandes e jogavam o barco contra a areia. Um homem caiu, eu também quase cai e uma onda molhou todas as minhas coisas, então é bom saber se você tem algo que não pode molhar, coloque em bolsas estanque ou sacolas plásticas, porque durante o trajeto também entra muita agua no barco. De lá fomos até o El Acuario, que é lindooo!! Dois mocinhos ficam com arraias e você pode chegar perto para “segurá-las”, tirar foto, ficar com medo e tudo mais hahahah Eu pessoalmente amei, achei uma graça e faria de novo. Fazendo snorkel também vimos um tubarão de coral e muitos peixes. Na verdade por chamar ser chamado de acuario, eu esperava que fosse ver muito mais peixes, mas mesmo assim valeu super a pena. Por último passamos muito rápiro pelos mangues e retornamos as 17:30/18hrs. Mais uma vez jantamos um executivo que custou COP 11.000. No último dia, acreditem se quiserem já estavamos cansadas então optamos por relaxar na Praia central o dia todo. Almoçamos no Subway e o sanduiche do dia era de carangueijo, achei bem estranho mas decidi encarar e adorei, COP 7.800. Para quem se interesar por outras atividades: Antes de ir quería fazer Parasail, mas acabei desistindo por conta do preço, COP 160.000. Para alugar um Jetski por 30 min, COP 120.000. Mergulho com cilindro também é consideravelmente barato na ilha COP 140.000, e esse valor se não me engano era para duas pessoas. Tem também um tour em caiaques transparentes que parece muito interessante, porém acabei não perguntando o valor. Vi uma plaquinha quando estava fazendo a volta na ilha. Gastos San Andres: Hostel: 360.000 Taxa de entrada: 105.000 Taxi/ Mototaxi: 15.000 Mascara: 10.000 Restaurantes: 81.000 Mercado: 54.311 Aluguel carro de golf: 30.000 Aluguel Scooter + gasolina: 29.000 Las piscinita/ West View: 12.000 Aluguel Mascara: 30.000 Bebidas: 90.000 Souvenir: 21.000 Total: 822.311
  11. Entre agosto e setembro de 2015 viajei pela Colombia por 18 dias inteiros, passando por Bogotá, Cartagena e San Andrés. O destino havia sido escolhido em razão, inicialmente, do meu amor por praias e do desejo de conhecer o Caribe.. cheguei então a San Andrés, o destino “mais barato” do Caribe. Adicionei a capital, porta de entrada, e Cartagena, a joia do Caribe. Resultado? Voltei COMPLETAMENTE APAIXONADA pelo país. Por tudo: lugares, pessoas, comida, música, clima.. Sério. É muito perigoso ir a Colômbia: você corre um sério risco de não querer sair daquele país. Depois de riscar outros destinos do meu caderninho com algumas boas viagens em 2016 e 2017, decidi que em 2018 voltaria à Colombia. Qual não foi minha surpresa quando na madrugada do dia dos namorados desse ano recebo uma notificação do Melhores Destinos com uma promoção de passagem ida e volta para Bogotá, saindo do RJ e com taxas por R$ 480,00. Sim, R$ 480,00 com taxas! Eu também achei que tinha lido errado, afinal estava um pouquinho “alegre” depois de um jantar “comemorativo” da data entre amigas solteiras. Mas não.. estava certo!!! E tinha passagens para a semana do feriado de 07 de setembro. Então unimos esse valor surreal, minha leve embriaguez e meu amor pela Colombia e, depois de algumas tentativas (congestionou o site), comprei minha passagem. Como eu ia pagar essa viagem? Só Deus pra dizer.. hahaha Uma amiga também conseguiu comprar e deixei por conta dela escolher os destinos que ela queria conhecer no país. Com base nisso, montaria o roteiro, adaptando o roteiro de 18 dias da viagem anterior para uma semana. Eu iria matar a saudade e ela iria conhecer o básico. Também aproveitamos e ganhamos, de bônus, algumas horas na Cidade do Panamá, com um Stopover de 15 horas, já que o voo era pela Copa. Nosso roteiro ficou assim: Dia 02/09 – Ida de SSA para o Rio – Ida Rio para Bogotá – Chegada em Bogotá as 20h Dia 03/09 – Bogotá Dia 04/09 – Ida a Cartagena pela manhã Dia 05/09 – Cartagena Dia 06/09 – Ida a San Andrés pela manhã Dia 07/09 – San Andrés Dia 08/09 – San Andrés Dia 09/09 – Ida San Andrés para Bogotá fim da tarde – Ida Bogotá para Cidade do Panamá – Chegada no Panamá as 00h Dia 10/09 – Cidade do Panamá – Retorno Brasil Dia 11/09 – Retorno Rio – SSA. Vale dizer que neste relato eu vou fazer um comparativo entre minha viagem completinha de 2015 e essa mais curtinha, atualizando o que mudou e dando dicas de viagem das duas maneiras. Se eu recomendo um roteiro como o meu para uma semana? Não! Foque em duas cidades apenas (Bogotá e Cartagena ou Bogotá e San Andrés, por exemplo). Fazer três cidades em uma semana é cansativo e caro. Eu já sabia que seria, mas minha amiga queria muito ir e eu queria matar a saudade de tuuudo, ai fiz essa loucura. hahaha Só um pequeno SPOILLER: sabe como voltei de lá dessa vez? Ainda mais apaixonada por esse país.
  12. Fala galera.. Estou aqui para relatar a minha viagem a 4 cidades colombianas (Bogota, Cartagena, San Andres e Providencia). Fui somente eu e minha namorada, embarcamos dia 06/05/217 e retornamos dia 21/05/2017. Em anexo coloquei uma planilha de custos e planejamento onde temos detalhes de tudo relatado, inclusive com endereços e valores de hospedagens. Embarcamos dia 06/05 de Guarulhos com destino a Bogota pela companhia aérea Avianca. Cheguei a pesquisar por outras empresas, mas essa era a que tinha voos mais baratos e aceitava o plano de milhas que tinhamos. O voo teve uma escala em Fortaleza e a duração total foi de aproximadamente 9 horas (incuindo duas horas de escala em Fortaleza. Ótima agencia e os voos ocorreram sem problemas. O valor da passagem foi de 20000 milhas mais R$600,00 de taxas para cada pessoa. VOOS [*] O trecho São Paulo – Bogota e Bogota São Paulo realizamos atra´ves da empresa Avianca, onde utilizamos milhas para compra de passagens; [*] Para os trechos internos de Bogota – Cartagena, Cartagena – San Andres e San Andres Bogota utilizamos ua empresa de Low Cost chamada Viva Colombia, onde adquiri todas as passagens pela internet com atecedencia e não tive nenhum problema. Detalhe: qualquer bagagem despachada ou escolha de assento é pago. Fique atento; [*] Para o trecho San Andres – Providencia e Providencia – San Andres realizamos pela empresa Satena (empresa unica que faz esse trecho). Avião teco-teco para 12 pessoas porem muito tranquilo o voo. Apenas a bagagem que é limitada e foi preciso deixar parte da bagagem no hostel de San Andres. OBSERVAÇÕES [*] É necessário o comprovante da anvisa de vacina de febre amarela (verificaram isso na entrada da Colombia); [*] É necessário um passaporte com no mínimo mais 6 meses de validade na data de embarque (também verificaram isso no embarque); [*] Moeda local se chama Pesos Colombianos (COP). A cotação estava em aproximadamente R$1,00 para COP 938,00. [*] Todos os dados de hostel estão na planilha em anexo. [*] Aeroportos de Bogota e Cartagena possuem guiche de taxi, que definem o valor quando vc pede o taxi. Pegue no guiche; [*] Não trocar dinheiro no aeroporto; [*] Compre assim que possivel um par de sapatilhas para entrar no mar. São baratas (uns 10 mil pesos) e são indispensaveis para algumas praias e mergulhos (mesmo que snorkelling); [*] Nas lanchas, procurar sempre o fundo que é mais calmo; BOGOTA Dicas da cidade [*] Ponto de informações turisticas: Palacio Liévano (Carrera 8 com a Calle 10) onde diariamente há walking tours gratuitos pelo centro em dois horários 10h e 14h. Muito prestativos e tour imperdivel; [*] Pegar taxis amarelos pois rodam com taximetros. Outros mais caros. Negociar valor antes de embarcar; [*] Próximo à estação Museo del Oro do Transmilenio ficam várias casas de câmbio; [*] Pegamos dias agradaveis, porém sem calor. Temperatura em volta de 22 graus e com neblina durante parte do tempo. Pouca chuva, apenas esporadicas. Hospedagem Ficamos hospedados no hostel SC House e fizemos reservas pelo site Booking.com. Tudo com sucesso e sem problemas. Quarto privado para duas pessoas com banheiro compartilhado. Hostel limpo e com atendentes muito prestativos. Sem alimentação. Excelente localização. Dia a dia Chegamos a Bogota ja a noite (dia 06/05 as 20:00) e fomos direto ao nosso hostel de taxi. Fizemos check in e saimos para jantar nas proximidades (varias opções). Fizemos um passeio a pé e logo voltamos ao hostel para descansar para o dia seguinte. Primeiro dia (07/05), acordamos e tomamos café da manhã próximo ao hostel e logo fomos em busca do Walking tour. Ele é gratuito e tem como ponto de partida o Ponto de Informações Turisticas (PIT) que fica na praça principal (basta perguntar que logo se encontra). Endereço na planilha. O tou inicia as 10:00 e termina por volta de 12:00. Muito bom, guia muito atenciosa e com vasto conhecimento. Excelente oportunidade para conhecer toda a região central. Após o tour, almoçamos e partimos para passeios caminhando pelo centro, desta vez entrando nos pontos. Fizemos a visita guiada ao Museo Botero, sendo muito bom com toda historia e obras de Botero. Em seguida fizemos a visita guiada ao Casa de Moneda que fica ao lado e mostra toda a historia e modos de cunhar as moedas colombianas. Visitamos tambem o Museo Del Oro, onde é possivel ver toda historia de mineração de ouro e as peças. Por fim, visitamos o Cerro Monserrate, onde subimos de bondinho (tem a opção de teleferico tambem) de onde é possivel ter uma visão de toda Bogota. Uma pena que neste dia esta nublado e atrapalhou nossa vista. Aproveitamos o fim de tarde para realizar compras na Galeria Artesanal de Colombia, ao lado do museu do Ouro. Muitas opções de lembranças, otimo para compras. A noite fomos jantar no conceitudo restaurante Andres DC, com excelente decoração e muita animação. Apenas o valor que é um pouco elevado. Plaza Bolivar Andres DC Segundo dia (08/05), acordamos e fizemos nosso check out, deixando apenas as malas na recepção. Saimos e tomamos café da manhã na rua e partimos para a catedral de sal de Zipaquira. Passeio imperdivel, onde voce visita uma mina de sal desativada e que se tornou uma catedral. Toda ela é construida de sal e é impressionante. Zipaquira fica cerca de uma hora de Bogota. Utilizamos o transporte publico para ir e voltar e foi muito tranquilo e econimico. Fomos até o ponto do transmilênio (proximo ao museo de Ouro), sendo que basta tomar qualquer um que tenha como ponto final o Portal del Norte. No hotel nos sugeriram que na estação da Calle 26 tomássemos qualquer um com a letra B, com exceção ao B1 e ao B3, pois os mesmos parariam em todos os pontos, ao passo que os demais pulariam algumas paradas (passagem de ida e volta 3.400 COP). Chegando ao Portal del Norte basta entrar em um dos diversos ônibus com destino a Zipaquirá, sendo que assim que chegamos tomamos um que logo saiu (passagem 3.700 COP), o trajeto é de cerca de quarenta minutos até Zipaquirá. Chegando em Zipaquirá caminhamos da parada do ônibus ao centro histórico da cidade e seguimos diretamente para nosso destino, o Parque de la Sal. A caminhada até a entrada do parque é tranqüila. Chegando na parte das atrações, compramos as entradas, sendo que dentro das opções que haviam optamos por fazer o passeio pela catedral e a rota do mineiro, com valor de 26.000 COP (preço básico apenas da catedral 20.000 COP + 6.000 COP da rota do mineiro). Vale a pena!! Após a visita fizemos exatamente o caminho inverso e retornamos ao nosso hostel para um banho e retirar nossa bagagem. Partimos ao aeroporto com destino a Cartagena. Nosso voo era as 20:15 com a agencia Viva Colombia. Catedral de Sal CARTAGENA Dicas da cidade [*] Vale muito a pena passar todos os fins de tarde no Cafe Del Mar. Por do sol maravilhoso e clima muito agradavel; [*] Pegamos dias muito quentes, com muito sol. Temperatura em volta de 30 graus. Necessario protetor para os passeios. Hospedagem Ficamos hospedados no hostel Casa Alejandria, que mais parece um hotel comum. Excelente, o melhor hostel para quem deseja tranquilidade. Quarto super limpo e organizado, com frigobar. Funcionarios atenciosos. Unico ponto negativo é que não possui cozinha e nem ao menos um microndas para qualquer tipo de refeição. Excelente localização. Dia a dia Após uma viagem muito tranquila, chegamos em Cartagena e voce logo percebe a diferença de temperatura. Muito quete e abafado. Fomos direto ao nosso hostel utilizando um taxi e fizemos nosso check in. Nesta noite aproveitamos para sair para jantar e tomar umas cervejas. Cidade muito tranquila e nosso hostel tinha uma excelente localização, tendo todas as opções caminhando. Primeiro dia (09/05), decidimos realizar o passeio da Isla Del Rosario com Playa Blanca. Tomamos uma barca no pier Muelle de Los Pegasus por volta das 09:00 comprando la mesmo o passeio com direito a almoço. Decidimo não ir ao Oceanario, onde tem uns animais represados. Uma praia linda, otima para snorkeling. Retornamos por volta das 16:00 e fomos ao hostel tomar um banho para depois passar o fim de tarde no Cafe Del Mar. Bar otimo a beira mar com um por do sol imperdivel. Passamos varios fins de tarde neste local. Não me recordo onde jantamos, mas em Cartagena temos uma opção a cada esquina. Isla Del Rosario Cafe Del Mar Segundo dia (10/05), foi o dia de realizar o Walking Tour. Parte da Plaza Santa Teresa as 10:00 e teve duração de duas horas. Gratuito. Muito interessante e passa pelos principais pontos da cidade muralhada. A tarde realizamos a visita aos Museu Naval (não vale a pena, apenas historias de guerra da região e material naval) e o Palacio de La Inquisicion (este vale a pena, com vasto material e historia da inquisição). Casa de Francis Drake (para quem conhece de Uncharted, rs) Palacio de La Inquisicion Terceiro dia (11/05), iniciamos com um passeio a Isla Cocoliso, agendado no hostel. Partimos logo cedo, por volta das 09:00. Ilha muito bonita, com muita estrutura inclusiva de piscinas. Porem não tem faixa de areia e o principal atrativo nosso foi um passeio para snokeling muito bom. Almoço incluso. Retornamos a cidade por volta das 15:00 e pegamos um Bus Tour que valeu muito a pena. Nele vc roda a cidade em um onibus com ar condicionado e audio guia em portugues explicando cada ponto turistico. Desembarcamos em um ponto e fomos realizar um dos melhores passeios de Cartagena: Castillo de San Filipe. Pagamos por uma guia para nos acompanhar e vale muito a pena (não me recordo do valor, mas não foi nada abusivo). Ela explicou parte a parte do castelo e toda historia dele. Sem ela o passeio não teria o mesmo valor. Recomento demais. O passeio durou cerca de duas horas com muito sol e calor. Vá preparado. Ao fim do passeio, pegamos novamente o Bus Tour (o ticket vale por dois dias, basta apresentar ao embarcar) e retornamos ao hostel. A noite fomos jantar no restaurante Juan Del Mar. Espetacular! Recomendo. Isla Cocoliso Castillo de San Filipe Castillo de San Filipe Quarto dia (12/05), foi um dia livre que utilizamos para ficar na praia do centro no periodo da manhã (utilizamos o Bus Tour novamente) e a tarde realizamos mais um passeio pelas principais praças de Cartagena. SAN ANDRES Dicas da cidade [*] Para entrar na ilha você tem de comprar, antecipadamente, a sua carta de turista. É uma forma de controle de entrada e saída na ilha, já que há um problema migratório interno. A carta custou 45000 COP para cada um. Você precisa providenciar isso antes do check-in no aeroporto, no nosso caso havia um policial antes da fila que era o responsável pela emissão da carta. [*] Sente na frente do avião e saia logo para a fila da imigração pois, o processo é meio lento e depois as malas ainda passam por raio – x e revista [*] É zona franca, livre de impostos. Vale a pena perfumes, cosmeticos, etc; [*] Quando fomos o passeio a Cayo Bolivar estava proibido, porem dize que é imperdivel. Se estiver disponivel, faça. Hospedagem Ficamos hospedados na Posada Nativa Lizard House. De todas, a pior que ficamos. Quarto individual com banheiro. Porém com infraestrutura ruim e o pior atendimento que tivemos (muitas vezes não tinhamos ninguem para nos auxiliar). Localizaçao razoavel. Possui cozinha aberta, porém sem alimentação inclusa. Dia a dia Partimos de Cartagena logo cedo, com voo agendado para 07:45 e chegada a San Andres as 09:15. Chegamos e fomos direto ao hostel de taxi. Primeiro dia (13/05), alugamos uma moto para dar a volta na cidade e contamos com auxilio da pousada (custo de 70000 COP). Foi a melhor coisa que fizemos e aproveitamos muito. Passamos por toda a extensão da ilha: Plays Rock Cay, Playa San Luis, SoundBay, Hoyo Soplador e West View. Paramos para almoçar no resturante Punta Sur e vale muito a pena. Hoyo Soplador nos decepcionou, pois é um simples “buraco” que sopra agua do mar, porém neste dia a maré não colaborou e não estava soprando. West View voce paga 4000 COP para entrar e tem um trampolim e toboagua disponiveis. Se trata de um aquario a ceu aberto, com muitos peixes e agua impecavel (voce ganha pedaços de pães para atrair ainda mais peixes). É lindo demais. E destaque mais que especial para Rock Cay (praia coma cesso gratuito). Praia sensacional, que tem um navio encalhado a poucos metros da praia perfeito para realizar snorkling. Otimo para passar uma tarde inteira, com estrutura de barraquinhas vendendo aperitivos e bebidas a preço acessivel. Para terminar o dia, fomos jantar na cervejaria Beer Station. Muito bom. West View Rock Cay Rock Cay Segundo dia (14/05), dia de passeio a um lugar chamado de Aquario/Mantarraya. Na verdade, enquanto estavamos em Rock Cay no dia anterior conhecemos um rapaz smpatico que nos ofereceu um passeio de barco a pontos de snorkeling e topamos fazer. Ele nos levou a diversos pontos, entre eles conhecemos pontos de agua vivas, estrelas do mar e snorkeling com muitas arraias. Após isso fomos a um ponto conhecido por Aquario que se trata de uma pequena ilha com muitos peixes e muito bom para mergulho, onde podemos ver até mesmo um pequeno tubarão. Após o passeio passamos o resto do dia em Rock Cay apreciando a paisagem e seu mar. A noite fomos jantar no restaurante La Regata. Sensacional apesar de um valor mais salgado. Vale a pena. Detalhe, não pode entrar de camiseta regata (me cederam uma camisa de manga para poder jantar no local). Tubarão em Aquario/Mantarraya Aquario/Mantarraya Terceiro dia (15/05) foi o dia que reservamos para visitar Johny Cay. Uma ilha perfeita com animais diversos e uma praia deslumbrante. Passeio inclui almoço. Muito gostoso para relaxar e curtir a praia e sua vista sensacional. Retornamos a tarde e aproveitamos para realizar compras no centro uma vez que San Andres é livre de impostos e tem procutos com valores atrativos. A noite jantamos no restaurante Peru Wook com comidas tipicas peruanos e um ceviche delicioso. Lagarto em Johny Cay Quarto dia (16/05), aproveitamos nosso ultimo dia para conhecer La Piscinita, que nada mais é do que um West View localizado em outra região. Voce paga 4000 COP e tem acesso a praticamente um aquario natural. Vale muito a pena para realizar snorkeling. Muitos peixes e pontos para saltar de uma altura de 3 metros de altura. Uma delicia para relaxar entre peixes. Aproveitamos o resto do dia em Rock Cay e realizando compras no centro. A notie fomos mais uma vez jantar no centro, porem não me recordo o restaurante. La Piscinita PROVIDENCIA Dicas da cidade [*] Sentar do lado esquerdo do avião, onde as cadeiras são individuais e a vista na chegada a Providencia é sensacional; [*] Roland´s bar: Bar muito legal com clima de Jamaixa. Cerveja gelada a beira mar com um som de Reggae. Comida razoavel, mas o clima prevalece. A noite rola shows que acabamos por não ir; Hospedagem Ficamos hospedados na Posada Ocean View. Nada mais é do que uma casa de familia que possui quartos extras para hospedes. Descobrimos ao chegar que o dono da casa é secretario de cultura da cidade. Fomos muito bem recebidos e tratados pela sua esposa, que nos auxiliou da melhor forma com todas as dicas e roteiros na cidade. Café da manhã satisfatório incluso. Dia a dia A bagagem para o voo a Providencia é limitada e foi preciso deixar parte dela no hostel em San Andres. Embarcamos em um avião teco-teco para doze pessoas as 08:30 e chegamos a Providencia as 09:15. A ilha é pobre e com pouca infraestrutura, porém suas belezas naturais compensam tudo. Ao chegar pegamos um taxi e fomos direto ao hostel. Primeiro dia (17/05), alugamos uma moto para dar a volta a ilha e conhcer ela no geral. Fizemos diversas paradas em torno de toda a ilha, entre elas no Roland´s Bar, lugar agradavel com um mar lindo onde conhecemos um casal de brasileiros que nos fez parceria durante os proximos dias. No fim da atarde aproveitamos para curtir o por do sol na nossa pousada que ficava a beira mar (imperdivel). Providencia Por do Sol na pousada Segundo dia (18/05), realizamos um passeio de barco junto a outros brasileiros. O passeio dava a volta na ilha, com diversas paradas para snorkeling, inclusive na conhecida Cabeça de Morgan. Lugares muito lindos, onde pudemos ver todo tipo de peixes, como arraias, lagosta, esterlas do mar e peixes diversos. Nossa pousada vista do barco Terceiro dia (19/05), decidimos fazer o passeio a Cayo Cangrejo. Uma pequena ilha, que ao subir voce tem uma vista sensacional do mar e todo redor. O mar é cristalino e tivemos a oportunidade indescritivel de fazer um snorkeling cercado de tartarugas em seu habitat natural, claro que tomando todo o cuidado para não afetar elas. Simplesmente sensacional e inesquecivel. No fim da tarde decidimos através a pontos dos namorados e conhecer a ilha Santa Catalina até sua trilha a caebça de Morgan. A trilha não tem nada demais e nem mesmo a vista da cabeça de Morgan me entusiasmou, acredito por ter visitado Cayo Cangrejo no mesmo dia. Para jantar, fomos com amigos brasileiros no restaurante Divino Nino, muito bom e preço aceitavel alem de um som ao vivo agradavel. Cayo Cangrejo Cayo Cangrejo RETORNO Dia (20/05), nossa saga de retorno iniciou com um voo de Providencia-San Andres as 09:30 e chegada as 10:10. Sai do aeroporto e fui buscar o resto de nossa bagagem deixada no hostel. Voltei ao aeroporto em seguida pois nosso voo San Andres – Bogota partia as 12:10. Chegamos a Bogota as 14:15 e tivemos a maior espera de nossas vidas no aeroporto porem sobrevivemos. Nosso voo Bogota-Guarulhos saiu as 23:10 e finalmente chegamos a São Paulo por volta de 14:30 muito cansados, porém extermamente satisfeitos com noss viagem. Recomendamos a todos este roteiro e qualquer duvida podem me procurar por email. Grande abraço. Colombia.docx Colombia.xlsx
  13. Pedro Fogar

    VALE A PENA CONHECER SAN ANDRES?

    Bom dia galera,estou pensando em visitar San Andres..mas um amigo que foi disse que nao vale a pena,pois as praisa da ilha sao poucas e sujas,as ilhas sao lindas mas super mega lotadas,a infra é zero e tem mto lixo por tudo lado ... Gostaria da opniao da galera mochileira,ja que sou mochileiro tbm...quem já foi e puder ajudar =D Não tenho frescuras,mas uma boa praia é fundamental..entao oq vcs acham , vale a pena conhecer San Andres?
  14. Olá pessoal, Este é o meu terceiro relato de viagem aqui no Mochileiros.com, e aprendi que o relato deve ser escrito o quanto antes e se possível, na própria viagem, assim os detalhes tão importantes não ficam de fora. Me sinto na obrigação de escrevê-lo em virtude da valiosa ajuda que recebi da galera do site que já viveu essas aventuras, espero poder ajudar tanto quanto fui ajudado. Sou de Brasília e viajamos, minha namorada, Nathália, Rodrigo Hudson (SP), Diogo (SP), Bruna (PR), Dani(DF), todos conhecidos aqui no site, mantivemos contato pelo forúm e criamos um grupo no facebook e whatsapp para acertar os detalhes. Gosto de viajar em grupo por conta da segurança e dos melhores preços, sem contar com a animação da galera, que nessa viagem foi sensacional !!! Vou dividir o relato em 4 partes, pois demora um tempinho construí-lo: Parte I - Bogotá e Zipaquirá Parte II – San Andrés Parte III - San Andrés Parte IV – Santa Marta e Cartagena VAMOS LÁ 003 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0071 por marcosrodrigues3, no Flickr Fizemos uma pesquisa antes de viajar e a cotação do dólar e do real estavam parelhas em Bogotá, assim optei por levar dólar e real também. Na época o dólar estava em 2,39 reais. Mais pra frente informo as cotações encontradas. Viajamos do dia 02/04/14 a 16/04/14. PARTE I – Bogotá e Zipaquirá Dia 01 - Bogotá BSB-GRU-BOGOTÁ: Passagens compradas pela TAM/LAN por 850,00 reais, ida e volta sem taxas, cerca de 60 dias de antecedência. Já havia voado LAN, e como anteriormente, o avião é excelente, assim como o atendimento, o serviço de bordo é ótimo e servido mais de uma vez, o voo dura pouco menos de 6h. Chegamos em Bogotá (Nathy e eu) por volta das 21h30, passamos pela imigração (pode-se usar RG ou passaporte, caso opte pelo RG tem que guardar um papelzinho pra depois mostrar na saída) e fomos ver o câmbio. Na sala de desembarque tem uma casa de câmbio que estava lotaaaaaaaaaaada!!! Não encarei, resolvi arriscar lá fora e deu certo, estava com pouca fila e com cotação melhor. Nessa primeira troca conseguimos 1 dólar = 1950 pesos. Não trocamos real. Fomos pegar o táxi e vale aquela máxima nos países latinos, SEMPRE PERGUNTE O VALOR DA CORRIDA ANTES, mesmo que tenha taxímetro !!! combinamos o valor da corrida por 27.000 pesos para o bairro La Candelaria, valor normal por ser de noite. Pela manhã consegue-se por 22.000 pesos. Chegando ao hostel efetuamos o pagamento de duas diárias, pelo valor de 28.000 pesos por pessoa e por dia no Alegria´s Hostel. Fica bem localizado e próximo ao Masaya. Optamos pelo Alegria´s por conta das opções de acomodação. Possui wi-fi e água quente (fundamental em Bogotá). Possui café da manhã, porém algo muito simples, como pães, geleia, manteiga, café e leite. O hostel não possui site, mas pode ser vizualizado no Hostel World e no Trip Advisor. Um fato negativo dos hostels em geral na Colômbia é que o café da manhã (desayuno) é servido muito tarde, normalmente a partir das 08h. Tivemos situações em que não tomamos café por conta dos passeios partirem mais cedo que esse horário! Obs: as tomadas na Colômbia utilizam o seguinte formato: (tem que comprar um adaptador). 04 por marcosrodrigues3, no Flickr Gastos: Taxi: 27.000 dividos por 2 pessoas: 13.500 Hostel: 28.000 Total: 41.500 pesos = U$ 21,30   Dia 02 - Zipa e Bogotá O café da manhã do hostel deixa a desejar, não possui muitas opções e você acaba num pãozinho com manteiga/geleia, café, leite, ... mas nada que desabone o hostel, pois o atendimento é ótimo e faz o estilo meio rústico, ideal para quem quer estar na vibe do centro histórico. Após o desayuno, e conferir que o dia não estava pra chuva, resolvemos ir a cidade de Zipaquirá, que fica a 50 km de Bogotá, lá esta localizada a Catedral de Sal, conhecida como atração nº 01 da Colômbia. Caminhamos até a estação do Transmilênio (sistema de ônibus articulados com pista exclusiva, funciona tipo metrô com paradas pré-definidas), pagamos a passagem e fomos até a estação Portal Norte na linha B74, de lá, na própria estação saem as busetas para Zipaquirá !! Isso mesmo busetas é o nome do micro-ônibus de lá! Todo o trajeto dura cerca de 2 horas, pois a muito trânsito! Obs: a catedral não é o ponto final da buseta, assim peça que lhe avisem o ponto de descida. Chegando no ponto de descida você pode tomar um táxi até a entrada da Catedral ou ir caminhando, lógico que como bons mochileiros o trajeto foi a pé mesmo. Recomendo ir caminhando, assim pode-se conhecer o centro da cidade, que por sinal é mais bonito e bem conservado do que o de Bogotá. Subidas as escadas que levam a Catedral, pagamos o ingresso mais simples, que inclui a entrada, o guia e o filme (sem o rota dos mineiros) e fomos conhecer essa diferente atração. catedral de sal 06 por marcosrodrigues3, no Flickr Catedral_de_sal,_Zipaquirá por marcosrodrigues3, no Flickr Ficamos mais de 2h por lá, percorrento as mais diversas galerias. A Catedral fica dentro de uma mina de exploração de sal e pedras, abaixo de 180 metros do solo. A via crucis pode ser acompanhada pelo caminho que leva até a cúpula principal, que é muito grande. Vale o passeio, difícil encontrar algo semelhante. Sugiro assistir o filme exibido em 3D, muito bacana e não dura 30 minutos. Há opções de compra de souveniers e esmeraldas no interior da mina. 060 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0069 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0068 por marcosrodrigues3, no Flickr IMG-20140422-WA0065 por marcosrodrigues3, no Flickr Saindo de lá caminhamos pela cidadezinha até encontrar uma boa opção de almoço, há opções de vários preços e sabores. A culinária é semelhante a nossa, servem arroz, batata, frango... o feijão é servido como sopa e não como acompanhamento e possuem grãos bem maiores que os nossos, uma delícia . Banana ou plátano, em espanhol, aparece em quase todos os menus, seja frita ou na forma de patacóns !!! O caminho de volta para a bairro La Candelaria é o mesmo da ida, buseta até o Portal del Norte e Transmilenio até a estação Las Aguas ou Museo de Oro. Na retorno, descemos uma estação antes (Museo de Oro) e fomos caminhar pela Carrera 07 até a Plaza Bolivar no bairro da La Candelaria. Uma praça bonita com prédios antigos onde estão localizados a Prefeitura, o Congresso da República, o Palácio de Justiça e um monumento em homenagem à Simon Bolívar. 072 por marcosrodrigues3, no Flickr 071 por marcosrodrigues3, no Flickr Voltamos pro hostel a fim de nos arrumarmos para ir ao restaurante Andrés Carne de Res DC, que fica na Zona Rosa, bairro mais chique da cidade. O Andrés DC é muito famoso e bomba mesmo em dia das semana, fiz reserva pra 2 aqui do Brasil no site deles: www.andrescarnederes.com e chegando lá tinha uma mesa prontinha com meu nome, e olha que tinha fila de espera do lado de fora. O restaurante é uma atração a parte, decoração exótica e um ambiente muito agradável, a música rola solta a noite toda! Possui quatro andares, onde ficam localizados o inferno, o purgatório, a Terra e o céu. Ficamos na Terra! Comemos um combinado de carnes muito delicioso. Os preços são caros, mas já estava previsto no orçamento. Não bebemos, mas quem for biritar, vai desembolsar muitos pesos pra ficar alegre !!! Sem dúvidas é um atração imperdível! 032 por marcosrodrigues3, no Flickr andres por marcosrodrigues3, no Flickr andres 3 por marcosrodrigues3, no Flickr andres 2 por marcosrodrigues3, no Flickr Na madrugada fomos ao Hostel Masaya recepcionar os colegas que chegaram no dia 03/04. Combinamos de ir ao Museo de Oro e fazer cãmbio no dia seguinte. Gastos: Hostel: 28000 Transmilênio: 3100 (ida e volta) Buseta: 8600 (ida e volta) Entrada da Catedral: 23000 Almoço: 22000 Outros: 3800 Taxi de ida para Andres DC: 19000 (divido por 2 pessoas): 9500 Jantar no Andrés: 43000 para cada Taxi de volta: 15000 (/2): 7500 Total: 148.500 pesos : U$ 76,15   Dia 03 - Bogotá Acordamos cedo e fomos ao Masaya encontrar o pessoal, caminhamos até o centro onde fica o museo de oro, tomamos café da manhã numa vendinha tipica da cidade (mais reforçando que o do Hostel) e fomos fazer cambio. Pesquisamos algumas casas e encontramos boa cotação: 1 dólar : 2000 pesos 1 real : 780 pesos Após fomos ao Museo de Oro. 080 por marcosrodrigues3, no Flickr 079 por marcosrodrigues3, no Flickr Como tinhamos voo marcado para o dia 05/04 de Medellin para San Andres, achamos prudente garantir a passagem de bus de Bogotá a Medellín para a noite. Assim fomos a rodoviária de Bogotá e compramos as passagens para Medellin por 60.000 pesos. Uma dica importante é que a passagem de avião desse trajeto é o mesmo valor, porém os horários não batiam, se conseguir conciliar os horarios vale a pena, haja vista que o bus de Bogotá a Medellin demora 10h, num trajeto muito sinuoso. Você deve estar se perguntando porque fomos pra Medellin e não pegamos um voo de Bogotá para San Andres ??? Simples, o preço !!! A Viva Colombia (empresa low cost da Colombia) faz esse trajeto a partir de Medellin e possui preços beeeeem inferiores às concorrentes LAN, Avianca, Copa.... Resolvida a questão da passagem de bus, pegamos o transmilenio para a Estação Las Aguas e fomos caminhar até a entrada do Cerro Monserrat. Pagamos a tarifa para usar o teleférico. A vista é fenomenal, pode-se ver toda a cidade, além de ser uma atração a parte com igreja e feirinha. O Cerro Monserrat é imperdível. 110 por marcosrodrigues3, no Flickr 118 por marcosrodrigues3, no Flickr 116 por marcosrodrigues3, no Flickr 115 por marcosrodrigues3, no Flickr 139 por marcosrodrigues3, no Flickr Retornamos ao Hostel para tomar um banho e fomos pra rodoviária de Transmilenio, numa saga longa com as mochilas !!! Na Rodoviária foi só embarcar e descansar nessas 10h. Gastos: Café da manhã: 4300 Entrada Museo de Oro: 3000 Transmilenio: 5100 Almoço: 17000 Passagem de bus: 60000 Entrada Cerro: 16700 Taxi: 6000 Subway: 8500 Agua e outros: 6000 Total: 126.200 pesos = U$ 63,10
  15. Preparativos Depois de minha última viagem próxima ao Círculo Polar Antártico, escolhi a Linha do Equador dessa vez. No fim de 2014 aproveitei uma promoção razoável (1450 reais com impostos) e comprei passagens pela Avianca, com destino final San Andrés, no caribe colombiano. Diferentemente do normal, dessa vez não planejei minuciosamente o roteiro e deixei algum tempo para relaxar. Entre janeiro e fevereiro desse ano comprei por 420 mil pesos colombianos (COP) os voos da Satena para a ilha de Providencia e por 250 mil COP para Medellín na VivaColombia, a companhia de baixo custo do país. Por causa desses voos com limitação de espaço, tive que usar uma mochila tão pequena que as nadadeiras de mergulho foram dobradas para caber. Como o voo com escala em Lima saía de Porto Alegre na madrugada, resolvi pernoitar no aeroporto. 1° dia No meio da manhã chuvosa aterrissei nas terras áridas de Lima. Mais precisamente em Callao, município vizinho. Quando passei pela imigração tive a má notícia que teria que pagar cerca de 100 soles, que na época valiam quase o mesmo do real, para sair do aeroporto e voltar. Azar, como iria passar o dia inteiro ali não tive outra escolha. Peguei um táxi na rua para economizar, pagando uns 30 soles para me deixar na Plaza Mayor, onde fica o centro histórico. O local fotografado por muitos turistas é cercado por edifícios religiosos e governamentais. Ali se pode observar uma característica marcante da arquitetura, a presença de balcões no segundo piso das edificações. Segui ao norte, parando nas lojas de souvenires, onde fiquei impressionado com o preço barato dos itens, mas meu espaço limitado só me permitiu levar o chullo (toca) e o pisco (bebida). Na rua seguinte fica o parque La Muralla, com os resquícios das camadas de fortificação colonial do século 17, às margens do rio Rímac. Não há muito que ver, mas pelo menos não há cobrança de entrada. Voltando pelo mesmo caminho, presenciei a banda militar tocando no Palácio do Governo e fui entrevistado por um grupo de estudantes sobre minha impressão de Lima. Por menos de 10 reais almocei um saboroso e baratíssimo ceviche, acompanhado de uma variedade de milho crocante, um litro de limonada e o famoso prato feito. Continuei andando pelas ruas da cidade, ganhando mais confiança quanto à segurança, minha maior preocupação inicial. Passei pelo bairro Jesus María e os parques urbanos mais sem graça que já vi na vida. A beleza foi aumentando conforme percorria o bairro San Isidro até chegar ao turístico e ajeitado Miraflores, alguns quilômetros depois. Do alto do desfiladeiro se tem uma ótima visão da praia e do mar abaixo. Zona frequentada por turistas e locais, surfistas e parapentistas, impressiona também pela areia, que na verdade é composta por seixos escuros. Fui caminhando em direção ao aeroporto enquanto o pôr-do-sol se aproximava, até ser resgatado por um taxista camarada. Como estavam ocorrendo dois eventos na proximidade, passamos um longo tempo parados no trânsito. O engraçado é que esse taxista estava como motorista particular para um português que estava morando ali e que nem se importou em deixá-lo fazer um extra. Cheguei à noite a tempo para a próxima conexão, em Bogotá. Ali eu passaria a noite no aeroporto para pegar o próximo voo cedo. O problema foi que me esqueci que a capital colombiana fica a mais de 2600 metros de altitude. Consequentemente, fazia um frio bem considerável à noite. E o esperto aqui despachou a mochila com calça e jaqueta para não ter que carregar em Lima, onde fazia calor. Resultado: outra noite mal dormida. 2° dia Depois de um café-da-manhã nada saudável à base de Dunkin Donuts, embarquei a San Andrés. Ao sair do avião senti aquele calorzão. Com o GPS em mãos fui caminhando até o albergue El Viajero, o mais famoso da ilha. Assim que coloquei meus pés na recepção, antes mesmo de arrumar um quarto para largar minhas tralhas, já fui chamado por um grupo e convidado a ir à praia Rocky Cay. Perfeito, pois já tinha planejado ir nesse lugar, mas não sabia bem como. Com a turma composta por uma colombiana que não recordo o nome, o colombiano Juan, a argentina Flor e o italiano Luca, nos esprememos num táxi e chegamos lá alguns minutos depois. A agradável praia consiste em uma faixa muito rasa que leva até uma ilhota e, logo depois, um dos muitos naufrágios de San Andrés. O diferencial é que a profundidade máxima é de menos de 3 metros, ficando a maior parte do navio acima do nível do mar. Sob a estrutura metálica partida, cardumes de algumas espécies de peixes como cirurgiões, além de corais, ouriços, outros invertebrados e algas, bom para um primeiro contato. Ali percebi que na água quente caribenha seria inútil o neoprene que levara e que ocupou um espaço precioso na mochila. Fiquei conhecendo essas pessoas legais que me acompanhariam ao longo da viagem, até o pôr-do-sol, quando voltamos ao hostel. Junto com Mauro e outro argentino que estavam em meu quarto, jantei uma pizza no restaurante Don Aníbal, no centro. Cansado de 2 dias noites praticamente sem dormir, fui pra cama cedo, mas não sem antes agendar um passeio para a manhã seguinte. 3° dia Eu, o basco Josué, os argentinos do dia anterior, Flor e mais sua amiga e compatriota Sol, fomos todos ao aquário. O passeio mais sem graça que fiz consiste em um curto trecho de lancha até uma curta ilha, com curtas quantidades de peixe e longas aglomerações de turistas. Ou seja, não dá para curtir muito. Ainda bem que havia uma continuação para esse passeio, a ilha Johnny Cay. Logo ao chegar esperamos para provar um dos muitos pargos e patacones (banana verde frita) que eu iria ingerir durante essa viagem. Enquanto os demais torravam na areia da única praia da pequena ilha, fui explorar o resto dela. Conheci os onipresentes lagartos e iguanas fora da água e alguns corais cérebro e ramificados abaixo. Depois voltei à praia para ouvir o reggae rápido de San Andrés e tirar fotos com aquelas argentinas que rapidamente se tornariam minhas melhores companhias de viagem. À noite, jantamos no mesmo lugar e depois tomamos umas aguadas cervejas Sko..., digo, Águila, no bar do albergue. 4° dia Dia de dar a volta na ilha com um carrinho de golfe alugado. Primeira impressão do trânsito no centro: péssimo! Motos produzindo fumaça, buzinas e manobras arriscadas para tudo quanto é lado, e um infeliz motorista de caminhão que deu ré em cima do carrinho. Com a velocidade de uma pessoa trotando, esse veículo não é nada adequado pra rodar na cidade. Saímos o mais rápido possível para ir até a primeira parada, um manguezal meio degradado. Não vi nem aves e nem caranguejos. À continuação, passamos pela bela e longa praia de San Luis, mas não chegamos a parar. Seguimos sendo ultrapassados por todos até chegar ao extremo sul da ilha, onde paramos no Hoyo Soplador. Ali era para existir um fenômeno similar ao gêiser, mas com a ausência de ventos nada acontecia. Ao menos a vista dos muitos tons do mar era bonita. Contornamos para o lado oeste, onde os pontos de mergulho se situam. Como já tínhamos um em vista, não paramos nos pontos turísticos pagos, como a Piscinita. Na altura da Cueva de Morgan, simulação de vilarejo típico que também deixamos passar, achamos um restaurante de comida regional para o almoço. O baita rango incluiu um tal de caracol-do-mar afrodisíaco, que muito depois fiquei sabendo que é o extraído da concha gigante mais comum das ilhas (Eustrombus gigas). Um pouco emborrachado, mas gostoso. Rápida digestão antes do mergulho no naufrágio conhecido como Barco Hundido, sinalizado por uma boia, já que fica a cerca de 10 metros de profundidade e a alguma centena de metros da costa. Deixamos o carro aos cuidados de um rastafári que vivia ali, um pouco apreensivos já que não há chaves no veículo, basta pisar no acelerador e se mandar! Já no mergulho, vi que havia um pouco mais de diversidade por lá, principalmente nos mastros. Na hora em que cheguei aportou um navio de mergulhadores americanos, que me ofereceram uma água e bateram um papo. Em nova descida, vi quatro barracudas, uma raia de esporão, entre outras coisas. Voltei até a margem, onde as chicas estavam, passando por uma gorgônia e um peixe-cofre. Prosseguimos com o circuito, completando a volta na ilha depois de mais um tempinho cruzando coqueirais. Paramos em uma praia já que havia tempo de sobra. Após fritar no sol o suficiente, tentei explorar uma região próxima ao centro conhecida como La Loma, mas fui desrecomendado por alguns locais, por ser perigoso. Uma corridinha antes, e para jantar agregamos mais um ao grupo, o britânico James. Foi a despedida do Don Aníbal, com comida mexicana. Para fechar o dia, mais confraternização no albergue. 5° dia Cedinho fomos novamente ao píer. Dessa vez o destino seria o Cayo Bolívar, porção de terra mais distante do arquipélago de San Andrés. Conseguimos uma promoção por 160 mil COP, quase 200 reais, o que não é exatamente barato, mas pelo menos a comida e bebida estavam incluídas. Fortes emoções com a lancha na ida, parecia uma montanha-russa. Uma hora depois chegamos todos inteiros à ilha completamente deserta. Caímos na água com nossos equipamentos de snorkeling. Há que nadar bastante até chegar aos corais de verdade, ou caminhar no caso, já que é bastante raso no entorno do ilhote. Tive a felicidade de ver duas criaturas magníficas. Uma raia de espécie diferente da que vi anteriormente flutuava na mesma hora em que eu e outros poucos turistas estávamos na água. Em seguida, um bicho mais surpreendente ainda surgiu quase na areia da praia, um tubarão-enfermeiro! O peixe que tinha uns 1,5 metros ficou por uns minutos rondando a região enquanto eu me esforçava inutilmente para acompanhá-lo. Foi uma experiência legal. O almoço foi logicamente à base de peixe, e a sobremesa foi cerveja à vontade, o que fez um colombiano falar pelos cotovelos enquanto o resto fazia a siesta. Curtimos mais um pouco a praia de areia branca e o sol cancerígeno (eu sempre de camiseta e chapéu de safari) antes de voltar. Entre as muitas andanças pelo centro, que pode ser facilmente percorrido a pé, no fim do dia conhecemos o Café Café, outro restaurante bastante recomendável em frente ao anterior. Além da variedade de pratos e possibilidade de uso do cartão de crédito como o Don Aníbal, ainda tem ar-condicionado. E a noite terminou de forma excelente em ótima companhia no albergue. 6° dia Eu e Sol fomos mergulhar nesse dia. Minha intenção era fazer o curso PADI Águas Abertas, mas como não sobrou tempo me contentei com um batismo. Lá conheci o Fernando, um brasileiro que mora no mesmo lugar que eu. Depois da parte teórica do minicurso e da prática na piscina, submergimos no Shark Point, a sudoeste da ilha. Descemos tranquilamente até quase 11 metros de profundidade, equalizando a pressão nos ouvidos. Até esse momento tudo estava bem. O problema ocorreu quando usei a técnica de desembaçar a máscara embaixo da água. Me atrapalhei inspirando água em vez de expirá-la, e com isso também soltei o regulador da boca. Sem ver nada por estar com a máscara cheia de água, que era bem salgada por lá, me apavorei e com isso voltei o mais rápido possível para a superfície, pois já estava sem ar. Além de ter engolido água, nada de mais grave aconteceu, mas o susto foi grande. E depois disso o instrutor não me largou mais e nem me deixou ir tão fundo. Acho que vou continuar no snorkeling por enquanto... Passei a tarde com minha parceira pelo centro. Já a noite foi de salsa no hostel. Meu colega de quarto colombiano Jeseva mandou bem nessa sessão. Depois, como surgiu um grupo de brasileiras por lá, a parte final foi à base de músicas daqui. Com essa turma fui ao último lugar que me restava de novo na ilha, a balada Coco Loco. Ritmos latinos embalavam nativos e turistas até altas horas. 7° dia Dia de despedida. Depois de encarar a praia de Rocky Cay novamente, junto com James, Flor, Sol e mais um americano, com direito a selfie com uma enorme caravela-portuguesa, tive que partir para o aeroporto e deixar para trás essas pessoas incríveis que conheci. Subi no teco-teco e torci para o barulhento avião não cair antes de chegar à remota ilha, cujo acesso é apenas através desse avião ou de um catamarã, ambos de San Andrés. Na saída do aeroporto dividi um táxi na garupa de uma picape com alguém que ia pro mesmo lado que eu, na Bahía Aguadulce, ou Freshwater Bay, já que lá se fala tanto inglês quanto espanhol (na verdade assim como em San Andrés falam o crioulo, mistura incompreensível dos idiomas anteriores). O “albergue” Blue Almond na verdade é um quarto compartilhado da pousada Cabañas Agua Dulce. Não que isso tenha sido ruim, pois o preço foi bem em conta pela qualidade. Antes de conhecer meus companheiros de quarto aproveitei o fim do dia para praticar snorkeling na frente do hotel. Não é um ponto muito bom, mas vi uma raia marrom, ou seja, até agora tinha visto três raias, sendo cada uma de uma espécie! Quando não enxergava mais nada e minha câmera menos ainda, saí da água e assisti o dia terminar. Conheci meus colegas, a senhora alemã Ines e o jovem austríaco Andi. Começou a confusão linguística: Ines falava alemão e espanhol, mas não inglês; Andi falava alemão e inglês, mas não espanhol; e eu falava inglês e espanhol, mas não alemão! A janta foi no ponto mais movimentado do bairro, onde se concentrava um mercado, algumas pousadas e restaurantes. Estava apenas começando a descobrir o quanto o lugar era tranquilo. 8° dia Agitei o Andi, que estava há uma semana por ali e ainda não tinha feito muita coisa, e a Ines, que havia chegado comigo, para fazermos a trilha do pico mais alto da ilha pela manhã. Fomos de moto-táxi, que carrega até 2 passageiros por vez e que, como iria descobrir posteriormente, te leva a qualquer lugar da ilha por menos de 10 reais. Apesar do “The Peak” ter apenas 360 metros de altitude, não era tão fácil assim. Recomendaram que fizéssemos com guia, mas o GPS foi suficiente. Os primeiros trechos foram de mata tropical, com a presença constante de variados lagartos. A segunda metade era aberta, com outro tipo de formação mais adaptada à luminosidade. Lá do alto a visão de 360 graus é incrível. Muito verde no meio da montanhosa ilha, e no mar os diversos tons de verde e azul da 3ª maior barreira de corais do mundo. Dali, seguimos para a praia Manzanillo, onde fica a “balada” mais famosa da ilha, o Roland Roots Reggae Bar. Uns poucos turistas e nativos frequentavam o ambiente situado à beira-mar. Embora o almoço marítimo estivesse bom, para mim o auge foi o passo seguinte, a siesta em uma rede sob a sombra de um coqueiro em frente ao mar turquesa e ouvindo reggae, o som eterno que toca nessa e nas demais praias de Providencia. Boas horas depois, quando meus companheiros já tinham partido, me levantei para investigar o manguezal e as aves que ficavam no caminho até a praia seguinte, pois até o momento não tinha visto uma sequer, deste que é considerado um paraíso de aves endêmicas pelo seu isolamento. Cheguei à praia de Southwest Bay. Caminhei pela areia através dos poucos bares, até que vi uma coisa estranha por trás de um deles. As águas do manguezal eram de um tom rosa/roxo! Jurei que era algum efluente, mas pesquisando na internet depois descobri que é um fenômeno natural que ocorre em períodos de seca, devido à concentração de uma substância que escoa das raízes dos mangues vermelhos na água. Muito louco. Em seguida, mais um fascinante pôr-do-sol. O jantar foi como sempre em Freshwater Bay, como sempre com Andi e como sempre acompanhado de uma Club Colombia, a melhor das cervejas colombianas populares. Em sequência, aquela bela dormida de longas horas no aconchegante chalé compartilhado com os outros dois. 9° dia Mais um baita dia de sol. Eu e Andi seguimos de motoca até Bahia Maracaibo, norte do aeroporto. Nesse lugar fica o Parque Nacional Old Providence McBean Lagoon, que protege alguns ilhotes, barreiras de coral, pastos marinhos e manguezal. Alugamos um caiaque duplo por um preço ótimo, e ainda veio com uma sacola estanque de graça. Remamos até Cayo Cangrejo a 600 metros da costa. Poderia ser facilmente renomeada para Cayo Tortuga, visto que tem o formato de um casco de tartaruga. Ali fica a portaria do parque, que embora não ofereça nenhuma facilidade, cobra sua entrada. Uma rápida ascensão ao topo revelou uma vista muito bonita. Caímos na água. Legal, mas nada de excepcional, e de novo apenas o Rhinesomus triqueter da foto a seguir. O melhor estava na longínqua barreira de coral que ficava afastada dali e não podia ser acessada, para sua melhor preservação. Um pouco mais de remada até próximo ao Cayo Tres Hermanos, também inacessível. Paramos para um rápido mergulho, enquanto surgiu uma nuvem negra que resultou em alguns pingos. Por fim, passamos rentes ao manguezal e o respectivo banco de algas que o cercava, para voltar à terra firme. Subimos em outra moto para almoçarmos em Santa Isabel, que é o centro limítrofe com a Ilha de Santa Catalina e também aonde chega o catamarã. Como era domingo quase tudo estava fechado. Entramos no único restaurante que achamos aberto. Consegui finalmente saborear carne de siri, que estava em falta em todos os locais que já tinha almoçado. Também provei o suco do tal lulo, fruta cítrica parecida por fora com uma laranja. Aprovado. Fui até Santa Catalina, inacessível a veículos motorizados. Como Andi já conhecia, picou a mula. O primeiro passo para entrar na ilha é atravessar a Puente de Los Enamorados. Reza a lenda que sempre há raias passando pelo canal abaixo. Não vi nenhuma. O que há do outro lado são apenas algumas residências, restaurantes e a trilha que conta um pouco da história da colônia pirata estabelecida ali (vide Fort Warwick e os resquícios de Morgan), além de levar a belas praias e à Cabeza de Morgan. O sol já estava quase dando adeus quando retornei, enchi meu tanque de água e decidi ir correr, pois meu treinamento estava um tanto relapso nessas férias. Não pretendia ir tão longe, mas como meu ritmo ia bem decidi continuar subindo e descendo as lombas intermináveis da rodovia que circundava a ilha principal. Como os bairros se desenvolveram basicamente só ao longo dessa estrada, posso dizer que depois de 2 horas correndo quase na escuridão conheci cada canto de Providencia. Eu havia completado 17,5 km pela primeira vez na vida, e olha que o caminho não era nem um pouco plano. Cheguei me arrastando no final, com dor em tudo, mas bastante satisfeito. Fui até parabenizado por um policial que soube do meu feito. Dormi como um anjo nessa noite. 10° dia O último dia inteiro em Providencia foi usado para o pouco que ainda havia a fazer fora da água. Pela manhã caminhei até a represa da ilha. Cheguei lá pensando que ia ter bastante gente, mas para meu espanto não havia absolutamente ninguém. Assim pude finalmente conseguir ver diversas aves, tanto nas margens do lago artificial quanto nas matas conservadas em volta, sendo que boa parte delas são existentes também no Brasil. Percorri algumas trilhas pela volta antes de descer até a praia de Southwest Bay, onde encontraria Andi para comer o famoso plato mixto, essa enormidade gastronômica da foto que inclui até lagosta. Muito bom e em conta. Se fiz mais algo no dia não foi relevante, mas dormi cedo para pegar o voo de volta. 11° dia Cheguei a San Andrés a tempo de despedir-me de Flora, que recém chegara ao aeroporto para retornar à Argentina. A essa altura minha pele estava começando a descascar. A única parte que faltava começou depois de mais esse dia ensolarado, em que não tive nada para fazer além de ficar na praia. No fim do dia voltei ao aeroporto, dessa vez rumo a Medellín, a terra de Pablo Escobar, que contribuiu para a decadência da cidade no passado, embora há uma década tenha sofrido uma revitalização surpreendente. Ao chegar, usei o micro-ônibus barato para ir até a cidade propriamente dita, já que esse aeroporto ficava em Rionegro, ainda que haja outro menor dentro de Medellín. Já era noite quando peguei o metrô até a estação Poblado, na periferia da metrópole, em uma zona residencial mista abastada. Como não sabia disso, caminhei meio desconfiado até o albergue Black Sheep. Para minha surpresa, o idioma falado por lá era o inglês. Um pouco decepcionante, pois estava ali para melhorar meu espanhol. Outra coisa ruim foi o quarto onde fiquei, pois os beliches quase encostam no teto. Cheguei a bater em cima no meio da noite ao sentar na cama. 12° dia O sistema de transporte público é uma das atrações da capital do departamento de Antioquia. A linha principal do metrô, que é elevado em algumas partes, percorre todo o vale que contém a cidade. De uma ponta saem linhas secundárias que seguem para o alto dos morros, bastante ocupados. Só que não são trens que sobem, e sim teleféricos! Para seguir mais adiante, com destino ao Parque Arví, tomei outro bondinho (pago à parte, e que também vale como entrada do parque) que atravessou quilômetros de mata protegida muito acima de Medellín. O clima fresco dali contrastava com o calor da cidade abaixo. Logo na entrada há uma feira orgânica abastecida pelos agricultores que vivem na região montanhosa. Provei alguns salgados e frutas, dentre as diversas opções, só não gostei da fisális. Também havia bastante artesanato por ali. Segui uma guia e um grupo por uma trilha curta, passando por árvores de grande porte e musgos de vários tons de verde. Em seguida havia outra trilha a se iniciar, mas eu optei por almoçar e descer, pois tinha ainda muito a ver, como o jardim botânico. A princípio não estava em meus planos, mas como ficava no caminho do metrô e não precisava pagar a entrada, dei um pulo. Bem razoável, mas é mais para moradores do que turistas. Como atração, há um bocado de iguanas e um borboletário, além de alguns jardins temáticos. Vi mais passarinhos ali do que no parque anterior. Como ainda havia tempo, o passo seguinte foi o Parque Explora, ao lado do jardim botânico. É um prédio composto por aquário e por diversas salas interativas que buscam ensinar ciência na prática, como o museu da PUC em Porto Alegre. Se pretende aproveitar para valer, prepara-se para sair de lá suado como eu e vá com mais de 2 horas restantes, pois há bastante coisa para ver e fazer. 13° dia Devido ao feriadão santo, a cidade começou a se esvaziar e fechar as portas dos estabelecimentos nesse dia. Pelo menos assim consegui caminhar mais tranquilo pelo centro. Para melhorar ainda mais estava na companhia de um guia, Juan, aquele simpático careca que conheci em San Andrés. Primeiro, uma pegadinha na rechonchuda estátua do famoso artista local Fernando Botero. Seguindo, me levou para conhecer as praças e os prédios históricos religiosos e governamentais à distância de uma caminhada. De lá, tomamos um ônibus até o pé do Cerro Nutibara. Uma íngreme subida a pé nos revelou uma boa vista cidade que é quase toda marrom, por ocasião dos tijolos à vista nas construções. Em seu topo fica o Pueblito Paisa, uma réplica de um vilarejo típico da região, com igreja, restaurante e lojas de souvenir. O gentil colega me pagou um chope antioquenho (cerveja, sal e limão) enquanto eu tirava algumas fotos da cidade. De lá, fomos caminhando pelas ruas até o supermercado de um shopping center, onde almoçamos novamente por sua conta, embora eu tivesse insistido para pagar. Que baita feijoada comi naquele dia! Para finalizar, me guiou até a outra rota de teleféricos sobre os morros e se foi. Como havia tempo livre, fui de metrô até a estação final já bem fora de Medellín e retornei até o Poblado. Não havia muito o que ver, além de indústrias, lixo e pobreza. A atividade noturna foi uma corrida pelo desnivelado Poblado. Condomínios chiques, shopping centers e até cassinos dominam as ruas e avenidas arborizadas. Jantei no aglomerado de lanchonetes que há próximo ao albergue e capotei. 14° dia De manhã, depois de provar deliciosas granadilhas (frutos do mesmo gênero do maracujá), dei uma caminhada próximo a onde tinha passado na noite anterior correndo. Nada de mais para se ver, além da procissão saindo da igreja mais antiga do lugar e carregando estátuas. Descobri também um incrível mercado de comida saudável, o Carulla. Sai de lá devorando um pacote de oxicocos (como é chamado cranberry em português) desidratados. Fiz o check-out e voltei ao centro para ver a praça onde ficavam concentradas as esculturas de Botero e o Museu de Antioquia, o qual adentrei em seguida. Entre outras coisas, havia uma exposição dos quadros de Botero que retratam a temática do circo. Juro que me esforço, mas não consigo compreender a arte. Tomei o micro para o aeroporto e fiquei zanzando pelo aeroporto até a hora do voo. Como saí da região de San Andrés e Providencia eu teoricamente necessitaria pagar mais quase 50k COP por outra tarjeta turística, como fiz na primeira vez que cheguei. Mas conversando com o pessoal da companhia aérea e da imigração consegui não desembolsar nada, visto que minha estadia seria inferior a 24 horas. Fica a dica. Ao chegar ao mesmo albergue El Viajero, uma situação diferente: os argentinos haviam debandado em massa e cedido lugar aos brasileiros! Falei com uns 3 grupos diferentes enquanto as simpáticas recepcionistas me arrumavam um quarto. Tive o prazer de reencontrar Luca, um sobrevivente de minha estadia anterior, e também o carioca Fabio, que já estava praticamente morando ali. Nós e mais uma galera fomos juntos ao Coco Loco, não sem antes provar o aguardente Antioqueño. 15° dia E a festa rolou até altas horas... ...tanto que perdi a hora e depois do café-da-manhã reforçado tive que correr para o aeroporto, sem poder ter feito as compras que pretendia no centro. E assim peguei um voo até Bogotá, onde gastei meus últimos pesos em comida. Depois fiz a mesma coisa na escala interminável em Lima, pois nem o wi-fi era liberado lá. Dormi bonito no avião e finalmente cheguei a Porto Alegre na madrugada seguinte. Com o dólar nas alturas não vi vantagem em fazer compras no duty free, então passei facilmente pela Receita Federal e tive a agradável surpresa de meus pais me esperando para a Páscoa! Ps: Se você curtiu as dicas, quer economizar ainda mais, conhecer outros destinos e apoiar novas relatos, não deixe de conferir meu blog! http://www.rediscoveringtheworld.com
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