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Olá viajante!

Bora viajar?

De carro pela América do Sul: Brasil/Argentina/Chile/Uruguai - 23 dias: custos, passeios, cidades e estradas. Fotos! 7.682Km (Finalizado)

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INTRODUÇÃO

 

Olá galera, meu nome é Jackson, sou professor de Educação Física municipal na cidade de Ponta Grossa/PR, onde moro há seis anos, mas sou natural de Astorga/PR, que fica na região de Maringá/PR. Nossa viagem foi tudo tranqüilo e sem perrengues, foi tudo maravilhoso. Comigo estava minha mulher, Nicéia, recém casamos no sábado (10/12), véspera de nossa viagem. Em alguns casos escreverei como se fosse nós dois escrevendo. Então, vou misturar pessoa no singular e no plural.

 

Primeiramente gostaríamos de agradecer a todos do site mochileiros que sempre ajudam com seus tópicos e suas respostas e mais ainda aos que ficamos perturbando ao longo do ano, como o Herbert Lira, a Tatiana Germuzesque, o MARCELO.RV, o outro Marcelo (xexelo) a fabitasca e o pauloperuna. Pessoas que sempre que precisei tirar dúvidas respondiam em um dia no máximo. Obrigado mesmo, graças a vocês tivemos toda eficiência e facilidades na viagem. ::otemo::

 

Primeiras ideias.

 

Estava bem insatisfeito com minhas férias de 2015/2016, ou melhor, com o final delas e ter que voltar ao trabalho. Ser professor no Brasil, não está fácil. Tinha ido apenas ao litoral paranaense (mais uma vez) e já estava de saco cheio de mais do mesmo e de ficar na areia.

 

Eu e minha namorada na época (em março) estávamos já decididos a casar, pois já morávamos juntos há vários anos. Como somos professores e nosso regime é celetista, teríamos direito a nove dias de licença casamento. Logo planejamos casar em 10 de dezembro (um sábado) e juntar com nossas férias. Assim, poderíamos viajar para longe e por dias, e ainda ter mais um mês de férias para descansar da viagem.

 

Sempre fui fanático por futebol e pelos times sul-americanos, logo, sempre gostei dos países latinos vizinhos do Brasil. Conversamos e decidimos por Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai. Logo, descartamos o Paraguai por ler muita coisa ruim e atravessar o país apenas para conhecer Assunção, não valeria a pena. Focamos nos outros três e conhecer alguns locais do Brasil que gostaríamos, como Foz do Iguaçu e a região da serra gaúcha, como Gramado, Caxias do Sul.

 

Planejamento

 

Começamos a planejar a viagem no início de março, havia sobrado um restinho do 13º e havíamos deixado na poupança. Comecei a ler dia e noite o mochileiros.com. e vi mais ou menos o que seria preciso. Só ficava viajando nos relatos dos amigos, nessa época o que mais se aproximava da minha viagem era da Tatiana. Comecei a fazer os cálculos de quanto precisaríamos e do capital a ser investido. Considero isso muito importante, pois fizemos toda nossa viagem com dinheiro que levamos e as contas bateram 95% podemos dizer. De inicio era mais ou menos R$150,00 ou R$200,00 de cada um por mês.

 

Uma pequena aspa. “Vimos que precisaria ser aumentado esse valor. Pois no meio do caminho, achamos uma oferta incrível de passagens para o Rio nas paralimpíadas e eu tinha um sonho a realizar durante os jogos que era conhecer um atleta e felizmente consegui fazer isso também”.

 

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Voltando a viagem de final de ano, começamos a reservar lá para agosto, R$500,00 de cada para dar um upgrade em nossa conta poupança. Os juros da conta deu mais ou menos R$100,00 ao longo do ano, pegamos uns R$600,00 do CPF nota Paraná e mais uns R$300,00 das moedinhas de cofrinho ao longo do ano. Já viram né? Mil reais que não contávamos.

 

Em maio tiramos nossos passaportes. Sabíamos que não era preciso, no entanto pretendemos viajar para mais longe algum dia, então, como nossos RGs eram da época de jogos escolares (lá pelos 12 anos) e estavam bem velhos e teríamos problemas, pensamos. Vamos tirar logo o passaporte. Pronto, uma coisa a menos para se preocupar. E olha, bem melhor com o passaporte. Parece mesmo que te da mais credibilidade. Vi muitos gringos com as identidades deles, e era uma demora danada nas aduanas. E tome leitura de relatos e perguntas aos mochileiros nesse período.

 

Em meio a tantas leituras, muito hotéis foram reservados. Aparecia uma promoção ou oferta lá estávamos reservando. Li que muita gente reservava apenas conforme seguia a viagem, eu preferi arriscar e cravar algumas que apreçaram com preços ótimos, como em Foz do Iguaçu e alguns Íbis que oferecia bons descontos e café da manhã grátis. Reservei praticamente todos antes de novembro. Demos preferência para o Íbis, pois somos membros do Le Club Accor Hotels, e olha, valeu muitíssimo a pena. “Más adelante contamos”.

 

Foi passando os meses. Tínhamos as coisas do casamento e da viagem para resolver. Sempre fazíamos mudanças no roteiro. Inicialmente iria para Córdoba, optei por Mendoza. Foi bom e foi péssimo, depois explico isso. Claro que futebol tem a ver.

 

Foi chegando novembro e tinha muita coisa ainda em aberto. Faltava comprar o cambão (obrigatório), fazer a carta verde (obrigatório) e a PID – permissão internacional para dirigir (que não é obrigatório).

 

Em 08 de novembro, acordei com a notícia que o Trup venceu as eleições nos EUA. As 06h30 da manhã fiz um pedido de U$500 a R$3,38 para cada real (já no preço do turismo). Não deu outra, dois dias depois o dólar estava R$3,60 (turismo). Sorte ou planejamento? Vinha acompanhando o dólar há algum tempo e já tinha comprado um tanto antes. Até porque já pensava em fazer compras em Ciudad do Leste.

 

Sempre fazíamos o seguro do carro com a HDI, no entanto a carta verde custaria R$250,00. Optamos pela Allianz por estar incluso no seguro do carro. Sairia elas por elas, mas na Allianz tive mais benefícios (que nunca quero utilizar). O cambão foi comprado no mercado livre. Chegou a PID. Faltava o bendito seguro viagem. Quase que viajei sem, pois você sempre pensa: Temos 32 e 31 anos, estamos vendendo saúde. Não vai acontecer nada. No dia seguinte, acontece aquilo com a equipe da Chapecoense. Confesso que foi o dia mais triste da minha vida e quase desisti da viagem. Estava detonado por dentro. Mas a vida segue. Triste, mas segue. Quem trabalha com esporte com certeza teve (e ainda sente) o mesmo.

 

Fiquei louco atrás do seguro viagem. Acabei fechando com a VitalCard, uma empresa de Curitiba que estava muito bem avaliada por quem precisou utilizar o seguro viagem no site melhores destinos. Fui super bem atendido por chat e emails. Assim que fechamos, nos ligaram dando as boas vindas a empresa e para tirar qualquer dúvidas. Já me senti confiante com a mesma.

 

Dezembro já batia na porta. Revisão do carro dos 40 mil km agendada, a primeira fora das concessionárias, pois a garantia havia terminado em outubro. Mesmo assim ficou caro, no entanto, como era um lugar super de confiança, olharam todas as suspensões, amortecedores, molas, apertos aqui e ali.

 

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No dia 08 de dezembro trabalhamos pela última vez em 2016. Saímos dos campos gerais no Paraná e fomos ao norte do estado, onde nossos pais moram. Casamos no civil no sábado e em uma excelente churrascaria de Maringá fizemos nosso almoço com os familiares e amigos mais próximos.

 

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Ainda no sábado, fomos ao mercado e fizemos uma compra para comer na estrada, caso precisasse. O que mais compramos foi Água, Elma chips e Red Bull. o melhor de tudo foi comprar água. Compramos 6 galões de 5 litros cada da Cristal.

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  • Jackson Lincoln Lopes
    Jackson Lincoln Lopes

    Obrigado!!! Tentei fazer um relato, da forma que eu teria curiosidades de pesquisar com relação a valores. Em janeiro, sairá outro se tudo der certo. Valeuuu

  • com certeza vai dá !

  • Jackson Lincoln Lopes
    Jackson Lincoln Lopes

    Trecho 4: Rosário/SF x Mendoza/MZ: 900 Km (+60Km na região)     Sexta-feira, 16 de dezembro.   Precisávamos sair cedo de Rosário, pois teríamos quase 900 km para percorrer na manhã/tarde desta

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  • 3 semanas depois...
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Muito bom o relato Jackson, cheio de detalhes e informações bacanas, parabéns pela viagem! ::otemo::

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Muito bom o relato Jackson, cheio de detalhes e informações bacanas, parabéns pela viagem! ::otemo::

 

 

Valeu cara! Você me ajudou muito!!!

Vou continuar essa semana.

::otemo::

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Trecho 7: Santiago/CHI x Mendoza/ARG: 390 Km

 

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Quinta-feira, 22 de dezembro

 

Para mim, esse dia começava um pouco triste, primeiro por ter que ir embora de Santiago, de todas as cidades que visitei nessa viagem, foi disparada a que mais gostei. Segundo porque era o começo do retorno para casa.

 

Saímos do Íbis próximo das 9 da manhã. Não tínhamos nenhum compromisso em Mendoza, apenas trocar reais por pesos argentinos, pois teríamos mais cinco dias na Argentina. Estava com 30 mil pesos chilenos no bolso e aproveitei para abastecer o carro para não perder dinheiro na conversão. A última vez que tinha abastecido era em Mendoza, no domingo cedo, antes vir para o Chile. Mesmo assim, ainda tinha quase meio tanque. Abasteci (R$106,00) em um posto já na Ruta 57, próximo ao primeiro pedágio (peaje las cateras).

 

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Não foi fácil sair de Santiago, tive que dar algumas voltas. A camineira estava fazendo alguma coisa no final da providencia e impediu de ir pelo lugar mais fácil pelo que tinha visto no maps. Ai o GPS começou a nos mandar pra tudo que é túnel. Como estava de boa, sem pressa, nem estressei.

 

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Fui apreciando as Cordilheiras durante todo o caminho de volta para a Argentina. Por enquanto na Ruta 57 só pistas duplas da melhor qualidade. Se não me engano pegamos dois pedágios e os dois custaram R$26,00.

 

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Depois de entrar na Argentina, logo tem a Aduana. Um lugar muito estranho, pois a entrada da Aduana não tem um “trevo” ou rotatória, tão pouco sinalização. É muito estranho mesmo a entrada, primeiro que você atravessa a pista na contramão em um local de velocidade de 80 km/h. A polícia faz lá seus tramites e logo libera. Demoramos mais ou menos trinta minutos, pois tinham alguns ônibus e como era próximo do Natal, poucos funcionários.

 

O Aconcagua é ali perto, como já tínhamos visitado na ida ao Chile, resolvemos parar na Puente del Inca. Um lugar meio que obrigatório para quem passa por ali, mas não achei nada de espetacular.

 

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O caminho para a Argentina já conhecíamos, foi super tranquilo. Estávamos com fome, pois já era próximo das 13 horas e então resolvemos almoçar no Tibet Bar. Nem tinha me ligado, depois que fui procurar na internet, mas ali nesse restaurante foi local de gravações do filme Sete anos no Tibet com Brad Pitt. Uspallata também foi local de gravação do filme de produção brasileira: A oeste do fim do mundo. Esse eu sabia, inclusive até procurei alguns locais, mas era em uma estrada de terra que fica exatamente indo em frente ao Tibet Bar.

 

Depois de Uspallata fomos aos Potrerillos, lembra de como estavam as fotos no dia da ida ao Chile? Pois bem, hoje foi diferente. A paisagem estava linda.

 

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Queria chegar em Mendoza antes das 17h pois estava com medo das casas de câmbios fecharem. O que eu não esperava é que quase tudo em Mendoza também de a tal hora da ciesta, ou seja, das 14h as 17h tudo fechado. As casas de cambio abriram as 17h e fecham as 20h. portanto, podem ficar tranquilos.

 

Não tem tantas casas de cambio em Mendoza, mas tem algumas que da para pesquisar. Troquei o dinheiro em duas casas: 200 dólares na Cambio Santiago (estava pagando melhor no dólar) e 1150 reais na Cambio Express (1 real para 5,40 pesos). Também troquei nessa casa de cambio alguns pesos chilenos que sobraram.

 

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Depois disso, fomos ao hotel Íbis novamente (onde já havia me hospedado na ida e tive alguns problemas), mas como o preço era bom e já fica na saída da cidade em Guaymallén (marginal da Ruta 7). Ficamos no hotel descansando, pois no dia seguinte seria o dia de andar mais de mil quilômetros rumo a capital nacional.

 

Gastos do dia:

 

Alimentação – R$57,00

Combustível – R$106,00

Pedágios – R$28,00

Mercado – R$80,00

Outros – R$11,00

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Trecho 8: Mendoza x Buenos Aires: 1050 Km

 

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Sexta-feira, 23 de dezembro.

 

Este seria o dia mais longo de todos para nós, afinal, teríamos mais de mil quilometros pela frente na Ruta 7 e literalmente atravessar o país. Acordamos bem cedo, já tínhamos deixado tudo pronto da noite anterior, e até colocado algumas coisas no carro.

 

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Saímos com o sol começando a querer nascer, ainda estava escuro quando deixamos o hotel. Eram praticamente seis horas da manhã. De Mendoza até Justo Daract (última cidade de San Luís a leste) divisa das províncias de San Luís com Córdova a Ruta 7 é uma maravilha, toda duplicada e com ótimo asfalto e média de velocidade de 120km. São mais ou menos 380 km onde a viagem rende e rende muito. Encontrei muitos caminhões com placas do Brasil vindo do Chile ou de Mendoza rumo ao Rio Grande do Sul.

 

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Depois de San Luis, passamos pela Província de Córdova e de santa Fé, poucos quilometros rodados nesses locais, pois a Ruta 7 corta o sul dessas províncias. Nessa altura havia muitas regiões próximas a pista bem alagadas o que tornava a paisagem bem legal, mas também repetitiva. Abastecemos em um posto da Petrobras no meio do caminho e almoçamos próximo das 14h em um posto, onde tinha uma churrascaria, mas não lembro o nome, era perto de Vedia, já na província de Buenos Aires.

 

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Nesta altura, não rendia a viagem. A pista volta a ser duplicada na altura de Cucullun, cerca de 100 km distante de Buenos Aires. A boa notícia é que existem muitas maquinas e trabalhadores próximo a esse local e já se vê muitos quilometros de terraplanagem para a duplicação da Ruta 7. Quem sabe daqui alguns anos teremos toda ela duplicada. Dos 1050 km, mais ou menos 480 são duplicados. Chegamos em Buenos Aires no hotel Íbis Buenos Aires as 19 horas.

 

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Deixamos o carro na garagem que fica 30 metros distante do Íbis Buenos Aires, que fica no Congresso. Conhecemos um casal bem legal que estava hospedado no quarto ao lado do nosso que também era do Paraná e estavam viajando de carro como nós.

 

Saímos ali por perto mesmo e comemos alguma coisa. Como estava cansado dos longos quilometros, dormi cedo.

 

Alimentação – 60,00

Combustível – 237,00

Pedágios – 46,00

Outros – 7,00

 

Sábado, 24 de dezembro.

 

Enfim, pude acordar um pouco mais tarde. Nosso primeiro local a visitar oficialmente em Buenos Aires foi o Obelisco, depois fomos conhecer a Avenida de Mayo, Casa Rosada... as atrações do centro histórico.

 

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Almoçamos em no Goya Pizza café, um lugar carinho e bem estiloso. Esperava mais da comida. Veio papa fritas bem feia e um bife de chorizo todo cheio de gordura e nervos. Pior lugar que comi em toda viagem até o momento, pelo preço principalmente.

 

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Durante a tarde, andamos mais um pouco pelo centro, mas tudo já começava a fechar as portas, pois era um sábado véspera de natal. Já imaginávamos que domingo seria terrível, pois um domingo e sendo feriado, tudo seria fechado. Aproveitamos até para comprar comida para o dia seguinte e para a noite de sábado. E deu certo, acabamos comendo no hotel, pois saímos e tudo estava caríssimo. A ceia de natal estava em torno de 800 pesos em todos os lugares ali do centro por pessoa. Demos meia volta e comemos no próprio Íbis.

 

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Gastos do dia:

 

Alimentação – 170,00

Mercado – 15,00

Outros – 10,00

 

Domingo, 25 de dezembro.

 

Este era o 15º dia de viagem e pela primeira vez na viagem pegamos chuva. Já estava comm saudades dela, mas não precisava ter vindo justo nesse dia, pois era Natal e domingo. Tudo fechado, com chuva então. Tudo poderia piorar. No entanto, resolvi pegar o carro e sair já que as avenidas e o trânsito de BA estavam parados. Foi muito fácil de guiar. Parecia cidades do interior. Primeira parada um posto para abastecer. Depois fomos em busca de um bom restaurante.

 

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Tinha uma vaga bem em frente ao restaurante La Nueva Embajada. Paramos por ali mesmo e fomos super bem atendido. Para nossa surpresa, o garçom era paranaense, e da mesma cidade onde moramos atualmente (Ponta Grossa), mas já fazia 30 anos que ele estava em BA. Conversamos um pouco, pois o movimento estava razoável no local e percebi que os donos dos locais logo o tiraram de nosso atendimento, pois ele estava conversando muito conosco.

 

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Saímos de lá mais de 14 horas e fomos em direção ao bairro La boca. Conhecemos o Camintos e a La Bonbonera (só por fora). Ficamos mais ou menos uma hora por lá. Tinha bastante turistas gringos para um domingo. Nesse momento a chuva já tinha parado, apenas uma leve garoa as vezes.

 

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Pegamos o carro e fomos em direção a Puerto Madero conhecer o local e a Puente de La Mujer. Não achei tão interessante assim. Se até Puerto Madero, Buenos Aires tem uma arquitetura histórica e antiga, do lado de lá de Puerto Madero muitos prédios moderníssimos estão sendo construídos como em Santiago. Ficamos mais ou menos uns quarenta minutos.

 

Logo depois fomos a região nordeste da cidade, em direção ao Estádio Monumental de Nuñez, do River Plate. Passamos por belos parques inclusive pela Floralis Genérica. Assim que saímos da frente do Estádio, o chuvisqueiro aumentou.

 

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Gastos do dia:

 

Alimentação – 150,00

Combustível – 132,00

Pedágio – 2,00

Compras lembranças – 63,00

 

Segunda, 26 de dezembro.

 

Acordamos com o pensamento de ir a um show de tango nesse nosso último dia na capital Argentina. Fomos ao centro e já queria pegar alguns pesos uruguaios para no dia seguinte ter um pouco de dinheiro uruguaio para passar nos pedágios.

 

Um brasileiro nos parou e nos levou a uma agencia de turismo para poder observarmos os preços. Nos atenderam super bem e acertamos de ir no Madero Tango, com tudo incluso: traslado, ingresso do show e jantar.

 

Andamos no centro e visitamos algumas lojas. Também fomos a catedral metropolitana.

Fui a um Santander e fiz um saque para não precisar trocar reais pó pesos argentinos. Arrependimento tremendo. Peguei 300 pesos em mãos e em reais me saiu R$99,00 com todas as taxas. Cotação de 1/3. Péssima.

 

Na volta ao hotel, paramos em uma loja que vendia vinhos, azeitonas, queijos, azeites. Se não me engano o nome era Quetec, uma venda que seus produtos vinham de Mendoza.

 

Chegou a noite e fomos ao Madero Tango. Tudo excelente. Nunca esperava que um show de tango fosse dessa magnitude. Tantas coisas e um jantar espetacular com entrada, prato principal e sobremesa, além claro, de bebida a vontade.

 

Chegamos em casa próximo da uma da manhã de terça. Teríamos que acordar as seis para ir ao Uruguai.

 

Adoramos Beunos Aires, no entanto, a crise Argentina afetou principalmente a capital, já que vimos muitos, mas muitos moradores de rua em BA. Algo que não vimos em Mendoza, Rosário e Reconquista.

 

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Gastos do dia:

 

Alimentação – 70,00

Compras – 170,00 (vinhos, azeitonas e mel)

Passeios – 420,00 (Tango Madero)

Outros – 100,00 (saque emergencial)

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