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Olá viajante!

Bora viajar?

De carro pela América do Sul: Brasil/Argentina/Chile/Uruguai - 23 dias: custos, passeios, cidades e estradas. Fotos! 7.682Km (Finalizado)

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INTRODUÇÃO

 

Olá galera, meu nome é Jackson, sou professor de Educação Física municipal na cidade de Ponta Grossa/PR, onde moro há seis anos, mas sou natural de Astorga/PR, que fica na região de Maringá/PR. Nossa viagem foi tudo tranqüilo e sem perrengues, foi tudo maravilhoso. Comigo estava minha mulher, Nicéia, recém casamos no sábado (10/12), véspera de nossa viagem. Em alguns casos escreverei como se fosse nós dois escrevendo. Então, vou misturar pessoa no singular e no plural.

 

Primeiramente gostaríamos de agradecer a todos do site mochileiros que sempre ajudam com seus tópicos e suas respostas e mais ainda aos que ficamos perturbando ao longo do ano, como o Herbert Lira, a Tatiana Germuzesque, o MARCELO.RV, o outro Marcelo (xexelo) a fabitasca e o pauloperuna. Pessoas que sempre que precisei tirar dúvidas respondiam em um dia no máximo. Obrigado mesmo, graças a vocês tivemos toda eficiência e facilidades na viagem. ::otemo::

 

Primeiras ideias.

 

Estava bem insatisfeito com minhas férias de 2015/2016, ou melhor, com o final delas e ter que voltar ao trabalho. Ser professor no Brasil, não está fácil. Tinha ido apenas ao litoral paranaense (mais uma vez) e já estava de saco cheio de mais do mesmo e de ficar na areia.

 

Eu e minha namorada na época (em março) estávamos já decididos a casar, pois já morávamos juntos há vários anos. Como somos professores e nosso regime é celetista, teríamos direito a nove dias de licença casamento. Logo planejamos casar em 10 de dezembro (um sábado) e juntar com nossas férias. Assim, poderíamos viajar para longe e por dias, e ainda ter mais um mês de férias para descansar da viagem.

 

Sempre fui fanático por futebol e pelos times sul-americanos, logo, sempre gostei dos países latinos vizinhos do Brasil. Conversamos e decidimos por Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai. Logo, descartamos o Paraguai por ler muita coisa ruim e atravessar o país apenas para conhecer Assunção, não valeria a pena. Focamos nos outros três e conhecer alguns locais do Brasil que gostaríamos, como Foz do Iguaçu e a região da serra gaúcha, como Gramado, Caxias do Sul.

 

Planejamento

 

Começamos a planejar a viagem no início de março, havia sobrado um restinho do 13º e havíamos deixado na poupança. Comecei a ler dia e noite o mochileiros.com. e vi mais ou menos o que seria preciso. Só ficava viajando nos relatos dos amigos, nessa época o que mais se aproximava da minha viagem era da Tatiana. Comecei a fazer os cálculos de quanto precisaríamos e do capital a ser investido. Considero isso muito importante, pois fizemos toda nossa viagem com dinheiro que levamos e as contas bateram 95% podemos dizer. De inicio era mais ou menos R$150,00 ou R$200,00 de cada um por mês.

 

Uma pequena aspa. “Vimos que precisaria ser aumentado esse valor. Pois no meio do caminho, achamos uma oferta incrível de passagens para o Rio nas paralimpíadas e eu tinha um sonho a realizar durante os jogos que era conhecer um atleta e felizmente consegui fazer isso também”.

 

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Voltando a viagem de final de ano, começamos a reservar lá para agosto, R$500,00 de cada para dar um upgrade em nossa conta poupança. Os juros da conta deu mais ou menos R$100,00 ao longo do ano, pegamos uns R$600,00 do CPF nota Paraná e mais uns R$300,00 das moedinhas de cofrinho ao longo do ano. Já viram né? Mil reais que não contávamos.

 

Em maio tiramos nossos passaportes. Sabíamos que não era preciso, no entanto pretendemos viajar para mais longe algum dia, então, como nossos RGs eram da época de jogos escolares (lá pelos 12 anos) e estavam bem velhos e teríamos problemas, pensamos. Vamos tirar logo o passaporte. Pronto, uma coisa a menos para se preocupar. E olha, bem melhor com o passaporte. Parece mesmo que te da mais credibilidade. Vi muitos gringos com as identidades deles, e era uma demora danada nas aduanas. E tome leitura de relatos e perguntas aos mochileiros nesse período.

 

Em meio a tantas leituras, muito hotéis foram reservados. Aparecia uma promoção ou oferta lá estávamos reservando. Li que muita gente reservava apenas conforme seguia a viagem, eu preferi arriscar e cravar algumas que apreçaram com preços ótimos, como em Foz do Iguaçu e alguns Íbis que oferecia bons descontos e café da manhã grátis. Reservei praticamente todos antes de novembro. Demos preferência para o Íbis, pois somos membros do Le Club Accor Hotels, e olha, valeu muitíssimo a pena. “Más adelante contamos”.

 

Foi passando os meses. Tínhamos as coisas do casamento e da viagem para resolver. Sempre fazíamos mudanças no roteiro. Inicialmente iria para Córdoba, optei por Mendoza. Foi bom e foi péssimo, depois explico isso. Claro que futebol tem a ver.

 

Foi chegando novembro e tinha muita coisa ainda em aberto. Faltava comprar o cambão (obrigatório), fazer a carta verde (obrigatório) e a PID – permissão internacional para dirigir (que não é obrigatório).

 

Em 08 de novembro, acordei com a notícia que o Trup venceu as eleições nos EUA. As 06h30 da manhã fiz um pedido de U$500 a R$3,38 para cada real (já no preço do turismo). Não deu outra, dois dias depois o dólar estava R$3,60 (turismo). Sorte ou planejamento? Vinha acompanhando o dólar há algum tempo e já tinha comprado um tanto antes. Até porque já pensava em fazer compras em Ciudad do Leste.

 

Sempre fazíamos o seguro do carro com a HDI, no entanto a carta verde custaria R$250,00. Optamos pela Allianz por estar incluso no seguro do carro. Sairia elas por elas, mas na Allianz tive mais benefícios (que nunca quero utilizar). O cambão foi comprado no mercado livre. Chegou a PID. Faltava o bendito seguro viagem. Quase que viajei sem, pois você sempre pensa: Temos 32 e 31 anos, estamos vendendo saúde. Não vai acontecer nada. No dia seguinte, acontece aquilo com a equipe da Chapecoense. Confesso que foi o dia mais triste da minha vida e quase desisti da viagem. Estava detonado por dentro. Mas a vida segue. Triste, mas segue. Quem trabalha com esporte com certeza teve (e ainda sente) o mesmo.

 

Fiquei louco atrás do seguro viagem. Acabei fechando com a VitalCard, uma empresa de Curitiba que estava muito bem avaliada por quem precisou utilizar o seguro viagem no site melhores destinos. Fui super bem atendido por chat e emails. Assim que fechamos, nos ligaram dando as boas vindas a empresa e para tirar qualquer dúvidas. Já me senti confiante com a mesma.

 

Dezembro já batia na porta. Revisão do carro dos 40 mil km agendada, a primeira fora das concessionárias, pois a garantia havia terminado em outubro. Mesmo assim ficou caro, no entanto, como era um lugar super de confiança, olharam todas as suspensões, amortecedores, molas, apertos aqui e ali.

 

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No dia 08 de dezembro trabalhamos pela última vez em 2016. Saímos dos campos gerais no Paraná e fomos ao norte do estado, onde nossos pais moram. Casamos no civil no sábado e em uma excelente churrascaria de Maringá fizemos nosso almoço com os familiares e amigos mais próximos.

 

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Ainda no sábado, fomos ao mercado e fizemos uma compra para comer na estrada, caso precisasse. O que mais compramos foi Água, Elma chips e Red Bull. o melhor de tudo foi comprar água. Compramos 6 galões de 5 litros cada da Cristal.

Editado por Visitante

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Usuários Mais Ativos no Tópico

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  • Jackson Lincoln Lopes
    Jackson Lincoln Lopes

    Obrigado!!! Tentei fazer um relato, da forma que eu teria curiosidades de pesquisar com relação a valores. Em janeiro, sairá outro se tudo der certo. Valeuuu

  • com certeza vai dá !

  • Jackson Lincoln Lopes
    Jackson Lincoln Lopes

    Trecho 4: Rosário/SF x Mendoza/MZ: 900 Km (+60Km na região)     Sexta-feira, 16 de dezembro.   Precisávamos sair cedo de Rosário, pois teríamos quase 900 km para percorrer na manhã/tarde desta

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Ei Jackson, belo roteiro e belas fotos....

 

Relato bem detalhado com os custos ........Parabens!!

 

Me diz ai, que problemas voce teve no Ibis Mendoza ? Não resolveram ?

 

O hotel é bom pra quem esta sem carro? Estou com reservas nele, e promo também com café da manha.rs..

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Ei Jackson, belo roteiro e belas fotos....

 

Relato bem detalhado com os custos ........Parabens!!

 

Me diz ai, que problemas voce teve no Ibis Mendoza ? Não resolveram ?

 

O hotel é bom pra quem esta sem carro? Estou com reservas nele, e promo também com café da manha.rs..

 

Falta terminar o relato ainda, João. Valeu!

 

Então, o Íbis Mendoza (bairro Guaymallén) fica fora da cidade, em frente ao Mendoza Shopping Plaza.

 

Sem carro, eu não sei se é uma boa. A não ser que você vai alugar um carro. Ele fica há uns 5, 6 km do centro da cidade.

 

O problema que tive lá foi que cobraram o café da manhã e eu peguei promoção inclusa.

 

Paguei, não quis discutir. Por conta de R$40,00 mais ou menos.

 

Cheguei ao Brasil abri uma solicitação no reclameaqui.com e dias depois o Ibis entrou em contato comigo me dando 2 mil pontos Accor (uma diária de 40 euros em qq parte do mundo). ::hahaha::

 

O hotel em si é bom. Padrão Íbis. Ele fica na marginal (lateral sur) da Ruta 7.

  • 3 meses depois...
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Trecho 11: Montevidéu/URU x Punta del Este/URU: 140Km

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Quinta, 29 de dezembro de 2016.

 

Saímos de Montevidéu perto das 08h00 da manhã, e seguimos rumo a Punta. Estrada boa e calma. Em nada se compara a saída de Montevideu com a saída de Buenos Aires. É como comparar uma metrópole brasileira com uma cidade de médio porte do interior.

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Essa região do Uruguai é praticamente uma planície, então, nada de subidas e descidas. Acredito que quase todo o país seja assim, pois por onde passei é assim.

 

Antes de chegar em Punta del Este, passamos em Punta Ballena, onde tem a famosa Casa Pueblo. A entrada era próximo de 70 reais por pessoa. Só passamos pela frente, tiramos umas fotos e fomos “adelante”. Os pedágios eram tranquilos e pagamos 80 pesos uruguaios em cada um deles. Eram dois.

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Chegamos em Punta perto das 11 da manhã. A cidade já estava bombando, passamos por cassinos e casas que eram verdadeiras mansões.

 

O hotel foi uma decepção a parte. Como estávamos de carro, claro que optei por hotéis que tinham garagens. Logo de cara, vi que tinha três vagas de garagens, e uma garagem uma na frente da outra, ou seja, se o dono do primeiro carro quisesse sair as 3 da manhã, teria que acordar as pessoas dos carros que estariam atrás.

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A rua, em frente ao hotel era a “garagem” para os demais hospedes do hotel. O meu carro ficou lá, na rua. Era tranquilo. Mas não achei certo. Muita movimentação e muito barulho nas ruas ali do centrão. O hotel ficava a 60 metros da praia. Localização excelente. As dependências do hotel não eram tão bacanas também. Moveis rústicos antigos, a diária foi R$500,00. Entendo que estávamos em alta temporada. Mas, achei muito fraco o hotel.

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Para falar bem a verdade, já estávamos bem cansados da viagem, mas não queríamos ficar na areia derretendo ou no mar. Pegamos e saímos a pé dar uma volta pela península de Punta del Este.

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Almoçamos em um Bob’s, onde o mesmo lanche que no Brasil era na casa dos R$25,00, lá pagamos, quase R$50,00. Durante a noite, compramos algumas coisinhas em um mercado próximo.

 

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Gastos do dia:

Alimentação – R$90,00
Pedágios – R$16,00

Hospedagem - R$502,00
Mercado – R$20,00

 

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Trecho 11: Punta del Este/URU x Novo Hamburgo/RS: 780Km

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Sexta, 30 de dezembro de 2017

Dia de retornar ao Brasil, finalmente! Dia de acordar cedo e encarar quase 800 km de estradas desconhecidas, pois nunca havia guiado pelo Rio Grande do Sul.
Nossa ideia (na realidade) era ir para Gramado e ficar por lá um dia. No entanto, vocês sabem como Gramado/RS é caro. Então, fizemos nossa base em Novo Hamburgo, região metropolitana de Porto Alegre.

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Nascer do sol em Punta del Este! Último dia em território estrangeiro de nossa viagem. (20º dia de viagem).

Saímos do decepcionante Hotel Playa Brava pela manhazinha, como saímos perto das seis da manhã, o café ainda não estava servindo, resolvemos comer no carro mesmo. Abasteci o carro porque tinha alguns pesos ainda em um posto no centro de Punta, também da Ancap. Coloquei poucos pesos uruguaios, sabia que tinha um pedágio ainda, mas ainda sobraram alguns pesos e abasteci novamente próximo a Chuy (Uruguai).

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Tranquilidade na estrada uruguaia. Diferente de parte da Argentina, aqui é obrigado a andar com capacete e colete refletivo em motocicletas.

A estrada uruguaia é muito boa, tudo plano, pista simples, no entanto, alguns lugares tinham terceira faixa, o que facilita ainda mais as ultrapassagens, pois a pista é praticamente toda em linha reta.

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Último posto Ancap (para nós né) ou seria o primeiro posto Ancap?

Não tem muito o que dizer deste dia, pois foi todo na estrada. Chegamos ao Brasil um pouco depois das nove da manhã, com uma leve garoa. Achei uma decepção a entrada (divisa dos países), apenas uma placa de divisa como as das cidades. Chegando em território nacional, parei na alfândega brasileira, achando que precisava fazer algum tramite e tal. Que nada, havia um policial fumando, e eu fui perguntar a ele se precisava fazer alguma coisa, ele só perguntou: “Gastou mais de 300 dólares?” Eu disse que não, que só trouxe uns vinhos. Ele falou, “pode seguir, jovem!” Segui.

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Fronteira entre Brasil x Uruguay (Chuí e Chuy).

Sinceramente pensava que o Rio Grande do Sul teria uma estrutura melhor em relação a estradas. Sempre pensei no estado como um dos mais desenvolvidos do país. No entanto, no extremo sul do estado até Porto Alegre, só peguei pistas simples, a exceção foi próximo a Pelotas, que peguei uma excelente pista dupla. Almoçamos em um restaurante de um posto bem estruturado, saudade de comer a comida brasileira e principalmente pelo preço. Com menos de R$30,00 comemos muito bem.

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Pista simples nos acompanhou durante 80% do caminho.

A viagem seguiu de Pelotas para Novo Hamburgo, chegando próximo a Porto Alegre pegamos outra pista dupla. A BR116 estava toda sendo duplicada, mas parece que alguma coisa estava impedindo a continuação das obras.

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Passamos pela moderna e bela Arena Grêmio. O entorno do estádio parece ser uma área de social bem baixa.

Chegamos a Novo Hamburgo próximo das 17h00. E logo achamos nosso hotel Íbis. Um adendo aqui. Este foi o melhor e mais estruturado Íbis que ficamos. Atendimento excelente, hotel parecia ser novo, amplo estacionamento. É o padrão Íbis, mas muito melhor. Adorei, e o preço ótimo.

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Íbis Novo Hamburgo - Muito bom!

Lá pelas 19h00 fomos ao supermercado BIG comprar algumas coisas e depois ao shopping Bourbon Novo Hamburgo. Comemos muito bem no shopping também por menos de R$50,00 para duas pessoas. Depois, voltamos ao hotel.

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Catedral Basílica de São Luiz Gonzaga - Novo Hamburgo/RS

Gastos do dia

Alimentação - R$84,00
Hospedagem - R$145,00
Combustível - R$103,00
Pedágios - R$22,00
Mercado - R$45,00

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Trecho 12A: Novo Hamburgo/RS x Gramado/RS: 65Km.

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Trecho 12B: Gramado/RS x Caxias do Sul/RS: 70Km

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Sábado, 31 de dezembro de 2017.

Pela manhã deixamos o a cidade de Novo Hamburgo pela BR116 e logo entramos na RS373 em direção a Gramado.
Inicialmente os planos era de ficar dois dias em Gramado, mas o alto preço dos hotéis da cidade fez com que mudássemos nossos planos, ficando em cidades próximas, como Novo Hamburgo e Caxias do Sul. Este era o 21º dia de viagem, já estávamos muito cansados. O dia amanheceu nublado e a todo instante caia uma leve garoa.
Chegando próximo a Gramado a paisagem da rodovia já mudava, serras e uma bela paisagem com flores a beira da estrada mostrava que a cidade realmente é muito bela.

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Chegamos a Gramado por volta das nove da manhã e nossa primeira parada foi no pórtico de entrada da cidade, onde tiramos algumas fotos e já tinha mais turistas fazendo o mesmo.

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Em seguida, fomos direto ao Lago Negro, que era o local mais próximo dali, como ficaríamos apenas durante o dia por lá, tínhamos que aproveitar os trajetos mais curtos. Ficamos por lá mais ou menos uma hora curtindo o local. Muita gente passeando com a família, filhos, cachorros, correndo, andando de bicicleta, enfim, fazendo varias coisas.

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Depois, fomos ao centro da cidade. Passamos pela Igreja Matriz São Pedro Apóstolo e depois fomos a famosa rua coberta. Em seguida, ali perto fomos encontrar algum lugar para almoçar. Como estávamos dentro de nosso orçamento, preferimos por comer algo mais elaborado, então fomos ao Tarantino Ristorante (italiano, já se pensando em nossa próxima viagem). Achei um lugar muito legal, ótimo atendimento mas com preços um pouco elevados. Já comi comida igual por menos de 20% do preço que pagamos. Mas é aquela, você está em uma cidade turística, atendimento personalizado, prato elaborado... vai pagar mais caro. Estávamos cientes disso.

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Começou a chover assim que terminamos de comer. Por sorte o carro estava um pouco próximo e as 14h00 já estávamos saindo da cidade. Por conta da chuva e ter que ir para Caxias ainda neste sábado, foi tudo muito corrido. Passamos em frente ao mini mundo, mas não entramos. Eu esperava um pouco mais de Gramado. Não é uma critica, mas por tudo que as pessoas e a mídia fala, esperava um pouco mais.

 

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Chegamos em Caxias do Sul próximo das 16h00. Já tinha ido a Caxias do Sul uma vez em 2013, mas de avião. Tinha obras na pista bem no último dia do ano, o que fez com que nossa chegada a cidade atrasasse. Fomos ao hotel Íbis e o GPS apontava em um local totalmente diferente, distante. Foi um parto para achar. Chovendo e cansado. Mas depois de uma meia hora vi uma placa e acabaram-se os problemas (ou não hehehe).

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Assim como em Novo Hamburgo, este Íbis era muito bom. Muito mesmo e com preço muito bom também. Próximo ao hotel tinha o Shopping Iguatemi Caxias do Sul, que pode ir andando. Tomamos aquele banho e descansamos um pouco. Quando foi lá pelas 19h fomos ao shopping, que ao seu lado tinha um Carrefour. Pensei, vamos comprar tudo ali que precisar para o resto da viagem. Aqui começou pra valer os problemas em Caxias do Sul – falta de comida!
Chegando ao shopping vimos que não tinha movimento. Estava fechado! Vamos ao Carrefour? Estava fechado. Voltamos ao hotel e as 20h saímos de carro em direção ao centro da cidade. Antes disso, tinha entrado no Facebook de umas 10 pizzarias e todas fechadas. Logo pensei, vamos ter problemas para jantar. Tivemos! Andamos muito, muito, muito. E nada. Acabamos comendo em um cachorrão de esquina, um dos piores cachorros quentes que já comi na vida, mas que felizmente saciou a nossa fome. Em um posto de gasolina compramos algumas bobeiras para comer na manhã seguinte.

Gastos do dia

Hospedagem – 105,00
Alimentação – 205,00
Combustível – 26,00
Pedágios – 14,20


Como estávamos cansados (e eu já previa isso) e saberia que o primeiro dia do ano (e ainda mais em um domingo) tudo seria fechado em qualquer lugar, agendamos para a segunda-feira, dia 02 de janeiro uma visita a vinícola Salton. Então, deixamos o domingo apenas para recuperar da viagem. Encontrar comida no dia 1º de janeiro, por incrível que pareça, foi mais fácil do que encontrar no ultimo dia de dezembro. No almoço fomos ao centro no shopping San Pelegrino e na praça de alimentação tinha apenas um restaurante funcionando, que por sinal tinha uma comida maravilhosa!!! Por lá almoçamos.
Voltamos ao hotel, já que tudo estava fechado, antes passei em frente os estádios Alfredo Jaconi e Centenário. A noite, fomos jantar na pizzaria Belgrano. Uma das melhores pizzas que já comi em minha vida. Resumindo, a fome que passamos no sábado a noite em Caxias, a exorcizamos no domingo. Em ambos locais que comemos no domingo fomos super bem atendidos e com muita qualidade nas refeições.

Gastos do dia

Hospedagem – 105,00
Alimentação – 154,00

 

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Dê mais uma chance pra Gramado. A cidade é muito gostosa, principalmente à noite. Vá em Canela durante o dia.

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Trecho 13A: Caxias do Sul/RS x Bento Gonçalves: 50Km

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Segunda-feira, 02 de janeiro de 2017.

Último dia (23º) de toda nossa viagem. Estávamos mortos de verdade. Mas, o dia ainda nos reservaria um dos momentos mais legais da viagem: a vinícola Salton.

Como de costume saímos cedo dos nossos lugares, acredito que fizemos a tática certa durante toda a viagem e nosso relógio biológico foi acostumando. Acordar cedinho para aproveitar o tempo nos trajetos, tipo, deixando os hotéis no máximo às sete da manhã quando tínhamos que viajar, principalmente quando tínhamos que percorrer grandes trajetos. Nossa intenção era ter ido na Salton ainda no sábado e ter pego a rodovia para ir embora no domingo (“ontem”). Mas não conseguiríamos chegar a tempo da última visita da Salton no dia 31/12, sábado. Como dia primeiro era fechado, ficou para a segunda, dia dois.

Pegamos a rodovia RS-453, saindo de Caxias, passando por Farroupilha e depois chegando a Bento Gonçalves. Região de serra, mas não com subidas e descidas tão íngremes, no entanto, a pista era simples e com pouquíssimas terceiras faixas, o que dificultava. Um percurso de 50km, durou mais de uma hora. Mas, estávamos sem pressa, pois chegaríamos na hora certa, as 09h00, mas começou o passeio apenas as 09h30.

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A vinícola Salton na realidade fica em um distrito industrial de Bento Gonçalves, onde tem muitos pequenos produtores de vinho e a grandiosa e famosa Salton. Bem fácil encontrar a entrada, pois tem varias placas.

Escolhemos o menu 4 passos. Não é necessário agendar. É por ordem de chegada. O enólogo Diego explicou e atendeu a todo o grupo (estávamos em umas 10 pessoas) muito bem. Conta toda a história da Salton, desde a saída dos fundadores da Itália até os dias atuais. É tudo muito caprichado na Salton. Uma pena que na época não tinha produção, eram férias coletivas aos funcionários.

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O passeio custou R$20,00 (por pessoa) e você tem uma devolução de R$10,00 caso compre algum produto na loja. É claro que vai comprar né, eles tinham sucos a partir de R$10,00 e vinhos a partir de R$19,90. Pouca diferença dos preços dos vinhos lá em relação ao supermercado. Algo em torno de economia de 5% apenas. Eles mandam para todos Brasil via frete. Claro, que aí sai mais salgado. Como estávamos de carro, colocamos mais uma caixa de vinho no porta mala. Se no início da viagem, na saída do Brasil levamos 50 litros de água, na volta, estávamos com mais ou menos 40 litros de vinhos (ou mais).

Conversei com o pessoal da Salton e dei a ideia para eles do almoço junto a degustação de vinho, não é possível um passeio espetacular desses não ter um almoço, como é praxe na Argentina e Uruguai. O mais legal de tudo da visita foi escutar tudo em português. Depois de tanto castelhano na viagem, estávamos nos sentindo em casa já, embora estivéssemos 700 km distantes de nossa casa.

Como eu tinha toda essa distancia para percorrer, não pude beber quase nada de vinha, foi uma bicadinha em cada um deles e só. Minha mulher agradeceu, pois bebeu em dobro. A PRF nunca me parou, mesmo praticamente não bebendo, estava morrendo de medo de ser parado e ser pego no bafômetro. Bebi muito água e Red Bull.

Trecho 13B: Bento Gonçalves/RS x Ponta Grossa/PR: 700Km

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Saímos exatamente ao meio dia da vinícola e chegava a nossa ultima perna da viagem, cortar o norte do RS, toda Santa Catarina e chegar aos Campos Gerais do Paraná, em Ponta Grossa, nossa cidade atual. Abasteci R$100,00 próximo a Veranopolis, paguei quase R$4,00 na gasolina naquela época, achei um absurdo. Nesse dia comemos pela estrada, compramos algo no posto que abastecemos e também tínhamos bolachas e salgadinho da comprinha em Caxias do Sul.

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Gastos do dia:

Alimentação – R$60,00.
Combustível – R$100,00.
Pedágios – R$14,30.
Compras – R$189,00 (vinhos)
Passeios – R$40,00 (R$20,00 devolvido em compras)


Bom pessoal, este foi o meu relato. Espero ter detalhado bastante como foi nossa jornada e inspirar e principalmente ajudar alguém que por aqui leia minhas palavras. Desculpe a demora em terminar o relato.

Já estou preparando a próxima viagem. Não será de carro dessa vez. Minha mulher por mais que tenha amado, disse que viajar de carro ficará para as próximas férias (2019), e nesta agora iremos para a Itália e Paris. Tenho certeza que serão 18 dias inesquecíveis, assim como foram esses 23 dias na América do Sul.

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Tenho certeza de uma coisa, foi o MELHOR investimento que fiz em minha vida. Sim, a palavra é investir e não gastar.

Um abraço a todos.

Jackson Lincoln Lopes.

 

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Parabéns pelo casamento,pela viagem e por ter gostado de Santiago. 

Não sei se viu meus posts aqui,mas todo cuidado é pouco no centro,o que tem de peruano ilegal que bate carteiras...

  • 4 semanas depois...
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Em 09/11/2017 em 15:36, Dan Wollker disse:

 o melhor tópico que já viiiiiii ... parabéns

Obrigado!!!
Tentei fazer um relato, da forma que eu teria curiosidades de pesquisar com relação a valores.

Em janeiro, sairá outro se tudo der certo. Valeuuu

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