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Olá viajante!

Bora viajar?

Myanmar (+ Malásia e Singapura) - 20 dias

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Sudeste de novo

 

Férias de 20 dias confirmadas, faltava confirmar o destino. Ásia era prioridade. Sudeste novamente ou Japão. Minutos depois de confirmar as férias fui verificar como estavam os preços pela Ethiopian. Saindo do Rio para Bangkok, não muito atraentes. Saindo de São Paulo, preços excelentes, na faixa de 700-800 USD! Do tipo que não podemos recusar! Inicialmente reservei ida e volta para Bangkok, mas sem pagar. Depois verifiquei que valia a pena ir direto para Kuala Lumpur. Malásia seria nossa porta de entrada para mais uma incursão pela região. A volta seria por Bangkok mesmo. Os trechos entre Rio e SP compramos independentemente, e a preços MUITO mais em conta do que no pacote da Ethiopian. Verifiquei preços com outras cias aéreas, mas nem dava pra comparar: os preços da Ethiopian partindo de SP eram muito mais baratos.

 

Os planos originais, novamente muito influenciados por guias Lonely Planet que tenho, eram para explorar Malásia, Singapura e Brunei. A Indonésia, logo ali perto, tbm entrou na lista de possibilidades. No entanto, minha memória da leitura de relatos da galera pela região me remetia a Myanmar. Tanto que rapidamente reverti a ideia de explorar largamente os 3 países iniciais, e incluí Myanmar no roteiro. Excluí Brunei, desconsiderei Indonésia, limitei os dias na Malásia e Singapura e reservei uns 10 dias para Myanmar. Seria o destino principal da viagem. Foi uma ótima decisão!

 

Depois de três viagens consecutivas de férias contendo praia (Caribe, Tailândia, Galápagos), dessa vez excluímos qq região praiana do roteiro. Esta viagem era para conhecer cidades e templos, muitos (e espetaculares) templos. Bagan estava na minha cabeça como o principal da viagem, tal qual os templos do Camboja estavam na viagem do ano passado.

 

A elaboração do roteiro envolveu algumas poucas idas e vindas. Inle Lake não estava no roteiro inicial. Georgetown, na Malásia estava. Com a priorização de Myanmar, um saiu e o outro entrou. Distribuímos basicamente 2 dias para cada cidade, com exceções: 1 para Malakka, 3 para Singapura e 3 para Bagan. A volta por Bangkok envolvia tbm um dia de estadia – sempre bom não dar chance para o azar chegando de avião num mesmo dia em que se parte de volta para casa. Sobrou então um dia na viagem. Algum lugar seria o felizardo de ganhar o dia adicional. Entendi que teria de ser em Myanmar. E escolhi Bagan, que já tinha 3. Mais tarde (DEPOIS da viagem) Katia reclamou do excesso de dias para templos (ahahahaha), preferia ter adicionado em Singapura. Eu não me arrependi!

 

Acho que dá para percorrer o básico do mais badalado de Myanmar em 8 dias cheios, com 2 dias para cada cidade em que fui. Muita gente faz isso, aliás. Mas isso dependerá dos interesses de cada um. Quem não curte templos, não vejo sentido em ir a Bagan, por exemplo.

 

 

Roteiro resumido pelas cidades:

Dias 1/3 – Kuala Lumpur

Dia 4 – Melakka

Dias 5/7 – Singapura

Dias 8/9 – Yangon

Dias 10/11 – Inle Lake

Dias 12/15 – Bagan

Dias 16/18 – Mandalay

Dias 18/19 - Bangkok

 

Quando

Foram 20 dias em Março de 2017, partindo no dia 12 e retornando dia 1 de abril.

 

 

Onde ficamos:

 

[Cidade – hotel – diária]

Kuala Lumpur - Hotel Petaling – 63 MYR

Melakka - Jalan Jalan Guest House – 70 MYR

Singapore - 5footway.inn Project Bugis – 74 SGD

Yangon - Backpacker (Bed & Breakfast) – 25 USD

Inle Lake - Sweet Inn – 25 USD

Bagan - Sky View Hotel – 32 USD

Mandalay - Hotel Venus – 19 USD

Bangkok - Thara House – 700 THB

 

Recentemente nós temos diminuído nosso padrão para hotéis baratos. Mas foram todos tranquilos, conforme esperado. Aliás, os hotéis de Myanmar nos surpreenderam positivamente, no geral. O guerreirão de Kuala Lumpur, em Chinatown, foi tranquilo tbm. Enfim, buscamos sempre ficar num lugar barato e bem localizado. Exceção única foi Bagan, onde preferi um lugar mais bem transado. Em Bagan nós circulamos de moto elétrica, então a localização não importava tanto. E o preço do Sky View estava ótimo para o tanto que ofereceu! Todos foram reservados via booking.com.

 

O de KL é guerreiro – hospedar-se em hotel barato de Chinatown é sinal de busca pelo guerreirismo! O de Melakka foi só uma noite, numa boa. De Singapura era bem micro, conforme havia lido, mas nos atendeu na boa também.

 

Como disse, as hospedagens que nos surpreenderam – positivamente – foram as de Myanmar. O de Yangon, apesar da entrada estranha (uma escadaria), foi ótimo custo-benefício. O de Inle ficava à beira-rio, com atendimento muito cordial de todos (nos deixaram fazer check-in de manhã cedo e até tomar café). O de Bagan é o campeão da viagem, embora isso já fosse esperado. Sem palavras o fato de nos deixarem entrar e dormir às 4 da matina, tomar café da manhã, e tudo isso antes do horário que começa a diária. Tudo isso além da extrema prestatividade e cordialidade de todos. Em Mandalay, outro campeão de simpatia e atendimento, mesmo sendo mais guerreiro que os demais. Em todos eles a Internet era falha, mas nada muito longe do padrão Brasil. Em todos eles nos forneceram xampu e sabonete. Em alguns nos forneceram tbm escova e pasta de dente (!). Todos os hotéis de Myanmar foram fechados em USD, mas pagos em kyats. Taxas de câmbio variavam pouco.

 

O de Bangkok era guerreiro, também dentro do esperado.

 

 

Os transportes:

Dessa vez tomamos muito menos voos (em relação à viagem do ano anterior). Somente de Singapura para Myanmar e de lá para Tailândia. Nesse ponto, gastamos bem menos. Dentro de Myanmar, usamos os ônibus. Tomamos as precauções devidas (levei um casaco!) e foi tudo tranquilo. E barato. Comprávamos as passagens nos hotéis mesmo, logo que chegávamos.

 

[Rota – cia aérea – valor pp]

 

Por ar:

Rio – SP – Rio – Gol – 232 BRL

SP – KL / Bangkok – SP – Ethiopian Airlines – 800 USD

Singapura – Yangon – Jet Star - 114 SGD

Mandalay – Bangkok – Air Asia – 74 USD

 

Por terra:

KL – Melakka – 10 MYR

Melakka – Singapura - ??

Yangon – Inle Lake – Famous – ??

Inle Lake – Bagan - ??

Bagan – Mandalay – OK Express - 9 KMMR

 

[não anotei e não me lembro dos preços que faltam, mas não eram muito diferentes dos concorrentes]

 

 

Orçamento:

[Exclusive passagens aéreas]

 

[País – estimativa USD/dia – realizado]

Malásia - 50 – 70 (Fomos numas atrações bem caras por lá, e a cerveja tbm é cara)

Singapura – 100 – 90 (Singapura é Primeiro Mundo na região)

Myanmar – 50 – 40

Tailândia – 50 – 70 (exclusive tatuagem, mas inclusive pequenas compras; algumas esbanjadas contribuíram para o estouro)

 

 

Viajar leve:

Dessa vez, sem necessidade de levar apetrechos de praia, decidi que viajaria ainda mais leve. Quando viajamos somente levamos (e trazemos) mochilas de mão, pequenas mesmo. Menos de 7kg. Dessa vez eu levei somente a minha mochila de ataque. Katia levou uma um pouco maior, mas com muito espaço sobrando. Foi mais que suficiente para o nosso estilo. Cada um viaja do jeito que acha melhor. Nós preferimos não carregar peso.

 

Dessa vez levei um casaco leve, que bastou para mim. Serviu para o gelado busum overnight entre Yangon e Inle (mas sob cobertor). E serviu para as manhãs frias em Inle e as madrugadas (para ver o sol nascer) em Bagan, sobretudo por andar de motinha naquelas horas. Novamente levei repelente e não usei dia algum.

 

Chinelos: pra mim, imprescindíveis, sobretudo para Bagan. Eu diria que Malásia e Singapura pode ser de tênis. Myanmar e Tailândia, chinelos.

 

large_bagagem.jpg

Esta era toda a minha bagagem

 

 

Loooonga ida:

Os voos da Ethiopian ganharam uma escala no Togo. Como nosso destino final era Kuala Lumpur, isso ensejou uma longa rota de ida. Nada menos que 5 voos até chegar lá. Rio – SP – Togo – Etiópia – Tailândia – Malásia. Sendo que Togo e Tailândia foram escalas. A volta era um voo a menos, pq partimos da Tailândia. Sem problemas. O sabor do preço pago supera essa adversidade. Até pq o longo voo, ou mesmo o fuso, não nos impede de chegar e já partir para desbravar o lugar. Sem essa de descansar!

 

 

Por que Myanmar?

Devo dizer que tinha basicamente três referências de lá:

1 - A deliciosa HQ “Crônicas Birmanesas”, de Guy Delisle;

2 – Um amigo chileno que fizemos em nossa viagem pela Índia, que nos contou maravilhas dos templos de lá (presumo que ele tivesse falado de Bagan, mas não me lembro exatamente), a ponto de não se impressionar com os estupendos templos de Khajuraho; (mesmo maravilhado por Bagan, sigo maravilhado também com Khajuraho, e mais ainda com os templos do Camboja)

3 – Os relatos que li no ano anterior de diversos mochileiros que estiveram por lá (eu buscava relatos da Tailândia, Laos e Camboja, mas Myanmar aparecia com alguma frequência).

 

Aliás, devo dizer que os relatos da galera que esteve em Myanmar são ótimos. Agradeço a cada um deles. Li várias vezes antes e durante a viagem. E uma vez mais depois. Juntei tudo num mega texto e mandei pro kindle. A todos vcs que foram ao Myanmar e aqui deixaram seus relatos (adoro narrativas!), meu muito obrigado.

 

------------

Um resumo fotográfico (boa parte das fotos que estão neste post eu tirei de lá) dessa viagem pode ser visto aqui, no blog da Katia:

http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2017/05/resumao-fotografico-da-viagem-de-ferias.html?_sm_au_=icVrGZqnt04GkpGG

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Dia 19 - Bangkok

 

Às 5 já estávamos de pé novamente para o tour ao mercado flutuante. Último dia de viagem! Explorar cada minuto é a ordem! Check-out, café rápido e partiu pro passeio. Da outra na cidade vez eu dispensei esse passeio, desta vez Katia insistiu pra ir. Lá estávamos 7am na agência que fechamos. Tínhamos fechado por 300 e depois vi promoções por 250. É a vida.

 

No mercado flututante nós fizemos o passeio de barco a remo (150 cada). Foi ok. O passeio é para quem quer comprar (afinal, é mercado), e também para quem quer observar. Só observamos, não compramos nada. O passeio dura 30 min. Depois ficamos andando pelo mercado. E aproveitamos para saborear novamente uma deliciosa manga com arroz e leite de coco. Adoro!

 

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Mercado flutuante de Damnoen Saduak

 

 

Na volta, ficamos de bobs pela KS. Fizemos um almoço relax, depois uma massagem (não rolaria de noite, então tivemos de adiantar!). Depois pegamos um barco pra o Asiatique. Não sabia bem o que era exatamente o Asiatique, mas na verdade é um shopping a céu aberto, tipo Downtown e tantos outros. Então foi para quebrar a regra de “shopping não” da viagem! Curtimos o fim de tarde por lá, rodamos de roda gigante, comemos, bebemos. Despedimo-nos de Bangkok, da Ásia e da nossa viagem.

 

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Asiatique

 

 

Pegamos um taxi de volta para a KS. Tomamos cervas saideiras por lá, pegamos as mochilas e partiu aeroporto. Longo périplo até a volta!

 

 

Bônus 1: nem eu sabia, mas na hora do check-in a Ethiopian me avisou que tínhamos direito à sala vip da Thai Airlines em Bangkok. De fato! Viva!! Esquema patrão 1!

 

Bônus 2: o voo da Etiópia para São Paulo estava cheio, então começaram a dar upgrades. Fui agraciado com um upgrade para a 1ª classe, uau!! Katia não, ahahaha. Surreal isso de separarem passageiros de uma mesma reserva, mas é pq eu tenho alguma categoria da Star Alliance que me deu esse direito. Esquema patrão total 2!!

 

E assim foi mais uma viagem desbravando novos lugares pelo mundo!

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Breve considerações gerais e aleatórias

 

O que levar? – Levei quase nada. Algumas roupas de baixo, algumas poucas camisas leves, uma bermuda, casaco leve (para os ônibus noturnos em Myanmar) um par de chinelos e coisas de banheiro. Ponto final. Mochila de mão foi vazia. Espero seguir sempre assim. Claro que isso enseja dar uma lavada nas roupas, o que pode ser feito facilmente na hora do banho de noite (desde que tenha tempo, e clima, para secar).

 

O que calçar? - Ano passado eu me arrependi de levar calçado fechado. Foi praticamente inútil, só usava mesmo pra aliviar peso da mochila nas viagens. Fora isso o chinelo dava conta dos lugares. Dessa vez usamos muito mais os tênis. Chinelos foram a lei em Myanmar, é verdade (em Bangkok também). Mas Singapura e Malásia nós saíamos calçados mesmo. Portanto a mochila de viagem tinha um par de chinelos. E tênis nos pés.

 

O que beber? – Ásia para mim é nescafé gelado em latinha, ahahah. Ou os genéricos. Mas dessa vez também rolou 100plus e um refri de lichia de Myanmar que achei ótimo. Cerva geralmente gelada em Myanmar. Tailândia é geralmente mais quente.

 

Câmbio - Minhas notas velhas de USD foram recusadas na Malásia em várias ocasiões (mas não chega a ser tão ruim como na Argentina, por exemplo), e nenhuma nota (velha!) foi recusada em Singapura. Eu enxergo isso como uma das diferenças entre países não desenvolvidos e desenvolvidos. Nenhum problema com notas de euros em Myanmar (mas levei notas novas e boas). Ao chegar em Yangon, pesquise os valores em cada uma das cabines – eles variavam de uma para outra e as cabines era uma do lado da outra. Sugiro fazer o câmbio todo por lá, foi o melhor que vi para euros em toda a viagem (mas não fiquei procurando mais casas de câmbio, era só quando batia o olho em alguma cotação). Casas de câmbio nos arredores da Khao San, em Bangkok, não trocam valores quebrados, não dão troco. Ou seja, se vc tem 100 e quer trocar só uma parte disso, não consegue.

 

Myanmar - População é pobre, muito pobre. Foram décadas de ditaduras militares estúpidas. A população é magra majoritariamente. Pode ser uma percepção injusta, mas sempre que vi mais gordinhos, pareceram mais abastados. Lembra muito os relatos da Coreia do Norte nesse sentido.

 

Brasil, Neymar - Outra coisa que notei nessa viagem foi de como o Neymar conseguiu recolocar um nome brasileiro no espectro mundial. Até a viagem à Índia, em 2014, as pessoas ainda citavam ex-jogadores como referência: Ronaldo, Ronaldinho, Kaká, Romário. Raríssimas vezes ouvi referências ao Neymar desde então. Agora mudou. Falou Brasil, respondeu Neymar.

 

Betel em Myanmar – É aquela cusparada vermelha pelas cidades de Myanmar. Vimos lugares com placas de “no spitting”. Vimos pessoas com dentes e boca vermelhos. Esteticamente nada bonito, ao menos pra mim. Nem provei. Vai que eu gosto daquilo?

 

Música da viagem: Lorelei – Theatre of Tragedy. Toda vez que pensava em Mandalay, essa música vinha na minha cabeça. Não tem nada a ver, são coisas estranhas do subconsciente.

 

Relatos - Li os relatos da galera do mochileiros.com antes e durante a viagem. Mandei pro kindle, fui relendo e consultando. Acho saboroso reler relatos depois de viver o lugar. Os relatos são, em geral, excelentes.

Meu muito obrigado a quem escreve e posta relatos de viagem por aqui!

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