Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Tailândia - 10 dias - Maio/2017 - Chiang Mai, Railay, Koh Phi Phi e Bangkok


Posts Recomendados

  • Membros

Olá!

 

Quem está pesquisando sabe que já tem MUITA informação sobre a Tailândia na internet e foi através delas que organizamos nossa viagem. Apesar do risco de ser repetitiva, acredito que a melhor forma de agradecer pelos relatos é contribuindo com as minhas impressões. Viajei em casal por 10 dias, em maio de 2017, pelas cidades de Chiang Mai, Railay, Koh Phi Phi e Bangkok. Se tiverem alguma dúvida podem postar, ficarei feliz em tentar ajudar.

 

De modo geral, achei que é um país muito tranquilo, com uma infraestrutura bacana para turismo e pessoas muito cordiais e em nenhum momento me senti insegura. Acredito que é um país tranquilo pra viajar sozinho ou com conhecimentos apenas básicos de inglês. E fora a passagem aérea, os gastos são bem menores que outros destinos.

 

Compramos chips 4G no aeroporto de Bangkok, no andar do desembarque, foi muito prático ter internet o tempo inteiro, sem depender de wi-fi. Contratamos o pacote da TrueMove de 7 dias, 2.5GB, por ฿400. Pegou super bem, mesmo nas ilhas.

 

IDIOMA

Embora o Tailandês continue ininteligível pra mim ::mmm: , a comunicação foi tranquila. Muitos profissionais do turismo como guias, taxistas ou funcionários do hotel falam inglês, embora o sotaque carregado possa ser um pouco difícil de entender. E quando as pessoas não falavam inglês, todos se esforçavam e a comunicação acontecia. Era bem comum ter fotos no cardápio, por exemplo, e nas lojas eles usam muito a calculadora para mostrar o preço. Se você não souber inglês muito bem, mas souber desenrolar algumas frases básicas, acho que consegue levar numa boa.

 

GASTOS

Em comparação com o Brasil, as coisas eram bem baratas. Fora hospedagem, passagens aéreas e alguns passeios, levamos U$ 1.000 para gastar e foi o suficiente. Claro, vai depender do seu perfil de consumo. Se você comprar bastante na 7 eleven e comer em lugares mais baratos, vai gastar menos. Em compensação, se quiser beber todos os dias, provavelmente vai gastar mais, pois a bebida alcóolica é um pouco mais cara, principalmente nas praias.

Fizemos câmbio em vários lugares diferentes, e as melhores cotações foram no aeroporto de Bangkok e Khao San Road, cerca de ฿34,40 e a pior foi nas praias, cerca de ฿32,30.

 

HOSPEDAGEM

Reservamos toda a hospedagem do Brasil mesmo, através do hoteis.com (estava mais barato que o booking) e gastamos R$ 1.164,97 com 9 diárias em uma mistura de hotéis caros e baratos. Não chegamos a ver se seria mais econômico não reservar, optamos pela comodidade de já ter um lugar certo pra ir. Ao longo do relato, falarei mais sobre cada hotel.

 

DESLOCAMENTOS

O mais caro da viagem realmente é a passagem aérea. Compramos as nossas por R$ 2.380 pela Ethiopian Airlines, saindo de São Paulo. O voo é longo (cerca de 26h), mas dá pra aguentar tranquilamente. Recomendo a companhia aérea, os aviões eram bacanas e o serviço de bordo de qualidade. Lembrando que a Ethiopian é membro da Star Alliance, então você pode pontuar uma quantidade bacana de milhas em um programa parceiro, como a Avianca, TAP ou United Airlines.

 

Internamente, fizemos três trechos aéreos pelo total de R$ 469,50 por pessoa, com a passagem comprada ainda no Brasil. Certamente é mais barato viajar de ônibus ou trem, mas não achei que o preço compensava o sofrimento. Se quiser economizar, fiquem de olho em promoções e pesquisem em outras companhias como a Bangkok Air, Nok Air, Thai Smile Airways e Lion Air. Dá pra pesquisar também nesse agregador https://12go.asia/en.

 

Nós fizemos Bangkok>Chiang Mai e Krabi>Bangkok pela Thai Airways e Chiang Mai>Krabi pela Air Asia e foi tudo normal. Uma vantagem da Thai Airways é que ela também é membro da Star Alliance e dá pra pontuar.

 

Lembrando que no caso das low cost, como a Air Asia, a política de bagagem é diferente. Pra evitar pagar um excesso de peso caríssimo, na hora de comprar as passagens nos já compramos um adicional de bagagem e ficou bem em conta. Observem também que em Bangkok tem dois aeroportos e as companhias low cost operam somente no Don Muang. No nosso caso, ao voltar pra Bangkok demos preferência a uma companhia que operasse no Aeroporto Suvarnabhumi, pois li que ele era mais bem estruturado.

 

Em Bangkok e Chiang Mai nos deslocamos de Uber e Taxi. Se você for pelo taxímetro é muito mais barato, mas, mesmo sem - naquela exploração básica do turista ::bruuu:: - o preço é ótimo se comparado com o Brasil. Entre as ilhas, nos deslocamos de Ferry, com o bilhete comprado no dia anterior mesmo, tem muitas lojinhas vendendo e o preço era tabelado. Do píer para o aeroporto usamos o serviço de minivan (shuttle bus), mais barato que táxi.

Por exemplo (preços por pessoa):

 

* Aeroporto de Krabi > Ao Nang: Shuttle Bus (40min) – ฿ 150,00

* Píer de Ao Nang > Railay: Long Tail (20min) – ฿ 100,00

* Railay > Koh Phi Phi: Ferry (2h) – ฿ 400,00

* Koh Phi Phi > Krabi: Ferry (2h) – ฿ 350,00

* Píer de Krabi > Aeroporto: Shuttle Bus (20min) – ฿ 150,00

 

TOURS

Em todos os lugares que fomos, havia uma imensa variedade de passeios, para todos os gostos e bolsos. A maioria deles dá pra contratar até na véspera, como foi o caso dos nossos passeios para Chiang Rai (฿700,00 por pessoa), Hong Island (฿1.600,00) e Ayutthaya (฿550,00). Esses foram tours compartilhados, então ter muita gente nos lugares é uma certeza. Se você puder optar por passeios privados, mais carinhos, tente organizar o dia para visitar os lugares no contrafluxo da programação.

 

Alguns passeios nós reservamos e pagamos do Brasil, pois são bem mais concorridos. Foi o caso do Elephant Nature Park (฿2.500), Maya Bay Sleep Aboard (฿3.500) e Thonburi Food Tour (฿1.800). Você percebe que os valores são bem acima do normal para Tailândia, mas, todos eles trouxeram algo diferenciado, que, em nossa opinião, valeu a pena.

 

No roteiro falarei mais de cada um, mas já destaco o Thonburi Food Tour como um ponto alto da viagem: foi um passeio pela região do Thonburi, com foco em experimentar a culinária local. Foi uma experiência ótima e muito autêntica, provamos comidas muito saborosas e conhecemos uma região mais antiga de Bangkok, parece que você voltou no tempo. No site você vê mais detalhes e pode conhecer outras opções de tours da empresa: http://www.bangkokfoodtours.com/thonburi-food-and-canal-tour/

 

CLIMA

Quem viaja em Maio sabe que é o clima é uma roleta russa, pois é o começo da época das Monções, havendo sempre um risco de chuva. Apesar de termos sido recepcionados em Chiang Mai com um temporal daqueles (até energia faltou no hotel :shock: ) o resto da viagem foi com pouca chuva. Em Koh Phi Phi, por exemplo, só choveu um pouco à noite e em Bangkok tava um sol do capeta :P !

A exceção foram os dias que estivemos em Railay, onde o tempo estava meio feinho, um pouco nublado e com pancadas de chuva, inclusive um temporal rápido quando estávamos em um passeio por Hong Island. Mas mesmo sem aquele solzão bonito, deu pra aproveitar a beleza do lugar.

 

Vou tentar aproveitar que está tudo fresquinho na cabeça e descrever logo o nosso roteiro e as impressões dos lugares que visitamos. Lá vem textão! ::lol4::::otemo::

  • Obrigad@! 1
Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 2 semanas depois...

  • Membros
Acompanhando! :)

uma pergunta: vc comprou sua passagem de ida/volta com quanto tempo de antecedência?

E foi por internet ou em alguma agência? Se foi pela internet, qual foi o site?

Obrigada

 

Oi!

Comprei pela internet mesmo, pelo site da decolar, estava mais barato que direto no site da Ethiopian.

 

Comprei no início de janeiro, quando apareceu uma promoção.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros

DESEMBARQUE e IMIGRAÇÃO

Já que quem tá na chuva é pra se molhar, optamos por emendar a chegada na Tailândia com um voo para Chiang Mai, já que esse seria um dia meio perdido por conta do jet lag, achamos melhor gastá-lo com deslocamentos. Chegamos de 13h30 no Aeroporto de Suvarnabhumi e embarcamos para Chiang Mai de 17h20, dando tempo de respirar, fazer a imigração, pegar bagagem, fazer câmbio e comer a primeira refeição Tailandesa.

 

A imigração foi rápida, não fizeram nenhuma pergunta, só conferiram os documentos. Só não esqueçam de passar primeiro no balcão do Health Control, onde eles conferem seu certificado de vacina de febre amarela e carimbam o papelzinho de entrada que eles distribuem no avião. Lembrando que no final da viagem vão te pedir o canhoto desse documento.

 

CHIANG MAI

 

Do aeroporto de Chiang Mai para o hotel optamos por contratar uma corrida de táxi fixa, dentro dos stands no aeroporto, ao custo de 150B, pois eu tinha lido que pelo taxímetro era quase a mesma coisa. Fomos recepcionados com uma chuva torrencial em Chiang Mai, que até energia faltou, mas que por sorte foi embora logo.

 

Optamos por uma hospedagem mais baratinha e ficamos no Chowdhury Home, no centro histórico de Chiang Mai. Três diárias custaram R$ 234,33, com café da manhã. Embora simples, o hotel era muito confortável e os funcionários simpáticos, não tenho do que reclamar (o banheiro podia ser melhor, mas, estava ótimo para os padrões da Tailândia, hahaha). A localização também era ótima, deu pra ir andando ver o Sunday Market.

 

Só tínhamos dois dias na cidade e a prioridade era conhecer o Elephant Nature Park e fazer um bate-volta em Chiang Rai, para conhecer o White Temple e a Black House. Com isso, acabamos não visitando os templos de Chiang Mai. Escolher é perder, afinal.

 

Se você quiser fazer qualquer tour que envolva elefantes, não posso deixar de recomendar que se pesquise bem, pois a maioria dos ditos “santuários” não cuida bem dos animais. Se eles estiverem fazendo truques, acrobacias ou carregando pessoas nas costas as chances de que eles estejam sendo maltratados é imensa. Com isso em mente, optamos por visitar o Elephant Nature Park, pois foi o que mais sentimos confiança em um trabalho sério.

 

Foi um dia super agradável, eles nos pegaram pontualmente no hotel e cumpriram toda a programação descrita no site: alimentar os elefantes, interagir com eles pelo parque, ajudar no banho, etc. Eles serviram um almoço vegetariano e um lanchinho a tarde. Também tem uma lojinha, onde você pode comprar lanches ou lembrancinhas.

 

O parque tem diversas opções de passeio, nós escolhemos a mais básica, de passar um dia na sede. Existe a opção de dormir uma noite ou de ser voluntário por 7 dias, eu não faria, acho que um dia é suficiente pra conhecer o lugar.

 

DSC01410_Easy-Resize_com.jpg.f373ecee73145c543d600ff6db870a70.jpg

 

À noite, fomos para o Sunday Market, praticamente na esquina do hotel. Vou confessar que não achei tanta graça, é uma feirinha de artesanato como tantas outras, com todo tipo de bugiganga para turistas. Se eu voltasse lá, iria no Night Bazzar, que não tive oportunidade de conhecer. Na mesma rua, conseguimos contratar em uma agência o passeio para Chiang Rai, no dia seguinte, por 700B cada um. Tem várias opções de tour, você pode ir, por exemplo, pra Chiang Rai e o Golden Triangle por 900B.

 

No dia seguinte, a minivan nos pegou bem cedo no hotel e partimos para Chiang Rai, a umas 2h de distância. Foi engraçada a nossa surpresa ao entrar na van e perceber que todo mundo era chinês. Sorte que a guia falava inglês e não nos deixou no vácuo. No caminho, tem uma paradinha na 7 eleven.

 

A primeira atração foi o Templo Branco, criação de um renomado artista local. É uma obra em andamento e ainda vai levar anos para estar concluída. Confesso que pelas fotos eu achei que era um lugar maior, mas, ainda assim é muito lindo (e, claro, muiiito quente). O chato desses passeios coletivos é que todos fazem a mesma programação, então você tem que dividir a experiência com outras centenas de pessoas, o que diminui o impacto do lugar.

O almoço incluso no passeio foi em uma praça de alimentação ao lado junto com várias outras grupos.

 

Em seguida, fomos para a Black House, é um grande terreno de propriedade de um artista Tailandês com várias obras espalhadas. Ele se utiliza muito de carcaças de animais e referências da cultura local para criá-las. Achei bem bacana e legal pra dar uma variada dos templos. Por fim, o grupo se dirigiu para a tribo das long neck, que não estava incluso no passeio, custava 200B a mais. Não sei dizer se é legal pois optamos por aguardar na van, este tipo de turismo não faz muito nosso estilo.

 

No dia seguinte, o nosso voo para Krabi era bem cedo então já deixamos um Uber programado para às 5h20. Deu tudo certo e foi baratinho, recomendaria.

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros

KRABI

 

Descemos no aeroporto de Krabi para iniciar o deslocamento para a península de Railay. Assim que você chega no saguão vai ver pessoas vendendo por 150B um serviço de shuttle bus para o píer de Ao Nang. A viagem durou uns 30/40min e foi tranquilo. No píer de Ao Nang compramos a passagem de long tail para Railay por 100B e saímos de imediato. O caminho foi rápido e com algumas ondas, então você pode se molhar um pouco. Para descer em Railay tivemos que pisar na água, então recomendo usar um sapato fácil de tirar.

 

Railay é um lugar muito pequeninho e linda, tem um clima muito gostoso . Tem bastante opção de restaurantes para comer, com todos os tipos de preço. É um lugar mais calminho, não tem aquela badalação toda de Koh Phi Phi, mas é muito aconchegante.

 

Tem hospedagem para todos os bolsos, do lado West é um pouco mais caro por que é o lado que tem a praia mesmo. De cabeça, lembro do Rayavadee Resort (o melhor e caríssimo), o Sand Sea Resort e o Railay Bay Resort e Spa (parecidos em termos de estrutura). Do lado East é o píer e a praia é tipo um mangue, não dá para nadar, por isso tem opções de hoteis mais barato, mas com boa estrutura, é muito próximo do lado West, então pode ser uma ótima opção para o orçamento!

 

Nós optamos por ficar do lado West, no Railay Bay Resort, e investir um pouco mais pra curtir a vista (R$ 226,07 a diária). Ficamos bem satisfeitos com a estrutura e o atendimento. É claro que não dá pra comparar com os resorts brasileiros, que oferecem muito mais conforto, mas pelo que observamos, o padrão Tailandês é diferente, não dá pra querer a mesma experiência.

 

Em Railay tem muitas coisas legais para fazer, como escalada e trilhas. As praias de lá também são muito bonitas, adoramos Phra Nang Beach. Também tem muitos passeios que se pode fazer partindo de Railay, entre os mais famosos, li que o tour de Hong Island era o mais legal, então foi a nossa opção. Entramos em um tour compartilhado por 1.300B, mais 300B de taxa. Por ser baixa estação, apesar de lotados, os lugares não estavam insuportavelmente lotados, mas, com toda certeza, você vai ter uma experiência melhor se fizer um passeio privado e tentar ir no contrafluxo, pois todas as agências fazem o passeio na mesma ordem.

 

O passeio foi ótimo e é tudo muito lindo. São três paradas em algumas ilhotas, com bastante snorkel. O almoço servido estava bem gostosinho. Infelizmente só passamos pelo Lagoon, sem parar, por causa do mau tempo. O dia estava um pouco nublado e já na última ilha caiu um temporal, mas ainda bem que estiou a tempo e retornamos na hora prevista sem transtornos (quem mandou viajar em maio? ::mmm: )

 

KOH PHI PHI

 

Em Railay é super fácil de comprar a passagem de ferry para Koh Phi Phi e o preço era tabelado em 400B. A viagem dura umas 2h e é tranquila, o barco é confortável e dá pra ir em cima ou embaixo, no ar condicionado. No píer de Koh Phi Phi você precisa pagar 20B para entrar e é lá que você pode encontrar gente do seu hotel para te levar de graça em um barquinho até eles (o que só descobrimos depois de andar muito, claro ::lol4:: )

 

Koh Phi Phi dispensa apresentações, é um lugar incrível, de onde se fazem passeios para lugares belíssimos como a famosa Maya Bay. A ilha tem um clima bem descontraído e muitas opções de barzinhos, restaurantes e festas.

 

A escolha de hospedagem vai depender muito do seu perfil. Tem os resorts de Loh Dalum, que ficam em uma praia mais legal e são famosos pelas pool partys e por ter mais badalação. Tem os hotéis mais perto do píer e das ruas comerciais, que não são a beira mar. Tem opções de resorts em long beach, que pela distância são mais isolados e tem um clima mais família. É uma praia lindíssima, mas você não consegue ir andando a noite curtir um barzinho no centro da ilha, por exemplo. E tem a região entre a parte do píer e long beach, que foi onde nos hospedamos.

 

Ficamos no Arayaburi Resort (173,74 a diária). Fica a uns 15min andando do píer, mas eles oferecem um translado gratuito de barquinho, em alguns horários do dia. Ele fica em uma parte mais alta da ilha e não foi muito prejudicado pelo tsunami, então dá pra ver que ele tem uma estrutura mais antiguinha. O quarto era bacana, mas a área da piscina estava meio caída. De lá até long beach tem uma trilha de uns 30min, é bem legal, mas tem umas partes meio íngremes e no barro.

 

O passeio que optamos por fazer lá foi o Maya Bay Sleep Aboard, ele custa bem mais que outros tours (3.500B), mas achamos que compensou por tudo que ele entrega. Os guias são muito atenciosos e se esforçam pra que seja tão divertido e confortável quanto possível. Não vou detalhar muito por que já tá cheio de relatos aqui, a minha opinião é de que se o objetivo é unicamente ver Maya Bay mais vazia, um long tail privado de manha cedo é suficiente para garantir esse resultado (ao menos na época em que fomos). Mas, se o que você quer é justamente todo o pacote aventura, a experiência é incrível e divertida, é só ir preparado para os perrenguinhos de não tomar banho e não ter uma dormida lá muito confortável. Nós dormimos na parte de cima, que tinha uma parte coberta, e foi nossa sorte, pois choveu de madrugada e quem estava no teto teve que descer correndo para o convés.

 

De Koh Phi Phi voltamos direto para o aeroporto de Krabi. Compramos uma passagem de Ferry por 350B para o Klong Jilad Pier, em Krabi Town. Eles oferecem também um translado do píer para o aeroporto por 150B, não compramos por que achamos que dava pra negociar lá mesmo, mas, quando chegamos vimos que o Píer tinha uma estrutura péssima e acabamos comprando pelo mesmo preço, só que de um dos caras que ficam lá oferecendo transporte. No fim da contas, todos acabam entrando na mesma van, mas acho que teria me sentido mais segura de comprar o bilhete já no barco mesmo.

 

DSC01770_Easy-Resize_com.jpg.6e347e772bbd3d1bf4acaec7779c40ab.jpg

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • 3 semanas depois...
  • Membros

BANGKOK

 

Pegamos um taxi do aeroporto para a Rambuttri e acabamos pagando 500B. Certamente o custo devia ser menor, mas estávamos tão cansados que não quisemos negociar muito. Na volta, contratamos em uma agência um serviço de van, por 130B por pessoa.

 

Ficamos hospedados na Rambuttri Guest House (R$ 101,58 a diária e eles pediram uma caução de 500B, devolvidos no final). É um hotel muito simplesinho, o banheiro é meio chato, por que não tem a área do box (um padrão que se repetiu muito por lá), mas não posso reclamar de nada, deu tudo certo.

 

Se eu pudesse voltar atrás, acho que eu não me hospedaria na região da Khao San Road. Achei que a rua é bastante legal e vale com certeza a visita, além de ser prático ter um monte de opção de lazer bem ao lado do hotel, mas, no nosso caso, acho que essa comodidade se transformou um pouco em comodismo e acabamos explorando mais o que tinha por perto, ao invés de ir pra lugares diferentes. Hoje, acho que me hospedaria em algum lugar próximo ao Sky Train.

 

Por exemplo, um lugar que acabamos não indo, mas que eu fiquei com muita vontade de conhecer são os barzinhos da Phra Atit Road, é bem perto da Khao San Road, ficam na beira do rio e parecem ter uma vibe bem interessante, mais local.

 

Nos três dias que ficamos por lá fizemos os passeios básicos, uma visita ao Grand Palace (lindo, mas insuportavelmente lotado e quente) e ao Wat Pho, um day tour por Ayutthaya em van compartilhada (550B por pessoa) e um passeio pelos shoppings MBK, Siam Paragon, Siam Discovery etc.

 

Mas o ponto alto de Bangkok com toda certeza foi o Thonburi Food Tour (R$ 341,68 por pessoa, fazendo a reserva pelo site deles http://www.bangkokfoodtours.com/thonburi-food-and-canal-tour/ ). Essa agência tem vários passeios que misturam turismo com gastronomia. O que escolhemos foi explorar a região do Thonburi, um bairro mais antigo e que conserva um pouco do ritmo da Bangkok de antigamente. Fizemos uma parte a pé mesmo, circulando por mercados, templos e restaurantes locais e outra parte de long tail, para percorrer a parte dos canais.

 

Achei incrível, foi o passeio onde me senti menos turista e que mais deu pra interagir com as pessoas e provar muitas coisas deliciosas e diferentes. A guia era uma simpatia, nos explicou tudo com muita paciência. O bairro também é muito gostoso, um clima mais relax, menos de cidade grande e cheio de coisas bonitas para ver e fotografar. Aprovadíssimo!!

 

DSC01890_Easy-Resize_com.jpg.e1c5c0258a21815d23cef1f7a1554a0a.jpg

 

DSC01871_Easy-Resize_com.jpg.ed4a5912552623910bd16c2dbbb77be6.jpg

 

DSC01797_Easy-Resize_com.jpg.48900662af514e7851f43b9c24a3dfe2.jpg

 

Então é isso, pessoal. Obrigada por acompanharem até aqui, acabei resumindo beeem algumas partes por medo de não ter fôlego pra ir até o fim, mas fiquem sempre a vontade pra perguntar/comentar qualquer coisa. A Tailândia foi incrível pra gente e espero que também seja pra vocês! Beijo!

Link para o post
Compartilhar em outros sites
  • Membros
Muuito bom seu relato lais. Sua riqueza de detalhes me ajudou bastante. Uma dúvida: esses mil dólares que vc disse até ter sobrado é por pessoa ou pro casal?

 

 

Obrigado!!

Foi mil doláres pro casal, mas lembrando que isso não inclui a hospedagem, os trechos aereos e os dois passeios mais caros, que já haviamos pago no Brasil.

Esse valor foi o que gastamos com taxi, alimentação (alguns restaurantes mais legais e outras vezes comida de rua), passeios mais comuns (sem tour privado nas praias) e algumas comprinhas. Nós não economizamos demais, mas também não esbanjamos. Se o almoço era em um restaurante legal, o jantar era mais simples. Também compramos lanchinhos na 7 eleven e não exageramos na bebida alcoolica!

Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora
  • Conteúdo Similar

    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 
    • Por Tadeu Pereira
      Salve Salve Mochileiros! 
      Segue o relato do mochilão realizado no Sudeste da Ásia em 2018 batizado de The Spice Boys and the Girl.
       
      1º Dia: Partida - 04/11/18 - 19h05min - São Paulo x Madrid - Empresa AirChina - R$3.680,00 Reais
           Partimos do Aeroporto de Guarulhos - GRU em São Paulo por volta das 19:30 do dia 04 de Novembro de 2018, fizemos um check-in tranquilo com a empresa AirChina e embarcamos para nossas primeiras 9 horas de vôo até Madrid na Espanha onde fizemos conexão. O vôo foi bem tranquilo, até conseguimos dormir, porém a comida do avião não é das melhores mas acabei comendo assim mesmo e já começava ali a sentir o cheiro e o gosto da Ásia hahahahah. Chegamos em Madrid na Espanha por volta das 5:00am e fizemos uma conexão de 3 horas, deu tempo de dar uma volta no Free Shop, banheiro, comer alguma coisa (caríssima), fazer os procedimentos burocráticos e embarcar novamente pois teríamos a China ainda pela frente.
       
       
      2º Dia: Partida - 04/11/18 - 8h15min - Madrid x Pequim - Empresa AirChina
           Chegamos em Pequim ainda de madrugada com uma temperatura de 7º, quem se deu bem foi quem ficou com as cobertinhas que a empresa AirChina empresta para as pessoas no avião, pois não esperávamos passar tanto frio no aeroporto da China como passamos naquela conexão rss. Assim que descemos do avião caminhamos um longo caminho até os terminais eletrônicos onde se inicia os procedimentos burocráticos de conexão da China. Finalizamos depois de alguns minutos os procedimentos e dormimos um pouco em bancos do aeroporto sendo acordados e presenteados por um lindo nascer do sol no Aeroporto de Beijing. Procedimentos concluídos no Aeroporto de Beijing partimos para o nosso tão desejado e esperado destino final daquela cansativa viagem de aproximadamente 23 horas, a capital da Tailândia, a grandiosa Banguecoque.  
       
      3º Dia: Chegada - 06/11/18 - 15h15min - Pequim x Banguecoque - Tailândia (Taxi ฿1.000 Baht, Chip ฿600,00 Baht, Hostel ฿340,00 Baht)
           Chegamos por volta das 15:00 pelo horário local, fizemos os procedimentos de imigração, primeiro o health control depois na fila de imigração, carimbamos nossos passaportes, pegamos nossas mochilas e pronto, lá estávamos livres para explorar Banguecoque. Trocamos $100,00 dólares  no aeroporto com um câmbio de $1,00 dólar = ฿31,60 baht, depois compramos um chip para o telefone por ฿600,00 baht com 6 Gigas por um período de 30 dias e chamamos um Graab, como se fosse o Uber no Brasil, onde pegamos na parte superior do Aeroporto Internacional Suvarnabhumi por ฿400,00 baht em torno de R$40,00 reais que nos levou em 30 minutos até o nosso hostel, o The Mixx Hostel. Ficamos hospedados na rua Ram Buttri que fica do lado da rua mais famosa de Banguecoque, a Kaoh San Road onde rola a grande noite da cidade, uma ótima opção para mochileiros. Muita comida típica e exótica boa e barata, cervejas baratas, diversos bares, baladas, artistas de rua, drogas, sexo e tudo que uma bela noite de Banguecoque pode te oferecer pra se divertir. Vale a pena conferir! Na hospedagem pagamos por dois dias ฿340,00 baht, ficamos em um quarto com quatro camas/beliche, ar condicionado, banheiro compartilhado e café da manhã incluso, o hostel é simples mas atende as necessidades com uma ótima localização.
       

           Conhecemos alguns templos na capital, alguns fomos a pé mesmo pois são muito próximos um do outro. Wat Pho (Buda reclinado), Wat Saket (Monte dourado) e Wat Arun (Templo do amanhecer). A cidade é bem frenética mas andar a pé pelas suas ruas foi uma bela escolha. caminhamos muito por essas ruas, muito das vezes sem um rumo certo, mas logo nos achávamos pelo google maps. A cada esquina que se vira na Tailândia você vê uma foto do rei. Embora o já tenha falecido, o povo Thai tem muito respeito pelo rei Bhumibol Adulyadej que morreu em Outubro de 2016 com 88 anos de idade após 70 anos no poder que hoje tem como rei o seu filho Maha Vajiralongkorn.       
            
           
           
        
       


       

           A culinária asiática é muito exótica, a cada comida que você experimenta é uma surpresa de sabores. Experimentei o famoso prato típico de rua tailandesa Pad Thai, uma espécie de macarrão de arroz frito com frutos do mar ou carne de porco ou de frango, acompanhado de castanhas com pimenta que custa em média ฿100,00 Baths e se encontra em todo lugar da Tailândia, experimentei também o Thai Mango Sticky Rice, uma sobremesa tradicional tailandesa feita de arroz glutinoso, manga fresca e leite de coco, ambos baratos e deliciosos, mas existem uma infinidades de comidas para serem saboreadas na Tailândia.   
       
        
           Ficamos 3 dias na capital Banguecoque e além de conhecer templos tentamos entrar na rotina das pessoas locais. No terceiro dia para chegar em um templo tivemos que pegar um transporte público BTS Skytrain no rio Chao Phraya. Passamos por alguns pontos e depois retornamos até chegar no templo Wat Arun. As passagens são muito baratas, pagamos por volta de ฿80,00 baths tanto ida quanto volta, então vale muito mais a pena o tour por conta e ainda tivemos uma vista maravilhosa totalmente diferente da cidade vista pelo rio.  

       
                Ficamos no templo Wat Arun até fechar por volta das 19:00pm, depois fomos de barco pelo rio Chao Phraya até o porto que da acesso ao grande mercado Asiatique, um maravilhoso complexo de lojas e restaurantes, um verdadeiro shopping ao céu aberto localizado às margens do rio Chao Phraya situado nas antigas docas de uma empresa que realizava comércio na região portuária no século passado. Em função da sua localização e história, seu layout é temático e apresenta uma decoração especial com tema inspirado no reinado do Rei Chulalongkorn (1868-1910) e na atividade marítima. Ficamos umas boas horas comendo, bebendo e curtindo o local, depois pegamos um táxi por ฿200,00 baht para o hostel pois no outro dia logo de manhã tínhamos o nosso vôo para as belas praias da Tailândia. 
       

            Assim que chegamos no hostel deixamos reservado nosso táxi para o aeroporto Don Mueang - DMK por ฿400,00 baht pois sairíamos bem cedo para o aeroporto. Acordamos por volta das 5:00am da manhã e o táxi já estava nos esperando na porta do hostel no horário combinado, após 30 minutos chegamos no aeroporto. Partiu praias... 

       
      6º Dia: Praia - 09/11/18 - 7h25min - Banguecoque x Krabi x Ao Nang - Empresa Air Asia - R$148,00 Reais
       
      (((((Continua no próximo post)))))
       
       
      Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
      Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/

       
    • Por Juds
      Olá!
      Estarei de férias na Tailândia de 21/01 a 07/02/2020.
      Procuro por dicas e companhias de viagem, pois algumas trilhas e festas são sempre mais seguras acompanhada.
      Estou finalizando meu roteiro interno. A princípio de Bangkok irei para o sul e depois subirei para o norte (publico assim que fechar, por enquanto estou com flexibilidade).
      Sou bem eclética, vou tirar uns dias para descansar em praias menos movimentadas, mas também vou dedicar alguns dias para festas e passeios noturnos.
       
      Alguém por lá nesse período?
×
×
  • Criar Novo...