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divanei

Trilha das Siriemas nas "Campinas" de Joaquim Egídio

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Caro André, saudações.

O local onde você deverá deixar o carro é próximo ao bar do Vicente , muito conhecido de todos por lá.

Outra coisa, é complicado realizar esta trilha em número muito grande de pessoas. No máximo uns 6 elementos seria o ideal. A trilha passa por algumas áreas particulares e acho que os donos se incomodariam de ver um número muito grande de pessoas andando por suas terras. Um grupo pequeno passaria sem problemas. A caminhada levará umas cinco horas tranqüilas e se você voltar pelo interior do vale poderá estende-la pelo dia todo . Uma vez no interior das montanhas você terá uma infinidade de opções para caminhar.

Uma outra dica é vocês irem até o Pico das Cabras, que fica enfrente ao observatório de Capricórnio e acampar por lá. Há várias trilhas e muitas pedras pra subir e vo0cê poderá levar quantos escoteiros você quiser.. Bom lugares é que não falta por lá. Se você quiser dicas de caminhadas em Joaquim Eguídio é só dar um toque, eu moro em Sumaré e conheço bem a região, ou quase. Você me acha também no orkut : Divanei Goes de Paula. Um abraço.

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Estamos aqui pra isso, caro amigo André. Por falar nisso voltei lá para explorar a outra borda do tal "vulcão" que eu havia falado.Fui com minha filha e fizemos mais uma bela caminhada em um belo dia de sol, abaixo algumas fotos:

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Caro Divanei

Sua sugestão foi adotada e nesse fim de semana fizemos nossa Jornada escoteira com 20 jovens de 11 a 14 anos. Uma caminhada muito divertida de 15km de Joaquim Egídio até a Pedra Mor, Pico das Cabras. Todos os garotos são moradores de Campinas e nunca haviam caminhado e imaginado a possibilidade de uma aventura no quintal de casa. Tudo isso graças ao seu Post!! Eu fui até a pedra da águia antes dos garotos chegarem, para fzer sinais de pista para que eles seguissem a trilha e lá, sozinho, no comecinho da manhã, com o sol ainda tímido recebi a companhia de 2 siriemas. Impossível não lembrar do seu post. Só foi uma pena constatar que as queimadas devastaram grande parte da vegetação do Pico das Cabras. Vamos preservar a natureza!!!!

Um grande abraço e espero que um dia possa visitar nosso Grupo Escoteiro

Sempre Alerta Para Servir!

André

 

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André,

Fico feliz que o meu relato tenha servido pra despertar a curiosidade dos meus vizinhos campineiros. Espero que estes jovens se junte a todos nós pela preservação deste planeta que a muito tempo agoniza. quanto ao Pico das Cabras, descendo ao lado da Pedra Mor encontraremos uma trilha que nos levará até uma antigas estradinha, que hoje se encontra totalmente abandonada e já virou trilha, talvez seja uma boa opção para se investigar e ampliar os horizontes ao redor do pico. Um abraço e boa sorte.

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Olá, legal o seu post.

A região pode não ser um pólo turistico para os amantes da mochila, trekkers e afins,mas se a gente procurar até que tem uns lugares bacanas para desbravar.

Somos vizinhos, estou em Hortolandia,se tiver mais dicas que será muito bem vindo.

::otemo::

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Opa, mais um Niveiro por aqui?!?! ::otemo::::otemo::::otemo::

Conheço (virtualmente) alguns niveiros de Campinas e região, faço parte do Camarautos do Niva, grupo do Yahoo.

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dona Formiguinha,

Quando bate o stress e não tenho nada pra fazer , pego minha filha e vou para Joaquim Eguiídio pedalar um pouco e me enfiar em algum mato qualquer. Estou mapeando alguns lugares e logo me lançarei em campo afim de descobrir novos caminhos. Passear de bicicleta é uma delícia, lugares é que não faltam. Um abraço.

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Então caro amigo Otávio,

Esse velho NIVA me acompanha a mais de 10 anos, até tenho outro carro popular, mas prefiro sempre sair com ele. Mas nos últimos anos com a "morte" dos meus amigos montanhista, acabo saindo mesmo é de ônibus pois não gosto de dirigir sozinho. Um abraço.

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Eu comprei meu primeiro Niva com a itenção de fazer trilhas de 4x4, pois acabei deixando de lado as montanhas mas não conseguia ficar longe do mato. Isso em 2003...

Depois vieram um Jeep CJ6, uma F-75 e por fim outro Niva (que tenho até hoje), mas larguei mão de off road motorizado e voltei a caminhar montanha acima. Esse negócio de trilha de jipe é pra quem tem muuuuiito dinheiro e disposição pra ficar arrumando a viatura depois de cada trilha.

O Niva serve pra me levar até o pé das montanhas, além de ser meu carro do dia-a-dia, e não troco por nada!!! Bom, depende da oferta... :mrgreen:

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    • Por divanei
      Dando prosseguimento as explorações na região de Campinas, relato abaixo trilha que parte do seu ponto culminante.
       
      TRILHA CAMINHO DAS CABRAS
       
      Quando estou de bobeira, sem nada pra fazer, pego minha filha e minha barraquinha e vou acampar no Pico das Cabras. Para quem não conhece ou é de fora da região metropolitana de Campinas, o Pico das Cabras é o ponto culminante do município, com 1.100 m de altitude e se localiza no distrito de Joaquim Egídio, lugarejo pacato, cercado de muito verde e pequenas montanhas. Para alcançar a montanha basta pegar a estradinha em direção ao observatório de Capricórnio, pois o pico fica enfrente.
       
      Quando me sentava na Pedra Mor, que é a principal formação rochosa do local, ficava imaginando se não haveria uma trilha que pudesse nos levar até o fundo do vale, correr para leste e depois voltar a subir por dentro da floresta e reencontrar novamente a Pedra mor. Quem olha lá de cima da pedra vê uma grande extensão de mata fechada que toma toda a face sul da montanha. Eu até tentei descer uma ou duas vezes pela trilha que parte para o sul, que nada mais é do que uma antiga estradinha desativada a muito tempo do qual a floresta não tarda em tomar de conta, mas por estar acompanhado sempre da minha filha, ainda muito pequena para agüentar uma trilha mais inclinada, nunca passamos de pouco mais de uma hora de caminhada. Perguntando para o pessoal da região nunca consegui nenhuma informação que esta tal trilha realmente existisse. Comecei então a vasculhar no geogle heath para ver se conseguia localizar uma possível rota, mas quando chegava à parte que tinha que atravessar a floresta montanha acima, nenhum caminho possível eu encontrei. Então decidi pegar minha bússola e ir lá investigar e se fosse preciso, atravessaria aquela floresta no peito, encontraria um caminho de qualquer jeito.
       
      Como tem gente que acredita até em Papai Noel, convidei um amigo do trabalho para me acompanhar, dizendo que iria fazer uma caminhadinha domingueira, só pra aliviar o stress. Até então o único mato que o Fábio havia visto na vida, era a samambaia da sua mãe. Havia convidado também um casal de amigos que sempre estão acostumados a caminhar comigo, mas como que já prevendo a furada em que iam se meter, desistiram na última, casalzinho esperto esse. (rsrsrsrsr)
       
      Conforme o combinado, às sete horas da manhã peguei o Fábio e rumamos para Joaquim Egídio e as oito horas encostamos o velho NIVA no estacionamento do Pico das Cabras, onde funciona hoje um pequeno centro de eco turismo , que nada mais é do que um posto de cobrança de entrada para a área da montanha.. Com os cantis já cheios, não perdemos tempo e rumamos logo para o início da trilha que nos levaria até a Pedra Mor. A trilha sai atrás do centro, passa por um pequeno mato burro azul, no qual o meu amigo Fábio passa com cuidado para não perder a vida, e segue em nível. Passamos por uma enorme pedra a esquerda, chegando a uma bifurcação. A trilha da direita segue para a Pedra da Águia e a esquerda, conforme indica a placa, segue para a Pedra Mor. Seguimos, portanto para a esquerda subindo por uma grande língua de pedra em direção a matinha, onde atravessamos a clareira que serve de acampamento. Pegamos a trilhinha em frente e em mais um minuto já estamos encima da Pedra Mor. A visão lá de cima é muito legal, avistando parte da cidade de Itatiba. Fizemos uma pausa para apreciar a visa e estudar o tosco mapa que eu tinha tentado montar consultando o terreno pelo satélite.
       
      Seguimos caminhando por cima da pedra no rumo oeste, ou seja, pela direita. Reencontramos a trilha que desce da clareira de acampamento e descemos a esquerda. A trilha é bem batida, pois é muito usada. Ela vai descendo e em alguns minutos encontramos uma bifurcação à esquerda, que nos levará até a parede rochosa que é usada pela galera do rapel. Voltamos de novo à trilha e em mais cinco minutos desembocamos na larga trilha, que na verdade já foi uma estradinha. Caminhamos agora no sentido sul por dentro da mata. Mata muito exuberante, onde com um pouco de sorte é possível avistar vários macacos e diversos pássaros. È uma delícia caminhar por esta paisagem extremamente verde e úmida com ar puríssimo. O caminho é tranqüilo e só vez ou outra é preciso desviar pela lateral para escapar dos atoleiros, onde tatu de chuteira atolaria. Não demora muito, interceptamos o riacho de águas cristalinas onde fizemos uma parada para matar a sede e fazer um lanche. Pouco tempo depois a trilha vira para a esquerda, sobe mais um pouco e então chegamos a um vestígio de porteira, dizendo ser proibido a entrada, mas como nós estamos saindo, não temos com que nos preocupar. A mata acabou e agora caminharemos em área de reflorestamento, mas antes será preciso localizar o caminho por dentro do mar de eucalipto.
       
      Seguimos por mais uns 10 minutos tentando localizar a bendita estrada, mas não encontramos nada. Então resolvi subir o barranco a nossa direita na esperança de conseguir ver alguma coisa. Avistei um pedaço de terra desnudo ao longe e decidimos chegar lá varando mato no peito, nos guiando pela bússola. Guinchei meu amigo Fábio barranco acima e fomos cortando por dentro do eucaliptal até chegarmos a uma área com mato onde tivemos que sacar o facão da mochila e dar início a desgraçada travessia por dentro do capim gordura. Eu odeio capim-gordura! Aquele negócio grudento vai colando na roupa da gente e emporcalhando tudo. Caminha-se muito devagar, pois o pé vai enroscando no capim e não é raro você acabar com a fuça no chão. Levamos um bom tempo pra sair daquela quiçaça, mas finalmente encontramos a estradinha que eu havia avistado lá de cima do barranco. É uma estradinha bem aberta, mas totalmente isolada, que provavelmente só é usada quando o eucalipto tem que ser cortado e o fato de não a termos encontrado quando saímos da mata é porque muito provavelmente ela não tem nenhuma ligação com a outra estradinha lá embaixo. A estradinha abandonada vai subindo e quando chega ao alto é possível avistar toda a imponência da Pedra Mor, local de onde partimos pela manhã. Então a estradinha vira a direita e começa sua grande descida até a sede da fazenda. Nossa caminhada prossegue muito devagar, quase parando, pois vamos estudando bem o caminho, tentando decidir qual o melhor caminho a pegar, em direção a montanha, ou seja, para o norte-nordeste. Quando passamos por eucaliptos jovens, pulamos uma porteira de arame da própria estrada por onde caminhávamos e logo á frente, 300 metros antes da estrada acabar em outra bem maior, viramos a direita até chegarmos à outra porteira de arame. Passando a porteira, a estrada acaba em outra e então viramos a direita, já que para a esquerda sairíamos na estrada principal da fazenda.
       
      Bom, nosso passeio terminou daqui pra frente o caminho seria uma incógnita, teríamos que encontrar um caminho que pudesse nos levar de volta ao topo da Serra, mas precisamente na direção da Pedra da Águia. Mas como? Por onde? Que caminho tomar? Que rumo seguir? Com o tosco mapa nas mãos só tinha uma coisa a fazer, seguir a direção da bússola. Teríamos que nos apegar àquele rústico instrumento inventado a mais de mil anos e não nos separarmos dele até atingirmos o nosso objetivo. Azimutei o treco para 25 graus e seguimos enfrente pela estradinha e então viramos a esquerda no próximo caminho mais aberto, passamos pelo riacho e na próxima bifurcação seguimos para a direita até chegarmos a uma trifurcação. Apontei a bússola para a direção desejada e escolhi o caminho do meio. Esse caminho deve ter sido a muitos anos uma estrada, mas hoje não passa de uma trilha com mato de dois metros de altura.Do lado esquerdo mata fechada , do direito eucalipto. Fomos seguindo, abrindo caminho a facão e então chegamos ao que parecia ser um cemitério de vaca. O tamanho do mato aumentou e alguns minutos depois chegamos a uma cerca com arames caído no meio da trilha. Olhei para cerca e conferi a bússola. Ela seguia direto para norte. Não pensamos duas vezes, tomamos a decisão de acompanhar aquela decrépta cerca enquanto ela fosse para a direção que nos interessava. Ás vezes a cerca desaparecia e era preciso farejar algum vestígio para não perder o caminho no meio da mata fechada. A cerca foi construída usando uma rampa natural no meio da mata, onde dois vales corriam ao seu lado.
      O coitado do Fábio, desacostumado com caminhadas montanha acima, sofreu nessa subida. Suava em bicas e se apoiava em um pedaço de pau, que ele usou como cajado. A caminhada então segue muito lenta com paradas constantes para retomar o fôlego. Quase uma hora depois de começarmos a subir, localizamos um marco divisório de propriedade e logo em seguida outros foram surgindo. A cerca sumia e desaparecia constantemente, pois em alguns pontos os arames já haviam sido carcomidos pelo tempo ou estavam enterrados por baixo da vegetação. Umas 2 horas depois começaram a aparecer grande matacões, parecendo que estávamos muito perto do topo, mas foi aí que a nossa querida amiga cerca começou a tomar um rumo totalmente diferente do nosso. Pensamos em abandoná-la e varar mato no peito na direção indicada pela bússola, mas felizmente logo à frente ela voltou a segui para o norte, pra nossa sorte.
       
      A subida arrefece um pouco e até da uma descidinha quando passa por alguns pés de coqueiros, vira a esquerda e logo desemboca em um caminho bem aberto. Saímos em mais uma estrada abandonada, que virou trilha. Pegamos para a direita, sempre seguindo o sentido da bússola. A trilha-estrada vira novamente para a direita, passa por uma língua de pedra que parece um concreto e volta a subir fortemente. Passamos então por cima de muito mato que interdita de vez a estrada e em mais alguns minutos avistamos um poste de uma casa, denunciando nossa chegada á civilização.
       
      Quando chegamos a cerca da casa tivemos uma grande surpresa. Depois de vagarmos por mais de 3 horas no meio do mato, sem sabermos realmente onde estávamos, fomos sair bem enfrente a Pedra da Águia, juntamente no local que eu havia marcado no mapa, nem um metro a mais nem um metro a menos. Foi uma navegação perfeita, se tivéssemos com um GPS, não teria sido melhor. Ficamos felizes de termos conseguidos nosso objetivo. Estava estabelecida uma conecção ente o vale e a Pedra da Águia, a trilha que faltava havia sido encontrada. Havíamos estabelecido uma nova caminhada para um dia inteiro, coisa que estava faltando nessa região tão carente do que fazer e ainda abrimos a possibilidade de descer por esta estradinha de volta ao vale aumentando ainda mais o percurso. Pode até ter sido uma grande sorte ter encontrado a trilha lá embaixo no vale subindo a serra por dentro da mata. Mas a nossa atitude de ir lá investigar sem nunca terem nos dito nada não tem nada a ver com sorte, o nosso faro de exploração foi o que realmente contou.
       
      Voltando ao ponto em que paramos, ainda faltavam uns 200 metros para chegar a Pedra da Águia e depois mais um 200 m para voltarmos a Pedra Mor. Pulamos a cerca e passamos em silêncio para não chamar a atenção dos moradores da casinha branca. Cruzamos pelo abandonado campo de futebol até chegarmos à cerca, já aos pés da Pedra da Águia. Pulamos a cerca e em mais 5 minutos estacionamos nosso esqueleto cansados na famosa formação rochosa. Uma pedra mais baixa junto a laje de pedra, da nome a formação, uma cabeça de águia, basta ter um pouco de imaginação.
       
      Da Pedra da Águia tomamos o trilho nítido em direção a Pedra Mor, mas ao invés de irmos até lá, viramos a esquerda e fomos comprar uma coca-cola no centro de turismo e só então voltamos para a Pedra Mor para comemorar nossa conquista. O Fábio estava claramente destruído, mas é mais que compreensível, já na sua primeira vez teve que enfrentar um perrengue daqueles. Sinceramente não sei se ele voltará a me acompanhar de novo, mas com certeza se lembrará por muito tempo do dia em que resolveu abandonar a medíocre civilização e se lançar em um mundo novo, de contemplação e encontro com sigo mesmo, de encontro com a mais pura das liberdades, do encontro com o fascinante mundo das montanhas.
       
      Divanei Goes de Paula maio/2011
       
      fotos : http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=2487400753300966797&aid=1306146800
    • Por lulis_sbc
      Feriado bom é feriado na estrada... depois de várias viagens frustradas me deu uma louca e peguei o carro rumo a Joaquim Egídio- um distrito da cidade de Campinas. Dizem que fica na linha do trópico de Capricórnio e é a região mais alta de Campinas, mas não sei falar se é... :'>
       
      O que sei, é que depois de muito subir e chegar próximo a um observatório existe um bar que fica aberto 24 horas, onde o povo estaciona os carros e ali já se encontram algumas pequenas trilhas para subirmos a uma pedra e avistar um pôr do sol mais que perfeito!!!
       

       
      No bar você já pega sua cerveja e segue em direção a alguma pedra legal que não esteja ocupada por nenhum casal animado rsrs
       
      O lugar é bem legal, simples e dá para acampar por lá, mas isso eu não fiz... Dessa vez! Contato com a natureza o tempo todo!!!
       
      Esse relato é mais para mostrar as fotos do que falar sobre o lugar, pois não existem palavras para descrever o quão legal é estar ali... Precisa ir... mas como as fotos não estão carregando , vou deixar um outro link que vi antes de fazer esse relato e está cheio de fotos que dá pra sentir bem a "vibe" do lugar!!!
       
      pico-das-cabras-joaquim-egidio-sp-t42695.html


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