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alana.barros

BH e Ouro Preto (Corpus Christi 2017) - Sozinha e de ônibus (com fotos).

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Para informação, o onibus da rodoviária a Savassi,é SC04,preço de 2,85

Porém só roda de seg a sábado,não domingos e feriados .

Não entrou na igrejinha da Pampulha? Vai fechar para reforma.

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Em 08/11/2017 em 00:16, D FABIANO disse:

Para informação, o onibus da rodoviária a Savassi,é SC04,preço de 2,85

Porém só roda de seg a sábado,não domingos e feriados .

Não entrou na igrejinha da Pampulha? Vai fechar para reforma.

Então Fabiano, quando cheguei lá era feriado, estava tudo fechado. :(

Mas vou voltar a BH e ficar mais dias, porque amei a cidade!

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É o parque Guanabara, vive cheio nos fins de semana.A foto deve ser na roda gigante. 

Carnaval aqui é desfile de blocos na Savassi,a inscrição deles está sendo agora.

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Em 13/11/2017 em 17:29, Ericalourenço disse:

Onde é esse lugar da foto com seu tênis? sobe onde?

 

Tô querendo passar o carnaval em BH. Booora haha

Erica essa foto do tênis foi na Torre (que eu chamo de Elevador/Turbo Drop) la no Parque Guanabara. Um dos bancos fica bem de frente pra Lagoa e a vista é incrível! 

Se você não tiver medo de altura vai curtir muito rs... E quem sabe rola esse carnaval aí hein :D

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Dia 2 – 16/06/17

Acordei, tomei café com a Nana e o Dan, que me contaram que a balada havia sido incrível, fiz meu check-out e parti pra rodoviária. Como eu estava atrasada fui de Uber, deu uns R$ 10,00 do hostel pra lá. Felizmente deu tudo certo e eu cheguei a tempo de pegar meu ônibus. Viajei pela Pássaro Verde, gostei bastante da companhia, as poltronas são bem confortáveis, têm bastante espaço entre as pernas, reclinam bem e a viagem foi bem tranquila; levou umas duas horas porque o ônibus para em vários pontos e em algumas cidadezinhas no caminho.

Cheguei na rodoviária de Ouro Preto e já tinha visto o caminho andando de de lá até o hostel no nosso amigo Google Maps, que era aparentemente ok. O problema é que a gênia aqui ficou com dúvida de qual caminho seguir e ao invés de perguntar saí andando tipo deixa a vida me levar que uma hora eu chego. Nisso já cheguei na cidade encarando uma descida de 90 graus, com o mochilão nas costas (basicamente desci catando cavaco, pelo menos não foi rolando hahaha). Dica: Saiam da rodoviária e sigam reto a direita (NÃO vão sentido a primeira igreja que vocês virem, que é a Igreja São Francisco de Paula, vão sentido ao Parque Vale dos Contos, é uma rua plana, reta, chamada Padre Rolim; o fim dela dá na Praça Tiradentes).

Enfim, fui descendo a ladeira e me aventurando na cidade, seguindo o Google Maps e me apaixonando por aquele lugar, que é lindo demais!!! Depois de subir e descer algumas ladeiras cheguei no meu destino, o Uai Hostel, que fica na Rua Bernardo Vasconcellos, 133. A localização é excelente, bem perto da Praça Tiradentes, com uma padaria bem em frente e um mercadinho na mesma rua. Peguei um quarto compartilhado misto com 10 camas e café da manhã, a diária foi R$ 44,00. O hostel é bem simples, os quartos não têm lockers individuais mas lá tem um daqueles armários de alumínio para guardar as coisas (levar cadeado). Acho que eles poderiam ter mais tomadas e banheiros, mas o hostel supre bem as necessidades e o staff é bem legal, sempre dando dicas da cidade e convidando pros rolês.

Deixei minhas coisas e saí pra explorar Ouro Preto. A primeira parada foi a Igreja São Francisco de Assis, que é pertinho do hostel e tava lotadaaaa de gente. A entrada é R$ 6,00 (estudante paga meia) e contempla a igreja e o museu do Aleijadinho, que é adjacente a ela. Eu não contratei nenhum guia, mas sempre dá pra pegar um pouquinho da explicação dos grupos de penetra. Realmente a arquitetura e o interior da igreja são impressionantes, muito lindos mesmo, mas não sou tão fã de igrejas e confesso que as estátuas antigas dos santos me assustam um pouco rs O.o; de qualquer forma a visita é imperdível. Na saída aconselho a já descer uma escadinha que fica na parte de trás da igreja e que dá na Rua das Mercês, onde fica a Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões. A igreja não é aberta pra visita, mas tem uma vista bem bonita de uma parte da cidade.

De lá voltei pra Praça Tiradentes, desci a Rua Conde de Bobadela, que o pessoal também chama de Rua Direita e que é a rua onde têm várias lojinhas, bares e restaurantes e depois fiquei andando pelo centro. Isso já era fim da tarde e eu já estava morrendo de fome, então fui comer num restaurante chamado O Sotão, que fica na Rua São José, 201. A noite eles têm a opção de um rodízio de panquecas e pizza + buffet de sopas que custa uns R$ 30,00 se não me engano, ou só o buffet de sopas, que custa R$ 20,00. O ambiente é bem gostoso e a sopa também (não provei a pizza); quando eu fui tinha um cara fazendo som mas não foi cobrado couvert artístico, ele pedia apenas uma contribuição opcional. Saí do restaurante e voltei caminhando para o hostel, meio que congelando no caminho pq eu tava de shorts, camiseta e uma blusa de frio fina. Durante o dia fez sol e ventou bastante, então foi aquele esquema Karate Kid: põe casaco, tira casaco, até aí nenhuma novidade pra quem é de São Paulo e tá acostumado com o tempo louco, mas umas 17h30 a temperatura já caiu bastante e a noite ficou na faixa de uns 11 graus, então levem roupa de frio gente.

Cheguei no hostel, conheci o Eddie e o Gustavo e depois de muita conversa resolvemos ir na festa junina que estava tendo em frente à Matriz de Nossa Senhora do Pilar. A festa junina estava maravilhosa, com música ao vivo, várias barraquinhas vendendo comida e bebida (feijão tropeiro a R$ 5,00 e 3 latas de Ecobier – nunca tinha tomado, mas é boa – por R$ 10,00, muito amor <3 :x). A festa durou até umas 0h30 mais ou menos e depois de lá eu e o Gustavo ainda demos uma passada no bar Satélite, botecão na Conde de Bobadela, e tomamos mais umas Heinekens antes de voltar pro hostel; chegamos lá umas 2h.  Não sei vocês, mas eu quando pensava em Ouro Preto além de pensar nas maravilhosas construções históricas pensava também em vários bares, festas em repúblicas e etc e tal. Lá tem muitasss repúblicas, mas como eu fui em feriado o movimento tava meio parado, apesar de eu ter visto algumas festas bem animadas no sábado à tarde (o Eddie até foi em uma com os staffs do hostel). Como eu fiz as coisas tudo a pé acabei só indo nos barzinhos próximos ao centro histórico e na festa junina, mas a cidade tem muitasss mais opções noturnas pra quem quiser ir de ônibus ou táxi (quando eu fui não tinha Uber), é só se informar com o pessoal de lá que eles dão umas dicas bem legais. Dica: um blog que eu amo muito e que tem dicas incríveis de Minas, além de outros lugares, é o 360 Meridianos. Peguei bastante coisa da viagem lá então vale muito a pena dar uma olhada. E pra finalizar umas fotos de sexta pra vocês...

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Dia 3 – 17/06/17

Acordei, tomei o café da manhã do hostel, que é básico mas muito gostoso (tinha um pão de castanhas incrível) e fui bater perna. Passei primeiro na feirinha de pedra sabão que é bem pertinho e tem muitas coisas lindas, algumas com um preço barato até, mas eu como boa mochileira que sou não comprei nada rs.

De lá fui para o Museu de Ciência e Técnica da UFOP que, na minha opinião, foi o melhor que visitei lá. O museu é dividido em vários setores (uns mais interessantes que outros) e dá um panorama sobre várias coisas, desde as eras geológicas até a escavação de minerais. A área sobre as rochas é incrível e é possível ver muitos (eu disse muitos mesmo) tipos de pedras. Paguei R$ 5,00 na meia entrada, se não me engano.

Almocei no restaurante Tiradentes, que fica na Rua Amália Bernhaus, 25, praticamente do lado do Museu da Inconfidência, e que é o sonho de todo mochileiro: comida boa e barata. Paguei R$ 13,00 no buffet a vontade, com várias opções. O único porém é que o restaurante é lotado, muito provavelmente você terá que dividir mesa, e às vezes a comida acaba rápido, mas eles sempre vão repondo.

Saí de lá e fui andando sentido a Igreja do Carmo, que está praticamente ao lado. Passando por ela tinha um casal de recém casados que foram até sua entrada somente pra tirar umas fotos (#malandros), fica a dica hahaha. Não entrei na Igreja porque como disse, não é minha vibe, e fui conhecer o Teatro Municipal/Casa da Ópera, o mais antigo em funcionamento das Américas. A visita é bem legal, o teatro ainda tem alguns itens originais, e a meia entrada custa R$ 1,00.

A próxima parada foi no Morro da Forca, um mirante gratuito bem gostosinho que tem um espaço gramado em cima, dá até pra fazer um piquenique. De lá fui para o Museu Casa dos Contos (entrada gratuita), que é incrível também e que várias pessoas me indicaram como sendo o melhor de Ouro Preto. O museu fica num casarão colonial e lá podemos entender bem como era a vida no tempo da colônia, como eram as moedas utilizadas na época, os móveis e etc.

Para finalizar a tarde fui assistir ao pôr do sol sentada na muretinha da Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia (não confundir com a Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões do dia 2), que fica ao fim da Rua Padre Rolim, perto da Praça Tiradentes. O pôr do sol foi espetacular, digno daquela cidade maravilhosa e várias pessoas pararam por lá.

Voltei para o hostel, encontrei o Gustavo, conheci o Gabriel a Paola e o Fernando e decidi ir com eles pra um festival de Jazz que ia ter em um bairro um pouquinho afastado do centro e que eu não me lembro o nome (apesar de um pouco afastado fomos tranquilamente a pé). O festival foi bem legal, com show ao vivo e vários food trucks de comidas e bebidas. De lá fomos novamente pra festa junina da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, que estava bem animada e durou até 1h mais ou menos, voltamos pro hostel , ficamos conversando mais um pouco e depois fomos todos dormir pra aproveitar o último dia da maioria.

 

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    • Por casal100
      Esse relato é dividido em duas partes:
      A primeira foram mais de 900 kms (da página 1 até a 6), trechos de picos, travessias e alguns trechos no entorno de cidades;
      A segunda parte,  mais de 300kms, só teve uma travessia e muitos picos,  começa  na página n° 7.
       
      Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos  mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores  (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses,  caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos,  comidas deliciosas,  não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo.
       
      O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! 
      E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas  e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras,  e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem,  para nossa sorte desistimos em cima da hora.
      LOCAIS VISITADOS:
      Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo)
      Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos)
      São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro)
      Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho)
      Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras)
      Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada)
      PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas)
      São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros)
      Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas)
      Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi)
      Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale.
      Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão)
      Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro  (base e mirante)
      Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado,  parte travessia Lapinha x Tabuleiro)
      Brumadinho - Mg(Inhotim)
      PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto)
      Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins)
      Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima.
      As surpresas da viagem:
      Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas.
      Algumas fotos
      Subida ao pico dos Marins - SP

      Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg

      Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg

      Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg

      Vista desde o pico da Lapinha

      Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg

      A incrível JANELA DO CÉU 

      flora exuberante



    • Por Matheus Giampaoli
      Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb)

      Roteiro que pensei 21 dias 

          1º Dia 7h00
          São Paulo(SP) -> Búzios(RJ)  (já conheço o RJ de cabo frio para baixo)
          11h de viagem - 700km
          2º Dia 
          Passeio por Búzios
          3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?)
          Passeio por Búzios
          4º Dia 6h00
          Búzios(RJ) -> Vitória(ES)
          8h de viagem - 500km
          Passeio a tarde/noite por Vitoria
          5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?)
          Passeio por Vitória
          6º Dia 7h00
          Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA)
          10h de viagem - 650km
          Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          7º Dia
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          8º Dia   
          Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA)
          9º Dia 7:00
          Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA)
          10h de viagem - 600km
          10º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          11º Dia
          Passeio por Salvador e arredores
          12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?)
          Passeio por Salvador e arredores
          13º Dia 7:00
          Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA)
          6h de viagem - 450km
          Passeio durante a tarde Chapada Diamantina
          14º Dia
          Passeio Chapada Diamantina
          15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?)
          Passeio Chapada Diamantina
          16º Dia 6:00
          Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG)
          13h de viagem -> 900km
          17º Dia
          Passeio Montes Claros
          18º Dia 7:00
          Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG)
          7h de viagem - 550km
          19º Dia
          Passeio por Ouro Preto
          20º Dia 7:00
          Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG)
          2h de viagem - 100km
          Passeio por Belo Horizonte
          21º Dia 7:00
          Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP)
          8h de viagem - 600km 
       
      Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
    • Por Diego Minatel
      Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado.

      Foto 1 - A companheira de viagem
      Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir.
      Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar.
      Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma:
      Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí
      Parte 2: Cânions do Sul
      Parte 3: de Torres a Chuí
      Parte 4: Uruguai
      Parte 5: da região das Missões a Chapecó
      Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília
      Parte 7: Chapada dos Guimarães
      Parte 8: Rondônia
      Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre
      Parte 10: Viajando pelo rio Madeira
      Parte 11: de Manaus a Roraima
      Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela
      Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas
      Parte 14: Ilha de Marajó e Belém
      Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba
      Parte 16: Serra da Capivara
      Parte 17: Sertão Nordestino
      Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres
      Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro
      Parte 20: Pelourinho
      Parte 21: Chapada Diamantina
      Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras
      Parte 23: O retorno e os aprendizados
      O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
    • Por Gandharvika Nandini Devi Dasi
      Somos 3 viajantes saindo de Belo Horizonte e destino final Calama no Chile. Vamos chegar em Campo Grande(MS) dia 30 de manhã cedo e estamos procurando carona até Corumbá, para pegarmos um ônibus e chegar na fronteira da Bolívia, em Puerto Quijarro. De lá vamos até Santa Cruz de La Sierra e depois ir para Calama. Então se você vai passar em alguma dessas cidades (ou alguma que você acha que possa nos ajudar) entre os dias 30 de Dezembro e 10 de Janeiro, se manifeste para nos conhecer e desbravar essa trilha até a cidade desértica do Chile! 

      - Aceitamos caronas grátis ou com preço mais em conta que passagem
      - Aceitamos acomodação grátis ou por precinho bacana
      Você vai receber muito amor e gratidão! <3


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