Ir para conteúdo
  • Cadastre-se
caio.acquesta

Mina de Sal de Nemocon (alternativa à Zipaquira)

Posts Recomendados

A Mina de Sal de Nemocon está localizada na cidade de mesmo nome, a 60 km ao norte de Bogotá, e bem perto de Zipaquirá, local onde fica a famosa Catedral de Sal de Zipaquirá.

A mina possui mais de 500 anos de atividade, tendo se tornado atração turística bem recentemente (reabertura ao público em 2005). A visita é feita em grupos e com guia (já incluso no valor).  No início da visitação, conhecemos o Museo de Historia Natural de La Sabana, simples mas muito interessante. Daí, parte-se para o interior da mina, que chega à profundidade de 80 metros.

O caminho percorre vários túneis, algumas escadas e diversos pontos de interesse, como os belos espelhos d´água naturais, a cascata de sal, estátuas e esculturas de sal, tanques/poços, estalactites, e a sala cenário onde foi feita parte da gravação do filme “Los 33” (que retrata a tragédia na mina de cobre San Jose no Chile em 2010) .

Para quem está em Bogotá, vale muito a pena a visita à mina de Nemocon, que dizem ser mais bonita e interessante (e mais barata) que sua ‘rival ’ bem mais famosa Catedral de Sal de Zipaquirá.

Como chegar:  há opção de tours, mas é possível chegar por conta própria. Para isso, deve-se partir do Terminal Norte de Bogotá , tomando as vans/ônibus p/ Zipaquirá.  Chegando em Zipaquirá, tomar outra van/micro-ônibus sentido Nemocon (avisar o motorista p/ descer no local mais apropriado).  Daí, já estará praticamente na entrada do local.  Para a volta, é só fazer o esquema ao contrário.

Quanto custa:  a entrada custa atualmente 24.000 COP.   O valor dos ônibus Bogotá-Zipaquirá-Nemocon fica por volta de 8.000 COP.

Fontes:

https://www.minadesal.com/

http://www.colombia.travel/pt/para-onde-ir/andina/zipaquira/atividades/visite-mina-de-sal-nemocon

http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2012/11/labirintos-subterraneos-levam-catedral-de-sal-na-colombia.html

 

A seguir, algumas fotos do local, tiradas em nossa visita em outubro de 2017:

IMG_20171026_142551635_HDR.thumb.jpg.6de8524738b0a9e052a9dd72e69ad7a5.jpg

IMG_20171026_150146289.thumb.jpg.c61d7ee5ae1ec8446cc1b27138447b63.jpg

P_20171026_152544.thumb.jpg.88c724246c7f299e94af64d11a8cda20.jpg

DSC_0247.thumb.JPG.7c42b13d31e922822d0bb002db8782e5.JPG

DSC_0270.thumb.JPG.4b0db4715c7f3a2caaabc0f962fc701e.JPG

DSC_0273.thumb.JPG.950522d3f1417e9e6d8fc1c036ed91db.JPG

DSC_0398.thumb.JPG.7063e47add4476c1de88b2c384b660f3.JPG

DSC_0348.thumb.JPG.e8166172e9f9fa603c451f22ec23ae74.JPG

IMG_20171026_155123684.thumb.jpg.d474a57dd25da3a4723bd0e5a4f98098.jpg

IMG_20171026_155456625.thumb.jpg.90b5dea2793dbf23b09cc7ebb3c78ca1.jpg

IMG_20171026_155652457.thumb.jpg.770cba20e21a80e09972a4912279f419.jpg

IMG_20171026_155948158.thumb.jpg.a2edac79f137c42dd97c68bd79751597.jpg

IMG_20171026_160140386.thumb.jpg.90e97bcdd4dff8e6b5154a2bafbb98dd.jpg

  • Gostei! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites
Em 09/12/2017 em 00:06, D FABIANO disse:

Para se chegar na mina há muita escada,infelizmente.

Não lembro qtos degraus tem.  Se até crianças e pessoas mais idosas conseguem visitar a mina, não vejo isso como um grande empecilho.   

Só na subida acredito é preciso ter mais cautela e subir devagar, por causa da pressão .

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora

  • Conteúdo Similar

    • Por willgittens
      Sempre que falo que viajei 5 países na América do Sul com menos de 800 reais, acabo gerando aqueles olhares de dúvida, tipo, ou esse cara é louco ou mentiroso. Vou te mostrar que é possível você fazer o mesmo com um pouco de coragem e planejamento.
      Primeiro explicando um pouco do meu estilo de viajante, sempre gostei de viajar sozinho e durante mais de uma década estou explorando esse mundo, tendo dado uma volta ao mundo por terra sem utilizar avião, cruzado o oceano Atlântico em navio de carga, escalado dezenas de montanhas e explorado todos os extremos da América do Sul.
      Foram 5 expedições, 25 países, mais de 110 cidades visitadas em cerca de 408 dias na estrada. Mais de 70.000 km rodados por superfície, sendo 15.000 desses km rodados em mares e rios amazônicos. Quebrei bastante a cabeça até desenvolver essa fórmula para viajar gastando muito pouco. Assista o vídeo da expedição Extremos América do Sul onde gastei muito pouco para fazer
      Vou descrever nesse artigo os seguintes temas, espero que você consiga tomar coragem e partir finalmente para sua grande aventura:
      1. Tripé dos gastos em uma viagem
      2. Como ganhar dinheiro enquanto viaja
      3. Vale a pena viajar a América do Sul?
      Quanto eu gastei realmente nas minhas viagens pela América do Sul?
      Eu fiz 3 expedições pela América do Sul em baixo orçamento, quero citar aqui 2 delas: Expedição poeira e Expedição Extremos América do Sul.

      Na expedição Poeira, eu consegui fazer 5 países em 22 dias, gastando 780 reais. Na expedição Extremos América do Sul, fiz 7 países em 150 dias, gastando 5.800 reais. Se você fizer a conta verá que nas duas expedições o meu gasto diário rodou em torno de 35 reais.
      Como fazer para gastar pouco assim?
      Vamos falar de algo que eu chamo de tripé dos gastos de viagem. Basicamente os custos de um mochilão se fixam em 3 pilares: Transporte, alimentação e hospedagem. Você conseguindo enxugar os custos nesse tripé, reduzirá muito o quanto você gastará na sua viagem.
      - Transporte
      Faça as contas, dependendo do vôo, um trecho de avião aqui pela América do Sul já gasta mais que eu gastei na viagem inteira. Esqueça avião se você deseja viajar com baixo orçamento, essa é a dica número 1.
      Essa é a parte do tripé que mais pesa, você precisará se esforçar para viajar gastando pouco com transporte, mas não é nada impossível e com um bom planejamento é possível viajar sem gastar nada.
      Basicamente nas minhas viagens eu uso bastante ônibus e pego carona. Carona você consegue arrumar hoje em dia via redes sociais, nos hostels e no clássico levantando o dedão na estrada.

      V80304-115248.mp4

      Já peguei carona muitas vezes sem problema e já fiquei horas e horas na estrada tentando sem sucesso. Na Argentina foi super fácil e no Chile super difícil, é tudo uma questão de paciência e tentativas e erros. Acabei viajando com amigos dividindo o valor do aluguel de carro, na caçamba de caminhões, em carros chiques e em ônibus de turismo.
      - Alimentação
      Essa é a parte que eu me orgulho de dizer que gasto o mínimo possível, deve ser por isso que perdi 22 kilos em 150 dias de viagem. Para gastar pouco com alimentação não tem segredo: Comprar comida no mercado e cozinhar no hostel. No Chile a comida mesmo no mercado estava muito cara, só reduzir as expectativas e mandar ver: Sopinha de tomate com cenoura.

      Eu tenho a vantagem de acampar muito em minhas viagens, em 150 dias de viagem, passei quase 40 dias acampado e quando eu estou acampando é basicamente arroz branco com alguma proteína barata como ovo e um temperinho. Acaba-se gastando muito pouco, nesse vídeo abaixo fiquei 1 semana acampado e me alimentando de arroz com alguns itens que ia encontrando pela mochila e pelo caminho.

      V80321-120347.mp4 Minha receita mais barata e que mantém meu corpo funcionando o dia todo de forma saudável é: Frutas como banana e maçã no café da manhã e eu fazia 2 sanduíches com pão, tomate, abacate e ovo cozido. Eu gasto em torno de 8 reais por dia com alimentação ( Café da manhã, almoço e jantar ). Uma dica é procurar hostels que já tenha café da manhã, encontrei lugares que valia muito a pena se entupir de comida do hostel e depois passar o dia sem comprar nada para comer.
      Ainda vou dar mais uma dica para você se alimentar bem e ainda ganhar um dinheiro com isso, isso lá no tópico sobre como ganhar dinheiro na estrada.
      - Hospedagem
      Hoje em dia temos tantas opções de sites e aplicativos que ajudam com hospedagem que posso quase que te garantir que você vai conseguir ótimas opções de hospedagem barata.
      O grande aplicativo que uso é o Booking, já encontrei muita pechincha no aplicativo que jamais encontraria andando e buscando lugar no boca a boca ( Faço muito isso também ). Se o aplicativo só está mostrando locais caros, vale a pena buscar da forma tradicional, andando e perguntando. Poucas vezes eu chego em uma cidade com hospedagem garantida, somente quando sei que vou chegar de noite ou em locais mais perigosos onde é melhor eu garantir pelo menos minha primeira noite.
      Uma dica que sempre dou é olhar os comentários dos usuários, eu particularmente sempre vou no mais barato que aparecer. O problema de escolher só pelo dinheiro é que você acaba se deparando com quartos como esse abaixo, se te mostro o telhado tu corre kkkk

      Eu acampo muito, em campings e em locais selvagens, livres de cobrança. Coachsurfing é uma ótima pedida, eu fiz bons amigos nessa categoria de hospedagem. O ideal é ir criando um perfil nessas redes e se engajar, dificilmente vão te aceitar sem um perfil já trabalhado, tente hospedar pessoas na sua casa antes de ir viajar, isso deixará seu perfil perfeito.


      Outra categoria bem diferente de hospedagem é fazer trabalho voluntário. Você pode usar sites como Workaway e Worldpackers, eu usei o Workaway para trabalhar na Europa com cavalos no inverno e em projetos de bio-construção no Brasil.

      Na América do Sul tive diversas oportunidades que os próprios amigos de estrada vão te indicando, se você está aberto a essa possibilidade, de vez em quando rola até alimentação nesses trabalhos voluntários.
      Agora, como ganhar dinheiro enquanto viaja?
      Sempre me perguntam como eu consigo ficar 150 dias viajando pela América do Sul ou 197 dias viajando o mundo, sou rico?? Longe disso, não é necessário ser rico para cair no mundo, minhas contas me dizem que é mais caro viver em SP do que viajar o mundo.
      Existem muitas formas de ganhar dinheiro viajando e vou falar algumas aqui que eu vi rolar e achei bem honesta a forma que encontraram de continuar viajando.
      Uma das mais interessantes é cozinhar no hostel. Junte um grupo, arrecade um pouco de dinheiro de cada um, compre os ingredientes no mercado e cozinhe para todos. Vi isso em muitos hostels ao redor do mundo, viajantes ganhando dinheiro cozinhando para a galera. Imagine você ganhando 2 reais por cada integrante do grupo, normalmente são 10 a 15 pessoas envolvidas.

      Um amigo meu que está viajando há 6 anos o mundo de moto, costuma parar em casas que faltam manutenção e se oferece para pintar a casa em troca de hospedagem. Ele diz: Olha, você compra uma latinha de tinta e eu pinto tudo para você, em troca eu posso acampar aí no seu quintal?
      Opções não faltam, eu já ganhei uns trocados dando aula de capoeira na praça, já vi fazerem isso com Yoga e alongamento. Já vi tatuadores trocando tattoo por comida, hippies vendendo sua arte nas ruas, fazendo malabares, entenda uma coisa: Tudo é possível quando se tem ânimo para ir a luta e trabalhar seu sonho.
      Mas, e aí? Vale a pena mochilar pela América do Sul ?
      Sou totalmente suspeito para falar, sou completamente apaixonado por esse continente, tanto que estou partindo em breve para minha 4° expedição por aqui. Só digo uma coisa: Ruínas incas, montanhas, desertos, praias, um povo simpático e câmbio favorável - Onde mais você encontra isso no mundo?

      Fiz uma palestra falando somente sobre isso, porque eu amo tanto a América do Sul, se você está em dúvida se deve ir ou não, peço que assista minha palestra e tire suas próprias conclusões, em breve no meu canal no Youtube, siga o canal para acompanhar os novos vídeos que vou colocar.
      Canal Trabalhe seu Sonho
      ---
      Espero que essas informações tenham te ajudado de alguma forma e fique à vontade para perguntar qualquer coisa, será um prazer te ajudar nesses primeiros passos da sua jornada por esse continente que eu amo tanto.
      Grande abraço e bons ventos!!
    • Por victor.marques
      Pessoal,
      Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve.
      Passagem/Transporte
       
      Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres
      Pela Avianca:
      18/08 RIO>BOG
      19/08 BOG > SMR
      1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG)
      Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso.
       
      Pela Viva air (antiga Viva Colombia)
       
      25/08 CTG > ADZ
      Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs).
      Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. 
      *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena.
      Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato.
      Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso.
      Câmbio
       
      Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse:  cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava).
      Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo.
       
      Chip Colombiano
       
      Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas.
      Hospedagem (Booking)
       
      Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375  em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos.
      Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta.
      Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado.
      San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias.
      Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento.
      Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip
       
      Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo.
      Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim.
      Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal.
      Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG
       
      Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade.

      Esse é o caminho de entrada na Catedral
      Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos!


      Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs)
       
       

      E as lindas artes com sal!!!
       
      Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções.
      Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz.
      Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus.
      20/08 - Santa Marta
       
      Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor.

      Orla SMR
      Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência.
      Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo!
      21/08 - Santa Marta - Bahia Concha
       
      A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior.

      Praia de Bahia Concha
       

      Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha.
      Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente.
      22/08 -  Santa Marta - Playa Del Ritmo
      No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos.  Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs.

      Interior do ônibus da ida

      Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo

      Playa Del Ritmo
       
       

      Banho na Playa Del Ritmo
      Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel.
      23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena
      A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos.
      24/08 – Cartagena
      Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam!

       
       
       
       
      Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens).
       

      Teve arco-íris sim

      À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente.

      Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa.
       

       
      24/08 – Cartagena – Bendita Beach
      Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos...
       

       
      O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite.
       
       

      Engarrafamento de charrete
       
       
      25/8 Ida à San Andres
      Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres.
       

      Interior do avião da Viva Air
       
       
      Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia.

       
      Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros.
      Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra.
      26/8 – Volta à Ilha de Mula.
      Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu  COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas.

      Estradas mais tranquilas em volta da ilha

      I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos
      Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon...

      Brincando com os peixes
       

      Meu contatinho com Poseidon
       

      Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio
      O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali).
      Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro.
      Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos.
      Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos:

      Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar.
      27/08 e 28/08 – Praias do Centro
      O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos...

      Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton:
       

      A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas.
      Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs
      29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais
      Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!!

      Essa cor de água chega a dar raiva

      Ilha do lado do Acuário

      Arraias...

      Me cagando de medo das arraias
      https://vimeo.com/288555840
      Video incrível do acuário
      https://vimeo.com/288556520
      Vídeo da piscina-mar em San Andres
      https://vimeo.com/288556833
      Nadando com os peixes
      30/08 – Johnny Cay
      A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles:

       
       
      O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte).
       
       

      Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos

      E um amiguinho loiro...
       

       
      É lindo, mas lotado demais
       

      Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs
      Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco

       
      Deu medo, mas até assim esse mar é lindo
      Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços.
       

       
      Compras
      Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs.
      31/08 – Volta à ilha de bicicleta
      Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano.
       

       
      De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido
      Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada.
      Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco.
      1/9 – Volta para casa
      Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim:
       

       
      Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil.

       
      Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea.

      Hasta luego, San Andres.
       
      E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem!
      Bjos
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Amilton & Poly
      Olá, eu e meu marido estivemos na Colômbia de 18/12/14 a 01/01/15.
       
      Rotas
      Compramos as passagens de ida e volta pela Copa Airlines com milhas.
      As passagens internas compramos da Viva Colômbia e Copa.
       
      Campinas – Panamá – Bogotá – COPA
      Bogotá – San Andres – VIVA
      San Andres – Cartagena – COPA
      Cartagena – Bogotá – VIVA
      Bogotá – Panamá – Campinas - COPA
       
      Obs. Viva Colômbia: é uma empresa confusa e cheia de frescuras : se vc não imprimir o cartão de embarque terá que pagar 25.000 pesos colombianos para fazer isso no check-in. Serviço de bordo é pago. Se for despachar terá que pagar e só pode ser até 12 kg. Para até 20 kg tem mais uma taxa. Pagamos 1 taxa extra e despachamos as malas como se fossem de 1 pessoa só. Não tem marcação de poltrona, vc senta onde quiser (imagina como é a hora de entrar no avião kkk). Até vc conseguir entrar no avião vc participará de pelo menos 5 filas kkk. Além disso, nenhum vôo que pegamos com eles saiu pontualmente. Se o valor compensar vá em frente, mas com o espírito aberto kkkk.
       
      Câmbio
       
      Levamos dólares e reais.
      Cambiamos uma pequena quantia de dólares no aeroporto de Bogotá, assim que sai do desembarque: 2.200 pesos por dólar.
      O restante dos dólares cambiamos no centro de Bogotá (candelária) na rua dos transmilênios por 2.220 pesos por dólar.
      Nem utilizamos os reais pois o câmbio estava ruim 750 pesos por real.
      Encontramos brasileiros que cambiaram em Cartagena e disseram que estava 2.050 pesos por dólar.
       
      Hostels
       
      Bogotá: Masaya Hostel – :'> fica na Candelária: o melhor da viagem, ótimo. Atendimento muito bom. Limpo (tinha gente limpando toda hora). Cozinha com boa estrutura. Banheiros grandes com várias cabines e água quentinha. Hostel com vários ambientes. Café da manhã mara! O café não estava incluído, era 7500 pesos por dia mas super compensava pq era mto bom: omelete de 2 tipos, 2 ou 3 tipos de frutas, manteiga, geléia, suco, café, cereais completo, uma belezinha. Pegamos quarto privativo que tinha vista pro cerro monserrat. A localização é muito boa pq permitiu fazermos td a pé – 4 diárias com o café da manhã saiu 300.000 pesos.
       
      San Andres: Sheylla’s Place III – fica a 5 minutos do centro: é um prédio residencial que pegaram o último andar e fizeram de pousada. São 6 quartos grandes e privativos, cozinha, banheiro e sala comunitários. É um banheirinho só para os 6 quartos, mas até que deu certo. Não tem água quente no chuveiro, mas acredite isso não é um problema com o calor que faz lá. É uma pousada que vai mais família. A limpeza é 1 vez por dia. Recepção razoável. Sem café da manhã – 5 diárias saíram 375.000 pesos.
       
      Cartagena: Hostal Las Tortugas – fica no Getsemani a 5 minutos da Torre do Relógio: atendimento bom. Nosso quarto não foi limpo nenhum dia. Banheiro coletivo só era limpo de manhã. Não tem água quente no chuveiro, o que não é um problema pq lá faz calor de matar. Cozinha muito pequena e suja. Permite festas, então quem tem dificuldade de dormir não rola. Tem café da manhã mas bem fraquinho e controlado. Só vale por ser bem perto da muralha – 4 diárias saíram por 360.000 pesos.
       
      Restaurantes
       
      Dica: a maioria dos pratos são mto bem servidos então pedíamos 1 prato para os 2.
       
      Bogotá: na Candelária é melhor do que no centro de Bogotá para encontrar bons restaurantes. As lanchonetes de rua não são nem um pouco convidativas (lê-se bem sujas).
       
      ‘Candelário’ tem preços bons e a comida é boa. Aproximadamente 13.000 pesos o prato.
      ‘Crepes & Waffles’ uma delícia, limpo e preços razoáveis. Na dúvida coma lá.
      ‘El Corral’ tbm mto bom e preços parecidos com Crepes & Waffles.
      ‘Las Brujas’ comemos ceviche peruano e caribenho, mto bom. É um restaurante mais romântico.
      ‘San Isidro’ fica no cerro Monsserrate, é mto bom, luxuoso e com uma vista linda mas caríssimo.
      ‘Andres Carne de Res’ meio carinho, mas tem que ir. É mto diferente.
      Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ tem por toda parte.
      Tem tbm as barraquinhas de frutas, arepas e arequipas.
       
      San Andres:
       
      ‘Mahi Mahi’, ‘Sea Watch’, ‘Casa Blanca’: ficam um do lado do outro na orla, são do mesmo grupo e vc pode sentar em qualquer um dos restaurantes e pedir o cardápio de qualquer um deles. Se quiser mais requinte sente no Casa Blanca rsrs.
       
      Cartagena: É bem tranquilo comer na cidade amuralhada. Tem mtas opções boas e todos os preços.
       
      ‘Hard Rock’ gostoso, ambiente agradável!!!
      ‘Chipi Chipi’ é uma cevicheria bem boa que fica perto da praça Fernandes Madrid.
      ‘Café del Reloj’ assim que vc entra pela torre do relógio fica à direita. Ambiente mto bom, atendimento ótimo, comidas, sobremesas e café deliciosos.
      Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ .
      Dica: as arepas de Cartagena são muuuto melhores do que de Bogotá.
       
      BOGOTÁ
       
      1° dia: Chegamos ao Aeroporto El Dorado e pegamos um táxi até o Hostel Masaya que fica na Candelária (~40 minutos e custou 25.000 pesos).
      A Candelária é um bairro universitário, tranquilo e seguro. Tem fácil acesso a tudo e pode visitar os principais pontos turísticos a pé.
      Fomos para a praça Bolívar. Estava toda enfeitada para Natal, linda. Teve projeção de um vídeo natalino em um dos prédios históricos.
       
      2° dia: como não tínhamos adaptador para as tomadas (aqueles de 2 pinos achatados) fomos para o centro comprar.
      Tour guiado pela Candelária: fizemos a reserva ainda no Brasil por email ao PIT (posto de informação turística). O PIT fica em uma das esquinas da praça Bolivar. O tour é gratuito e dura aproximadamente 2h. É só panorâmico, não entra nos lugares e vale mto a pena. Depois com os conhecimentos adquiridos vc entra no que te interessar.
      Depois do tour fomos entrar nos lugares: Centro Cultural Gabriel Garcia Marques (uma livraria, com pátio, espelho dágua, tem um El Corral na frente e um Juan Valdez ao lado), Museu Botero (bem legal), Casa da Moeda, Museu Casa da República. Todos esses ficam um do lado do outro e são grátis. Pagamos apenas 6000 pesos para o áudio guia (opcional) no museu Botero.
      No fim da tarde fomos a Igreja Santo Agostinho (atrás do Palácio Narinõ).
      Em Bogotá tem as redes de Artesanias, então fomos procurar uma delas. A guia do tour nos indicou a do lado do Museu do Ouro pois era mais barata que as demais. Fomos e era enorme, artesanatos bem feitos mto legal. Vale a pena comprar lá.
       

       
      3° dia: acordamos cedo e fomos pra Zipaquirá, onde tem a Catedral de Sal.
      Caminho: pegar ônibus Terminal Norte (n° 72). A passagem custa 1500 ou 1800 pesos dependendo se é hora de pico ou não. Desce no terminal norte e pega uma Buseta para Zipa que custa 4300 pesos. O trajeto todo dura quase 2h.
      A cidade é uma graça, praças e igrejas lindinhas. Fomos andando até a Catedral. A entrada custa 23.000 pesos no tour básico e tem outros tipos de tours com valores mais altos.
      O passeio dentro da Catedral dura em torno de 1:30h com guia. Vc fica a 180 metros abaixo da montanha. Tem toda a via crucis, show de luzes e um filminho 3D além de um espelho dágua maravilhoso. Vale muito a pena! Tem que ir!
      De noite fomos para o famoso Andres Carne de Res. É um restaurante mto diferente. É um prédio inteiro cada andar todo enfeitado com os temas terra, céu, inferno etc. Eh mto da hora. As comidas são um pouquinho caras mas tem que ir. Áh o atendimento é ótimo. Tem que agendar pelo site ainda do Brasil, pq lá lota.
      O Andres fica na Zona Rosa, área nobre de Bogotá então depois do Andres ficamos andando por lá. É um bairro mto lindo, cheio de barzinhos, shoppings e lojas de marca. Td decoradíssimo para o Natal.
       

       

       
       
      4° dia: Cedo fomos para a praça Bolívar conhecer a Catedral. No caminho passamos na igreja da Candelária.
      Como o pessoal do hostel indicou fomos procurar um centro de artesanias (que não são as oficiais) que fica na Calle 10 com Carrera 10. Os artesanatos são mais baratos mas não são bonitos como nas redes oficiais.
      Fomos para o Museu do Oro (grátis aos domingos assim como demais museus). Mto legal e interativo.
      De tarde fomos fazer a visita guiada na Casa Narinõ (residência do presidente). Agendamos previamente do Brasil por email. Para conseguir entrar é um trampo: para entrar na recepção tem que deixar td q é metálico e passa por uma porta tipo de banco. Depois passa a bolsa , blusas etc em um raio X. Daí eles te pedem câmeras e celulares e deixam guardado. Vc faz um cadastro e tira foto. Depois eles dizem q vc não pode entrar de bolsa, e confiscam sua bolsa. Perde um tanto de tempo nessa confusão. Mas o tour é bem legal. Não teve troca de guarda pq falaram q em dezembro não tem.
      No final eles devolvem tds as coisas e só pode tirar foto da frente da casa. Agora veja bem, eu e meu marido perguntamos se podíamos usar o banheiro (que fica dentro da casa) e o cara deixou entrarmos com máquina, celular e bolsa e sem acompanhante kkkkk.... Vai entender esses colombianos.
      Fomos para o Cerro Monserrate. Pegamos uma promoção que subindo das 17 às 19:30h pagaríamos 10.000 pesos ida e volta. Subimos de funicular e descemos de teleférico. É mto bonita a vista lá de cima, pegamos o anoitecer. Se puder vá tbm de dia, deve ser lindo.
       
      5° dia: último dia em Bogotá. Ficamos andando pelo centro e tentamos ir no edifício Colpatria, o mais alto de Bogotá, mas este dia não era dia de Mirador. Fomos embora para San Andres.
       
       
       
      SAN ANDRÉS
       
      No aeroporto de Bogotá vc já tem que pagar a taxa pra entrar na ilha. Está 48.000 pesos.
       
      Dica: indispensável em San Andres é a sapatilha aquática (10.000 pesos) pq as praias tem mta pedra e snorkel (de silicone por 20.000 pesos, os de plástico entram água).
       
      6° dia: Fomos alugar o carrinho de golf. Queriam cobrar de 80 a 90.000 pesos, choramos e deixaram por 70.000. Vc pode ficar com o carrinho até as 18h. Ele anda a 10 por hora rsrs mas é divertido. A ilha tem 32km para percorrer com pontos turísticos ao longo do caminho e parávamos tbm em qqer ponto que achávamos bonito ou que queríamos entrar no mar.
       
      Primeira parada foi West View: o melhor de San Andres. Tem estacionamento pro carrinho, vc paga 4000 pesos pra entrar e ganha um pedaço de pão pra alimentar os peixinhos. Lá tem toboágua e trampolim, aluguel de colete (5000 pesos), lockers com propina voluntária, mesas, lanchonete. Pegamos colete pq a profundidade é de no mínimo 4m. Delícia fazer snorkel lá, mtoss peixes, mais do que todos os outros lugares de San Andres que fizemos snorkel. Passe um bom tempo nessa parada, é a que mais vale a pena.
       
      Segunda parada: Hoyo Soplador: vc estaciona o carrinho e já vem uma pessoa falando que não precisa pagar nada, que ele cuidaria do carrinho, mas que ele pedia que consumíssemos lá. Ele nem espera a gente pedir nada e já vem trazendo piña colada, ficamos constrangidos e pegamos rs. Bom o Hoyo soplador é divertido, rende boas fotos e vídeos.
       
      Não paramos na Piscinita pq tava bem caidinho.
       
      Terceira parada: praia de São Luiz e Rocky Cay: tem que pagar 5000 pesos de estacionamento e tem que consumir. Tinha cadeiras disponíveis. Como pegamos o locker (5000 pesos) já contou como consumação. Essa praia é bem organizadinha mas como tava tarde nem ficamos curtindo já fomos atravessar o mar para Rocky Cay. Rocky Cay é uma ilhota em que a atração é o navio encalhado trazido pelo furacão Katrina. Vc chega na ilha caminhando no mar mesmo, tenho 1,59m e a água chegou a bater no meu pescoço.
       

       
      7° dia: passamos o dia curtindo a praia de Sprat Brigth, a praia do centro. E compramos os passeios para Jonhy Cay (9.000 pesos) e Cayo Bolivar (160.000 pesos) com o Maurício da Explorer, ele fica numa mesa em frente à loja Sigali Sigali na orla, ele faz bons preços.
       
      8° dia: Passeio para ilha Cayo Bolivar: é o passeio mais caro e inclui café da manhã, almoço e bebidas a vontade. Nos pegaram no hotel.
      O barco é pequeno, aberto, sem estrutura, não tem onde segurar, o assento não tem encosto, não tem segurança nenhuma (só coletes). Enfrentamos alto mar durante 1:15h, mar agitadíssimo e experiência de quase morte kkkk. Verdade! Foi aterrorizante. Eles não avisam como é, tínhamos ideia pelos relatos dos mochileiros. Não recomendamos para criança, idosos, problema de coluna ou coração. Recomendamos apenas para quem gostar de mtaaaa aventura pq a falta de segurança é mto grande.
      Chegamos e o mar de Cayo Bolivar é maravilhoso, um verde inesquecível. A ilha é bemm pequena. O café da manhã é pão com mortadela e o almoço é um peixe, arroz e salada que eles serviam com a mão. Refri, cerveja e água a vontade. Fomos embora às 15h e a volta foi menos desesperadora e durou uns 40 min.
       

       
      9° dia: Aquário e ilha Johnny Cay: o passeio saiu por 9.000 para cada (com o Maurício) mas em todos os outros lugares estava por 20.000. O barco é o mesmo de Cayo Bolivar só que dessa vez são só uns 10 minutos então tranquilo. Vc tem que pagar a taxa de conservação da ilha (5.000 pesos). Primeiro o barco nos deixa no Aquário que é um lugar no mar que dá para fazer snorkel. Tem locker lá por 4000 pesos. Fica mais ou menos 1h lá e levam para Johnny Cay que é uma ilha bem estruturada mas td tem que pagar. A água é linda e o retorno é 15h.
       
      CARTAGENA
       
      Obs: dois brasileiros nos informaram para tomar cuidado com os policiais pois eles pedem seu passaporte ou pegam sua bolsa e implantam droga pra cobrar propina. Então cuidado, não deixe q eles saiam da sua vista com nada seu, peça pra olharem na sua frente. Apesar disso nenhum policial nem nos revistou e foi td tranquilo graças a Deus.
      Como chegamos tarde só ficamos andando na muralha de noite, que aliás estava linda decorada pra Natal.
       
      10° dia: andamos o dia td dentro da muralha. As ruazinhas são uma graça, os balcões com flores lindos. Mtos restaurantes, praças bem cuidadas.
      Fomos na igreja San Pedro Claver, Palácio da inquisição (grátis aos domingos)mto legal, Praça Santo Domingos onde fica a igreja de mesmo nome e a estátua La Gorda de Botero.
      De tarde assistimos o pôr do sol no Café del Mar (que é carinho mas dá pra ir só assistir o pôr do sol) com uma musiquinha de fundo, mágico.
       

       

       
      11° dia: Isla de Rosário e Playa Blanca: custou 45.000 pesos com almoço incluído.O barco tem um pouco mais de estrutura que os de San Andres. No caminho tem guia que vai explicando sobre as ilhas, paradas para ver os peixes. Primeiro para em Isla de rosário para o pessoal ir no oceanário ou fazer snorkel. Como não fizemos nada disso tivemos que ficar esperando o pessoal voltar pra continuar. Isla de Rosário não tem graça, tem so um pedacinho de praia que um tantão de gente se espreme pra ficar. Fomos para Playa Blanca e lá tem o almoço que é peixe, arroz, salada e suco e vc pode ficar até às 15h na praia. A praia é lotadíssima, areia super suja, tem jetsky andando no meio dos banhistas. A água é bem bonita mas se vc for pra San Andres o passeio não vale a pena.
       

       
      12° dia: fomos na Casa Rafael Nuñez, casa de um ex presidente que foi por 4 vezes e era Cartagenero, eles tem mto orgulho dele. Pegamos guia (propina voluntária) e a visita ficou ainda mais interessante. Não deixe de ir, vale a pena.
      13:30h pegamos o Tour de Chiva (40.000 pesos), com guia passa pelo bairro de Bocagrande, bairro do Getsemani, convento de la Popa, Castelo San Felipe e Muralha. Vale a pena, com todas as entradas inclusas. Convento de La Popa só vale pela vista que é linda, é o ponto mais alto de Cartagena. O castelo é bem interessante. A volta num pedaço da muralha tbm é legal.
       

       
       
      13° dia: dia de ir embora, ficamos andando no shopping Plaza Mall ao lado do Castelo e andamos na muralha.
      De noite pegamos avião pra Bogotá e depois Panamá-Campinas.
    • Por willgittens
      Olá amigos e amigas!
      Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar.

      Me chamo Will Gittens,  tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco.

      Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta.

      Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos.


      Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível.

      Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
  • Seja [email protected] ao Mochileiros.com

    Faça parte da maior comunidade de mochileiros e viajantes independentes do Brasil! O cadastro é fácil e rápido! 😉 

×