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De Palhoça a Bariloche de kombi.

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Bom dia pessoal!

Somos a família Avila de Palhoça - SC. Estamos saindo em viagem no dia 25 de dezembro abordo de nossa kombi (Fiona) com destino a Bariloche - AR.

Gostariamos de dicas de roteiro, principalmente para o retorno, sendo que a ida será pelo litoral gaúcho, Montevidéu e entrada pela Argentina ,cidade  Fray Bentos.

Forte abraço a todos.

ps. Companhias são bem vindas.

 

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O caminho mais convencional para ida seria passar Buenos Aires (pode entrar na cidade ou passar por fora), Bahia Blanca, Neuquén e San Martin de Los Andes.

A volta depende de se quer aproveitar para incluir mais algum roteiro turístico, aumentando o percurso, ou se quer retornar o mais rápido possível. Eu aproveitaria para conhecer a região dos lagos e vulcões em Puerto Montt e Osorno. Daria para subir até Santiago também. Ou ainda, sem cruzar para o Chile, subir até Mendoza ou retornar para o Atlântico e descer um pouco até Puerto Madryn onde se vê um safári dos animais marinhos. 

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Minha sugestão seria uma volta que incluísse o Chile, no seguinte roteiro:

Bariloche/AR > Villa Angostura/AR > San Martin de Los Andes/AR > Pucón/CL > Santiago/CL > Uspallata/AR > Mendoza/AR > Cordoba/AR > Santa Fé/AR > Salto/UY > Rivera/UY, retornando ao Brasil por Santana do Livramento.

Neste roteiro vocês passarão pela Rota dos 7 Lagos , na Argentina, (Bariloche> San Martin/AR), poderão escalar o vulcão ativo Villarica (Pucón/CL), conhecer a bela capital chilena, subir os Andes pelo Los Caracoles, no Paso Cristo Redentor e de lambuja aproveitar e conhecer o Parque do Aconcágua, as estações de ski de Los Penitentes e Potrerillos, a Puente del Inca e ainda a bela cidade de Mendoza e Cordoba e cruzar o túnel subfluvial em entre as cidades de  Santa Fé e Parana.

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Concordo com a sugestão dos amigos, foi praticamente o mesmo caminho que fiz e compartilho no relato da minha assinatura abaixo, vai conhecer muita cidade gostosa e de quebra três capitais pra por na lista!

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    • Por emmanuel_oliveira
      Olá, pessoal.
      Eu e minha esposa iremos ao Chile em setembro/2018. Apesar de eu já ter ido, fiz um roteiro diferente do que queremos fazer agora. Sendo assim, gostaríamos de ajuda de vocês para montarmos o itinerário mais adequado.
       
      Sairemos de Fortaleza no dia 16 de Setembro e chegaremos em Santiago às 18:10 do mesmo dia. Aí começam nossas dúvidas. Chegaremos justamente nas Fiestas Pátrias chilenas. Queremos conhecer essas festas, mas sabemos que muitos locais não abrem. Os lugares turísticos são afetados, como Plaza de Armas, museus, Palácio de La Moneda? Estamos pensando em fazer o seguinte percurso:
      Dia 16) Fortaleza - Santiago
      Dia 19) Santiago - Mendonza, ARG (por a passagem de avião ser mais barata)
      Dia 20) Mendonza - Bariloche (avião)
      Dia 23) Bariloche - Puerto Varas (melhor fazer o Cruce Andino ou viajar de ônibus e deixar pra fazer os passeios de barco em Puerto Varas?)
      Dia 26) Puerto Montt - Valdívia - Pucon
      Dia 29 tarde) Volta pra Santiago (ônibus)
      Dia 30) Santiago - Fortaleza

      Não separamos dias específicos pra cada lugar. Queremos curtir o ambiente e decidir se vale a pena ficar mais ou menos dias. 
      Como iremos em Setembro e vai ser fim de inverno, sabem dizer se dá pra esquiar em Valle Nevado, fazer trilha na Cordilheira dos Andes, ir em Cajón Del Maipo?
      Indicam alguma vinícola mais rústica e/ou tenha viagem de trem? 

      Desde já, agradecemos as respostas!!!
    • Por fabricionn
      Relato de viagem 19 dias Patagônia – Bariloche x Futaleufu x Puyuhuapi x Cerro Castillo x Puerto Tranquilo x Los Antiguos x El Chaltén x Ushuaia
       
      Dia 1 – 23/01 – sábado: Rio X Bariloche
       
      E ai Pessoal!
       
      Espero ajudar com mais este relato. Essa viagem foi sensacional!! A viagem ocorreu de 23 de janeiro/2016 a 11/02/2016. Apesar de alta temporada, não fomos com nada reservado e íamos buscando nos locais mesmo.
       
      Em Bariloche tivemos grande dificuldade em conseguir hospedagem a preços aceitáveis, e acabamos pagando mais caro porque não fechamos antes.
       
      Vou falando os custos ao longo do caminho. A passagem foi Rio x Bariloche e Ushuaia x Rio por R$ 2.040,00 com as taxas incluídas.
       
      Chegamos umas 21h30 ao centro da cidade de ônibus do aeroporto por 12 pesos cada um (o táxi seria a partir de 280 pesos), ainda claro.
       
      Procuramos hostel más já estavam todos lotados. Tivemos que procurar um hotel, que encontramos o Copahue na Av. San Martin. O hotel é bem aconchegante e agradável, apesar de caro (1.100 pesos/para 2 pessoas) com café da manhã.
       
      Dia 2 – 24/01 - domingo: Bariloche
       
      Acordamos cedo e fomos buscar uma troca de hotel pra um mais econômico. Rsrsrs os hostels estão cobrando 300 pesos por pessoa em quarto compartilhado, praticamente todos com o mesmo preço.
       
      Andamos pela cidade, calle Mitre onde o pessoal troca moeda.
       
      O câmbio estava 1 real = 3,60 pesos
      1 dólar = 4,15 reais
      1 dólar= 15 pesos
       
      Almoçamos na própria calle Mitre, no los ponchitos e a comida estava na média de preços dos outros restaurantes : 130 pesos (caro!!).
       
      Encontramos uma hospedagem mais a frente chamada Aspen Hotel que estava cobrando 860 pesos para 2 pessoas, melhor que a nossa a 1.100, pena q não deu tempo de trocar no mesmo dia...
       
      Dia 3 - 25/01 – segunda: Bariloche
       
      Resolvemos ficar na cidade em vez de fazer passeio. Fomos ao parque Llao Llao e caminhar por la. O parque é bem interessante.
      Fomos ao centro de turismo e pegamos informações do que fazer lá. Inclusive que tínhamos que comprar o cartão de ônibus (25 pesos) e depois recarregar com base nos valores que usaríamos. Os ônibus não aceitam dinheiro!
      Rodamos o dia todo no parque.
       
      Dia 4 – 26/01 – terça – Tronador
       
      Fechamos um passeio ao tronador por 560 pesos/pessoa que sai do hotel às 9h. O passeio consiste em passar pelo rio manso (que tem variações de coloração em razão dos sedimentos que caem no rio) e ao fim encontramos com uma geleira que constantemente se solta. Não demos sorte de ver uma parte se desprendendo, mas pelo menos conseguimos ouvir alguma coisa. Hehehe
       
      Depois, passa para ver a cachoeira que se forma da geleira... bem interessante. Água bem gelada mesmo.
       
      Trocamos de hotel do Copahue para o Aspen Ski hotel que era bem mais aceitável o preço 860 pesos com café da manhã.
       
      Este hotel também tem serviço de restaurante que é mais econômico que qualquer restaurante que fomos!! Fora que a comida é muito boa e com variação!! Não pensamos duas vezes. Hehehe só comemos os "pratos frios" por 60/pessoa. :)
       
      Só os pratos frios já satisfizeram nossa fome! Grande variedade de comida pra todos os gostos. Este hotel teve o melhor custo x benefício da viagem, pena que não o descobrimos antes.
       
      http://www.hotelaspenski.com/home.htm
       
      Dia 5 – 27/01 – quarta - Bariloche x Esquel (rumo a Futaleufu)
       
      Pesquisando sobre rafting na internet, descobrimos o relato do Márcio/Sp aqui no site dos mochileiros.com (futaleufu-o-paraiso-do-rafting-t32982.html) que falou tão bem de Futaleufu, que desistimos de fazer os oferecidos em Bariloche. Os preços de Bariloche estão surreais 1.690 pesos (nivel 3 e 4). O mais barato que encontramos foi por 1.290 numa agência perto do posto de gasolina do centro, subindo a rua.
       
      Para chegar a Futaleufu, é preciso ir a Esquel e de lá continuar a peregrinação. Hahahaha o preço da passagem foi de 232 pesos em ônibus executivo.
       
      Pegamos o remise ("táxi" ”mais econômico”) do Aspen até o Terminal de bus por 80 pesos.
       
      Infelizmente perdemos o ônibus porque compramos o bilhete no quiosque (El Valle), mas eles vendiam várias empresas... como o atendente não informou sobre isso e não sabíamos que existia isso em guiche, tivemos que pegar o ônibus mais caro (365 pesos) e que venderam como cama...
       
      De ônibus normal até Esquel e de la sentido Chile.
       
      Em Esquel também é possível fazer um rafting no rio Corcovado de nível 3 e 4, mas esse não é o nosso objetivo. Hehehe
       
      Ficamos hospedados por 600 pesos (2 pessoas) numa Cabaña perto da rodoviária mesmo. Tinha também um hostel perto por 200/pessoa em quarto compartilhado.
       
      A central de informações é interessante, pois funciona direto, pelo que vimos, inclusive pela manhã (8h). La eles dão varias informações e indicam onde se hospedar também.
       
      Dia 6 – 28/01 – quinta - Futaleufu
      Após passar pela Aduana na Argentina e Chile, partimos pra cidade.
       
      Chegamos perto das 11h e pensávamos que não seria possível fazer nada neste horário, mas conseguimos fazer o rafting mais curto (que sai mais tarde que os outros) por 45mil pesos chilenos/pessoa na Patagônia Elementary. A Agência tem boa estrutura e vai um fotógrafo profissional acompanhando o bote que oferece os serviços por 5mil/pessoa.
       
      O rafting é irado!! Sem palavras para descrever a tonalidade, exuberância e qualidade do rafting!!
       
      Ficamos tão empolgados com o rafting que resolvemos fazer outro no dia seguinte.
       
      Refeição fica na faixa de 6mil/pessoa.
       
      Ficamos hospedados na pousada Cañete por 12.500 pesos/pessoa. Pequena, porém funcional. Café da manhã básico. Rsrsrs
       
      Ficamos boquiabiertos com tamanha beleza!!
       
      Cotação - 1 real = 165 pesos
      Incrivelmente tem uma agência que troca reais e estava 1 real = 170 pesos!
      Droga que não descobrimos antes do saque. Hehehehe
       
      Dia 7 – 29/01 - sexta - Futaleufu
       
      Fizemos o rafting full day pela agência:
      Outdoor Patagônia
      [email protected]
      http://www.outdoorpatagonia.com
       
      O material deles tá menos novo que o da outra, porém achei o serviço mais top!! O guia Alonso fez a diferença no passeio, indo pelos pontos mais interessantes do rio, além de usar a gopro direto!!
       
      Para sair de Futaleufu, também são poucas opções e dias. Voltando para Esquel, sai na segunda, quarta e sexta, pois os ônibus das duas cidades (Esquel e Futaleufu) se encontram na fronteira.
       
      Para ir mais ao sul, tem um ônibus domingo que vai até Coihaique e há outras opções saindo de Chaitén diariamente. Nessa estrada, o que costuma acontecer é das pessoas esperarem o ônibus de Chaitén na Villa Santa Lucía, que é passagem obrigatória e ponto desses ônibus. Infelizmente não tenho mais detalhes dos horários, pois quem entrou em contato com a empresa de ônibus para gente foi a dona da pousada Cañete (que inclusive vende passagens para Chaitén).
       
      No rafting que fizemos encontramos um casal de australianos que estava de carro e ia para Cerro Castillo também!! Então entramos nessa viagem desse casal e dormimos em La Junta, uma das cidades mais próximas do parque nacional Queulat.
       
      La Junta é uma cidade pequena e tranquila, com água potável saindo pela bica. Rsrs Não só lá acontece isso, mas, pelo que vimos, em toda Patagônia!! Economia garantida na água. Hehehe
       
      Ficamos hospedados num lugar bem fraco, chamada "Hospedaje Valle El Quinto", cuja limpeza é fraca, mas foi o q encontramos, por 10mil/pessoa com café da manhã fraco. Rsrs bom que foi só por uma noite.
       
      Dia 8 – 30/01 - sábado - La Junta x Puyuhuapi
       
      Como não tínhamos barraca pra acompanhá-los, eles nos deixaram em Puyuhuapi em torno das 11h, base da cidade pra conhecer Ventisquero Colgante, que é um glaciar no meio de uma floresta! Visual impressionante e interessante. Ele é menor que o mais perto de Bariloche, mas é mais bonito como um todo.
       
      Esse parque fica a 22km da da vila de Puyuhuapi e chegamos de carona. É possível pegar um bus pra voltar pra Puyuhuapi a partir das 18h, que são os ônibus que saem de Coyhaique até La Junta/Puyuhuapi.
       
      Ficamos na cidade porque não tinha como sair no mesmo dia, pois para ir para Cerro Castillo, tem que ir a Coyhaique e o ônibus sai às 6h da manhã diariamente.
       
      Ficamos hospedados na hospedagem Don Luis, que é un lugar bem agradável e aconchegante por 11mil/pessoa sem café, pois o bus sairia cedo no dia seguinte.
       
      Dia 9 – 31/01 - domingo - Puyuhuapi x Cerro Castillo
       
      Compramos a passagem no dia anterior em Puyuhuapi até Coyhaique por 8mil pesos/pessoa e partimos pra esta cidade.
       
      Ao chegar à rodoviária, buscamos uma passagem pra Cerro Castillo que sai diariamente às 9h, mas a atendente informou que não havia mais vagas até quarta-feira. Perguntamos se havia outro e a atendente disse q teria um sem vaga às 11h. Insistimos se teria desistência e ela disse q teria q esperar. Bingo! Conseguimos partir pra Cerro neste dia por 5mil/pessoa.
       
      Procuramos hospedagem e encontramos a hospedaje El Rodeo que é razoável e saiu por 10mil / pessoa sem café da manhã.
       
      Cerro Castillo é um parque que oferece Trekking de 1 dia ou de 4/5 días, ao estilo Torres del Paine. Infelizmente não viemos preparados pro Trekking maior, então só restou o de 1 dia mesmo que não conseguimos fazer no dia que chegamos e ficou pro dia seguinte.
       
      Refeição tem o preço aproximado das cidades anteriores entre 6 e 7 mil.
       
      Obtendo informações no parque, a central disse que o percurso mais bonito é o que fica perto da Cidade de Cerro Castillo mesmo, tendo variações de caminhada para quem anda bem e pra quem não anda tão bem assim. Rsrsrs
       
      Dia 10 - segunda - Cerro Castillo
       
      Fizemos o Trekking de 1 dia que vai e volta por Cerro Castillo. O visual é irado! Passa-se por bosques, vegetação alta e depois uma parte de pedras para se chegar ao mirante que é impressionante, ainda mais num dia de sol.
       
      Depois, é possível entrar na água gelada que corre da geleira no lago, dar uma refrescada e encher a garrafa de água. A trilha dura entre 6 e 8 horas ida e volta, mas pode passar disso. Rsrs
       
      Na volta, não tinha mais ônibus pra pegar e pedir carona já ficou tarde... Então, voltamos pra pousada El Rodeo para tentar ir embora no dia seguinte.
       
      Dia 11 - terça - Cerro Castillo x Puerto Tranquilo
       
      Os ônibus não passam com frequência nesta estrada então ou se pega um certo ou tem que tentar carona.
       
      O ônibus que passa entre 10h e 11h na estrada principal já estava cheio e o que passava 11h30 só tinha uma vaga...
       
      Moral da história: tivemos que "ir a dedo" (pedindo carona). Depois de 1h30 esperando e praticando bastante, conseguimos!!
      Chegamos a Puerto Tranquilo e não tinha "hospedaje" disponíveis. Felizmente, conseguimos alugar uma barraca na "Bellavista" que tinha uma ótima estrutura tanto pra Camping quanto pra quartos.
       
      Por coincidência, encontramos o casal que nos deu carona no mesmo local. Como iam a capella de marmol, aproveitamos a oportunidade e fomos juntos por 10mil/pessoa. O local realmente é deslumbrante. Como fomos umas 18h30, não tinha mais sol, mas mesmo assim foi lindo demais. O melhor horário para conhecer é entre 8h e 9h, pelo que disseram, porque a água faz um contraste interessante com a capela de mármore.
       
      Dia 12 - quarta - Puerto Tranquilo
       
      Fechamos o passeio de Exploradores de Glaciar por 50mil no cartão de crédito, pois já estavam acabando os pesos chilenos 45mil (dinheiro) na empresa Valle Leones. Achei o valor bem exagerado pelo serviço que oferecem, mas é alta temporada de primavera/verão... Mesmo assim ficamos curiosos pra conhecer.
       
      O passeio consiste em um Trekking guiado em parte do Parque Nacional Laguna San Rafael que você anda em cima de gelo (preto e branco) e observa suas formações. Não chega nem perto do glaciar que se vê ao horizonte. Além disso, vc tb anda no gelo com um acessório acoplado ao calçado. É interessante, mas achei que o pessoal foi devagar enlerdando no caminho pra não ir tão longe. Rsrsrs
       
      No final, essa agência encaixou a gente num outro carro e tivemos que esperar 40min até o grupo da nossa van chegar! Pra um serviço nada barato, isso não parece razoável... Então, espero que tenham mais sorte que a gente.
       
      Para sair de Puerto Tranquilo a Chile Chico tínhamos 2 opções de dia: quarta ou domingo às 14h30. Então, partimos na quarta!
       
      Chegando a Chile Chico, umas 19h40, não tinha como fazer o transfer de bus. Então tivemos que dormir por lá mesmo. Ficamos em uma hospedagem atrás de onde saia a van pra Los Antiguos.
       
      Dia 13 - quinta - Chile Chico x Los Antiguos
       
      Compramos as passagens por 5mil pesos chilenos/pessoa no Martin pescador. Tem ônibus diariamente às 10h e 16h sentido Argentina e uma hora antes sentido Chile (acho eu). Rsrsrs
       
      A distancia é muito pequena (de veiculo)!! Daria pra ter passado a fronteira tranquilamente no mesmo dia (no verão até às 22h), mas não tínhamos transporte.
       
      Em Los Antiguos, o ônibus pra El Chaltén só sai diariamente às 20h (11h30 de percurso), tivemos que passar tempo na cidade.
      Fomos ao ponto de turismo que nos falou que a cidade é conhecida como a "capital da cereja" e tinha uma chácara que fazia um tour guiado. Pagamos 50 pesos argentinos/pessoa e fomos acompanhar e comer muitas cerejas. Hehehe
       
      Esse tour foi na "Chacra Don Neno". O dono da fazenda apresentava, falava pra comer umas frutas frescas do pé (damasco, morango, cereja, framboesa, cassis, entre outras) e ao final nos deu um licor de recordação.
       
      Depois, fomos comer uma pizza antes de pegar o bus em um dos 2 restaurantes que ficam abertos direto na av. principal. Hehehe
       
      Dia 14 - sexta - El Chaltén
       
      Depois de longas 11h30 no bus, chegamos às 7h da manhã a El Chaltén. Cidade agradável e bem fria pela manhã. Ficamos hospedados no Restaurante/Hospedaje La Huella por 375 pesos argentinos/pessoa. Demos meio que sorte que o dono do estabelecimento ia a El Calafate e nos deixou toda a casa, com cozinha e área de serviço. Compramos comida no mercado e resolvemos cozinhar nessa passagem de 3 dias e comer mais opções que carne + variações de batata ou salada ou arroz. Rsrsrs
       
      Como estávamos cansados, fizemos a trilha para o Chorillo del Salto que é uma caminhada tranquila. Ao subir a queda da pra ver a cidade e uma boa parte do vale.
       
      Dia 15 - sábado - El Chaltén
       
      Fizemos a trilha da Laguna Torre. O visual é bonito também. Como tínhamos tempo e fôlego, aproveitamos pra conhecer as Lagunas Hija (agua boa pra dar um tibum, o lago não forma rio e a Madre. A caminhadinha foi forte porque demos a volta pela outra trilha, mas valeu a pena.
       
      Dia 16 - domingo - El Chaltén
       
      Depois de preparamos o café, fomos ao Monte Fitz Roy. O percurso é forte e interessante. Infelizmente o tempo fechou e não estávamos mais acostumados a "sentir frio". Hehehe não levamos roupa de frio e nos lascamos... Quase perdi a mão lá. Hehehe
       
      Ficará para a próxima oportunidade concluir este trekking... rsrs
       
      Dia 17 - segunda - El Chaltén x Ushuaia
       
      Compramos vôo de El Calafate x Ushuaia por 117 dólares e o ônibus de El Chaltén x El Calafate por 370 pesos. Apesar de caro, foi o melhor que podíamos fazer, pois ir de ônibus seria absurdamente demorado (passa pela fronteira, barcos...) e a diferença de preço para o ônibus era nenhuma, fora que eram 2h de vôo... uhuu
      Quando chegamos ao aeroporto de Ushuaia, o indivíduo da central de turismo era poliglota e engraçado. Como não tínhamos reserva, ele se prontificou a contatar alguns hostels e ficamos no Amanacer de la Bahía (http://www.ushuaiahostel.com). O hostel é arrumadinho e limpo por 300 pesos por pessoa.
       
      Os preços das comidas são entre 130 e 600 pesos/pessoa. Aqui tem um caranguejo gigante (king crab) que é o prato mais conhecido, porém é bem caro. Rsrsrs
       
      A atendente do hostel nos indicou opções de passeios e fechamos o transfer pra Laguna Esmeralda pro dia seguinte por 250 pesos ida e volta por pessoa.
       
      Dia 18 - terça - Ushuaia (Laguna Esmeralda)
       
      Agendamos o transfer para às 9h.
       
      Começamos a trilha marcada às 9h30 e a completamos em 2h. O visual é maneiro e sem ventos seria possível ver o reflexo da montanha na água! Pena que não tivemos essa sorte. Rsrsrs voltamos, Almoçamos e fomos ao museu do presídio. A história é interessante, mas dispensaria. Hehehehe custou 90 pesos/pessoa.
       
      Depois, fim do dia, jantamos e hostel.
       
      Dia 19 - quarta - Ushuaia
       
      Como o tempo melhorou, optamos em visitar o parque nacional. Lá contempla trilhas e paisagens de tirar o fôlego! Acho que vale dormir 1 noite no parque... vai poder aproveitar melhor o tempo e procurar os castores com mais detalhes. Rsrs
       
      Para chegar ao parque pagamos o transfer de 300 pesos (ida e volta) na própria agência. Tem este serviço que é bem prático.
       
      Se não fosse o frio, daria para ir Mergulhando no mar de águas cristalinas até o fim da trilha.
       
      Depois de tanto caminhar, chutamos o balde e fomos gastar
       
      Dia 20 - quinta - Ushuaia x Rio
       
      Pegamos o voo pela manhã de Ushuaia até Buenos Aires. Fomos passear na Calle Florida enquanto passava tempo na cidade. Depois, voo noturno e baldeação de aeroporto na madruga de táxi, pois a Tam não oferece o ônibus na madrugada.
       
      Viagem iradíssima e com gosto de quero mais!
       
      Observações importantes :
      1. Na Argentina, o guiche de empresa de ônibus vende passagens de outros ônibus também. Não sabíamos disso... Moral da história: perdemos a saída do ônibus. Nem precisa falar que saiu ainda mais caro né?
       
      2. Bariloche é uma cidade muito cara, com a cotação que viemos pra cá. É também muito bonita e há outros atrativos também. A neve deve dar uma beleza diferente ao local. No verão é possível fazer vários ecoturismos.
       
      3. Acho importantíssimo trazer uma barraca pra eventual oportunidade de encontrar alguém que vá acampar. Como não tínhamos uma barraca leve e pouca bagagem, perdemos a chance de ficar com os australianos que encontramos e iam acampar no Bosque Encantado.
       
      4. A Carretera Austral Sur tem visual esplêndido!! O ruim é que boa parte dela é em estrada de terra, o que dificulta muito o transporte e a linha de ônibus rodar. Rsrsrs ideal seria alugar carro, mas não no$ foi po$$ível. Hehehehe
       
      5. Saque dinheiro nas cidades grandes, pois as pequenas não possuem esse "serviço". A região de Aysén é interessantíssima!! Vale pesquisar outros destinos! Infelizmente dependem de tempo, pois os ônibus não saem diariamente e pedir carona sem uma barraca é arriscado, já que existe a possibilidade de não conseguir a carona... http://www.recorreaysen.cl
       
      6. Tragam roupa de verão! Imaginei pegar frio na Patagônia e me ferrei. Trouxe nenhuma. Hehehe
       
      7. Atenção a abordagem estranha em Buenos Aires. Quase roubaram nossas mochilas com um golpe de te sujar e depois surgir alguém do nada para te limpar... ATENÇÃO!
    • Por migjur
      Bom dia/noite, fala aí pessoal.
      Então, após a leitura de vários relatos decidimos fazer nossa aventura de carro até Ushuaia e retorno por El Calafate, El Chaltein, carretera austral, Bariloche.
      Primeiramente, agradecemos a todos os relatos postados aqui no Mochileiros que contribuíram para a realização dessa missão, possibilitando relatar e retribuir um pouco
      dessa aventura, apresentando nossas impressões desses 13.000 kilometros rodados em 22 dias, agora em Novembro de 2017.

      Preparação: Como já dito em vários relatos, efetuamos a aquisição de um cambão, segundo triangulo, kit primeiros socorros, seguro carta verde, seguro saúde, e o 
      principal: Doletas.

      Roteiro: Saída de São Jose dos Campos/SP, Curitiba/PR, Rio Grande/RS, Chui/RS, Montevidéo, Colonia Del Sacramento, Buenos Aires (via Buquebus), Tres Arroyos/ARG, 
      Puerto Madryn/ARG, Puerto San Julian/ARG, Rio Galegos/ARG, Estreito de Magalhães, Rio Grande/ARG, Ushuaia/ARG. 
      Retorno: Ushuaia/ARG, Rio Galegos/ARG, El Calafate/ARG, El chaltein/ARG, Perito Moreno/ARG, Chile Chico/CHI, Cohialque/CHI, Futaleufú/CHI, Esquel/ARG, Bariloche/ARG, 
      Neoquen/ARG, General Acha/ARG, Santa Rosa/ARG, Rosário/ARG, Paso de los Libres/ARG, Uruguaiana/RS, Erechim/RS, Curitiba/PR, São José dos Campos/SP.

      Abastecimento: Na Argentina, tem duas opcões nos postos YPF, a Super de 95 octanas a qual utilizamos na viagem inteira sem problemas nenhum, e Infinia de 98 Octanas
      mais cara. Em portunhol é só solicitar: Bom dia, Super, Cheno (lleno), Tarjeta, que voce vai e volta tranquilo, e paga depois, rss. Com exceção de Buenos Aires (Shell), só abastecemos
      na rede de postos YPF Full (tem alguns YPF sem Full, kkk), que consiste em combustível de qualidade, banheiros limpos, WIFI, loja de coveniência para café da manha e almoço.
      pagamento com cartão de crédito, perfeito.

      Alimentação: É cara, não tem muita opção. Esqueça aquelas bancas de milho verde, caldo de cana, frutas, pastel, buffet, nessas estradas que passamos, não existem. Opção de 
      supermercado somente para bebidas, salgadinhos, bolos, o resto não compensa. Em resumo, voce vai pagar de 160 a 210 pesos em media (R$32 a 42) por pessoa pelo prato principal
      50 a 80 pesos pela guarnição (R$10 a R$15), 55 pesos pela latinha de refri (R$11), e 25 a 30 pesos de cobierto (R$6) aquela cestinha de pão com manteiga que voce não
      pediu, tudo isso, por cabeça, e tanto faz a cara do restaurante, se simples ou luxuoso, o preço não muda (nos pratos básicos), somente a variedade e qualidade, não tem 
      taxa de serviço, voce que colabora se quiser, a maioria aceita cartão de credito. Nos postos YPF voce vai ter a opção para o café da manha,  de 55 pesos (R$11) café
      com leite e duas medialunas (croissant), para o almoço 160 pesos (R$32) um combo de hamburguesa, papas fritas e gaseosa 600 ml, e não adianta querer inverter a ordem,
      café é de manhã, e hamburguesa é no almoço.

      Hospedagem: Optamos a maioria pelo Booking a fim de não perder tempo com procura  e ter um destino para o GPS e Aduanas (eles precisam preencher no sistema o seu próximo
      destino,então nas fronteiras é bom ter uma tela com endereço do hotel de seu próximo destino, e não correr o risco de ser deportado, rss). O Desayuno consiste em um
      café com leite, torrada com manteiga, e nos top vem um suco tipo tang, rss, então não fique dando preferencia por hotel com Desayuno incluído, não vale a pena, já na
      hospedagem a maioria NÃO aceita cartão de credito, tem que pesquisar bem, aproveitávamos na hora  das paradas nos postos YPF.

      Rodovias: Agora em Dezembro estará liberado a duplicação da serra do cafezal, então até Porto Alegre tudo pista dupla, de Porto Alegre até Pelotas pista simples, Pelotas
      a Rio Grande pista dupla, Rio Grande a acesso punta del leste/URU pista simples, e após pista dupla até pertinho de Colonia del Sacramento/URU, ruta 3/ARG pista simples sem
      buracos ate Comodoro Rivadávia, após duplicação em andamento em Caleta Olivia, e após pista simples até Ushuaia (remanescem 15 km para liberar de pista asfaltada 
      (cimentada, padrão Chile),e 25 km a fazer, de estrada no rípio na parte chilena, ou seja, falta pouquinho para 100% até Ushuaia. As rodovias são planas, rendem bem a 
      viagem, anoitece pelas 20:00 21:00 hs, as cidades sãõ distantes umas das outras, portanto nada de deixar baixar de meio tanque de combustível, os postos só existem nas
      cidades, não se recomenda viajar a noite, pelas distancias das cidades e falta de apoio na rodovia (de assalto não se ouve falar nada, mas cuidado sempre é bom).
       
      Inimigo: O VENTO. o vento é extremamente forte, cruel e desumano, rss. Para se ter uma idéia, o volante fica aproximadamente 1 dedo de diferença para o lado esquerdo ou
      direito da centralização, dependendo do trecho, e de repente diminui o vento e voce tem corrigir rapidamente, pensa nos sustos. Quando voce para, o vento não te deixa abrir
      a porta ou quase arranca ela fora se não segurar. Nas aduanas guarde bem os papeis, pois ele está lá fora para voar a kilometro de distancia, sua autorização de 
      ficar no país, rss.

      Ingressos: Acabou o negócio de Mercosul, ou seja, Argentino e Chileno pagam a metade em seus parques nacionais, e estrangeiros pagam o DOBRO, em resumo R$100 pila
      por cabeça, por parque, dinheiro em espécie.

      Aduanas: Basicamente há tres etapas, primeiro voce faz a sua imigração e dos passageiros (passaporte, Rg, endereço destino), depois a importação provisória de seu 
      veiculo (DUT, carta verde, Soapex) e por último aquela vistoria para verificar a bagagem (nada de frutas, queijo, presunto, rss, e se tem mercadorias indevidas).
      Nas aduanas integradas, tudo isso é feito nas aduanas de entrada do pais. Então após tudo isso, certifique-se que voce tem os carimbos de entrada e saída de cada pais,
      e uma autorização de transitar naquele país, porque sempre tem muita gente e pode ocorrer de faltar algum detalhe.

      Pessoas: Todas as pessoas que conversamos, pedimos informação, sejam nas aduanas, policia, hotéis, restaurantes, supermercados, postos, ruas, sempre foram muito cordiais,
      educadas, prestativas, e tudo isso com nosso portunhol. O que pode-se observar na cultura, é que eles prezam pelos bons hábitos (bom dia, com licença, por favor,
      obrigado, sinalização, ordem de fila).
      Na medida do possível devo ir relatando os dias individualmente, e respondendo as dúvidas e perguntas, OK.
      DIA 01
      Saímos de São Jose dos Campos via Dutra, marginal tietê, rodoanel, regis Bitencourt (Br116), trecho já habitual até Curitiba, com pit stop em Registro (graal buenos
      aires) ,chegada a tarde, enchemos o tanque a R$3,79, hospedagem casa de familiares.
      DIA 02
      Saída as 07:00 hs pela br 101, trecho também já conhecido, abastecemos na última cidade de Santa Catarina R$3,79, pois ao entrar no RS o combustível já fica
      caro R$4,20, não paramos para almoço, continuamos, pista dupla até Porto Alegre, após pista simples BR 116 sentido Pelotas, em seguida pista dupla até Rio Grande. 
      Hospedagem hotel costa doce, muito bom, ótimo custo beneficio, a beira da lagoa, próximo ao shoping onde decidimos jantar e descansar após os 1000 km.
      DIA 03
      Aproveitamos bem o café da manhã, pois o dia seria longo e demoraria um próximo café caprichado. Enchemos o tanque pela (bagatela) de R$4,52 o litro e fomos em busca
      da cidade de Chui BR 471, fronteira Uruguai. O trecho é muito bonito pois passa pela reserva do Taim com sua exuberante fauna e no meio das lagoas Mirim e Mangueira.
      Chegando em Chui, completamos o tanque, pois no uruguai é bem mais caro, procedemos a aduana Uruguaia, e seguimos em direção a Montevideo ruta 9, estradas boas, pedágios a
      R$11,00 (sim, pode pagar em reais, porém com trocado, se der R$50, pelo cambio, o pedagio sai por R$16,00, e o troco vem em Pesos Uruguaios). 
      Chegada em Montevideo, transito de cidade grande, estacionamos e fomos fazer uns cliques. Porém sem demora, porque ainda faltava alguns kilometros até Ushuaia, Rodamos 
      pelas Rambias beira mar e em seguida ruta 1 até Colonia del Sacramento, chegando as 20hs. Procuramos hospedagem e ficamos no Hostel Celestino, 18 de Julio, 70000 Col Del
      Sacramento,Departamento de Colonia, Uruguai, U$13, beliche quarto compartilhado.
      O carro pode ficar estacionado em frente (na rua mesmo, a cidade é tranquila).Fomos jantar próximo.
      Buquebus - Conforme relatos, o esquema é voce comprar antecipado (2 dias) pela internet,  pelo site do Uruguay, www.buquebus.uy, tem quatro partidas diarias, sendo a 
      primeira as 07hs (hora local)
      a qual é o melhor preço, saiu R$ 470, o carro e 3 passageiros,  excelente custo benefício.
      DIA 04
      Saímos 06hs do hostel e em 2 minutos já estavamos no terminal portuário. Voce estaciona o carro na area de embarque de veiculos e retorna para fazer o check in no balcao,
      fazer a imigração, e sobe no 1o andar aguardar o horário de embarque. Quando chamado, os passageiros vão para o embarque e o motorista vai pela escada ao lado pegar o carro
      e embarcá-lo no porão do navio, tudo organizado e tranquilo, após é subir as escadas e encontrar com os passageiros. Esse horário é excelente, poucos veículos, poucos passageiros,
      vai com metade da capacidade, navegação tranquila, possui cambio no barco, não muito vantajoso, para não chegar zerado em Buenos Aires.
      Após 2 hs chegamos no porto de Buenos Aires, todos podem ir ao veículo para sair juntos. Após sair do barco já tem o controle imigratorio, onde pedem passaporte, DUT,
      e carta verde, conferem o porta malas e, ADELANTE.
      Quando for sair do terminal tem duas saidas, não faça que nem eu de pegar a primeira, pois o sentido da pista é para direita, e para ir ao centro deve-se ir sentido a esquerda
      sendo que a primeira voce tem que esperar o transito deixar voce entrar, e na segunda tem um confortável sinaleiro que voce aguarda e entra tranquilo, além do mais voce desembarca bem 
      no horário de rush, mas sem emoção não tem graça, rss.
      Buenos Aires é uma cidade muito legal, tem amplas avenidas, que de tão amplas se voce ficar nas pistas do meio não enxerga o sinaleiro, por isso fique nas pistas da direita
      para evitar de furar o sinal, kkk.
      Achamos um estacionamento na Av Passeo Colon, após a Casa Rosada, excelente localização, fomos caminhando passando pelos principais pontos turísticos do centro em direção a mais famosa rua de
      Buenos Aires para brasileiros, rss, Calle Florida, para efetuar o cambio e sentir-se de bolso cheio, pegamos a cotação de R$1 = 5 pesos na agencia Gavitur, mas não adianta comemorar muito
      pois o custo de vida lá é caro. Para efetuar o cambio basta apresentar o passaporte nas agencias de turismo, mas nos bancos tem que ter um comprovante de endereço de buenos aires 
      então, novamente, deixe sempre um print de tela do hotel da cidade, cartão.
      Feito isso, fomos de tradicional mesmo, mc donald´s tomar aquele café já que estavamos ricos, mas como bom brasileiro pagamos com cartão, kkk, tem outras lanchonetes, cafés e kioskos,
      no calçadão, é só escolher. Próximo passo, no calçadão mesmo comprar chip na loja Movistar, 50 pesos, 4 horas para ativar, quando receber SMS é só recarregar, aonde? kioskos e nos postos YPF
      Adelante, comprar um mapa rodoviario da Argentina 75 pesos na banca de revista, e um mapa da cidade de buenos aires para poder achar ruta 3, kkk.
      Aqui no Brasil baixamos os mapas para o GPS, mas ele é bom para o local em que se está, nada como um bom velho mapa para ter uma visão completa dos trajetos e atualização
      dos tipos de rodovias. (considero imprescindível e custo insignificante).
      Devidamente equipados de bolso, estomago e papel, as 12 hs, bora ao estacionamento pegar o carro e ir direto para..., o posto shell abastecer é claro, 24,52 pesos o litro,
      ou quase R$5 o litro.  Pegamos dica com o Sr do estacionamento, então não deu 10 minutos e já estavamos na avenida em direção ao aeroporto e sequencia a famosa ruta 3,
      transito pesado, pedágios 20 pesos, 30 pesos, e uma placa dizendo que Ushuaia a 3000 kilometros, moleza.
      A ruta 3 é de pista simples e nos primeiros 300 km transito pesado de caminhoes puxando a safra Argentina, e cheio de caminhões antigos, lentos, ou seja demorado esse trecho
      como já estava ficando tarde, optamos por pernoitar em Tres Arroyos distante 500km de Buenos Aires, cidade tranquila, hotel Plaza, histórico porém mais ou menos, e pizzaria 
      excelente, La Tabla, H Yrigoyen 157,Tres Arroyos, Buenos Aires, Argentina. 
      DIA 05
      Acordamos pelas 07 hs, fomos tomar o cafe da manhã incluido, uma xícara de café e uma medialuna, o qual possibilitou energia para ir até o próximo YPF a 1km e comprar um kit café para
      viagem, tanques cheio, o nosso e o do carro, bora pegar a ruta 3 ate Bahia Blaca, ruta 22 até La Adela, ruta 251 ate Santo Antonio Este, ruta 3 ate Puerto Madryn, percurso 750 km. 
      Importantíssimo, coloque no GPS a cidade de General Conesa, pois ela fica as margens do rio
      Colorado que faz divisa entre as provincias de Buenos Aires e Chubut, então passou o rio já tem um posto com Super a 17,50 e seu bolso ficará feliz. passando por Bahia Blanca 
      e chegando em Puerto Madryn, cidade balneária média, mas top, claro que frio e muuuuito vento.
      Se hospedamos na La casa de Silvia, Nueva León 761, Puerto Madryn, Chubut, Argentina, ótima anfritiã, quarto confortável, wifi, passou varias dicas do lugar, recomendo.
      DIA 06
      Programamos ir conhecer a cidade de Puerto Madryn e seus miradores, a Peninsula Valdez, e seguir viagem. Tirando a parte do seguir viagem conseguimos fazer quase
      tudo, kkk. Segundo informações de nossa anfitriã, a região rege pela tabela de marés, maré cheia aumenta as possibilidades de ver as baleias jubarte, e para peninsula Valdez
      o principal seria o passeio de barco, caríssimo, e os miradores ficam distantes. Entãoooo, neste dia a maré cheia era das 04 as 06 hs, ou seja, já era, mas como bons brasileiros
      e já estavamos alí, levantamos tarde e fomos conhecer assim mesmo. Segue-se por estrada de ripio contornando o porto e por 10 km tem alguns miradores, onde voce deixa o
      carro e faz caminhada para observação e fotos, nessa brincadeira foi umas 2 horas. Retornamos até a porto e segue-se a esquerda po estrada asfaltada até o parque nacional
      entrada a 415 pesos por cabeça, e após estrada de asfalto até porto piramides (lugar do barco), e um pouco antes entrada para Punta Delgada e Punta norte, estrada de rípio
      no começo 20 km trafegável e após intrafegável (ou quebravel, como queiram), costeletas de vaca ao extremo, power, turbo, ou seja sem condiçoes, retornamos a puerto piramides ao mirador
      de puerto piramides, estrada de ripio de 5 km, porém boa. Excelente, visão da peninsula, loberia, altas fotos. Retornamos a Puerto madryn e já eram 17hs, então decidimos
      pernoitar por ali mesmo. Recomendo assim, separar 1 dia inteiro pelo menos para a região; deixar o carro e pegar uma Van pelas agencias da cidade para ir a Península.
      DIA 07
      levantamos cedo, tomamos café no apartamento mesmo, e vamos para mais 800 km. Saimos de Puerto Madryn, após 440 km, pit stop no YPF de Comodoro Rivadavia, cidade grande, movimentada,
      polo da petrolera YPF, de Comodoro até Caleta Olivia, pista ruim esburacada, porém estão duplicando esses 60 km com pistas novas, e vao abandonar a velha (já está, kkk).
      Também após Comodoro tem uma barreira policial da provincia de Chubut, ali tem que fazer procedimentos quase identicos a imigração, mas tudo bem cortês, de boa para esticar as pernas, rss. 
      Logo em seguida vem a dica principal, lembram dos 415 pesos da entrada da peninsula Valdez, na beira da estrada, tem uma placa, loberia, estacione e vai tirar selfie com os 1000 lobos,
      leoes, elefantes, marinhos, que ficam "lagarteando" na praia, e o principal, 0800, gratis, a um metro das crianças, ou seja, por que fomos pagar 415 pesos. Voce saindo de Madryn 
      na região de Trelew, tem a pinguinera paga, e no caminho tem lugares para voce entrar e ir ver nos mirantes, nao fomos pelo tempo, mas se tiver dias sobrando, a região é bacana, vale a pena.
      Assim dirigimos por 800 km e fomos pernoitar em puerto San Julian. Paramos no YPF e conversando com o frentista, informou que o esquema é procurar por Cabanas ao inves de
      hotel pousada, é mais economico. Dito isso entramos no acesso a cidade e já tinha uma na beira do lago, preço legal, equipada, fomos no mercado la Anonima e compramos
      suprimentos para o cafe da manha e viagem. Decidimos conhecer um pouco a cidade e jantar no centro, preço qualidade ok, padrao Argentina.
      DIA 08
      Novamente cedo, seguimos viagem pela ruta 3 e após 360 km, Rio Galegos, cidade grande, movimentada, paramos no YPF, pit stop completo, rss, e próxima parada, aduana Chilena,
      sim, como é aduana integrada, voce passa reto na da Argentina, e faz os procedimentos na Chilena, (saída/entrada), já mais demorada pela quantidade de pessoas, busão, caminhão,
      carimbo e papel para tudo que lado, vistoria do veiculo, e após uns 40 minutos, adelante, voce entra no sul do Chile, rodamos até o estreito de magalhães, estrada ótima,
      e aí, parou, parou por que, tempestade, rsss. Ao chegar no estreito de magalhães 15 hs, uma fila enorme, no acostamento caminhões, na pista automóveis, tudo parado, fomos
      verificar e a notícia oficial era que teria uma janela para a travessia, lá pelas 19 hs, kkk. Voce olhando pela janela, tempo ruim, mar agitado, frio, vento estilo tsunami,
      bem vindo ao extremo sul das Américas. Passa uma hora, abre um solzinho, acho que agora vai, vai, vai chover tempestade, granizo aos quilos, todos carros se abrigando pelos baú
      dos caminhões ao lado, voando de tudo um pouco, mas passou, isso era la pelas 17 hs, abriu outro sol, agora acho que vai, fomos verificar e, informaram que está vindo
      outra, mas com esse sol, e daki a pouco..., REPLAY, nossa, emocionante, os amortecedores e molas dos carros acho que nunca trabalharam tanto, rss, mas como os
      profetas falaram, chegou 19 hs, passou a tempestade, vimos as barcas ligarem os motores, foram até o meio do canal vazias verificar o mar, kkk, voltaram e chamaram os carros
      para entrar que nem em dia de promoção, rápido, tinham que entrar voando nas balsa, chegou a primeira, entrou tudo rápido, e partiu estilo Shumacker, na cola, encostou a
      segunda, entramos no mesmo ritmo, travado o carro, voce desce e vai pagar no caixa, tudo isso nao deu 2 minutos, e olhando pela janelinha, já estavamos surfando o mar,
      os carros tomando um banho das ondas do mar, altas ondas, mar revoltoso, estilo discovery channel, rss, mas após uns rápidos 50 minutinhos com muita emoção, chegamos do outro lado,
      a fila do outro lado estava maior ainda, não ia caber todo mundo nas duas balsas. Agora em terra firme, 20 hs, Patagônia, a viagem não pode parar, kkk, bora então.
      No chile estrada ótima, (concreto), sinalizada, saimos de bahia azul e a próxima cidade é Cerro Sombreiro, tem hostel, posto Copec até 20 hs, kkk, mas como estavamos
      descansados, partiu froteira San Sebatian. Estrada concretada, perfeita, falta 20 km finais para terminar a pavimentação até a fronteira san Sebatian. Na fronteira, do lado chileno
      há hostel, e após 5km, fronteira Argentina, há hostel e abastecimento, então já eram 22:30, fazer novamente todos os procedimentos de imigração, para saida Chilena, anda 5 km, para entrada 
      Argentina, isso já era 23 hs, e o agente pergunta, vai pra onde, respondo agora, só até Rio Grande, e outra pergunta, tem reserva hotel, está muito lotado por causa
      do encontro de motociclistas, hã, como assim, não, forneceu uns mapas, ligou para uns hoteis, tudo lotado, ligou nesse do lado da fonteira, o tonto aki achou que tava caro,
      ia ver o outro que tambem havia vaga no centro, ou seja, viajamos mais 80 km até o centro e, no hay vagas, full, lotado, pergunta aki, ali,e nada, decidimos,
      vamos ao YPF abastecer e comer e depois, de estomago cheio, decidimos. Entramos na fila do posto as 01 hs da manha, cidade grande, lotada, abastecemos, conveniencia cerrada, 
      perguntei e o frentista indicou uma pizzaria (Mostaza Planet Rock) que funcionava aquela hora. Chegamos lá, excelente, estilo fast food, saboreamos ela, resolvido o problema do estomago,
      conseguimos reservar pelo booking uma cabana para Ushuaia para o dia seguinte, problema resolvido, e agora o negócio é onde ficar hoje, isso já pelas 02:30hs, kkk. Nas procura pelas ruas
      tinha visto uma com balada e cheios de carros estacionado nas ruas no entorno, é aki mesmo,achamos uma vaga boa, com movimentação,bora dormir, kkk.
      DIA 09
      Acordamos pelas 04:30hs, maior solzão na cara, após o excelente pernoite no hotel, lá bancada del coche, kkk, pegamos a ruta 3 e bora Ushuaia. Rodamos 110 km até Tholuin, pit stop
      no YPF, e ..., tudo congelado, caiu a maior Nevasca, 50 cm de neve para todo lado, poucos carros vindo, cade as cadenas, kkk. Sem cadenas, bora dormir mais um pouco e esperar
      o gelo derreter ou aumentar a movimentação na rodovia.
      Reacordamos novamente, o fluxo na rodovia melhorou, carros, caminhoes, então dá para rodar, rss. Superdica: esse trecho de 110 km de Tholui até Ushuaia é o ápice da viagem 
      começa contornando o lago Fagnano, as montanhas todas nevadas, altos picos, rodovia com 50 cm de neve no acostamento, já tinham passado máquina e jogado sal, kkk, alguns
      miradores e suas vistas padrão windows, rodovia sinuosa, mas tudo muito top, imperdível.
      Finalmente as 09:30hs após alguns dias e kilometrozinhos do Brasil, chegamos finalmente no portal de Ushuaia ( nada é tão fácil como gostaríamos que fosse, porém nada tão impossível
      como está escrito nos manuais, kkk), pausa para fotos com muita neve, e fomos caminhar na cidade do fim del mundo em busca do café da manhã,(sim, ela existe, kkk)
      porém era domimgo, poucos lugares abertos, estacionamos na orla, achamos um lugar aberto, já estava cheio, advinhem, estava tendo além do encontro de motociclistas
      uma etapa da maratona da Argentina, alguns cruzeiros no porto, enfim cidade abarrotada, mas pela manhã transito tranquilo. Após café, fizemos o passeio pela orla e seus
      pontos turisticos, a neve constantemente caía e parava alternando com chuva. Questionamos os passeios, mas pela quantidade de chuva e neve, ficou inviável, e aliado ao
      cansaço, fomos para a cabana recuperar o sono da noite anterior. pelas 20 hs acordamos e saímos até..., a porta, a neve estava a todo vapor, os carros que estavam na
      rua todos congelados, por sorte nossa cabana tinha garagem coberta, senão..., estava impraticavel sair assim, visibildade quase zero, frio também, então o negócio era
      ficar entocado mesmo observando tudo pela janela, imaginando aquilo no inverno, tem que ter um trenó para circular por la,  kkk.
      DIA 10
      Dia amanheceu, a nevasca deu uma trégua, tentamos pesquisar e achar outro lugar para ficar, mas, tudo lotado, a nossa cabana só tinha vaga para 1 dia, a previsão era que 
      a nevasca seria forte por mais alguns dias, visibilidade baixa, e decidimos que a missão Ushuaia estava definidamente cumprida, com toda plenitude da neve, e com receio de ficar com a estrada
      fechada, e comprometermos a próxima missão, a lendária ruta 40. Um pouco tristes por não poder aproveitar uns dias a mais, porém com gostinho de poder voltar brevemente,
      partimos, rodamos até.... o portal da saída, e na barreira policial fomos informados que a rodovia estava com muita neve, seria de bom senso, não arriscar ficar atolado congelado na neve,
      gritando help, help, kkk, aguardar pelo menos até 11hs, pois iriam passar a máquina e jogar sal para melhorar a trafegabilidade.
      Assim sendo, retornamos para a cabana e aguardar o horário e pontualmente, partimos novamente, e realmente a quantidade de Neve era impressionante, mas tinha uma rodovia
      no meio da neve, rss, novamente muito top o trecho, paisagens, miradores, muitas fotos, chegamos em Rio grande, estava acabando uma greve e protesto na rodovia, mas contornamos pela cidade
      que já tinha decorado pela noite anterior, abastecemos e partiu fronteira para procedimentos de imigração, saída/entrada, rodovia chilena, e novamente quem, o estreito de magalhães,
      que desta vez estava calminho, calminho, devia estar revoltado com alguma coisa no dia anterior, kkk, aguardamos um pouco a balsa chegar, embarcamos, fomos
      na segunda novamente, e na outra margem, a fila estava maior ainda, pois tinha um comboio de uns 30 motor home da europa para atravessar também, realmente é um destino
      muito procurado nacional e internacionalmente, roda-se mais um pouco, chega-se ao trevo que leva ou para Punta Arenas/Porto Natales ou Rio Galegos, nesse ponto voce
      deve decidir se quer ir fazer o parque torres del paine, no mínimo dois dias úteis para compensar os 21.000 pesos, R$115 pila de ingresso por cabeça, hoteis, alimentação
      e a infinita beleza do lugar, kkk, maaas, não foi dessa vez, seguimos a direita e novamente os procedimentos na aduana integrada, agora passa reto na Chilena e para na Argentina,
      lotada, mais uma hora de procedimentos, e partiu Rio Galegos, chegamos 19 hs, destino final do dia, fomos almojantar, abastecer, rápido city tour, fazer as reservas do dia
      seguinte.

      DIA 11
      Café caprichado, esse fora do padrao Argentina, e vamos inaugurar a RUTA 40, palco de todo piloto que se preza, o resto é só motorista, kkk.
      Inicia-se pela Ruta 5 que após a metade do trecho encontra a Ruta 40. Esse trecho de Rio Galegos até El Calafate 300 km, continua com as paisagens do pampa Argentino, retas e retas,
      um monte de Guanácos atravessando a pista, quase nenhuma árvore, pássaro, bem desértico, até chegar próximo ao Lago Argentino, aí volta ao nível, top, plus, ultra, power, kkk,
      da cordilheira dos andes, e chega-se ao nosso próximo destino, El Calafate, cidade TOP com vários hoteis, pousadas, restaurantes, mercado, maaas, somente dois postos de
      combustíveis, ou seja, chegou, já entra na fila e encha o tanque, neste YPF, a conveniencia também é 10, tem empanadas e gaseosas a bom preço, pode-se fazer um estoque para
      jornada da geleira. DICA: a partir daki sempre tanque cheio antes de sair para qualquer destino, primeiro pelas distancias, e segundo pela possibilidade de escassez, não dá
      tempo de voltar para trás, kkk.
      Feito isso partimos para o parque los glaciares e sua geleira, Perito Moreno, 90 km, estrada maravilhosa, entrada 500 pesos, R$100 pila por cabeça, mas esse sim é barato e vale a pena,
      vá o mais cedo possível e volte a hora que te tocarem de lá, kkk, da entrada do parque percorre-se a estrada contornando o lago e frente para a geleira, dois miradores 
      providenciais, cliks e cliks, chega-se ao estacionamento, pega-se a Van, free, que leva ao topo das passarelas, e aí prepare-se para caminhar e tirar fotos a cada minuto, pois,
      a cada angulo, voce descobre outro detalhe. Ela é imponente em tamanho e beleza, embaixo blocos de gelo flutuando, simplesmente ignorante.
      Após 17 hs retornamos para El Calafate, completamos o tanque de novo, achamos nossa pousada, e fomos caminhar pela cidade, o comércio principal ´fica na avenida central e
      suas transversais. Tendo dias disponíveis, recomendo o primeiro dia para conhecer a cidade e seus arredores, lago argentino, e outro inteiro para o parque e sua geleira
      para aproveitar o máximo posível e descansar intervalos de caminhada, pois o parque é grande.
      DIA 12
      Missão cumprida El Calafate, partimos para El Chaltein, 200 km, retorna-se para a RUTA 40, e segue direção esquerda, estrada, paisagem continua top, na reta da estrada
      saindo da RU 40 até El Chaltein, é uma suave descida com vista das geleiras e lago, na chegada a cidade possui um mirador e em seguida o único posto de combustível, que fica fora 
      da cidade, funciona a energia ..., das 06 as 22hs, 1 atendente, ou seja, sempre vai ter fila e demorar.
      Na entrada da cidade tem o centro de visitantes, para ter um breve conhecimento e pegar seu fundamental mapa, pois aki há várias trilhas e direções, escolha a sua, para 
      montar o seu roteiro, basicamente é uma por dia, pela distancia e direção. A cidade é pequena ainda com pouca variedade de opções, hoteis, restaurantes, lojas, etc, porém,
      percebe-se que irá ficar igual ou maior que El Calafate em curto prazo, portante é ótimo aproveitar enquanto é recente, e sem taxa de ingresso para as trilhas, pois
      com certeza isso mudará pelo volume do fluxo de visitantes e pela beleza de suas trilhas no meio da cordilheira dos andes.
      Devidamente instalados, preparar-se para o amanhã de muita caminhada.
      Dia 13
      O ideal é partir o quanto mais cedo possível, e é recomendável, não indispensável, estar em forma, pois a trilha é longa e cansativa, fomos em busca do fritz Roy, 10 km, a lingua 
      vai ficando pelo caminho, as pernas no meio da montanha, paradas para recuperar o folego, enfim, daquele jeito, mas alguma hora voce chega lá. Tem vários pontos de coleta
      de aguá pelo caminho, voce vai precisar e muito, e cruéis placas de km em km indicando o que terá pela frente, vários cenários perfeitos contemplando os pés das
      geleiras, enfim imperdível. O ideal é ir de Van para reduzir um pouco a bronca e retornar pela trilha completa, para descer todo santo ajuda, mas não é massagista e nem amortecedor
      se escorregar nas pedras, kkk. Mas enfim, as 17hs conseguimos chegar de volta na cidade e a primeira lanchonete para comer e repor as energias, se é que tinha sobrado alguma, 
      para conseguir chegar até a pousada e recobrar os sentidos dos viventes, kkk.
      Outro detalhe, que no dia anterior haviamos deixado nossa roupas em uma lavanderia a kilo, boa e barata, fundamental para a sequencia da viagem, a qual coletamos
      a noite antes do jantar. Então, vamos fazer outra trilha no dia seguinte ?.... Aí bateu aquela vontade de continuar a viagem, kkk.  Mas, realmente, se tiver despreparado,
      ou descansa um dia para energizar, ou é melhor fazer uma só, não tem taxi nem ambulância na montanha, e o frio é implacável, cada um sabe seus limites, e o do
      cartão de crédito, kkk.
      DIA 14
      Levantamos com a missão de rodar os próximos 590 km, com destino a cidade de Perito Moreno na RUTA 40. Nesse trecho só há dois postos de combustíveis, saindo de El Chaltein
      o primeiro fica 1 km antes da cidade de Tres Lagos, muito pequena, e depois somente em Gobernador Gregores. Após Tres Lagos pega-se um trecho de XX km ainda sem pavimentação, mas em bom
      estado, depois retorna o asfalto de chega-se em Governador Grebores, cidade para abastecimento e alimentação, posto YPF, tendo pela frente 360 km até a cidade de 
      Perito Moreno, estrada boa, região desertica, vento constante, muito frio, pouco movimento, chegamos pelas 18 hs, enchemos o tanque como sempre, se instalamos e fomos em
      busca novamente de nosso almojantar, cidade simples sem muitas opções, mas resolveu o problema. Aqui cabe um parentesis, haviamos optado por essa cidade em função
      do custo do hotel, mas o dia posterior apresentou a cidade de Los Antiguos, com mais 60 km pela frente, como a mais indicada, pois fica a beira do lago Buenos Aires, com casas
      de veraneio (ou inverneio, kkk) com mais opções de restaurantes, enfim tem mais cara de cidade, e já fica na fronteira com o Chile, com várias cabanas para locação.
      DIA 15
      Aqui novamente é um ponto de controle onde voce deve decidir o rumo em função do tempo e cascalho, rss. Dentro da meta, vamos em rumo agora da CARRETERA AUSTRAL no
      Chile, seguimos em direção a Los Antiguos que faz fronteira com Chile Chico no Chile. Aqui a fronteira da Argentina é rápida, mas a Chilena é demorada, pois além da
      papelada normal, tem que descer toda a bagagem, pegar aquele carrinho de aeroporto, passar pelo raio X, fazer caber tudo de novo no bagageiro, porém, conversar com
      várias pessoas e contar sua viagem, aguentar ainda os 7 x 1 da Alemanha, kkk, mas voce sobrevive, só que demora. Feito isso, chega-se ao centro da cidade de
      Chile Chico e precisamos agora fazer câmbio para enfrentar a parte chilena, porém era Sábado, e segundo informações, somente a loja do Martin pescador operava com
      este produto, achamos, trocamos um pouco, cambio nada favorável, mas melhor do que ficar liso em terras estrangeiras, não se pode ganhar sempre.
      Partimos pela carretera austral que é de rípio e sinuosa, mas com mirantes espetaculares.  Se voce já rodou por lugares lindos, daqui em diante, papai do céu tirou
      nota 10 em tudo. Pegamos esse dia ensolarado, fundamental para apreciar sem moderação nenhuma a Cordilheira dos Andes. Voce inicia contornando o lago General
      Carrera que após o Lago Titicaca no Peru, é o maior da América, com sua coloração azul intensa, verde brilhante, montanhas com seus picos nevados, rios caudalosos 
      de degelo, aki o cenário é Bruto, inúmeras paradas em seus miradores para cliks, fomos em busca das CAPILLAS DEL MÁRMOL, saída localizada em baía Mansa, uns 15 km
      antes de Rio Tranquilo (180 km de rípio). Tem placa na entrada, voce tem que descer uns 1000 mt montanha abaixo numa estradinha que não passa dois, deixa o carro estacionado e pega
      um barco (voadeira), com duração de 1 h (com certeza, essa será uma das melhores hora da sua vida), navegando pelo lago General Carrera, aquele mesmo que a umas 
      horas atrás voce estava admirando em vários pontos lá de cima, e chega-se nas esculturas naturais na rocha em cima e abaixo dágua, o lugar é Animal, voce entra com o
      barco em algumas, depende do vento, o contato com a natureza é ao extremo. Nessa tarde estava ventando muuuito, então pensa na emoção. O ideal ´sair bem cedo, pois a
      estrada não ajuda, voce tem que ir a 40km/h se quiser chegar com seu carro inteiro, e fazer pela manhã para aproveitar a luz solar completa.
      Feito o passeio, a missão agora é ..., subir aquela estradinha, meu, carro 1.0 acho que não sobe, pois está cheio de pedras soltas para tracionar, na hora da saída, tinha 
      algumas vans e uma teve que ser puxada, pois não subiu, tivemos que embalar desde lá de baixo e não diminuir nem nas curvas e pedras para todo lado, mas o guerreiro
      venceu, chegamos ao topo, então fica a dica, deixe o carro confortavelmente estacionado na placa da entrada e vá caminhando, sei que a volta é subidão, mas
      conserva o carro e a viagem no lugar, kkk. Próxima parada depois em Rio Tranquilo, tem posto Copec, abasteça, aki a cidade tem opções de hospedagem e alimentação,
      altamente recomendável pernoitar nela, pois o próximo destino é Cohialque e voce pega 120 km de rípio, ou seja 3hs tranquilo, e mais 100 km de asfalto até Cohialque, porém
      atravessando a cordilheira, assim fomos chegar quase 22:00 hs, esgotados, não tinhamos reservado hotel, a cidade é grande, aquele perrengue até achar um no padrão
      BBB, mas nós é brasileiro, achamos uma cabana excelente, os proprietários mais ainda, indicaram e pedimos um disk pizza excelente, inclusive no cartão, também
      depois do dia inteiro sem comer naquela hora, até papelão no espeto era prato principal, kkk, em resumo, é um trecho grande pelas dificuldades, deve-se dividir em 
      dois dias no mínimo. 
      DIA 16
      Pela primeira vez depois da neve, choveu muito a madrugada inteira, mas não vimos nada, kkk. Acordamos mais tarde, aquele vento da Patagônia, mas agora tinhamos que
      cumprir o roteiro pois senão comprometia a sequencia da viagem em termos de data. Vamos indo devagarinho, a chuva parou, agora esse trecho da estrada está asfaltado,
      bora lá. Já havia dito que a paisagem é nota 10, mas pode considerar agora um 11, pois até então imagina-se que a cordilheira dos andes é uma barreira montanhosa
      intransponível que divide o Chile e Argentina. Nããão. Ela é um complexo, de vales com muito verde no meio das montanhas, com fazendas, sítios, belíssimos rios, embaixo, 
      e no alto aquele picos nevados, geleiras, vulcões, é um contraste impressionante. Com certeza a CARRETERA AUSTRAL CHILENA é uma das estradas mais belas do mundo, claro que
      fora do inverno, pois deve congelar tudo nessa época, e a dificuldade ser enorme. Rodamos pelo asfalto 200 km, aí tem o trecho de subida de 15 km e descida de 10 km
      do parque Nacional Queluat, o de subida já prepararam a brita para o futuro asfalto, mas a descida ainda não, estão vindo de Puyuapi para cá, por isso tem que pegar um
      balsa para chegar em Puyuapi num trecho de 3 km, mas as carretas vao pela estrada mesmo, então em curto prazo esse trecho também ficará pronto. Puyuapi também é uma cidade
      pequena mas bem ajeitada e depois de finalizado o asfalto deve crescer bem, detalhe alí que voce tem o acesso ao ventisqueiro Queulat, dá para ver da rodovia, mas como
      já tinhamos pego o começo dele em El Calafate e a demora da Balsa, optamos por seguir em frente, pois já haviamos reservado cabana em Futaleufú, fronteira com a Argentina,
      mas compensa se tiver tempo em pernoitar ai e curtir todo o visual. Após a saida de Puyuapi, novamente pegamos um trecho de 15 km de ripio preparado para asfalto, ou seja
      um poeirão e muita brita solta, a tecnica consiste pelo jeito, em deixar os veiculos compactarem bem a base para eles passarem o asfalto, afff, cruzamos com as máquinas
      asfaltando em pleno domingo, então, essa hora devem estar acabando mais esse trecho de asfalto ate Puyuapi, passamos por Vila Santa Lucia, abastecemos, e aí voce deixa
      a carretera austral e vira a direita na 235 que é toda de ripio mas em bom estado, vai contornando as montanhas dos Andes, beirando o lago Yelcho, tudo TOP também, e após
      percorrido 200 km, estamos em Futaleufú, fronteira com a Argentina, terra das corredeiras e raffting, para os amantes do esporte, aqui é o lugar, estilo radical. Cidade
      pequena mas tem hotel, restaurante, combustível, mercado, etc.  Toda essa região tem muita coisa para ver e fazer, haja tempo e dinheiro para poder aproveitar tudo,
      porque para nós brasileiros, o custo é meio caro. Achamos nossa cabana, após instalados, fomos caminhar nas ruas da cidade em busca de nosso merecido jantar.
      DIA 17
      Embora rápido, pudemos conhecer um pouco da Patagônia Chilena, seus contrastes, na certeza de retornar para apreciar com mais calma, a magnitude da região.
      Como não ganhamos na mega ainda, partiu Argentina novamente. Fizemos os tramites aduaneiros, esse Paso é bem mais tranquilo e menos movimentado, rapidamente já estávamos em solo
      Argentino ainda no rípio, em busca da cidade de Trevelin, agora já asfalto, Esquel a 90 km, e Ruta 40. Esquel também já é bem estruturada, movimentada, pausa para lanche, abastecimento,
      posto YPF, e retomamos a ruta 40 para percorremos mais 300 km até BARILOCHE, nosso próximo destino, aqui esse trajeto já é bastante movimentado, com a cordilheira ao fundo
      e seus vulcões. Também tem a cidade de El Bolson no caminho para Bariloche, que também é bom ponto de hospedagem para os viajantes como alternativa a
      horário e custos, embora Bariloche, fora de temporada é bem tranquilo de achar lugar e com inúmeras opções. Chegamos no meio da tarde e fomos se acomodar, optamos por
      fazer um mercado para a janta e café, mas o mercado argentino não tem muitas opções como os nossos, e os preços não compensam, único ponto forte é os vinhos,
      tem desde R$7,00 aqueles que a gente paga R$30 aki, os intermediarios de R$ 25, que é os caríssimos daki, até os top de tudo quanto é preço, então dá-lhe comprar vinho, 
      para comparação Coca Cola 2lt estava R$22, fizemos pequeno reconhecimento da cidade, mas deixamos para o dia seguinte para fazer o circuito completo. 
      DIA 18
      Bariloche também é um ponto alto da viagem, a cidade margeando o lago Nahuel Huapi com a cordilheira dos Andes com seus picos nevados emoldurando ao fundo, temperatura
      agradável, o pessoal estava até curtindo um bronze a beira do lago, cidade super movimentada com inúmeros hotéis, pousadas, restaurantes, supermercados, enfim, estruturada.
      Como já estavamos estasiados de tanta neve e paisagem exuberantes da viagem inteira, resolvemos não fazer os miradores tradicionais, fomos fazer o circuito chico mas sem
      subir o campanário, catedral, e sim conhecendo os atrativos diversos das ruas em si, passando pelo famoso hotel Lao Lao, contornando o lago Nahuel, e de repente uma movuca
      em uma colina, com vendedores ambulantes, carros parados, opa, aqui é lugar, estacionamos, e tivemos a grata surpresa de ser um mirador 0800, com vista de todo o lago, 
      o dia estava perfeito, ensolarado, aquele tom de azul do majestoso lago, as montanhas com seus picos nevados, show, imperdível.
      Retornamos, aproveitando cada paisagem em direção ao centro, onde após percorremos a pé suas ruas, setor histórico, calçadão, várias lojas, completando o curriculum
      de turista, kkk.  
      Inicialmente o roteiro estava na expectativa de seguir na sequencia em direção a Pucón e Santiago no Chile, e retornar pelos famosos caracoles, Aconcágua,
      e passar em Mendoza e suas vinicolas, porém o prazo já estava no limite ( a grana também, kkk), assim iniciariamos no dia seguinte a viagem de retorno.
      DIA 19
      Com muito arrependimento por não ter ganho na Mega sena ainda, rss, fomos batendo em retirada de Bariloche e da surpreendente Cordilheira dos Andes. Voce inicia a saida
      contornando o lago Nahuel Huapi pela RN 40 em direçao a Vila La Angustura e prossegue reto pela RN 237 sentido a cidade de Neuquén, após alguns quilometros
      voce vai contornando o Embalse Alicura do rio Limay, que é um dos maiores diques da Argentina: (La represa de Alicurá, está equipada con cuatro turbinas Francis de eje
      vertical con una potencia instalada unitaria de 262,5 MW lo que totaliza 1.050 MW. Se ubica en la estepa patagónica, sobre el cauce del río Limay, 130 km al norte de la
      ciudad de Bariloche, El embalse se usa primariamente para generar hidroelectricidad. El reservorio se emplea para la cría de salmones y de truchas de río.
      Alicurá almacena de una cuenca hidrográfica de 67,5 km², su prof. media es de 48 m (máximo 110 m) y 327.000 hm³, fonte: wikipédia), ou seja, é enorme e excelente cenário
      com a Cordilheira ao fundo, se tiver tempo lá vai mais um album de fotos, kkk.
      Após percorrer 450 km por 5 hs chegamos a cidade de Neuquen, cidade enorme, transito intenso, e tava difícil de fazer uma pausa para o rango, pois os postos ficam
      nas vias marginais da Ruta 22, que estavam mais intensas ainda, como dia seria longo, continuamos, voce tem duas opções, continuar pela ruta 22, ou seguir a esquerda
      pela RN 151, foi o que fizemos para pegar menos transito, mas não tem jeito, também com muito movimento, e fomos conseguir parar no YPF na cidade de Veintecinco de Mayo
      as 15:01 hs, abastecemos, e fomos nas tradionais Hamburguesas, porém, só atende até 15hs, kkk, vamos lembrar disso na próxima viagem, kkk. Enchemos o estomago de ...agua 
      e vamos em frente percorrer, agora pela RN 20, mais 300 km até a cidade de General Acha, ponto de apoio perfeito, cidade pequena mas com vários hotéis BBB e varias
      opçoes de restaurantes, ou seja, voce não perde tempo procurando e enfrentando transito desconhecido, decisão super acertada, pois a idéia inical era pernoitar na
      cidade de Santa Rosa, porém teriamos mais 110 km e a cidade é grande.
      DIA 20
      Devidamente descansados, abastecidos e alimentados, continuamos pela RN 152 após a esquerda pela RN 35 até a cidade de Santa Rosa, grande, movimentada, e segue
      a direita pela RN 5 sentido Buenos Aires, até a cidade Trenque Lauquen, abastecemos, e novamente duas opções, continuar pela RN 5, ou seguir a esquerda pela RN 33, a qual
      definimos em função de possiveis ponto de apoio, e nossa meta neste dia era a grande cidade de Rosário. A estrada vai beirando grandes plantações de Arroz, ou seja
      agua dos dois lados da pista, então em temporadas de chuvas, deve ter alagamento em alguns trechos, tem que ficar esperto.
      O trecho até Rosário tem 750 km pelo pampa Argentino, com um mix de estâncias de Arroz, Trigo, cidades pequenas e médias, muito transito de caminhoes, pista simples,
      motorista Argentino andando a 130 km/h, o dia vai passando, e finalmente e anoitecendo a cidade de Rosário, agora sim, cidade Top, enorme, transito intenso, mas a 
      cidade é planejada e voce se acha bem, lá pelas 20 hs estavamos em nosso hotel,  em seguida no resturante alí perto. Rosário é uma cidade universitária, polo da região, 
      e o pouco que conhecemos, se tiver disponibilidade, vale a pena conhecer bem, fica a beira do enorme Rio Paraná, temperatura quente, bem vinda após os frios intensos 
      da Patagonia.
      DIA 21
      Esse era o dia de fazer o trecho pela temível província de Entre Rios, assim utilizamos uma engenharia de rota para amenizar possíveis surpresas. Então cruzamos
      o rio Paraná pela majestosa ponte com vistas incriveis, pela RN 174 passamos por Victoria até Nagoya, após a direita utilizamos a RN 12 até Governador Solá, viramos
      a esquerda pela RN 6 até Paso de La Laguna, a direita pela RN 18 até Calabacilas na autoestrada RN 14. Uma boa rota, somente uma vez a polícia parou, pediu documentos,
      mas agora o espanhol já é mais enrolado, tinha pedido uma tal de caderneta, mas a que eu conheço e somente da Poupança da Caixa, kkk, aí resmungou não sei o que e foi
      parar outro carro deixando falar sozinho, então também vamos embora, depois que fui saber que a tal de caderneta é a Identidade ou passaporte, que é apresentada 
      junto com a habilitação, mas como nóis é brasileiro, o queko, fica para a próxima, kkk.
      De CAbacitas até Paso de Los LIbres é praticamente uma reta sentido Norte, estrada excelente, que funciona assim, velocidade permitida até 130 km/h e de 80 km/h nos
      retornos e entrada de cidades, com radar funcionando nuns furgões descaracterizados, ou seja, ficar ligado, pois existem muitos retornos e cidadezinhas pequenas, muitos
      postos de policia, porém só estavam parando no sentido para Buenos Aires, em nosso sentido não vimos nada, perfeito.
      Após 610 km chegamos ao anoitecer em Paso de Los Libres onde aproveitamos fara fazer as compras de estoque de Alfajor, paramos na fronteira para fazer a saida 
      da imigração Na Argentina, cruzamos a ponte sobre o rio Uruguay e estamos finalmente em solo brasileiro em Uruguaiana, onde pernoitamos.
      DIA 22
      Agora em ritmo brasileiro, bora retornar para casa, aqui voce tem a opção mais longa de ir pela BR 290 até Porto Alegre e pegar BR 101 pista dupla e plana até a 
      fronteira com o Paraná e subir a serra e seguir até curitiba, ou ir pela BR 285 até Passo Fundo e BR 153 até União da vitória no Paraná, foi o que fizemos, porém até
      São Borja a estrada está ruim, leva-se um bom tempo, paramos para almoço na terra de Getulio Vargas em São Borja, e também depois para conhecer as ruínas de São Miguel das
      Missões (somente interessante), e nessa brincadeira acabamos demorando mais tempo do que o previsto, que ao chegar em Erechim decidimos pernoitar para evitar rodar de
      noite e pegar chuva até Curitiba e assim faríamos com tranquilidade no dia seguinte.
      CONCLUSÃO
      Uma enorme experiência para o curriculum, tres países, tivemos a liberdade de conhecer muita coisa sem depender de pacotes engessados, conhecer muitas pessoas, 
      cidades, lugares inesquecíveis, outras formas de viver e conviver, enfim, com um bom planejamento, disponibilidade de tempo e grana, o resultado é Excelente, e
      bora preparar a próxima, rss.
       
    • Por thalita.melo
      Ushuaia + Calafate + Chalten + Bariloche
       
      Faremos aqui um relato na nossa viagem de 15 dias pela Patagonia Argentina em dezembro 2016/janeiro 2017.
       
      24/12 - Embarcamos com destino a cidade de Buenos Aires as 00:25 pela Aerolineas Argentinas. Foi um voo tranquilo e chegamos na cidade as 2:20 ja que la não tem horário de verão. Quando você desembarca na parte internacional e vai pegar outro voo tem que se deslocar até a parte de voos domésticos que fica em outro prédio.
      As 7:25 pegamos o voo que nos levaria até a cidade de Ushuaia, aonde chegamos as 12:10.
      Em Ushuaia Ficamos pelo AIRBNB na casa da Tamara a qual recomendamos pois é muito atenciosa e tem um espaço bacana para alugar. O único inconveniente é que o chuveiro não é dos mais quentes então exige banhos rápidos.
      Quando chegamos na cidade a temperatura estava cerca de 8 graus e com uma garoa mas mesmo assim fomos nos aventurar. Nossa primeira parada foi em um hostel na rua Rivadavia bem sinistro aonde um chinês troca reais por um preço bacana. Na época 1 real = 5 pesos. Trocamos uma parte do dinheiro e fomos para o centro de informações turísticas aonde eles carimbam seu passaporte com o carimbo da cidade.
      A cidade é bem pequena e o seu centro tem uma infinidade de lojas, restaurantes e docerias. Nos bairros também conseguimos achar esses serviços mas dependendo de onde ficar vai ter que enfrentar subidas para chegar como foi o nosso caso.
      Paramos para almoçar em um restaurante de massas na Rua San Martin gastando cerca de 100 reais o casal e depois antes de voltar para o nosso apartamento passamos no mercado La Anonima para comprar queijos e vinho para nossa ceia de natal. Indicamos o vinho Dada que é muito bom e la muito barato, cerca de 20 reais a garrafa. Os mercados de todas as cidades não tem sacolas plásticas então ou vc leva a sua ou vc compra a deles daquele tipo retornável.
      A cidade de Ushuaia é muito segura, cheia de cachorros e gatos pela rua e no veråo tem sol até as 11hras da noite o que é ótimo pois faz nosso dia render muito. A noite no verão a temperatura baixa bastante chegando a uns 4-5 graus mas os locais tem sempre ótima calefaçåo.
       
      25/12 - Era natal de começamos a nossa primeira aventura, subir o Glaciar Martial. Saindo do apartamento a entrada para a estrada que leva ao inicio do Glacial era perto, levamos uns 15 minutos andando mas ai começa a subida e no meio dela fomos salvos por um alemão que nos deu carona até o inicio do glacial. Então se vc pretende ir vá de taxi até o inicio da trilha pq vale a pena e vc volta a pé pq a paisagem é bem bacana. No inicio da trilha vc ja se depara com uma subida forte e a trilha em si é puxada. Demoramos cerca de 1hra e meia para conseguir subir bem agasalhados e em alguns momentos até de luva e cachecol pois tem trechos de ventos muito fortes. A descida parece mais tranquila mas não é pois se vc não tomar cuidado estraga o joelho que foi o que aconteceu comigo. No meio da descida paramos para comer um lanche que tinhamos levado (pão com frios, bolinho recheado com doce de leite e água) e terminamos todo o circuito em 2:30 hras. La no inicio da trilha tem uma casa de chá maravilhosa a qual paramos antes de retornar a cidade...vale muito a pena, é maravilhosa e cara.
      De volta a cidade moídos ainda paramos no centro novamente para comer em uma pizzaria na rua San martin (era uma das poucas opções ja que era dia de natal) e voltamos para nosso apartamento nos lamentando com tanta subida.
       
      26/12 - Resolvemos conhecer o Parque Nacional. Antes de irmos atrás de um transfer passamos novamente no chinês para trocar mais reais por pesos e fomos até o local de onde saem transfers para todos os passeios da cidade na avenida Maipu. Um transfer ida e volta custou 400 pesos por pessoa. La dentro do parque vc paga uma taxa de entrada de cerca de 120 pesos por pessoa se for mercosul e escolhe qual trilha vc quer fazer. escolhemos a trilha costeira pois era a mais recomendada e realmente vale a pena. Nela vc passa por diversos lagos maravilhosos e água cristalina. O transfer nos deixou na Enseada Zaratiegui aonde antes de começar a trilha vc pode pegar outro carimbo da cidade no passaporte mas esse tem custo de cerca de 30 pesos enquanto que o do centro de informações é gratis. Dessa enseada fizemos uma trilha de 8,6Km até o Rio Lapataia aonde tem um restaurante e banheiros (cerca de 3:20hras). No meio da trilha paramos para comer nosso lanche na beira de um dos lagos e no final, quase chegando ao restaurante eu ja estava chorando de tanta dor no joelho. Por conta do dia anterior meu joelho sentiu muito a trilha e tive que parar nesse restaurante e fiquei la esperando meu marido terminar os 5 Km de trilha que faltavam(ele demorou cerca de 3hras para voltar ao restaurante). Ele continuou e foi até a Laguna negra e depois a Bahia Lapataia ja na divisa com o Chile. Assim que ele retornou ao restaurante consegui ir com ele até o lago Roca que é maravilhoso para tirar fotos e ficar descansando com aquela vista e logo depois o transfer nos pegou no restaurante e voltamos a cidade. De volta a cidade voltamos para o ape e no caminho paramos em um restaurante local chamado Dieguito, fora da zona turísticar. Uma ótima experiência com preços bem pouco menores. Gastamos os mesmos 100 reais por casal mas comemos mais. De volta ao ape foi aquele banho rápido, pijama e cama ja que ja eram quase dez da noite.
       
      27/12 - Na manhã desse dia acordamos muito cedo a espera do nosso taxi até o aeroporto, era dia de ir para El Calafate. O taxi já tínhamos deixado agendado e no horário combinado ele estava lá para nos buscar, Nos depedimos da mãe da Tamara que foi quem nos recebeu e chegamos no aeroporto com um custo de 120 pesos. O voo foi pela Tam e demorou cerca de 1h20. Tínhamos pensado em ir de ônibus para o preço era praticamente o mesmo e eram 17 horas de viagem. Chegando em El Calafate vc ja se deparara com a linda vista do lago Argentino, maravilhoso. Pegamos um transfer da Ves Patagonia que nos custou 160 pesos por pessoa e ele nos deixou no nosso hostel bem no centro da cidade. Fora do centro tem muitas opções de hostel mas não recomendamos pois tudo que é serviço está localizado no centro. Nosso hostel foi o Calafate Hostel aonde pegamos um quarto privativo duplo que nos custou 150 dólares + taxas por 3 diárias com café da manhã. O hostel é muito bom, além de bem localizado o quarto era ótimo (só um pouco quente demais), os atendentes eram ótimos e o café era ok. Para quem pretende cozinhar, a cozinha é super pequena então vc tem que ter paciência para esperar sua vez e achar um lugar na geladeira. O hostel tem um restaurante muito bom com preços ok tendo sempre o menu do dia por 150 pesos.
      Ao chegar na cidade fomos atrás de cambio e para nossa surpresa ele era pior que em Ushuaia, conseguimos 1 real = 4.50 pesos o que nos deu aquele arrependimento e aquela saudade do chinês. Esse cambio é em um restaurante chamado Casimiro Bigua localizado na Avenida San Martin.
      A cidade de Calafate é muito fofa e ainda menor do que Ushuaia. Na rua principal San Martin vc encontra lojas, restaurantes, bares, docerias, padarias e muitos brasileiros com frio. A temperatura da cidade é mais alta chegando a uns 20 graus durante o dia e 10 graus durante a noite, mas sempre com muito vento. Depois de dar uma volta na cidade, almoçar no restaurante vera Cruz que tinha uma massa gostosinha, experimentar o famoso alfajor Koonek que realmente é muito bom (custam 25 pesos cada e o melhor era o branco de doce de leite) e ir a rodoviária para comprar nossa passagem para El Chalten (400 pesos ida e volta por pessoa), voltamos para o hostel e fomos pagar nossos passeios. Depois disso dormimos para o dia seguinte.
       
      28/12 - Nesse dia reservamos para fazer o mini-trekking no Glacial Perito Moreno. Fechamos tudo pelo hostel e ele nos custou 2040 pesos por pessoa mais taxa do parque. É um passeio extremamente caro, como tudo em calafate, mas que vale muito a pena. Primeiro vc passa por toda a passarela tendo várias vistas diferentes do glacial e podendo ver a todo momento ele se rompendo, nessa parte do passeio vc pode fazer um lanche que vc deve levar, no final das passarelas tem um restaurante mas bem caro. Cerca de 1h30 na passarela é suficiente para ver tudo e vc volta para o ônibus que nos deixa no porto, la embarcamos em direção ao glacial e depois de uns 30 minutos iniciamos uma trilha rápida. Chegando ao Glacial vc coloca grampones nos sapatos e começa o trekking sobre o gelo. Esse percurso dura cerca de 1h30 e no final é servido uísque com gelo tirado do glacial. O trekking é fácil e autorizado para pessoas de até 65 anos e não grávidas.
      Terminado o passeio voltamos para o hostel, jantamos um delicioso hambúrguer no restaurante de lá e fomos dormir.
       
      29/12 - Também pelo hostel reservamos um passeio a Torres Del Paine que é um parque situado na patagônia Chilena. Esse passeio custa cerca de 2100 pesos por pessoa e além de caro sai às 5h da manhã. Saímos do hostel e depois de 1h pegando mais pessoas pela cidade iniciamos nossa viagem. Até a fronteira com o Chile são cerca de 6h de viagem, na fronteira temos que fazer a saída da Argentina, depois a entrada no Chile e isso leva mais 1h. Ao entrar no Chile tem uma cafeteria aonde vc deve trocar sua moeda por pesos chilenos para pagar a entrada do parque, 21 mil pesos chilenos por pessoa. A partir daí o guia chileno vai explicando toda a paisagem e localização e vamos fazendo paradas para fotos em lugares exuberantes. Ja no final do passeio paramos em uma hosteria onde é servido um almoço (horrível) que já esta incluso no passeio com bebida e sobremesa. Esse lugar fica na beira de um dos lagos mais bonitos que ja vi na minha vida. De volta ao ônibus fazemos todo o percurso de volta passando novamente por todas as imigrações e chegando de volta a calafate cerca de 11h da noite. O passeio tem com ctz as paisagens mais bonitas de toda a viagem mas não sei se faríamos de novo. Além de caro, demorado, desconfortável é muito cansativo. A comida do restaurante não me caiu bem e vomitei tudo na volta. De vd não sei se vale a pena.
       
      30/12 - As 7:30 da manhã pegamos nosso ônibus na rodoviária com a empresa Taqsa para El Chalten. São 2h30 (220 Km) de viagem e chegando na cidade, antes de ir a rodoviária paramos em um centro de informações onde nos são dadas instruções sobre as trilhas da cidade (Todas grátis e muito bem sinalizadas). Da rodoviária andamos cerca de 15 minutos até nosso Hostel que ficava na Avenida San Martin. A cidade é minúscula, tem cerca de 1600 habitantes, mas é cheia de serviços, não faltam restaurantes, hospedagens, mercadinhos e tem um cambio horrível, la encontramos 1 real = 3 pesos. Ficamos na Hospedagem Lo de Trivi em um quarto privativo com banheiro e sem café por 256 dólares + taxas 4 diárias. O hostel era bacana, limpo, a cozinha era ótima mas o wifi não pegava no quarto além do chuveiro ser feito para pessoas magras e com até 1.70m de altura. Com um cambio tão ruim resolvemos cozinhar e fomos ao mercadinho que tinha em frente. Lá compramos macarrão, molho de tomate, queijo, pão, doce de leite, requeijão, carne, cocas e vinho de caixinha e nos viramos com isso pelos dias que passamos lá.
       
      31/12 - Último dia do ano, dia de fazer a trilha mais dífícil. Nosso destino era a Laguna de Los 3 que fica aos pés do Fitz Roy. O começo da trilha é bem tranquilo, são 9 Km super de boa de fazer. No final desses 9 Km vc chega em um acampamento selvagem para quem curte mais aventura e lá passa um rio que tem água limpa e muito boa para beber, então não precisa levar muita água da cidade. Agora o último Km é de matar, eu que sou sedentária quase desisti várias vezes pois é uma subida animal. No fim deu tudo certo, consegui mas cheguei lá no alto podre. O que compensa é a vista que é maravilhosa aonde ficamos um tempo descansando e comendo. Depois de uma meia hra tinhamos que voltar tudo, o que foi um sofrimento para mim. Além da descida de 1 Km mto íngreme (novamente cuidado com os joelhos) eu estava muito cansada da ida e não via a hra de voltar ao hostel. Na volta paramos um pouco na laguna Capri que também é maravilhosa e aonde tem outro acampamento selvagem totalmente grátis.
      Chegando de volta a cidade depois de 10 horas de trilha quase chorei de emoção e paramos em uma vendinha (Che empanadas) de frios bem ao lado do hostel que tinha um atendente muito peculiar. Lá compramos muitos frios com um ótimo preço para prepararmos nossa ceia, jantamos, tomamos banho, abrimos o vinho e ficamos esperando para ver como seria a virada e simplesmente nada aconteceu hahahaha. A cidade não tem fogos e nem festa, tudo o que estávamos precisando. Sendo assim dormimos feito pedras.
       
      01/01 - Dia de descanso e voltinha pela cidade.
       
      02/01 - Saímos rumo a Laguna Torre ( 18 Km ida e volta, aproximadamente 6 horas de trilha) que foi uma trilha bem tranquila. Mas ao chegar na laguna presenciamos um vento que nunca tinha visto na vida. É tão forte que vc não consegue ficar por lá muito tempo, mas é bem bacana de conhecer. De volta ao hostel descansar para no dia seguinte partir.
       
      03/01 - As 11horas pegamos um ônibus de volta a El calafate. Esse ônibus passa pelo aeroporto então vc pode já ficar por lá se quiser. Mas nós voltamos ao nosso hostel de antes ( Calafate Hostel) para passar apenas uma noite. Dessa vez em um quarto compartilhado com 4 camas também muito agradável que nos custou 31 dólares + taxas sem café. Nesse dia trocamos mais dinheiro já que em Chalten foi impossível e almoçamos em um restaurante chamado San Pedro onde experimentamos uma massa recheada com o famoso cordeiro patagônico, muito boa. Saindo de lá fomos conhecer a laguna Nimez que dá pra ir andando bem facinho e é bonita, também venta muito. Se vc quiser pode fazer uma trilha por ela mas como tudo em Calafate é pago. Andamos mais pela cidade e voltamos ao hostel.
       
      04/01 - Dia de ir pegar um voo para Bariloche mas antes passamos no restaurante do hostel e comemos outro hamburguer, dessa vez de cordeiro que também estava muito bom. Pegamos um taxi e fomos para o aeroporto. Dessa vez de Aerolineas, também tinhamos pensado em ir de ônibus mas as 24 horas de viagem nos desanimaram. Chegamos em Bariloche quase noite já e como tínhamos optado por ficar em uma pousada mais afastada da cidade um taxi ficaria muito caro, sendo assim pegamos um taxi até o centro, lá compramos um cartão de transporte público, carregamos e pegamos o ônibus 20 que nos levou até a pousada. ( Bariloche tem transporte público até que bom)
      A pousada se chama Hosteria Katy e é maravilhosa. Os donos são uma família de alemães e a propriedade é simplesmente fantástica e aconchegante. Essa hospedagem nos custou 214 dólares + taxas por 3 noites com café.
       
      05/01 - Acordamos, fomos tomar nosso café bem estilo colonial em uma sala que parecia casa de boneca. Logo após saímos para conhecer a cidade. Depois de tanto tempo em cidade pequenas confesso que estranhei aquela agitação toda já que Bariloche é muito maior e cheia de carros. Pegamos o ônibus 20 e fizemos uma parada no Cerro Campanario. A subida de teleférico nos custou 100 pesos por pessoa e não é nada demais, tem uma vista bacana mas é um passeio dispensável. Saímos de lá pegamos nosso ônibus 20 novamente e fomos até o Km 1 da Avenida Bustillo aonde tem o museu do chocolate ( Bariloche é muito famosa pelo seu excelente chocolate) mas tinha fila para entrar e desistimos. Passeamos pela cidade, conhecemos seu centro, paramos nas chocolaterias da rua Mitre e compramos um mundo de chocolates maravilhosos ( Recomendo Rapa Nui, pra mim a melhor) paramos para almoçar no El Chiringuito, um restaurante simples mas muito gostoso e com um preço bacana e voltamos para a pousada felizes e repletos de chocolate.
       
      06/01 - Dia de fazer as trilhas que era perto da nossa pousada. Como eu disse optamos por ficar longe da cidade e perto dos bosques. Foi uma ótima escolha pois a região era muito bonita. Saímos da pousada e entramos pelos bosques que são até que bem demarcados e fizemos ao todo 18, 5 Km de trilha com várias paradas em praias muito lindas e que se vc conseguir pegar boas temperaturas vc pode até arriscar um mergulho. Dizem que lá chega a 28 graus mas nós ficamos nos 20. De volta a pousada depois de 4 horas andando paramos em um restaurante em frente a pousada e comemos uma massa maravilhosa, tomamos um banho, ficamos curtindo a pousada que é cheia de gatinhos e cachorros e tem um quintal incrível, pegamos uma pizza, comemos e fomos dormir.
       
      07/01 - Dia de voltar para SP. Pegamos o ônibus 20 até a rodoviária de Bariloche e de lá um taxi ao aeroporto. No aeroporto também tem uma loja da Rapa Nui onde fizemos uma parada e compramos mais chocolates (mesmos preços da cidade) e voltamos pra casa. Foi tudo ótimo e maravilhoso....espero poder ter te ajudado no seu roteiro.
    • Por LuisD
      De carro pela Patagônia Norte, Argentina: Buenos Aires, Sierra de la Ventana, Puerto Madryn, Península Valdes, Esquel e Bariloche - 16 dias
       

       
      Fotos: https://www.flickr.com/photos/[email protected]/
       
      Quando
      De 20/12/14 a 05/01/2015
       
      Quilômetros rodados: 5.400 km
       
      Os viajantes
      Eu (Luis), minha esposa (Elisa) e meus filhos Felipe (12 anos) e Rafael (10 anos).
       
      A ideia da viagem
      Em 2011 fizemos uma viagem de carro de Campinas até San Pedro de Atacama, visitando vários lugares do norte da Argentina (relato aqui http://www.mochileiros.com/deserto-de-atacama-de-carro-e-com-criancas-t51654.html). Ficamos muito impressionados com a beleza das paisagens, organização, preços (custo-benefício muito superior ao brasileiro), etc. Nos deu uma vontade de querer visitar outros lugares da Argentina.
       
      Os candidatos seriam Cordoba, Catamarca, Península Valdes, Bariloche e a parte sul da Patagônia. Queríamos fazer outra viagem de carro por lá. Visitar todos estes lugares, saindo do Brasil, demandaria muito tempo e muita quilometragem. Tiramos a parte de Catamarca, por ser parecida com as regiões que visitamos no norte (Salta e Jujuy).
       
      Roteiro
      Veio a ideia de tomar um avião para Buenos Aires e de lá alugar um carro para a viagem. Ganharíamos tempo, eliminaríamos um longo trecho de locomoção e teríamos um carro com placa argentina, o que nos deixaria quase como locais e despertaria pouca atenção.
       
      Resolvemos fazer um triângulo, com início e fim em Buenos Aires, cobrindo o norte da Patagônia. Iríamos para a Puerto Madryn, como base para a Península Valdes e região. Depois cruzaríamos a estepe patagônica em direção aos Andes, fazendo uma parada em Esquel para visitar o Parque Nacional los Alerces. De lá seguiríamos para Bariloche, onde encontraríamos um casal de amigos, passaríamos o ano novo e exploraríamos a região. Depois era pegar a estrada e voltar até Buenos Aires, 1.600 km sem nenhuma atração realmente interessante.
       
      As cidades seriam:
      Buenos Aires, um dia
      Bahia Blanca, somente pernoite (depois trocado por Sierra de la Ventana)
      Puerto Madry, quatro dias
      Esquel, dois dias
      Bariloche, cinco dias
      Quehue, pernoite
      Buenos Aires, dois dias
       
      Fechamos um roteiro de 16 dias de viagem e fizemos as reservas de todos os hotéis pela internet (booking.com, etc) ou diretamente com os sites dos hotéis.
       
      Duas semanas antes da viagem conhecemos um viajante argentino aqui no Brasil e ele nos deu algumas dicas bem legais. Entre outras, disse que Bahia Blanca era uma cidade grande, sem atrativos, e que havia opções mais interessantes para pararmos (Las Grutas, Carmen de Patagones, Monte Hermoso).
       
      Depois de pesquisar na internet, encontramos Sierra de la Ventana, uma charmosa cidadezinha com um parque provincial próximo. Se chegássemos cedo poderíamos fazer uma trilha no parque. Mudamos a reserva de Bahia Blanca para lá.
       
      A viagem
      Sábado, 20 de dezembro de 2014. Pegamos um voo da Gol, que saiu atrasado de Guarulhos. Chegamos em Ezeiza, onde atrasamos ainda mais com a fila para trocar pesos no Banco de La Nacion Argentina e para pegar o carro na Europcar. Imaginava chegar no hotel umas 15:00, mas chegamos lá pelas 18:00. Ficamos no Hotel Two, que é bem central, perto da Av. Mayo. Demos uma descansada e saímos para um rápido tour pelo microcentro de Buenos Aires.
       
      Buenos Aires
       
      A primeira parada foi tomar um belo sorvete argentino para animar. Depois fomos visitar a Casa Rosada, Café Tortoni, Av. Mayo, Congresso, Corrientes, Obelisco, 9 de Julio, etc.
       

       
      A primeira impressão foi de que os preços estavam bem mais altos do que nas últimas vezes que estivemos na Argentina.
       
      No domingo (21/12), acordamos cedo, tomamos café e rumamos para Sierra de la Ventana. Tinha pouco movimento na cidade e foi bem tranquilo dirigir.
       
      Eu estava com um GPS Garmin, com um mapa da Argentina que baixei gratuitamente no site do Proyecto Mapear (http://www.proyectomapear.com.ar/). Tem vários arquivos POI que vale instalar no GPS.
       
      Sierra de la Ventana
      Pegamos a ruta 205 até Azul, onde pegamos a 76. As estradas são muito boas e com pouco movimento. Passamos por paisagens rurais muito bonitas, que ora lembravam a Europa, ora o interior dos Estados Unidos. Tudo muito plano. Quando apareceram as primeiras montanhas, era sinal que estávamos chegando em Sierra de la Ventana.
       
      Antes de ir para a pousada, fomos visitar o Parque Provincial Tornquist (http://www.tornquist.gov.ar/index.php/turismo/donde-ir/parque-provincial-ernesto-tornquist.html). Fizemos a trilha da Garganta Olvidada, que é bem tranquila e leva pouco mais de uma hora para ir e voltar. Não é nada excepcional, mas valeu para fechar um dia de viagem com quase 600 km. Tem algumas trilhas bem mais longas e bonitas lá, mas não teríamos tempo para faze-las.
       

       

       
      A cidade de Sierra de la Ventana é pequena e bem bonita, com muito verde, cortada por um rio (Sauce Grande) e com um ar rústico de vila de montanha. Deu vontade de ficar lá mais tempo. Depois descobrimos que tem um trem que vai de Buenos Aires (ou La Plata) até lá. Quem sabe numa próxima...
       
      Puerto Madryn
      No dia seguinte (segunda, 22/12) foi o de sempre: acordar cedo e pé na estrada para chegarmos em Puerto Madryn. Pegaríamos a ruta 3, que é a principal ligação de Buenos Aires com a Patagônia, por isto, tem bastante movimento e muitos caminhões. Cruzamos com vários brasileiros que iam de carro ou moto para Ushuaia. Longas retas até Puerto Madryn com a paisagem da estepe patagônica.
       

       
      Chegamos em Puerto Madryn com o sol ainda alto, achamos o hotel e fomos conhecer a orla da cidade.
       
      No dia seguinte (terça, 23/12), fomos até o Museu Paleontológico de Trelew e na pinguineira de Punta Tombo. Ambos valem a visita. No museu está o fêmur do maior dinossauro já encontrado e várias coisas interessantes.
       

       
      Punta Tombo
      A viagem de Puerto Madryn até Punta Tombo é longa, 180 km, com a parte final em rípio, mas chegando lá, você nem se lembra disto. O parque é muito bem organizado (ARP$ 90 por pessoa), com caminhos para visitar a área. Estes caminhos passam pelos lugares que os pinguins fazem ninho e criam os filhotes. É um espetáculo ver a quantidade e a festa dos pinguins. Além deles, tem guanacos (parentes das lhamas), emas, cuyzes (um pequeno roedor) e muitas outras aves. É um lugar privilegiado pela natureza. Dizem ter 500 mil pinguins lá. Para fechar com chave de ouro, quando estávamos próximos da praia apareceu uma baleia com um filhote, bem próximo, a uns 100 metros da costa.
       

       

       
      Península Valdes
       
      Na quarta (24/12), fomos visitar a península Valdes, http://www.peninsulavaldes.org.ar (ARP$ 180 por pessoa). Como já sabíamos, seria um dia com muita distância (uns 400 km, na maior parte em rípio) e sem muita infraestrutura. Então, leve o que você precisará e saia com o tanque cheio.
       
      Na entrada do parque nos informaram que a Punta Delgada estava fechada. Fomos para a Caleta Valdes. Na chegada já avistamos um grupo de orcas procurando lobos marinhos para o almoço. Fomos para a pinguineira da Punta Cantor, com pinguins, lobos e elefantes marinhos. O dia estava ensolarado, com a cor azul do mar dava uns visuais muito bonitos. Fomos em vários pontos de observação perto da Punta Cantor e depois seguimos para a Punta Norte. São vários quilômetros de rípio beirando a caleta, com paisagens bonitas e guanacos selvagens. Punta Norte é mais do mesmo (da Punta Cantor). Se você tiver pouco tempo, explore somente a área da Punta Cantor e volte. Não perderá nada especial.
       

       

       

       

       

       
      Depois da Punta Norte fomos até Puerto Piramides para conhecer e comer. O lugar foi mais bonito do que esperávamos. Vale a visita.
       

       
      No dia de Natal, diminuímos o ritmo. Visitamos a loberia de Punta Loma (16 km de Puerto Madryn, rípio), almoçamos em Puerto Madryn e tiramos o dia para descansar.
       

       

       
      Um passeio que queria ter feito era mergulhar (snorkel) com leões marinhos (ARP$ 1.100). Procurei para fazer no dia de natal mas as operadoras estavam fechadas. Fica para uma próxima.
       
      Dia 26/12 era para pegar a ruta 25 e cruzar a Patagônia rumo a oeste, chegando em Esquel. A ruta 25 tem trechos muito bonitos, seguindo o Rio Chubut. Parece muito o meio-oeste americano (Arizona), com cânions, mesas e montanhas avermelhadas. Paramos para comer e abastecer no pequeno vilarejo de Los Altares. Além de lá, alguns outros vilarejos têm postos de gasolina.
       

       

       

       
      Antes de Esquel pegaríamos a mítica ruta 40, que vai de La Quiaca a Ushuaia. Neste trecho ela está asfaltada e presenteia o viajante com belas vistas.
       
      Esquel
      Esquel é uma pequena e simpática cidade, onde funciona uma estação de esqui durante o inverno. No verão, os atrativos são a maria-fumaça La Trochita (http://www.patagoniaexpress.com/el_trochita.htm) e o Parque Nacional Los Alerces. Fizemos o passeio de trem no sábado (ARP$ 300 por pessoa) e o safári lacustre pelo PN Los Alerces no domingo (ARP$ 450 por pessoa). Ambos são altamente recomendados e precisam de reserva, que fizemos pela Diucon Viajes (http://www.diucon.com/). Leve lanche para o safári lacustre no parque.
       

       

       

       

       
      Do Parque de Los Alerces passamos por El Bolson rumo a Bariloche. A estrada é de uma beleza indescritível. É um atrativo por si só.
       
      Bariloche
      Em Bariloche dividimos nossa estada em dois lugares: um chalé de montanha e um hotel no centro. Foi bem legal fazer isto. O chalé foi um ponto alto, pelo visual e conforto. Lá encontramos um casal de amigos do Brasil e fizemos um memorável churrasco com carne argentina. A carne é outra coisa comparada ao que tomos aqui.
       
      Bariloche nos impressionou muito. Tínhamos por ela até um certo preconceito, mas tivemos que rever os conceitos. Fomos no Cerro Campanário (visual impressionante, segundo a National Geographic, um dos 10 mais bonitos do mundo), Cerro Catedral (muito frio e neve mesmo no verão), Circuito Chico (mais ou menos), Circuito Grande (espetacular!) e passeios no centro.
       

       

       

       

       

       
      Retorno a Buenos Aires
      De Bariloche a Buenos Aires tínhamos longos 1.600 km, quebrados em 2 dias e sem nenhum atrativo. Na saída de Bariloche, a estrada vai acompanhando o leito do Rio Limay, com visuais impressionantes, mas logo isto acaba e encaramos a estepe patagônica e a pampa, paisagens bem monótonas. Paramos para dormir no minúsculo vilarejo de Quehue após longos 900 km de direção. Neste dia pegamos a única estrada ruim na viagem, um trecho de 20 km na ruta 152, perto do Parque Nacional Lihue Calel.
       

       
      No último dia de viagem de carro, teríamos mais 700 km até Buenos Aires, cruzando a pampa cultivada. Chegamos com tranquilidade, mas o trânsito da cidade estava todo bagunçado, pois era a largada do Rally Dakar. Devolvemos o carro na Europcar em Puerto Madero e fomos ver a saída do rally.
       

       
      Depois fomos até Palermo, onde ficava o nosso flat. Palermo é o meu bairro preferido em Buenos Aires. Um misto de antigo e novo, com ruas arborizadas e com os parques. Aproveitamos um domingo de sol e na segunda pegamos o voo de volta ao Brasil.
       
      Mais uma vez, ficamos com um excelente impressão da Argentina e dos argentinos. E olha que eles estão em crise há décadas! Imagino como deveria ser nos tempos áureos.
       
      Dicas
       
      Aluguel de carro, estradas, gasolina, pedágio, etc
      Aluguei o carro diretamente pela Europcar (http://www.europcar.com/). Escolhi um carro da categoria de um Fiat Siena ou Renault Logan (me deram este). Optei por não fazer os seguros CDW e TDW, o que barateou bastante o preço. O meu cartão de crédito oferecia cobertura para isto. O aluguel ficou por US$ 40/dia, sem imposto. O carro tinha ar-condicionado e som com USB, mais nada. Apesar de já estar com 59.000 km quando pegamos, o Logan se portou bem. A média de consumo foi de 12 km/litro.
       
      O preço da gasolina na Argentina varia bastante de província para província. Em Buenos Aires saía por ARP$ 13 e em Chubut saía por ARP$ 8,7. Sempre colocamos a Super, na maioria das vezes nos postos YPF.
       
      Encontramos pedágios na grande Buenos Aires e na província de Buenos Aires. Preços variando de ARP$ 6 a 16. Nos demais lugares não havia pedágio.
      As estradas argentinas são normalmente de pista simples, com duas mãos. Isto não é um problema, pois a condição do pavimento é normalmente muito boa e a geografia ajuda muito (plano e sem curvas). Dá para andar a 120 km/h tranquilamente em quase todos os lugares.
       

       
      Não fomos parados pela polícia em nenhum lugar - talvez por estar com placa argentina. Em nossa viagem anterior para San Pedro de Atacama fomos parados muitas vezes na Argentina, mas não tivemos problemas com policiais pedindo dinheiro.
       
      Preços
      A sensação que tivemos é que os preços argentinos estão bem altos se calculados pelo câmbio oficial, mesmo os preços de supermercados.
      Fazendo o câmbio pelo paralelo, fica mais barato do que o Brasil.
       
      O preço de hotéis é bem mais barato do que no Brasil, por qualquer câmbio. O que pagávamos lá dificilmente conseguiríamos algo semelhante no Brasil. Se fizer a conta pelo paralelo, fica mais barato ainda.
       
      Como referência, uma refeição com bife de chorizo e acompanhamentos saía em média por ARP$ 150.
       
      O remis de Palermo a Ezeiza nos custou ARP$ 320.
       
      Hospedagem
      Todas as hospedagens aqui listadas são para quartos quádruplos.
       
      Buenos Aires, centro, Two Hotel (http://www.twohotelbuenosaires.com.ar/), a US$ 120 com café da manhã e estacionamento.
       
      Sierra de La Ventana. Ficamos no excelente Las Retamas (http://www.lasretamasapart.com.ar/), são habitações com quarto, banheiro, sala, cozinha e varanda, além de uma linda área comum com piscina. Foram ARP$ 800, café da manhã bem básico. O dono é o simpático Guillermo.
       
      Puerto Madryn. Hostel El Gualicho (http://www.elgualicho.com.ar/), quarto privativo com banheiro, além de café da manhã e estacionamento. Preço ARP$ 750. Já tinha lido muitos relatos positivos sobre o El Gualicho, mas fiquei positivamente surpreso. Muito bem organizado, limpo, uma energia bacana, pessoal atencioso e viajantes de todos os lugares. Tem uma cozinha compartilhada e ótimo espaço interno. Recomendo.
       
      Esquel: Esquel Apart (http://www.esquelapart.com.ar/). Apartamento mobiliado, bem cuidado, sem café da manhã, ARP$ 628.
       
      Bariloche, Cabañas Tierra Sureña (http://www.tierrasurena.com.ar/). Chalé alpino, espaçoso e bem mobiliado, numa paisagem sensacional, ao pé das montanhas. Tem área de churrasqueira (usamos e aprovamos!). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.200.
       
      Bariloche, centro. Hotel Edelweiss (http://www.edelweiss.com.ar/). Hotel 4 estrelas com ares de classudão velha-guarda, mas com quartos modernos e espaçosos. Excelente atendimento e ótimo café da manhã, piscina aquecida no terraço panorâmico. Diária: ARP$ 1.750.
       
      Quehue, Hotel Quehue (http://www.ruta0.com/general-acha/hotel-hotel-quehue.htm). Hotel novo, num ponto intermediário entre Bariloche e Buenos Aires. Café da manhã básico (padrão argentino), por AR$ 700.
       
      Buenos Aires, Palermo. Flat Color Botanico (http://colorbotanico.com/). Flat novo, bem mobiliado, numa rua de paralelepípedos e coberta por árvores em Palermo Viejo. Excelente localização para Palermo, parques e estação de metrô (Plaza Italia). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.100.
       
      Câmbio
      Referência – de 20 de dezembro de 2014 a 5 de janeiro de 2015
      R$ 1,00 = 3,35 pesos (oficial no Banco La Nacion Argentina - Ezeiza)
      Oficial: US$ 1,00 = ARP$ 8,55
      Blue (paralelo): US$ 1,00 = em média ARP$ 13 (variando de ARP$ 12 a 13.5)
      Acompanhar a cotação do oficial e do blue pelo site do jornal La Nacion: http://www.lanacion.com.ar/dolar-hoy-t1369
       
      Como fazer câmbio no blue?
      Fora de Buenos Aires eu troquei dólares em lojas, postos de gasolina e cambistas. Nem todo lugar tem interesse em trocar e alguns oferecem taxas bem baixa. Em Buenos Aires, os cambistas da Calle Florida são a melhor opção. Tem a famosa Boston Cambio lá, além de muitas outras. Não tivemos problemas com notas falsas, mas já ouvi relatos de quem teve.
       
      Dólar ou real?
      Dá para levar qualquer um dos dois. Dólar é amplamente aceito, em qualquer lugar. Para reais é mais fácil trocar em cidades maiores, como Buenos Aires e Bariloche.
       
      Cartão de crédito?
      Levei e paguei algumas coisas com cartão de crédito, mas além do câmbio oficial ser desfavorável, o IOF piora ainda mais a conta. Vale levar como segurança.
       
      Sites úteis
      Ruta0, http://www.ruta0.com. Várias informações úteis sobre estradas, hotéis e conteúdo gerado pelos usuários. Muitos hotéis que não estão em outros sites podem ser encontrados lá.


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