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Nobres - Chapada dos Guimarães

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Chegada Cuiabá 02 horas da manhã dia 02/11

- Saída para Bom Jardim/Nobres 07 horas
2 horas de estrada (previsão)
- Chegada em Bom Jardim/Nobres 09 horas


DIA 1 - 02/11
chegada em Bom Jardim/Nobres
09:30 Passeio flutuação aquário (pacote Nobres Turismo) - R$75,00
Duração 1 hora

Almoço, sanduíche

13:00 Cachoeira Serra Azul (pacote Eloah Turismo) - R$80,00

Lagoa das Araras - R$20,00 entrada

Não tem feirinha, quase nada de lembrancinha, só comprei um chaveiro 8,00

DIA 2 - 03/11

08:00 bóia cross na gruta duto do quebó - R$75,00 - passa por caverna bem escura e com vários morcegos, rsrs

Total de passeios em Bom Jardim - R$530,00 pra dois, R$265,00 por pessoa.
Camping do Josias - R$35,00

Após passeio fizemos o caminho para chapada dos Guimarães, trajeto 3 horas.

Chegada após almoço

Mirante véu da Noiva - sem guia
Cachoeira salgadeira, tem uma super estrutura, 10,00 para deixar o carro, as cachoeiras são em grupos, de 30 em 30 min ou a menor de 20 em 20 min.
centro geodésico - sem guia (descer a trilha para achar um meio que pedra do telégrafo Rj, rsrs)

Noite - feirinha, poucas lojinhas, o bom foi barzinho com música.
Lembrancinhas- R$33,00
Copo na salgadeira 10,00
Jantinha - 16,50

DIA 3 - 04/11
Manhã cachoeiraa autoguiadas namorados e cachoeirinha.
Tarde - cidade de pedra, horário marcado 13 hrs
E Pôr do sol no mirante alto do céu, o valor é R$20,00 por pessoa.

Valor guia - R$150,00 por pessoa

Retorno para Cuiabá as 20

VALORES GASTOS
Passagens - R$522,34
Gasolina carro- R$115,00
Hospedagem Cuiabá- R$119,00 com café
Hospedagem camping do Josias em Bom Jardim 45,00.
Pousada cidade das pedras, na chapada - R$100,00 o casal, sem café .


Mercado - R$36,00
Lembrancinhas - R$51,50
Total em Passeios - R$415,00
Chaveiro 8,00

Cuidado com a época, viajamos em novembro e era época de piracema, poucos peixes!

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    • Por mcm
      Toda vez que tem promoção para o meio do ano, eu olho para o centro-oeste. E todo ano tem oportunidade de ir para o Mato Grosso. Que bom! Meses atrás bateu uma promoção irrecusável da Gol dessas de retorno a 39 reais, e lá fechamos mais um fim de semana para o MT.
       
      A questão dessa vez era: fim de semana novamente no Pantanal, agora no Sesc, ou desbravar Nobres?
       
      Como fomos para a Transpantaneira no ano passado, optamos por desbravar Nobres. Mas esperamos novas promoções para voltar ao Pantanal no próximo ano.
       
      Nobres, na verdade, não tem lá muito o que fazer. O que conta mesmo é Bom Jardim, um distrito de Nobres (e que fica longe pacas da cidade, uns 60km). Nosso esquema foi chegar de noite em Cuiabá, dormir por lá (há diversos hotéis nos arredores do aeroporto), seguir cedo no sábado para Nobres e retornar no fim de domingo. E assim fizemos. Aliás, os arredores do aeroporto estão num estado bem melhor que há um ano. Ainda assim, parece tudo em construção.
       
      Seguimos de manhã cedo para Bom Jardim. Basta seguir para a Chapada dos Guimarães e, num determinado ponto, pegar à esquerda em direção ao Manso. A sinalização é inexistente (no caso da virada à esquerda) ou precária (dentro de Cuiabá). Padrão Brasil.
       
      Pegamos chuvinha na estrada, entramos numa nuvem no caminho. Estranho isso, em pleno meio de ano no centro-oeste! Mas foi coisa passageira, a famosa nuvem matinal que se dissipa ao longo do dia.
       
      Chegamos em Bom Jardim e fomos direto para a Pousada que havíamos acertado as coisas (Rota das Águas). Fechei com eles por um motivo básico: foram os que me responderam mais rapidamente por e-mail. Eu tinha uma programação pré-estabelecida, mas vi que isso não funciona muito bem por lá. Logo que cheguei, eles sugeriram de irmos para a Cachoeira Serra Azul, porque havia muita gente para o Aquário (minha 1ª opção para aquela manhã) naquele momento. Ok, lá fomos para a Cachoeira.
       

      Isso é Bom Jardim, distrito de Nobres
       
      Fomos de carreata, comendo muita poeira. Primeiro você para num lugar onde pega o colete e a máscara com snorkel. Depois pegar o carro de novo e vai para onde tem a trilha até a cachoeira. A cachoeira é muito bonita, tem uma cor azul espetacular. Rola flutuação também, tem peixinhos pra observar. Mas o forte, claro, é cachoeira em si. Ficamos por lá durante uma horinha e retornamos.
       

      Lá tem araras que passeiam tranquilas
       

      A Cachoeira Serra Azul
       

      Tem peixinho também
       
      Voltamos à pousada onde pegamos outro voucher, agora para o Reino Encantado. Como o Reino é bem mais procurado, não precisava de guia. Fomos direto. Era hora de almoço, não havia ninguém por lá, grupo nenhum. Somente nós (e hóspedes da pousada, visto que lá também é hospedagem). Tivemos, então, um guia private!! O lugar, a flutuação, tudo é absolutamente ESPETACULAR! Águas cristalinas, peixes como num aquário, literalmente. O trajeto da flutuação tem relativamente poucos peixes, mas a água estava tão cristalina que eu já curtia aquele espetáculo de ver a flora marinha com uma nitidez impressionante. Seguramente um passeio imperdível, que nada deve às flutuações de Bonito.
       

      A espetacular futuação no Reino Encantado
       
      Depois do passeio ainda demos um tempo por lá e retornamos à cidade. No fim de tarde fomos para a Lagoa das Araras, outro programa tradicional – sobretudo nos fins de tarde de sábado. Ainda assim, não estava cheio. O lugar é paraíso de observadores (e fotógrafos) de pássaros. Achei o lugar muito bonito, independentemente das araras – que existem, e voam para lá e para cá, só que ao fundo, relativamente distante dos mirantes. Há outros pássaros também. Arara pertinho mesmo, nós vimos na Cachoeira. Curtimos até o por do sol e voltamos para finalmente jantarmos e chaparmos na cama.
       

      Lagoa das Araras
       

      Um pica-pau!
       
      Não se iluda: Bom Jardim é uma rua. Asfaltada recentemente, mas ainda não calçada. Padrão de desenvolvimento brasileiro. Há algumas pousadas e poucos restaurantes. Escolha um e seja feliz!
       
      No domingo acordamos cedo e partimos logo depois do café. Fomos para o Aquário. Assim que chegamos, rapidamente nos unimos a um grupo que estava pronto para partir, o primeiro do dia. No Aquário é necessário pegar um transporte até o lugar da flutuação. Tal qual o Reino, o Aquário é ESPETACULAR! Tinha mais peixe que o Reino durante o percurso da flutuação, mas é mais raso. O diferencial é a meia hora que você fica, no começo do passeio, literalmente num aquário observando os peixes. Água absurdamente cristalina (na flutuação estava menos).
       

      A espetacular futuação no Aquário
       
      De tarde nosso objetivo era fazer a flutuação do Rio Triste, que era o passeio que faltava da nossa lista. Fomos na agência pra pegar voucher, mas não havia ninguém indo para lá e ninguém por lá (no Triste) – e é necessário ter guia. Sem opção, fomos para o Balneário Estivado, que é bem legal. Também com águas cristalinas e MUITOS peixes.
       

      Balneário Estivado: é raso e tem muito peixe
       
      Combinamos com a agência que, se houvesse guia saindo para o Rio Triste, ele passaria lá no Balneário e nos avisaria. Pelo visto não houve, porque ninguém passou por lá. Acabamos voltando mais cedo para Cuiabá.
       
      E assim foi mais um fim de semana desbravando o Brasil.
       
      Dicas:
      - Não há qualquer sinalização no trevo para o Lago Manso, a partir da estrada que vai para a Chapada dos Guimarães. Padrão Brasil. Dali em diante não tem erro, basta seguir em frente pelo asfalto a vida toda pq o asfalto termina exatamente em Bom Jardim.
      - O trecho Nobres – Bom Jardim ainda não está asfaltado.
      - Infelizmente vimos uma razoável quantidade de animais silvestres atropelados na 351. Passam poucos carros, o asfalto está bom, mas vale a pena maneirar na velocidade por conta dos bichos.
      - Os passeios mais badalados (Reino Encantado e Aquário) têm guias nos locais — tal qual Bonito. Já para os outros — Cachoeira e Rio Triste — não, vc precisa descolar um guia e/ou conseguir um grupo. Portanto, priorize esses últimos se a sua intenção for fazer todos os passeios.
      - As flutuações no Aquário e Reino Encantado não ficam devendo nada às mais badaladas de Bonito. São tão espetaculares quanto. E custam cerca de metade do preço. Mas uma coisa não exclui a outra: Bonito e Bom Jardim valeram a pena!
    • Por rafaelluz
      Viajei em 14-15-16 de Abril de 2017
      Sempre usei o mochileiros, mas nunca contribui. resolvi contribuir porque Nobres é um destino fantaastico,mas falta muita informacao ao turista. Ficamos na Pousada da Vila, lugar muito aconchegante e receptivo, tem psicina, um jardim lindo. A pousada fica em Bom Jardim, aqui fica a primeira dica, nao se hospede em Nobres, os passeios ficam todos proximos a Vila Bom jardim que está a 65 km de Nobres. La nao pega telfone, mas tem wifi, para agendar pousada, nao tente o telefone, faça pelo whatss, a comunicacao é melhor. fechamos passeios com a Anaconda Turismo e com a Rota das aguas, em geral o preço é tabelado, mas alguns voce encontra uma diferenca entre 10 e 15 reais de diferenca, antes de fechar pesquise. se for num grupo grande e em feriados, sugiro fechar antes, alguns passeios sao bem limitados e voce tera dificuldade de fechar na hora se tiver num grupo grande. Fizemos cachoeira serra azul, aquario encantado, Balneario Estivado, Lagora das Araras e Duto do quebo, vou falar um pouco de cada.
      Cachoeira Serra Azul - pagamos 90 com tirolesa, reserve 3 horas do dia, o lugar fica a 25 km de bom jardim, estrada de chao,
      Balneario Estivado - !0 reais pra entrar, ideal pra quem está com filhos, pois o banho é livre, almocamos la, comida simples mas um tempero fantastico
      Aquario Encantado - O melhor passeio de todos, leve camera aquatica, la rende fotos incriveis debaixo d agua, fica uns 8km de bom jardim
      Lagoa das Araras- 15 reais de comteplacao, nao achei que valeu a pena, fica-se muito longe das araras.
      Duto do quebo - 55 reais, o lugar é muito muito longe, 30 km de uma estrada de chao bem ruim. o passeio dura 30 minutos, desce de boia no rio e passa por dentro da caverna, é bem legal, mas achei que gastamos muito tempo pra usufruir um passeio tao curto. acabou que nao fizemos o Rio triste.
       
      Vale muito a pena conhecer Nobres. Leve dinheiro, la em geral quase tudo passa cartao, mas vez ou outra precisa gastar em especie. Espero ter contribuido
    • Por Luzazen
      Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições.


      Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá.
      Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa.

      cachoeira das andorinhas

      Casa de Pedra

      Vista do Morro dos Ventos
       
      Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos.
       

      Casal de corujas buraqueiras, na árvore
       

      Caminho pra caverna
       

      vista do interior da Caverna
       

      áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando
       

      Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água
       
       
      11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora.
       

      Caminho para Nobres/ Bom Jardim
       

      Nascente do rio Salobra
       
      12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ?
      Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã.
       

      Cachoeira Serra Azul
       

       
      Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço.
       
      13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães
      .

      café da manhã colonial na pousada Cambará
       

      Caminhos do Cerrado
       

      Chegando no morro
       

      Vista do pé do morro S. Jerônimo
       

       
       

      Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico
    • Por thiagozuza
      Depois de uma semana à trabalho em Cuiabá, resolvemos esticar o final de semana para conhecer à Chapada dos Guimarães. Durante a estada em Cuiabá, pedi informações várias vezes, e sempre o pessoal de lá falava assim:
       
      “porque vocês não aproveitam e conhecem Nobres que é bem mais bonito?”
       
      Alugamos um Palio por 70 reais a diária, no aeroporto, e fomos em direção à Chapada dos Guimarães. O município da Chapada do Guimarães fica à 65 Km de Cuiabá.
       
       

       
      Na estada já se pode ver os encantos da chapada, com suas altas montanhas. No meio do caminho paramos em um mirante chamado “Portão do Inferno”.
       


       
      Chegamos no munícipio da Chapada, que é bem pequeno, ao anoitecer e hospedamos na Pousada Bom Jardim, que ficava na praça principal, Pagamos 30 reais cada um, pelo quarto triplo com café da manhã.
       
      Sábado pela manhã fomos conhecer o cartão portal da Chapada, a Cachoeira Véu da Noiva que fica dentro do parque nacional. A entrada é controlada pelo ibama e para nossa surpresa, o parque estava fechado pois houve um desmoronamento ano passado em que morreu uma pessoa e várias ficaram feridas. Tentamos insistir mas não deu certo. Fomos para outra cachoeira que tinha sido indicada pela recepcionista da pousada. Cachoeira das Andorinhas. Fica no caminho de volta, entro o Parque Nacional e a cidade. Paga-se 10 reais por pessoa para entrar. Tomamos um banho refrescante mas não achei grande coisa a cachoeira.
       

       
      Nesta cachoeira, conheci um guia que me indicou uma trilha alternativa que levava até a cachoeira Véu da Noiva, pelo meio do mato. O guia disse que era tranquilo e me levou sem cobrar nada até o início da trilha. 1 hora de caminhada estávamos dentro do parque nacional e passamos perto do posto do ibama, sem sermos avistados.
       

       
      Conseguimos chegar até o mirante da cachoeira véu da noiva, por esse caminho alternativo e sem pagar nada.
       

       
      Enquanto admirávamos a cachoeira no mirante, 2 funcionários do Ibama chegaram e solicitaram a nossa retirada. Foram educados, disseram que o parque estava interditado, mas não nos deixaram ficar mais nem um minuto. Portanto, nem sei se tem mais coisas para conhecer dentro do parque além da cachoeira. O pessoal do Ibama não nos deixou voltar pela trilha clandestina e tivemos que voltar pelo asfalto… resultado: andamos mais duas horas no sol quente até chegarmos onde estava o carro.
       
      Pegamos o carro e seguimos até a cidade de Chapada, para ver o por do sol no mirante.
       


       
      No mirante outras pessoas nos falaram de Nobres. Sendo assim, decidimos partir domingo de manhã e conhecer Nobres. Voltamos ao carro para ir à cidade descançar. Quando liguei o farol, uma cobra enorme na frente do carro.

       
      À noite comemos uma pizza na pizzaria da Chapada e fomos dormir cedo.
       
      Acordamos 6 horas da manhã, tomamos o café e fomos determinados a conhecer Nobres. Um nativo até nos disse a seguinte frase: “Nobres não é Bonito, Nobres é Lindo”. Fazendo referência às comparações de Nobres com a cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul.
       
      Voltamos quase até Cuiabá e no trevo pegamos o caminho de nobres.

       
      Tem uma parte que é estrada de terra e passa por alguns rios.
       

       
      Vimos até algumas capivaras. Cerca de 9 da manhã chegamos em Nobres e encontramos uma agência de turismo. Não me lembro o nome da agência. Sei que fica em uma estradinha de terra, no arraial que fica próximo de onde são realizados os passeios.
       
      Depois de muito negociar, fechamos em 80 reais por pessoa a visista à cachoeira Serra Azul, a flutuação no Áquario Encantado / Rio Salobra e incluía almoço e equipamento para flutuação. Eles ainda nos emprestaram uma caixa estanque para colocarmos à maquina sony cybershot e tirarmos fotos sub aquáticas. Na hora, achei o preço salgado, mas depois vi que foi bem barato.
       
      Pegamos o equipamento e fomos de carro. O guia foi com a gente e nos levou primeiro até a Cachoeira, Cerca de 30 minutos de estrada de terra e mais 30 minutos andando. A cachoeira é realmente sensacional.
       

       
      A água é quente, azul e pode-se mergulhar com máscara e observar as milhares de Piraputangas – peixe local.

       
      Depois de conhecer a cachoeira pegamos o carro se seguimos mais uns 40 minutos até o Aquário encantado. Deixamos o carro na fazenda e seguimos a trilha, cerca de 15 minutos. Colocamos o equipamento e mergulhamos no aquário vendo diversos peixes e até uma arraia de água doce, que até então eu nem sabia que existia.
       

       

       
      Depois saímos do aquário, que é como se fosse uma parte mais larga do rio e descemos o rio salobra flutuando e vendo diversos peixes. O passeio é muito legal.

       
      Quando termina o passeio, caminhamos mais uma meia hora e um banquete nos esperava na sede da fazenda. Me surpreendeu em todos os sentidos o passeio, e na minha opinião Nobres superou em muito a Chapada dos Guimarães.
       
      Por fim, concordei com o que o pessoal de lá havia me falado… “Nobres não é Bonito, é lindo.”
    • Por os caminhantes
      Classificação: descobertas
      Por sugestão da família Muller, http://www.familiamülleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote.... (pelo menos pra gente).
      Mas ainda deu tempo de chegar para almoçar e almoçar ao lado da Pousada.
      A nossa maior dificuldade aqui, foi conseguir achar um pacote razoável, pois as informações encontradas na internet ficaram confusas para mim e tivemos que pedir ajuda à família Müller para entender. Os pacotes de visitação são todos pagos, é necessário a emissão de um voucher para a visitação, mas muito caros, na nossa opinião, tornando proibitivos, para uma família mais numerosa.
      Bom, vamos lá, para o que importa. No primeiro dia, visitamos a Lagoa das Araras, à tarde. R$ 10,00 por pessoa. Um passeio muito bonito.
      No segundo dia, visitamos a Cachoeira Serrra Azul e o Rio Triste, na companhia do guia Silvano, que também tem agência na vila, a SM Agência de Turismo,[email protected], que também oferece hospedagens, um pouco mais rústicas que a Pousada Bom Jardim e também refeições, além de emitir os vouchers também .
      A Cachoeira Serra Azul tem uma cor única, azul,linda, onde fizemos mergulho (a agência fornece o equipamento), e se você tiver sorte (a Júlia e o João conseguiram), pode ver um cardume de peixes circundando você. Lindo! O pacote por pessoa custa R$ 50,00.
      Voltamos para almoçar no Estivado, (a agência se encarregou da reserva), onde também tomamos banho, naquela água límpida, e à tarde fomos fazer a flutuação no Rio Triste. Também R$ 50,00 por pessoa.
      Não deixe de fazer este passeio. A flutuação segue por 1 km, naquelas águas transparentes, mornas, (com equipamento também), onde dourados e piraputangas vão acompanhando seu trajeto. Como diz a propaganda da cidade, Nobres não é bonito (referência à cidade), mas é lindo! Realmente, a vontade que dá é de terminar o passeio e voltar até o começo para fazer a flutuação novamente... :'>
      No dia seguinte, fomos visitar o Aquário Encantado (ou Recanto Ecológico), outro cartão postal da localidade.Também R$ 50,00 por pessoa. É diferente do primeiro passeio, porque você fica num poço restrito, fazendo a flutuação, sai desse local, caminha um trajeto curto e depois vai para a flutuação no Rio Saloba, mas num trajeto bem menor que o do Rio Triste e não vimos tanto peixes aqui. À tarde, subimos até o cruzeiro, para uma visão geral da Vila Bom Jardim.
       
      Nossa impressão: A vila ainda é muito pequena, ainda não está com toda sua infra-estrutura adequada para o turismo, acabamos ficando sem almoço, em um dos dias, mas ao mesmo tempo, isso aumenta sua “rusticidade” e ar de novidade. Ainda deve crescer, existem locais incríveis, muito bonitos, diferentes de tudo o que havíamos visto.
       
      O Sr. Isaías promove o desenvolvimento da localidade, agregando um valor social, na nossa opinião, pois além da pousada em si, que oferece uma hospedagem honesta, emite os vouchers da própria pousada e também aloca os serviços de outros locais (guias, agências e restaurantes) no seu serviço. Como dizemos há necessidade de explorar o turismo, para promover o local e não explorar o turista, como parece ser o caminho que algumas agências locais estão trilhando.
       




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