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  1. Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores (do jeito que a gente gosta!) 🤩 Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT. Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010. Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração. Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover... Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana. Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima. Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2 pessoas, então saiu 225,00 para cada (os 4 dias)! A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas). Boraaaa laááááá!!!! 02/08 SAÍDA DE CAMPINAS Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03. 03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15. Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios. Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio 💰 80,00. O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️ Vale das Águas: Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00) Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia. As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00. Mirante Recanto da Natureza: Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00). 04/08 - SEGUNDO DIA Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra. Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom). Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk Cachoeirada Serra Azul: Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos 💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00). Rio Triste: Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras. Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica. Lagoa das Araras: Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar. 05/08 TERCEIRO DIA Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00). Reino Encantado: Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina). Duto do Quebó: Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar (comemos uma pizza, tomei açaí) gastei 40,00. 06/08 Quarto Dia Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00 (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera). Aquário Encantado: Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local. Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏 Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha. Total da viagem: 2.106,00 Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00
  2. Chegada Cuiabá 02 horas da manhã dia 02/11 - Saída para Bom Jardim/Nobres 07 horas da manhã para pegar a estrada, foram duas horas, chegando às 09 horas e direto para passeio. Importante comprar passeios antecipados, tudo precisa de voucher, vimos pessoas perdendo viagem, chegando direto nos locais; Estradas boas, tranquilo para carro baixo; Cidade não tem muita estrutura, mas o céu é hiper estrelado. Pra quê mais? Valores tabelados, pesquisamos e ficou a mesma média, fechamos com Roma Turismo (65-99391030) DIA 1 - 02/11 chegada em Bom Jardim/Nobres, indo direto para o passeio marcado, viemos bem rápido, pois tudo tem horário marcado. 09:30 Passeio flutuação aquário (pacote Nobres Turismo) - R$75,00 Duração 1 hora Local lindo, amamos o passeio, pena que pela época escolhida poucos peixes, mas é um paraíso. Almoço, sanduíche (economizar né?!) 13:00 Cachoeira Serra Azul (pacote Eloah Turismo) - R$80,00 Fomos para o segundo passeio, gostei bastante tbm, mas ñ tanto quanto o outro, rsrs fiz a tirolesa, pode comprar na hora também, mas paga um pouco mais. Lagoa das Araras - R$20,00 entrada, é bonito, eu gostei, adoro admirar a natureza, que céu mara e muitas araras, realmente incrível! Não tem feirinha, quase nada de lembrancinha, só comprei um chaveiro 8,00, que ñ era tudo aquilo, rsrs DIA 2 - 03/11 08:00 bóia cross na gruta duto do quebó - R$75,00 - passa por caverna bem escura e com vários morcegos, usem o colete se ñ souberem nadar, eu mesma caí (Mas sou azarada), se ñ tivesse colete, daria ruim, era meio fundo. Total de passeios em Bom Jardim - R$530,00 pra dois, R$265,00 por pessoa. Nossa hospedagem foi no Camping do Josias - R$35,00 Após passeio fizemos o caminho para chapada dos Guimarães, trajeto 3 horas. Chegada após almoço Mirante véu da Noiva - não precisa de guia. Após fomos na Cachoeira salgadeira, tem uma super estrutura, 10,00 para deixar o carro, as cachoeiras são em grupos, de 30 em 30 min ou a menor de 20 em 20 min. centro geodésico - sem guia (descer a trilha para achar um meio que pedra do telégrafo Rj, rsrs eu já tinha visto fotos e ñ sossegados até encontrar a tal pedra) Noite - feirinha, poucas lojinhas, o bom foi barzinho com música. Lembrancinhas- R$33,00 Copo na salgadeira 10,00 Jantinha (melhor refeição) - 16,50 DIA 3 - 04/11 Manhã cachoeiras autoguiadas namorados e cachoeirinha, trilha tranquila. Tarde - cidade de pedra, horário marcado 13 hrs, esse tem que marcar com guia, a paisagem é mini aula valem a pena, valor do guia por pessoa R$150,00 E Pôr do sol no mirante alto do céu, o valor é R$20,00 por pessoa. Retorno para Cuiabá as 20 VALORES GASTOS Passagens - R$522,34 Gasolina carro- R$115,00 Hospedagem Cuiabá- R$119,00 com café Hospedagem camping do Josias em Bom Jardim 45,00. Pousada cidade das pedras, na chapada - R$100,00 o casal, sem café . Mercado - R$36,00 Lembrancinhas - R$51,50 Total em Passeios - R$415,00 Chaveiro 8,00 Cuidado com a época, viajamos em novembro e era época de piracema, poucos peixes!
  3. Meu primeiro relato de viagem é sobre Nobres, ou melhor, sobre Bom Jardim, distrito de Nobres onde estão os Balneários e Cachoeiras. Fui em Junho de 2015 e passamos 4 dias. 1º dia (quinta-feira) : Chegamos em Cuiabá as 17h (e para nossa surpresa estava frio), alugamos um carro e partimos para Bom Jardim, o trajeto durou em torno de 1h30mim. Escolhemos a Pousada Lagoa Azul/Anaconda turismo, que além de pousada tem um restaurante e também funciona como uma agência de turismo. Bom... fizemos chekin, jantamos no restaurante da pousada e fomos dormir (não há muito para se fazer a noite em Bom Jardim). 2º dia (sexta-feira): O dia amanheceu super nublado, mas estávamos animados. Tomamos café e lá pelas 10h fomos para o nosso primeiro passeio, a Cachoeira Serra Azul. A cachoeira fica localizada dentro de uma propriedade do SESC, o nosso guia nos levou para fazermos chekin e logo em seguida fomos para a cachoeira. Para chegarmos no local tivermos que subir vários degraus (mais de 200), foi bastante cansativo, porém como estava um pouco frio deu pra esquentar o corpo rsrsrs. Quando avistamos a cachoeira, percebemos que valeu a pena o esforço, ela é linda e quando bate o sol fica um azul piscina. Ficamos em torno de 1h:30min, e sim é cronometrado. No trajeto da cachoeira também tem uma tirolesa, porém, não estava funcionando quando fomos. Almoçamos e fomos para o nosso próximo passeio, Balneário Estivado. É um córrego de águas super límpidas com vários peixinhos. O local é bem rústico, mas valeu a pena. Nosso terceiro passeio foi no Boia Cross Duto do Quebó, é um córrego cheio de corredeiras (razoavelmente raso), mas o que mais nos chamou a atenção é a caverna de uns 200m em que o córrego passa, dá um certo "medinho", pois tem morcegos e é super escuro rsrsrs mas é bem tranquilo. Voltamos para a pousada, jantamos e nos recolhemos, pois como disse anteriormente, não há muito o que se fazer a noite em Bom Jardim. 3º dia (sábado): Tomamos café e fomos para mais um passeio, dessa vez uma tirolesa (não me lembro o nome), foi bem tranquilo e rápido. Almoçamos e fomos para o passeio mais aguardado, Aquário encantado. Chegamos na fazenda, fizemos chekin, alugamos uma câmera de ação e fomos para local. É surpreendente a cor da água, ficamos encantados, porém é como se fosse um poço pequeno, por isso também o tempo é cronometrado, pois há muitos turistas. Depois fomos fazer flutuação no Rio Triste, achamos até uma pequena arraia no local e a água é muito límpida. Voltamos para Bom Jardim e no entardecer fomos para Lagoa das Araras , nesse horário elas saem do ninho e ficam voando e gritando rsrsr bem legal de ver. Jantamos numa pizzaria perto da pousada e nos recolhemos. 4º dia (domingo): Tomamos café da manhã, fizemos chekout na pousada e retornamos para Cuiabá para pegarmos o nosso voo. Bom Jardim é um lugar super rústico, ruas sem alfalto, muita poeira, e pouca infraestrutura, é um lugar ideal para desestressar e apreciar a natureza. Não coloquei valores, pois fui há três anos. Todos os passeios que fizemos teve acompanhamento de guia. A maioria dos passeios são distante do distrito (Cachoeira Serra Azul - 25 km, Balneario Estivado - Bom Jardim, Aquario Encantado - 8km, Duto do quebo - 30 km, Lagoa das Araras - Bom Jardim). Bom...fica o relato e garanto que vale a pena conhecer.
  4. Viajei em 14-15-16 de Abril de 2017 Sempre usei o mochileiros, mas nunca contribui. resolvi contribuir porque Nobres é um destino fantaastico,mas falta muita informacao ao turista. Ficamos na Pousada da Vila, lugar muito aconchegante e receptivo, tem psicina, um jardim lindo. A pousada fica em Bom Jardim, aqui fica a primeira dica, nao se hospede em Nobres, os passeios ficam todos proximos a Vila Bom jardim que está a 65 km de Nobres. La nao pega telfone, mas tem wifi, para agendar pousada, nao tente o telefone, faça pelo whatss, a comunicacao é melhor. fechamos passeios com a Anaconda Turismo e com a Rota das aguas, em geral o preço é tabelado, mas alguns voce encontra uma diferenca entre 10 e 15 reais de diferenca, antes de fechar pesquise. se for num grupo grande e em feriados, sugiro fechar antes, alguns passeios sao bem limitados e voce tera dificuldade de fechar na hora se tiver num grupo grande. Fizemos cachoeira serra azul, aquario encantado, Balneario Estivado, Lagora das Araras e Duto do quebo, vou falar um pouco de cada. Cachoeira Serra Azul - pagamos 90 com tirolesa, reserve 3 horas do dia, o lugar fica a 25 km de bom jardim, estrada de chao, Balneario Estivado - !0 reais pra entrar, ideal pra quem está com filhos, pois o banho é livre, almocamos la, comida simples mas um tempero fantastico Aquario Encantado - O melhor passeio de todos, leve camera aquatica, la rende fotos incriveis debaixo d agua, fica uns 8km de bom jardim Lagoa das Araras- 15 reais de comteplacao, nao achei que valeu a pena, fica-se muito longe das araras. Duto do quebo - 55 reais, o lugar é muito muito longe, 30 km de uma estrada de chao bem ruim. o passeio dura 30 minutos, desce de boia no rio e passa por dentro da caverna, é bem legal, mas achei que gastamos muito tempo pra usufruir um passeio tao curto. acabou que nao fizemos o Rio triste. Vale muito a pena conhecer Nobres. Leve dinheiro, la em geral quase tudo passa cartao, mas vez ou outra precisa gastar em especie. Espero ter contribuido
  5. Olá mochileiros. Segue um relato sobre a minha viagem com dois amigos para Bom Jardim/Nobres e Chapada dos Guimarães antes e durante o carnaval (período 10 a 17 de fevereiro). Parte 1: Bom Jardim 1° dia (10/02): Chegamos a Cuiabá 07:10 e fomos direto ao balcão da Movida para pegarmos o carro. Recomendo esta locadora, por vários motivos: pegamos um carro novinho, a diária da Movida tem três horas de tolerância para entrega e o preço também era o melhor entre as grandes locadoras. Para quem acumula KM de Vantagens, também pode obter descontos, nós, por exemplo, usamos 1200 km (200 por dia) e obtivemos 10% de desconto, mas os descontos podem chegar a 20% dependendo da sua quantidade de pontos. Seis diárias saíram por 550 reais, já incluso seguro do carro e proteção para terceiros. Seguimos para Bom Jardim, e a primeira cagada da viagem: passamos direto no trevo e fomos parar quase na Chapada. Para seguir para Bom Jardim, no primeiro trevo da rodovia BR-251 após o posto policial, deve-se entrar à esquerda (sentido Lago do Manso) e não ir direto! Chegamos à tarde em Bom Jardim, e a primeira missão foi achar algum lugar para ficar. Achei Bom Jardim caro para o padrão mochileiro. Não estávamos achando nenhum lugar que cobrasse menos de R$ 75 por pessoa, até conhecermos o Sr Silvano, também conhecido como Índio (contato 65 9639-8406 ou [email protected]). Ele tem uma pousadinha simples, e cobrou R$ 50 por pessoa. O quarto que ficamos possui ar condicionado e banheiro dentro do quarto. Resolvido esse problema, fomos ao Balneário Estivado, que é um piscininha natural com alguns quiosques em volta O lugar é pequeno, mas aproveitamos bem porque estava vazio. Imagino que com a cidade cheia, lá não seja uma opção tão interessante. Se paga R$ 10 para entrar. À noite jantamos na pousada do Índio mesmo, ele cobra R$ 15 pela refeição. Nesse dia tinha arroz, feijão, couve, salada, peixe frito e assado, bife e farofa (em outros dias o cardápio variou, com frango e arroz de pequi também). 2° dia (11/02): Tomamos café na pousada (incluso na diária) e partimos para o primeiro passeio em Bom Jardim: um combo com flutuações no Aquário Encantado e no Reino Encantado. Esse passeio custou R$ 75 (caso fossem feitos separados, sairia R$ 50 cada um). O Aquário Encantado é show! O local é pequeno, mas as formações rochosas são incríveis, com cavernas no fundo do rio. O Aquário Encantado fica no mesmo nível das melhores atrações de Bonito. Segundo a guia este passeio dura no máximo meia hora, mas como não tinha mais ninguém além da gente, ficamos 50 minutos. Partimos para a flutuação Reino Encantado, que fica na mesma fazenda do Aquário, separados por uma pequena trilha. Aqui o visual não é tão legal, o rio é raso, com a água ficando turva com certa frequência e praticamente só tem piraputangas, ao contrário da fauna mais diversa que vemos nas flutuações de Bonito. Mas vale a pena o combo dos dois passeios, recomendado. No período da tarde o primeiro perrengue em Bom Jardim: compramos um bóia cross, mas a fazenda em que é feito o passeio estava fechada. O Sr Silvano que nos vendeu o passeio, não entrou em contato antes para ver se estava funcionando, primeira bola fora dele. Como o passeio não rolou, fomos para o riozinho que banha o Balneário Estivado, mas ficamos do outro lado da ponte, onde não se paga nada. Enrolamos por lá e esperamos a hora de dormir. 3° dia (13/02): Segunda bola fora do Silvano . Em Bom Jardim o turista tem que comprar um voucher para fazer o passeio, e a agência que vendeu o passeio deve providenciar o guia que acompanha o turista. Para este nosso passeio para a Cachoeira Serra Azul (R$ 50), o Sr Silvano não tinha nenhum guia acertado, então foi um Deus-nos-acuda, ele e o meu amigo saíram de carro pela vila toda para achar algum disponível. Saímos com duas horas de atraso. A Cachoeira Serra Azul é realmente muito bonita e tem trechos mais fundos, e perto das bordas é mais raso, dá para todos curtirem. Nesse passeio os equipamentos apesar de parecerem novos, estavam com problemas: o visor dos snorkels entrava água e no meu a parte que você coloca a boca para respirar estava com gosto de alho (!). Na parte da tarde tínhamos o passeio pelas Grutas do Quebó (R$ 45), mas como atrasamos o passeio da manhã e ameaçava cair uma bruta chuva, pedimos o dinheiro de volta e fomos direto para Chapada dos Guimarães. Fizemos isso por segurança, pois a estrada é muito ruim, cheia de buracos, e não dá pra confiar em dirigir lá à noite. E mesmo assim, de dia e sem chuva, pegamos um buraco que não deu pra desviar: o resultado foi a roda direita traseira com amassados em três pontos diferentes. Chegamos na Chapada, desamassamos e roda e fomos para a casa em que alugamos um dos quartos. Custou R$ 200 por dia esse quarto, para quatro pessoas, Como estávamos em três, ficamos com um lugar sobrando. Contato da casa: Tamara 65 9986-9981 Resumo: Bom Jardim/Nobres é um retrato do Brasil - lindo, burocrático e ineficiente. De quatro passeios programados, fizemos apenas dois. Aqui a dica é comprar passeios somente em agências que possuem guias próprios, como a Agência Bom Jardim e a Anaconda. Parte 2: Chapada dos Guimarães 4°dia (13/02): Estava decidido a fazer dois passeios aqui, o Circuito de Cachoeiras e a Cidade de Pedra. Após pesquisar na internet, decidimos que faríamos tudo por conta na Chapada, nada de passeios pagos. As cachoeiras do circuito são similares a outras em que não se precisa de guia e a Cidade de Pedra não chegaríamos com nosso Uno 1.0 alugado de qualquer forma. Neste dia acordamos tarde e fomos dar uma volta na praça, ver a igreja histórica, tomar umas cervejas e sorvetes de frutas locais (o de taperebá é ótimo, parece manga mas mais azedinho)e ver o ritmo da cidade. Em seguida fomos ao Balneário Rio Claro. Fica na estrada voltando para Cuiabá, e paga-se R$ 10 para entrar mas 8 reais são convertidos em consumação. É um rio com diversos pontos para banho, uns mais rasos e outros mais fundos, alguns com pequenas quedas d’água, e em um dos pontos tem uma corda para você vir correndo e se jogar na água. Bom para descansar e relaxar, não é nada radical. Enrolamos boa parte da tarde lá, torramos nossa consumação com três Heineken de 600 ml (R$ 8 cada). Dali fomos para o centrinho da cidade onde em tese começaria o carnaval, mas acabou não havendo nada 5° dia (14/02): Saímos cedo e fomos para a Cachoeira do Marimbondo (R$ 7) que conta com uma queda d’água alta e bonita e uma piscina natural que dá pé para adultos e crianças. O visual do lugar é animal, e fica mais bonito quando bate sol e criam-se vários pequenos arco-íris. O bom aqui é chegar cedo, antes que comece a encher. Em seguida fomos ao Mirante do centro Geodésico. A paisagem é linda, mas arrisque-se a descer pelas trilhas, principalmente as do lado direito, e será agraciado por um visual ainda mais deslumbrante. Tem uma ponta de pedra que dá para tirar altas fotos, mas cuidado para não cair lá embaixo . O mirante não tem estrutura nenhuma, então não se perde muito tempo por aqui. Não pegamos o horário do pôr do sol, mas nos disseram que é maravilhoso. Saindo do mirante fomos para a Cachoeira da Martinha. Fica a 42 km do centro da Chapada e não paga para entrar. Que lugar legal! É um rio com muitos (mais de 20!) pontos para banho, pequenas quedas d’águas e alguns poços para pular lá do alto na água. Dá para passar o dia inteiro aqui. Voltando à Chapada, finalmente o Carnaval! Uma pequena charanga passou pela pracinha tocando as clássicas marchinhas, depois um bloquinho tradicional. Em seguida um blocão, com carro de som e tudo. Ao fim deste fomos para casa, não sei se teve mais alguma coisa. 6° dia (15/02): Cedinho fomos ao Balneário Salgadeira, que oficialmente deveria estar fechado para obras, mas em alguns dias da semana a porta dele aparece aberta, e então entramos. Não paga para entrar e é bem melhor que o Balneário Rio Claro. Vários pontos para banho, e logo no começo da trilha para o lado esquerdo tem uma cachoeira bem grande, o impacto da água no corpo chega a doer, embora o poço para banho desta cachoeira seja bem raso. Descendo um pouco mais pela trilha tem um ponto legal, com uma queda d’água de uns dois metros de altura, dá para ficar debaixo dela. Descendo mais pela trilha existem outros pontos para banho, mas não fomos mais além. Saindo do balneário fomos ao Parque Nacional de Chapada dos Guimarães e fizemos a pequena trilha sinalizada para o Mirante da cachoeira Véu de Noiva. Tiramos umas fotos e saímos para curtimos novamente o carnaval. Neste dia a folia estava animada demais, melhor dia do carnaval! Conversamos com uns hippies e eles deram uma dica que só poderei comprovar na próxima vez: eles disseram que tem uma Cachoeira da Tartaruga, que segundo eles é a única de água azul na Chapada. A Tamara que alugamos a casa confirmou a informação, pois o irmão dela é guia na Chapada. 7° dia (16/02): Como nosso vôo sairia bem cedo no dia seguinte (03:55 da manhã) e deveríamos entregar o carro no máximo 14:00 em Cuiabá, passamos apenas no Parque nacional para a Cachoeira dos Namorados. 1100 metros de trilha fácil (uns 20 minutos) e chega-se a uma cachoeira refrescante, mas com um visual menos alucinante que outras que vimos anteriormente. Seguimos para Cuiabá, entregamos o carro em cima do laço e fomos achar um lugar para comer e beber. Perto do aeroporto não tem nada RS, paramos num posto de gasolina na avenida do aeroporto e ficamos bebendo, tinha bastante gente e estava animado, pena que o som era aquele sertanejo dor de corno sofrível, mas deu pra curtir. Chegamos no aeroporto a noite e enrolamos até a hora do vôo. Uma coisa legal neste aeroporto é que você pode dormir no chão, debaixo ou atrás dos bancos que ninguém vem encher o saco para dizer que não pode! Pegamos nosso vôo para Guarulhos e aqui termina este longo relato! ãã2::'>
  6. Olá!! Já faz algum tempo que acompanho o Mochileiros, mas nunca me animava a escrever. Essa viagem já faz algum tempinho, mas vou tentar lembrar dos pontos que mais marcaram a viagem. No início de 2014 eu e meu marido fomos para Nobres – MT, destino muito parecido com Bonito, mas sem toda a badalação e organização. A parte turística do município fica no distrito de Bom Jardim, a 65km da prefeitura da cidade por estrada de terra. Quem pretende ir somente para a parte turística da cidade, não precisa passar em Nobres, pegando 150km de estrada asfaltada a partir de Cuiabá. Sendo um destino ainda pouco conhecido, não existem muitas opções para pouso. Ficamos hospedados na Bom Jardim Pousada e Agência de Turismo. Hotel simples, mas atende as necessidades. Celular quase não pegava na época que fomos lá. Somente vivo e bem debaixo de uma torre. Nós fomos de carro, o que facilitou muito o translado. Lembrando que fomos com carro baixo (uma pick up) e ela foi bem em todo o trajeto. Os passeios foram todos acertados na agência de turismo do local. Começamos os passeios pela Cachoeira da Serra Azul. Depois de deixar o carro, são 700m de trilha, onde teremos uma escadaria de 470 degraus para chegar até a cachoeira. Nós passamos tranquilamente, mas vimos pessoas que cansaram (principalmente pais com crianças). Com mais de 40 metros de queda e uma água extremamente azul cheia de piraputangas, é uma das cachoeiras mais bonitas que já vi. Lá é possível fazer flutuação. O guia nos disse que a cachoeira tem sempre a água límpida, mudando no máximo para uma cor mais verde quando está chovendo. Durante a tarde fomos fazer flutuação no Rio Salobra e no aquário encantado. Ambos passeios foram feitos no Recanto Ecológico da Lagoa Azul. A Lagoa Azul em si está interditada por não ter projeto de conservação aprovado e por isso não foi possível visitá-la. Estranhamente, entretanto, eu conheci 3 cavernas em Nobres onde cheguei a tirar foto com a placa do IBAMA comunicando que a área estava interditada para visitação. Enquanto esperávamos pelo início da nossa visita, o proprietário do Recanto nos indicou a primeira caverna interditada que visitamos, a Gruta São José, que tem esse nome pois dentro dela temos uma formação rochosa que tem a aparência de São José. Como não tínhamos lanterna, as fotos não saíram muito boas. Na flutuação no Rio Salobra, infelizmente, nosso condutor (não fomos acompanhados por um guia) ficava nadando a braçadas dentro do rio, levantando areia e outros sedimentos, o que fez com que a flutuação se tornasse uma descida num rio sujo e sem peixes. Após esse passeio, fomos conhecer o aquário encantado. O aquário encantado é um espaço isolado, com cerca de 6 metros de profundidade, onde temos as nascentes do Rio Salobra. Ali temos, além de piraputangas, outros peixes como o pacú. O lugar é maravilhoso e vale a pena conhecer, mesmo com um condutor sem noção que derruba a máscara de flutuação no fundo do aquário e não consegue descer para buscar. No outro dia bem cedo fomos fazer flutuação no Rio Triste. Chegamos às 8 da manhã no local e descemos para o rio, onde o condutor estava a explicar como flutuar e o que fazer quando deparar uma arraia. Como éramos os únicos com alguma experiência em flutuação no grupo, fomos os primeiros a entrar no rio naquele dia. O Rio Triste tem um fundo todo de pedra e águas extremamente límpidas. Vimos, além dos peixes e de todas as belas formações rochosas, mais de 5 arraias, que tínhamos que aguardar sair da nossa frente para continuarmos a flutuação. Foi um dos rios mais lindos que já fizemos flutuação. Já indo embora de Bom Jardim, seguimos 38 km por uma estrada de terra (e nos perdemos um pouco) para chegar no Duto do Quebó, nossa segunda gruta interditada para visitação. Após pagarmos uma pequena taxa ao proprietário do local, ele nos levou a um rio onde descemos de boia até chegar na entrada do Duto, que é um túnel calcário com 280 metros onde rio passa por dentro. Nosso condutor nos forneceu lanternas para podermos observar as formações calcáreas e os morcegos (adoro haha). Após uma caminhadinha para retornarmos onde estava o carro, seguimos até a Gruta da Cerquinha, terceiro ponto interditado que visitamos. Nessa hora tinha começado a chover, o que tornou a trilha extremamente escorregadia. A caverna é gisgantesca e linda, cheia de estalagmites e estalagtites e trilhas perigosas. Infelizmente vimos várias formações rochosas quebradas que, segundo nosso condutor, são de pessoas que invadem a propriedade para conhecer a caverna sozinhos e que quebram as estalagmites/tites para levar de lembrança. Depois desses passeios, seguimos para Chapada dos Guimarães para continuarmos nossa viagem, mas essa fica pra um outro post... Nobres é um lugar espetacular, que particularmente achei mais bonito que seu primo rico, Bonito, mas ainda faltava muita organização e práticas conservacionistas no local. É uma pena ver um local com belezas naturais tão sensacionais, sendo depredado pelo turismo...
  7. Toda vez que tem promoção para o meio do ano, eu olho para o centro-oeste. E todo ano tem oportunidade de ir para o Mato Grosso. Que bom! Meses atrás bateu uma promoção irrecusável da Gol dessas de retorno a 39 reais, e lá fechamos mais um fim de semana para o MT. A questão dessa vez era: fim de semana novamente no Pantanal, agora no Sesc, ou desbravar Nobres? Como fomos para a Transpantaneira no ano passado, optamos por desbravar Nobres. Mas esperamos novas promoções para voltar ao Pantanal no próximo ano. Nobres, na verdade, não tem lá muito o que fazer. O que conta mesmo é Bom Jardim, um distrito de Nobres (e que fica longe pacas da cidade, uns 60km). Nosso esquema foi chegar de noite em Cuiabá, dormir por lá (há diversos hotéis nos arredores do aeroporto), seguir cedo no sábado para Nobres e retornar no fim de domingo. E assim fizemos. Aliás, os arredores do aeroporto estão num estado bem melhor que há um ano. Ainda assim, parece tudo em construção. Seguimos de manhã cedo para Bom Jardim. Basta seguir para a Chapada dos Guimarães e, num determinado ponto, pegar à esquerda em direção ao Manso. A sinalização é inexistente (no caso da virada à esquerda) ou precária (dentro de Cuiabá). Padrão Brasil. Pegamos chuvinha na estrada, entramos numa nuvem no caminho. Estranho isso, em pleno meio de ano no centro-oeste! Mas foi coisa passageira, a famosa nuvem matinal que se dissipa ao longo do dia. Chegamos em Bom Jardim e fomos direto para a Pousada que havíamos acertado as coisas (Rota das Águas). Fechei com eles por um motivo básico: foram os que me responderam mais rapidamente por e-mail. Eu tinha uma programação pré-estabelecida, mas vi que isso não funciona muito bem por lá. Logo que cheguei, eles sugeriram de irmos para a Cachoeira Serra Azul, porque havia muita gente para o Aquário (minha 1ª opção para aquela manhã) naquele momento. Ok, lá fomos para a Cachoeira. Isso é Bom Jardim, distrito de Nobres Fomos de carreata, comendo muita poeira. Primeiro você para num lugar onde pega o colete e a máscara com snorkel. Depois pegar o carro de novo e vai para onde tem a trilha até a cachoeira. A cachoeira é muito bonita, tem uma cor azul espetacular. Rola flutuação também, tem peixinhos pra observar. Mas o forte, claro, é cachoeira em si. Ficamos por lá durante uma horinha e retornamos. Lá tem araras que passeiam tranquilas A Cachoeira Serra Azul Tem peixinho também Voltamos à pousada onde pegamos outro voucher, agora para o Reino Encantado. Como o Reino é bem mais procurado, não precisava de guia. Fomos direto. Era hora de almoço, não havia ninguém por lá, grupo nenhum. Somente nós (e hóspedes da pousada, visto que lá também é hospedagem). Tivemos, então, um guia private!! O lugar, a flutuação, tudo é absolutamente ESPETACULAR! Águas cristalinas, peixes como num aquário, literalmente. O trajeto da flutuação tem relativamente poucos peixes, mas a água estava tão cristalina que eu já curtia aquele espetáculo de ver a flora marinha com uma nitidez impressionante. Seguramente um passeio imperdível, que nada deve às flutuações de Bonito. A espetacular futuação no Reino Encantado Depois do passeio ainda demos um tempo por lá e retornamos à cidade. No fim de tarde fomos para a Lagoa das Araras, outro programa tradicional – sobretudo nos fins de tarde de sábado. Ainda assim, não estava cheio. O lugar é paraíso de observadores (e fotógrafos) de pássaros. Achei o lugar muito bonito, independentemente das araras – que existem, e voam para lá e para cá, só que ao fundo, relativamente distante dos mirantes. Há outros pássaros também. Arara pertinho mesmo, nós vimos na Cachoeira. Curtimos até o por do sol e voltamos para finalmente jantarmos e chaparmos na cama. Lagoa das Araras Um pica-pau! Não se iluda: Bom Jardim é uma rua. Asfaltada recentemente, mas ainda não calçada. Padrão de desenvolvimento brasileiro. Há algumas pousadas e poucos restaurantes. Escolha um e seja feliz! No domingo acordamos cedo e partimos logo depois do café. Fomos para o Aquário. Assim que chegamos, rapidamente nos unimos a um grupo que estava pronto para partir, o primeiro do dia. No Aquário é necessário pegar um transporte até o lugar da flutuação. Tal qual o Reino, o Aquário é ESPETACULAR! Tinha mais peixe que o Reino durante o percurso da flutuação, mas é mais raso. O diferencial é a meia hora que você fica, no começo do passeio, literalmente num aquário observando os peixes. Água absurdamente cristalina (na flutuação estava menos). A espetacular futuação no Aquário De tarde nosso objetivo era fazer a flutuação do Rio Triste, que era o passeio que faltava da nossa lista. Fomos na agência pra pegar voucher, mas não havia ninguém indo para lá e ninguém por lá (no Triste) – e é necessário ter guia. Sem opção, fomos para o Balneário Estivado, que é bem legal. Também com águas cristalinas e MUITOS peixes. Balneário Estivado: é raso e tem muito peixe Combinamos com a agência que, se houvesse guia saindo para o Rio Triste, ele passaria lá no Balneário e nos avisaria. Pelo visto não houve, porque ninguém passou por lá. Acabamos voltando mais cedo para Cuiabá. E assim foi mais um fim de semana desbravando o Brasil. Dicas: - Não há qualquer sinalização no trevo para o Lago Manso, a partir da estrada que vai para a Chapada dos Guimarães. Padrão Brasil. Dali em diante não tem erro, basta seguir em frente pelo asfalto a vida toda pq o asfalto termina exatamente em Bom Jardim. - O trecho Nobres – Bom Jardim ainda não está asfaltado. - Infelizmente vimos uma razoável quantidade de animais silvestres atropelados na 351. Passam poucos carros, o asfalto está bom, mas vale a pena maneirar na velocidade por conta dos bichos. - Os passeios mais badalados (Reino Encantado e Aquário) têm guias nos locais — tal qual Bonito. Já para os outros — Cachoeira e Rio Triste — não, vc precisa descolar um guia e/ou conseguir um grupo. Portanto, priorize esses últimos se a sua intenção for fazer todos os passeios. - As flutuações no Aquário e Reino Encantado não ficam devendo nada às mais badaladas de Bonito. São tão espetaculares quanto. E custam cerca de metade do preço. Mas uma coisa não exclui a outra: Bonito e Bom Jardim valeram a pena!
  8. Depois de uma semana à trabalho em Cuiabá, resolvemos esticar o final de semana para conhecer à Chapada dos Guimarães. Durante a estada em Cuiabá, pedi informações várias vezes, e sempre o pessoal de lá falava assim: “porque vocês não aproveitam e conhecem Nobres que é bem mais bonito?” Alugamos um Palio por 70 reais a diária, no aeroporto, e fomos em direção à Chapada dos Guimarães. O município da Chapada do Guimarães fica à 65 Km de Cuiabá. Na estada já se pode ver os encantos da chapada, com suas altas montanhas. No meio do caminho paramos em um mirante chamado “Portão do Inferno”. Chegamos no munícipio da Chapada, que é bem pequeno, ao anoitecer e hospedamos na Pousada Bom Jardim, que ficava na praça principal, Pagamos 30 reais cada um, pelo quarto triplo com café da manhã. Sábado pela manhã fomos conhecer o cartão portal da Chapada, a Cachoeira Véu da Noiva que fica dentro do parque nacional. A entrada é controlada pelo ibama e para nossa surpresa, o parque estava fechado pois houve um desmoronamento ano passado em que morreu uma pessoa e várias ficaram feridas. Tentamos insistir mas não deu certo. Fomos para outra cachoeira que tinha sido indicada pela recepcionista da pousada. Cachoeira das Andorinhas. Fica no caminho de volta, entro o Parque Nacional e a cidade. Paga-se 10 reais por pessoa para entrar. Tomamos um banho refrescante mas não achei grande coisa a cachoeira. Nesta cachoeira, conheci um guia que me indicou uma trilha alternativa que levava até a cachoeira Véu da Noiva, pelo meio do mato. O guia disse que era tranquilo e me levou sem cobrar nada até o início da trilha. 1 hora de caminhada estávamos dentro do parque nacional e passamos perto do posto do ibama, sem sermos avistados. Conseguimos chegar até o mirante da cachoeira véu da noiva, por esse caminho alternativo e sem pagar nada. Enquanto admirávamos a cachoeira no mirante, 2 funcionários do Ibama chegaram e solicitaram a nossa retirada. Foram educados, disseram que o parque estava interditado, mas não nos deixaram ficar mais nem um minuto. Portanto, nem sei se tem mais coisas para conhecer dentro do parque além da cachoeira. O pessoal do Ibama não nos deixou voltar pela trilha clandestina e tivemos que voltar pelo asfalto… resultado: andamos mais duas horas no sol quente até chegarmos onde estava o carro. Pegamos o carro e seguimos até a cidade de Chapada, para ver o por do sol no mirante. No mirante outras pessoas nos falaram de Nobres. Sendo assim, decidimos partir domingo de manhã e conhecer Nobres. Voltamos ao carro para ir à cidade descançar. Quando liguei o farol, uma cobra enorme na frente do carro. À noite comemos uma pizza na pizzaria da Chapada e fomos dormir cedo. Acordamos 6 horas da manhã, tomamos o café e fomos determinados a conhecer Nobres. Um nativo até nos disse a seguinte frase: “Nobres não é Bonito, Nobres é Lindo”. Fazendo referência às comparações de Nobres com a cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul. Voltamos quase até Cuiabá e no trevo pegamos o caminho de nobres. Tem uma parte que é estrada de terra e passa por alguns rios. Vimos até algumas capivaras. Cerca de 9 da manhã chegamos em Nobres e encontramos uma agência de turismo. Não me lembro o nome da agência. Sei que fica em uma estradinha de terra, no arraial que fica próximo de onde são realizados os passeios. Depois de muito negociar, fechamos em 80 reais por pessoa a visista à cachoeira Serra Azul, a flutuação no Áquario Encantado / Rio Salobra e incluía almoço e equipamento para flutuação. Eles ainda nos emprestaram uma caixa estanque para colocarmos à maquina sony cybershot e tirarmos fotos sub aquáticas. Na hora, achei o preço salgado, mas depois vi que foi bem barato. Pegamos o equipamento e fomos de carro. O guia foi com a gente e nos levou primeiro até a Cachoeira, Cerca de 30 minutos de estrada de terra e mais 30 minutos andando. A cachoeira é realmente sensacional. A água é quente, azul e pode-se mergulhar com máscara e observar as milhares de Piraputangas – peixe local. Depois de conhecer a cachoeira pegamos o carro se seguimos mais uns 40 minutos até o Aquário encantado. Deixamos o carro na fazenda e seguimos a trilha, cerca de 15 minutos. Colocamos o equipamento e mergulhamos no aquário vendo diversos peixes e até uma arraia de água doce, que até então eu nem sabia que existia. Depois saímos do aquário, que é como se fosse uma parte mais larga do rio e descemos o rio salobra flutuando e vendo diversos peixes. O passeio é muito legal. Quando termina o passeio, caminhamos mais uma meia hora e um banquete nos esperava na sede da fazenda. Me surpreendeu em todos os sentidos o passeio, e na minha opinião Nobres superou em muito a Chapada dos Guimarães. Por fim, concordei com o que o pessoal de lá havia me falado… “Nobres não é Bonito, é lindo.”
  9. Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições. Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá. Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa. cachoeira das andorinhas Casa de Pedra Vista do Morro dos Ventos Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos. Casal de corujas buraqueiras, na árvore Caminho pra caverna vista do interior da Caverna áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água 11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora. Caminho para Nobres/ Bom Jardim Nascente do rio Salobra 12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ? Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã. Cachoeira Serra Azul Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço. 13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães . café da manhã colonial na pousada Cambará Caminhos do Cerrado Chegando no morro Vista do pé do morro S. Jerônimo Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico
  10. Classificação: descobertas Por sugestão da família Muller, http://www.familiamülleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote.... (pelo menos pra gente). Mas ainda deu tempo de chegar para almoçar e almoçar ao lado da Pousada. A nossa maior dificuldade aqui, foi conseguir achar um pacote razoável, pois as informações encontradas na internet ficaram confusas para mim e tivemos que pedir ajuda à família Müller para entender. Os pacotes de visitação são todos pagos, é necessário a emissão de um voucher para a visitação, mas muito caros, na nossa opinião, tornando proibitivos, para uma família mais numerosa. Bom, vamos lá, para o que importa. No primeiro dia, visitamos a Lagoa das Araras, à tarde. R$ 10,00 por pessoa. Um passeio muito bonito. No segundo dia, visitamos a Cachoeira Serrra Azul e o Rio Triste, na companhia do guia Silvano, que também tem agência na vila, a SM Agência de Turismo,[email protected], que também oferece hospedagens, um pouco mais rústicas que a Pousada Bom Jardim e também refeições, além de emitir os vouchers também . A Cachoeira Serra Azul tem uma cor única, azul,linda, onde fizemos mergulho (a agência fornece o equipamento), e se você tiver sorte (a Júlia e o João conseguiram), pode ver um cardume de peixes circundando você. Lindo! O pacote por pessoa custa R$ 50,00. Voltamos para almoçar no Estivado, (a agência se encarregou da reserva), onde também tomamos banho, naquela água límpida, e à tarde fomos fazer a flutuação no Rio Triste. Também R$ 50,00 por pessoa. Não deixe de fazer este passeio. A flutuação segue por 1 km, naquelas águas transparentes, mornas, (com equipamento também), onde dourados e piraputangas vão acompanhando seu trajeto. Como diz a propaganda da cidade, Nobres não é bonito (referência à cidade), mas é lindo! Realmente, a vontade que dá é de terminar o passeio e voltar até o começo para fazer a flutuação novamente... :'> No dia seguinte, fomos visitar o Aquário Encantado (ou Recanto Ecológico), outro cartão postal da localidade.Também R$ 50,00 por pessoa. É diferente do primeiro passeio, porque você fica num poço restrito, fazendo a flutuação, sai desse local, caminha um trajeto curto e depois vai para a flutuação no Rio Saloba, mas num trajeto bem menor que o do Rio Triste e não vimos tanto peixes aqui. À tarde, subimos até o cruzeiro, para uma visão geral da Vila Bom Jardim. Nossa impressão: A vila ainda é muito pequena, ainda não está com toda sua infra-estrutura adequada para o turismo, acabamos ficando sem almoço, em um dos dias, mas ao mesmo tempo, isso aumenta sua “rusticidade” e ar de novidade. Ainda deve crescer, existem locais incríveis, muito bonitos, diferentes de tudo o que havíamos visto. O Sr. Isaías promove o desenvolvimento da localidade, agregando um valor social, na nossa opinião, pois além da pousada em si, que oferece uma hospedagem honesta, emite os vouchers da própria pousada e também aloca os serviços de outros locais (guias, agências e restaurantes) no seu serviço. Como dizemos há necessidade de explorar o turismo, para promover o local e não explorar o turista, como parece ser o caminho que algumas agências locais estão trilhando.
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