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Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores¬† (do jeito que a gente gosta!)¬†ūü§©

Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT.

 

Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010.

Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração.    

 

Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover...

Existe um √īnibus que sai de Cuiab√°/V√°rzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres,¬†de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana.

Por este motivo optamos pela loca√ß√£o de um carro j√° que para acesso aos passeios n√£o existe o servi√ßo de transfer (n√£o existe nenhuma ag√™ncia que fa√ßa este servi√ßo no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias¬†ūüėÖ)¬†ent√£o locamos um carro da categoria econ√īmica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combust√≠vel pra todos dias ou seja metade do valor acima.

 

Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2  pessoas, então saiu  225,00 para cada (os 4 dias)!

A ag√™ncia escolhida para os passeios¬†foi: GUAR√Ā¬†TUR ([email protected]),¬†fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas).

 

 

Boraaaa  laááááá!!!!

 

02/08¬†SA√ćDA¬†DE CAMPINAS

Sa√≠mos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por ūüíį 40,66) nosso voou tinha sa√≠da de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03.

¬†03/08 ‚Äď PRIMEIRO DIA DE VIAGEM

Sem perrengue n√£o √© viagem n√©nom? ūü§£ūü§£¬†ent√£o¬†vamos l√°

Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro 
(depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). 

Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15.

Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios.

Primeiro passeio:¬†Flutua√ß√£o no Vale das √Āguas ¬†que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio ¬†ūüíį¬†80,00.

O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutua√ß√£o. Eles tbm fazem fotos e filmagem por¬†ūüíį 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os √ļnicos no hor√°rio que fomos ent√£o fechamos as fotos e tivemos um book s√≥¬†nosso ūü§£ūü§©¬†LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR¬†‚̧ԳŹ

Vale das √Āguas:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, árvore, atividades ao ar livre, água e natureza

Sa√≠mos de l√° e fomos para o Rancho do Chapolin almo√ßar (fechamos com a agencia por ūüíį 35,00 q¬†fica do lado da nossa pousada).¬†O Chapolin √© pura simpatia e fica vestido a car√°ter o tempo todo kkkk.¬†Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simp√°tica, ah, n√£o se assuste... voc√™ mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balc√£o, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora ūüėÖ¬†(consumo no local ūüíį8,00)

Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o p√īr do sol no mirante no final do dia.

As 16:00 sa√≠mos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos ūüíį 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00.

Mirante Recanto da Natureza:

A imagem pode conter: 1 pessoa, atividades ao ar livre e natureza

Sa√≠mos do passeio e fomos tomar uma ceva¬†‚ėļÔłŹ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche ūüíį28,00).

 

 

04/08 - SEGUNDO DIA

Sa√≠mos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul¬†ūü•į ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho √© 95% em estrada de terra.

Chegando l√°¬†fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus at√© a preciosa ‚ô• (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... n√£o fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira¬†ūüíį 125,00 j√° equipamento para flutua√ß√£o incluso +¬†almo√ßo completo no restaurante do SESC (o melhor almo√ßo que tivemos la, mtt bom).

Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk

Cachoeirada Serra Azul:

A imagem pode conter: atividades ao ar livre, natureza e água

Ap√≥s o almo√ßo sa√≠mos em dire√ß√£o ao Rio Triste para mais uma flutua√ß√£o, pagamos ¬†ūüíį 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra c√Ęmera¬†pra atualizar na flutua√ß√£o (rachamos em 3, paguei 15,00).

Rio Triste:

A imagem pode conter: árvore, planta, atividades ao ar livre, natureza e água

Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balne√°rio que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o hor√°rio de seguirmos para a lagoa das araras.

Sa√≠mos as 16:00 para a visita√ß√£o na Lagoa das Araras, ūüíį 25,00 a entrada, a lagoa fica no pr√≥prio vilarejo e tr√°s uma paz fant√°stica.

Lagoa das Araras:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, céu, atividades ao ar livre e água

Sa√≠mos de l√° e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) ūüíį 19,00 total no jantar.

 

05/08 TERCEIRO DIA

Acorda as 09:00 tomamos caf√© e partimos para fazer a¬†¬†Flutua√ß√£o no Reino Encantado¬†que fica a 10 km da pousada onde est√°vamos fechamos o pacote ¬†com Almo√ßo por¬†ūüíį 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma c√Ęmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almo√ßamos la mesmo¬†(gastos 13,00).

Reino Encantado:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, nadando, atividades ao ar livre e água

Logo apos o almo√ßo andamos mais 21 km ate o¬†B√≥ia Cross Duto do Queb√≥ o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos¬†ūüíį 85,00.¬†
O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina).

Duto do Quebó:

A imagem pode conter: Damarens Santos, sorrindo, atividades ao ar livre e água

 

Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber¬†ūüėÖ e jantar¬† (comemos uma pizza, tomei a√ßa√≠)¬† gastei 40,00.

 

06/08 Quarto Dia

 

¬†Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o √ļltimo dia de viagem, tomamos caf√© e fomos para a¬†¬†Flutua√ß√£o no Aqu√°rio Encantado e no Rio Salobra¬† que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas √© mtttttt¬† diferente o local¬†ūüė欆fechamos o pacote com Almo√ßo por¬†ūüíį 125,00¬† (gastei 8,00 com¬†bebidas e 50/2¬†da c√Ęmera).

Aquário Encantado:

 A imagem pode conter: Damarens Santos, sorrindo, árvore, atividades ao ar livre e natureza

 

Depois do almo√ßo andamos mais 5 km at√© o Balne√°rio Ref√ļgio da √Āgua Azul¬†para passarmos a tarde, pagamos¬†ūüíį 30,00.¬†

√Č um balne√°rio simples apenas para banho mesmo, n√£o curti mtt rs mas √© bonito o local.

A imagem pode conter: 1 pessoa, árvore, atividades ao ar livre, natureza e água

 

 

Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos¬†120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E¬†partimos para SP, chegamos em¬† Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa¬†ūüôŹ

Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha.

 

Total da viagem: 2.106,00

  • Passagens A√©reas: 480,00
  • Transporte (bus + carro + combust√≠vel): 323,00
  • Hospedagem: 225,00
  • Passeios: 855,00
  • Alimenta√ß√£o e cevaaaaa: 135,00
  • Fotos e filmagens: 88,00

 

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    • Por Birovisky
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      Confiram o vídeo NÃO COMETA ESSE MESMO ERRO se você vai acampar!
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      Ol√° amigos da comunidade Mochileiros.com.
      Aqui é o Thiago e a Priscila. Nós moramos na cidade de Blumenau-SC.
      Em dezembro de 2018 fizemos nossa viagem de carro até San Pedro de Atacama no Chile.
      A comunidade mochileiros.com nos ajudou bastante, pois no site conseguimos v√°rias dicas e conhecemos outras pessoas que tamb√©m nos ajudaram com informa√ß√Ķes. Por esse motivo queremos compartilhar nossa experi√™ncia. E quem sabe poder ajudar ou at√© mesmo encorajar outras pessoas a sa√≠rem do sof√° e encarar essa aventura.
      J√° contamos a primeira parte do nosso passeio, onde voc√™ encontra informa√ß√Ķes como: documentos necess√°rios, seguros obrigat√≥rios, melhor roteiro, condi√ß√£o das estradas, hot√©is, pontos tur√≠sticos, custo com passeios, custo com alimenta√ß√£o, custo com gasolina, custo com ped√°gios, melhor c√Ęmbio, o que levar na bagagem, etc. Se voc√™ n√£o leu a primeira parte, ent√£o clique aqui.
      Nesta segunda e √ļltima parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimata√ß√£o, hospedagem, casas de c√Ęmbio, ag√™ncias de turismo, passeios, alimenta√ß√£o e compras.
      Ent√£o vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
      ¬†‚ÄĘ De avi√£o: sim √© poss√≠vel!
      Mas quem vai de avi√£o desembarca na cidade chamada Calama, que fica a aproximadamente 100 km de San Pedro. De l√° √© poss√≠vel pegar um √īnibus direto para San Pedro ou alugar um carro. Em San Pedro existe uma pequena rodovi√°ria, bem no centro e que funciona praticamente o dia todo.
      ‚ÄĘ De carro: ir de carro √© uma aventura incr√≠vel.
      ‚ÄĘ De moto: tamb√©m uma forma muito bacana de pegar a estrada. Por√©m √© mais limitado do que o carro, pois voc√™ n√£o tem tanto espa√ßo dispon√≠vel, vai precisar fazer mais paradas para abastecer, etc., mas nada que tire o prazer do passeio.
      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
      Por que vontade?
      Porque ir de carro por exemplo, cruzando o Brasil, a Argentina e Chile n√£o √© para qualquer um. √Č uma viagem longa, cansativa, demorada, que vai te exigir planejamento, paci√™ncia e aten√ß√£o a todo momento. Ou seja, tem que ter muita VONTADE mesmo!
       E quanto você está disposto a gastar?
      Pegar um avião, desembarcar e chegar é muito rápido e fácil. Porém tem o seu preço.
      ¬†Quando n√≥s resolvemos fazer a nossa viagem, fizemos uma compara√ß√£o entre ir de carro e ir de avi√£o. Sem d√ļvida ir de carro era mais barato. E sem contar que ir de carro voc√™ aproveita o passeio, pode parar quando quiser, pode tirar fotos pelo caminho, conhece outras cidades pelo caminho. Ent√£o tudo isso pesou na hora da decis√£o.
      Por isso eu digo: V√Ā DE CARRO, VALE MUITO A PENA.
       *Mas lembre-se de revisar o seu carro antes. Preparar tudo que precisa com antecedência.
       Segue abaixo um resumo para quem vai de avião:
       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
      De Santiago você pega outro avião até a cidade de Calama.
      De Calama voc√™ pode pegar um √īnibus (turismo) que te leva at√© a rodovi√°ria de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir at√© l√°.
      ¬†Todos os √īnibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que √© uma pequena rodovi√°ria, que fica bem pr√≥xima da Rua Caracoles, que √© a principal rua de l√° (aprox. 5 min caminhando).
      ¬†Dist√Ęncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
      Tempo de voo: 2h
       Calama x San Pedro de Atacama: 100 Km
      Tempo na estrada: 1:30h
       
       → Aclimatação:
       Você vai perceber que o ar em San Pedro é diferente.
      √Č normal voc√™ ter certa dificuldade para respirar, devido √† altitude.
      Pelo caminho você já começa a notar a diferença. Quanto mais alto, mais difícil a respiração.
      Esteja preparado, pois seu nariz e sua boca ir√£o ficar bastante secos.
      Nós sentimos dificuldade ao dormir, pois de madrugada o nariz trancava e a boca ficava seca demais.
      Algumas vezes nós levantávamos para tomar água e umedecer o nariz.
      Conversamos com alguns brasileiros, que relataram terem sentido dor de cabeça e enjoo.
      Mas é uma condição suportável.
      Entenda que é um clima totalmente diferente do nosso.
       Durante o dia era quente e seco.
      A noite a temperatura era agrad√°vel.
      Para n√£o dizer que nesse lugar n√£o chove, o guia nos contou que chove uma semana por ano.
       Curiosidades:
      San Pedro de Atacama está a 2.300 metros acima do nível do mar. E tem alguns passeios que nos levam a 5 mil metros.
       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      ‚Üí Hospedagem
       Em San Pedro existem muitos Hostels.
      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
      ¬†‚Üí Casas de c√Ęmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de c√Ęmbio, onde voc√™ pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e f√°cil. A maioria delas fica aberta at√© tarde da noite, ent√£o √© bem tranquilo.
      N√≥s trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil ter√≠amos perdido muita grana. N√≥s trocamos o nosso dinheiro na casa de c√Ęmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de c√Ęmbio que nos ofereceu a melhor cota√ß√£o. E esta casa de c√Ęmbio tamb√©m aparece em outros blogs de viagem, por isso n√≥s optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos tr√™s casas de c√Ęmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      N√≥s falamos com duas casas de c√Ęmbio antes, para saber a cota√ß√£o. E por √ļltimo fomos at√© a RENT A BIKE EMILY. Chegando l√° n√≥s falamos sobre o pre√ßo dos concorrentes, ent√£o ali conseguimos a melhor cota√ß√£o.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as p√°ginas de cada ag√™ncia, no Facebook, Instagram, etc. Veja os coment√°rios, a data da √ļltima atualiza√ß√£o, etc. Assim voc√™ tira uma ideia se a ag√™ncia √© boa ou n√£o.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As ag√™ncias te pegam na ‚Äúporta de casa‚ÄĚ, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      √Č muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      √Č poss√≠vel realizar a maioria dos passeios com seu pr√≥prio carro, por√©m algumas estradas n√£o s√£o boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro n√£o for preparado, melhor ir com a ag√™ncia de turismo, pois elas t√™m carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      ‚ÜíCompras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Mario Medeiros
      Em Brasília, 15 horas.
      No caminho do desembarque do avi√£o, precis√°vamos encontrar a Nara e o Nelson, pois viemos em voos diferentes, nem precisamos nos telefonar, e j√° nos encontramos de cara!
      Pegamos a van para a Localiza, ganhamos o up grade do carro e pelas 16 horas saímos de Argo em direção a Chapada dos Veadeiros.
      Todos com fome, logo que sa√≠mos da cidade e paramos no supermercado Oba, achamos que ali certamente teria op√ß√£o de comida. A melhor op√ß√£o encontrada: p√£es de queijo, bananas e p√£o franc√™s ‚Äď n√£o compramos cacetinhos ok!?
      Bora comer na estrada, acho que juntou a fome, a ansiedade de chegar logo em Alto Para√≠so com n√£o t√≠nhamos pesquisado onde iriamos almo√ßar ūüėÉ Poucos metros pra frente tinha um super restaurante na beira da estrada, mas nossos sanduiches estavam √≥timos.
      Estrada aos poucos vamos reconhecendo novas paisagens, começam aos poucos os primeiros morros, vales, buiritis e logo que escureceu passamos pela espaço nave, pórtico de entrada da cidade Alto Paraíso. Pelo maps, indicava sair da estrada logo após o pórtico, mas como estava distraído passando por uma possível abdução o Mario passou reto. Recalculando rota entramos pela rua principal da cidade e já vimos várias lojinhas, restaurantes, achamos de cara a cidade muito astral.
      Alugamos pelo airbnb as casas da Dana, ela super querida fez um grupo mandou endere√ßo, explica√ß√Ķes e localiza√ß√£o, mesmo assim o maps nos mandou para rua de tr√°s do port√£o de entrada, mas como ela havia enviado fotos do port√£o conseguimos reconhecer.
      Dentro do portão um super pátio e duas casa lindas. Mario e Kaka no chalé, com um banheiro muito legal, o quarto em cima com um deck que iriamos olhar as Araras Canindé se alimentar toda manhã pelos próximos 3 dias. Nara e Nelson ficaram na casa ao lado, com nossa cozinha e varanda que comemos todos os dias em Alto.
      Saimos a p√© de casa, subindo a rua principal em busca da janta. Escolhemos o restaurante 22, um prato executivo por 30 reais, tipo um ala minuta que podia escolher a carne e a Kaka comeu omelete como op√ß√£o veggie. Um som ao vivo bem bom rolando, e pegamos as primeiras dicas com a gar√ßonete, a Dani (@danirootsistah ‚Äď n√£o lembro de onde ela √© ‚Äď Bahia? ela tem um projeto de reggae meditation e toca pela chapada). ¬†
      Volta pra casa, mais umas risadas e bora dormir que o próximo dia é Santa Barbara.
       
      CUSTOS DIA 1
      R$ 632,16 Passagem Porto Alegre ‚Äď Bras√≠lia
      R$ 9,20 Uber Aeroporto Porto Alegre
      R$ 12,00 P√£o de Queijo Aeroporto (para 2 pessoas)
      R$ 349,44 Seguro Carro (para 2 pessoas)
      R$ 46,64 Mercado Oba (Lanche para 4 pessoas)
      R$ 59,00 Jantar + Bebidas no Restaurante 22 (para uma pessoa)
       
      Nossa casa no AIRBNB : https://www.airbnb.com.br/rooms/24552222?source_impression_id=p3_1572817066_drJ7OYPVGFta7mhs
       
      DIA 02 ‚Äď QUILOMBO KALUNGA \ SANTA BARBARA \ CAPIVARA
       
      Acordamos com a gritaria das araras e cedinho e fomos em busca do Mercado e da padaria que a Dani Roots Sistah tinha passado as dire√ß√Ķes na noite anterior. Facilmente achamos os 2, afinal Alto Para√≠so n√£o √© nenhuma metr√≥pole. Compramos o caf√© da manh√£, p√£o vegano v√°rios gr√£os, mangas, bananas e mais as refei√ß√Ķes dos pr√≥ximos dias, ovos, arroz, massa e v√°rios vegetais.
      Ap√≥s o caf√© na varanda, sa√≠mos pelas 9h em dire√ß√£o de Cavalcante e Cachoeira de Santa Barbara. Cerca de 120km de estrada seguindo pela BR 010 at√© a cidade, nem precisa entrar em Cavalcante, o GPS j√° manda seguir por algumas ruas paralelas at√© come√ßar a estrada de ch√£o. Ok, t√≠nhamos lidos em v√°rios blogs sobre a d√ļvida de alugar 4x4 ou n√£o, mas est√°vamos de up grade no Arguinho que em toda a viagem n√£o nos decepcionou! Sobe v√°rios morros, passa por v√°rios buracos e at√© por dentro de um rio tivemos que passar. A ponte estava interditada e o desvio era por dentro d‚Äôagua, n√£o era nenhum rio profundo ent√£o foi divertido passar pela agua, mas j√° dizia o Nelson: N√£o pode molhar as velas e cuidado para n√£o entortar o eixo em todos esses buracos!
      Ok vela secas ou não seguimos em frente, paramos no mirante Nova Aurora e lomba acima até chegarmos as primeiras casas da Comunidade Kalunga. Por ali um amigo do Ibama nos fez sinal de dentro de sua camionete e avisou que a placa do nosso carro estava quase caindo! Paramos e com a chave do airbnb apertamos melhor, realmente ela estava na diagonal, presa somente por 1 dos 2 parafusos que seguram a placa... Estávamos salvos pois perder a placa sairia caríssimo na locadora por causa de muitos buracos e alguns saltos que o Mario deu dirigindo. 
      Logo à frente a estrada estava obstruída, levando todos os carros para dentro do estacionamento do CAT do Quilombo Kalunga. Lá descobrimos que é obrigatório ter guia para ter acesso a Cachoeira Santa Barbara, o guia custa R$100,00 para até 6 pessoas, havia um casal no CAT que já nos convidou para fechar em 6 a Guia Marli (ou a Rita, nome que o Nelson chamou ela durante todo o passeio)
      Bom, s√£o 20 reais por pessoa para ir at√© a Santa Barbara, logo ap√≥s o CAT tem o estacionamento onde paramos o carro, outros 5 reais para andarmos por 5km em um 4x4 com a ca√ßamba adaptada para levar os turistas. E ainda temos outros 1,8km em um trilha super tranquila andando pelo campo at√© chegarmos nas cachoeiras. Sim s√£o 2, logo que entramos em um pequeno mato chegamos na Cachoeira Barbarinha, uma queda de agua linda com aguas transparentes e um po√ßo onde n√£o √© permitido tomar banho. Passando pelas pedras, sobe uma escadinha e caminha alguns metros para ai sim, chegar em um dos pontos altos da Chapada: Cachoeira de Santa Barbara, um po√ßo azul transparente lindo com uma queda d‚Äôagua de 15 metros. Simplesmente sensacional a primeira vista e s√≥ melhora ap√≥s o primeiro mergulho. Ficamos por volta de 1 hora curtindo a cachoeira. Voltamos pela trilha, esperamos o pr√≥ximo transporte de volta ao estacionamento, pegamos outros 5 reais e de carro fomos at√© o CAT. Como o tempo estava bom, pagamos outros 10 reais por pessoa para ir at√© a Cachoeira da Capivara, a guia seguiu conosco e nos levou at√© estas quedas d‚Äôagua. A trilha nos leva por cima da cachoeira, com algumas piscinas bem boas de banho. A Nara e o Nelson decidiram ficar curtindo ali, n√≥s e o casal de amigos descemos por uma trilha ao lado da queda d‚Äôagua, eram as primeiras trilhas descendo por pedras de tantas que ter√≠amos nos pr√≥ximos dias. Ap√≥s uma descida tranquila, descobrimos que o rio que l√° em cima parecia √ļnico, se divide criando uma queda grande e um pared√£o de agua, ambas formam um po√ßo √≥timo para banho. De um lado tu olha essas duas quedas lindas e o rio segue para outras cachoeiras que adentram para um c√Ęnion gigantesco. √Č sensacional ficar sentado nas pedras a esquerda do po√ßo admirando estas belezas!
      Havíamos encomendado almoço no Restaurante Auria e Ana quando voltamos ao CAT, lembre-se de fazer isto! E famintos após as cachoeiras conhecemos a cozinha Kalunga. Um restaurante bem simples com uma comida maravilhosa toda feita em casa. Arroz, abobora, quiabo, galinha caipira, mandioca e peixe frito entre várias saladas todas produzidas na roça do quilombo, acompanhada de um suco de mangaba foi a combinação perfeita. O Restaurante Auria e Ana foi eleito por unanimidade no TOP 3 pela comissão julgadora do nosso grupo na Chapada.
      Durante as trilhas fomos conversando sobre a realidade do povo local com a nossa guia, ela tem 23 anos √© m√£e de 3 filhos e nunca saiu das terras do quilombo, trabalha na ro√ßa al√©m do servi√ßo de guia. N√£o √© todo dia que ela atende um grupo, varia muito de acordo com o n√ļmero de turistas e a ordem de guias que se estabelece no CAT, n√≥s ficamos bem sensibilizados com a historia deste povo e por isso indicamos que todos que forem at√© Santa Barbara contratem um guia quilombola ‚Äď tamb√©m existe a op√ß√£o de ir com guia da cidade ‚Äď e aproveite para andar na ca√ßamba do 4x4 e desfrute de uma comida local, org√Ęnica e curta o tempeiro de um dos restaurantes da comunidade.
      A volta para casa ainda nos reservavam algumas risadas, após todos os buracos da estrada estávamos preparados para filmar a travessia de carro pelo rio na ponte interditada.  Paramos o carro e o Mario atravessou por cima da ponte e esperou a Kaka passar com o carro pelo rio. Lembrando de todos os ensinamentos do Nelson lá vem a Kaka acelerando rio adentro para chegar do outro lado. Porém, no meio do rio a placa se solta e o Arguinho sai do outro lado do rio pelado, sem a placa dianteira!! E tudo isso foi filmado, por sorte achamos a placa e seguimos pela estrada de chão até a chegada a Cavalcante, lá conseguimos uma chave emprestada apertamos bem a placa! Voltamos já no anoitecer para Alto Paraiso.
       
      CUSTOS DIA 2
       
      R$ 16,00 Café da manhã Padaria (para 4 pessoas)
      R$ 75,00 Supermercado (para 4 pessoas)
      R$ 20,00 Taxa Entrada na Santa B√°rbara
      R$ 5,00 Transfer Santa B√°rbara
      R$ 10,00 Taxa entrada na Capivara
      R$ 100,00 Guia Kalunga (valor para até 6 pessoas)
      R$ 30,00 Almoço Auria e Ana (Individual)
       
       
      DIA 3 - MACAQUINHOS
      Nosso amigo Carioca (Gustavo Ritto) tinha indicado um passeio imperd√≠vel, Cachoeiras Macaquinnhos. N√≥s vimos nosso roteiro, olhamos alguns relatos de Macaquinhos e mudamos tudo em dire√ß√£o √† estas 9 cachoeiras. Eram 12km no asfalto, 31 km de estrada de ch√£o e trilha cerca de 2 km, ‚ÄúTranquilo‚ÄĚ pensamos todos. Por√©m, no resumo do dia: Perdemos o Nels√£o!
      Na ida tudo certo, passamos por estradas de ch√£o, adentramos em uma fazenda que estava na entressafra da soja, at√© quase atolarmos na estrada. Neste ponto encontramos outro carro voltando pelo caminho e o carro que vinha atr√°s de n√≥s acabou atolando onde rec√©m hav√≠amos passado. Desatolados, resolvemos os 3 carros nos unirmos e irmos em frente pelo caminho juntos ‚Äď ok o carro que rec√©m tinha atolado estava com guia o que nos deu aval e tranquilidade para onde iriamos.
      Bom, a estrada passa da plantação para sobe e desce morro, muito cascalho e pedra, mas nada que o nosso super carro não suportasse, no caminho já começamos a notar outra vegetação, algo bem mais próximo do que conhecíamos como cerrado, neste caminhos também vimos de perto os primeiros estragos que as queimadas fazem na região. A dica é, segue sempre pela estrada até chegar em uma placa que faltam 900m para Macaquinhos, ali quem não tem carro 4x4 deve parar e seguir a pé, segue pela metragem indicada até chegar a entrada do Complexo de Macaquinhos, paga 30 reais por pessoa e acessa o camping e inicio da trilha para as cachoeiras.
      No acesso paramos um pouco, reenchemos as garrafinhas de agua nos filtros, descobrimos e refor√ßamos a descoberta que l√° n√£o tem lixo, conforme nos informaram os donos do local. Ent√£o j√° grava ai, leva teu lixo embora, org√Ęnico e principalmente lixo seco. Achamos isso √≥timo! Afinal, somos os √ļnicos respons√°veis por todo o lixo que geramos.
      B√≥ra para as trilhas, seguimos por um caminho bem diferente do que hav√≠amos feito no dia anterior, foi completamente outro tipo de cerrado, muita vegeta√ß√£o e flores diferentes atrav√©s de um terrenos super acidentado, sobe, desce, pula pedra, caminha, passa ponte, cascalhos acompanhando a beira do Rio Macaquinhos, passando por alguns c√Ęnions at√© chegarmos a Cachoeira da Caverna com vista de cima da Cachoeira do Encontro. Um pouco antes, o Nelson e a Nara j√° estavam querendo parar, mas como est√°vamos em um local ruim para descansar e tomar banho fomos indo mais um pouquinho, mais um pouquinho, at√© que descobrimos que chegamos no fim da trilha.
      O fim da trilha √© lindo, os Rios Macaquinhos e Rio Fund√£o se encontram formando a Cachoeira do Encontro com uma queda d‚Äôagua de 50 metros. Um po√ßo que deu um banho gelado, de aguas fortes e escuras ‚Äď depois descobrimos que na seca todo este lugar tem aguas esmeraldas tipo Santa Barbara.
      Fomos curtir a Cachoeira da Caverna, que tem um grande caverna a direita da queda d’agua, outro lugar bem legal para banho. Descansados, seguimos para encarar o caminho de volta. Sobe e desce tudo de volta e nós ainda paramos em algumas cachoeiras extras: Banho dos Pelados, que apesar da vontade achamos o poço um pouco difícil de acessar, com ou sem roupa. Alias a decida ate esta cacheira é tão íngreme que talvez por isso que seja um local ok para a prática de nudismo.
      Depois ainda fomos na Cachoeira da Luna e a Cachoeira da Pedra Furada, esta segunda √© sensacional as forma√ß√Ķes rochosas, as quedas para dentro de um c√Ęnion com pedras vermelhas.¬† At√© chegarmos novamente na primeira queda, a Cachoeira Banho dos macacos, onde tomamos um bom banho, com queda pequena ficamos sentados com a agua batendo nas costas fazendo uma massagem de final de trilha. Ok ainda t√≠nhamos outros metros at√© a entrada do camping e mais aqueles 900 metros lomba a cima ate chegar o carro. Ficamos todos de l√≠ngua de fora.
      Rolou um almojanta j√° de noite, descanso e sa√≠mos para ver o jogo do Gr√™mio, era dia da semi final da Libertadores e o Mario, que passou o dia de camiseta do Gr√™mio, j√° tinha descoberto um restaurante de ga√ļcho onde o pessoal ia ver a partida. Chegamos e o restaurante n√£o estava assim propriamente aberto, o dono fazia um churrasco despretensiosamente com uma meia d√ļzia de amigos e filhos gremistas. L√° conhecemos o Bonfas, grande figura que foi para Alto Para√≠so em 1987 desbravar o cerrado como Engenheiro Agr√īnomo, fez fam√≠lia, abriu restaurante, e nos contou toda hist√≥ria dele que √© inclusive primo irm√£o do Andr√© Damasceno, o Magro do Bonfa... tudo isto enquanto tom√°vamos uma cerveja pr√© partida. Sobre o jogo n√£o vamos falar hahah, resultado todo mundo sabe Flamengo 5 x 0 Gr√™mio.
       
      CUSTOS DIA 3
       
      R$ 198,11 Gasolina em Alto Paraíso
      R$ 30,00 Entrada no Complexo Macaquinhos (valor individual)
      R$ 8,00 Padaria
      R$ 46,00 Jogo do Grêmio
       
       
      DIA 4 ‚Äď ALM√ČCEGAS E VILA DE S√ÉO JORGE
       
      Acordamos mais um dia com as Araras na árvore de frente de casa, arrumamos as malas, tomamos café da manhã e nos despedimos das nossas casas de Alto Paraíso. Completamos o tanque do Arguinho, pois na Vila de São Jorge não tem posto.
      Indo em dire√ß√£o √° S√£o Jorge, logo no come√ßo da estrada paramos na Fazenda S√£o Bento, onde ficam as famosas cachoeiras Almecegas I e II. A fazenda j√° √© um assunto √† parte, desde 1840 e hoje tem hospedagens, caf√© e fomos super bem atendidos, com mapa da propriedade e das trilhas para as atra√ß√Ķes. Pagamos R$40 por pessoa para entrar, salgadinho o pre√ßo e o dia estava novamente meio chuvoso. Ficamos um pouco em d√ļvida se √≠amos ou n√£o nesse dia. Por√©m est√°vamos confiantes com o tempo: Antes de irmos viajar, olhamos a previs√£o e marcava temporal para TODOS os dias que estar√≠amos na Chapada. Kak√° fez at√© ThetaHealing para mudar o tempo, e como de costume conversamos com S√£o Pedro e ‚ÄúDiretoria‚ÄĚ e est√°vamos tendo muita sorte com o tempo! Basta acreditar!
      L√° fomos n√≥s para as atra√ß√Ķes, de carro andamos 1km at√© o estacionamento da primeira cachoeira, sa√≠mos pela trilha de 800 metros at√© chegar em Almecegas I. O Nelson n√£o animou, ficou no carro descansando do dia anterior, seguimos em frente, Nara,¬† Kaka e Mario, por uma trilha tranquila at√© avistarmos pela primeira vez as quedas desta cachoeira.¬† √Č um grande pared√£o de agua, que escorre para dentro de um c√Ęnion, temos a visibilidade de cima, na trilha tem dois mirantes lindos onde tu encara toda¬† aquela beleza de frente. J√° est√°vamos maravilhados, e seguimos pela trilha que come√ßou a descer morro abaixo at√© chegarmos de frente com um grande po√ßo e a queda da cachoeira.¬† √Č lindo, n√£o existe outra palavra para descrever toda a beleza desse lugar. Ah, logicamente quando chegamos na cachoeira S√£o Pedrinho j√° estava esperto e mandou aquele sol para curtirmos o banho, n√£o tinha outra alternativa a n√£o ser ficar um bom tempo dentro d‚Äôagua, mergulhando, nadando e deixando as aguas da cachoeira bater na cabe√ßa.
      Nos ali curtindo, vimos que um guia que chegou por outro ponto na cachoeira, ao lado da trilha que descia formava um morro de pedras, o guia chegou por ali com mais algumas turistas, at√© ali tudo bem, devia ser outro ponto de vista para admirar, mas nisto vimos o guia tirar a camiseta e se jogar de cima das pedras. N√£o temos ideia de que altura, imagino uns 50 metros de pulo! Deve ser um baita cart√£o de visitas, ningu√©m mais se animou a fazer o mesmo pulo e acho que ele deve ser um dos √ļnicos a ter coragem para fazer isto. Na volta, a Kaka e o Mario subiram nestas mesmas pedras, mas s√≥ para tirar fotos legais.
      Na trilha de volta se tem acesso as piscinas que ficam no rio, na parte superior da queda da cachoeira Almecegas, aguas bem tranquilas, piscinas rasas e levam a super queda que havíamos visto lá de baixo. Da para chegar bem na beirada, com cuidado até a Kaka foi ali na ponta ver a cachoeira de cima.
      Seguimos de volta, encontramos o Nelson e fomos para Almecegas II, nova trilha, esta sim super curta e tranquila,  o tempo já estava nublado outra vez e chegamos em outra cachoeira muito  bonita.  Chega por cima dela, acompanha a queda d’agua para dentro de um poço com a agua caindo em uma laje de pedra e mais para direita tem o poço limpo. Encontramos ali o guia saltador de Almécegas I, Mario se aproximou e já perguntou onde era seguro pular nesta, Nara e a Kaka só curtiram as aguas que caem da cachoeira sobre as lajes de pedra, não chegaram a entrar no poço que para voltar pra cachoeira precisa fazer uma forcinha com uma leve escalada nas pedras. Mas nada muito difícil de subir.
      Curtindo por ali, uma vista da cachoeira e o seu percurso pelo rio e um lindo vale em frente. Avistamos um Tucano e ficamos um bom tempo curtindo ele voar de galho em galho. Ai nos demos conta que uns Bentivis estavam a mil na volta dele, fazendo uma grande correria para expulsar o Tucano, descobrimos que esta ave bem linda é um predador que come os ovos e os filhotes de aves menores.  Os Bentivis apesar de bem menores botaram o Tucano para correr.
      Começando a chuva, voltamos para o estacionamento, encontramos o Nelson e voltamos para a sede da fazenda. Neste momento já chovia forte, mas ainda assim decidimos ir conhecer o ultimo atrativo da fazenda, a Cachoeira São Bento,  uma trilha de 300 metros chega próximo ao rio que leva para uma boa queda dagua, com um grande piscinão na frente. Chovia bastante, foi só olhar um tempo e voltar para o carro.
      Tínhamos lido que o grande atrativo da Fazenda São Bento era Almecegas I, e realmente é, este lugar é especial por vários motivos, mas também achamos as outras duas cachoeiras e as piscinas ótimas de curtir. Vale a pena visitar todas e aproveitar o que cada uma tem de legal.
      Conversando no caf√© da fazenda nos indicaram um restaurante na beira da estrada para almo√ßar, e de l√° fomos at√© o Rancho do Waldomiro. Um barrac√£o bem simples, com varias mesas e comida t√≠pica do Cerrado, pode pedir comida a vontade ou um prato feito ‚Äď diferen√ßa de 10 reais um para o outro, mesmo famintos pedimos o prato feito e j√° foi bastante comida. Matula com carne para os carn√≠voros, uma carne feita na lata com banha, parece carne de panela de t√£o macia e desmanchando, arroz, mandioca frita, feij√£o, salada e farofa complementam esta delicia. E Matula sem carne para os veggies (eles j√° t√™m essa op√ß√£o no card√°pio). Enquanto esper√°vamos chegar o prato ficamos apreciando as famosas cacha√ßas e licores do Waldomiro. Tem uma mesa cheia de garrafas onde tu pode servir a vontade todas as provas que quiser, gostamos muito dos licores de frutas do cerrado: Mangada, Buriti, Baru, Anan√° e acho que as pingas come√ßaram a fazer efeito porque n√£o lembro de quais outras gostamos de tantas provinhas que tomamos, hahah.
      O restaurante fica aos pés do Morro da Baleia, um super morro que dizem ter formato de baleia (eu vi a baleia no morro da baleia é uma frase clássica da chapada). Do outro lado do morro, abre um vale lindo e comprido onde é o inicio da área do Parque Nacional e neste ponto é o Jardim de Maytrea, para um pouquinho para olhar é muito bonito mesmo.
      Chegamos em São Jorge no meio da tarde, achamos de cara a Pousada Shanti que seria nosso lar nos próximos dias. A Pousada é linda, muito bem cuidada pela Ana e pelo Vinicius (conhecido como o Curva), descarregamos as coisas e ficamos de papo com o casal, já conhecendo um pouco da vila, da historia e dos costumes dali.
      Sa√≠mos para jantar √† noite, descobrimos um centrinho pequeno mas bem animado com v√°rias lojinhas e op√ß√Ķes de restaurantes. O que mais curtimos √© que tudo √© muito colorido na Vila, todas as casas e lojas tem os muros pintados, s√£o diversos grafites de v√°rios estilos e artistas diferentes, a Vila tem um astral muito legal!
      Jantamos na pizzaria Lua Nova, l√° tocava uma artista local cantando sons autorais e musicas conhecidas. O lugar √© bem legal, s√≥ achamos que¬† as pizzas s√£o um pouco pequenas para nossa fome ūüėÉ
       
      CUSTO DIA 4
      R$ 40,00 Entrada em Almécegas (valor individual)
      R$ 54,00 Almoço no Rancho do Waldomiro (para 2 pessoas)
      R$ 115,46 Jantar + Bebidas Pizzaria Lua Nova (para 2 pessoas)
       
       
      DIA 5 ‚Äď PARQUE NACIONAL DA CHAPADA
       
      Acordamos tranquilos e sem pressa, já que o café da pousada começava a servir às 8 horas. Na mesa recebemos um super tratamento das meninas que fazem o café da pousada, alias, aqui é um capitulo a parte, cada dia tivemos um café diferente, todos preparados na hora, com pastas, pães especiais e frutas frescas, e tudo vegano! No primeiro dia o ponto alto era uma ricota de amendoim, tahine, melado e chapati. Tudo à vontade e uma delicia!
      Conversando com as meninas da pousada, decidimos ir conhecer o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, a entrada custa 17 reais ‚Äď nosso casal de idosos n√£o precisava pagar ‚Äď e como fomos de carro tem mais o custo do estacionamento, 15 reais por carro.
      Na entrada preenchemos uma ficha de controle de acesso e assistimos um vídeo obrigatório de 3 minutos. Um guia do parque explica as regras, os cuidados e as trilhas disponíveis. Orientados, abastecidos de bastante agua e comidas fomos para a trilha amarela. Estra trilha tem um percurso total de 12km, saindo da entrada do parque, vai até os Saltos 120m e 80m, passa pela Cachoeira do Carrossel que havia fechado no dia anterior devido as chuvas, chega até as corredeiras e depois volta para entrada do parque. A Kaka e o Mario encararam todo o percurso, enquanto a Nara e o Nelson foram direto para as corredeiras curtir o dia todo e esperar nossa chegada, só esta parte da trilha já deu uns 6km de caminhada para os dois.
      Parque adentro, lá fomos nós, curtindo a paisagem, admirando a vegetação, passando por alguns locais de garimpo até chegarmos no primeiro atrativo, o Salto de 120 metros. Chega-se a um mirante onde só é possível admirar as duas quedas gigantes que caem dentro de um vale enorme onde segue o curso do rio. Este ponto é só para admirar, não é possível tomar banho, mais alguns metros e chegamos ao Salto de 80 metros, a Cachoeira do Garimpão e ali sim tem um grande ponto para banho. Paramos uns minutos admirando a força da queda d’agua, é algo bem grandioso pois diferente do dia anterior a agua cai direto no poço e não escorrendo nas paredes da cachoeira.  A agua é tão forte que na parte de banho tem uma corda que demarca até onde as pessoas podem desfrutar da agua, então respeita a corda, por favor.
      Ficamos um bom tempo l√° descansando, aproveitando a √°gua e curtindo a quantidade infinita de peixes que tem nesta cachoeira, eles se aproveitam da galera comendo e ganham um monte de sobrinhas dos lanches, fazem a festa.
      O Parque √© outro local que n√£o tem lixeiras e temos que carregar todo o lixo, seco e org√Ęnico deve ser levado embora, nada fica dentro do parque e na sa√≠da tem lixeiras para deixar tudo separado conforme o tipo do lixo.
      Depois da nossa contemplação e dos lanchinhos seguimos em frente, próxima parada mirante para a Cachoeira do Carrossel. Em épocas de seca pode acessar e tomar banho, nos falaram que é um banho ótimo, porém, demos azar de ter fechado no dia anterior ao que chegamos no parque. Mas tudo bem, a vista já vale a pena e a trilha vai acompanhando pelo lado do rio e tivemos vários pontos de observação dela, seguimos em frente até as corredeiras. Chegando lá já estávamos um pouco cansados, molhamos o corpo, descansamos alguns minutos, o lugar já estava bem cheio de turistas, tinham algumas abelhas, até uma cobra passou por ali, com todo esse agito resolvemos seguir em frente de volta para o acesso ao parque.
      Nos encontramos com Nara e Nelson na sede do parque e eles recém haviam chegado de volta. Eles sim, curtiram bastante as corredeiras, descobriram vários poços, com quedas d’água que faziam massagem natural no corpo, aproveitaram o lugar e ainda conversaram com vários outros turistas que estavam por ali.
      Saindo do Parque j√° paramos no centrinho e comemos um super a√ßa√≠ para repor as energias. Ainda era ‚Äúcedo‚ÄĚ, deixamos a Nara e o Nelson na pousada para o descanso de todos os dias e fomos aproveitar o final do dia no Vale da Lua.
      Pegamos a estrada em dire√ß√£o de Alto Paraiso e logo tem a entrada para o Vale, andamos 4km pela estrada de ch√£o at√© a chegada no acesso ao Vale. Pagamos R$20 por pessoa, fizemos mais uma trilha em torno de 1km at√© chegar no rio e nas pedras que formam o t√£o famoso Vale da Lua. Durante a trilha √© tudo normal, nada de diferente na paisagem do cerrado, mas quando chega neste ponto especifico √© algo surreal. Aqui tem muitos riscos de tromba d‚Äôagua, a for√ßa da agua √© t√£o grande e a forma√ß√£o rochosa¬† diferente do restante do cerrado que formaram muitas crateras, buracos, c√Ęnions e piscinas¬† para banho em curto espa√ßo do atrativo.
      Deve se tomar cuidado na beira do c√Ęnion, alguns pontos s√£o bem profundos, outros tu s√≥ escutas a √°gua passando mas nem consegue ver, s√£o v√°rios buracos nas pedras, alguns bem redondos.¬† Enfim, √© uma paisagem completamente diferente de tudo. Algo √ļnico, vale muito a pena a visita, e acho que deve ser parecido com a Lua n√©, afinal este √© o nome.
      As 17 horas j√° vieram os guias do lugar mandando todos turistas embora, precisava sair de l√° at√© as 17:30, estava um dia bonito de sol e c√©u claro e a Kaka e o Mario j√° ficaram animados para pegar o primeiro por do sol no cerrado.¬† Sa√≠mos de carro em busca de um ponto para ver o sol se por, seguimos pela estrada passando por S√£o Jorge em dire√ß√£o oposta a que est√°vamos at√© encontrar um vale na beira da estrada, tinha at√© um morro de cascalho onde subimos e ficamos l√° curtindo o p√īr. Logo em seguida chegou mais gente, uns 5 ou 6 carros de turistas e locais pararam para admirar a beleza que foi. N√£o foi um p√īr completo, pois no finalzinho tinham algumas nuvens mas deu para curtir o momento.
      De volta a pousada resgatamos nossos parceiros de viagem e fomos jantar na Vila, esta noite fomos no Restaurante Luar com Pimenta, indica√ß√£o da Ana dona da pousada. Muito legal o lugar, novamente com m√ļsica ao vivo e v√°rias op√ß√Ķes com lanches, pratos e por√ß√Ķes de comida, fizemos um banquete.
       Após a janta, fomos curtir o primeiro dia do Festival de Cinema de São Jorge, iniciativa bem legal com várias amostras de filmes na praça principal da Vila, tudo grátis.
       
      CUSTOS DIA 5
       
      R$ 16,00 Lanches para a trilha (para 2 pessoas)
      R$ 15,00 Estacionamento no Parque Nacional
      R$ 17,00 Entrada no Parque (valor individual)
      R$ 17,00 Lanche Açaí (valor individual)
      R$ 20,00 Entrada no Vale da Lua (valor individual)
      R$ 49,00 Jantar no Luar com Pimenta (valor individual)
       
       
      DIA 06 - FEIRA DO PRODUTOR RURAL E MORADA DO SOL
       
      Acordamos, comemos aquele caf√© maravilhoso da pousada e fomos de volta para Alto Para√≠so para conhecer a Feira de Produtor Rural que acontece todo s√°bado das oito ao meio dia. V√°rias banquinhas, muitos produtos locais, org√Ęnicos, tem realmente um pouco de tudo no pequeno espa√ßo que a feira √© realizada. ¬†Tamb√©m fomos dar uma volta na cidade, olhar as lojinhas que ainda n√£o t√≠nhamos visto e logo voltamos para feira a tempo de comer past√©is, acaraj√©, tomar v√°rios caldo de cana e comer cookies de sobremesa.
      Foi muita comida boa e um preço bem em conta, almoçados voltamos para Vila de São Jorge, ainda queríamos tomar mais um banho de cachoeira.
      A escolhida do dia foi a Morada do Sol, um lugar tranquilo com trilhas fáceis. O Nelson, desde Macaquinhos já dizia estar satisfeito de cachoeiras, então ficou na pousada de bobeira, vendo os jogos de futebol de sábado pelo celular hahaha. Nara, Kaka e Mario partiram para mais uma tarde dentro d’agua.
      Chegada, recepcionados na porteira pagamos vinte reais por pessoa pelo acesso e seguimos de carro até o estacionamento e começo da trilha. Aqui novamente encontramos outro tipo de vegetação na trilha, uma mata mais fechada, com árvores grandes e também plantas rasteiras, tinha vegetação de tudo quando é tamanho muito legal.
       A Morada do Sol tem três atrativos, Cachoeira Morada do Sol, Canion Vale das Andorinhas e Barra das douradas. Fomos no primeiro ponto e curtimos um banho, quase dentro do mato, uma cachoeira pequena cai em um poço legal para banho, dá para ir até a cachoeira e curtir as aguas batendo e massageando o corpo, o rio segue formando outros locais para banho, mas não é um local muito grande. Para nossa surpresa, quando estávamos saindo da cachoeira encontramos a Mica, uma colega de colégio do Mario que mora em Brasília. Que baita acaso, encontrar alguém no meio do mato foi muito legal, combinamos de nos encontrar novamente em Brasília antes da volta para Poa.
      Seguimos na trilha at√© o C√Ęnion Vale das Andorinhas, esta s√≥ para admira√ß√£o, fica no meio de um c√Ęnion, a √°gua vem forte caindo e formando belas quedas. Logo √† frente seguimos at√© o √ļltimo ponto que foi o que mais gostamos, chegamos em outra queda d‚Äôagua, com um √≥timo lugar para banho e o mais legal √© que n√£o tinha quase ningu√©m na Barra das Douradas. De todo tempo que ficamos l√° apenas 3 casais passaram por ali, um lugar super tranquilo, um √≥timo silencio e um lindo banho at√© voltarmos pelas trilhas at√© o carro.
      De volta na pousada a Nara se juntou ao Nelson para o descanso que durou mais que o normal, por isso a Kaka e o Mario saíram para jantar sozinhos antes dos dois acordarem.
      O escolhido da noite foi o Restaurante O Vale, com comida plant based e um som de Jazz muito bom, a comida e o atendimento são ótimos, comemos, tomamos nossa primeira cerveja local, a Araci, e seguimos para passear pela Vila. Aproveitando que tinha espaço, de sobremesa comemos tapiocas nas Tapiocas do Cerrado, doce de leite com muzzarela e doce de goiaba com muzzarela. Super alimentados, paramos na praça onde estava acontecendo o Festival de Cinema, compramos mais uma ceva local, desta vez experimentamos a Chapadeira, e ficamos curtindo o movimento na praça.
       
      CUSTOS DIA 06
       
      R$ 6,00 1 Acarejé na Feira do Produtor Rural
      R$ 18,00 Pastéis + Caldos de Cana na Feira do Produtor Rural
      R$ 9,00 Cookies na Feira do Produtor Rural
      R$ 90,04 Gasolina em Alto Paraíso
      R$ 20,00 Entrada na Morada do Sol (valor individual)
      R$ 79,00 Jantar Plant Based no O Vale de S√£o Jorge (para 2 pessoas)
      R$ 16,00 2 Tapiocas no Tapiocas do Cerrado
      R$ 30,00 Cerveja Chapadeira
       
       
      DIA 07 ‚Äď MIRANTE DA JANELA
       
      Dia 07, no √ļltimo dia na Vila de S√£o Jorge combinamos de fazer a trilha do Mirante da Janela, esta foi indicado que a gente fosse acompanhado de um guia principalmente porque quer√≠amos fazer a trilha no final do dia com direito a por do sol l√° de cima. Fechamos o passeio com o Felipe, amigo do Curva e da Ana, uma pessoa muito gente boa que j√° andou por boa parte do mundo e h√° 6 anos est√° na Vila. Custo s√£o 150 reais, pod√≠amos ter um grupo maior para rachar este valor mas s√≥ a Kaka e o Mario que estavam dispostos para esta caminhada.
      A parte da manhã ficamos de boa pela pousada, saímos somente as 14:30 quando o Felipe chegou na pousada, de carro fomos até o estacionamento no inicio da trilha e seguimos caminhando pelo nosso percurso.
      Nestes pontos de cara já vimos várias heranças do garimpo, encontramos buracos enormes, de 10, 12 metros de profundidade abertos com picaretas nas épocas de garimpo, até os anos 80 aproximadamente.
      Pagamos 20 reais por pessoa para acesso a trilha, no posto de entrada tem um senhor que faz o controle e sempre deixa um café passadinho à espera de quem precisar de mais energia para as caminhadas.
      Seguindo pela trilha, existem novidades de melhorias recentes realizadas pelo dono do local, outro ponto interessante, pois a pouco o local virou parte do Parque Nacional e mesmo assim o atual propriet√°rio est√° investindo em melhorias nas trilhas. Enfim, agora existem v√°rios pontos de passarelas, corrim√£o e deques feitos de madeira que facilitaram muito a caminhada.
      No meio da trilha passamos pela cachoeira do Abismo, que só fica boa para banho nos períodos mais fortes de chuva, só vimos umas pequenas poças de água acumulada, não deu nem para ter ideia de como ela fica quando está cheia de água.
      Tivemos um ou outro ponto de maior dificuldade, mas nada muito diferente do que j√° t√≠nhamos andados nos √ļltimos dias. Chegamos enfim no Mirante da Janela, que lugar sensacional, para ter ideia ele fica no alto de um morro com vista de frente dos Saltos de 120 e 80 metros que fomos nos dias anteriores dentro do Parque. E para completar no ponto alto tr√™s rochas se acomodaram de um jeito incr√≠vel que formam uma janela, com vista direta para a maior queda de agua do Parque Nacional.
      Tiramos varias fotos, curtimos o visual, nosso guia disse que não é legal subir no encaixe de cima das pedras que formam a janela, apesar de muita gente subir, então nós respeitamos e não tiramos uma das fotos clássicas de instagram.
      Depois de um tempo, seguimos pela trilha até outro mirante de contemplação dos saltos, dá para ver todo o curso do Rio Preto, Cachoeira do Carrosel, que segue para a Cachoeira do Garimpão que segue para o Salto de 120 metros que cai em um poço grande e segue para o vale e acompanha todo o rio.
      Em outra pedra pr√≥xima, o dono do local construiu um deque inacredit√°vel, at√© com arquibancada para ficar curtindo a vista. De um lado as cachoeiras e de outro o vale onde o sol ia se pondo. N√£o rolou um p√īr do sol, mas deu para ficar sentado curtindo e admirando toda a beleza deste lugar. J√° no finalzinho do dia iniciamos nossa trilha de volta, no meio do caminho acabou totalmente a luz do dia e seguimos caminhando com lanternas para iluminar nosso percurso. Tanto conversamos com o guia Filipe que mal vimos o tempo passar, para completar abriu um c√©u estrelado incr√≠vel acima de n√≥s, fizemos algumas paradas e o Felipe ia nos ensinando algumas constela√ß√Ķes.
      Na chegada ao estacionamento ainda seguimos olhando o céu e conversando, por volta das 20horas voltamos para nossa pousada.
      Na nossa chegada encontramos a Nara e o Nelson sentados nos esperando, o Nels√£o estava assustado e preocupado com a nossa demora. Ai lembramos que durante nossas conversas na pousada o pessoal falou que na trilha do Mirante j√° aconteceu do pessoal encontrar on√ßa, o Nelson estava morrendo de medo que a gente tivesse cruzado com uma pelo caminho hahaha, infelizmente ou felizmente n√£o encontramos ela, apenas alguns rat√Ķes, corujas e muitos calangos.
      Este foi outro dia lindo na Chapada de muita energia boa! Para finalizar voltamos ao Restaurante Flor de Pimenta onde comemos várias coisas boas, curtimos um som até voltar para a pousada, cansados, satisfeitos e de coração cheio de alegria destes dias em São Jorge.
       
      CUSTOS DIA 07
       
      R$ 49,60 Almoço no Restaurante da Nenzinha (para 2 pessoas)
      R$ 15,36 Lanches para Trilha (para 2 pessoas)
      R$ 150,00 Guia Felipe (para até 5 pessoas)
      R$ 20,00 Entrada na Trilha Mirante da Janela (valor individual)
      R$ 25,00 Cerveja S√£o Jorge
      R$ 107,25 Jantar no Luar com Pimenta (para 2 pessoas)
       
       
      DIA 08 ‚Äď CACHEIRA DOS COUROS E BRASILIA
       
      Acordamos e arrumamos todas as malas, tomamos aquele café caprichado na pousada e fomos à caminho de Brasília, onde entramos em uma saída em direção a Cachoeira dos Couros. Na estrada, são vários kms de chão batido, no caminho não tem uma sinalização muito clara mas no feeling e seguindo as dicas que o guia Felipe havia nos passado no dia anterior chegamos sem dificuldades no estacionamento desta atração.
      L√° funciona da seguinte forma, eles n√£o cobram nada para o acesso das Cachoeiras, pedem apenas uma contribui√ß√£o espont√Ęnea para cuidar do carro que fica no estacionamento. Novamente o Nelson n√£o quis encarar as trilhas de 2km at√© o ultimo atrativo e ficou no barrac√£o na portaria de altos assuntos com os dois locais que cuidavam do ponto, depois nos contou muitas hist√≥rias destas 2 horas de conversa.
      Na trilha, novamente encontramos os rastros do fogo, duas semanas antes tudo estava queimando e hoje j√° encontramos muita vegeta√ß√£o florescendo e v√°rias plantas que resistiram as chamas, dava ainda para sentir o cheiro de queimado. Muito louco entender como o cerrado se recomp√Ķe t√£o r√°pido, como as plantas j√° s√£o preparadas para estas queimadas e como isto faz parte do processo de renova√ß√£o ‚Äď obviamente que muitos fogos s√£o criminosos e isto n√£o √© legal. Alias, tivemos v√°rias aulas sobre o fogo no cerrado, pois o Curva e o nosso guia Felipe fazem parte da Brigada Volunt√°ria de Inc√™ndio de S√£o Jorge.
      Voltando a Couros, seguimos por uma trilha e logo a 800 metros chegamos a primeira Cachoeira, a Muralha √© imponente e grande, parece realmente um grande muro onde caem as √°guas do rio. O pessoal local nos instrui para irmos direto at√© o ultimo ponto e na volta vir curtindo as aguas dos atrativos que o complexo possui. Seguimos caminhando pela beira do Rio dos Couros passando por v√°rios c√≥rregos, varias piscinas e pontos legais para banho at√© o ultimo atrativo. A imensa Catarata dos Couros, um pared√£o gigante, tanto para cima quanto para os lados, onde corre muita agua. Um espet√°culo que desagua em um po√ßo, as √°guas seguem correndo para outras quedas que formam a Cachoeira do Parafuso e a √ļltima cachoeira que adentra por um c√Ęnion. Banhados, depois de muito curtir este espet√°culo que √© a Cascata dos Couros voltamos toda a trilha e curtimos mais alguns banhos pelo caminho.
      De volta ao estacionamento, partimos para nosso tão esperado almoço no Restaurante da Heleusa, que é outro show a parte. A comida é uma delícia e Dona Heleusa é uma super querida, conversou bastante conosco e mostrou o camping que fica próximo ao rio na propriedade dela.
      De barriga cheia o jeito era pegar a estrada de volta e rumar para Brasilia! No caminho ainda paramos em um laja jato para dar um banho no Arguinho que estava daquele jeito, por 20 reais ele saiu como novo de t√£o limpo.
      Chegada em Brasilia, havíamos reservado o Hotel Casa do Lago que é outro lugar muito legal, fica próximo as embaixadas na beira do lago Paranoá, tem piscina, churrasqueira e foi a hospedagem mais em conta que achamos na Capital. Apesar da vontade de fazer um churrasquinho, saímos para encontrar a Mica, jantar perto do lago e descobrir um pouco da vida de Brasília.
       
      CUSTOS DIA 08
       
      R$ 30,00 Almoço no Restaurante da Eleusa (valor individual)
      R$ 15,00 Contribuição para estacionamento na Catarata dos Couros
      R$ 60,55 Combustível em Formosa
      R$ 25,00 Lavagem do Carro
      R$ 118,11 Jantar no Surf Mormaii Brasília (para 2 pessoas)
      R$ 110,00 Hostel A casa do Lago em Brasília (para 2 pessoas)
       
      DIA 09 ‚Äď DE VOLTA A PORTO ALEGRE
       
      Foi acordar cedinho, ir para o aeroporto, devolver carro e esperar nosso voo de volta para Poa. Voltamos um pouco cansados de todas as trilhas mas numa felicidade estampada em cada um dos 4 rostos. Tivemos dias lindos na chapada, curtimos muito, visitamos 24 cachoeiras em 7 dias, conhecemos muitas pessoas legais, muitas histórias inspiradoras e já contamos os dias para voltar para este paraíso no meio do Brasil.
       
      CUSTOS DIA 09
       
      R$ 0 Passagem de volta comprada com milhas
      R$ 39,75 Café da manhã no Aeroporto Bsb (valor para 2 pessoas)
      R$ 8,92 99 Taxi retorno aeroporto casa (valor para 2 pessoas)
       
      Instagram https://www.instagram.com/mario_medeiros/  - https://www.instagram.com/kavita.ie/
      Youtube - https://www.youtube.com/channel/UCjwhCUIO986f1vfpcjKUGxg
       
       





    • Por Jv21Games
      Olá, quero passar pela fronteira uruguaia, de carro alugado, porem vou apenas de visita, vou entrar pelo chui e pretendo sair pela barra del chuy, dando uma parada no parque aquático. Sabe se vou precisar do seguro carta verde? De que documentos eu preciso? Alguém sabe responder? Grato, João.


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