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Oláá!! Consegui uma promoção muito boa e então decidi ir pra Chapada dos Veadeiros novamente!! Estou a procura de parcerias para que a gente divida as despesas com aluguel de carro e acima de tudo façamos uma viagem incrível e inesquecível!! Já conheço lá, mas quero ir novamente em todos os lugares que já fui e fazer render muito mais a viagem indo nos tantos outros lugares que faltaram.. Chego dia 22/12 logo cedo e retorno dia 01/01 fim de tarde, se conseguíssemos alinhar as datas seria perfeito, aproveitaríamos muito!! A idéia também é ficar hospedado os dias suficientes para cada região, assim a gente aproveita muito melhor de cada uma e não perde tempo, passando por São João d'Aliança, Alto Paraíso, Cavalcante e o restante dos dias em São Jorge!! A quem interessar, fale comigo para que possamos conversar melhor no whatsapp, deixe seu contato :) garanto que astral e risadas não vão faltar!!

Segue o roteiro que montei, claro que não vai dar pra fazer tuuudo, quem dera, mas dá pra ter uma base e aproveitar intensamente cada lugarzinho mágico da Chapada:

ROTEIRO CHAPADA DOS VEADEIROS

São João D'Aliança - 3 dias, 22 a 24/12

- Cachoeira do Label (maior da Chapada, saindo do aeroporto)

- Cataratas dos Couros + Cachoeira da Muralha + Cachoeira do Papagaio

- Bocaina do Farias (lugar incrível)

- Cachoeira do Macacão + Cachoeira dos Macaquinhos

- Cachoeira do Dragão (mais maravilhosa, vai um dia todo)

Alto Paraíso - 2 dias, 25 e 26/12

- Cachoeiras Loquinhas + Cachoeira dos Anjos e Arcanjos

- Cachoeira dos Cristais + Cachoeira Água Fria

- Cachoeira do Sertão Zen (vai um dia todo, mirante incrível)

Cavalcante - 2 dias, 27 e 28/12

- Cachoeira Poço Encantado (passadinha, beira da rodovia)

- Cachoeira Ave Maria + Cachoeira Capivara + Cachoeira Santa Bárbara + Cachoeira Candaru

- Cachoeiras do Prata (distantes, mas valem a pena)

- Fazenda Veredas (Cachoeiras Veredas + Veredinhas + Véu da Noiva + Cobiçada + Toca da Onça + Poço Encantado + Cânion)

São Jorge - 4 dias (tudo muito perto), 29/12 a 01/01

- Cachoeira São Bento + Cachoeiras Almécegas I e II

- Morro da Baleia + Jardim de Maytrea + Cachoeira da Bailarina

- Fazenda Volta da Serra (Cachoeiras Cordovil + Encontro + Rodeador + Poço das Esmeraldas)

- Vale da Lua

- Mirante da Janela + Cachoeira do Abismo

- Cachoeira Morada do Sol + Cachoeira Raizama (pequenas, mas pertinho)

- Cachoeira do Segredo (maravilhosa, vai um dia todo)

- Águas Termais (perfeito pra relaxar anoitecendo)

- Praia das Pedras + Encontro das Águas (distantes, não compensa)

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (São Jorge)

- Cachoeira dos Saltos + Cachoeira do Garimpão + Corredeiras + Cachoeira do Carrossel

- Cachoeira Carioquinhas + Cânions I e II

- Cachoeira das 7 Quedas (travessia, vai um dia todo, fica pra próxima)

MAPA 2.png

MAPA CHAPADA.jpg

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Fale galera...olha estou mapeando a chapada... recomendo mais dias nos roteiros em Cavalcante, Vila de São Jorge e as trilhas dentro do Parque... alguns roteiros levam o dia todo... e as 7 q

show fiz esse fds com minha esposa e um amigo o Label... fomos os únicos o dia todo! GPS até os 14km depois orientação pelas placas... uma hora elas somem mas é só seguir em frente que voltam a aparec

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Fale galera...olha estou mapeando a chapada...

recomendo mais dias nos roteiros em Cavalcante, Vila de São Jorge e as trilhas dentro do Parque... alguns roteiros levam o dia todo...

e as 7 quedas não são uma Cachoeira e sim uma travessia de 2 dias com pernoite dentro do parque...

envio o contado do Dyogo da Pousada Casa da Sucupira ( hostel, pousada e camping/redário ) ele também é Guia local...ajuste melhor seu roteiro para apreciar os atrativos...61 99959-6533

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@Rogpan Olá!! Já conheço a Chapada, acredito que os dias serão bem proveitosos, infelizmente só consigo ficar do dia 22 a dia 01, mas dividi bem os dias para conseguir aproveitar o máximo de cada região. Travessia das 7 quedas fica fechada final de ano né, essa vai ficar pra próxima! Valeu pela indicação, em São Jorge eu estarei hospedada lá na Sucupira mesmo :) 

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show fiz esse fds com minha esposa e um amigo o Label... fomos os únicos o dia todo! GPS até os 14km depois orientação pelas placas... uma hora elas somem mas é só seguir em frente que voltam a aparecer... nesse quesito achei que faltam algumas coisas... trilheiros de primeira acabam desistindo... Os informes dizem que há um restaurante, estrutura...etc o que tem-se la é a casa dos caseiros que servem comida que devem encomendar pra volta... não vendem nada la ( agua...etc...) levem tudo de são joão... e claro encha o tanque!

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    • Por Felipao86
      Olá pessoal,
       
      Dando continuidade a atualização de alguns relatos, vou contar um pouquinho de uma viagem que fizemos até Carrancas, no Sul de Minas, no feriado de Tiradentes.
      Nessa viagem minha filha mais velha estava com 1 ano e 2 meses e fomos também acompanhados dos meus pais.
      Hospedagem: Chalé da Tica, via Airbnb.  620 reais para 3 diárias. Muito charmosinho e arrumado, só a água do chuveiro que não esquentava legal.
      Obs1: as atrações são divididas em “complexos”, porque com uma entrada visita-se várias piscinas naturais e cachoeiras. Geralmente dá para visitar 2 complexos por dia.
      Obs2: todas as atrações visitadas encontram-se um pouco afastadas do centrinho da cidade, mas em estradas de terra muito tranquilas de percorrer, mesmo em carro comum.
      Obs3: Carrancas tem otimos preços, média de 5-10 reais a entrada nos complexos de cachoeiras. A exceção fica pela pelo Parque Serra do Moleque, que custa 25 reais a entrada (porém é o que possui melhor infraestrutura).
      Dia 1: Chegada + Cachoeira da fumaca
      Saimos de BH cedo, é uma viagem de cerca de 5 horas considerando uma parada de 20 minutos para esticar as pernas. A chegada em Carrancas já é uma atração a parte, a medida que vamos nos aproximando da serra sabemos que iríamos conhecer um lugar especial. Fomos direto nos instalarmos no chalezinho e procurar um lugar para almoçar. Achamos um barzinho que tinha comida self-service por 10 reais por pessoa, bem saborosa.
      Após o almoço fomos até a Cachoeira da fumaça, que apesar de muito linda é proibido o mergulho. Ficamos lá curtindo a natureza diante de nós. À noite pedimos pizza.


      Dia 2: Complexo da Ponte + Complexo da Toca
      Após o café da manhã partimos para o primeiro complexo de Carrancas, o complexo da ponte: ao longo da trilha já se apresenta diversas pequenas poços que são deliciosos para experimentar as aguas extremamente geladas, mas no final você atinge a estrela do lugar, que á Cachoeira do Salomão, que é deliciosa, é fácil de sentar em baixa de sua queda e curtir uma hidromassagem natural.

      Após o almoço partimos para o complexo da Toca, que também possui vários poços, quedas dagua e o escorregador da Toca que é legalzinho (mas o da Zilda é muito mais, rs), mas a cereja do bolo sem dúvida era o poco do coração e do coraçãozinho, extremamente disputados, rs. A trilha também é belíssima, com bela flores arroxeadas que minha esposa adorou.

       
      Dia 3: Complexo da Zilda + Parque Serra do Moleque
      O complexo da Zilda fica um pouco mais afastado do centrinho de Carrancas (cerca de 12km), mesmo assim em menos de 30 minutos já estávamos lá.
      É cheio de atrações, inclusive para os mais aventureiros tem o racha da Zilda, que pelo que eu li é difícil de ser acessado, pois em determinado momento  precisa atravessar  o rio contra a correnteza.
      Para os meros mortais as melhores atrações são Cachoeira do Indio, as pinturas rupestres e a cereja do bolo: o escorregador da Zilda. É um tobogã absolutamente natural, delicioso de escorrega e cair um poco de agua no final. Ficamos uma manhã inteira somente subindo e descendo por ele.
       
      Depois fomos ao Parque Serra do Moleque, que é na mesma região e onde encontra-se a cachoeira mais gostosa de carrancas, na minha opinião: a Cachoeira da Zilda. Você deixa o carro no estacionamento e desce de jardineira até a entrada da trilha, onde tem banheiro e restaurantes. A trilha até a cachoeira é leve e totalmente sinalizada e acessível, com escadas e pontes. Um poco enorme com uma prainha te espera ao final. Ficamos o restante da tarde ali só curtindo essa maravilha.

      VID-20190421-WA0019.mp4 VID-20190421-WA0019.mp4  
      Dia 4: Complexo da Vargem Grande + Retorno para casa
      Nesse dias meus pais já estava um pouco cansados então fomos só eu, minha esposa e minha filha.
      Esse complexo na minha opinião é o mais lindo. É onde encontra-se a famosa Cachoeira da Esmeralda, ao final da trilha. Mas no caminho até lá já aparecem várias piscinas naturais belas e deliciosas para mergulho. Se chegar na cachoeira por volta de meio dia, a incidência da luz solar faz a agua ficar verde transparente, muito bonita.
      Almocamos num restaurante de comida caseira, que na verdade é na casa de uma senhora mesmo. Demos uma volta no centrinho da cidade, uma rapida passada na sua igreja principal que é bem bonita e voltamos para Belo Horizonte descansados e satisfeitos.

       
      Considerações finais: destino delicioso, de bom custo-beneficio e com ótimos atrativos naturais. Ao contrario de capitólio, que a cada dia que passa fica mais e mais elitizado, Carrancas preserva um ar mais rústico e bom para o bolso. A infraestrutura que ainda é um pouco limitada, fomos num feriado, a cidade estava lotada, poucas opções de bares, lanchonetes e restaurantes, todos lotados, com fila de espera. E também poucas opções de pousadas. Creio que melhorará com o tempo.
       
       
       
    • Por Paulonishi
      Em Florianópolis são muitos os lugares para se visitar, mas um deles é quase obrigatório, a Lagoa da Conceição. Marco da colonização inicial da cidade, tem muitas atrações culturais, históricas e gastronômicas. Deixarei abaixo um panorama do lugar, com dicas e impressões da última visita em dezembro de 2020. 

      A lagoa da conceição é onde a cidade começou.  Está ao leste de Florianópolis e é dividida em duas partes por uma ponte, a lagoa de dentro e a de fora, estando  ligada ao mar pela Barra da Lagoa
      Para se chegar até ela entrando na ilha, pega-se a beira mar Norte até o Itacorubi. Mas calma, não se preocupe porque tem muitas placas indicativas até o acesso à rodovia SC 404, que nos leva até o nosso destino.

      É uma via de pista simples e que fica bem complicada durante a temporada, devido ao movimento intenso e pelo relevo íngreme e bem sinuoso.
      Na parte mais elevada, temos um mirante com um pequeno estacionamento gratuito. Oportunidade para se ter uma visão da bela paisagem da região.
      Depois disso, agora é só descida, mas com curvas ainda mais fechadas, pedindo muita atenção e paciência até o final.
      Chegando no chamado centrinho da Lagoa, o mais difícil e encontrar um lugar para estacionar durante a temporada, porque na principal são poucas vagas e as ruas transversais são bem estreitas.

      Apesar de poucos hotéis, tem muitas opções de hospedagem em hostels e casas de aluguel por temporada, que considero a melhor opção para quem viaja acompanhado.
      Encontrando uma opção próxima ao centrinho e ao terminal urbano, é possível explorar as principais atrações à pé e de ônibus, sem o stress do trânsito e do gasto com estacionamento.

      Da pequena ponte que corta parte da lagoa, se tem uma bela visão da marina e da chamada Lagoa de fora… Boa também para observar o cotidiano do lugar
      A avenida das rendeiras é passagem obrigatória e caminhar pelo calçadão é uma ótima maneira de apreciar a vista com calma e temos acesso às belíssimas dunas de areias branquinhas e bem finas, é uma atração bem característica da região.

      Continuando a caminhada no sentido a Joaquina, essa parte da Lagoa tem uma boa estrutura para passar o dia, com sombras e gramados, além de ser bem em frente aos restaurantes. Bateu fome, é só atravessar a rua para comer. Conta também com quiosques, aluguel de caiaques e aulas de Stand Up e windsurf.

      Suas águas são bem rasas e limpas na maior parte da sua extensão, mas convém sempre dar uma conferida, principalmente nas épocas de maior movimento.
      A lagoa de dentro tem águas mais escuras.. parecendo sujas 😦
      No Centrinho encontramos agências bancárias dos principais bancos, supermercados, vários restaurantes e um comércio bem variado… ah, e muitos brechós!
      Estando por lá, não deixe de visitar a parte histórica, que preserva parte do calçamento original que dá acesso ao Santuário de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa, que deu o nome a esta região.

      Esta igreja recebeu a visita ilustre de Dom Pedro II por 2 vezes, que doou 2 sinos para ela. Um pouco mais acima, ainda preservando a arquitetura colonial, temos a casa do vigário, datada do século 18, mais uma belo panorama do lugar.
      Em termos de opções gastronômicas, temos uma variedade bem grande, assim como em preços… Uma boa opção para quem gosta de culinária oriental é esse buffet, com ótima variedade em carnes, saladas e até sushis.

      Fica no Shopping Via Lagoa e abre todos os dias para almoço
      Você vai encontrar dois tipos de ônibus. O amarelo é o executivo. É mais caro (o dobro do comum) e confortável. Para em qualquer lugar também, bastando acenar. O outro é comum (azul e branco), que tem interligação entre os terminais.

      A terceira opção são os barcos, que fazem o transporte pela Lagoa nos mesmos valores dos ônibus urbanos.

      O transporte por aplicativo também é uma opção… Não tão barata, mas com uma ótima disponibilidade e comodidade para quem quer conhecer as outras atrações na ilha, principalmente a noite
      As atrações mais próximas são o passeio de barco até a Costa da Lagoa, a Praia da Barra da Lagoa, a Praia Mole, Praia da Joaquina.
      E, para aqueles dias em que está chovendo muito, uma ida até o centro da cidade para visitar o mercado público ou andar pelos museus e igrejas é uma das opções.
      Ah e no final da tarde, o por do sol na Lagoa é imperdível!
      Esse é só um resumo, procurei detalhar e ilustrar no vídeo sobre o lugar. Dá uma conferida e se lhe foram úteis as informações, deixe o seu comentário e o like lá no youtube (@trips.flicks).
      É isso aí, um grande abraço e até breve!
       
       

       
    • Por Fakten_soup
      Fala galera, tudo bem? 
      Então, estou me preparando pro meu novo destino. No momento, procurando me informar bastante e aprender cada vez mais para não acabar me frustrando. 
      Gostaria da ajuda de vocês sobre como se preparar para uma viagem estilo roots. Quais equipamentos são essenciais, o que devo ter em mente sobre destinos e lugares para dormir, como fazer dinheiro e etc. Sobre caronas, quais cuidados devo ter? Estou pensando em vender macramê, acessórios, bordados ou cantar pra ajudar na grana. 
      Enfim, gostaria muito da ajuda de vocês! E se alguém se interessar em fazer essa trip comigo só comentar, seria ótimo poder fazer isso acompanhado. 
       
      Sou da Baixada Santista - SP 
    • Por Carolina Rosaboni
      Depois de tanta emoção o último dia foi para relaxar e com poucas aventuras
      O barco que sai do Bonete nos deixa na praia de Borrifos no restaurante Nova Iorqui, e é uma boa subida (Que não dá pra fazer de chinelo) até voltar ao ponto que o ônibus nos deixou no dia 31. Como gastamos todo nosso dinheiro em espécie eu estava indo para o mercado mais próximo a pé ( mais ou menos 5Km) mas o motorista de ônibus U. foi super legal e foi a segunda alma boa que encontrei na viagem, me emprestou 10 reais para ir de ônibus. O mercado tinha preços bem salgados,mas precisamos nos alimentar no camping. Finalmente voltamos para o parque estadual e estávamos morrendo de medo de não conseguir entrar porque sabíamos que eles estaria fechado, e já tínhamos contado com a fé muitas vezes em um só dia, contudo como tínhamos a reserva e era o mesmo segurança do dia 31 ele nos informou que poderíamos embarcar no parque e que o dono do camping estava de carro um pouco a frente e conseguimos até uma carona. A chegada ao camping da Lage foi um alívio depois de muito perrengue. Lá tem Wi-Fi, fogão, chuveiro quente e luz depois das 18h, minha definição do mínimo para viver. Finalmente falei com os meus familiares e pude aproveitar o dia. E descobrimos que vendia os mesmo produtos do mercado com um preço bastante similar

      Do camping para a cachoeira que passamos primeiro na trilha para praia do Bonete são 20 minutos, desta vez atravessamos por ela e descemos mais um pouco onde existe um escorregador natural muito divertido, essa parte do rio não chega a dar pé, mas é só se mexer um pouco depois da queda que dá para chegar em uma margem, no fim de tarde existe um mirante em cima do buraco do cação para admirar o lindo pôr do sol. Armamos a barraca longe do penhasco pois lembramos da ventania no dia anterior e fomos abençoados com uma noite tranquila de sono

      Mas a melhor parte do camping foi conversar com a galera de lá, a mãe do Ivo, a Dona Nice é maravilhosa e cheia de histórias e causos para contar, além de me ter dado o antialérgico que fez meu pé voltar ao tamanho normal (recomendo todo mundo levar loratadina antes de entrar na ilha, pois vão precisar). O cunhado do Ivo também é super gente boa e prepara os melhores drinks, é um pessoal muito de bem e que conhece bastante o lugar, para quem não pretende passar a noite eles também fazem uma visita guiada pelo parque por um preço super acessível. As paisagens do camping são maravilhosas e tem passarinhos o dia todo comendo do seu lado, mais um pouco dá até para subir no colo
       
      Eu fui embora no dia seguinte e não aproveitei as outras trilhas do parque, mas teria material o suficiente para mais um final de semana. A volta foi bem tranquila, a trilha é bem mais fácil para voltar do que para ir, estava sozinha e no meu tempo cheguei na balsa em 2h40 e peguei o ônibus, pois os Blablacars estavam bem mais caros que a passagem convencional

       
      Água: R$ 8
      Macarrão R$ 4
      Suco Tang R$ 1,40
      Cantinho do Vale R$ 10
      Camping R$ 60 por pessoa/diária
      Onibus Ilhabela/SP R$ 70
    • Por Paulonishi
      Durante o planejamento da viagem ao Peru, fui fazendo o levantamento das atrações mais interessantes nas proximidades dos lugares por onde iria passar e uma reportagem no google chamou muito a atenção, a respeito da civilização mais antiga das Américas, no vale do Supe, região central do País. Com uma idade aproximada de mais de 5.000 anos de existência, e um sítio arqueológico imenso e cheio de pirâmides gigantescas, não poderia deixar de conhecer. Encontrei o site do Ministério da Cultura peruano e vi que eles promoviam um passeio saindo de Lima, com almoço incluso e visita aos sítios arqueológicos de Vichama e Caral. O passeio custaria $100 Nuevos Soles, atualmente $150: http://www.zonacaral.gob.pe/viajes-educativos-2/index.html

      Fiz a minha inscrição mas, na época (2016), teria que fazer um depósito em Nuevos Soles. Aí ficou complicado, pois o envio de valores do exterior é sempre convertido em dólares. Mandei um e-mail informando a situação e  fui muito bem atendido, com a resposta sendo de que eles aguardariam a minha chegada ao país para que eu pudesse fazer o depósito. Aí tudo tranquilo, pensei... Chegaria na sexta-feira à noite e logo no sábado passaria no banco, que abrem normalmente nesse dia. Porém, para a minha surpresa, quando fui ao banco... Estava fechado! Era feriado naquele sábado... Já chateado e pensando que não faria mais o passeio, vi uma plaquinha do BCP (o banco em questão) em uma mercearia. Perguntei se era possível fazer o depósito e sim! Consegui, peguei o ticket e agora era torcer para que o meu nome estivesse confirmado na manhã seguinte.

      09/10/2016 - É, Madruguei no BRT… Saí do Hostel ainda de madrugada e sem o café da manhã e caminhei poucas quadras até a estação BRT de Ricardo Palma. Usei o cartão que ganhei no dia anterior e fiz uma recarga de  de créditos. O terminal é bem fácil de usar e auto-explicativo.

      Terminal praticamente vazio, pegaria a mesma linha de ontem, durante o passeio com o free walking tour, mas, desta vez, o ônibus tinha pouca gente… também era domingo e de madrugada…

      Desci algumas estações mais a frente, na Javier Prado. O BRT aqui de Lima é muito funcional e bem sinalizado e a gente consegue se achar bem fácil por ele. A região da Javier Prado é parte do Centro Financeiro de Lima, como se fosse a avenida Paulista de São Paulo. Como sempre, fui navegando pelo Google Maps e não tive dificuldade nenhuma até então. Passei pelo terminal da Cruz Del Sur…No Peru não tem rodoviárias como no Brasil. Os ônibus saem de terminais das próprias empresas, e a Cruz del Sur tem 2 em Lima, por isso tem que ter atenção na hora de comprar a passagem.
      Foi uma caminhada de quase 3 quilômetros mas em pouco tempo cheguei ao prédio do Ministério da Cultura, de onde sairia o ônibus. Como cheguei cedo, aproveitei para tirar algumas fotos do lugar, cujo prédio é muito belo e imponente.

      Um pouco antes das 7 horas, estacionou um microônibus e um rapaz desceu com uma prancheta na mão. Tratei logo de ir perguntar e conferir se meu nome estava na relação... E sim! Entreguei o comprovante de pagamento e já me posicionei num assento na parte da frente e à direita do ônibus, para ir registrando todos os detalhes do trajeito.

      Iniciamos o passeio com andando pelas avenidas de Lima, que tinha o mesmo céu nublado de sempre neste dia. O que deu para perceber de diferente é a quantidade de lixo pelas ruas… Infelizmente, bem sujo por onde fomos passando.
      As vias expressas são muito boas… aliás, no Peru o asfalto das rodovias são muito bons mesmo!
      O guia do ônibus foi explicando como seriam as visitas. Faríamos uma parada de 30 minutos para o café da manhã e depois visitaríamos Vichama, Végueta e finalmente Caral, onde almoçaríamos.
      e quanto mais a gente se afasta da capital, piores vão ficando as condições urbanas…
      É muito seco por lá!

      Depois de percorrer algumas horas e ter parado para o café da manhã (não incluso), chegamos à primeira atração do dia: Vichama!

       
      Vichama é um sítio arqueológico muito recente. Foi descoberto em 2007 e fazia parte da Civilização de Caral. Fomos recebidos por um guia local que nos explicou a história da civilização e percorremos as construções, conhecendo os detalhes até agora descobertos sobre essa civilização pesqueira ainda tão pouco estudada. São mais de 25 hectares ainda não totalmente estudados… e o pior, ameaçados pelo avanço das casas, que estavam retirando materiais para a construção de outras moradias…. Imagina quanta coisa pode ter se perdido até então…

      Percorremos todo o sítio com o passeio guiado por um empolgado guia, de nome Kenji (nome do meu filho! 😜) que nos foi explicando cada detalhe e a história do lugar. Realmente, o Peru é um lugar maravilhoso para quem aprecia história e cultura...

      Fiz muitas fotos do lugar e pude aprender bastante sobre uma civilização incrível, mas totalmente desconhecida pela grande maioria, da qual me incluía, até então. Quando se fala em Peru, infelizmente resumem tudo à Civilização Inca e Machu Picchu... talvez até alguns lembrem de Nasca... Só estando aqui para conhecer o quão grande e diverso foi esse lugar antes da chegada dos saqueadores espanhóis!

      Passeio concluído, voltamos ao ônibus e deslocamos para ums pequena cidade, Végeta, onde visitaríamos um museu contendo mais informações sobre a civilização de Caral.

      Museu pequeno, mas com um rico acervo e excelente organização. Fomos guiados por Jane, que também com a mesma empolgação, nos contou mais a respeito da história e descobertas feitas na região. A população tem aprendido a valorizar muito a sua própria origem!

       
      Pé na estrada novamente e já estava com muita fome... Fomos percorrendo a região mais para o interior e pude perceber que mesmo com toda as dificuldades de uma terra árida e praticamente sem perspectivas, a população local persevera e trabalha o solo, conseguindo, contra todas as adversidades, plantar e colher o seu sustento... E o mais extraordinário, com técnicas e canais de irrigação herdados dessas civilizações desaparecidas!

      Agora sim... Finalmente em Caral, Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO!

      Antes de iniciar o tour pelo sítio, finalmente a parada para o almoço... Mas que, sinceramente, não deu para saciar a fome que eu estava sentindo. Foi um prato com um pedaço de frango que quase não tinha carne, só osso (carcaça, que chamamos aqui no Brasil), uma batata grande e outra média, bem diferentes da que estamos acostumados (afinal de contas, é o país com a maior diversidade em batatas do mundo!), um pedaço de espiga de milho verde e 3 vagens gigantes... Ah, sem esquecer do COENTRO 😝, que assim como no Nordeste brasileiro, é ingrediente obrigatório.

      Depois do almoço, fomos guiados por um arqueólogo para conhecer as ruínas de Caral. Grande parte dos trabalhos ainda continuam e o tamanho da área impressiona. São muitas as construções pelo lugar.

      Caminhamos sob um sol forte e ar bem seco por uma boa extensão. Infelizmente, não se pode ter acesso às construções.

      A mais impressionante delas é, sem dúvida, a Pirâmide Maior, com uma estrutura circular bem na entrada.

       
      Terminamos a visita e saí bem satisfeito por ter conhecido esse fantástico lugar, levando comigo muitas fotos e a vontade de explorar mais outros lugares igualmente incríveis por esse país tão especial.

      Esse foi o motivo por ter retornado por mais dois anos ao Peru...
      Chegamos na capital já à noite, por volta das 20h.

      Tratei logo de ir para o Hostel, fazer o backup das centenas de fotos do passeio e comer alguma coisa antes de dormir, já pensando na próxima aventura do dia seguinte... Mais um tour por Lima!
      Fiz um vídeo com todos os detalhes dos passeios, que deixarei logo abaixo. Procurei colocar tudo o que achava de importante para ajudar àqueles que pretendem conhecer o lugar. Só peço que, se o conteúdo for útil, não deixem de dar uma curtida, para incentivar as próximas postagens, além, é claro, de comentar e deixar o seu relato de viagem aqui no site. Assim, vamos nos ajudando e incentivando mais pessoas a conhecerem lugares fantásticos pelo mundo!
      É isso aí! Não perca o próximo episódio dessa jornada incrível... 🤠👍
       

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