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  • 3 meses depois...
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Massa pra caramba mano. No vídeo do YT deu pra ler a legenda, que diz que você trocou hospedagem por trabalho, que era a minha dúvida sobre como foi sem dinheiro. Eu queria trocar mais ideia sobre, mas acho que é difícil fazer isso por aqui. Tenho vontade de documentar um mochilão também, na pegada de documentário mesmo, mas não sei bem qual a forma mais adequada em relação à equipamento e tal. Parabéns pela disposição!

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    • Por EletricFeel
      Oi, gente. Tudo bem?
      Nunca viajei por conta própria então tô arrancando minha cabeça de tanto coçar, cheia de dúvidas kkk
      Eu planejo ficar 24 dias na Grécia, entre jun/jul de 2022 (claro que isso é só se a pandemia estiver controlada)
      Meu desejo é ficar alguns dias em Atenas, Tessalônica, Milos, Santorini e nos meus últimos 4 dias, passar em Istambul.
      Quero muito conhecer Delfos também e queria passar pela ilha de Delos (existe alguma forma de ir sem ser saindo de Mykonos?)
      Em Tessalônica eu não terei gasto com hospedagem nem transporte, pois vou ficar na casa de alguns parentes (e acredito que ficarei 1 semana em média com eles, pois eles planejam fazer alguns passeios comigo)
      Eu não ligaria de cozinhar minha própria comida nos hostels, mas quero experimentar a comida local em alguns restaurantes bem típicos (típico mesmo, onde os locais costumam comer)
      Eu não tenho um roteiro muito certo, mas Atenas, Tessalônica, Milos, Santorini, Istambul e Delfos e Delos precisam estar nele
      O problema é que vou ter apenas 12 mil reais, vocês acham que dá? Que roteiros vocês me sugerem? Dicas pra economizar, etc?
      PFVR gente, eu me sinto muito perdida kkk 
    • Por Leandro Z
      Apesar de haver bons relatos no site, espero contribuir.
      Há 4 ônibus diários entre São Luís e Barreirinhas pela viação CISNE BRANCO, R$51, demora 5h (não procurei vans saindo do aeroporto direto pra Barreirinhas, mas existem). Dizem que é melhor fazer a travessia no sentido Barreirinhas - Santo Amaro, por causa da posição do sol e do vento. A estrada São Luís-Santo Amaro é relativamente nova, está boa e é mais perto que SLZ - Barreirinhas. Além disso, as lagoas de Santo Amaro são mais bonitas. ATENÇÃO com a volta de Santo Amaro para São Luís, acho que não tem ônibus (se tiver, são raros) e dependemos do guia em achar uma van que ia pra lá. Geralmente, o último dia termina 12:30h e o transporte até São Luís demora 4h30min. Grande parte da travessia é em areia firme e fria, então é melhor andar descalço ou com meia. Também tem inevitáveis passagens por lagoas menores, onde se molha, pelo menos, as pernas. Elas são boas para se refrescar (o tempo inteiro eu andei molhado ou úmido de propósito). Melhor época: junho e julho, alguns dizem agosto e até setembro, mas nestes muitas lagoas já estão secas. Preços: como junho e julho são os melhores meses, só diária do guia custa até R$250; hospedagem (café da manhã incluído), em redário, sai por R$35; jantar: R$30 a R$35; água de 2l: R$8. Converse com o guia para ver o que está incluído no preço dele (passeio pelo rio Preguiça, hospedagens e refeições, etc). Cansar vai, mas com certeza vale a pena. Acredito que uns treinos de caminhada de 8km sejam suficientes para preparação. Esta é a travessia mais tradicional do parque, mas tem outras de 6 até 10 dias! Levar: poucas roupas (inclusive com proteção UV), meias, chapéu (nessa época, não precisa levar nada para frio, nem tênis), chinelo, protetor solar, água (pode ser comprada em cada parada),  snacks (frutas desidratadas, amendoim e castanhas), dinheiro em espécie, lanterna (não é essencial, não precisa na caminhada, mas ajuda nas hospedagens), coisas de higiene pessoal (sabonete, escova, pasta, repelente). É recomendável levar aquelas baterias portáteis, power bank, mas dá pra usar a eletricidade em algumas hospedagens. Dia 28/jun - 1º dia: Pegamos um barco em Barreirinhas para fazer o passeio pelo rio Preguiça (R$80) por volta das 10h, o guia já nos acompanhava. O passeio é tranquilo, para em Mandacaru, onde tem um farol, também para em Caburé onde tem dunas e uma lagoa. Termina em Atins, banhamos em uma praia. Depois, final de tarde, caminhamos até Canto de Atins, cerca de 3,5h em ritmo tranquilo, sem paradas para banhos, o GPS marcou 12km de caminhada durante o dia todo (pareceu bem menos). Em Canto de Atins, tem dois restaurantes/pousada: do seu Antônio e da dona Luzia. A dona Luzia foi pioneira e é mais famosa, mas o guia disse que a fama subiu-lhe a cabeça, ficamos no seu Antônio. O camarão na chapa é o prato chefe de ambos, não é barato (com refri e água, saiu R$50 cada um o jantar), mas realmente estava muito gostoso. Dormimos em rede (R$35), local coberto com palha, com luz, mas sem paredes, até às 2:30h da manhã.
       
      Dia 29/jun - 2º dia: Prometia ser o mais pesado, cerca de 17km até Baixa Grande (o quarto dia que foi o mais cansativo). Começamos a travessia por volta das 3:15h, depois de um bom café da manhã, caminhamos sob a lua cheia iluminando tudo e temperatura amena. Andamos pela praia um bom tempo, cerca de 4h (com direito a cochilada no caminho) até chegar às dunas. Valeu a pena? Sempre, no entanto, tem gente que faz este trajeto de carro e isto economiza umas boas horas. Nas dunas, subida, descida, banho em algumas lagoas. Terminamos em Baixa Grande às 12:10h. Cansei muito! O GPS marcou, durante todo o dia, uns 27km. Eu digo "durante todo o dia", porque ainda caminhávamos pelos arredores do local da hospedagem para conhecer lagoas, rios, ver o pôr-do-sol. Baixa grande é um vilarejo no meio do deserto, mas com construção de alvenaria e vegetação por perto. Almoçamos galinha caipira por R$35 (preço padrão e não é você que escolhe o que comer). Descansamos e, à tarde, fomos para uma lagoa e ver o pôr-do-sol. Dormimos, como sempre, em rede (R$35 preço padrão), sem iluminação, mas coberto com palha e "paredes". O dia seguinte seria mais tranquilo.
       
      Dia 30/jun - 3º: Este terceiro dia foi tranquilo, acordamos por volta das 4:30h para sairmos às 5h, após café da manhã simples (tapioca e ovo). Caminhamos devagar, parando bastante em lagoas e terminamos antes do meio-dia em Queimada dos Britos, o GPS indicou 15km. Eu comecei a usar meia, pois vi que estava começando a formar bolha no meu pé. Almoço (R$35) era peixe (estava salgado), teve salada (artigo raro) e até sobremesa. Lagoas, pôr-do-sol, jantar e dormir cedo, porque não tem muito que fazer a noite.
       
      Dia 1º/jul - 4º: De novo, acordamos umas 2:15h, tomamos café e saímos para caminhar às 3h e alguma coisa. Só terminamos à 12:30h, exaustos, em Santo Amaro. Foi o dia mais longo e mais cansativo, cerca de 28km. Neste dia, mais uma vez, é possível pegar um transporte em Vassouras, economizando assim, uns 10km. Pergunta se pegamos? Não. Faltando uns 8km (talvez 6km), o guia novamente perguntou se queríamos pedir um carro e pagar R$50 cada um. Pegamos o carro? Não, só faltavam 8km... As lagoas perto de Santo Amaro são bem mais bonitas que as de Barreirinhas e, acredito eu, o turismo em Santo Amaro irá aumentar com a boa estrada já existente até São Luís (só falta transporte).
       

    • Por Priscilla Pimentel
      Oi, pessoal!!
      Eu que consumo tanto as informações desse lugar, hoje decidi relatar como foi a minha expedição no Jalapão, e quem sabe assim poder ajudar também!
      Minha expedição foi de 16/06/21 a 21/06/21 – 6 dias
       
      Bom ir para o Jalapão nunca foi um sonho, inclusive tinha outras opções que gostaria de conhecer antes, mas por indicações de amigos decidi ir ao Jalapão. 
      A primeira coisa a fazer é contratar uma agência, eu pesquisei algumas, mas preferi ficar com a Jalapa Adventure, que um amigo me indicou fortemente e não me arrependo!
      Já aviso que é uma viagem roots, de difícil acesso e cara também, mas quando você chega lá, dá para entender o porquê, lá é tudo muito distante mesmo, as estradas são péssimas e o acesso não é nada fácil. 
      Todo o meu pacote fechei com a Jalapa Adventure, então foi o pacote de 6 dias e 5 noites, que incluiu entrada nos atrativos, hospedagens, café da manhã, almoço e janta, exceto as bebidas (o pacote ficou R$ 2.800,00 sendo 30% de entrada, e o restante você paga em Palmas, antes de sair para a expedição e eles parcelam em até 3x). Obs. Esse valor não inclui os passeios opcionais como Rapel, tirolesa, rafting, Morro do Espírito Santo, Morro do Sereno.
      Peguei também com a agência a meia diária em Palmas e o Uber do primeiro e do último dia. (R$ 390,00 paguei um dia antes da viagem).
      A única coisa que comprei por conta própria foi a passagem aérea (de São Paulo para Palmas R$ 1.500,00)
      Uma outra coisa importante, a agência pede o teste do COVID, pode ser teste rápido. Mas achei isso muito bom, porque você vai ficar no carro com mais outras pessoas, então é bom prevenir. (paguei no teste do cotonete 109,00). Obs. Não são todas as agências que pedem.
      A agência passou meu contato para o Uber que ia me buscar, ele me mandou mensagem antes e alinhamos mais o menos o horário que eu chegaria em Palmas.
      Sai de São Paulo às 23:50 e cheguei em Palmas às 2h. Quando cheguei no aeroporto o meu uber já estava me esperando na saída. Demoramos uns 30min até chegar no hotel em Palmas.
      No hotel fiz o check-in e fui dormir (quarto individual), a minha saída no dia seguinte seria às 8h. 
      Obs. No meu grupo, expedição de 6 dias, seria eu e mais 4 pessoas, mas como uma delas testou positivo para a covid e as demais tiveram contato com ele, tiveram que reagendar a expedição. Sendo assim, eu fui remanejada para um outro grupo, porém esse outro grupo começaria um dia depois do meu, porque a expedição deles eram de 5 dias.
       
      1ºDia - Dia Rota das Cachoeiras em Taquaruçu
      Acordei, me arrumei e desci para tomar café. O guia (Cristiano, vulgo Fifity) chegou no horário combinado às 8h. 
      Obs. Eu estava de chinelo, mas troquei por uma botinha de trilha, já que íamos caminhar um pouquinho (trilha fácil e curtinha). Mochilinha pequena, só para levar toalha, protetor, chinelo etc.
      O primeiro dia fiz a rota só eu e o guia, já que meu grupo havia cancelado. Mas foi bem tranquilo, o guia foi sensacional!
      A primeira cachoeira foi a do escorrega macaco e depois a cachoeira da roncadeira, as duas são no mesmo local, e na roncadeira você pode fazer Rapel, passeio opcional, esse eu não fiz (R$ 120,00 por pessoa). Obs. Antes de iniciar a trilhar tem banheiros.
      Ahh essa trilha é bem legal, você pode ver uns macaquinhos, macaco prego, uma graça! A cachoeira não estava muito cheia, dava para entrar tranquilo.
      Saímos dessa cachoeira direto para o almoço, que foi na Cachoeira do Evilson. Fomos os primeiros a almoçarmos, o que foi ótimo porque depois descemos para a cachoeira e estava vazia, deu para tirar várias fotos e ouvir só o barulho da natureza 😍🍃.
      Voltamos para Palmas umas 16h, fiquei no mesmo hotel que estava. Foi ótimo chegar cedo, porque eu estava super cansada, já que não tinha dormido na noite anterior.
       
      2º Dia – Lagoa do Japonês e Pedra Furada
      Saímos do hotel de Palmas às 7h. E aqui já conheci meus companheiros dos próximos dias. Um casal Nat e Caio, uns fofos. No fim toda a exposição foi em 3 pessoas + o Guia Fifity.
      Partiu rumo à Lagoa do Japonês. Demoramos em média umas 3h muitaaa estrada ruim e muito calor (mas ficamos todos os dias com o ar-condicionado do carro ligado), aproveitamos o tempo na estrada para nos conhecermos.
      A Lagoa do Japonês é maravilhosa, linda demais, uma água cristalina de tirar o fôlego. Mas já aviso se você não souber nadar, que nem eu rs, não tem como aproveitar muito, tem umas partes rasas, mas a melhor parte fica onde só vão os nadadores kkkkk. Nessa parada tem uma ótima estrutura, banheiros, restaurante com comida muito boa e ótimos drinks! Obs. Aqui na lagoa tem a tirolesa, passeio opcional (R$ 40,00 por pessoa).
      Saímos da lagoa umas 15h e partimos rumo à pedra furada... Ai meu amigo aqui começa a emoção, pensa em umas estradas que é só área fofinha, parecia que estávamos nas dunas antes mesmo de chegar, uma sensação de que o carro estava surfando 😂. Por isso é importante ir com guia, eles conhecem o caminho e sabem como conduzir o carro em todas as situações, realmente o Jalapão é bruto!
      Chegamos na pedra furada é simplesmente lindo demais... Um ponto negativo, aqui começam a filas para tirar fotos, siiimmm tem fila para as fotos, o pior é que sempre tem alguém que gosta de tirar 1000 fotos e nunca está satisfeito 😅, o ruim é que quanto mais uma pessoa demora nas fotos, mas aumenta a fila, bom tirando isso o lugar é bem legal e tem um mirante lindo do cerrado! Aqui também tem banheiro.
      Hora de partir para a pousada, mas estrada de areia fofinha e estrada de terra. Chegamos umas 18h, ficamos na pousada Águas do Jalapão. Eu simplesmente amei!! Tem piscina, tem ofurô natural, tem massagem, tem lojinha, e tudo muito limpo e aconchegante. Os quartos não são pequenos (o que eu fiquei tinham 2 camas) e tem ar-condicionado. O café da manhã e o jantar são bem servidos e com variedades de comidas. Ahh tem um bar com drinks deliciosos e vários tipos de cervejas, dá para aproveitar beem! Recomendo que provem o drink de Açai e a caipirinha de Rapadura!
       
      3º Dia - Cânion Sussupara, Prainha do Rio Novo, Dunas e chegada em Mateiros
      Sem sombra de dúvida foi o dia mais cansativo!
      Às 6:40 já estávamos tomando café. O Fifity já estava pronto, colocou gelo no cooler, limpou o carro e estava só esperando a gente para guardar as malas. Ele simplesmente madrugava, para que quando acordássemos o carro estivesse prontinho só esperando a gente!
      Às 7h saímos da pousada, rumo ao Cânion Sussuapara, esse lugar é incrível! Parece um lugar meio sagrado tem uma energia surreal, uns paredões de rocha onde a água desce, é indescritível... Esse foi um dos lugares que mais gostei! Ficamos nesse ponto um tempinho e partimos.
      A próxima parada foi no almoço. Almoçamos na comunidade rio novo, é um lugar bem simples o restaurante é pequeno, mas tem uma comida maravilhosa!! Aqui também você pode experimentar sovertes artesanais com frutas da região, recomendo! O local tem banheiros.
      Obs importantíssima: Nessa parada eu vi muitas pessoas ficarem sem almoço, como comentei o lugar é pequeno e lá funciona por reserva, ou seja, aquelas pessoas que vão sem uma agência muitas vezes não sabem disso, e chega na hora não tem reserva e ficam sem almoço.
      Saímos da comunidade direto para a Prainha do Rio Novo que fica bem pertinho... o lugar é uma delícia, passamos um tempão lá. O nosso guia Fifity sempre nos lavava para almoçar cedo e isso era ótimo porque logo após o almoço partíamos para os atrativos e que na maioria das vezes estava bem vazio, já que todos estavam almoçando ainda.  A Prainha é maravilhosa, de água calma nas margens, do meio para frente tem uma correnteza bem forte e pode ser perigoso. Obs: Aqui não tem banheiro, tem só um espaço para se trocar.
      Partimos rumo as Dunas, mas antes fizemos uma parada no Recanto das Dunas, onde tiramos fotos com a Serra Espírito Santo de Fundo, tem também a Arvore dos Desejos para tirar foto e amarrar sua fitinha 😅. Aqui também tem um bar bem legal, eu particularmente passaria o dia bebendo e vendo o cerrado. Continuamos o caminho para as Dunas, paramos o carro em um ponto e fomos andando até as Dunas, dá uns 15, 20min. Bom preciso nem falar que é lindo demais, geralmente as pessoas ficam até o sol se pôr.
      Chegamos às 18:30 na pousada Buritis do Jalapão (que fica em Mateiros) a pousada é mais simples em comparação com a anterior, mas é bem confortável e nos quartos tem tv, frigobar e tem wi-fi.
      Descarregamos as malas, nos arrumamos e saímos às 19:30 para o jantar. Jantamos no Restaurante Extremo, um lugar muito fofo, comida boa e tem drinks e cervejas! Após a janta partiu descansar, porque esse foi um dia tenso.
       
      4º Dia - Fervedouros
      Aqui começa a rota dos fervedouros!
      E o primeiro foi o Rio Sono. O nosso guia Fifity foi muito bom, ele inverteu toda a ordem dos fervedouros e com isso pegamos alguns exclusivos, siiim só para nós, e em alguns casos tinham outras pessoas, mas não estava cheio. Bom nesse primeiro fervedouro foi o que mais aproveitamos sem sombra de dúvida, ficamos mais de 1h lá (geralmente tem limite para ficar nos fervedouros de 20min, caso tenha muita gente), até chegar o próximo grupo. Fizemos vários vídeos, fotos, e aproveitamos muito! Eu sinceramente não sei descrever como é um fervedouro, é algo muito diferente do que eu já vi na vida. A água é cristalina, com uma coloração incrível, tem uma temperatura agradável, e aqui você não afunda o que foi ótimo para mim que não sei nadar kkkkk.
      Seguimos para o Fervedouro Encontro das Águas, depois Fervedouro Buritis, bom todos são lindos, o que muda é que cada um tem uma característica de coloração e a maneira que cada um deles traz a água do subsolo à tona, com maior ou com menor pressão da nascente.
      Nesse dia almoçamos no Restaurante Rio Sono, a comida é maravilhosa demais, e eles são bem caprichosos, o lugar é muito bem cuidado e tudo muito limpinho.
      Visitamos os Artesanatos da Região, aqui tem várias coisas feitas de capim dourado, comprei algumas coisinhas rsrs. Eles aceitam cartão.
      Chegamos na pousada por volta das 17h, descansamos um pouco e nos arrumamos para ir jantar.
      Saímos às 19:30 para a janta, dessa vez comemos em lugar que vendia uns espetinhos, tinham várias opções de espetinhos e tinha opção que vinha com arroz, farofa e vinagrete. Estava bem bom os espetinhos!
       
      5º Dia – Morro do Sereno, Cachoeira da Formiga e Fervedouro
      Ahhh para mim a melhor parte da viagem =D
      Dia do passeio opcional Morro do Sereno, o casal que estava na expedição comigo não foi, então eu fui alocada a um outro grupo só para fazer esse passeio.
      Acordei as 3:30, coloquei a legging, blusa de frio, botinha, mochilinha com água e barrinhas de cereal e partiu! Sai às 4h da pousada e chegamos no início da trilha 4:30. No início da trilha eles te dão uma perneira para proteger da cobra, casa tenha, te dão um bastão de pau e uma lanterna, já que ainda estava escuro. Eu sou uma trilheira iniciante e cada vez mais apaixonada então para mim foi a parte mais incrível da viagem. Aqui é uma trilha com nível de dificuldade médio, tem em média 660 degraus SUBIDA TODA VIDA, demoramos +/- 1:30h até chegar no topo. Eu particularmente não achei fácil, mas consegui subir, tem uns bancos no caminho que dá para você sentar e pegar um ar. Bom quando você chega lá em cima é muito frio, por isso leve blusa! O céu de lá é tão lindo, super limpo sem nuvens, só as estrelas e a lua, vale muito a pena! Um pouco antes do sol nascer eles montam uma mesinha, com café, chá e club social, fofo demais! Aiii o sol começou a da sua presença ilustre, maravilhoso demais, eu fiquei ali um tempão admirando e agradecendo por tanta beleza e claro tirei várias fotos incríveis, ahh lá tem uns balanços para tirar foto, lindo demaisss. Umas 6:40 começamos a descida... Eu recomendo fortemente esse passeio. Obs: Esse é um passeio opcional e você paga para o seu guia (R$ 200,00 por pessoa).
      Às 7:40 eu cheguei na pousada, encontrei com o meu grupo, tomamos café e partiu mais um dia de fervedouros. E aqui pegamos nossas malas porque nossa próxima pousada fica em São Felix.
      A primeira parada foi na Cachoeira da Formiga. É um dos pontos mais bonitos sem sombra de dúvida, a água tem uns tons esverdeados que lembram esmeraldas e a água é super transparente. O ponto negativo aqui é que estava muito cheio, foi o ponto mais cheio que pegamos. A Dunas estava cheia, mas lá é bem maior então é mais tranquilo, agora a cachoeira da formiga não é muito grande então ficam todos muito aglomerados. Aqui tem um restaurante.
      Partimos para o Fervedouro Por Enquanto. E chegamos lá estava bem vazio, só tinha um grupo que já estava de saída. Aqui tem um restaurante e foi onde almoçamos, tem sorvetes de sabores da região. Ficamos um tempão aqui, aproveitando o fervedouro só nosso e depois almoçamos!
      Depois do almoço fomos para o Fervedouro do Alecrim, lindo também. E depois fomos para a pousada em São Felix. Ficamos hospedados no Fervedouro e Pousada Bela Vista! Que pousada lindaaaa, e tem um fervedouro dentro dela, depois das 18h o fervedouro fecha para visitantes de fora e fica aberto só para quem está hospedado na pousada, você pode entrar no fervedouro a noite, de madrugada a hora que quiser!!! A pousada é maravilhosa demais, os quartos são lindos e grandes, tem restaurante e tem um bar.
      Entramos no fervedouro a noite, depois nos arrumamos e fomos para o jantar.
       
      6º Dia – Cachoeira das Araras, Rafting e Retorno para Palmas
      Último dia =(
      Nesse dia tem um passeio opcional que é o rafting, eu não fiz, como não sei nadar fiquei com medo.
      Às 7h estamos tomando café, saímos da pousada às 8h para o rio onde se iniciava o rafting. O casal foi, como eu não fiz, fui com o guia Fifity para o fim do rio, onde finalizava o rafting e lá perto tem a Cachoeira das Araras, fiquei umas 2h, que foi o tempo de terminar o passeio do casal.
      Almoçamos no restaurante que fica onde termina o Rio, mas não lembro o nome do restaurante rsrs.
      Se você não sabe nadar, pode ir ao rafting caso queira, falaram que é bem tranquilo que é um nível fácil. (Passeio Rafting opcional 200,00 por pessoa)
      Após o almoço partimos para Palmas. No caminho tem uma parada para tirar foto na Serra da Catedral.
      Chegamos em Palmas umas 17:30h, o guia Fifity nos deixou na pousada e acabou a expedição =( . Ao todo foram 1200km rodados!
      Eu não dormi porque meu voo era para às 2h da madrugada, então a agência agendou para o transfer ir me buscar na pousada à 1h...
       
      Algumas dicas importantes!!
      - Veja bem a agência que você vai contratar, como relatei teve pessoas que ficaram sem pousada e sem almoço. As vezes o barato sai caro...
      - Não vá de chinelo branco. Sério eu fui de chinelo branco e ele ficou MUITO sujo.
      - Essa dica aqui é meio que opcional, leve uma escovinha pequena para lavar o chinelo na hora do banho e uma bucha de banho para lavar o pé, sério o meu ficou muiiito sujo kkkk.
      - Leve TUDO, absolutamente TUDO, que você possa precisar de uma farmácia/perfumaria. A farmácia no jalapão tem quase nada! Ou seja, leve remédios (eu levei remédio para dor de cabeça, para estomago, para cólica, para alergia e para enjoo porque passamos muito tempo dentro do carro e pode precisar) e produtos de uso pessoal.
      - Leve uma blusa de manga longa, a noite no jalapão faz um friozinho.
      - Se for fazer o passeio opcional das trilhas, leve um tênis e prefira ir de legging, porque a saída é de madrugada é faz frio.
      - Não vá de mala de rodinha, prefira mochilas ou mochilão. Isso porque o carro balança muito durante toda a expedição, então pode acabar danificando a mala, sem contar que é difícil colocar 5 pessoas e mais 5 malas de rodinha em um carro, mesmo sendo 4x4.
      - Nos fervedouros não pode usar protetor solar ou repelentes.
      - Não precisa levar muitas toalhas, eu levei duas e que acabei usando só nos passeios, todas as pousadas tinham toalhas.
      - Se você pretende ir sem agência, PLANEJE MUITO BEM ANTES. O Jalapão não é um lugar de fácil acesso, e é só estrada ruim, não tem sinal de celular e acho que nem oficina de carro tem rs! Então pense bem, principalmente se você não tem experiência. Eu mesma não iria por conta própria kkk.
      - Agende seu voo com um dia antes da saída expedição e um dia depois do fim da expedição, ou com boas horas de folga. Isso porque vimos um carro de uma agência que quebrou no último dia da expedição deles e o voo do grupo saia de madrugada, ou seja, eles estavam desesperados com medo de perder o voo. Melhor ter uma folga e não correr o risco, além de que você tem um tempo para descansar e em palmas tem algumas coisas para aproveitar também!
      - Leve dinheiro em espécie, muitos lugares não aceitam cartão, inclusive para os passeios opcionais.
      - Não jogue lixo na rua ou no cerrado, vi alguns lugares com garrafa de cerveja e papel jogado, muito triste ver isso. Vamos fazer um turismo consciente e ajudar a preservar a natureza!
      - Leve sacolas plásticas, para colocar o chinelo quando terminar a expedição, colocar biquínis ou roupas sujas, ou para jogar seu lixo durante as viagens.
      - Leve sapatinha aquática, para usar nas cachoeiras e na lagoa do japonês.
      - O sinal do celular não pega no Jalapão, só em alguns restaurantes ou pousadas que tem wi-fi.
      - O Jalapão pode ser visitado durante todo o ano. Mas dizem que de maio a novembro é a alta temporada.
      - Não tenha medo de ir sozinha(o), eu fui e foi muito tranquilo mesmo!
      - VÁ DE CORAÇÃO ABERTO e não espere luxo ou grandes estruturas
      - O Jalapão é um dos lugares mais lindos que já visitei.
       
      Se o Jalapão não está na sua lista de desejos, eu recomendo COLOQUE!
      Bom tentei relatar o máximo possível, mas são tantos detalhes kkkk, caso tenham dúvidas, podem me mandar mensagem, ficarei feliz eu ajudar!
       
      Eu fui com a agência Jalapa Adventure, mais que recomendo eles! Inclusive vou voltar ao Jalapão em breve e quero fazer Chapada das Mesas também, tudo com eles kkkk
      Instar: jalapaadventureoficial
      Telefone: (63) 99953-0606
       
      Meu instar caso queiram ver algumas fotos: prihmp
      Ou então só jogar na internet o nome dos lugares, vocês vão ficar encantados! 😍🍃
       
    • Por Breno Medrado
      Como está as restrições do covid para os países do mercosul? ainda tem muita coisa fechada ? E o movimento? Já tem muito gringo voltando a fazer esse roteiro Bolívia Peru e Chile ?? Algum de vocês fez essa viagem tem pouco tempo?? Um abraçp
    • Por Rodrigo Burle
      Este chalé fica em Solčava, Eslovênia (ver foto). Ele são muito populares nas áreas montanhosas, os menores são chamados de "hut" e os maiores "dom" e custam entre 17 e 30 euros, os preços variam de país para país.   Eles estão espalhados por todas as montanhas da Europa, e uma coisa que quase todos os refúgios têm em comum é uma vista espetacular (como este da foto). A estrutura é muito semelhante a um hostel, eles têm quarto privado e quarto compartilhado, estão sempre cheios de montanhistas. Na maioria dos parques nacionais é proibido acampar e isso em toda Europa. A multa é salgada e os rangers ficam o dia inteiro a procura de barracas, inclusive com helicópteros. Se você vai para as montanhas tenha em mente que você terá que dormir nestas refúgios algumas vezes, pelo menos nas montanhas mais altas ou em parques nacionais.   Dica para economizar   Se você vai para as montanhas da Europa, não importa em qual país. Você pode se associar a ao clube de montanhismo e ganhar diversos descontos, inclusive em acomodação. O mais legal é que se tiver o selo de reciprocidade, você pode usar em qualquer país (foto 4 e 5). A maioria dos refúgios que eu fiquei custavam na faixa de 30 euros, com o cartão da associação eu pagava 15.   Se você vai passar uma semana nas montanhas a 30 euros são 180, com o desconto você paga 105. São 75 euros, a anuidade varia de clube para clube (o da Eslovênia foi o mais barato que eu achei), paguei 30 euros. Você economizaria 45 euros. E quanto mais tempo maior a economia, vale a pena. Fora isso, você tem descontos em lojas de roupas e equipamentos entre outras coisas.   O site para se associar a um clube de montanhismo na Eslovênia é: www.pzs.si   Eu já ajudei centenas de pessoas com meu livro Liberdade Nômade, onde eu conto tudo que eu fiz e dou dicas para que você não passe nenhum tipo de aperto em suas viagens aprendendo com meus erros. Eu vou te mostrar que é possível viver viajando, independente do que você faz hoje ou sua idade.   Dê o primeiro passo para a liberdade, clique no link abaixo: https://bit.ly/liberdadenomade2021   Tem um monte de fotos das minhas aventuras no instagram: https://www.instagram.com/rodrigoburle/   E não esqueça, dê o primeiro passo!  Muito obrigado! 




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