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jarsgirl

espanha de carro - quantos dias ficar?

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Ola Pessoal,

 

eu e uma amiga vamos fazer uma viagem de carro na espanha. Queremos sair de Pamplona e seguir pelo litoral, indo de San Sebastian ate Santiago de Compostela. 

 

O total de horas, se fossemos de uma vez, seria 11 horas, mas queremos aproveitar as cidades e queria ajuda com os dias em casa. Sabemos que algumas da pra se fazer em poucas horas mas outras merecem mais. Se puderem me ajudar ficaria muito grata.

 

Pamplona

San Sebastian

Zarautz

Guernica

Biscaya

Bilbau

Santander

Gijon

Ribadacela (ou Oviedo/Ponferrada, Lugo, Santiago tambem eh considerado)

Lugo

Santiago de Compostela


Desde ja agradeco  

rota espanha.JPG

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Para ajudar mais, qual a época do ano pretendem ir? Curtem mais o litoral mesmo, ou a ideia é seguir o Caminho de Santiago, já que esta rota coincide muito com o caminho do norte?

 

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@jarsgirl Se for verão tudo bem,porém em outra época as cidades ficam desertas. Estive ai em Junho,fazia muito frio,porém atrações culturais não fecham nunca.

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12 horas atrás, filipelyrio disse:

Para ajudar mais, qual a época do ano pretendem ir? Curtem mais o litoral mesmo, ou a ideia é seguir o Caminho de Santiago, já que esta rota coincide muito com o caminho do norte?

 

Ola Filipe,

 

Iremos no inicio de setembro, um pouco depois da temporada de ferias, mas ainda quente.

 

A ideia eh seguir o litoral msm, pois queremos ir a cidades especificas. O caminho pretendo fazer ano que vem caminhando msm.

 

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13 minutos atrás, D FABIANO disse:

@jarsgirl Se for verão tudo bem,porém em outra época as cidades ficam desertas. Estive ai em Junho,fazia muito frio,porém atrações culturais não fecham nunca.

Oi fabiano,

vamos em setembro, o clima eh mais ameno mas ainda bom, mas ainda tem um movimento.

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Da sim!!! Eh que moro na Irlanda (to aqui tremendo na sensacao de -6 graus agora) entao 18 graus ta uma maravilha pra mim :)

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Entao, mas a pergunta que fiz eh relativa a quantos dias ficar em cada cidade, e nao quando ir. Por isso nao ha porque falar quando e porque.

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@jarsgirl As cidades de praia na Europa são bem procuradas no verão. Em outras épocas ficam desertas, então teria que falar. 

Por exemplo ano passado fui a Figueira da Foz que é um famoso balneário português em Maio.Faziam uns 10 graus e não havia nada para fazer. Como é perto de Coimbra,fui para lá, pois não era temporada. 

Das que listou conheço Compostela,é só museu,se gosta de 2 a 3 dias vê tudo.

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      Bom gente estou numa fase que quero curti minha vida de uma forma mas livre sentir a vida novamente andar por lugares que nunca andei olhar oque eu nunca olhei sentir a liberdade em minhas veias como se fosse meu sangue correndo estou aqui procurando aquela pessoa que não se encaixa mas nessa vida que vivemos estou querendo fazer o Brasil forma roots acampar por lugares lindos fazer minha comida na rua no Mato nos parques na praias se alguém tiver afim irei sair de porto alegre rumo nordeste em minha bike 26 com todas minhas coisas de mochilao meu what se quiser entrar nessa comigo irei trabalhar por onde passar tbm 


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      Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/
    • Por Mari D'Angelo
      Visitar Barcelona é, entre outras coisas, imergir profundamente no mundo colorido e orgânico de Gaudí. O arquiteto catalão nasceu em Reus e passou a maior parte de sua vida em Barcelona, onde deixou um grande legado de obras modernistas, sempre inspiradas em elementos encontrados na natureza. Suas técnicas normalmente fugiam do convencional para época, como por exemplo o uso da maquete invertida em que ele utilizava correntes e cordas com pesos nas pontas e através de um espelho via a imagem invertida. Além é claro, dos mosaicos coloridos feitos com fragmentos de cerâmica ou vidro, sua marca registrada.
       
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      PS. A casa é tão incrível que serviu de inspiração para os cenários do Castelo Rá-tim-bum!
       

       
      O edifício construído em 1877 fica no bairro modernista de Barcelona, no Passeo de Grácia, uma das avenidas mais famosas da cidade. Foi reformado por Gaudí entre 1904 e 1906 a pedido do proprietário, Don José Battló Casanovas. A princípio a ideia era demolir todo o prédio e recomeçar do zero, mas no fim acabou sendo “apenas” uma reforma. Há vários mistérios em relação aos simbolismos utilizados pelo arquiteto, a teoria mais famosa é de que o telhado, com suas escamas coloridas representa um dragão, que ao lado da cruz, homenageia São Jorge. Os balcões da fachada tem formatos que se assemelham à crânios, e por isso o conjunto ganhou o apelido de “casa dos ossos”.
       
      Fomos em uma chuvosa e fria noite de novembro e tivemos que encarar uma pequena fila (mas é possível comprar pela internet, o que não fizemos!). Ao entrar você recebe um áudio-guia que faz toda a diferença na visita, dê o play e viaje com as explicações e ambientações de cada cantinho da casa.
       
      A visita começa no térreo, onde já é possível perceber que Gaudí se inspirou totalmente nos elementos marítimos e nas características de diversos animais. Não há um elemento reto na casa, desde os objetos até as paredes cuja textura lembra escamas de peixe. O corrimão da escada de carvalho que leva ao andar nobre sugere a espinha dorsal de um grande animal. Os vasos são peças de Pujol I Bausis ceramista.
       

       
      As portas e janelas, todas com formatos orgânicos, são feitas de madeira e vidro, sendo a parte de cima ornamentada com vitrais coloridos que dão um efeito incrível. Gaudí se preocupou muito para que a casa recebesse bastante iluminação natural, para isso fez aberturas estratégicas em alguns locais e trabalhou as portas com vidros foscos, para que a luz passasse de um ambiente para outro sem perder a privacidade.
       
      No andar principal há uma curiosa lareira em cerâmica com formato de cogumelo que foi contruída onde antes era o escritório. José Battló pediu que ela tivesse bancos confortáveis para que a família desfrutasse do espaço em dias frios.
       

       
      O salão principal é uma das partes mais interessantes, o teto, todo retorcido, sugere o movimento da água e o lustre central simboliza uma água-viva. A enorme janela tem vista para a badalada avenida. Pensando na questão do arejamento, Gaudí criou um esquema simples e genial de abertura de ventosas localizadas abaixo das portas para entrada regulada do ar (quase que como um ar condicionado da época).
       

       
      No pátio externo há uma fonte e um colorido jardim de cerâmica, feito com as sobras da fachada. Mas como estava chovendo bastante, não conseguimos aproveitar muito as partes externas da casa.
       
      O pátio interno é todo coberto por azulejos em diferentes tonalidades de azul, com tons mais claros nos andares baixos, onde há menos entrada da luz e tons mais escuros nos andares altos, além disso as janelas também seguem esse conceito, sendo maiores nos andares inferiores e menores nos superiores. Neste local é possível perceber totalmente a inspiração de Gaudí nos ambientes marinhos, vidros irregulares dão a sensação de estar embaixo d’água.
       

       
      No último andar, chamado de águas furtadas, todas as paredes tem uma coloração verde água, os arcos parabólicos catenários que sustentam o terraço tem o formato de costelas e projeções representam o que funcionava nos locais. No fim, um vídeo bastante lúdico mostra todo o encanto da casa que acabamos de visitar.
       

       
      No terraço há um conjunto de chaminés decoradas com mosaicos de cerâmica e o suposto dragão.
       
      Além de todo o trabalho estético e arquitetônico, Gaudí também desenhou a fonte usada nos números das portas, projetou detalhes como as maçanetas (que eram feitas para encaixar anatomicamente na mão) e criou diversos móveis, como estas cadeiras expostas no fim da visita.
       

       
      Dicas úteis:
       
      Site oficial: http://www.casabatllo.es
       
      Valor: Adulto 21,50€ | Estudante 18,50€ | Crianças -7 anos não pagam (outros valores no site)
       
      Horário: Todos os dias, das 09:00 às 21:00 (Entrada até as 20:00)
       
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/por-dentro-da-surreal-casa-battlo-de-gaudi/
    • Por Mari D'Angelo
      Quando se vai pra Londres com dois Beatlemaníacos, a esticadinha até Liverpool é obrigatória!
       
      Tínhamos apenas 5 dias em Londres, é super pouco e muita coisa fica de fora. Mas mesmo assim, acho que vale sim a pena “matar” um dia para conhecer o passado e a história de John, Paul, Ringo e George.
       

       
      Depois de muita discussão sobre como iríamos, optamos pelo trem (não é o mais barato, mas é o mais rápido). Compramos pelo site http://www.thetrainline.com,'>http://www.thetrainline.com, aqui a dica é examinar todos os horários possíveis de ida e volta, as vezes uma saída uma hora mais cedo/tarde é a metade do preço. Pegamos o trem na estação Euston e em menos de 2:30 depois desembarcávamos na Lime Street, em Liverpool.
       
      Primeiro passo foi achar o centro de informações turísticas, que fica pertinho da estação, nossa ideia era comprar o Magic Mystery Tour, o famoso ônibus amarelo que faz todo o roteiro Beatles. Mas, para nossa surpresa (e felicidade), a funcionária perguntou se não preferíamos tour privativo, pagando menos. Claro que preferíamos! Mas como bons brasileiros, já estávamos esperando qual seria a pegadinha. Depois de muitas perguntas aceitamos, ainda meio desconfiados, e agendamos horário e local para o motorista nos pegar.
       
      Eis que chega Danny, um tipo cabeludinho, com rosto de caricatura e muito simpático!
       
      O fato é que valeu muito mais a pena! Estávamos em 5, a capacidade máxima do carro e pagamos £45 no total, enquanto no Magic Mytery o valor é £16,95 por pessoa, ou seja, se estiver em um grupo de 3 pessoas já compensa pegar o tour privativo! O motorista-guia vai contando as histórias de cada lugar (em inglês), mostra fotos antigas dos integrantes da banda em frente aos lugares que visitamos e de quebra ainda vai colocando as músicas de acordo com os lugares que vamos conhecer, muito mágico! (ps. só não sei como ele aguenta ouvir as mesmas músicas todos os dias rs). Enquanto descíamos em todos os pontos, sem muvuca e sem pressa, víamos o ônibus amarelo só passando rápidamente, ou seja, eles cobram mais caro e oferecem bem menos.
       

       
      Ah, prepare-se para entrar em desespero a cada curva, como lá é mão inglesa, nós que não estamos acostumados temos a impressão constante de que o carro vai bater, ou que crianças no banco do passageiro estão dirigindo o carro! Rs
       
      A primeira parada foi a casa onde nasceu Ringo Starr, ela esteve a ponto de ser demolida para revitalização da área. Não é possível entrar, mas você pode fazer como milhares de turistas (especialmente brasileiros) e deixar sua marca nos painéis que cobrem a porta e a janela.
       
      Um detalhe interessante, que confesso não me lembrar precisamente da história, é uma inscrição extremamente sutil, feita pelo pai do baterista, entre os tijolos da casa em frente à de Ringo, escrito “Beatles”.
       
      Próxima parada, Penny Lane, umas das ruas de Liverpool (e também o nome do bairro onde ela se encontra). O local é famoso pela música, escrita por Paul, onde ele retrata diversos locais que fizeram parte da rotina de todos eles, como a Barber shop, que demos uma entradinha para conhecer. Antigamente a prefeitura tinha que recolocar as placas da rua constantemente, pois os fãs as “levavam de lembrança”, hoje as placas não existem mais e o nome agora é pintado nos muros.
       

       
      ps. Aqui nosso motorista-guia se mostrou também um ótimo fotógrafo, pediu nossa câmera e arrumou um ângulo perfeito para uma foto diferente!
       
      De lá, seguimos para a antiga casa de Paul McCartney, onde ele e John Lennon começaram uma das parcerias mais famosas da história. Dizem até que vez ou outra ele aparece na cidade e passa por lá. Ela é aberta para visitação porém não entramos (inclusive é um roubo, mais de £20! ).
       
      Em seguida fomos para o Strawberry Fields, o antigo orfanato próximo a casa de John, onde ele e sua tia Mimi participavam das festas anuais no jardim. O icônico portão é hoje uma réplica.
       

       
      Próxima parada, casa onde John Lennon passou a infância e a adolescência. Aqui também é possível visitar, mas também não entramos (mas tiramos muitas fotos imitando a pose de John no portão em um antigo retrato).
       
      Seguimos para o lugar onde Lennon e McCartney se conheceram, a St. Peter’s Church, onde John estava tocando com sua banda Quarrymen e um amigo em comum os apresentou. Ainda no mesmo local há um cemitério com as lápides de Eleanor Rigby e McKenzie, citados na música que leva o nome da garota.
       

       
      Pra finalizar o tour, Danny perguntou se preferíamos ir até a casa do George, que era um pouco mais afastada ou conhecer o bar onde John Lennon costumava beber, o Ye Cracke. A resposta foi unânime, o bar! Como os tours convencionais não costumam passar por lá, estava super vazio, apenas um grupo de ingleses barulhentos dividiam o local conosco.
       
      Saímos a pé em direção ao Cavern Club, o trajeto era curto, mas o frio congelante estava difícil de aguentar! No caminho passamos pelo centrinho de Liverpool e como já era quase Natal, tudo estava enfeitado! (Ao contrário da maioria das pessoas do mundo eu amo coisas natalinas!)
       
      Terminamos a noite no Cavern, que foi o lugar onde ocorreu a primeira apresentação dos Beatles, depois disso eles tocaram lá muitas outras vezes, foi também onde conheceram seu empresário Brian Epstein. Depois da fama, a banda não voltou a tocar lá. A casa foi demolida em 1973 e anos depois reconstruída alguns metros depois do local original. Hoje ela é frequentada por turistas, com alguns itens originais dos Beatles e sempre um cover tocando, adivinha… Beatles! Rs
       
      Ah, cuidado para não entrar no genérico, no outro lado da rua.
       

       
      Com certeza um fã de Beatles faria deste texto um livro, eu como não tenho tanto conhecimento assim (e já não me lembro de tudo que ouvi por lá) me limito a compartilhar a experiência de uma simpatizante, que adorou a cidadezinha dos quatro garotos de Liverpool!
       
      Informações úteis:
       
      Trem Londres-Liverpool: http://www.thetrainline.com
       
      Tour privativo: http://www.fab4tours.co.uk | 2 horas – £45 para até 5 pessoas (mais opções no site)
       
      Ônibus Magic Mystery Tour: http://www.cavernclub.org/the-magical-mystery-tour/ | £16,96 por pessoa (mais opções no site)
       
      Ingressos para as casas onde eles viveram na infância: http://www.nationaltrust.org.uk/beatles-childhood-homes/
       
      Relato original com mais fotos e trilha sonora http://www.queroirla.com.br/liverpool-para-beatlemaniacos-ou-nao/


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