Ir para conteúdo
  • Faça parte da nossa comunidade! 

    Encontre companhia para viajar, compartilhe dicas e relatos, faça perguntas e ajude outros viajantes! 

Arquivado

Este Post foi arquivado e está fechado para novas respostas.

Posts Recomendados

Não preciso dizer que ando com problemáticas sérias, além de me sentir aprisionada dentro de um local em que deveria chamar de lar. Não sei, me sinto perdida, busco por alguma ajuda, companhia e o que mais for possível. Claro, muito provavelmente terei alguns impasses, o que é natural, principalmente por tomar medidas ''não convencionais'' sobre o que pretendo fazer com minha vida. Tenho 18 anos, desempregada, não estou cursando nada academicamente, pois onde moro, conseguir qualquer coisa tem se tornado um grande fardo. Andei maquinando, pensando, refletindo sobre o que ''planejo'' neste ano, não posso deixar que o ano de 2019 seja levado em vão como no ano passado.

Minha ''empreitada'' consistiria em conseguir ajuda de alguém que estivesse disposto(a) em confiar em mim, ao ponto de permitir que ficasse em alguma casa, enquanto buscasse por um trabalho e me ajudasse a conhecer também determinado local.

Sei que pode parecer uma ideia fantasiosa, que, de alguma forma, não condiz com a realidade, mas quem disse que temos que seguir os ''ideais'' que os outros estão seguindo?

(OBS: Não tenho um tostão, literalmente, seria ou na base de uma bicicleta ou não sei bem o quê).

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Em 01/03/2019 em 10:39, Orbitals disse:

Não preciso dizer que ando com problemáticas sérias, além de me sentir aprisionada dentro de um local em que deveria chamar de lar. Não sei, me sinto perdida, busco por alguma ajuda, companhia e o que mais for possível. Claro, muito provavelmente terei alguns impasses, o que é natural, principalmente por tomar medidas ''não convencionais'' sobre o que pretendo fazer com minha vida. Tenho 18 anos, desempregada, não estou cursando nada academicamente, pois onde moro, conseguir qualquer coisa tem se tornado um grande fardo. Andei maquinando, pensando, refletindo sobre o que ''planejo'' neste ano, não posso deixar que o ano de 2019 seja levado em vão como no ano passado.

Minha ''empreitada'' consistiria em conseguir ajuda de alguém que estivesse disposto(a) em confiar em mim, ao ponto de permitir que ficasse em alguma casa, enquanto buscasse por um trabalho e me ajudasse a conhecer também determinado local.

Sei que pode parecer uma ideia fantasiosa, que, de alguma forma, não condiz com a realidade, mas quem disse que temos que seguir os ''ideais'' que os outros estão seguindo?

(OBS: Não tenho um tostão, literalmente, seria ou na base de uma bicicleta ou não sei bem o quê).

Oi 

Tenho Uma Ideia Bastante Legal 

Vou te mandar uma msg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

  • Conteúdo Similar

    • Por wesley west
      A felicidade só e real quando e compartilhada por isso busco outros mochileiros para essa viagem, ainda sem roteiro mais em planejamento assim que a aberturas das praias for decretada vou sair nessa viajem. obs: procuro companhia pra a viajem ser mais segura também. 
      MOTIVO: A vida e só uma e quero aproveitar minha, essa viagem pra mim vai ser uma janada para me desenvolver como pessoa e realizar um sonho tenho 20 anos e não quero passar mais um ano da minha trabalhando por um salario minimo trocando o capital mais importantemente dessa vida que e o tempo por dinheiro.
      -Um pouco sobre mim: tenho 20 anos estudo técnicas de sobrevivência a 2 anos acampo 1 vez em cada 3 meses a 2 anos estudo desenvolvimento pessoal era muito nerd quando criança hoje só bastante extrovertido e comunicativo.
      -Requisitos para a aventura: +18 obrigatório, aventureiro(a), desenrolado e que leva a serio esse estilo de vida. WHATSAPP; +55 84 988656915
       
       
    • Por Leandro Z
      Resolvi escrever este relato pois não vi muitos parecidos. A minha viagem foi sozinho, sem alugar carro (mas alugando bicicleta e pegando caronas) e sem fechar nada com agências antes de ir, em abril de 2019. Essa parte é importante: não precisa fechar nada com agência antes.
      Pois bem, antes de ir, pedi orçamentos para várias agências que achara na internet e o que eles me mandaram me espantou, era tudo extremamente caro!  Coisas como: Circuito das Cachoeiras por R$220 + R$180 do transporte; R$320 o trecho Cuiabá-Chapada (sendo que o ônibus urbano custa R$18), queriam cobrar até por passeio no parque que é de graça! Não tive coragem de reservar nada antes, até viajei desanimado para resolver tudo na cidade. Felizmente, tudo deu certo e saiu bem mais barato do que se tivesse fechado com agência.
      Chegando ao aeroporto, que fica em Várzea Grande,  peguei Uber até a rodoviária de Cuiabá, R$25. Na rodo, peguei um bus urbano da CMT (tem da Rubi tbm) por R$18 até a Chapada dos Guimarães (este é o nome do município, não é só do parque ou da região). Os ônibus saem a cada 1:30h. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães fica antes da cidade com mesmo nome e desci lá, onde conheci três cachoeiras sem precisar de guia e sem pagar: Véu da Noiva (só mirante), dos Namorados e Cachoeirinha. A água estava barrenta, mas o poço era bom para banho e as quedas eram altas. Anda-se bem pouco para cada uma delas. Minha intenção era ir para cachoeira da Salgadeira, dali são 6km, mas achei arriscado andar pela estrada sem acostamento. Fiquei esperando o ônibus, pedi algumas caronas e quem acabou parando foi uma família que parou sem eu pedir, eles também estavam saindo do parque e haviam me visto lá. Pelo que percebi, pedir carona é comum lá, pois o parque fica a 12km da cidade. Fui pro hostel, onde me indicaram a guia Camila (65-996110587), entrei em contato com ela e com outras dos sites:
      http://www.chapadamt.com.br/guiasdeturismo.asp
      http://www.ecobooking.com.br/Relacao_guias_autorizados.php?XXtrE=v3vbnqw03mgj17ydlzef
      Isso foi bom, os preços direto com os guias eram MUITO mais baratos, inclusive se precisasse de transporte. Fiquei no Hostel Chapada, R$50 por noite, bem localizado, perto da praça.
      No dia seguinte, resolvi alugar uma bike na Bike e Cia, por R$30 o dia, para ir a cachoeira do Marimbondo e da Geladeira, que ficam próximas uma da outra e cerca de 15km, ida e volta, do centro. Pra ir foi tranquilo. Na cachoeira do Marimbondo, paga-se R$10 para entrar e anda bem pouco, uns 300 metros. Cachoeira larga, com um poço raso, mas gostosa. Fiquei 1h e fui pra da Geladeira, 1km dali, paga-se mais R$10 e anda uns 600m. É a cachoeira mais bonita que fui na chapada: água verde, queda gostosa, poço bom para banho. Fiquei um tempo. Pensei em ir até a Cachoeira Rica, mas descobri que, apesar do nome, não tem cachoeira! É só um vilarejo! Ainda bem que não fui, são uns 30km de lá. A volta foi um pouco cansativa mesmo nos pontos que não pareciam subida íngreme. Depois, ainda fui ao mirante Morro dos Ventos, tem uma bonita vista de campos e até uma cachoeira na lateral, entrada R$5. Rodei cerca de 20km de bike no total. Comi massa no Pomodori, muito boa (um pouco caro)!

      No 3º dia, peguei carona com um cara do hostel que havia alugado carro, aí baixou quinze reais no preço do passeio Circuito das Cachoeiras, no final, paguei R$85. Tinha agência cobrando R$220 pelo passeio mais R$180 pelo transporte! Transporte que era de apenas 12km! Este passeio, Circuito das Cachoeiras, ocorre no Parque Nacional (cuja entrada não é paga), mas só pode ser feita com guia. Consiste em 8km passando por várias cachoeiras (eles falam 7, mas acho que não...). A melhor é a última: das Andorinhas, super alta e bom poço pra banho. Vale a pena! Depois, ainda deu tempo de ir até a Salgadeira (R$15 por carro) de carona, esse lugar passou por uma demorada reforma e manipularam até a cachoeira concretando a parede dela. Comi pizza na Marguerita, muito boa, mas um pouco cara.
      Dia 4: no dia do Circuito das Cachoeiras, conheci um cara gente boa que também tinha alugado carro em Cuiabá. Aproveitei e fui junto com ele para a cachoeira da Martinha (R$10 o estacionamento). Neste caso, se não tivesse ido de carona, teria ido de ônibus urbano (o mesmo que sai de Cuiabá em direção a Campo Verde). Disseram que essa cachoeira é tipo um "piscinão de Ramos", farofada e tal, no dia que eu fui, sábado de manhã, estava bem vazio, mas parece quem muita gente faz churrasco lá, até porque é de graça. Cachoeira muito boa, grande, larga e super forte! Correnteza boa para boia-cross e para nadar. De lá, fomos para a cachoeira Jamacá (R$20 por pessoa), que no Glooglemaps aparece como Quilombo do Alemão. Esse alemão é o Mário, um naturalista que lutou pela demarcação do parque. A cachoeira é alta e forte com poço muito raso para nadar. Lugar bacana. Almoçamos, por volta das 14h, no restaurante Maná, comida bem simples, parece que o local nem abriu oficialmente. Esse dia terminou cedo. Jantei sozinho no Cavii, comi um ótimo hambúrguer com coalhada seca e pesto, entre outros.

      Domingo, último dia, fui até a bicicletaria e estava fechada. Resolvi ir a pé até a cachoeira gratuita do Nonhô (acho que é isso, se não, é Nhonhô), 5km, localizada próxima ao supermercado Pelé e a pastelaria Lhufas, entre a placa azul de "Bem-vindo" e um outdoor, a cerca está caída e tem uma trilha. Fui perguntando, perguntando e cheguei a trilha, desci até a cachoeira. É pequena e não muito alta, mas gostosa para se refrescar. Fiquei pouco tempo, pois queria ir até a cachoeira da Tartaruga. Na estrada, pedi carona e o segundo carro que passou parou prontamente. Ele passou pela bicicletaria, estava aberta (no domingo, ele abre quando liga pra ele), então resolvi descer. Mais R$30 pelo aluguel, andei 3,5km até a porteira do sítio (tem no Googlemaps), tive que passar a bike por cima e andar mais uns 3km. Obs: muitos guias me falaram que tem cachoeira em propriedade particular, mas pode pular a porteira, a cerca e ir tranquilamente, esta era uma delas. A cachoeira da Tartaruga fica quase no final da estrada de terra, quando começa o gramado, à direita. A cachoeira é alta, com pouco volume de água, poço bom para banho. Ainda deu tempo de comer no Trapiche Regionalíssimo, por kg, cerca de R$54, comida muito gostosa.  Peguei bus para Cuiabá. De lá, peguei Uber para o aeroporto.
      A região tem muitas cachoeiras e muitas nem podem ser visitadas. Acredito também que algumas sejam pequenas e simples. Algumas que não precisam de guia e fiquei sem conhecer: do Segredo, da Bailarina, do Índio, Águas do Cerrados (trekking). Outros passeios que precisam de guia (mas não feche com agências antes, fale direto com os guias): São Jerônimo, Vale do Rio Claro, Cidade de Pedras,  Águas do Cerrado, caverna Aroe-Jari. Se quiser ir para Nobres (bate e volta), aí tem que fechar com alguma agência, parece que custa R$250, ou se informar com guias.
      https://zahiandoporai.blogspot.com/2020/06/chapada-dos-guimaraes-mt.html
    • Por Filipe O. Barros
      Fala aí gente! Tudo bom? Bem, eu sou um jovem sem experiências de mochilao, mas tenho muita vontade de aprender e pegar o jeito, tenho em mente pro futuro quando pegar o jeito percorrer a costa do Brasil, preciso de companheiros de viagem para que me ajudem, quero fazer uma viagem com pouco dinheiro e free camping, de início queria fazer um trajeto não enorme nem minúsculo. De apenas uma semana por aí. Desculpem o texto grande, precisava explicar que não tenho experiência e o tipo de trajeto que quero fazer. Obrigado!
    • Por Tiagolaimer
      Pessoal, a uns dois anos fiz um mochilão cruzando o Uruguai para testar se era possível mesmo viajar sem grana, fazendo toda grana necessária pelo caminho. Acabei estendendo e conheci mais lugares e países. 
      Morei em Templo Hare khrishna, aprendi meditação com os monges, cozinha vegana, fiz voluntariado em hostel pra caramba e acabei conseguindo uma boa experiência. 
      Penso em ir novamente, quem sabe quando o Covid passar. Mas desta vez quero conhecer o restante da América e ir até onde der. Neste mesmo estilo, carona,  wild Camp, voluntariado em hostel, trabalhar por comida e afins. 
      Se alguém estiver interessado... Vai precisar de mochila, coragem e disposição, só isto. 
      Ah e não pode ser fã do atual presidente. Embora a ideia seja aprender com o diferente, é diferença demais pra mim. 
    • Por Sofia Volpe
      Oi pessoal, como vai? Eu amo viajar, mas sempre tive o enorme problema chamado: Sem dinheiro para isso. Contudo, observando tanta gente que viajava sem nunca colocar a mão no bolso, ouvindo aquelas supostas lendas sobre passagens aéreas gratuitas que só pareciam ser reais na teoria e etc, decidi ir atrás de alguém que ensinasse um passo-a-passo sobre como conseguir isso também. Encontrei, então, essa playlist (clica no sublinhado) no youtube que ensina bem direitinho como fazer para viajar sem abrir a carteira. No início, fiquei meio duvidosa, pois jamais havia testado na prática esses truques, até que fiz a primeira tentativa. Desde então, nunca mais parei. Então, resolvi ajudar mais pessoas a fazerem o mesmo. Já fui para Inglaterra, Irlanda, Itália, Argentina, Uruguay, França, só com esses truques. Super recomendo. Espero que essa playlist ajude vocês tanto quanto me ajudou. 


×
×
  • Criar Novo...