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Olá, viajantes!

Estou terminando a faculdade e tenho economizado dinheiro há algum tempo para realizar o sonho de desbravar o mundo. Para tanto, estou engatinhando nos primeiros passos de planejamento de uma viagem. A ideia, de início, seria tirar de quatro a seis meses para mochilar pelo menor custo possível (até porque não tenho muita grana) por países como Índia, Nepal, Tailândia, Indonésia, Austrália e Nova Zelândia. Vocês teriam algum buscador de passagens para buscar meios de transportes mais baratos na Ásia e na Oceania? A exemplo do GoEuro e da Rome2Rio...

Qualquer dica é muito bem vinda. 

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1 resposta a esta questão

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@Andresa Wendt Dos países citados, a Nova Zelandia e a Australia darão uma baixa na sua grana, lá é realmente muito caro para os nossos padroes. De toda forma, planejando bem voce consegue fazer uma boa trip por lá.

Quando iniciei minha RTW comecei pela NZ > AUS e depois parti para o sudeste asiático. Voce nao precisa comprar uma passagem de ida/volta para sair do Brasil e perder a passagem de volta, voce pode comprar por exemplo BRA > NZ e NZ > AUS. Se fizer isso, antes embarcar para a AUS já terá que ter comprado a passagem de saída de lá, o pessoal no checkin vai ti cobrar isso.

Na NZ tem algumas empresas de onibus que cruzam o país de ponta a ponta e planejando antecipadamente seu roteiro é possível comprar trechos a partir de NZD1.00, normalmente a Intercity oferecem esse tipo de bilhete bem em conta para o primeiro bilhete emitido para o trecho e depois os valores vao aumentando conforme a venda. Entao o quanto antes voce comprar, mais barato vai pagar.

Na Australia nao me recordo de achar nada tao em conta, dependendo de onde estiver e pra onde for voce pode fazer a viagem de trem.

Nos outros países da Ásia é tudo muito barato (alimentaçao, transporte, hospedagem, etc). Para deslocamentos aereos existem muitas empresas low cost, mas uma das que tem a melhor malha aerea, abrangendo mais lugares é a Air Asia. Mas dê uma pesquisada na net sobre cia lox cost na Asia que voce encontrará quais as principais cia de cada país.

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    • Por Birigui
      Fala galera! Estou aqui para relatar mais uma trip que fiz aqui na Austrália. A trip foi agora em Setembro de 2020 para Alice Springs e arredores incluindo Uluru.
      Foram 13 dias de viagem percorrendo aproximadamente 2300Kms de Campervan.
      Como sempre vou mostrar meu roteiro e dar umas dicas que funcionaram para mim!
      Roteiro:
      Alice Springs
      Simpsons Gap
      Standley Chaam
      Ellery Creek Big Hole
      Serpentine Gorge
      Ochre Pits
      Omiston Gorge
      Erldunda Roadhouse
      Kings Canyon
      Uluru
      Mount Olga
      N’Dhala Gorge Nature Park
      Corroboree Rock
      Jessie Gap
      Emily Gap

       Como moro na Austrália fiz a pesquisa de passagem aérea e decidi utilizar a Qantas por ter voo direto de Brisbane (cidade a 60km de onde moro) para Alice Spring (onde eu já havia feito a reserva da minha Campervan).
      Devido ao Covid o preço da aérea está bem salgado AUD $797 (ida e volta). Já a Campervan o preço foi muito similar do que paguei na minha trip para a Tasmânia que deu AUD$1350 com seguro extra.
      Segue o link do meu relato sobre a Tasmânia.
       
       
       
      Dicas:
      As locadoras de campervan têm tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico à seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma espécie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$250 no meu cartão de crédito que foi reembolsado após o retorno do veículo, já que devolvi a mesma em perfeitas condições. Como meu ponto de inicio da viagem foi Alice Springs eu fui ao mercado abastecer a Campervan com suprimentos e valeu muito a pena já que muitos lugares não têm mercadinhos e quando tem o preço é bem mais caro do que o vendido na cidade. Compre agua para beber! O lugar é desértico, seco e muito quente. Eu comprei exatos 60 litros de agua e olha que não sou uma pessoa que consome muita agua e os 60 litros foram consumidos por completo e esta agua eu só usei para beber e não para cozinhar. Combustível é outra coisa que se deve ter atenção. Isto porque não tem posto em qualquer lugar e às vezes você dirigi por Kms sem absolutamente nada perto. Então para não ter riscos sempre quando o tanque chegava próximo a metade eu parava e abastecia. Muitas vezes os “postos” são dentro de propriedades privadas e com isto o preço é mais caro, porem não tem o que fazer. NÃO, NÃO, NÃO dirija a noite na região. Isto porque além dos tradicionais animais como cangurus, dingos, etc., no Northen Territory (NT) existem muitos cavalos selvagens (são animais introduzidos e depois abandonados), vacas e bois soltos e por incrível que pareça muitos camelos selvagens também (outro animal introduzido e depois solto) o que pode causar sérios acidentes. Fiquem espertos com os horários de funcionamento dos Campergrounds porque os mesmo costumam fechar as 17:00 hr. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic já que no meio do percurso não existe sinal de celular. Os APPs para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu utilizava o CamperMate ou o Motorhome Republic Travel. Se tiver com mais de uma pessoa indico reservar um Hire private do aeroporto para o centro que sai mais barato e a dica é ligar e reservar com o Sr Denis que é um senhor muito gente boa e que mora por lá já faz anos. Contato 0418 853 075. Os parks na sua maioria ficam dentro de terras Aborígines o que quer dizer que tem suas regras e as pessoas devem respeita-las e em algumas delas a família (é assim que os grupos são conhecidos, se falar que são tribos você estará sendo muito rude com eles) cobra uma taxa de visitação - mas devido ao Covid muitos não estão cobrando. Compre telas de mosquitos para por na cabeça! Isto mesmo!  Tem muita mosca e elas são extremamente chatas e importunas querendo entrar na sua boca, nariz e olhos o tempo todo. Quanto mais quente, mais moscas.
      O verão é a época de chuvas no NT e por incrível que pareça quando chove por lá chove de verdade! Com isto os rios secos ficam cheios de agua o que é muito bonito de se ver. Porem muitas estradas passam por dentro destes rios e no período de chuvas muitas estradas são fechadas. Então se programe para não ter surpresas desagradáveis e perder dias de viagem preso em um ponto ate que o rio baixe suas aguas.
      Agora vamos para a parte que interessa que é a viagem!
      1º dia – Gold Coast/ Brisbane – Alice Springs
      Como moro em Gold Coast e o voo saiu de Brisbane. Eu reservei um estacionamento no aeroporto para deixar o carro durante o meu período da viagem.
      De Brisbane o voo foi direto para Alice Springs onde cheguei por volta das 12:30 hr (mais ou menos 3 horas de viagem).
      Do aeroporto até a cidade tive que pegar um transfer já que não tem transporte publico do aeroporto até o centro.
      Existem algumas opções como taxi, ônibus fretado e motorista executivo (este eu só descobri no ultimo dia).
      Eu escolhi o ônibus que custa AUD$17 por pessoa e ele te deixa na sua hospedagem ou na locadora de carro. É só informar o endereço no momento que está comprando o ticket.
      Como cheguei no domingo e só iria pegar a campervan na segunda eu reservei uma hospedagem em um backpacker chamado Alice Secrets.



      No check-in o manager falou que o centro de Alice Springs é um pouco perigoso para os padrões Australianos ao anoitecer.
      Dei um role pela cidade (que é bem pequena) para conhecer e voltei para o backpacker para tomar um banho, me trocar e ir a um festival de luzes que estava acontecendo por lá e eu não sabia.
      Este festival é anual e se chama Parrtjima e valeu muito a pena ir conhecer, pois além de ser bem legal e bonito é grátis e tem transporte de graça também.

      2º dia – Pick-up a campervan e iniciar a viagem
      Acordei bem cedo e fui tomar meu café da manha na cidade De lá fui andando (aproximadamente 1km do centro) buscar a campervan (negociei com o manager do backpacker de deixar minhas coisas lá e voltar já com a campervan só para buscar).
      Já com a campervan, fui direto para um mercado abastecer de mantimentos e agua potável para ter uma boa autonomia de viagem e aproveitar que os preços do mercado em Alice Springs são exatamente os mesmo de outra cidade da Austrália.
      Feito isto voltei para buscar minha mala no Backpacker e já peguei estrada sentido Oeste de Alice Springs.
      Minha primeira parada foi Simpsons Gap, lá fiz as trilhas e já peguei estrada sentido Standley Chaam.
      Standley Chaam é uma propriedade privada Aborígine então você paga uma taxa para fazer as trilhas mas se acampar no local o preço do camping já te dá direito de entrar e fazer as trilhas e foi isto que resolvi fazer.
      O valor por pessoa é de AUD$18 com chuveiros de agua quente e power site.
       
       
      3º dia – Ellery Creek Big Hole até Stuarts Well Roadhouse
       
      Acordei cedo como de costume, fiz um café da manha bem reforçado e já peguei estrada sentido Ellery Creek. Este ponto tem um waterhole que tem agua o ano todo e pode entrar na agua sem problema.
      De Ellery peguei estrada novamente sentido Serpentine Gorge. Lá o waterhole estava praticamente seco e não pode entrar na agua por ser considerado sagrado.
      O lugar é bem bonito e como em outros lugares não dá para acreditar que ali em alguma época do ano (verão que é a época das chuvas) pode ter agua porque é muito seco.
      De Serpentine fui em direção a Ochre Pits que é uma área considerada sagrada pelos Aborígines.
      Lá existe um paredão com “argila” colorida que era usada em rituais no passado, hoje a família responsável pelas terras ainda tem autorização para coletar esta “argila” para realizar os rituais.
      Saindo de Ochre peguei sentido para Omiston Gorge e novamente o waterhole está praticamente seco e não pode entrar.
      O legal é ver que mesmo no meio de tantas pedras, terra vermelha, existe muita vida.
      Como próximo ponto de interesse, e onde eu iria passar a noite está fechado, resolvi começar a descer para o Uluru e passar a noite em Stuarts Well Roadhouse que é um ponto de descanso já descendo sentido Uluru.
      Aproveitei que passaria por Alice Springs novamente, abasteci o carro e acabei fazendo um almojanta em uma Tavern e passar em Bottleshop e comprar umas bebidas (sobre bottleshop em Alice vou falar um pouco sobre no final).
      Após comer, liguei no lugar onde iria dormir já que o GPS mostrava que iria chegar depois das 17 e queria já deixar reservado para não ter surpresas.
      Cheguei ao local por volta das 19 e já havia escurecido então foi um final de tarde meio tenso já que dirigi por uns 40 minutos já sem luz do sol o que deixa a viagem muito perigosa.
      Como já tenho ideia dos riscos, dirigi com a atenção triplicada e em uma velocidade não maior que 60 km/h para caso apareça algum animal no caminho eu tenha tempo de frear.
      Stuarts Well é apenas um ponto de parada na estrada onde tem o posto de gasolina, restaurante, e na parte de trás do posto fica o campergroud e nada mais.


      4º dia – Erldunda e Kings Canyon
       Como de costume acordar junto com o Sol, tomar um café da manha reforçado, abastecer e pé na estrada sentido Kings Canyon.
      Eu queria ter parado no Rainbow Valley, mas na estrada já tem um aviso falando que é extremamente recomendado para carros 4x4 então achei melhor não arriscar e enfiar uma Campervan de 3.5 T e 9 metros de comprimento e atolar a bagaça e talvez estragar uma parte da viagem.
      Então fui direto para Erldunda que é apenas um local de passagem, mas fica exatamente no centro a Austrália


      Parei para dar uma esticada nos gambitos, tomar um sorvete porque com o calor eu merecia um e depois seguir viagem.
      Neste ponto da estrada ou você segue reto sentido Adelaide (sim a estrada corta o centro da Austrália de Norte a Sul que vai de Adelaide para Darwin) ou entra a direita sentido Noroeste que é o caminho que leva para o Uluru.
      A estrada é uma “reta” interminável com nada em volta a não ser as paisagens alucinantes com cores diversas. E, por incrível que pareça, tem alguma vegetação e muitos pássaros.
      Dirigi por horas sem passar por nenhum carro ou lugarejo. Portanto se o carro quebrar é sentar e ficar esperando alguém passar, já que o sinal do celular não existe.
      No caminho até Kings Canyon passei por outro ponto que queria ter conhecido, mas estava fechado (Mt Ebenezer).
      Chegando em Kings Canyon existe dois campergrouds um chamado Kings Creek Station que fica a 45km do Kings e outro chamado Kings Canyon Resort que foi onde fiquei e ele é a 5 km do Kings.
      O nome Resort é mais porque é um complexo de hospedagem onde tem desde o local 5 estrelas até o Campergroud onde fiquei.
      No local tem posto de gasolina, uma vendinha e um “restaurante” para quem quer comer alguma coisa.
      No Kings Canyon tem duas trilhas uma rápida e outra mais longa e como já passava das 15:00 quando cheguei por lá deixei a mais longa para fazer no outro dia pela manha.
      Após fazer a trilha mais curta voltei para o camperground para ver o por do sol e além do por do sol também pude ver um dingo de role pelo camping.
      4º dia – Kings Canyon – Uluru
      Acordei, comi e fui fazer a trilha mais longa do Kings Canyon que é um loop de 6 km com subidas e descidas.
      Depois da track, lá fui eu para a estrada novamente, desta vez sentido Ayers Rock Resort, que é o vilarejo que dá acesso ao parque onde tem o Uluru e A Olga.
      No caminho a uns 100 km antes de chegar tem um lookout que já dá para ver a pedra Uluru.
      É muito loco porque ainda está distante, mas a pedra já pode ser vista e apreciada.
      Cheguei em Ayers Rock no fim de tarde e reservei 3 dias no camperground.

      5º dia – Uluru e sunset
      E chegou o dia tão esperado que era conhecer o Uluru! Uluru é a maior pedra de monólito do mundo, isto mesmo Uluru não é uma montanha e sim uma pedra gigante de 348 metros de altura.
      Como de costume aquele café da manha reforçado e bora para o park Kata Tjuta visitar a grande pedra.
      Normalmente o parque tem uma taxa de visitação de AUD$ 25 por pessoa por três dias (o ticket já é para 3 dias – se quiser conhecer e fazer todas as trilhas do park - no Uluru e the Olga -  você vai precisar desses dias!). Devido ao Covid esta taxa não está sendo cobrada e a previsão é que ela não seja cobrada até 2021.
      Ver o Uluru de perto é surreal porque é totalmente diferente das fotos e a altura da pedra é de deixar qualquer um de boca aberta.
      Tem uma track de quase 11 km que circula o Uluru e foi esta que fiz!
      O interessante é que o Uluru é uma pedra sagrada para os Aborígines. Então quando você faz a track você pode ver vários pontos que eles ficavam e na trilha tem varias placas contando as historias e tudo mais.
      Você vê pinturas feitas a mais de 600 anos atrás e como eles passavam as informações dos mais velhos para os mais novos. É muito legal saber destas historias!!
      Depois que terminei a track voltei para o camperground para dar uma relaxada e voltei no final de tarde para ver o por do sol num pont the sunset dentro do próprio park.
      Ver a pedra mudar de cor junto com o céu é uma experiência fora do comum.


      6º dia – Atividades free do Resort e Field of Light
      Este dia decidi ficar pelo resort já que como alguns pontos que queria ter visitado estavam fechados eu fiquei adiantado no meu cronograma.
      Então resolvi fazer algumas atividades culturais Free que o resort disponibiliza para todos.
      ·                  Bush Yarns
      ·                  Bush food experience
      ·                  Capturing the Cosmos
      ·                  Didgeridoo Workshop
      ·                  Guide Garden Walk
      Estas atividades iniciam as 10 am e vão até as 4pm sendo um intervalo entre uma para a outra de aproximadamente 20 min então a minha manha e parte da minha tarde foi bem movimentada e cheio de aprendizados.
      No dia que cheguei havia reservado uma atividade chamada Field of light que é uma intervenção artística no meio do deserto com luzes de pequenas lâmpadas de fibra ótica.
      Este evento me surpreendeu porque não estava acreditando muito por ver em fotos (sabemos que nem fotos mostra realmente como é o negócio).
      Imagina um local do tamanho de 7 campos de rugby com milhares de luzes conectadas por mais de 450 km de fibra ótica e no meio do nada......
      É muito loco e bonito porque as luzes vão mudando de cor e com a escuridão e silencio do deserto trás um efeito que é difícil de descrever em palavras.  Custa AUS$ 44 por pessoa e você fica 1 hora andando no meio dessas luzes.

      7º dia – Sunrise e Olga
      Cai da cama as 5 a.m. me troquei e pequei estrada sentido parque para poder assistir o nascer do sol no Uluru.
      Não tomei nem café da manha já que, como a casa sempre ia comigo, resolvi primeiro assistir o nascer do sol e depois faria meu café da manha de frente para Uluru.
      Ver o nascer do sol no Uluru é muito loco porque assim que a luz do sol começa a parecer junto vem diversas cores e vidas do deserto.
      A pedra do Uluru vai mudando de cor com a chegada dos raios do sol.
      Ver o por do sol e o nascer no Uluru é muito loco e interessante.
      Depois do show do nascer do sol preparei meu café da manha reforçado e fui para Olga que é um conjunto de rochas redondas muito loco tmabém.
      No Park Kata Tjuta tem 2 tracks para ser feitas, uma de aproximadamente 1.5 km e a mais legal de 7.5km onde você faz um loop passando entre as pedras do Mt Olga. Fiz essa maior e valeu muito a pena!


      8º Dia – Ross River Resort
      Acordei, tomei meu café da manha e peguei estrada direto para Ross River que fica a 80km ao Leste de Alice Springs.
      Como o caminho passa por Alice Spring, deixei para bastecer a Campervan e comprar algumas coisas que estava precisando em Alice que o preço é melhor.
      O retorno me tomou o dia todo porque fui sem pressa e parando para tirar algumas fotos na estrada e também aproveitei para almojantar em Alice.
      Ross River resort é uma fazenda de 1898 e dentro dela tem o camperground.
      O lugar estava bem tranquilo e relaxante.
      9º Dia – N’Dhala Gorge, Carroboree Rock, Jessie Gap e Elily Gap
      Saindo do Camperground, todos os pontos que eu tinha interesse em visitar ficavam na mesma direção então fui visitando um após o outro até retornar a Alice Springs. Alguns são pontos próximos, lugares sagrados para os Aborígenes e bem próximos da rodovia.
      10º 11º e 12º dias – Alice Springs
      Como acabei adiantando os pontos de visitação devido alguns estarem fechados e outros eu ter gasto menos tempo do que imaginava acabei ficando com três dias sobrando.
      Então fiz algumas pesquisas se valeria a pena subir ao Norte de Alice sentido Darwin para ver algo mas os pontos mais interessantes ficavam a mais de 500km e, perguntando no centro de informação disseram que se eu tivesse subindo seria interessante parar em alguns pontos mas, sair de Alice só para isto, o pessoal do centro de turismo acharam que não valeria a pena.
      Com isto acabei curtindo um pouco mais de Alice visitando:
      Alice Springs Telegraph Station (vale muito apena visitar este ponto histórico) Alice Springs Desert Park Natural Museum Central Australian Aviation Museum Araluen Cultural Precint (Centro Cultural do Aborígene)



      13º dia – Retorno para casa
      Acordei meio sem horário arrumei as malas e organizei a campervan e fui fazer o drop off.
      Chamei o Sr Denis que me levou até o aeroporto, no caminho ele foi contando historias da vida dele e como ele foi parar em Alice Springs e muitas outras histórias.
       
      Visão geral da viagem:
      Como comentei no inicio infelizmente Alice Springs não é um local muito seguro “nas visões Austrália”. Lá foi a primeira cidade que vi muitas grades e cadeados, problemas com álcool; violência doméstica e pequenas “jovens gangs” é comentado na cidade.
      Mas não irei falar muito aqui primeiro para não ser mal interpretado e outra talvez o meu ponto de vista possa ser muito diferente de outras pessoas, então não quero deixar uma visão para não criar um “pré-conceito”.
    • Por Birigui
      Fala galera!! Gostaria de relatar uma viagem que eu e uma amiga fizemos pela Tasmania agora em Março de 2020!
      Foi uma viagem de 10 dias com aproximadamente 2.400 Kms percorridos de Campervan (para quem não conhece é um tipo de Motorhome montado no chassi de uma Van).
      No relato vou dar meu roteiro e algumas dicas que para mim funcionou muito bem!
      O roteiro
      Hobart Bruny Island Port Arthur / Eaglehawk Neck / Blow Hole / Devils Kitchen / Remarkable Cave Mount Field National Park Strathgordon / Dam Cradle Mountain National Park(North gate) Stanley / The Nut Penguin / Bakers Beach / Greens Beach Launceston Freycinet National Park Triabunna / Orford Hobart
      Como moro na Australia fiz uma pesquisa de preços nas CIAs aéreas de baixo custo e fechei a passagem com a Tigerair (Gold Coast - Hobart ida e volta AUD$293). A Campervan usei o Site/ APP da Motorhome Republic que é estilo a Skyscanner que checa todas as lojas de locação de Campervan - AUD$ 1,723 para 2 pessoas, já com seguro total e Km livre). 

      Antes de iniciar o relato da viagem gostaria de deixar algumas dicas que fizeram diferença para mim na viagem.
      Dicas:
      As locadoras de campervan tem tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico a seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma especie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$5000 no meu cartão que foi devolvido após 14 dias úteis do retorno da Campervan (já que não tive nenhum problema). Todos os National Parks cobram uma taxa de visitação e ela é cobrada por pessoa. Porém existe um Passe que dá direito a entrar em todos os parques que vale para um automóvel e até 6 passageiros. O passe custa AUD$60 e é válido por 3 meses. Já os tickets individuais custam em média de AUD$ 16 por pessoa. Então se tiver em 2 pessoas e visitar 2 parques o Pass vale bem mais a pena. site para emitir o Park Pass - https://passes.parks.tas.gov.au/ Para comer eu fazia uma pesquisa em Tavern pelo caminho e dava prioridade para comer neste lugares já que o preço normalmente é bem melhor que restaurantes e os pratos são bem servidos e saborosos. Em média eu pagava AUD$20 a AUD$25 por prato. Muita atenção com o horário de funcionamento de restaurantes, camperpaks, etc., porque os lugares fecham bem cedo para quem está acostumado com as coisas no Brasil. Restaurantes fechavam por volta das 20:00 hs. Camperparks também costumam fechar cedo então se quiserem dormir nos Camperparks é bom ligar antes das 16:00 hrs para reservar (alguns aceitam self-check-in). Existem vários camperparks free porém sem nenhuma estrutura (banheiro, cozinha, etc.) e normalmente estes camperparks ficam nos parks ou na estrada. Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic ou para aqueles que quiserem usar o mapa do Google eu sugiro pegar um chip telefônico da Telstra que é a principal operadora de celular da Australia e que me deixava com sinal praticamente 95% do tempo. Os APP para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu usava o CamperMate ou o Motorhome Republic Trave. Quando for programar a rota e o sentido de como irá fazer o trajeto, indico fazer no sentido horário. Isto porque quando você estiver descendo do Norte para o Sul pela costa você estará de frente para o mar, o que te dá a oportunidade de ver várias paisagens lindas. As estradas tem uma pavimentação perfeita porém são bem estreitas e com muitas curvas, subidas e descidas. As velocidades não são altas o que acaba tornando a locomoção um pouco mais lenta. Tomar muito cuidado ao dirigir ao amanhecer, anoitecer e a noite. Isto porque são os horários que muitos animais vem para perto das estradas se alimentar e com isto o risco de atropelar os bichinhos é muito grande (infelizmente você vê muitos mortos pelo caminho). Levar capa de chuva ou roupa a prova d'água porque o clima na Tasmania muda muito rápido e chove bastante pela região. Entre um lugar e outro, é possível parar em vários pequenos lugares e lookouts que são indicados na estrada e não estavam no roteiro.   Agora vamos para a parte que realmente importa que é a viagem.
      1° dia - Hobart
      CDB - Centro da cidade Porto Wellington Park Cheguei por volta das 15:00 hrs horário local e fui direto pegar a Campervan. As empresas de Campervan ficam ao arredor do aeroporto e a que eu loquei não disponibilizava o serviço de pegar o cliente no aeroporto. Por isto, tive que pegar um Taxi até o local que ficava aproximadamente 5 Km de distancia e paguei AUD$ 16.
      Na locadora fiz todo o procedimento e já fui direto para o Camperpark que já havia reservado e ficava bem próximo do aeroporto para fazer o check in e em seguida já fui para o centro de Hobart que fica a 20 Km do aeroporto.
      Estacionei e dei uma volta pela área do Porto e CBD (CBD é como é chamado o centro das cidades). Aproveitei e já parei em um restaurante para almoçar porque já era umas 17:00 hrs.
      Após o almoço resolvi passar no mercado para fazer umas compras e abastecer a Campervan com comida, bebida e água potável.
      Do mercado resolvi subir para o Mount Wellington para ver a cidade de cima! 
      2° dia - Port Arthur 
      Seven Miles Beach Eaglehank Neck Blow Hole Devil Kitchen Port Arthur Historic Site Remarkable Cave Acordei cedo tomei meu café da manha na Campervan e fui caminhando até a Seven Miles Beach já que ficava muito próximo do Camperpark.
      Fiquei um tempo na praia apenas contemplando porque estava frio e chuviscando.
      No caminho para o Port Arthur fui parando em alguns pontos para tirar fotos e conhecer (Eaglehank Neck, Blow Hole, Devil Kitchen).
      De lá já peguei a estrada em direção a Port Arthur Historic Site que é onde tudo começou aqui na Australia. Era o presidio que a Inglaterra enviava os presos para cumprir suas penas que variavam de anos à perpétua (perpétua - porque o preso não poderia mais voltar para a Inglaterra).
      O ticket para entrar no Site é AUD$40 que dá direito a uma visita guiada de 40 min e um passeio de barco pela baia.
      E por ultimo parei no Remarkable Cave.
      3° dia - Bruny Island
      Salamanca Market - feirinha que só ocorre todos os Sábados das 8:00 as 15:00 hrs em Hobart Acordei cedo para pegar o inicio da feira. É uma feirinha com muitas barraquinhas de produtos variados (comida, artesanatos, bebidas, etc). 
      Depois de 2 horas de feira, peguei a estrada sentido Bruny Island. Para chegar na ilha tem que pegar um ferry que custa AUD$ 60 (ida e volta) para carros acima de 6m.
      Chegando na ilha peguei a direção do farol parando no The Neck lookout onde você consegue ver o mar dos dois lados.
      De lá fui para a Lighthouse que tem uma vista muito bonita na extremidade da ilha.
      Iria fazer um outro tracking mas tive um pequeno problema com o freio de mão da minha Campervan o que me consumiu um tempo precioso e tive que desistir e retornar para o continente.
      4° dia - Mount Field
      Trilhas Strathgordon / Gordon Dam Como fui direto da Bruny Island para Mount Field consegui dormir no camping que tem dentro do park nacional o que me economizou tempo para as trilhas do dia seguinte.
      Ao acordar fui pegar informação no centro turístico do park para definir quais trilhas iria fazer e decidi por uma que leva em média 3 horas ida e volta.
      Depois das trilhas peguei o carro em direção ao Gordon Dam que é uma barragem de uma usina hidrelétrica de 1974.

      5° dia - Cradle Mountain 
      Dormi em um Camping Park a 2 km da entrada do parque nacional o que foi muito bom para ganhar tempo de deslocamento.
      No parque visitei o centro turístico para definir qual trilha fazer e acabei fazendo duas delas.
      O legal neste parque que você deixa o carro no centro turístico e pega o ônibus do park que te deixa no inicio de cada trilha.
      Neste park é fácil ver alguns animais peculiares da Australia como os Wallabes (que são os cangurus menores) e o Wombat.

      6° dia - The Nut
      The Nut Stanley Penguin Brakes Beach Greens Beach Iniciei o dia visitando The Nut. É um park nacional que fica em cima de uma grande rocha que tem acesso ou por trilha ou por teleférico e que dá uma visão bem bonita do mar.
      A cidadezinha de Stanley é bem pitoresca e nela foi filmado o "The Light Between Oceans".
      Novamente na estrada fui sentindo Penguin que é uma cidade que tem varias estatuas e desenhos de pinguins (nada alem disto....mas é bem engraçado).
      Não demorei muito na cidade e já fui em direção as duas praias que queria visitar. Nesta duas praias tem vários pontos para fotos e algumas trilhas.
      7° dia - Launceston
      Cataract Gorge St Helens Launceston é a segunda maior cidade da Tasmania com um CBD com muitos prédios históricos que vale a visita.
      Do CBD fui para o Cataract Gorge Park fazer algumas trilhas e ver uma hidrelétrica de 1895.

      Após o park peguei a estrada para St Helens onde visitei alguns dunas de areia e suas praias.
      8° dia - Freycinet National Park
      Bay of Fire Binalong Freycinet Bay of fire é uma baia de aproximadamente 25 milhas que ganhou este nome porque os colonizadores Ingleses viam, à noite, as fogueiras feitas pelos Aborigines.
      Também nesta região as pedras tem uma coloração alaranjada devido a simbiose entre um fungo e uma alga.

      Saindo de Binalong fui para Freycinet, que dentro de todos os parks visitados, é o que tem uma estrutura maior com restaurante e camperpaks.
      Passei no centro turístico para pegar informações das trilhas e acabei fazendo 3 delas (Wineglass Bay, Honeymoon e Cape Tourville).
      9° dia - Hobart
      Triabunna Orford Triabunna e Orford tem saídas para o park nacional Maria Island. Não tive tempo para fazer este passeio já que além do tempo do ferry as trilhas são grande e não entra carro na ilha. Apenas dei uma volta nas cidades e peguei o caminho de volta para Hobart.
      Em Hobart visitei o Tasmanian Museum and Art Gallery que tem entrada free. Subi novamente no Wellington Mount e por fim dei uma volta no porto.
      10° dia - Gold Coast
      No 10° dia apenas devolvi a Campervan e retornei para casa.
       
      Espero poder ajudar o pessoal que está montando seus roteiros de viagem.
      Nos vemos na minha próxima viagem.
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      Dicas de Viagem para Índia que Você deve Ler antes de Viajar!
      Vestimenta para as mulheres
      Respeitando as tradições e costumes da Índia, as mulheres devem estar sempre com a região dos ombros coberta. Não é aconselhável usar camisetas sem mangas, bermudas curtas ou calças jeans ou legging. O jeans, apesar de ser uma das vestimentas mais banais no Ocidente, na Índia é ainda considerado super sexy. Em muitos lugares, não é bem visto. Dica, se for usar jeans ou legging, coloca uma bata compridinha. Se for usar camiseta coloca um lenço por cima da camiseta.
      Na Índia: mulher solteira = jeans e mulher casada = roupa tradicional indiana. Para 99,9% dos indianos, mulher que mostra o corpo ou usa roupas justas que marquem o corpo, está pedindo para ser assediada e é um convite aos mais assanhados. Sendo assim, para evitar os olhares de reprovação e comentários alheios recomendo usar calças largas, saias compridas, blusas no estilo de batas. Nos templos sagrados, os visitantes devem estar adequadamente vestidos e todos devem cobrir a cabeça com véus ou lenços.

      Remédios/Higiene
      Na Índia, as farmácias são raras, e para os remédios simples alopáticos, eles pedem receita médica. A medicina comum na Índia é a Ayurvédica. Claro que você poderá experimentar os remédios ayurvédicos, mas para maior segurança aconselho a levarem as nossas medicações ocidentais: Analgésicos, Anti-inflamatório, Antibiótico, Antigripal. E também para dor de garganta, tosse, diarreia e vômitos. É recomendável levar medicamentos para intoxicação alimentar, a maioria dos viajantes tem problemas com comida nas primeiras semanas. Poderá sentir dor de estômago, leve Omeprazol. 
      Sempre leve na sua mochila um rolo de papel higiênico, itens básicos de higiene (álcool gel, pasta de dente, toalha, lenço umedecido, as meninas levar absorvente, etc). É possível encontrar esses itens nas cidades para comprar, mas nem sempre tem o suficiente nos hotéis, hostels, restaurantes e banheiros da Índia. 
      Sempre constatar se as garrafas de água mineral estão seladas com o selo do fabricante, já que alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas com água “torneiral” para revender como se fosse mineral. 
      Dicas de viagem para Índia: Turismo
      As famosas turísticas Cidades da Índia são:
      • Nova Deli (capital de tradição milenar e porta de entrada);
      • Agra (a cidade do Taj Mahal, uma das 7 maravilhas do mundo moderno);
      • Jaipur (a cidade rosa, no Rajastão);
      • Jaisalmer (a cidade dourada, também no Rajastão);
      • Amritsar (cidade sagrada do Sikhismo, 5º maior religião do mundo);
      • Varanasi (cidade sagrada do hinduísmo, 3º maior religião do mundo. Onde rolam as cerimônias no Rio Ganges);
      • Khajuraho (a cidade dos templos com esculturas que lembram Kama Sutra);
      • Rishikesh (conhecida como a capital mundial da Yoga);
      • McLeod Ganj (aos pés do Himalaia, é a cidade onde vive o Dalai Lama e os tibetanos no exílio);
      • Mumbai (centro financeiro e de maior riqueza arquitetônica do país);
      • Calcutá (capital cultural do país com cinco Prêmios Nobel).
      Visto
      Agora pessoas que vão para Índia como turistas podem tirar o visto pela internet. O novo visto eletrônico tem validade de 30 dias e custa 60 dólares. Basta acessar o site visto eletrônico indiano. Quando terminar de preencher tudo, você deve pagar a taxa do visto e só então receberá o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem) por email. A taxa deve ser paga no mínimo quatro dias antes da viagem e no máximo 30 dias antes da data da chegada.
      O visto de turismo eletrônico pode ser pedido no máximo duas vezes por ano. Ele não pode ser prorrogado ou convertido para outros tipos de visto. O governo indiano disponibiliza, 24h por dia, um Centro de Apoio de Vistos. O serviço está disponível pelo número +91 11 24300666 ou por email: [email protected]
      Se você pretende ficar mais de um mês, deve seguir o método antigo, através da Embaixada ou Consulado da Índia no Brasil. (nesse caso o visto vale por 6 meses)
      Vacina
      A única vacina obrigatória é contra febre amarela. É preciso ser vacinado no mínimo 10 dias antes de embarcar. Atenção, aquele cartão fornecido pelo posto não serve! É obrigatório apresentar, ao chegar na Índia, o Certificado Internacional de Vacinação, mais conhecido por Cartão Internacional de Vacinação, que é um documento emitido pela emitido pela ANVISA, pois nele comprova que o viajante vacinou-se contra febre amarela. Neste artigo tem o passo a passo de Como conseguir o certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Outras vacinas são aconselháveis, embora não obrigatórias. Tétano, raiva, paralisia infantil e hepatite A são algumas delas. 
      Clima
      Não pense que a Índia só faz calor, tipo de 45°C. A temperatura média varia: De Fevereiro a Maio (verão) de 20°C a 40°C podendo chegar até 45°C. De Junho a Setembro (chuvas frequentes) de 25°C a 38°C. De outubro a janeiro de (inverno) de 15°C a 20°C. 
      Poluição
      Nova Deli, local que mais recebem visitantes na Índia, é considerada a cidade mais poluída do mundo, ultrapassando a super poluída Pequim. A confirmação oficial de que a capital indiana está no topo da lista negra do meio ambiente foi dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A poluição do ar é um problema de saúde sério na Índia. A estimativa é a de que pelo menos 10.500 pessoas morram todos os anos na cidade indiana em decorrência de doenças provocadas pela péssima qualidade do ar.
      São mais de 400 idiomas e dialetos. O oficial é o hindu, e o inglês é a segunda língua mais usada. A palavra mais conhecida em hindu é: Namastê (Oi – na verdade quer dizer muito mais que isso, mas a ideia é cumprimentar). Não existe rúpia indiana à venda no Brasil, por isso leve dólar, o Real não é bem aceito por lá. É um país de grande diversidade cultural e nesse artigo você vai ficar surpreso com as 17 Curiosidades sobre a Índia que você precisa saber. 
      Ótima Dicas de viagem para Índia né?! Não perca mais tempo, programe agora mesmo sua viagem para conhecer de perto os costumes e curiosidades do povo indiano. 
    • Por Viaje Comigor
      Fala, mochileiros!
       
      Para quem for para a Nova Zelândia, recomendo muito a região sul da ilha norte, onde fica Rotorua e Matamata. É incrível!
      Fiz um vídeo sobre a ida à Hobbiton, cénario dos filmes "O Senhor dos Anéis" e "O Hobbit".
      Vejam aqui:
      Espero que gostem e boas viagens!
       
    • Por rubens.manoel
      Bom, finalmente consegui um tempinho para deixar meu relato sobre as duas semanas que passei na Índia.
      Vamos começar com os pontos básicos:
       
      • CUSTO
      A Índia é um país onde é tudo muito barato, você economiza com comida e hospedagem, porém o que irá pesar no custo total será o valor passagem que você encontra sempre na faixa de R$3500-4000. Eu consegui passagens pela Etihad por R$2800 com escala em Abu Dhabi.
      Assim o custo total da minha viagem foi de R$6000.
       
      • ROTEIRO
      A Índia possui cidades com características totalmente diferentes e o clima muda muito de uma região para outra. Viajei entre final de abril e começo de maio e peguei temperatura acima de 40 graus quase todos os dias, sendo a máxima de 45 graus.
      A minha entrada/saída no país seria por Nova Deli, assim pensei um roteiro que não fizesse viagens longas mais saísse um pouco do já manjado Triângulo Dourado dividindo assim:
      Nova Deli (3 dias ) – Agra (2 dias) – Jaipur (3 dias) – Jaisalmer (3 dias) – Jodhpur (3 dias)
       
      • TRANSPORTE
      No deslocamento entre cidades o melhor custo x benefício é o trem, mesmo com o grande número de acidentes ferroviários.
      No deslocamento dentro das cidades usa-se o tuk-tuk pra tudo é prático e barato. Em Delhi tem metro e em Jaipur estava para ser inaugurado.
      Para poder comprar passagens de trens regionais é preciso ter um cadastro no Sistema de Trens da Índia.
       
      • VISTO
      O visto é tirado pela internet através do preenchimento de formulário e pagamento de uma taxa de 60 dólares. É só imprimir o INDIAN TOURIST VISA ON ARRIVAL (TVoA) e apresentar no aeroporto. O visto não pode ser tirado com muita antecedência, consulte os prazos no site.
       
       
      Na próxima parte do relato colocarei minha percepção sobre cada uma das cidades que passei.
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