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INFORMAÇÕES GERAIS (2016)

Visto: dispensa de visto por até 90 dias

Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG

Vacinas: não há exigências

Quando ir: dez-mar é verão, com muitos turistas e preços mais elevados; jul-ago é inverno e as cidades ficam hibernadas; abr-jun (outono) e set-nov (primavera) as cidades praianas, como Punta del Este, ficam praticamente às moscas e muito do comércio fecha as portas até o final do ano. Entretanto, o preço dos hotéis cai consideravelmente. Nesse período, uma boa dica é visitar cidades que não tenham necessariamente relação com praias, como Montevidéu e Colonia del Sacramento.

Capital: Montevideo

Moeda: peso chileno $ (CLP)

Idioma oficial: castelhano

Cod. telefone: +598

Padrão bivolt: 220V

Tomadas: C, F, L

Passagem de ônibus: www.turil.com.uy/compra_online.php

Casas de câmbio: avenida 18 de Julio e no eixo Pocitos – Punta Carretas (a do shopping é bastante usada)

Bus Turistico: $572 24h ou $880 por 48h

 

Dia 01

Chegamos a Montevideo por volta das 18:30h. No aeroporto, o cambio estava R$1-$7,11. A van para qualquer parte da cidade custa $400 por pessoa e um táxi, algo em torno de $1500.

 

Após o check-in no Hotel Puerto Mercado (USD60 a diária em apto duplo), fomos jantar no Primuseum Restaurante ([email protected]), muito citado nos roteiros da internet, juntamente com o Bar Fun Fun, também na Ciudad Vieja.

 

De fato, o restaurante é bastante interessante. Está organizado em um pequeno ambiente e serve um farto e variado menu ao valor de USD70 por pessoa com translado. Entretanto, o restaurante dizia contar com um show de tango, mas, na verdade, oferece apenas a banda com cantores, sem dança.

 

Voltando ao hotel, tivemos tempo para descansar e começar o turismo no dia seguinte. Acerca do hotel, está muito bem localizado, a apenas uma quadra e meia do Mercado do Porto, duas quadras do Primuseum Restaurante e oito quadras da Praça da Independência.

 

Puerto Mercado Hotel

Diária: USD60 em apto duplo com café da manha

Endereço: Cerrito 262, Ciudad Vieja, Montevideo – Tel. +598 2916 6116

 

Restaurante Primuseum

Preço: USD70 por pessoa com translado

Endereço: Calle Perez Castellano 1389, 11000 Montevideo

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Dia 02

De manhã, passamos a visitar alguns museus, entre eles Torres Garcia e Museu dos Andes. O Museu dos Andes retrata o acidente sofrido por uma equipe de Rugby uruguaia em 1972, onde 16 pessoas sobreviveram a 72 dias nas cordilheiras. A história rendeu o filme “Os Sobreviventes dos Andes” e o museu é emocionante.

 

Após visitar os museus pela manhã, almoçamos no Mercado do Porto e provamos o famoso churrasco uruguaio no El Palenque ($850 em média por pessoa). Realmente a forma como é oferecido o churrasco é bem legal, e talvez pelas resenhas da internet, todos procuram o El Palenque, apesar de um taxista ter nos afirmado que existem muitos outros bons restaurantes no local. O mercado, apesar de receber esse nome, não é um mercado de verdade; apenas um local que recebe os turistas para provar o churrasco uruguaio.

 

Depois do almoço, seguimos para a Porta da Ciudadela, Praça da Independência, Mausoléu José Gervasio Artigas, Avenida 18 de Julio e Teatro Solis. Como não tivemos tempo para fazer a visita guiada ao teatro, optamos por assistir a uma peça, à noite, ao preço de $160.

 
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Porta da Ciudadela

Havíamos reservado dois dias para visitar a Ciudad Vieja, mas um dia foi suficiente.

 

Museo Torres Garcia

Horário: seg-sab de 10-18h

Preço: $100

Come chegar: ônibus com destinos; Plaza independencia, Ciudad Vieja, Aduana, Plaza España y Ciudadela.

 

Museo Andes 1972

Horário: seg-sex de 10-17h; sab de 10-15h

Preço: $100

Como chegar: uma rua acima da Plaza da Constitución

 

Mercado Del Puerto

Horário: diariamente, até as 15h

Preço: $850 (churrasco uruguaio)

 

Mausoléu José Gervasio Artigas (subsolo da Praça da Independencia)

Horáro: seg de 12-18h e ter-dom de 10-18h

Entrada gratuita

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Plaza da Independencia

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Teatro Solis

Horário: ter-qui as 16h; qua-sex-sab-dom as 11, 12 e 16h

Preço: $60 (visita guiada)

 

Dia 03

De manhã, fizemos o check-out no hotel e pegamos um táxi para a Feira Tristan Narvaja, que só acontece aos domingos. A feira em nada se compara a Feira de San Telmo, em Buenos Aires. São várias ruas vendendo quinquilharias e antiquários. Pode-se encontrar de tudo.

 

Por volta das 11:30h, retornamos ao hotel para pegar as malas e partir para Colonia do Sacramento. O carro foi alugado pelo próprio hotel e entregue lá mesmo ao custo de USD55 a diária com cobertura total e km livre.

 

Chegamos a Colonia por volta das 15h da tarde e após o almoço, aproveitamos para explorar um pouco a cidade. É linda, arborizada, fantástica. Hospedamo-nos no Hotel Le Vrero, a cinco quadras do bairro histórico, mas existem hotéis mais bem localizados e este não tinha calefação (erro nosso na hora da reserva). Recomendo que se hospedem em algum lugar dentro do bairro histórico.

 

Feira Tristan Narvaja

Horário: de 9-15h

Somente aos domingos

 

Autonomia Rent a Car

Horário: diariamente de 9-18h

Preço: USD55 a diária para entrega no hotel

Endereço: José María Montero 3035, Montevideo

 

Hotel Le Vrero

Diária: USD60 diária em apto duplo

Endereço: 18 de Julio, 521, Colonia del Sacramento

Ponto positivo: possui local de estacionamento

 

Dia 04

O bairro histórico pode ser visitado a pé, entretanto, os demais pontos turísticos ficam um pouco mais afastados do centro. Por isso, a opção é o bus turístico ou o carro, que pode ser alugado tanto em Montevideo como na própria Colonia.

 

Aproveitamos o dia para visitar diversos locais, começando pelo bairro histórico: portão da ciudadela; calle de los suspiros; Basílica del Santísimo Sacramento (ou Iglesia Matriz); Convento de San Francisco Javier; Casa del Gobernador. Após, Plaza Del Toros, Iglesia San Benito, Fronton Euskaro, entre outros.

 
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Portão da Ciudadela
 
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Calle de Los Suspiros
 
 
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Ruas do Bairro Histórico

Muitos locais estavam fechados para visitação, pois só abrem aos finais de semana ou no verão, como por exemplo, o Museo Ferrocarril.

 

Ao final do dia, partimos para Punta Del Este e chegamos por volta das 19:30h. Como não havíamos feito reserva, optamos pelo Hotel Ajax, que está localizado em uma via principal. Apesar da apresentação magnífica do hotel, os quartos cheiram a mofo. No centrinho de Punta, muito bem localizado, avistamos o Albergue Planet, que pareceu ser adorável.

 

Depois do check-in, fomos jantar no Restaurante Lo De Tere, um dos mais requisitados de Punta. Realmente a comida é magnífica e o jantar para duas pessoas gira em torno de R$250 a R$300,00. Na rambla, onde está localizado este restaurante, estão todos os outros estrelados: Virazón, Isidora, Guappa, um ao lado do outro.

 

Finalizamos a noite no Casino Conrad, tido como o melhor da região.

 

Espacio Cultural y Museo del Ferrocarril de Colonia

Horário: 01/10 a 31/05 de seg-sex de 9:30-15h; sab-dom qui-dom das 10-18h; de 01/06 a 30/09 de ter-dom das 10-15h

Preço: $210

 

Museo Granja

Horário: diariamente de 08:30-18h

 

Museo Tourn – museu agrícola

Horário: de 9:30-11:30 e de 15:30-18:00h

 

Parque Florestal Ferrando (na entrada de Colonia)

 

Parque Nacional Aaron de Anchorena – um dos parques mais famosos do Uruguai

Horário: qui-dom de 13:30-15:30 (reserva prévia)

Entrada gratuita

 

EM PUNTA DEL ESTE

 

Hotel Ajax

Preço: USD40 a diária em apto duplo com café da manhã

Endereço: Rambla General Jose Artigas, 20100 Punta del Este

 

Restaurante Lo de Tere

Preço: $2.700 (entre R$200 a R$300,00 para duas pessoas)

Endereço: Rambla del Puerto c/Calle 21, Punta del Este

 

Conrad Punta del Este Resort & Casino 

Endereço: Rambla Claudio Williman Parada 7, 20100 Punta del Este

 

Albergue Planet

Preço: $40 quarto duplo privativo com banheiro

Endereço: esquina, 18 - Baupres & 30 - Las Focas, 20100 Punta del Este

 

Dia 05

Amanhecemos em Punta Del Este com uma pequena garoa, que durou quase o dia inteiro. Visitamos o Farol, a Igreja da Candelaria (que fica em frente), o iate clube, o bairro Beverly Hills, o Monumento do Afogado ou “La Mano”, Plazoleta Grã-Bretanha, Playa El Emir, Playa Brava e Mansa, e a ponte ondulada (ou Ponte Montoya). Ao final da ponte, avistamos uma placa que apontava para o Museu do Mar. Como estava garoando, decidimos que seria uma boa programação. Ao chegar em frente, pensei estar diante de um lugar onde encontraria alguns insetos mortos e só, mas o museu é simplesmente surpreendente. Absurdamente empolgante. Realmente um local imperdível. Fora o espaço que é gigante, o museu conta com alguns fósseis de verdade de baleias enormes, centenas de animas empalhados e interatividade. 

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Monumento "La Mano"
 
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Ponte Ondulada

Acerca do balneário, posso dizer que é um reduto chique, mas sem grandes paisagens, como encontramos no Brasil.

 

Por volta das 16h, voltamos para a estrada e paramos no último ponto: Casapueblo, a 15km de Punta.  O local é sensacional; a história do artista, contada por ele mesmo, apaixonante. Vale muito a pena. Frise-se que o ponto alto é a visita durante o verão, para que se possa apreciar o pôr do sol.

 

Por fim, retorno a Montevidéu.  

 

Museo Del Mar

Horário: diariamente de 10:30-17:30h

Preço: $160

Endereço: Romildo Risso, 20001, La Barra, Maldonado

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Museo Taller Casapueblo

Horário: no verão de 10-20h e no inverno de 10-17h

Preço: $240

Endereço: Punta Ballena, Uruguay, a 15 min de Punta Del Este

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Dia 06

No retorno a Montevideu, nos hospedamos na parte moderna da cidade (Pocitos, Punta Carreta, Buceo). Todos esses bairros acompanham a rambla (calçadão beirando o Rio Del Plata) e contam com vida noturna e shoppings.

 

Visitamos o Parque Rodo, o Estadio Centenario e a Vinícola Bouza. A vinícola possui um serviço interessante, que é a apreciação de quatro vinhos, apresentados, mesa por mesa, por um sommelier e acompanhados por uma tábua de frios, onde o sommelier aponta o melhor acompanhamento.

 

After Hotel

Diária: USD80 a diária em apto duplo com café da manhã

Endereço: Arturo Prat, 3755, Montevideo

 

Parque Rodo

Entrada gratuita

Endereço: Ave Julio Herrera y Reissig

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Estadio Centenario e Museu do Futebol

Horário: de seg-sex de 10-17h

Preço: $160

Endereço: Montevideo 11400

Entrada pelo portão 13

 

Vinícola Bouza

Horário: aberto de 9-18h; visitas guiadas de seg/sex as 11, 13:30 é 16h; sab/dom às 11 e 16h

Preço: $490 somente a visita guiada; com degustação, $1000.

 

Dia 07

Na quinta, de manhã, devolvemos o carro na loja, que fica próxima a Pocitos e fomos ao shopping, até o retorno para o Brasil.

 

Conclusão da viagem: antes de viajar ao Uruguai, li muitos posts que afirmavam que um final de semana era suficiente para conhecer Montevidéu. Duvidei. Mas descobri que os relatos estavam certos. Três dias é suficiente para conhecer a capital uruguaia e uma semana é o tempo perfeito para visitar o país: Montevidéu, Colonia do Sacramento e Punta Del Este.

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    • Por Mari D'Angelo
      A experiência de conhecer o Uruguay foi especialmente interessante, pois exceto uma pisadinha no Paraguay e na Argentina em uma viagem à Foz do Iguaçu, quando ainda era criança, nunca tinha viajado para outro país da América do Sul.
       
      Chegamos em um sábado de manhã no pequeno e moderno aeroporto de Carrasco. No começo foi engraçado pedir informações pois não falo espanhol (e pra ser sincera, não é uma língua que me agrada muito) e a técnica do “portunhol” soa ridícula demais! Enfim, com o tempo passamos a usar o português mesmo, que eles conseguem entender se falamos devagar, as poucas palavras que sabemos em espanhol e as vezes até alguma coisa em inglês para ajudar.
       
      É bem simples chegar ao centro, não acho que seja necessário taxi ou van, a não ser que você tenha muitas malas ou prefira algo mais confortável. Bem em frente à saída do aeroporto tem um ponto onde passam vários ônibus com os nomes dos destinos finais, no nosso caso pegamos o “Montevideo” mesmo, caso não vá para o centro é só se informar por lá. O valor é 45 pesos uruguaios (R$4,50) e demora menos de 1h. Ah, caso o motorista não abra a porta quando você der o sinal, grite “Puerta!”, funciona como o “Vai descer!” que usamos aqui em São Paulo rs.
       
      Escolhemos ficar no Hotel California (claro que eu cantei mentalmente a música cada vez que li o nome em algum lugar! Rs), achei o custo benefício bastante bom! A localização é ótima, paralela à principal avenida e apenas alguns minutos da Cidade Velha (onde tinham algumas opções menos caras mas pelos comentários no Booking.com não é uma região muito segura à noite.).
       
      Sábado a tarde e domingo quase tudo fecha na cidade (inclusive casas de câmbio e locadoras de carro), então caminhamos pela avenida 18 de Julio até o Teatro Solís, que fica aberto. A primeira parada foi na Fuente de los Candados, a tradição é a mesma de alguns lugares da Europa, como a Pont des Arts em Paris, onde casais colocam cadeados com seus nomes para que o amor seja eterno.
       
      A arquitetura da capital Uruguaia me chamou muito a atenção, a mistura de estilos arquitetônicos do moderno com o antigo é muito interessante, vale parar alguns minutos diante de alguns prédios só para observar todos os detalhes. Inclusive um dos melhores lugares para notar esse contraste é chegando na Plaza Independencia, onde se encontra o Palácio Salvo, um dos prédios mais lindos de Montevideo, que funciona tanto para escritórios quanto para fins residenciais. Essa praça, que tem como monumento central uma homenagem ao general José Artigas, divide a área central e a Cidade Velha. Na entrada da área mais antiga da capital está a Puerta de la Ciudadela, único resquício de uma antiga fortaleza que protegia a cidade. É bastante interessante pela história, mas não me empolgou muito como ponto turístico.
       

       
      Continuando o caminho, agora já dentro da Cidade Velha, seguimos pela rua Sarandi, onde ficam algumas banquinhas de artesanato, lojas, cafés e restaurantes. A Plaza Constitución, que abriga uma feira de antiguidades, é a mais antiga da cidade. Logo em frente está a Catedral Metropolitana de Montevideo. Na rua da catedral há um lugar chamado Café Brasilero, havia lido em alguns lugares como algo imperdível mas quando cheguei lá não me empolguei em entrar, não sei se seria diferente de qualquer outro café.
       
      Finalmente chegamos ao nosso destino, o Teatro Solís. Às 16h há uma visita guiada por 50 pesos (R$5,00), três jovens funcionários super simpáticos nos apresentaram, em português, aos pontos mais importantes do local. Com certeza a sala principal de espetáculos é a parte mais incrível, inclusive suas cadeiras são feitas com uma tecnologia brasileira que se auto-destrói em caso de incêndio para que o fogo não se espalhe. Os guias contam a história do teatro e curiosidades como essa numa visita que dura aproximadamente 1 hora.
       

       
      A Cidade Velha também é um pólo interessante de arte de rua, eu como apaixonada por grafites, não resisti e tive que registrar alguns.
       
      Como em outubro o sol se põe lá pelas 20h, aproveitamos para caminhar mais um pouco pela Cidade Velha. Entramos para conhecer o famoso Mercado del Puerto (onde estava passando um Palmeiras x Corinthians na TV!), a estrutura é semelhante ao Mercadão de São Paulo, porém dentro (e ao redor) funcionam diversos restaurantes, mas achei bastante caro. Aliás, comer e beber em Montevideo não é exatamente uma pechincha. Acabamos parando para uma cerveja em um simpático café + loja de design chamado Sinestesia, que fica pelos arredores do mercado.
       
      Descemos então para a Rambla (avenida que beira o Rio da Prata) e encontramos um lugarzinho para admirar o fantástico pôr-do-sol entre os uruguaios com suas cuias de chimarrão (todos eles vivem tomando seu chimarrão, em qualquer lugar, à qualquer hora).
       

       
      Como a viagem foi para comemorar o aniversário do namor(i)do, fomos procurar um lugar legal para jantar, pegamos a dica da Avenida Dr. L. A. de Herrera, no bairro de Buceo e fomos de ônibus até lá (uma curiosidade sobre os ônibus, geralmente eles deixam tocando música ou notícias, é como se o motorista tivesse no carro dele, aumentando e diminuindo o som de acordo com seu gosto, chega a ser engraçado! Rs). Bom, essa rua tem diversas opções que parecem bem legais, escolhemos o Barba Roja, uma mistura de bar e restaurante. A dica aqui é, peça um prato para 2, sério, o tamanho deles é realmente absurdo, dá até dó pois não conseguimos comer nem metade.
       
      No segundo dia fizemos um bate e volta em Punta del Este, mas isso será assunto para outro texto. Era domingo de eleições por lá também e foi muito interessante ver o comportamento deles em relação a isso. Desde que chegamos no aeroporto, vimos pelo caminho bandeiras, propagandas, muros pintados, manifestações (pacíficas), enfim, a cidade respirava campanha política. Quando voltamos ao hotel, passando pela 18 de Julio, ficamos impressionados com a festa! Já haviam saído as parciais e o sucessor de Mujica (o atual presidente, que na minha opinião é um exemplo a ser seguido) ganharia. A impressão que dava é que eles realmente estavam felizes e satisfeitos com sua escolha, que tinham confiança no partido que apoiavam, e não eram apenas os mais velhos, crianças e muitos adolescentes e jovens comemoravam efusivamente, o clima era leve, de alegria e paz. Olhando tudo aquilo fiquei com inveja (no bom sentido), eu gostaria muito de poder apoiar um partido que me representasse desta maneira.
       

       
      No fim da noite, caímos sem querer no Facal, um café-restaurante em frente à fonte dos cadeados que diz ser o mais antigo da cidade. Recomendo muito comer as empanadas de lá, são deliciosas! Além delas, outra iguaria típica do país é o Chivitos, que não passa de um sanduíche com diversos recheios para escolher, como não como carne, não posso dizer se é algo que vale a pena ou não.
       
      No dia seguinte começamos pelo Mirador de la intendencia, um mirante 360º que fica no último andar do prédio da prefeitura e é de graça, basta retirar a entrada no centro de informações turísticas que fica bem em frente.
       
      De lá seguimos para o Parque Rodó, bastante agradável e bem cuidado. Nossa ideia era continuar a pé pelas Ramblas até a Playa Pocitos, mas o calor estava insuportável e foi realmente impossível completar o trajeto, acabamos conhecendo apenas a Playa Ramirez e passando em frente ao Memorial del Holocausto.
       

       
      Não dá pra ir embora sem trazer na mala vinhos e alfajores né? Então pegamos a indicação do Ta-ta, um mercado barato onde encontramos bons vinhos por uma média de R$15,00 e uma infinidade de opções de alfajores e doces de leite, ficamos com os da marca Lapataia, indicação de uma brasileira (e são mesmo muito bons!).
       
      Esse é o tipo de viagem diferente que é possível fazer em um fim de semana, fique de olho nas promoções de passagens aéreas e vá aproveitar toda a simpatia do Uruguay.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/uma-escapadinha-para-montevideo/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/bate-volta-em-punta-del-este/
       
      Durante nossa viagem à Montevidéu, resolvemos fazer um bate-volta para Punta del Este, afinal, é quase obrigatório já que é tão pertinho e fácil de chegar. A maioria das pessoas vai atrás das praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Eu confesso que a parte da cidade que mais me chamou atenção foi justamente a que era o oposto disso. Não foi um lugar que me encantou, mas tem lá seu charme!
       
      Saímos no domingo cedo e pegamos um ônibus até o aeroporto para buscar o carro alugado na Budget. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Ah, uma dica importante, logo que chegamos no hotel em Montevidéu, um funcionário já nos alertou sobre a lei seca, disse que haveriam muitos comandos na estrada e que lá não há tolerância, qualquer sinal de álcool (e até maconha) no bafômetro é problema e para jamais propormos “dar um jeitinho”, pelo jeito lá as coisas funcionam um pouco diferentes daqui… Bom, o fato é que tinham mesmo muitas blitz, então se for beber, vá de ônibus!
       
      O primeiro lugar que paramos foi uma mega furada! Um conjunto de esculturas de sereias sobre as pedras na beira do mar na Plazoleta Gran Bretania. Com todo respeito ao artista, aquilo é horrível! Fala a verdade, dá medo, não dá??? Mas o interessante desse lugar é que ele fica bem na pontinha da península, onde ocorre o encontro do Rio da Prata com o mar.
       
      Ali pertinho fica a parte mais fofa da cidade, a que mais gostei! Pra começar, as casas não tem números, e sim nomes. Elas são enormes e lindas, mas sem ostentação. Os atrativos desse simpático e aconchegante “bairrinho” são o farol e a Parroquia Nuestra Señora de la Candelaria, uma graça de igrejinha em homenagem à padroeira da cidade.
       
      Seguimos para o porto pois a ideia era pegar um barco até a Isla de Lobos para ver leões marinhos, mas chegamos um pouco tarde e os barcos só saiam até 12h se não me engano. Queria taaanto fazer esse passeio, fiquei decepcionada, se quiser ir, lembre-se de chegar cedo! Ah, e verificar a época também, não é sempre que os animais aparecem na ilha. Pelo menos chegamos a ver alguns deles ali mesmo, perto das bancas de peixes esperando pra ganhar as sobras (e rola uma briga pra ver quem vai ficar com elas!).
       
      Paramos para almoçar no El Pobre Marino, o ambiente do restaurante é bem kisth, mas até que combina com o clima de Punta rs. Meu prato estava meio sem graça, pedi panquecas de espinafre, mas o Dan pediu carne e gostou. O valor era Ok então saímos satisfeitos.
       
      O próximo ponto foi o cartão postal de Punta, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…). Apesar de clichê, achei bem interessante e lógico que quis fazer umas fotos ali também, mas é preciso paciência pra conseguir clicar os dedinhos sem ninguém na frente!
       
      Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, seu diferencial é ser ondulada, dando um friozinho na barriga de quem passa de carro por lá, mas também nada de tão interessante, não sei se vale a visita.
       
      Antes de ir embora ainda passamos pelo bairro de Beverly Hills, dominado por enormes mansões com lindos jardins, mas sinceramente, prefiro mil vezes a parte mais simples da cidade, que falei aqui no começo do post!
       
      Na volta para Montevidéu paramos para ver o pôr-do-sol na Casapueblo, em Punta Ballena, um dos mais incríveis que já vi!
    • Por TainaraFerrugem
      Olá [email protected] de viagem,

      Fiquei 7 dias em Montevidéu, o que posso dizer sobre essa viagem? Surpreendente.

      De fato é lindo e caro rsrs

      Fiquei hospedada no Circus Hostel&Hotel Montevidéu, custo (em média de R$350) e localização muito boa.

      Mas não costumam trocar os lençóis, se você esquecer a toalha e precisar de uma lá, você consegue alugar uma toalha de rosto por US$2.

      Fui para um evento que era em um Hotel em frente a praça da independência, então era bem pertinho do Hostel, pontos turísticos e alimentação barata.

      Dei muita sorte de chegar no final de semana em comemoração ao Dia do Patrimônio, que a maioria dos museus estavam abertos no final de semana e melhor ainda 0800, nessa hora tenha foco e escolha muito bem o que deseja visitar, pq os Uruguaios costumam ir e as filas ficam enormes.

      A maioria das publicações que eu li, não indicavam local de refeições bons e baratos. Esse é o fator que mais me motivou a fazer o relato.

      Na maioria dos restaurantes você vai encontrar refeições individuais em uma média de 400 pesos para cima (acima de 40 reais) e no café você consegue gastar um pouco menos.

      Mas como todo brasileiro que não desiste nunca nas caminhadas da vida encontrei um café muito charmoso “Rincón Café” é uma portinha, mas com bom atendimento, tortas maravilhosas e um bom café, oferece um desayuno por 145 pesos (com café, suco, pedaço de torta e tipo um pão de queijo ou cookie), se não tiver um desses na hora, ele faz sanduiche ou qualquer coisa para complementar seu desayuno que mais parece um almoço. Ele tbm oferece almoço, mas não tive a oportunidade de provar, mas pelo cardápio parecia ser bom e com preço melhor ainda.

      Depois de 4 dias na cidade encontramos um almoço muito bom e barato o restaurante da Tia Maria (intimidade de quem ia com uma galera de 10 pessoas) que chama “Coristanco - Casa de Comida” fica na rua Ituzaingó, próximo a praça Matriz/ Constituição, ela é muito simpática e adora brasileiros.

      Para jantar, foi um probleminha, como fiquei bem no centro da cidade velha, a maioria dos locais fecham até as 19 horas, então nesse horário ainda não estava com fome, na maior parte dos dias, jantei poucas vezes. Mas em uma das vezes após a chegada do passeio em Punta, jantamos no Bar Sarandi, preço muito bom e boa comida, ele fica na esquina entre a rua Washington com rua Colón.

      Minha preferência de bebidas é a cerveja artesanal visitei apenas dois bares o “Ciudadela Bar de Cervezas” na rua Ciudadela e um barzinho na rua Bartilomé Mitre (não é o El Pony Pisador – meus amigos foram e não indicam jamais). Meus amigos foram em uma que chama “Baika Birras Uruguayas” na rua da Piedras.


       
      Graças ao destino fomos parados na praça por uma moça chamada Melissa que nos ofereceu pacotes de turismo. De fato galera não encontramos melhor preço, melhor guia e melhor agência (Master Turismo). Para Punta pagamos R$ 160, tbm oferecem outros pacotes. Nosso guia foi o Sérgio (@bemvindobrasileiro) é um baiano, muito gente boa e paciente, vale muito a pena seguir o instagram dele e tbm se tiver a oportunidade de fazer um passeio com ele.

      Agora para as comprinhas nada como fortalecer o empreendimento de nossos amigos brasileiros no Uruguai, Ana é uma das proprietárias, nos atendeu com honestidade, carinho, respeito e simpatia, a loja se chama “Gaúchos – Uruguay” localizada na rua Pérez Castellaño, nas proximidades do Mercado do Porto.


       
      Acho que é isso, qualquer dúvida só perguntar.

      Abraço

    • Por Gabi.Koen
      Olá, pessoal! Tudo bem?🥰

      Eu e meu marido nos casamos em abril deste ano e planejamos nossa lua de mel para janeiro de 2020, aproveitando uma baita promo de passagens para Uruguai e Chile.
      Mas… A escola onde meu marido dava aulas passou por uma remodelação e ele perdeu o emprego. Um baque em nossas organizações financeiras. Até pensamos em cancelar a viagem.
      Mas… Como eu também não estou feliz com meu trabalho atual, decidimos transformar esse susto em uma oportunidade: não usaremos as passagens de volta e seguiremos mochilando pela América do Sul até onde o destino permitir (e a grana também hehe).
      Chegaremos no Uruguai no dia 01/01/20 e ficamos em Montevidéu até dia 08/1. De lá, seguimos para Santiago do Chile.
      A partir daí, nossas datas serão totalmente flexíveis e estamos planejando ir para o Atacama no final de janeiro, de lá ir até o Salar de Uyuni, viajar pela Bolívia e chegar até ao Peru.
      Pretendemos tentar couchsurfing, worldpackers … Tanto para conhecer pessoas novas como para economizar (afinal, quanto mais economizarmos, mais longe conseguiremos chegar hehe)

      Enfim, resolvi postar aqui em busca de dicas, sugestões de roteiros, lugares imperdíveis, passeios, aventuras, amigos, dicas de hospedagem, de como economizar ao máximo e tudo mais!
      Alguém planejando alguma aventura parecida para estas datas?


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