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23 Dias por Israel, Palestina, Grécia, Turquia e Emirados Árabes Unidos


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    • Por rubens.manoel
      Bom, chegou minha vez de contribuir
      Farei um relato breve, mas com as informações que considero mais úteis.
       
      Passagem aérea e roteiro:
      As passagens aéreas foram compradas pela Etihad (hub em Abu Dhabi) mesmo pra quem vá pra Dubai é uma boa opção, já que a cia oferece transfer gratuito entre o aeroporto de Abu Dhabi e Dubai. O Etihad Express tem horários e tabelados e podems ser reservados com antecedência pelo site. Em Dubai os ônibus chegam/partem da loja da Etihad próximo a estação de metro Noor bank (linha vermelha), o trajeto leva 1h15 em ônibus sem wi-fi.
      Eu consegui uma boa promoção pagando R$2800 em 3 trechos: São Paulo – Abu Dhabi, Abu Dhabi – Nova Deli e Nova Deli – São Paulo (pois fiquei 1 semana nos Emirados e 2 semanas na Índia)
      Caso seu voo seja pela Emirates ou outra cia que te leve ate Dubai há estação de metro ligada ao aeroporto. Caso escolha sair do aeroporto de Dubai compre passagens para o vagão Gold no metro visto que o vagão comum é bem cheio..
      Lendo um pouco decidi por 1 semana nos Emirados sendo 2 dias em Abu Dhabi e 5 dias em Dubai (incluindo um day trip pra Omã – um país vizinho)
       
      Abu Dhabi
      Abu Dhabi não é uma cidade tão turística como Dubai e 2 dias foram suficientes para conhecer a cidade. É uma cidade bem conservadora, peguei calor de 40 graus e só vi outros 2 homens de bermuda.
      Nos ônibus homens e mulheres sentam separados – mulheres na parte da frente. Na primeira viagem vacilei e sentei no meio da mulherada
       
      Em Abu Dhabi ainda não há metro, mas há um bom sistema de ônibus. Na chegada a cidade optei por pegar um taxi do aeroporto ao centro pois já era tarde (Chorei um pouco e paguei Dh 70,00) viagem de 30 min.
      É possível fazer quase tudo de ônibus em Abu Dhabi (preço de uma viagem Dh 2,00)
      A principal atração da cidade Mesquita Sheikh Zayed fica bem afastada do centro, mas é possível pegar o ônibus 054 que te deixa na porta numa viagem de 45 min
      Me hospedei no centro (Hotel Grand Continental Flamingo) e paguei Dh 540,00 em 2 diárias - difícil achar algum lugar razoável por um preço menor
      Próximo ao hotel está o Capital Park, Formal Garden e é possível caminhar até a beira-mar, porém não é possível se banhar neste ponto. Para pegar praia tem que ir até a praia de Corniche. Há ônibus que levam até a extremidade da ilha (Al Marina) onde está o maios famoso shopping da cidade e de onde é possível fazer uma caminhada ou pegar um taxi até a Heritage Village.
      O edifício Capital gate (prédio com maior inclinação do mundo) fica um pouco afastado do centro e não vi ônibus que levava até ele, porém é possível observá-lo da avenida que leva para o aeroporto.
      Para ir de Abu Dhabi para Dubai muita gente utiliza taxi que custa em torno de Dh 200,00 porém utilizei a linha de ônibus intermunicipal E100 e paguei Dh 25,00. Em Abu Dhabi os ônibus intermunicipais partem do terminal de ônibus que fica próximo ao Al Wahda Mall na Sultan Bin Zayed the First St a cada 25 min e levam 2 horas até o terminal Al Ghubaiba em Dubai em ônibus com wi-fi. Excelente custo x benefício.
      A ponte Sheikh Zayed fica próxima ao aeroporto e caso vá de ônibus para Dubai passará por ela. Ela tem o formato de onda simbolizando as dunas do deserto. Linda!
      Não conheci o parque da Ferrari pois estava sozinho e não achei que seria um bom passeio alone, rs
       
      Dubai
      Como Abu Dhabi, Dubai é uma cidade em construção, há gruas para todos os lados e além disso há aquela poeira característica do deserto o que não permite admirar seu skyline de qualquer ponto.
      Eu sou louco por prédios e construção civil então achei que iria me apaixonar pela cidade. Porém, fiquei com a impressão de uma cidade fake, sem identidade. Mas ainda é um destino que vale ser ser explorado e acredito que chegará lá um dia..
      A cidade é dividia em 3 partes turísticas: Old Dubai (parte antiga de Dubai próxima ao rio Creek), Downtown (onde está o centro financeiro, o Burj Khalifa e o Dubai Mall) e Dubai Marina (onde estão prédios residenciais, a Palm, o Burj Al Arab). Como teria 4 dias completos na cidade usei um dia para cada parte da cidade e o 4º dia realizei uma day-trip para Omã.
      Em Dubai há 2 linhas de metro, 1 linha de VLT recém inaugurada e 1 linha de monotrilho na palmeira. O metro é realmente caro, mais ainda uma opção mais barata que o taxi dependendo da distância. A cidade é dividida em zonas e você paga a passagem de acordo com o número de zonas que anda (como em Londres). Em todas as estações há máquinas onde você compra seu nol card (para turistas Red Card) que custa Dh 2,00. Confira os preços de passagem para cada zona no site.
       
      Dia 1 Dubai Marina
      Parte bem agradável da cidade onde está a Marina walk, o cayan Tower (prédio torcido) acessível de metro pela linha vermelha. De lá você pega o VLT (linha laranja) até Gateway towers (entrada da palmeira). O monotrilho até a ponta da Palm (hotel Atlantis) custa Dh 25,00. Todos dizem que não vale a pena e realmente não vale, pois se você não vai ao hotel ou ao parque aquático não há o que fazer lá. É somente um passeio para conhecer esta ilha artificial.
      Próximo a entrada da Palmeira é possível pega um ônibus até a Umm Madinat Jumeirah Suqeim, onde estão a praia pública que dá vista para o Burj Al Arab e o souq para ricos
       
      Dia 2 DownTown
      Na parte da manhã visitei o Miracle Garden (Dh 30,00) e o acesso para o mesmo é meio complicado. Tentei ir de ônibus (linha F30) porém o ponto é bem longe da entrada do local e tive que pegar um táxi até lá (Dh20,00). Na volta peguei um taxi direto até a estação de metro mais próxima Mall of Emirates (Dh 50,00). Acabou sendo um passeio caro para fazer sozinho. Devido o calor dispensei o Za’abeel park que dizem ser o mais bonito da cidade e onde fica o charmoso Ripe Market. O Burj Khalifa é realmente incrível! Imponente, acabou se tornando o maior ponto de turístico de Dubai, visto que está anexado a ela o Dubai Mall (maior shopping do mundo), Souq Al Bahar e a fonte. É possível subir ao Burj para ter uma vista da cidade, porém a poeria impede visualizar longas distâncias. O Dubai Mall é realmente incrível e com o calor de Dubai acaba se tornando um ótimo passeio. Dentro dele está o aquário (Dh 80,00), uma pista de patinação, um souq, uma unidade da Eataly e todas as marcas de roupas do mundo, rs
       
      Dia 3 Old Dubai
      Parte antiga de Dubai onde é possível fazer um tour caminhando iniciando na Bastakia Quarter, depois visitando o incrível Dubai museum (Dh 10,00) e Bur Dubai souq. Para atravessar o rio utilize um abra (Dh 1,00). Do outro lado do rio está Deira onde é possível visitar o Deira Spice souq, Deira Gold e a Heritage House. É a parte histórica e mais barata da cidade onde você compra suas lembrancinhas, temperos, ouro e tudo mais que você quiser, rs. Lá não há tantos árabes, a maioria vem de países como índia, Bangladesh e Paquistão. São estas pessoas que também trabalham na construção civil e sem eles não seria possível erguer Dubai nesta velocidade que observamos.
       
      Dia 4 Bate-volta para Omã
      Próximo a Dubai há uma região chamada Musandam que pertence a outro país (Omã). É uma região de deserto banhada por águas verde-esmeralda. Paguei 150 dólares por um passeio que te leva de transfer do hotel até Dibba (cruzando a fronteira, não há problemas em cruzar a fronteira naquele ponto – não é necessário visto e não há problema se você tem o visto só de 1 entrada nos Emirados). De lá pegamos um barco que passa o dia navegando pelo mar com paradas para mergulho em alguns pontos e bebidas e comida incluso. É um passeio caro, mas você pode apreciar paisagens que nós brasileiros não estamos acostumados a ver.
       
      Comentários:
      Conhecer este conservador país foi uma boa experiência. Ver uma sociedade baseada em religião nos mostra como é bom viver num país livre.
      Lá a bebida alcoólica só é permitida em alguns hotéis e é extremamente cara. A homossexualidade é crime. Há vagão exclusivo para mulheres no metro. Há recomendação do tipo de roupa para entrar em alguns lugares.
      Dos lugares que comi recomendo a rede iraniana Hatam (preço justo e boa comida), Elevation Burger (excelente) e Il gelato di Bruno (sorveteria).
       
       
      Bom, quis fazer um relato curto
      Mas caso alguém queira mais informações sobre algum ponto, só mandar mensagem
    • Por lavidaesmara
      Uma das 7 maravilhas do Mundo Antigo está situada na Turquia. Conhece-a e viaja connosco até às ruínas de Éfeso.
      Conhece aqui:
      https://lavidaesmara.com/2020/06/22/maravilhas-mundo-antigo-templo-artemis/
    • Por AlonsoMiranda
      Olá Pessoal!
      Acompanho o grupo a alguns anos e finalmente tomei vergonha na cara e decidi colocar os relatos de algumas viagens que fiz com as dicas preciosas que encontrei aqui no mochileiros. Esses tempos de quarentena tem me deixado bastante nostálgico huahua Vou compartilhar com vocês esta viagem que fiz em março de 2019 para a Turquia!
      Preparação para a viagem!
      Não sei vocês, mas a maioria das minhas viagens não começaram com um sonho de infância e sim com uma bela de uma promoção relâmpago na tela do meu celular hahaha Neste caso, aproveitei uma promoção da Turkish Airlines com voos por R$1.800,00 para conhecer um destino que até então só tinha visto na novela Salve Jorge. Tive alguns meses para me planejar e conhecer mais sobre o que o país tinha a oferecer. 
      Viajei com uma mochila Quechua 70L e uma mala grande (quando chegar na parte das muambas você vai entender por que). Como era final de inverno, levei aquelas roupas térmicas baratas e me ajudaram bastante a enfrentar o frio, que chegou a  -2º. 
      Levei euros e alguns cartões de crédito por precaução. Você pode deixar para trocar todo o seu dinheiro lá, de preferência nas casas de câmbio dentro do Grand Bazar que foi onde encontrei as melhores cotações. 
      Como eu tinha 6 dias em Istambul, meus planos eram usar parte deles para dar um pulo na Capadocia e fazer o passeio de balão, poreeeeeeem aconteceu um baita de um imprevisto que eu vou contar para vocês no relato. 
      Entrando na Turquia 
      Sai de GRU-São Paulo na madrugada do dia 03/03 em um voo direto da Turkish para Istambul com aproximadamente 12h30 de duração. Foi o voo mais longo que já peguei, porém achei o espaço entre as poltronas aceitável e o serviço de bordo é ótimo.
      Durante a viagem passamos por cima do deserto do Saara e ver aquele mar de dunas lá embaixo é um show a parte. Só não vá abrir a janela pra ver pois o voo é diurno e vão querer matar você.
      Cheguei as 23h no Aeroporto Internacional Ataturk e passei pela imigração. Para entrar no país não é necessário ter um visto prévio. Não fizeram nenhuma pergunta na imigração e em 5 minutos eu já estava dentroooo!
      Peguei minha mala, troquei alguns euros por liras turcas em uma casa de câmbio dentro do aeroporto e fui aguardar meu Uber. Descobri depois que Uber era proibido no perímetro do aeroporto, mas valeu a pena pela economia. Sem falar que os taxistas em Istambul dificilmente falam inglês e pronunciar endereços em turco não é uma tarefa fácil.
      Atenção: Vale lembrar que o Aeroporto Ataturk fechou em abril de 2019 e a cidade agora conta com um novo aeroporto também localizado na região metropolitana, então é bom dar uma olhada nas opções de transporte.
      Gastamos 20 minutos do aeroporto até Sultanahmet, bairro onde me hospedei pelos 6 dias. Fiquei no hostel Cheers Lighthouse Istanbul, melhor custo beneficio que encontrei!
      Como já era tarde e eu não tinha dormido direito no voo, fui direto para a cama. 
      1º Dia - Sultanahmet e arredores
      No dia seguinte eu acordei cedinho e fui para o salão onde é servido o café.
      Fica aqui o alerta: o pepino é muito apreciado pelos turcos, então ele esta presente em vaaarios pratos e inclusive no café da manhã. 

      Depois do café sai sozinho para conhecer o bairro, onde se encontram as principais atrações de Istambul. 
      Minha primeira parada foi no Obelisco de Teodósio, na Praça Sultanahmet. Ouvi sem querer (rsrs) um guia contando que o obelisco foi construído por um faraó no Egito e depois trazido para Constantinopla (atual Istambul). 

      Logo depois fui para a Mesquita Azul, localizada ao lado do Obelisco. A mesquita é enorme e muito bonita, porém não consegui ver metade do famoso teto devido a uma reforça que estava acontecendo. Mesmo assim foi uma experiência incrível para mim que nunca tinha entrado em uma mesquita ou tido um contato mais próximo com a religião.


      Nas minhas pesquisas vi que um dos melhores jeitos de ver as principais atrações de Istambul e dar aquela economizada é comprando o Museum Pass, que da o direito de visitar várias atrações da cidade pagando um único peço pelo bilhete. Ele é vendido em vários locais e eu comprei o meu na bilheteria do Palácio Topkapi por 160 Liras, aproximadamente R$150,00 na época. 
      Aproveitei para conhecer o palácio, que era a residencia dos sultões durante o Império Otomano. Além de toda a beleza arquitetônica também é possível visitar diversas exposições que rolam lá dentro. Eu confesso que durante essa viagem fiquei com dor no pescoço de tanto ficar olhando para os tetos, um mais bonito que o outro. 

       

       


       

      O lugar é bem grande e eu usei o resto da minha tarde para conhecer cada espaço. Um dos que mais me impressionou foi um salão onde é possível ver o "anel" de metal onde fica a Kaaba, conhecida como a Pedra Preta que é uma das relíquias mais sagradas do Islã e atualmente esta em Meca. Esta era uma seção dedicada a objetos sagrados do Islã e ao fundo alguns homens entoavam o Alcorão, uma experiência muito F%$# de estar mergulhado ali em uma religião tão diferente e bonita. 
      Depois que sai do palácio fiquei olhada as lojinhas e fui experimentar a comida de rua. Destaque especial para o suco de romã que é uma deliciaaaaaa. O cachorro quente deles também é bem gostoso, e adivinha qual é o diferencial? PEPINO em conserva 😅.
      Voltei para o hostel, jantei um Kebap no bar e fui conhecer a galera.
       
      Continua...
       
    • Por Tacio Corbacho
      Olá galerinha ! Então,  estou planejando viajar ano que vem pra Istambul , alguém que já foi a Turquia , ou qualquer um que possa me ajudar em relação a documentação e locais por lá  ?
      Agradeço  !!
    • Por Renatao1502435084
      Fala galera viajante. 
      Nessa quarentena resolvi postar um pouco do mochilãozinho que fiz em Israel e Palestina. Também farei relato sobre Egito e Jordânia caso alguém se interesse só procurar na área dos respectivos países. 
      29/01/2020 - Guarulho Tel Aviv: consegui comprar esse voo por 33 mil pontos na Latam + 150 reais. Resolvi fazer o upgrade para a classe executiva por mais R$ 1.250,00. Ao menos uma vez na vida resolvi me dar esse luxo já que a passagem saiu de graça.
      30/01/2020 - Chegada em Tel Aviv no aeroporto de Ben Gurion após 15 horas voando. Li vários relatos da imigração em Israel. Após apresentar meu passaporte já ia ser admitido, mas pelo perfil de ser jovem, solteiro e viajando sozinho me mandaram para a "salinha". Após uns 20 minutos chegou um agente da polícia falando um português com sotaque carioca para minha surpresa. Perguntou-me quanto e como eu paguei minha passagem. Após responder firmemente me devolveu o passaporte e deu boas vindas à Israel.
       
      O aeroporto fica bem longe da cidade e resolvi ir de ônibus. Ao contrário do resto do ano esta época fez um frio absurdo e já do lado de fora tive que retirar uma blusa reserva da mochila. Infelizmente esqueci meu casaco em cima de cama na minha cidade no interior de Goiás. Após 50 minutos de viagem cheguei ao centro de Tel Aviv e fui direto ao Hostel Abraham.
      A viagem foi planejada de forma a conhecer as seguintes cidades:
      1.      Tel Aviv
      2.      Jerusalem
      3.      Bethelen (Palestina)
      4.      Masada
      5.      Haifa
      6.      Tiberiades

       
       
      31/01/2020 – Dia de Conhecer Old Jaffa e a orla de Tel Aviv
       
      Old Jaffa: é uma das cidades mais antigas do mundo.
       
      Porto de Jaffa: dizem que Jonas saiu deste porto quando foi engolido por uma Baleia
       
      Orla de Tel Aviv: dá para caminhar bastante. Ou alugar patinete ou bicicleta. Os valores são exorbitantes como tudo em Israel. Para comer sozinho gastava em torno de 50 reais quando barato 
       
       
      Dia 1º/02/2020 - Cidade Branca de Tel Aviv
      A Cidade Branca de Tel Aviv é a maior concentração do mundo de prédios no "International Style", mais conhecido como "Estilo Bauhaus". 
       
      Museu de Arte de Tel Aviv: o museu é gigante e custou 50 NIS.
       
      Carmel Market: infelizmente não tirei nenhuma foto do mercado em si.  Fica em uma rua de Tel Aviv e parece com as feiras no Brasil.
       
      2/2/2020: Dia de partir para Jerusalém: fui a pé para a rodoviária. De lá foi tranqüilo comprar o ticket. Os ônibus em Israel são muito pontuais e basta consultar o site da empresa (Egged). Na rodoviária de Jerusalém aproveitei para comprar um casaco pois estava um frio da gota. Fiquei no mesmo Abraham Hostel. De lá caminhei no mesmo dia para a Old Town

       
      Jerusalém é um mundo à parte. Qualquer pessoa deveria visitar esse lugar. É uma energia incrível e basta se perder nas ruelas para encontrar milhares de anos de história. É possível passar muito tempo porque tem muita coisa: Bairro Judeu, Cristão, Armênio, Muçulmano. Várias igrejas, mesquitas e sinagogas. Locais históricos como muro das lamentações, Monte no Templo, Domo da Rocha, Via Dolorosa. É história e religião que não acaba mais. Você sente a tensão no ar entre a população. Muita cultura junta e misturada. É algo inexplicável.
      Muro das Lamentações
       
      03/02/2020: Fiz um tour guiado. Famoso “Free Walking Tour”. Só lembrando que ao final do tour o guia pede uma gorjeta sendo o valor sugerido de 50 NIS.  Se estiver com inglês afiado vale a pena porque explica bem sobre vários monumento que em uma caminhada sozinho passa desapercebido.
      Torre de Davi
       
       
      Aproveitei ainda para ir ao Jardim de Getsemâni e ao Monte das Oliveiras. Fiz tudo à pé. Israel é extremamente caro. Tenha em mente que ir para lá vai gastar uma boa grana.
      Jerusalém vista do Monte das Oliveiras
       
       
      04/02/2020: Aproveitei para ir na área do Domo da Rocha. Horários são restritos porque esta mesquita está no mesmo local do Monte do Templo. Pelo fato de dois locais sagrados para duas religiões (islamismo e Judaísmo) estarem no mesmo local existe todo o conflito e a área é super vigiada.
      No mesmo dia fui para Bethelen: basta pegar o ônibus em frente a cidade antiga.

       
      Em Belém vale a pena visitar a Igreja da Natividade e a Mesquita que fica em próximo. É interessante como uma cidade com um dos locais mais sagrados do cristianismo está em território Israelense com maioria da população palestina.
      Outro local que vale a pena visitar é o muro que divide a Cisjordânia. Há muitos grafites nos muros que refletem o conflito no local. Vale a reflexão até que ponto o muro é uma forma de proteção dos israelenses e até que ponto provoca segregação populacional.
      A volta de Belém para Jerusalém tem uma situação triste. No check point  é solicitado que todos os palestinos desçam do ônibus. Turistas permanecem e devem mostrar o passaporte ao soldado israelense. Uma soldada de um metro e meio com uma metralhadora maior que ela passou fazendo a revista. Os palestinos, na maioria jovens, submetem-se a revista, perguntas. Me passou pelo pensamento como é injusto o fato de que os palestinos estavam no território há centenas de anos. Os israelenses voltaram com o movimento sionista a partir de 1948. Quem é o dono da terra? Vale pensar e de uma certa forma a viagem para lá dá uma girada na chave em tudo que pensamos sobre o conflito Israel x Palestina.
       
      05/02/2020: Masada. Este local é uma fortaleza no deserto. Tem uma história muito triste: os judeus fugiram para lá no ano de 63 a.C. Após algum tempo foram encontrados pelos romanos. Após perceberem que seriam mortos, ver os filhos escravizados e as mulheres possuídas pelos romanos decidiram pelo líder, Eleazar, e outros a suicidarem. Atualmente os recrutas do exercito israelense terminal o curso de formação no parque fazendo o juramento "Masada nunca mais"
      É possível super até a fortaleza no “Cable car” ou caminhando através do Caminho da Serpente ou "Snake Path"
      Mar Morto visto de Masada. Paga uma taxa para entrar no Parque Nacional de Masada
      Lá do alto é possível observar o Mar Morto. É possível conhecer os dois locais nos mesmo dia mas preferi ir no Mar Morto do lado jordaniano.
      Fui de transporte público e é bem tranqüilo. Tudo na hora. Basta checar no site da companhia de ônibus.
       
       
      Dia 06/02/2020:  Museu do Holocausto. Local é bem triste porque mostra todo o sofrimento do povo judeu durante a Segunda Guerra Mundial. Dá para passar algumas horas. É uma verdadeira aula de história.

      07/02/2020: Sexta feira – início do Shabat. É bom ficar esperto porque muitas coisas funcionam somente até hora do almoço. Saí cedo de Jerusalém com destino a Haifa. Fui até esta cidade para conhecer os Jardins de Baha’is.
      Este é um dos níveis do Jardim que fica em Haifa ao norte de Israel
      Infelizmente o dia estava fechado, mas nada que atrapalhe a beleza do jardim. O mesmo é o local supremo da religião Bahai. Esta religião é a junção do melhor do cristianismo, judaísmo e islamismo. Para adentrar o local tem que agendar previamente com um guia específico. Caminhei deste ponto até a parte de baixo pela rua. É uma caminhada e tanto. Tem mais coisas para fazer em Haifa mas optei por partir para o próximo destino, Tiberíades. 
       
      08/02/2020 – Tiberíades: resolvi conhecer esta cidade porque fica à beira do Mar da Galileia. Na verdade trata-se de um lago de água doce de extensão quilométrica. Aqui Jesus teria andado sobre a água, acalmado a tempestade, feito o milagre da multiplicação dos pães e peixes.

      Caminhei na orla do lago e imaginando as histórias de Jesus. Para mim foi uma viagem de reflexão espiritual e histórica.
       
      Dia 09/02/2020: Parti de Tiberíades para Jordânia.
      Escolhi a fronteira ao norte porque não tinha interesse de ir para o sul de Israel e nem de através a King Hussein Bridge próximo a Jerusalém porque ouvi dizer que era bem complicado.
      Tomei o ônibus cedo na rodoviária de Tiberíades para Betsaida. A rodoviária nesta última cidade fica bem afastada e as informações que encontrei na internet eram bem confusas acerca da travessia para a Jordânia.
      Tomei o micro ônibus 16 que ia para um kibbutz (comunidade rural em Israel) próximo a fronteira, cerca de 2 km. Descido no ponto de ônibus fui caminhando até a imigração 
      Tchau Israel. Só tenho a agradecer por esta viagem de conhecimentos incríveis sobre a religião, história. Israel é um país que todos deveriam conhecer pela riqueza que tem a oferecer. É um destino caro mas que vale a pena. 
      Próximo post pretendo escrever sobre Jordânia. 
      Obrigado a todos!
       
       
       
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