Bom pessoal lanço-me a sorte do meu primeiro relato, sai de férias dia 06/12 e ja no dia 03 estava pegando a estrada, férias mais que planejadas, em julho as passagens ja estavam compradas ai foi so organizar o roteiro e nisso a galera do Mochileiros ajudou em muito, muito obrigado pessoal!
Às 23h34min do dia 05 de dezembro eu embarcava para a Manaus, no voo 1250 da GOL com destino a Boa Vista e escala em Manaus. Um pouco antes no ônibus que me levara ao aeroporto, conheci o Sr José Freire, morador de Boa Vista - RR, Seu José é como eu, um apaixonado pela aviação e enquanto observavamos as operações do terraço ele me contou sua história de vida, trabalhador da construção civil, era um candango, pois trabalhou na construção de Brasília, hoje presta serviços para a Camargo Correia, e depois de 2 meses em Brasilia voltava para casa, durante a conversa me contou que sua irmã foi umas das vítimas do acidente do voo RG 254, da VARIG, em 1989. Conversamos até o limite máximo para o meu embarque, era uma pena que ele não viajara no mesmo voo que eu, ele iria voar com a TAM.
Embarquei e duas horas e meia depois, às 00h30min, graças ao fuso-horário, eu cheguei em Manaus, de imediato percebi a diferença na temperatura que deveria estar na casa dos 26º e uma estranha nebilna cobria toda a região do aeroporto. Como pretendia ir a Novo Airão nessa mesma manhã resolvi aguardar no aeroporto até que o primeiro ônibus para a rodoviária passasse, todos a quem perguntei me garantiram que o primeiro ônibus passava às 5 da manhã, porém isso não aconteceu, o onibus so foi passar por volta de 05h40min, sem tempo para chegar a rodoviária e pegar o primeiro ônibus para Novo Airão que saia às 6 da manhã, eu desisti de conhecer a " cidade dos botos"
Aeroporto Internacional Eduardo Gomes
Durante essas quase 6 horas em que fiquei no aeroporto, conheci Néia, funcionária de uma das lojas do acanhando terminal, sempre que podia conversava comigo, me passou muita informação sobre Manaus, me deu dicas de tudo que se pode imaginar, de onde comer, que ônibus pegar, de onde não ir, doque não deixar de ver, Néia deveria trabalhar na Secretária de Turismo, pois é muito prestativa e atenciosa, trocamos e-mail e espero um dia reve-la. Ela foi a primeira impressão positiva de Manaus, ser recebido por ela, fez toda a diferença, so errou em me dizer que ônibus passava às 5 da manhã, rs.
Querida Néia, espero um dia reencontra-la.
Frustrado por saber que não conseguiria ir a Novo Airão a unica coisa a se fazer era ir para o Hostel, tentei negociar com algum taxista e o mais barato queria me cobrar R$ 50,00, inviável, para me levar, resolvi esperar o ônibus e somente às 07 da manhã eu consegui pegar um, o tal de executivo, na verdade um micro-ônibus com ar condicionado, sem conforto nenhum e pra ajudar estava lotado! Desci na muvuca do centro de Manaus em uma segunda-feira, ai começam as más impressões. O centro de Manaus não tem calçada, estão todas tomandas por "camelos", pilhas de lixo por toda a parte, telefone público não existe e os que por la estão não funcionam, o transporte público é caótico e ninguém sabia onde ficava a Lauro Cavalcanti! Cansado, com sono e frustado, fui andando até o Teatro Amazonas, resovi enfim tomar um taxi. Parei o primeiro que vi passando e pedi para que me levasse, para variar o motorista não sabia onde ficava a Lauro Cavalcante, ai minha maior decepção, enquanto buscava no IPhone a localização do Hostel, ele encontrou a rua, nessa hora minha mãe resolveu me ligar no meu outro celular, ai tinha que pagar o taxi, pegar minhas coisas e falar com minha mãe tudo ao mesmo tempo, moral da história... esqueci meu IPhone no taxi! ãã2::'> E o motorista não devolveu.
O problema não foi perder o aparelho, mas nele estavam todas as fotos que tirei de Brasília, todos os comprovantes de pagamentos da viagem, todos os localizadores dos voos, enfim, minha vida!
Cheguei ao HI Hostel Manaus, como dito em outro relato, muito bom, ambiente agradavél e straff de primeira, não lembro o nome do rapaz que me recebeu, mas foi muito atencioso, eu cansado so queria uma cama, preenchi minha fica e fui para o quarto, la ja estavam alojados um casal britanico, um francês com dengue, rs, e um rapaz que ate hoje não sei a nacionalidade, era o unico brasileiro no quarto, alias o hostel estava cheio de estrangeiros, 90% dos hóspedes eram de fora. Cai na cama e so acordei 5 horas depois quase 2 da tarde. Foi ai que dei conta da perda do IPhone.
Fiquei muito desanimado, pensei até em desistir de tudo e voltar pra casa, mas logo passou e a fome falou mais alto, pedi informações de onde comer, me indicaram um restaurante peruano "muito bom" que fica proximo ao Hostel. Chegando la mais uma decepção, não era bem um restaurante, era uma garagem com mesas, meio desorganizado e sujo, ja não havia mais muita opção o preço era bem salgado, pedi uma sopa de carne e me foi oferecido um tal de Cebiche, um prato peruano. A sopa de carne nada mais era que um caldo ralo com um osso bovino e o cebiche uma salada de peixe cru e alface com muita cebola e coentro, paguei R$ 20,00 por tudo e não comi quase nada. Voltei para o hostel e a chuva dasabou sobre Manaus, resolvi usar o computador e acabei conhecendo uma senhora de Varginha MG, não me recordo o nome, muito simpatica ficamos conversando por um bom tempo, logo sua filha Leyde Kelly se juntou a nós e a conversa rendeu, Leyde Kelly, funcionária dos Correios havia sido transferida para Manaus e levou sua mãe e avó para conhecer a cidade enquanto ela se ambientava.
A chuva passou e resolvi andar, fui em direção ao centro e ja na Avenida Vargas me deparei com uma apresentação do Boi Bumbá Caprichoso na inauguração de uma ótica, enquanto saboreava um sorvete de Cupuaçu com Tucumã da sorveteria Glacial assisti a apresentação.
Legal, mas prefiro o Garantido! rs
Sai andando sem direção e encontrei a Praça Heliodoro Balbi, Praça da Polícia, em frente fica o Palacete Provincial, muito bonito e pelo que soube recentemente restaurado. Vou deixar as imagens falarem:
Depois de andar pelas ruas do centro de Manaus cheguei ao grande Teatro Amazonas.
Lindo!
Mas infelizmente colocaram um "anjo" enorme na frente do Teatro, oque na minha opinião "enfeiou" o teatro, achei fora do padrão, alias o IPHAN deveria tomar alguma providência pois está muito feio, está descaracterizando a fachada do teatro.
Ao lado do Teatro fica a Igreja de São Sebastião, so a vi por fora, embora mereça uma visita interna, pois dizem ser linda!
Dei mais uma andanda pelo centro que está lindo, pelo menos a praça do teatro, todo enfeitado para o natal, alias por toda Manaus se vê enfeites natalinos, enfeites faraônicos, a prefeitura realmente investiu. Voltei para o Hostel e acabei conhecendo Hortensia, uma espanhola de 71 anos que há 7 meses saiu de Madrid e está a andar pelo mundo, muito receptiva, conversamos muito, ainda era cedo e resolvi chama-la para dar uma volta, fomos a praça da polícia pois queria provar o tal Tacacá, e diziam que ali tinha o melhor Tacacá de Manaus, feito pela dona Adalgiza. Confesso que não gostei, assim como também não gostei do Tucumã, mas como estava afim de conhecer tudo, valeu a experiêcia. Voltamos para o Hostel e ainda fui dar uma sapiada na internet para depois ir dormir, queria acordar cedo para aproveitar bem dia.
Bom pessoal lanço-me a sorte do meu primeiro relato, sai de férias dia 06/12 e ja no dia 03 estava pegando a estrada, férias mais que planejadas, em julho as passagens ja estavam compradas ai foi so organizar o roteiro e nisso a galera do Mochileiros ajudou em muito, muito obrigado pessoal!
Às 23h34min do dia 05 de dezembro eu embarcava para a Manaus, no voo 1250 da GOL com destino a Boa Vista e escala em Manaus. Um pouco antes no ônibus que me levara ao aeroporto, conheci o Sr José Freire, morador de Boa Vista - RR, Seu José é como eu, um apaixonado pela aviação e enquanto observavamos as operações do terraço ele me contou sua história de vida, trabalhador da construção civil, era um candango, pois trabalhou na construção de Brasília, hoje presta serviços para a Camargo Correia, e depois de 2 meses em Brasilia voltava para casa, durante a conversa me contou que sua irmã foi umas das vítimas do acidente do voo RG 254, da VARIG, em 1989. Conversamos até o limite máximo para o meu embarque, era uma pena que ele não viajara no mesmo voo que eu, ele iria voar com a TAM.
Embarquei e duas horas e meia depois, às 00h30min, graças ao fuso-horário, eu cheguei em Manaus, de imediato percebi a diferença na temperatura que deveria estar na casa dos 26º e uma estranha nebilna cobria toda a região do aeroporto. Como pretendia ir a Novo Airão nessa mesma manhã resolvi aguardar no aeroporto até que o primeiro ônibus para a rodoviária passasse, todos a quem perguntei me garantiram que o primeiro ônibus passava às 5 da manhã, porém isso não aconteceu, o onibus so foi passar por volta de 05h40min, sem tempo para chegar a rodoviária e pegar o primeiro ônibus para Novo Airão que saia às 6 da manhã, eu desisti de conhecer a " cidade dos botos"
Aeroporto Internacional Eduardo Gomes
Durante essas quase 6 horas em que fiquei no aeroporto, conheci Néia, funcionária de uma das lojas do acanhando terminal, sempre que podia conversava comigo, me passou muita informação sobre Manaus, me deu dicas de tudo que se pode imaginar, de onde comer, que ônibus pegar, de onde não ir, doque não deixar de ver, Néia deveria trabalhar na Secretária de Turismo, pois é muito prestativa e atenciosa, trocamos e-mail e espero um dia reve-la. Ela foi a primeira impressão positiva de Manaus, ser recebido por ela, fez toda a diferença, so errou em me dizer que ônibus passava às 5 da manhã, rs.
Querida Néia, espero um dia reencontra-la.
Frustrado por saber que não conseguiria ir a Novo Airão a unica coisa a se fazer era ir para o Hostel, tentei negociar com algum taxista e o mais barato queria me cobrar R$ 50,00, inviável, para me levar, resolvi esperar o ônibus e somente às 07 da manhã eu consegui pegar um, o tal de executivo, na verdade um micro-ônibus com ar condicionado, sem conforto nenhum e pra ajudar estava lotado! Desci na muvuca do centro de Manaus em uma segunda-feira, ai começam as más impressões. O centro de Manaus não tem calçada, estão todas tomandas por "camelos", pilhas de lixo por toda a parte, telefone público não existe e os que por la estão não funcionam, o transporte público é caótico e ninguém sabia onde ficava a Lauro Cavalcanti! Cansado, com sono e frustado, fui andando até o Teatro Amazonas, resovi enfim tomar um taxi. Parei o primeiro que vi passando e pedi para que me levasse, para variar o motorista não sabia onde ficava a Lauro Cavalcante, ai minha maior decepção, enquanto buscava no IPhone a localização do Hostel, ele encontrou a rua, nessa hora minha mãe resolveu me ligar no meu outro celular, ai tinha que pagar o taxi, pegar minhas coisas e falar com minha mãe tudo ao mesmo tempo, moral da história... esqueci meu IPhone no taxi!
ãã2::'> E o motorista não devolveu.
O problema não foi perder o aparelho, mas nele estavam todas as fotos que tirei de Brasília, todos os comprovantes de pagamentos da viagem, todos os localizadores dos voos, enfim, minha vida!
Cheguei ao HI Hostel Manaus, como dito em outro relato, muito bom, ambiente agradavél e straff de primeira, não lembro o nome do rapaz que me recebeu, mas foi muito atencioso, eu cansado so queria uma cama, preenchi minha fica e fui para o quarto, la ja estavam alojados um casal britanico, um francês com dengue, rs, e um rapaz que ate hoje não sei a nacionalidade, era o unico brasileiro no quarto, alias o hostel estava cheio de estrangeiros, 90% dos hóspedes eram de fora. Cai na cama e so acordei 5 horas depois quase 2 da tarde. Foi ai que dei conta da perda do IPhone.
Fiquei muito desanimado, pensei até em desistir de tudo e voltar pra casa, mas logo passou e a fome falou mais alto, pedi informações de onde comer, me indicaram um restaurante peruano "muito bom" que fica proximo ao Hostel. Chegando la mais uma decepção, não era bem um restaurante, era uma garagem com mesas, meio desorganizado e sujo, ja não havia mais muita opção o preço era bem salgado, pedi uma sopa de carne e me foi oferecido um tal de Cebiche, um prato peruano. A sopa de carne nada mais era que um caldo ralo com um osso bovino e o cebiche uma salada de peixe cru e alface com muita cebola e coentro, paguei R$ 20,00 por tudo e não comi quase nada. Voltei para o hostel e a chuva dasabou sobre Manaus, resolvi usar o computador e acabei conhecendo uma senhora de Varginha MG, não me recordo o nome, muito simpatica ficamos conversando por um bom tempo, logo sua filha Leyde Kelly se juntou a nós e a conversa rendeu, Leyde Kelly, funcionária dos Correios havia sido transferida para Manaus e levou sua mãe e avó para conhecer a cidade enquanto ela se ambientava.
A chuva passou e resolvi andar, fui em direção ao centro e ja na Avenida Vargas me deparei com uma apresentação do Boi Bumbá Caprichoso na inauguração de uma ótica, enquanto saboreava um sorvete de Cupuaçu com Tucumã da sorveteria Glacial assisti a apresentação.
Legal, mas prefiro o Garantido! rs
Sai andando sem direção e encontrei a Praça Heliodoro Balbi, Praça da Polícia, em frente fica o Palacete Provincial, muito bonito e pelo que soube recentemente restaurado. Vou deixar as imagens falarem:
Depois de andar pelas ruas do centro de Manaus cheguei ao grande Teatro Amazonas.
Lindo!
Mas infelizmente colocaram um "anjo" enorme na frente do Teatro, oque na minha opinião "enfeiou" o teatro, achei fora do padrão, alias o IPHAN deveria tomar alguma providência pois está muito feio, está descaracterizando a fachada do teatro.
Ao lado do Teatro fica a Igreja de São Sebastião, so a vi por fora, embora mereça uma visita interna, pois dizem ser linda!
Dei mais uma andanda pelo centro que está lindo, pelo menos a praça do teatro, todo enfeitado para o natal, alias por toda Manaus se vê enfeites natalinos, enfeites faraônicos, a prefeitura realmente investiu. Voltei para o Hostel e acabei conhecendo Hortensia, uma espanhola de 71 anos que há 7 meses saiu de Madrid e está a andar pelo mundo, muito receptiva, conversamos muito, ainda era cedo e resolvi chama-la para dar uma volta, fomos a praça da polícia pois queria provar o tal Tacacá, e diziam que ali tinha o melhor Tacacá de Manaus, feito pela dona Adalgiza. Confesso que não gostei, assim como também não gostei do Tucumã, mas como estava afim de conhecer tudo, valeu a experiêcia. Voltamos para o Hostel e ainda fui dar uma sapiada na internet para depois ir dormir, queria acordar cedo para aproveitar bem dia.
O exotico Tacacá (imagem da internet)