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Olá viajante!

Bora viajar?

[Ficção] Viagem de TERROR - ARGENTINA - BOLIVIA - CHILLE

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Apresentação

 

Oi pessoal, meu nome é Marcel e sou novo aki no mochileiros, bom é a minha primeira postagem sobre relatos de viagems, queria postar algo legal e animador mas o que tenho pra contar... parece filme de terror, mas tudo que aqui vos digo é pura verdade, eu e meus amigos passamos por tudo e mais um pouco.

 

 

Era Domingo 7 de novembro de 2010, mais ou menos 16:30 da tarde recebo uma ligação de um amigo chamado Yuri me convidando para aventurar-se em uma viagem pela america do sul e talvez uma passada pela america central, ele me disse que iriamos em um grupo de 5, seriam (eu(marcel), Yuri, Lana, Mila e Aline) as meninas so estavam esperando minha confirmação, de imediato eu topei pois para mim parecia que teriamos uma aventura em tanto, ja nos conheciamos a muitos anos e eramos amigos de infância. Após minha confirmação passei meu nome completo para Lana, ela que faria as compras das passagens pela TAM através de milhas de seu cartão de crédito, foi uma viagem sem muitos preparativos, foi algo de surpresa, avisei na empresa que iria me ausentar por ums dias e nao tinha previsão de retorno(a empresa é do meu pai, eu nao precisava cumprir horarios, des de que minhas obrigacoes estivessem em dias).

 

Chegando ao aeroporto PINTO MARTINS em fortaleza-ce, foi aquela alegria toda, todos nós estavamos empolgados com a idéia de nos aventurar por muitos dias, logo que nos comprimentamos fizemos um pacto de nao ligarmos os nossos celulares por toda a viagem, Mila logo se encvarregou de recolher os aparelhos e por em sua mochila, subimos para a praça de alimentação e ficamos lá conversando sobre tudo e todos esperando o horário do nosso vôo, tão rápido foi esse momento que logo ouvimos o chamado do nosso vôo, e nos dirigimos para as salas de embarque, lá não esquentamos assentos, fomos direto para a AERONAVE que ja estava em solo....

 

 

CONTINUA.....

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CONTINUAÇÃO....

 

 

Chovia Forte em Puerto natales, a chuva caia sobre aquela janelinha oval do Navio e com minha imaginação eu via cada DESENHO louco ali, estavamos deitados ainda, era umas 05 hrs da manha quando Yuri levantou-se e começou a chorar descontroladamente, axo eu que naquela hora a ficha tinha caído pra ele, ele dizia baixinho com fungados. - Vamos morrer Marcel, a gente não vai sair dessa não, não existe isso não cara, nem em filme de terror... eles estão com outros planos cara, se não já tinhamos indo embora pra essa merda de Milão. Eu tentando conforta-lo dizia que era normal essa demora toda, eles precisavam de tempo para ajeitar tudo, Yuri se conteve, enxugou as lágrimas que molhavam todo o seu rosto levantou-se e ficou a olhar atentamente a chuva cair nos montes bem longe de onde estavamos. Sentamos nas cadeiras de ferro que estavam na cabine e ficamos converçando, imaginando quando saicemos dali axavamos que ninguem acreditária em tamanha BARBARIDADE, passamos tambem a relembrar as comédias que vivenciamos com amigos em FORTALEZA - CE, nossas madrugadas no Mc donald`s em frente ao fórum clóvis bevilaqua, na avenida washington soares, riamos muito de nossa lembranças, e começamos a tentar bolar uma estratégia mais madura de uma possível fulga, mas sempre esbarravamos na segurança das meninas, Yuri fez um contestamento palpavel, sólido. - E se elas estiveram mortas?, Marcel axo que a hora é de pensarmos em nós, não temos como saber se elas estão bem ou não. Na realidade Yuri estava certo, sua colocação tinha sentido, naquela altura do campeonato não tinhamos mais controle sobre nada, ou melhor falando, nunca tivemos, estavasmo alí cada um por sí, mas se desse para livrar alguem nós fariamos, estavamos a mais de 1500 km de distância delas, e em outro país, Yuri começou a bolar algo do tipo ''é tudo ou nada'' / ''morrer lutando'', eu concordei, e passamos a observar tudo que nos cercava, começamos a rabiscar com um prego o chão da nossa cabine no navio, após as explicações gráficas, raspavamos com o mesmo prego todos os desenhos, o plano éra o seguinte, se percebermos que estamos realmente indo pra um aeroporto comum, nacional ou internacional, corremos em direção a segurança do aeroporto e nos refugiamos por lá mesmo, se vermos que estamos sendo levados pra algum tipo de emboscada a gente se agarra com os caras e tenta tomar a arma deles (isso tudo era possível,por que não eramos transportados amarrados ou algemados). Yuri se mostrou mais animado agora, pois viu que não estava sozinho, e que podia contar comigo no seu plano ''kamikaze''. Por volta das 10hrs da manha, um dos Bandidos foi nos pegar na cabine, seguimos so com a roupa do corpo, pois nossas mochilas tinham ficado no avião por determinação deles.(foi esse detalhe que fez Yuri cogitar a hipotese de outra coisa aconter, pois como iriamos embarcar pra Milão sem nossas Mochilas? era muito suspeito isso) chegamos a uma área grande como a de um salão, o navio balançava muito com as ondas do mar, e la ficamos a esperar algo de novo acontecer, o PILOTO surgi e nos comprimenta com frieza. - E ai!. Nós balançamos a cabeça como dois ''calango''. Assistimos as ultimas instruções do Sr GRINGO, ele sempre resaltando, para que não fizessemos nada de errado, para não prejudicar nossas amigas, mas pra Yuri ele foi bem direto. - No te hagas el héroe, niño! Yuri com um sorriso no rosto irônicamente disse. -Sí, señor, Escobar, me segurei pra não rir, fomos levado pra fora do Navio com uma chuva grossa, seguimos viagem até aonde o aviãozinho guerreiro estava em uma PAJERO azul daquelas antigas do ano de 96 98, por ai. Chegando lá ja familiarizado com o PILOTO e a aeronave, embarcamos sem muita cerimônia ou medo, ao fechar as portas do avião o PILOTO se transformava em outra pessoa, isso me irritava pra caralho bixo. No avião iamos eu, Yuri, PILOTO e mais 2 BANDIDOS, os caras eram limpeza quando estavamos só nós, eu olhava atentamente para o Yuri tentando sinalizar para que ele não fizesse nada naquele momento pois os 3 estavam armados, e não tinha como a gente derrubar os 3, Yuri parece ter entendido o meu sinal, e ficou na dele. estavamos nas ultimas poltrona do avião sentados estilo esparramados quazé deitados, pois perdi meu lugar de ''copila'' pra um dos caras que iam com a gente, estavamos em um cochilo muito massa, de repente senti um solavanco semelhante a de um carro quando passa em alta velocidade no buraco das estradas BRASILEIRAS, o avião começa a bicar pro chão e fazer uma zuada como a de ferros se batendo dentro de um britador, a sirene que sinaliza a queda brusca de altitude da aeronave começa a Soar... o pânico dos 2 bandidos que iam com a gente, tirou todo o nosso medo, por que morriamos de rir da cara deles, assustados e com os olhos esbugalhados, gritando sem parar. - Oh, Dios mío vaya morir, cara isso foi ilário de mais, tanto que cheguei a mijar nas calças, literalmente.(rsrs). O PILOTO então decidiu descer em umas copas de arvóres que pareciam Pinheiros ou sei lá o que, a idéia era boa, mas eu prefereia o mar, ele disse que não daria tempo de chegarmos até o litoral e tinhamos que pousar ali mesmo, eu me sentei logo e amarrei o cinto de segurança, Yuri logo fez o mesmo, e os cara sentados no chão do avião a gritar a mesma frase sem parar. Oh, Dios mío vaya morir. O PILOTO nao tinha mais como reduzir a velocidade do avião os flaps ja estavam estirados ao máximo e os spoilers ja estavam abertos, mas mesmo assim seguiamos em uma velocidade superior a 220 km por hr, o PILOTO aparentava saber aonde estavamos ele olhava na lateral da aeronave e seguia o caminho so com o contato visual, quando estavamos bem proximo ao solo uma das helices estoura e para de funcionar, ja era tarde pra se tomar qualquer outra decisão, ja estavamos praticamente sobre as copas das arvores, começou uma quebradeira de galhos e a fuselagem do avião rangia alto, a gritaria dos 2 GRINGOS se perdia nas rasgadas da fuselagem nas arvores, as pancadas eram tão fortes que minha poltrona se soltou do piso do avião e eu fiquei debatendo por toda a aeronave, nessa parte eu apaguei, e não pude ver mais nada do que tinha acontecido. (a foto aqui, eu recebi de um amigo meu que me enviou)20110103181422.jpg

 

 

 

continua....

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CONTINUANDO...

 

 

Quando acordei estava fora do avião ainda amarrado a poltrona, sentia uma forte dor no meu braço direito, estava com a vista embaçada devido ao sangue que corria da minha testa aos meus olhos, os meus ouvidos não capitavam som algum a não ser um ZUMBIDO forte, eu não sabia ao certo o que tinha acontecido, eu estava transtornado e imovel, não consegui me mexer, isso foi por longos minutos, o frio estava insuportável era como se estivesse nú em meio ao um Iceberg. Quando decidi me mexer e tentar me soltar da poltrona, percebi que meu braço direito estava quebrado, me desesperei temporariamente, mas depois me controlei e fui tentando soltar o cinto da poltrona com a mão esquerda, foram varias tentativas até que pudesse me soltar, ainda tonto de tudo aquilo tentava me levantar mas não conseguia, então resolvi me arrastar no chão até uma árvore e me encostar nela. Da árvore que eu estava eu podia ver a cena, era como a de um filme, os destrossos do avião espahados por tudo que era lado, comecei a pensar no Yuri, e como não o ví des de a queda da aeronave, logo vei-me o pensamento de que ele estava morto. Levantei-me vagarozamente me escorando na árvore e sai cabaliando em meio aos destrosos do avião a procura do corpo do meu amigo Yuri, me deparei com uma bolsa grande, estilo aquelas que se usa pra encapar canoas de remo, a bolsa estava ensopada como se estivesse molhada, decedi abrir a bolso pra ver o que estava vasando dela, quando a abri, fiquei em standy by em ver que aquela garota que veio conosco da BOLIVIA estava morta dentro da bolsa, percebi que não tinha sido da queda do avião sua morte, pois ela ja estava com partes do seu corpo ja esverdiadas e roxo, fiquei pensando o por que teriam matado-a, continuei a busca por Yuri, mas esse vão por que ao meu lado direito uma voz baixa muito baixa(devido a distância) chamava-me. - Marcel!! Marcel!! aqui porra... aqui! Era Yuri longe de toda aquela cena de terror, fui em sua direção com passos curtos, pois minhas pernas doíam bastante, eke veio ao meio do caminho e me ajudou a caminhar. O sortudo do Yuri so tinha levado ums cortes no rosto e nas costas, nada mais havia sofrido, ao chegarmos no refúgio do Yuri lá estava o PILOTO e os 2 BANDIDOS, quando os caras me viram deram um pulo do susto que levaram, se a dor não fosse tão forte, eu teri me mijado novamente de rir daqueles BABACAS medidos a BANDIDOS, PILOTO foi ajudar Yuri a me conduzir até uma rocha em que estavam sentados e dizia. - Marcel cara eu chequei seus pulsos, voce estava morto veio! Eu quaze morto realmente não tive forças nem ânimo pra mandar ele se fuder e calar a boca, fiquei calado, Yuri preocupado com o meu braço e minhas dores na perna conversava comigo enquanto eu me deitava na rocha. - Marcel não vamos mais tentar nada cara, voce esta mau, voce nao tem condições nem de andar quanto mais correr. Eu o lembrei o que ele havia dito no Navio, cada um por sí, se der pra salvar o outro a gente salva, ele calado balançou a cabeça negativamente e disse. - Voce esta louco em pensar que vou te largar aqui cara... louco. Depois de ter me deitado por volta de ums 40 minutos, PILOTO diz que ja da pra gente sair fora, e que teriamos que andar até uma estrada que tinha proximo da queda do avião, Yuri questionou dizendo que eu não consiguia andar, e que era melhor ficar e esperar ajuda, um dos BANDIDOS falou para o PILOTO. - Passa logo ele cara, não vamos ficar com ele atrasando a gente não, ele já é uma mala sem alça e so vai complicar mais as coisas. Isso tudo era referindo-se a mim, PILOTO veio perguntar-me se tinha como eu andar e aguentar a dor do braço quebrado, sem tremer a voz eu disse que sim, tava doendo so um pouquinho e que dava pra aguentar sem problemas, o PILOTO então disse que seguiriamos viagem a pé todos juntos e que ninguém ia descartar ninguém. Seguimos andando por meio do mato por um bom tempo, até que avistamos a bendita estrada, nessa altura ja tinhamso vistos refletir no mato alto as luzes das sirenes da polícia e bombeiros, nos estavamos a frente deles 1hr e meia, e ja não tinha mais como eles nos avistar, no acostamento da estrada sentamos e ficamos a esperar PILOTO, ir fazer uma ligaçao em um telefone que tinha ali perto, ele voltou e disse que iriamos ter que nos arranjar por umas 8 hrs até alguem chegar pra nos socorre. O PILOTO me dizia pra eu ficar frio, ele iria pedir pra me levar a um hospital pra que pudessem ver meu braço, eu fingia acreditar na balela dele, então um dos BANDIDOS disse que a ums 2 Km a frente tinha um restaurante de beira de estrada e poderiamos esperar lá, todos concordamos com ele e seguimos andando pelo acostamento até o restaurante. Ao chegarmos no restaurante fui direto ao banheiro, lá vômitei bastante, sentei-me no vaso sanitário e chorei como nunca tinha chorado antes na minha vida, Yuri entrou em seguida no banheiro e ficou tentando me dar forças pra continuar sem desmoronar, eu querendo dar uma de durÃO disse que tava tranquilo, tava tudo bem. Saimos do banheiro e sentavos em uma mesa, ficamos calados, axo que Yuri fazia a mesma pergunta que eu fazia em meu pensamento, por que ? por que ? Cara foi um sofrimento tão grande, que não desejo nem pro meu pior inimigo(não que eu tenha), mas aquilo era ruim de mais, tinha horas que eu pensava em desisitir, pensava em.... há cara sei la no que pensava, queria ta em casa com meus amigos e parentes, queria nunca ter saido de fortaleza-ce para BUENOS AIRES, queria tudo, tudo, menos está ali. Yuri ainda na mesa dizia-me baixinho. Marcel fica atento que no meu sinal a gente vasa daqui. Eu ja com os ânimos renovados concordei e disse que ja estava pronto, ficamos a esperar um vacilo dos caras para que pudessemos sair dalí sem que eles percebessem, mas era quase impossível eles não saiam de perto da gente, apesar de todos os 3 estarem bebendo cervejas, não se distrairam um so segundo, Yuri então resolveu me contar um segredo que ele guardava des de a queda do avião, então fomos novamente ao banheiro e la levantando a blusa vi que Yuri estava com uma PISTOLA .40 na cintura, isso me alegrou muito e ao mesmo tempo me preocupo, minha primeira pergunta foi. - Tu ja usou um porra dessa antes? Ele disse rindo. Não, mas pra tudo tem a primeira vez. Mas era brincadeira, ele me passou a arma, pois tenho curso de tiros feito na Mrs Gun em fortaleza-ce na Av Pinto Madeira, coloquei a arma na cintura e voltamos pro salão do restaurante.

 

 

 

CONTINUA....

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Como uma postagem aí falou, isso daria um filme, e dos bons em, estilo de filme para José Padilha fazer!!! Escreva pro cara bicho.

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Que doidera, do início ao fim!! Quer dizer, quero saber o fim!

Só espero que todos estejam bem!

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po velho, vc escreve bem dava pra sentir a emoção aqui em varios clímax e anti-clímax no teu relato xD continua ai q to curioso pra saber o desfecho dessa desventura.

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